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segunda-feira, 16 março 2026
                          

Mamanguape: Secretaria de Saúde implanta serviço para agilizar agendamentos de exames e consultas

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Redação PB Vale
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Geovana Soares (Coordenação de Atenção Básica)
Geovana Soares (Coordenação de Atenção Básica)

Na última quarta-feira (3), Geovana Soares, uma das coordenadoras da atenção básica do município de Mamanguape, concedeu entrevista a uma emissora local para falar das mudanças realizadas no setor de agendamento de exames e consultas da Secretaria de Saúde municipal. Desde o final do ano passado o serviço passou por modificações no intuito de diminuir a espera e atender de forma mais próxima e humana aos usuários do município.

Inicialmente ela explicou que o agendamento funciona de forma integrada, através de um sistema on-line que tem sua base na cidade de João Pessoa. O número de procedimentos oferecidos é regulado por uma PPI (Programação Pactuada Integrada), que pactua entre municípios a prestação de serviços não oferecidos em suas sedes por tipos de exames e especialidades. Esse documento está defasado, pois data do ano de 2009 e de lá para cá a realidade mudou e a demanda aumentou muito. “Nesse sistema só é possível marcar o que é visualizado, não havendo procedimentos suficientes para atender a procura da população”, destacou.

Geovana explicou que essa dificuldade cria um gargalo no serviço, fazendo com que seja necessário agendar os exames por prioridade, obrigando a secretaria a considerar outros fatores no momento da marcação e não apenas o fator cronológico. Segundo a coordenadora, era grande o número de pacientes que diariamente procuravam os funcionários responsáveis pelo agendamento na busca de informações acerca das requisições emitidas pelos médicos das Unidades de Saúde da Família (USFs). “As pessoas reclamavam da demora do retorno, da falta de informações e, muitas vezes, da não localização de suas solicitações”, enfatizou.

A coordenadora adiantou que procura pelo setor tirava os funcionários da frente dos computadores e da busca pelas vagas que surgiam no decorrer do dia, o que atrapalhava bastante, ocasionando a perda de vagas que só abrem de forma simultânea para os 223 municípios do estado. Em virtude disso, a coordenação de atenção básica criou uma sala de escuta na própria secretaria, onde os usuários são atendidos, recebem informações sobre as suas requisições de procedimentos e são esclarecidas acerca do funcionamento do sistema. Paralelamente a isso, reuniões são realizadas constantemente com as equipes de saúde, que são orientadas a informar aos pacientes como funciona o fluxo das requisições.

Outro trabalho feito em conjunto com as equipes diz respeito ao preenchimento correto das requisições. Quando estas chegam com falhas acabam atrapalhando a marcação. A profissional da saúde também pediu que os pacientes interagissem com o médico no momento da consulta, perguntando a eles como os seus problemas estão sendo descritos, se o CID está preenchido de forma adequada e qual o tipo de procedimento que está sendo solicitado. Isso facilita tanto o agendamento quanto a procura por informações quando eles procuram a Secretaria de Saúde.

A brevidade na realização de exames e consultas dependerá da quantidade de vagas disponibilizadas, dos valores dos procedimentos e da capacidade instalada do prestador do serviço. Alguns procedimentos são oferecidos por vários serviços, já outros, mais complexos, são muitas vezes oferecidos por um só serviço e isso dificulta a rapidez. O município também conta com o seu serviço de especialidades, oferecidas através da Policlínica Municipal Dr. Dirceu Monteiro Pontes e, através da pactuação, atende a outros municípios do Vale do Mamanguape. As demandas direcionadas para o serviço próprio, normalmente são atendidas mais rápido.

O encerramento da entrevista foi em forma de apelo sobre o combate a dengue. A cidade apresenta alta classificação de risco e a coordenadora conclamou a população a se acostar a secretaria e a fazer a sua parte. De acordo com ela, a dengue é um problema de todos e o combate a ela só será possível mediante parceria entre os munícipes e os órgãos de saúde.

Da redação, com Dicom – PMM

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