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domingo, 8 março 2026
                          

Após 5 meses de greve, aulas são retomadas na UEPB

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Redação PB Vale
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As aulas na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) estão sendo retomadas nesta segunda-feira (23) em todos os campi. Após cinco meses paralisados, os professores decidiram suspender a greve durante assembleia realizada na quinta-feira (19). Agora, eles aguardam  o cumprimento do acordo por parte do governo do Estado.

A greve da UEPB começou no dia 19 de junho e desde então todas as atividades nos oito campi da instituição estavam com suas atividades paralisadas por tempo indeterminado. A greve afetou mais de 24 mil alunos nos campi da instituição em Campina Grande, Lagoa Seca, Catolé do Rocha, Araruna, Guarabira, João Pessoa e Monteiro.

Durante toda a greve, houve conversas entre docentes e reitoria, mas as negociação não avançaram. No dia 26 de outubro, professores do comando de greve ocuparam a reitoria da UEPB, em Campina Grande, e pediam uma negociação urgente entre reitoria e governo estadual para pôr fim a greve.

No dia 4 de novembro, os professores marcaram uma assembleia-geral na frente do prédio da reitoria para debater a greve. Antes do início da reunião, houve confusão entre alunos e docentes.

As negociações com o governo do estado começaram no dia 5, um dia após a confusão. Em reunião com o secretário estadual de Planejamento, Gestão e Finanças, Tárcio Pessoa, os docentes repassaram as propostas e ficou acordado que o governandor Ricardo Coutinho iria avaliar e, logo em seguida, se reuniria com os grevistas. Com o início do diálogo, os professores desocuparam a reitoria.

O governador Ricardo Coutinho, o reitor da UEPB, Rangel Júnior, comando de greve e o Ministério Público da Paraíba se reuniram no dia 13 e debateram as propostas. O governo do estado prometeu, entre outras coisas, melhorar a infraestrutura dos campi e um terreno para construção de um campi próprio em João Pessoa. Segundo o comando de greve, os docentes aceitaram as propostas, apesar de que nenhuma proposição sobre salários tenha sido feita.

Nesta reunião, ficou acertado que no dia 16 os grevistas fariam uma assembleia para votar pelo fim da greve. A Associação dos Docentes da UEPB (Aduepb) não convocou a reunião, quebrando o acordo feito. Por causa disto, o MPPB ajuízou uma ção civil pública pedindo a abusividade da greve. De acordo com a ação, a greve estava prejudicando alunos e a sociedade ‘diante da extrema essencialidade do serviço público de educação’.

Da Redação, com G1

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