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Presidente da Câmara confirma apoio a Hugo Motta para sua sucessão

Foto: Assessoria parlamentar

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou ontem o apoio formal à candidatura do líder do Republicanos, Hugo Motta (PB), para a sua sucessão no cargo em 2025.

O pronunciamento foi feito na residência oficial, ao lado de outros líderes partidários, como Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Lira disse buscar a “convergência” e que Motta seria o postulante com mais condições para isso.

O anúncio do apoio formal de Lira ao líder do Republicanos foi antecipado na segunda-feira pelo Estadão/Broadcast. Segundo Lira, Motta “vai saber manter a marcha da Câmara dos Deputados, seguindo esta mesma receita que tantos bons frutos deu ao Brasil: respeito ao plenário, cumprimento da palavra empenhada e busca incessante por convergência”.

O presidente da Câmara chamou de “amigos de vida” os adversários de seu candidato, o líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), e o do PSD, Antonio Brito (BA). Lira e Motta têm trabalhado para consolidar o apoio do PT. A sigla ainda não definiu sua posição, mas já sinalizou que a tendência é compor com o postulante do Republicanos.

Cícero contabiliza apoio de 25 vereadores eleitos e diz não interferir na eleição para presidente da Câmara de João Pessoa

O prefeito Cícero Lucena contabilizou o apoio de 25 dos 29 vereadores eleitos. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (29), Cícero declarou, também, não querer interferir na eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa.

“Em uma conta que eu fiz, eu estava com 25 [vereadores]”, informou o prefeito ao Arapuan Verdade.

Cícero Lucena também respondeu sobre a declaração de que Marcos Henriques votou nele, mas que faria oposição logo após a eleição.

“Eu acho que não. Eu acho que, aberto o diálogo que nós tivemos, da forma que ocorreu, o que ele vai querer, com certeza, e é legítimo, é continuar defendendo aquilo que ele defende e cobrando da prefeitura. Mas, mesmo ele na oposição, sempre foi respeitoso. Nas matérias importantes ele votou, nas emendas impositivas ele teve o mesmo tratamento dos demais, todos que tiveram na oposição tiveram o mesmo tratamento. Eu vou continuar com a minha prática de relacionamento e de respeito”, disse.

Eleição para a Mesa Diretora

Cícero disse, ainda, não querer interferir na eleição da Mesa Diretora, mas elogiou Dinho, dizendo que ele tem capacidade de disputar a reeleição à presidência da Câmara Municipal.

“Eu acho que isso é da Casa. A Casa que resolve. Não vou me meter. Agora, sem dúvida, o presidente Dinho tem todas as condições de ir para sua reeleição. Ele sempre teve um ótimo relacionamento com os vereadores. Então eu acho que isso aí eles devem estar resolvendo o mais rapidamente possível”, pontuou.

ClickPB

Ricardo Nunes derrota Boulos e é reeleito prefeito de São Paulo

São Paulo – O prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), foi reeleito neste domingo (27/10) para mais quatro anos de mandato à frente da Prefeitura paulistana, derrotando o candidato do PSol, Guilherme Boulos. Com 100% das urnas apuradas, Nunes conquistou 59,35% dos votos, enquanto Boulos somou 40,65%, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A reeleição do emedebista representa uma importante vitória política do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que mergulhou na campanha no momento em que o emedebista se via ameaçado pela candidatura do influenciador Pablo Marçal (PRTB), no primeiro turno, a despeito do distanciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que indicou o agora vice-prefeito eleito, Coronel Mello Araújo (PL).

Por volta das 18h40, Nunes chegou ao clube em Santo Amaro onde sua equipe aguardava para a festa da vitória e comemorou a reeleição dando um abraço em Tarcísio: “Olha o grande vencedor aí”, disse o prefeito ao governador.

Nunes é o terceiro prefeito que consegue se reeleger na história da capital — antes dele, apenas Gilberto Kassab (PSD), em 2008, e Bruno Covas (PSDB), em 2020, conseguiram o feito. Em comum, os três eram vices e assumiram a Prefeitura com a saída dos titulares. No caso de Nunes, ele sucedeu Covas após seu falecimento, em maio de 2021.

Metrópoles

PSD e MDB lideram em número de Capitais. PL tem maior crescimento; veja os eleitos

Encerrado o segundo turno nas 15 capitais que restavam para definição de prefeitos nas eleições de 2024, dois partidos empataram no primeiro lugar na somatória total. PSD e MDB comandarão cinco capitais cada. O maior salto, porém, foi dado pelo PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Sem eleger prefeito nessas cidades em 2020, o PL conquistou quatro desta vez.

O MDB já ocupava espaços de liderança nas eleições municipais anteriores. Em 2016, elegeu quatro prefeitos de capitais, aumentando esse número para cinco em 2020, quantia que prevalece. O PSD, por outro lado, apresentou um crescimento constante, com respectivamente um, dois e cinco prefeituras do tipo nos três pleitos. Esses também são os dois partidos com maior número total de municípios.

Confira o histórico de desempenho de cada partido nas capitais:

Além de liderar no número de prefeituras, o MDB elegeu o prefeito da maior metrópole brasileira, São Paulo. Ricardo Nunes ganhou como vice em 2020 na chapa do tucano Bruno Covas, falecido em 2021. Desta vez, porém, ele venceu como cabeça de chapa.

Paralelamente, o PSDB continuou seu processo de derretimento. Em 2016, os tucanos alcançaram a vitória em sete capitais. Na eleição seguinte, o número caiu para quatro. O partido não elegeu chefe de Executivo municipal nas sedes estaduais. O mesmo aconteceu com o PDT, que também passou o ano zerado, depois de ter feito quatro prefeitos em 2016.

Um partido que apresentou ligeira recuperação na disputa pelas capitais foi o PT. Em 2016, o partido do presidente Lula elegeu apenas o prefeito de Rio Branco (AC), Marcus Alexandre. Nas eleições de 2020, a situação piorou, sem vencer em qualquer capital. Agora a sigla emplacou a prefeitura de Fortaleza (CE), com o nome de Evandro Leitão.

Outros dois partidos que elegeram prefeitos em capitais em 2020 ficaram sem nenhuma em 2024: o Cidadania elegeu naquele ano o prefeito de Macapá (AP), Dr. Furlan, que migrou para o MDB. O Psol elegeu o atual prefeito de Belém (PA), Edmilson Rodrigues, que foi eliminado ainda no primeiro turno nestas eleições, alcançando menos de 10% do eleitorado de sua cidade.

Partidos progressistas vencem em uma capital e outras cinco cidades neste 2º turno

Das 51 cidades em disputa no segundo turno das eleições, apenas seis serão governadas por partidos do campo progressistas. Destas, quatro são do PT e duas do PDT.

A única capital desse grupo foi Fortaleza (CE), que será governada pelo petista Evandro Leitão a partir de 2025. A vitória representa uma recuperação para o partido, que não havia eleito nenhum governante nas 26 capitais em 2020.

O PT também garantiu uma vitória simbólica com a reeleição de Marcelo Oliveira em Mauá, na região do ABC paulista, berço histórico do partido. Venceu ainda em Pelotas (RS), com Fernando Marroni; e do importante polo industrial de Camaçari (BA), com Luiz Caetano.

As outras duas vitórias progressistas são do PDT. O partido elegeu Rodrigo Neves para um terceiro mandato à frente da Prefeitura de Niterói (RJ), cidade que está desde 1989 sob controle de partidos do campo da esquerda, com destaque para o próprio PDT.

Além disso, também conquistou a prefeitura de Serra, cidade mais populosa do Espírito Santo, com Weverson Meireles.

PL com seis, centrão disparado

Na outra ponta do espectro político, o PL de Jair Bolsonaro também saiu vencedor em seis prefeituras. Entre elas, estão duas capitais. Em Cuiabá (MT), Abílio Brunini venceu uma disputa surpreendentemente acirrada com o petista Lúdio Cabral. Em Aracaju, Emília Corrêa será a primeira mulher a comandar a capital sergipana.

O partido também conquistou Canoas (RS), com Airton Souza; Anápolis (GO), com Marcio Correa; São José do Rio Preto (SP), com Fabio Candido; e Guarulhos, com Lucas Sanches.

A imensa maioria das prefeituras foi vencida por candidato do chamado centrão, agrupamento de partidos de direita e centro-direita que abriga a maioria das oligarquias tradicionais.

Brasil de Fato

Pix tem novidades a partir desta segunda-feira; saiba o que muda

Usar o pix, meio de pagamento instantâneo do Banco Central, para agendar pagamentos que têm valor fixo, como mesada, professor particular, doações, entre outras remessas, passa integrar a cesta de serviços dos bancos a partir de hoje (28).

Previsto na agenda de inovações para 2024, o pix agendado recorrente permite que tanto o usuário pessoa física quanto a jurídica poderão usar o mecanismo de transferências de valores para outros destinatários. Os valores das remessas serão sempre fixos e feitos na data escolhida por ele.

O BC decidiu torná-la obrigatória em resolução publicada em dezembro de 2023 e atualizada em julho.

Além dessa novidade, ainda nessa semana começam a valer as novas regras visando uma maior segurança para o uso da ferramenta.

A partir de sexta-feira (1º de novembro), o valor limite para transações pix será de até R$ 200 por operação quando o pagamento ou a transferência for feito de um celular ou de um computador não cadastrados. O cadastro se aplica apenas para dispositivos de acesso que nunca tenham sido utilizados para iniciar uma transação ou quando a pessoa queira usar uma outra chave.

Sem o cadastro, o usuário só podera usar o limite diário de R$1.000 via pix.

A Resolução nº 402 do BC, que prevê os limites, ainda institui que as instituições que ofertam o pix passarão a ter que, necessariamente, cumprir com uma série de práticas, entre elas a de comunicar ao BC, a cada seis meses, se seus clientes possuem marcações de fraude na base de dados do BC. Sempre que o usuário do pix comete alguma infração que indique fraude, uma notificação é registrada nos sistemas do BC. Todas as instituições participantes do pix têm acesso às notificações de infração (na consulta de chave ou CPF/CNPJ).

Ao lado da militância e apoiadores, Bruno agradece vitória para 2ºmandato em Campina

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), comemorou, no início da noite deste domingo (27), a vitória no 2º turno das eleições ao lado da militância e apoiadores na Rainha da Borborema.

Em um discurso emocionado, Bruno agradeceu aos mais de 135 mil votos e fez questão de citar o senador Efraim Filho, o senador Veneziano Vital do Rêgo, o deputado federal Romero Rodrigues, o ex-senador Cássio Cunha Lima e o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima.

O gestor também fez um agradecimento especial à família, a quem considerou o grande esteio durante toda essa caminhada.

“O bem venceu o mal”, diz Cícero Lucena ao dedicar reeleição a Lauremília Lucena

“O bem venceu o mal”. A frase é do prefeito reeleito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP),em seu discurso de vitória, após a apuração deste domingo (27/10). Ele dedicou a vitória à primeira-dama Lauremília Lucena, que foi presa durante a campanha pela Polícia Federal na operação Território Livre, que investiga uma suposta influência do crime organizado nas eleições.

Cícero disse: “permita-me oferecer essa vitória a Lauremília Lucena, simbolizando a injustiça que ela enfrentou nesta campanha. Aos cretinos da política, aprendam que a covardia não vale a pena, porque tá aí a surra de votos”. Ele acrescentou: “a verdade vence a mentira, a fé em Deus fortalece as nossas decisões”.

Com 100% das urnas apuradas, Cícero obteve 63,91% dos votos válidos (258.727 votos), enquanto seu adversário Marcelo Queiroga (PL) ficou com 36,09% (146.129 votos).

O prefeito destacou que “a vitória é do trabalho, da acessibilidade e da eficiência” e ressaltou que sua gestão é resultado do esforço coletivo, mencionando que não é feita apenas por ele e Leo Bezerra (vice-prefeito), mas por cada servidor da prefeitura honesto e competente.

Cícero também afirmou que “este será um mandato da justiça, para atender os injustiçados. Olhamos para frente, para fazer o bem pela nossa cidade”.

Ex-ministros do governo Bolsonaro saem derrotados nas eleições

Os dois ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro que disputaram as eleições municipais perderam a disputa. As derrotas ocorreram no Nordeste, uma no primeiro e outra no segundo turno, que ocorreu neste domingo (27).

Gilson Machado (PL), ex-ministro de Turismo, tentou a prefeitura de Recife, em Pernambuco. Ele perdeu a eleição para João Campos (PSB), que foi eleito no primeiro turno com 78,11% dos votos válidos.

Já em João Pessoa, na Paraíba, o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL) foi derrotado no segundo turno pelo candidato Cícero Lucena. O candidato do PP recebeu 63,91% dos votos, ante 36,09% recebido pelo ex-ministro.

BAND/UOL

Quaest em João Pessoa, votos válidos: Cícero tem 60% e Queiroga, 40%

Cícero Lucena (PP) e Marcelo Queiroga (PL) disputam o 2º turno em João Pessoa — Foto: Felipe Lima/Montagem.

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (26) com os votos válidos da disputa para prefeito de João Pessoa no 2º turno mostra Cícero Lucena (PP) com 60%, e Marcelo Queiroga (PL) com 40%.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja os números dos votos válidos:

  • Cícero Lucena (PP): 60%
  • Marcelo Queiroga (PL): 40%

Pesquisa realizada entre 25 e 26 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela TV Cabo Branco e realizada presencialmente com 1000 pessoas de 16 anos ou mais em João Pessoa, nos dias 25 e 26 de outubro, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PB-06491/2024. O nível de confiança é de 95%.

Como a Quaest calcula os votos válidos?

Para calcular os votos válidos, que é a forma como o TSE divulga o resultado das eleições, a Quaest levou em consideração as intenções de voto da pesquisa, o padrão e o perfil de comparecimento eleitoral na cidade de João Pessoa.

Além disso, nos votos válidos, considera também o nível de probabilidade de os eleitores saírem de casa para votar, ou seja, o nível de engajamento dos eleitores de cada candidato – é o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.

“Na Quaest nós combinamos dados oficiais do TSE, que retratam o padrão e o histórico de comparecimento nas últimas eleições, com perguntas para identificar a motivação, o interesse e o grau de participação de cada eleitor em eleições anteriores. Reunindo esses dois dados é que a gente cria o modelo, quase um algoritmo, no qual a gente atribui para cada indivíduo na amostra, um peso, uma probabilidade, uma chance de ir votar no domingo”, explicou Felipe Nunes, diretor da Quaest. “É dessa forma que a gente pretende tornar a pesquisa ainda mais precisa e informativa, para o eleitor que vai votar”.

Pesquisa estimulada — votos totais

O levantamento também mostrou a intenção de voto estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor no momento da entrevista. Os votos são totais, ou seja, brancos, nulos e indecisos não são excluídos da pesquisa.

  • Cícero Lucena (PP): 57% (eram 58% na anterior)
  • Marcelo Queiroga (PL): 35% (eram 31% na anterior)
  • Indecisos: 1% (eram 2% na anterior)
  • Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 9% na anterior)

Pesquisa espontânea — votos totais

A Quaest também pesquisou a intenção de votos espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados. Veja os resultados:

  • Cícero Lucena (PP): 52% (eram 52% na anterior)
  • Marcelo Queiroga (PL): 30% (eram 25% na anterior)
  • Indecisos: 12% (eram 19% na anterior)
  • Branco/nulo/não vai votar: 6% (eram 4% na anterior)

Decisão de voto

A pesquisa Quaest também perguntou aos eleitores de João Pessoa sobre a decisão de voto. Veja os números.

  • É definitiva: 84% (eram 81% na anterior)
  • Pode mudar: 15% (eram 18% na anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 1% (era 1% na anterior)

Confira abaixo os números relativos à decisão de voto dos eleitores de cada um dos candidatos à Prefeitura de João Pessoa.

Decisão de voto entre os eleitores de Cícero Lucena (PP):

  • É definitiva: 86% (eram 85% na anterior)
  • Pode mudar:13% (eram 15% na anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 1% (era 0%)

(A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos)

Decisão de voto entre os eleitores de Marcelo Queiroga (PL):

  • É definitiva: 85% (eram 84% na anterior)
  • Pode mudar: 15% (eram 16% na anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 0% (era 0% na anterior)

(A margem de erro é de 7 pontos percentuais para mais ou para menos)

G1PB

 

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