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quarta-feira, 6 maio 2026
                          
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Genes influenciam propensão à infidelidade, diz estudo

Estudo concluiu que genética teve influência em 63% da infidelidade dos homens e 40% das mulheres
Estudo concluiu que genética teve influência em 63% da infidelidade dos homens e 40% das mulheres
Estudo concluiu que genética teve influência em 63% da infidelidade dos homens e 40% das mulheres

“O desejo de trair pode ser hereditário, segundo indica um estudo de pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália”.

Os pesquisadores concluíram que variações genéticas podem fazer com que tanto homens quanto mulheres tenham maior propensão a cometer adultétio.

O estudo, publicado na revista científica Evolution & Human Behaviour, analisou o comportamento de mais de 7 mil pares de gêmeos na Finlândia, com idades de 18 a 49 anos, todos em relacionamentos estáveis.

Os pesquisadores compararam as diferenças de comportamento entre casais de gêmeos: os idênticos, que compartilham todos os genes, e os fraternos, que apresentam diferenças.

Cerca de 10% dos homens e 6,4% das mulheres tinham pulado a cerca no ano anterior.

Os resultados sugerem que 63% do comportamento infiel nos homens e 40% nas mulheres podem ser atribuídos à herança genética.

No caso das mulheres, os cientistas detectaram que variações em um gene chamado AVPRIA estava associado ao comportamento infiel.

Este gene é associado à produção da arginina vasopressina, um hormônio envolvido na regulação do comportamento social e que mostrou ter influência em testes com roedores.

“Nossa pesquisa mostra que a genética influencia a possibilidade de pessoas fazerem sexo com parceiros fora de seu relacionamento”, explica Brendan Zietsch, coordenador do estudo.

Origens da infidelidade

A infidelidade é um assunto que provoca mistério na comunidade científica, que tradicionalmente busca explicações na biologia evolucionária. Para homens, a poligamia seria explicada pela necessidade da preservação da espécie: mais sexo resultaria em mais filhos.

No caso das mulheres, porém, há divergências. Trair costuma ser visto como um tipo de “efeito colateral” provocado pelo comportamento masculino; ou então como resultado de uma ação mais instintiva: em tempos mais primitivos, ter filhos com vários parceiros reduziria a possibilidade de infanticídio.

Este debate fez com que os pesquisadores de Queensland examinassem também o comportamento de gêmeos de sexo diferentes. Pelo menos na amostra estudada, eles não identificaram nenhuma correlação significativa de promiscuidade de influência social.

BBC

Câmeras flagram momento que adolescente é morta dentro de escola em JP

Momento que estudante é atingida.

ONG tenta instalar museu para contar história da pesca da baleia na Paraíba

ONG tenta instalar museu para contar história da pesca da baleia na Paraíba.

Assembleia Legislativa discute estado do patrimônio histórico nesta terça

Anísio Maia
Propositura é do deputado Anísio Maia
Propositura é do deputado Anísio Maia

“Proposta por Anísio Maia, Sessão acontece a partir das 14 horas”

A Assembleia Legislativa discute nesta terça-feira (25) o patrimônio histórico do estado em uma Sessão Especial proposta pelo deputado estadual Anísio Maia (PT).

Autor da Lei 9.731, de 04 de junho de 2012, que autoriza a alienação de bens imóveis tombados ou desapropriados por motivo de abandono, Anísio Maia disse que esta deve ser uma preocupação constante dos poderes para preservação da história e dos bens arquitetônicos da Paraíba.

A Sessão acontece a partir das 14h00, no plenário José Mariz e deve contar com a participação de representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), do Ministério Público Estadual e de entidades da sociedade civil ligadas ao tema.

Terceiro filme de Jogos Vorazes bate o recorde de seu antecessor no Brasil

A Esperança - Parte 1 foi a única estreia da semana a entrar para o top 10 nacional | Foto: Murray Close / Divulgação / CP
A Esperança - Parte 1 foi a única estreia da semana a entrar para o top 10 nacional | Foto: Murray Close / Divulgação / CP
A Esperança – Parte 1 foi a única estreia da semana a entrar para o top 10 nacional | Foto: Murray Close / Divulgação / CP

“Final de semana de estreia do longa registrou 1,8 milhão de espectadores”

O terceiro filme da saga Jogos Vorazes, que terá continuação, bateu recorde do seu antecessor nas bilheterias brasileiras no final de semana de estreia. “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” levou 1,8 milhão de pessoas aos cinemas do Brasil, enquanto que o segundo filme da franquia, “Jogos Vorazes – Em Chamas”, tinha registrado 1,05 milhão de espectadores durante o lançamento.

Com sessões lotadas em uma média de 1093 espectadores por sala, o longa teve exibição em circuito recorde, em quase 1400 salas. O filme também foi a única das estreias da semana a entrar no top dez de bilheteria nacional. “Debi & Lóide 2” caiu para a segunda posição com 512 mil espectadores e “Interestelar” ficou em terceiro, mas bem atrás, com 150 mil.
 
Nos Estados Unidos, a arrecadação do filme até agora foi de 123 milhões de dólares, que, somados aos 152 milhões arrecadados fora do país, garante o faturamento global de 275 milhões, sendo a estreia mais rentável do ano até o momento.
Da redação
Com R7

Empresa detecta supervírus espião e ‘indício de guerra cibernética’

Computadores na Rússia, Arábia Saudita, México, Irlanda e Índia foram os mais afetados, ao lado de Irã e Paquistão.

“A Symantec, uma das principais empresas de segurança da informação do mundo, anunciou no último domingo (23) ter descoberto um vírus de computador que pode ter sido desenvolvido para ataques cibernéticos contra servidores de governos.”

Batizado de Regin, o vírus é, segundo a Symantec, o mais sofisticado programa invasor já visto. A empresa disse ainda que o Regin foi usado para ataques nos últimos anos contra uma variedade de alvos ao redor do mundo, entre organizações governamentais, empresas e usuários comuns.

Computadores na Rússia, Arábia Saudita, México, Irlanda e Índia foram os mais afetados, ao lado de Irã e Paquistão.

Usuários privados e pequenas empresas corresponderam a 48% dos ataques detectados, à frente de empresas de telecomunicações (28%).

Pesquisadores da Symantec disseram que o vírus pode ter levado anos para ser desenvolvido. Isso sugere que tenha sido “encomendado” por algum governo.

“O vírus parece ter vindo de alguma organização do Ocidente, em função do nível de habilidade requerido para o seu desenvolvimento em termos de investimento de tempo e recursos”, afirmou à BBC Sian Jenkins, especialista da Symantec.

Ele disse acreditar que o Regin foi usado “de forma sistemática para coletar informações e em operações de vigilância”.

A Symantec viu no Regin paralelos com o Stuxnet, vírus descoberto em junho de 2010 e supostamente criado a mando de autoridades americanas e israelenses para sabotar o programa nuclear do Irã.

Mas enquanto o Stuxnet atuava danificando equipamentos, o Regin parece ter sido criado para coletar informações: segundo a Symantec, o vírus pode capturar imagens de telas, roubar senhas ou mesmo recuperar arquivos apagados.

Segundo a Symantec, a principal faceta da sofisticação do Regin é a dificuldade de detecção mesmo com alguns dos mais sofisticados programas antivírus do mercado. Outro problema é que ainda não se conhece toda a capacidade do vírus.

Da redação, com BBC Brasil

Em Sapé, Correios é assaltado e bandidos levam todo dinheiro

agência dos Correios
agência dos Correios
agência dos Correios

“Fato aconteceu por volta das 11h0 horas desta segunda 24. Ninguém ficou ferido e valor da quantia levada não foi revelado.”

Na manhã desta segunda-feira (24), a Polícia Militar registrou um assalto a agência dos Correios da cidade de Sapé, no Brejo Paraibano. O fato aconteceu por volta das 11 horas, quatro homens chegaram em duas motocicletas, armados entraram na agência e anunciaram o crime.

Clientes e funcionários que estavam no estabelecimento foram rendidos enquanto os bandidos recolheram todo dinheiro a agência.

 A polícia faz buscas para capturar os suspeitos. Ninguém ficou ferido e não foi divulgado a quantia levada pelos assaltantes.

Da redação / PBVale

Segundo pesquisa, 930 paraibanos podem ter câncer de próstata

Neste mês, a campanha mundial Novembro Azul, criada em 2008 pelo Instituto Lado a Lado pela Vida.

“O câncer continua a ser um problema mundial, e o câncer de próstata é o segundo mais recorrente.”

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), são esperados 68 mil casos do câncer de próstata até o final de 2014. Na Paraíba, a pesquisa indicou que 930 homens podem ter a doença, destes, 220 seriam em João Pessoa.

Neste mês, a campanha mundial Novembro Azul, criada em 2008 pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, visa esclarecer a população acerca dos mitos da doença e estimular o exame como forma de prevenção do câncer de próstata, o que continua a ser um tabu entre os homens. De acordo com o urologista do sistema Hapvida Saúde, Osório Abath, este é um dos principais fatores da mortalidade em decorrência da doença. “Um dos maiores problemas é o preconceito dos homens em relação ao exame de toque, que continua sendo o meio mais eficaz de descoberta do tumor”, explica.

No início, este tipo de câncer não apresenta sintomas significativos que possam ser associados a ele, o que pode causar uma descoberta tardia da doença. Segundo o urologista, o diagnóstico precoce garante que os homens tenham quase 100% de chance de cura. Por causa disso, a recomendação médica é que os homens com casos de câncer de próstata na família comecem a fazer os exames a partir dos 40 anos. Já os que não se encaixam nesse perfil podem aguardar até os 45 anos.

Após a descoberta do tumor, é preciso fazer o exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) e, posteriormente, a biópsia, que confirmará ou não a doença. O tratamento deste câncer pode ser feito através de radioterapia, que queimará o tumor, ou cirurgia, com retirada da próstata. O urologista explica que, depois do procedimento cerca de 20% dos homens podem ter impotência, que pode ser resolvida com uma prótese peniana, ou incontinência urinária.

“A próstata tem um hormônio dependente e é desenvolvida pela testosterona. Com a retirada desse hormônio, a próstata atrofia, sendo esse um dos passos básicos no tratamento da doença, mas que pode causar a perda do desejo sexual”, afirma o médico. No entanto, Osório Abath esclarece que, depois dos 40 anos, é normal que haja uma elevação nos níveis desse hormônio e, por consequência, um crescimento da próstata. Dependendo do tamanho que atinja, isso pode causar problemas urinários, mas nem sempre é sinal de que o homem está com câncer.

Da redação, com assessoria 

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