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quinta-feira, 14 maio 2026
                          
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Presidente Ronaldo anuncia Concurso Público pela primeira vez na história da Câmara de Baía da Traição; veja vagas

O presidente da Câmara Municipal de Baía da Traição, vereador Ronaldo do Mel, anunciou a abertura de um Concurso Público para preenchimento de 6 vagas imediatas, além de 1 cadastro de reserva, conforme determina a Portaria instituída e em conformidade com o artigo 37 da Constituição Federal e legislações municipais vigentes.

A organização do certame ficará sob responsabilidade da FACET Concursos, que conduzirá todas as etapas previstas: provas escritas, práticas e avaliação de títulos, respeitando as exigências específicas de cada cargo.

 Cargos disponíveis

  • Auxiliar de Serviços Gerais – 2 vagas • Recepcionista – 2 vagas (sendo 1 destinada a Cadastro de Reserva) • Vigia – 2 vagas

 Inscrições

  • Período: de 14 de outubro a 07 de novembro de 2025
  • Forma: exclusivamente pela internet
  • Site oficial para inscrição e acompanhamento: www.facetconcursos.com.br

Cartão de Convocação O cartão de convocação, contendo informações sobre data, horário e local de prova, estará disponível a partir de 25 de novembro de 2025, no site da organizadora. O documento deverá ser impresso pelo candidato e apresentado no dia do exame.

Data da Prova

  • Previsão de aplicação: 07 de dezembro de 2025
  • Os locais e horários serão informados exclusivamente por meio do cartão de convocação.

O Edital completo (nº 01/2025) estará disponível no quadro de avisos da Câmara Municipal de Baía da Traição e no site da organizadora a partir da publicação do aviso oficial.

A Câmara reforça que todo o processo obedecerá aos trâmites legais estabelecidos em processo licitatório e contrato firmado com a organizadora, garantindo transparência e igualdade de oportunidades a todos os participantes.

Atenção, candidatos! Ficar atento às datas e acessar regularmente o site oficial será fundamental para não perder nenhuma etapa do certame.

Danielle do Vale entrega Título de Utilidade Pública à Cooperativa Frutiaçu e entidade passa a poder receber emendas e firmar convênios

Na última sexta-feira, a deputada estadual Danielle do Vale cumpriu uma agenda de trabalho voltada ao fortalecimento de entidades comunitárias do Vale do Mamanguape. Pela manhã, a parlamentar esteve na zona rural de Piabuçu, em Rio Tinto, onde oficializou a entrega do Título de Utilidade Pública à Cooperativa Frutiaçu.

Com o reconhecimento, a cooperativa passa a ser considerada de interesse coletivo, o que garante segurança jurídica e abre caminho para que ela possa receber emendas parlamentares, firmar convênios com órgãos públicos e ampliar sua capacidade de atuação junto aos agricultores e produtores rurais da região. O título também reforça a credibilidade institucional da entidade perante a sociedade.

Ainda na sexta-feira, em Mamanguape, Danielle do Vale também realizou a entrega do Título de Utilidade Pública à APAVAM – Associação de Pais de Autistas do Vale do Mamanguape, destacando a importância do trabalho desenvolvido pela instituição na promoção da inclusão e no apoio às famílias de pessoas com autismo.

As ações reafirmam o compromisso da deputada com o desenvolvimento social e econômico do Vale do Mamanguape, fortalecendo entidades que desempenham papel essencial no cuidado com as famílias e na geração de oportunidades.

Com os títulos concedidos, as entidades agora estão aptas a:

  • Receber emendas parlamentares estaduais e federais

  • Firmar convênios com órgãos públicos

  • Ampliar projetos sociais e produtivos

  • Garantir mais acesso a políticas públicas

Assessoria

Mulher é presa suspeita de aplicar ‘golpe do Pix falso’ em farmácia em João Pessoa

A Polícia Civil da Paraíba prendeu em flagrante nessa terça-feira (14) uma mulher suspeita de aplicar golpes de estelionato contra uma farmácia em João Pessoa após a dona do local fazer as denuncias.

Segundo as investigações, a mulher fazia compras quase todos os dias, de fraldas e alimentos infantis. Ela realizava os pedidos pelo WhatsApp e enviava comprovantes falsos de pagamento via Pix. Em depoimento, ela confessou que editava comprovantes de agendamento e os repassava como se o pagamento tivesse sido pago, cancelando o agendamento logo em seguida.

A prisão ocorreu quando ela fez um novo pedido de 12 pacotes de fraldas, no valor total de R$ 819. As equipes de polícia acompanharam a entrega e prenderam a suspeita em flagrante logo.

A mulher foi encaminhada para a DCCPAT, onde vai responder por estelionato e sem seguida ficar à disposição da Justiça.

Portal Correio

Família lança campanha nas redes sociais para encontrar jovem desaparecida em João Pessoa

Uma jovem de 21 anos de idade está desaparecida e sua família fez um apelo nas redes sociais nesta terça-feira (14), para encontrá-la, em João Pessoa.

A prima da jovem, Kaylane Morais, informou que Dayane Beserra desapareceu na última sexta-feira (10) e que a jovem está apresentando quadro de transtornos psicológicos.

Kaylane contou ainda que Dayane foi vista pela última vez na Praça da Paz, no bairro dos Bancários, por volta das 17h do sábado (11) e que hoje (14) recebeu mensagens de que Dayane foi vista em Mangabeira na noite de ontem (13).

Ela destacou que a família já registrou Boletim de Ocorrência (BO) e está aguardando retorno da Polícia Civil.

Ainda no apelo feito nas redes sociais, a família pede que, caso encontrem Dayane, entrem em contato pelo número (83) 9 8603-7632.

Veja o apelo abaixo:

Adriano Galdino nega ter fechado apoio a Cícero para o Governo da Paraíba em 2026

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino (Republicanos), negou ter fechado apoio ao prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), para a disputa pelo Governo da Paraíba nas eleições de 2026. A informação havia sido divulgada pelo jornalista Fabiano Gomes nesta terça-feira (14), durante seu programa Ô Paraíba Boa.

Ao site ‘Termômetro da Política’, Adriano Galdino negou a informação. O presidente do Legislativo paraibano é pré-candidato ao mesmo cargo almejado por Cícero Lucena e segue com intenção de viabilizar sua candidatura.

 

Ministério Público instaura procedimento para apurar denúncia de uso de Caminhão-pipa da prefeitura de Serra Branca em propriedade particular

O Ministério Público da Paraíba, por meio do promotor de Justiça de Serra Branca Aílton Nunes Melo Filho, instaurou procedimento para apurar o possível uso indevido de bem público e desvio de finalidade de equipamento cedido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

A Notícia de Fato nº 054.2025.000854 foi registrada nesta terça-feira (14), após denúncia que circulou em redes sociais. Segundo a publicação, um caminhão-pipa, originalmente destinado a ser um instrumento de apoio à população em tempos de seca e para o abastecimento emergencial de comunidades rurais, e que integraria a frota oficial da prefeitura de Serra Branca, foi flagrado prestando serviço em uma propriedade privada de alto padrão às margens da BR-230, em Gurinhém.

Para o promotor de Justiça Aílton Nunes, “os fatos narrados reacendem o alerta sobre desvio de finalidade de equipamentos públicos e falta de fiscalização na aplicação de recursos públicos, sugerindo a necessidade de apuração de possíveis atos de improbidade administrativa”.

O Ministério Público solicita à prefeitura de Serra Branca cópias do termo de cessão, doação ou convênio que comprove o repasse do caminhão-pipa; do registro do veículo flagrado na propriedade particular; e do registro de uso do caminhão referente aos últimos três meses, além da manifestação formal do gestor sobre o assunto, justificando legalmente uma autorização para serviço em local não destinado ao abastecimento emergencial de comunidades rurais do município. Da Codevasf, o MP quer informações detalhadas sobre a cessão do veículo à prefeitura, incluindo a finalidade específica e condições de uso do equipamento, e se há previsão contratual que autorize o empréstimo ou aluguel a terceiros.

A Notícia de Fato tem prazo de 30 dias, podendo ser prorrogada uma vez, por até 90 dias. Ao fim do período, o promotor de Justiça vai analisar os documentos e provas reunidos e decidir se tem elementos para converter o procedimento em Inquérito Civil Público.

Assembleia discute cumprimento da Lei do Gabarito em audiência pública

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta terça-feira (14), audiência pública para discutir os recentes casos de descumprimento à Lei do Gabarito, especialmente na orla de João Pessoa. O debate proposto pelo deputado Chió contou com a participação dos parlamentares Anderson Monteiro, Cida Ramos, George Moraes, Hervázio Bezerra, Wallber Virgolino, dos vereadores de João Pessoa Marcos Henrique e Raoni Mendes, da promotora do MPPB Cláudia Cabral, além de representantes do Conselhor Regional de Engenharia e Arquitetura da Paraíba (CREA-PB), do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Paraíba (Sinduscon-PB) e ambientalistas.

A Lei do Gabarito regula as construções, na faixa dos 500m da orla de João Pessoa. O escalonamento de altura começa com 12.90m na 1ª faixa até 35 metros no limite da última faixa. A área que fica protegida pelo escalonamento é considerada “patrimônio ambiental, cultural, paisagístico, histórico e ecológico” do estado.

“Está na nossa Constituição, tem um artigo todo só sobre a Lei do Gabarito, e a gente tem visto empresas burlando essa norma, inclusive com o apoio de uma lei municipal sancionada pelo prefeito da capital, que altera o que já estava definido”, afirmou o parlamentar. Chió destacou que o objetivo do encontro é fortalecer a fiscalização e reafirmar o compromisso do Estado com a preservação da orla paraibana. “Lei ambiental não pode ter concessões. Tem que ser cumprida à risca. Se a gente abre uma concessão de centímetros, depois passa boiada — e isso nós não queremos aqui na Paraíba”, alertou.

O deputado também rebateu críticas de que a audiência teria o propósito de influenciar o julgamento que ocorre nesta semana no Tribunal de Justiça. Segundo ele, o momento é de mobilização e conscientização. “Eu não vejo como uma forma de pressionar, mas de alertar a sociedade. O Ministério Público tem sido praticamente uma voz solitária nessa luta, enquanto os órgãos ambientais e a própria Câmara Municipal permanecem calados. A orla da Paraíba é um patrimônio imaterial do povo, e nós não podemos permitir que ela seja violada”, concluiu.

O deputado George Moraes destacou a relevância da audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa da Paraíba como um espaço de escuta e equilíbrio entre os diferentes interesses envolvidos no debate sobre a Lei do Gabarito. “A Assembleia traz aqui para Casa um importante debate. Essa é uma oportunidade para que possamos ouvir os diferentes argumentos — dos ambientalistas, dos construtores e também do poder público —, cada um com sua contribuição técnica e jurídica”, afirmou.

Para o parlamentar, o diálogo aberto é essencial para que se alcance uma decisão justa e ponderada. “Não podemos criminalizar atitudes de maneira antecipada, nem sair liberando construções que possam ferir a lei, que é importante e deve ser respeitada. O nosso papel é equilibrar, considerando também as repercussões econômicas, porque sabemos da relevância da construção civil na geração de empregos e no fortalecimento de setores como o hoteleiro e o de serviços”, completou George Moraes.

“O entendimento nosso do CREA é que tenhamos diálogo com toda a sociedade, com todas as entidades, para que possamos construir essa orla. Essa valorização é devido realmente à nossa preservação”, defendeu Silvio Albuquerque Figueirêdo, representante do CREA-PB. Ele acrescentou ainda que a instituição está inteiramente disposta a colaborar com todos aqueles que desejam com a preservação e o bem comum da Capital.

Já o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado da Paraíba (Sinduscon), Ozaes Mangueira ratificou o compromisso histórico da instituição na defesa da Lei do Gabarito “Nunca fizemos nenhum movimento contrário a Lei [do Gabarito] e nem vamos fazer. Falo por todos que me antecederam: nenhum presidente do Sinduscon nunca trabalhou contra a Lei do Gabarito. E ouso até falar para todos os que venham a me suceder, porque é algo que nós gostamos, nós defendemos a nossa legislação de gabarito. É um grande diferencial da nossa cidade e é mais que uma lei ambiental, é um patrimônio da nossa cidade”, ressaltou o presidente.

Para o sindicalista, o debate promovido pelo Parlamento Estadual é fundamental para esclarecer equívocos e fortalecer o diálogo entre os diversos setores envolvidos. “Eu acho absolutamente oportuno, porque foi aqui que nasceu a Constituição Estadual que regra esse ordenamento da nossa orla. Estamos, portanto, no lugar correto para fazer um debate de ideias, esclarecendo pontos que às vezes ficam na imaginação das pessoas de que a construção civil é contra a Lei do Gabarito, o que não é verdade”, concluiu Ozaes Mangueira.

O líder do Movimento Esgotei, Marco Túlio, participou da audiência pública realizada na Assembleia Legislativa da Paraíba para discutir os recentes casos de descumprimento da Lei do Gabarito na orla de João Pessoa. O ambientalista destacou a importância do debate e reforçou que todos os setores devem ser ouvidos, mas defendeu o cumprimento rigoroso da legislação urbanística como forma de preservar o meio ambiente e a qualidade de vida na capital.

“O Movimento Esgotei defende que se deve seguir a lei. O que está na lei é para ser cumprido. A nossa preocupação é com o meio ambiente, com a questão do esgotamento sanitário. E falo que não é apenas tantos centímetros — mas nossa preocupação como ambientalistas é que esses centímetros aumentem mais um metro, dois metros, três metros, e daqui a pouco tenhamos espigões na praia. Isso nos preocupa bastante, porque cada centímetro já interfere na ventilação, no sombreamento e em vários aspectos que podem prejudicar o nosso meio ambiente. Então, seguimos firmes: nenhum centímetro a mais”, afirmou Marco Túlio.

A promotora de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Cláudia Cabral, destacou que os debates são essenciais para reafirmar a validade da Lei do Gabarito, que, segundo ela, é uma norma de competência exclusiva do Estado e está prevista na Constituição paraibana. “Hoje é um dia importante, uma audiência que trata de uma lei 100% do Estado da Paraíba, e nós estamos lutando para que ela não seja minimizada”, afirmou. Cláudia ressaltou que a legislação estadual estabelece limites de altura nas edificações justamente para garantir o equilíbrio urbanístico, a ventilação, a insolação e a preservação da paisagem natural, sobretudo nas áreas litorâneas.

Ela chamou atenção para o conflito existente entre a Lei do Gabarito e a recente Lei de Uso e Ocupação do Solo aprovada pelo município de João Pessoa, que, em sua avaliação, ultrapassa os limites constitucionais. “Estamos diante de uma lei municipal que traz medidas que superam as autorizadas pela Constituição do Estado da Paraíba. E é sobre isso que o Ministério Público está lutando. Já impetramos uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra essa lei municipal, contestando os dispositivos que permitem edificações com alturas maiores do que o previsto na legislação estadual”, explicou.

De acordo com a promotora, o MPPB tem atuado de forma firme para garantir o cumprimento da norma e responsabilizar quem desrespeita a legislação. “Na Promotoria de Justiça, já temos três ações civis públicas contra empresas que descumpriram a Lei do Gabarito, além de cerca de 17 inquéritos civis em andamento investigando novas irregularidades. Algumas construções são antigas, mas outras foram erguidas já sob a vigência da nova lei municipal, o que agrava a situação. O nosso objetivo é fazer valer a norma mais restritiva e mais protetiva, em defesa do meio ambiente urbano e do direito coletivo à cidade sustentável”, completou.

Encaminhamentos

O deputado Chió, em conjunto com os demais parlamentares presentes defenderam a criação de um grupo de discussão com o objetivo de ampliar o debate incluindo ainda os órgãos ambientais da Prefeitura Municipal de João Pessoa e do Estado. O deputado sugeriu ainda a elaboração, apresentação e apreciação de uma nova legislação que possa proteger ainda mais as diretrizes estabelecidas pela Lei do Gabarito.

 

Ruy alerta para retrocesso ambiental com tentativa de aumentar limite de altura de prédios da orla de João Pessoa

A insistência da atual gestão da Prefeitura de João Pessoa em alterar a legislação que protege a altura de edifícios na faixa litorânea da capital voltou a ser criticada pelo deputado federal Ruy Carneiro. O parlamentar alerta para os riscos ambientais, climáticos e sociais da medida, chamando a atenção de autoridades e da população em defesa de um dos maiores patrimônios do estado.

“É preciso unir a população paraibana em defesa da nossa orla. A prefeitura continua insistindo em mudar a lei para permitir a construção de prédios mais altos, onde hoje a natureza ainda respira. Qual é o interesse que está por trás disso?”, questionou Ruy.

Firme na defesa da preservação ambiental e do patrimônio coletivo, Ruy alerta que qualquer mudança nas regras atuais pode abrir um caminho perigoso e sem volta.

“O Tribunal de Justiça vai julgar mais uma manobra da prefeitura para tentar afrouxar as regras sobre a altura dos edifícios. A orla não é da prefeitura. Ela pertence ao povo de João Pessoa e da Paraíba. É um patrimônio que precisa ser defendido com firmeza”, reforçou.

Na oportunidade, o deputado ainda lembrou outros ataques da atual gestão municipal contra o meio ambiente e a negligência em relação a preservação da faixa litorânea da cidade.

“Não é a primeira vez que isso acontece. Já tentaram engordar a faixa de areia sem estudos ambientais, liberaram esgoto no mar e fecharam os olhos para construções irregulares. É uma inversão de valores. Quem deveria proteger, tem feito sucessivos ataques contra nossa orla. Assim como fiz diante das outras irregularidades, seguirei firme cobrando, fiscalizando e denunciando todos esses absurdos”, concluiu.

Segundo o Ministério Público da Paraíba, a Lei de Uso e Ocupação do Solo, sancionada ano passado pelo prefeito Cícero Lucena, tenta burlar as regras urbanísticas estabelecidas pela Constituição Estadual. O julgamento do pedido de suspensão imediata dessa legislação, apresentado pelo MPPB, está previsto para esta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça da Paraíba.

Assessoria

Denúncia: Caminhão-pipa cedido para abastecimento público em Serra Branca aparece prestando serviço na Arena PixBet

O que deveria ser um instrumento de apoio à população em tempos de seca tornou-se símbolo de descaso e privilégio. Um caminhão-pipa cedido pela CODEVASF à Prefeitura de Serra Branca foi flagrado trabalhando na Fazenda Severino Boi, onde funciona o Parque de Vaquejada Arena PixBet, às margens da BR-230, no município de Gurinhém, entre Campina Grande e João Pessoa.

Segundo dados da Receita Federal, a fazenda tem como sócios Ana Flávia  Enzo, ambos alvos de investigação e que tiveram os sigilos quebrados pela Polícia Federal junto com a fazenda, a suspeita que ela seria instrumento para lavagem de dinheiro. O prefeito de Serra Branca, Michel Alexandre, é aliado político e indicado do mesmo grupo.

Enquanto famílias da zona rural de Serra Branca enfrentam a falta d’água e dependem do caminhão-pipa para sobreviver, o veículo público estaria prestando serviço em uma propriedade privada de alto padrão que vem sendo investigada.

Um vídeo obtido por moradores e confirmado por fontes locais mostra claramente que a placa do caminhão pertence à frota oficial da Prefeitura de Serra Branca. A cena revoltou a população, que denuncia o uso indevido de um bem público destinado ao abastecimento emergencial de comunidades rurais.

“Enquanto o povo sofre com sede, o caminhão que devia levar água está sendo usado para interesses que ainda ninguém sabe explicar”, desabafou um morador da zona rural, sob anonimato.

O episódio reacende o alerta sobre o desvio de finalidade de equipamentos públicos e a falta de fiscalização na aplicação de recursos federais. O Ministério Público Estadual é cobrado a agir diante da denúncia, para investigar possíveis crimes de improbidade administrativa e uso indevido de bens públicos.

O Pipoco

Jovem de 21 anos é preso por suspeita de extorquir R$ 6,5 mil de paraibana sob ameaça de publicar fotos íntimas

Jovem foi preso após extorquir R$ 6,5 mil — Foto: Polícia Civil

Um homem de 21 anos foi preso em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, por suspeita de extorquir R$ 6,5 mil de uma mulher ameaçando divulgar fotos íntimas dela. Segundo a Polícia Civil, o homem foi preso nesta segunda-feira (13).

A vítima é de João Pessoa, na Paraíba, e passou a ser contatada por um homem desconhecido, em 10 de abril deste ano, através de um aplicativo de mensagens. Além de ameaçar publicar as fotos íntimas, o suspeito afirmou ser de uma facção criminosa.

Por medo, a vítima fez duas transferências via pix para o suspeito: uma de R$ 4,5 mil e outra de R$ 2 mil.

Cinco dias depois, o suspeito voltou a contatar a vítima através de outra conta telefônica e pediu mais dinheiro.

Durante o cumprimento de mandato de prisão nesta segunda-feira, foram apreendidos três celulares, um simulacro de pistola, nove cartões de débito e crédito e uma máquina de cartão. O suspeito foi levado para o Conjunto Penal de Vitória da Conquista.

G1 Bahia

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