1. Inventei de ir ao médico Verificar a saúde, Admitindo a ausência Do vigor da juventude, O que é muito natural Antes de me sentir mal Tomei logo dessa atitude.
2. Procurei na AFRAFEP Uma direcional, Para marcar a consulta Com algum clínico geral, Prontamente orientado Dirigi-me ao prédio ao lado Fui atendido, afinal.
3. A médica me examinou, A partir do nascimento, Proibiu tudo que eu gosto, Condenou meu alimento, E sem me fazer afronta Debitou tudo na conta Do meu envelhecimento.
4. Ela uma jovem simpática, Educada e competente, Sem fugir da sintonia Do médico com o paciente, E com muita habilidade Impôs sua autoridade, De forma conveniente.
5. Prescreveu vários exames A partir de um hemograma, Tudo cuidadosamente E embasada ao panorama, E eu nela confiando, Porém, me questionando: “Ou me cura ou me embalsama”.
6. Confessei-lhe que outrora Tive uma tuberculose E ela, preocupada, Quis saber minha glicose, Meu colesterol e tudo Que ajudasse no estudo Contra o infarto e a trombose.
7. Quis ver meu ácido úrico, A taxa de hemoglobina, O tal de triglicerídeo E até bilirrubina; Quis ver como anda o cálcio, O Sódio, o fósforo e o potássio. Pediu sumário de urina.
8. Desconfiei que essa médica Cismou do meu panorama, Quando ela me pediu Um tal coagulograma, Pois, se o médico desconfia, Que pode ter cirurgia É bom comprar o pijama.
9. Mas a Dra. Isabelle É um referencial, Em quem se revela logo O tino profissional, Que inspira confiança, Aliada à esperança De uma vitória ao final.
10. Logo no dia seguinte Corri ao laboratório Depois busquei os exames Num prazo satisfatório; Daí, mais que de repente, Entre ansioso e contente Retornei ao consultório.
11. Apresentei-me à doutora Sem nenhum abatimento, E ela sempre solícita, Com o mesmo acatamento, Fez com que a escutasse E sugeriu que eu procurasse Dr. Marcelo Sarmento.
12. Agora, a ele e a ela, Entreguei o meu destino, De forma que entre ambos Vejo-me tão pequenino! No âmbito da minha fé Acho que o médico é Um instrumento Divino.
A estimativa da Black Friday Brasil, que acontece no mesmo dia em que devem ser pagas as primeiras parcelas do 13º salário, é faturar R$ 1 bilhão em apenas um dia.
“O tradicional dia de promoções dos Estados Unidos caiu nas graças dos brasileiros, ávidos por descontos e ofertas nas lojas online – que, por sua vez, estão loucas para esvaziar seus estoques antes do Natal.”
A estimativa da Black Friday Brasil, que acontece a partir da zero hora da sexta (28) – mesmo dia em que devem ser pagas as primeiras parcelas do 13º salário – é faturar R$ 1 bilhão em apenas um dia. Em 2013, foram R$ 424 milhões.
Para o idealizador da Black Friday no Brasil, Pedro Eugênio, a cada ano que passa o evento vem puxando as vendas para produtos de maior valor agregado, como telefonia, eletros e passagens aéreas. “Houve um crescimento muito forte no número de oferta desses itens”, registra.
No ano passado, a faixa de descontos ficou entre 30% e 70%. “Moda foi a categoria onde o consumidor encontrou os maiores índices de redução”. O site Black Friday Brasil já registrou 12 milhões de usuários cadastrados para receber, em tempo real, as ofertas que irão circular pela rede durante todo o dia.
Garantia
A fim de barrar qualquer tipo de desconfiança, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) criou um selo contra fraudes e descontos falsos. “O objetivo foi congregar empresas comprometidas com as ofertas reais em oposição às promoções maquiadas, que comprometem a credibilidade das compras via internet”, justifica o presidente da Câmara-e.net, Ludovino Lopes.
Até o momento, mais de 412 empresas estão cadastradas no programa Black Friday Legal (BFL). O número praticamente dobrou em relação ao ano passado (123 empresas). “Para o comércio eletrônico, o Black Friday se tornou a data do ano”.
Ainda de acordo com ele, as empresas têm investido na melhoria dos prazos de entrega – algo que costuma ser um problema para o consumidor após a compra do produto. “Muitas vezes, oferecemos um prazo maior do que o convencional para evitar esses problemas. Optamos por um prazo mais elástico, mas, no entanto, adaptamos o processo para surpreender o cliente com a entrega antes da data prevista”, defende. Para ele, o que conta mesmo é a oferta: “O consumidor procura o Black Friday mais pelo desconto e não necessariamente pelo prazo de entrega”.
Para não ter problemas durante o ‘frisson’ em meio às compras, vale o alerta: “Desconfie de lojas que ofereçam apenas o boleto ou transferência bancária como forma de pagamento. Vale também fazer uma pesquisa nas redes sociais e em sites de reclamação sobre a reputação da empresa. Vale a pena ainda ficar ligado em qualquer link suspeito que redirecione o acesso para outra página que não a da loja”, lista o presidente da ABComm. “É importante verificar as condições de entrega e todos os detalhes relativos à oferta anunciada”, completa.
Quando esteve no governo, entre 2003 e 2006, executou o ajuste fiscal.
Ele estava no Bradesco, mas já foi secretário do Tesouro Nacional.
“Segundo futuro ministro da Fazenda, setor público vai trabalhar com uma meta de pelo menos 2%.”
A meta de superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – corresponderá a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB – soma das riquezas produzidas no país) no próximo ano. O anúncio foi feito há pouco pelo novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública e permite a redução do endividamento do governo no médio e no longo prazos. Segundo o novo ministro, em 2016 e 2017, o setor público se comprometerá com uma meta de esforço fiscal de pelo menos 2% do PIB.
Segundo o novo ministro, o superávit primário de ao menos 2% é necessário para assegurar a continuidade da redução da dívida líquida do setor público em relação ao PIB. Levy, no entanto, reconheceu que é impossível alcançar esse nível de esforço fiscal no próximo ano.
“Em 2015, a melhora do superávit primário alcançada não deve permitir chegar ao valor de 2% do PIB. Deve-se trabalhar com meta de 1,2%, na forma das estatísticas do Banco Central. Para 2016 e 2017, a meta não será menor que 2% do PIB”, explicou.
O futuro ministro comprometeu-se a ser transparente na divulgação dos dados das contas públicas. Segundo ele, o acesso pleno às informações facilita a tomada de riscos pelas famílias, pelos consumidores e pelos empresários, principalmente nas decisões de investimento.
“Alcançar essas metas [de superávit primário] é fundamental para ampliar confiança na economia brasileira. Isso permite ao país consolidar o crescimento econômico e melhorar as conquistas sociais realizadas ao longo dos últimos 20 anos”, explicou.
Por causa da queda da arrecadação e do aumento dos gastos, o governo anunciou que a meta de superávit primário, no próximo ano, corresponderá a R$ 10,1 bilhões, em vez da meta original de R$ 80,7 bilhões. A redução do esforço fiscal ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.
O anúncio da nova equipe econômica de Dilma foi feito nesta tarde pelo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Thomas Traumann, no Palácio do Planalto. Por meio de nota oficial, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu a dedicação dos atuais ministros, que permanecem em seus cargos até que os novos indicados formem suas equipes. Além de Levy, Nelson Barbosa, que assume o Planejamento, e Alexandre Tombini, que permanece no Banco Central (LINK 2), também conversaram com a imprensa.
CARAS NOVAS – Neri Geller (Agricultura), Gilberto Occhi (Cidades), Eduardo Lopes (Pesca) e Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) (ABr e Ag Senado/VEJA)
“Presidente efetivou trocas de ministros que disputarão eleições em outubro sem alterar o loteamento partidário na Esplanada.”
O Palácio do Planalto anunciou nesta quinta-feira (27) por meio de nota os primeiros nomes de ministros da equipe do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff – Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Alexandre Tombini, que permanecerá como presidente do Banco Central, cargo com status de ministro.
Desde a reeleição de Dilma Rousseff, havia expectativa no mercado em relação aos novos integrantes da equipe econômica do segundo mandato da presidente. Na semana passada, Dilma fez os convites para que Joaquim Levy e Nelson Barbosa passassem a integrar o governo. Depois, definiu o cargo que cada um ocuparia. Os dois, além de Tombini, chegaram a ser cogitados para ocupar a Fazenda – a escolha recaiu sobre Levy.
Durante o período de transição, Levy e Barbosa usarão gabinetes no Palácio do Planalto. Eles já se reuniram com a presidente Dilma Rousseff e vão trabalhar na montagem de um plano de ajuste da economia. De acordo com a nota divulgada pelo Planalto, os atuais ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, permanecerão em seus postos durante um período de transição, até que se conclua a formação das novas equipes das duas pastas.
Os ministros O economista e engenheiro Joaquim Levy atuou nos governos de Fernando Henrique Cardoso (secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda e economista-chefe do Ministério do Planejamento), Luiz Inácio Lula da Silva (secretário do Tesouro Nacional) e Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro (secretário da Fazenda).
Para assumir o Ministério da Fazenda, ele deixará o posto de diretor-superintendente do Bradesco Asset Management, responsável pela gestão de fundos de investimento do banco. A primeira opção de Dilma para a Fazenda era o diretor-presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, mas ele declinou do convite. Levy sucederá Guido Mantega, que comanda a Fazenda há mais de oito anos.
O economista Nelson Barbosa é professor da Faculdade de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No primeiro mandato de Dilma, foi secretário-executivo do Ministério da Fazenda. No governo Lula, exerceu os cargos de secretário de Acompanhamento Econômico e secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. No Planejamento, ele sucederá Miriam Belchior, ministra da pasta durante todo o primeiro mandato de Dilma.
Alexandre Tombini é servidor concursado do Banco Central e comanda a instituição desde o início do primeiro mandato de Dilma. Ele sucedeu Henrique Meirelles, presidente do BC no governo Lula e que chegou a ser cogitado para ministro no segundo mandato de Dilma, mas, segundo o Blog do Camarotti, sofreu resistência da própria presidente.
envolvimento dos estudantes em processos educativos na nova política de resíduos vai além da capacitação técnica.
envolvimento dos estudantes em processos educativos na nova política de resíduos vai além da capacitação técnica.
Dando continuidade ao projeto ‘Sudema na Escola é Toda Semana’ , na última sexta- feira (21), os estudantes do 9° ano da Escola Municipal Major Adolfo Pereira Maia, no município de Cabedelo, tiveram um dia diferente. Técnicos da Coordenadoria de Educação Ambiental (Ceda) realizaram palestras e dinâmicas na escola com o objetivo de sensibilizar os alunos sobre a importância da correta gestão dos resíduos sólidos. O projeto teve início na cidade de Patos e contempla também escolas do município de João Pessoa e Lucena.
A estudante Jéssica Larissa Silva, 15 anos, falou da importância do projeto dentro da escola. “Não sabia que existia uma Política Nacional de Resíduos Sólidos. Muitas vezes joguei o lixo em locais não apropriados e hoje sei que prejudiquei o meio ambiente. Mas agora vejo a importância da coleta seletiva e gestão dos resíduos para a preservação ambiental”, frisou a estudante.
A coordenadora do setor de Educação Ambiental da instituição, Karina Massei, explicou que o envolvimento dos estudantes em processos educativos na nova política de resíduos vai além da capacitação técnica. “O processo participativo pode propiciar às pessoas e às comunidades uma reflexão contextualizada sobre a realidade e proporcionar formação e capacitação para organizações coletivas democráticas. Nos processos grupais, a participação, quando existe de fato, é necessariamente educativa”, explicou.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei nº 12.305, de 02 de agosto de 2010) estabelece a educação ambiental como um dos instrumentos metodológicos na elaboração dos planejamentos relacionados aos resíduos sólidos. A lei integra a Política Nacional do Meio Ambiente e articula-se com a Política Nacional de Educação Ambiental.
Policiais militares da 2ª Companhia Independente de Mamanguape conseguiram impedir um homicídio, na tarde da última terça-feira(25), na zona rural da cidade, que seria cometido por causa de uma suposta cobrança de dívida.
De acordo com o capitão Alberto Filho, que acompanhou a ocorrência, a própria vítima entrou em contato com a polícia através do CIOP, pedindo segurança, pois estava com medo. “Ele disse que tinha uma dívida, mas que o cobrador estava ameaçando-o. Segundo testemunhas, o acusado era agressivo, principalmente quando ingeria bebida alcoólica, e costumava andar armado na região. Quando indagado sobre o que ele faria com o material, ele revelou que treinava no sítio para pegar caça”, contou.
Com o acusado, não identificado pela PM, foram encontradas duas facas peixeiras, um revólver calibre 32 e uma espingarda. Ele foi conduzido à delegacia de Mamanguape, onde vai responder por porte ilegal de armas e ameaça.
A vereadora Lucimara Passos (PCdoB) durante discurso na Câmara de Aracaju em que tirou uma calcinha do bolso e mostrou aos colegas
A vereadora Lucimara Passos (PCdoB) usou a tribuna da Câmara de Aracaju, nessa terça-feira (25), para fazer um discurso inusitado de crítica ao colegaAgamenon Sobral (PP), durante o qual o chamou de “criminoso” e o desafiou a lhe dar “uma surra”.
Durante o discurso, a vereadora tirou uma calcinha do bolso, mostrou aos colegas e disse que estava sem a peça íntima em protesto contra o vereador Agamenon – que na semana passada teria chamado de vagabunda uma mulher que quis se casar sem calcinha e teria dito que ela merecia “uma surra”.
“Hoje vim com um vestido mais curto. Também trouxe a minha calcinha no bolso. Alguém pode me chamar de vagabunda? Alguém pode dizer que tenho de ser surrada?”, questionou, para silêncio da casa.
E questionou os parlamentares: “Os senhores não podem me julgar, nem julgar uma mulher pela roupa que ela veste, em função da calcinha que usa ou se não usa. Isso não define o meu caráter. Será que vão me dar uma surra quando eu descer daqui?”.
A vereadora pediu punição ao colega que fez o pronunciamento. “Esse vereador já cometeu aqui vários crimes. Antes de chamar a mulher de vagabunda, dizer que merecia uma surra, disse que ia começar a andar armado, que a população tinha de se armar, que tinha de pendurar bandido de cabeça para baixo. E essa Casa não fez nada para puni-lo; tornou-se conivente com esse vereador; não disse a ele que ele não pode proceder dessa maneira”, afirmou.
O discurso da vereadora fez alusão ao dia 25 de novembro, quando é celebrado o Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher. “Infelizmente, ainda nos deparamos com certo tipo de comportamento desprezível, abominável, que ainda enxerga a mulher como propriedade do homem. Esse é um dos maiores fatores da violência. Enquanto o homem não se libertar desse sentimento, as mulheres serão vítimas”, disse.
Em entrevista a veículos de comunicações de Aracaju, o vereador disse que a vereadora estava querendo “aparecer” e pediu para ser investigado. “É direito do vereador contestar. Sobre a Comissão de Ética, quero que seja efetivada porque já cansei de provar várias vezes sobre tudo o que trato aqui. Não tenho medo. A vereadora pode vir para tribuna de calcinha ou sem, como quiser, o problema é dela.”
Aos 24 minutos, falta para o Atlético na ponta esquerda. Dátolo cruzou na pequena área e Tardelli, sozinho, escorou para a fora.
“O Atlético Mineiro é campeão da Copa do Brasil pela primeira vez. O Galo derrotou o Cruzeiro por 1 a 0 no Mineirão e levou o título e a vaga na Libertadores 2015.”
Com o Mineirão com apenas 1.800 torcedores atleticanos, depois de uma polêmica sobre os ingressos, o Atlético anulou o campeão brasileiro. Com o gol de Diego Tardelli, de cabeça, a massa atleticana comemorou muito o título nacional.
O jogo
Aos 12 minutos, o Galo criou sua primeira oportunidade de gol. Luan roubou a bola e partiu em contra-ataque, o meia encontrou Marcos Rocha invadindo a área, só que o goleiro Fábio salvou ao dividir com lateral. Na sobra, Tardelli tentou completar de primeira, mas a bola foi para a fora.
Logo depois o Cruzeiro deu o troco. Aos 15 minutos, Fábio bateu o tiro de meta longo, Ricardo Goulart aproveitou a falha da marcação, invadiu a área e chutou cruzado para fora.
O Galo era melhor e criava mais chances no jogo. Aos 24 minutos, falta para o Atlético na ponta esquerda. Dátolo cruzou na pequena área e Tardelli, sozinho, escorou para a fora. O Galo teve de realizar sua primeira substituição logo aos 30 minutos. Luan torceu o joelho ao tentar um cruzamento e deu lugar para Maicosuel.
E foi logo Maicosuel que criou uma nova oportunidade para o alvinegro. Aos 42 minutos, o meia lançou Tardelli, que devolveu para Maicosuel. Ele invadiu a área e foi abafado por Fábio, a bola sobrou para Dátolo, que isolou por cima do gol.
Aos 46 minutos, o Galo conseguiu abrir o placar. Datólo cruzou na área da ponta direita, Tardelli passou por trás da zaga e cabeceou sozinho para as redes, 1 a 0 no Mineirão. O Atlético ampliou a vantagem que havia feito no Independência, O Cruzeiro precisaria agora fazer quatro gols para ficar com o título.
O Atlético passou a jogar mais recuado no segundo tempo, tentando os contra-ataques para ampliar o placar. Aos 6 minutos, Douglas Santos foi lançado na ponta esquerda, o lateral foi linha de fundo e cruzou no segundo pau para Maicosuel resvalar para fora.
O Cruzeiro passou a jogar no desespero. Aos 17 minutos, Éverton Ribeiro bateu falta para área atleticana e a bola sobrou para Ricardo Goulart chutar sozinho para fora.
O Galo conseguia segurar o resultado no Mineirão. Aos 30 minutos, Dátolo bateu uma falta forte no travessão de Fábio. Aos 38, o Cruzeiro ainda arriscou de longe com Ricardo Goulart, mas Victor defendeu firme. Aos 39, Leandro Donizete se desentende com Dagoberto é foi expulso pelo árbitro.
Só que não dava mais tempo para a raposa. O Galo fez um bela partida, não deu chances para o rival, e teve a chance até de fazer mais gols. O título garante o Atlético na Libertadores de 2015.
Leonardo Silva levanta a taça da Copa do Brasil para o Atlético-MG.
Campanha do campeão
Por ter sido eliminado nas oitavas de final da Libertadores, o Atlético entrou na disputa da Copa do Brasil já na reta final. Durante a competição, a equipe jogou oito vezes, vencendo seis jogos e perdendo dois. O Galo fez 14 gol e levou 6.
O Atlético começou a competição eliminando o Palmeiras com duas vitórias, 1 a 0 em São Paulo e 2 a 0 em BH. Na quarta de final, o Galo começou perdendo para o Corinthians por 2 a 0 em Itaquera, mas venceu de forma espetacular por 4 a 1 no Mineirão. Na semifinal contra o Flamengo, os atleticanos perderam o primeiro jogo novamente por 2 a 0, e na segunda partida repetiram os mesmos 4 a 1 na Pampulha. A primeira partida da final, o Galo abriu 2 a 0 de vantagem no Independência e no Mineirão levantou a taça após a vitória por 1 a 0.
O goleiro Victor, o zagueiro Jemerson, os meias Dátolo e Luan jogaram todos os oito jogos do Atlético na Copa do Brasil. Luan acabou sendo o artilheiro do clube na competição com cinco gols. Os artilheiros da competição foram Bil (Ceará), Léo Gamalho (Santa Cruz) e Gabriel (Santos) com seis gols.
Confira a lista de jogos do Atlético
Oitavas de final 27/08/14 – Palmeiras 0 x 1 Atlético Mineiro 04/09/14 – Atlético Mineiro 2 x 0 Palmeiras Quarta de final 01/10/14 – Corinthians 2 x 0 Atlético Mineiro 15/10/14 – Atlético Mineiro 4 x 1 Corinthians Semifinal 29/10/14 – Flamengo 2 x 0 Atlético Mineiro 05/11/14 – Atlético Mineiro 4 x 1 Flamengo Final 12/11/14 – Atlético Mineiro 2 x 0 Cruzeiro 26/11/14 – Cruzeiro 0 x 1 Atlético Mineiro
Ficha do jogo
Cruzeiro 0 x 1 Atlético Mineiro Jogo de volta da final da Copa do Brasil
Data: 26 de novembro de 2014 Estádio: Independência, em Belo Horizonte (MG) Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP) Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP) Gol: Diego Tardelli (CAM) Cartões amarelos: Willian (CRU), Leonardo Silva (CAM), Rafael Carioca (CAM), Leandro Donizete (CAM), Dátolo (CAM), Luan (CAM) e Maicosuel (CAM) Cartões vermelhos: Leandro Donizete
Cruzeiro: Fábio; Ceará (Júlio Baptista), Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Henrique (Willian Farias), Nilton, Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Dagoberto) e Marcelo Moreno. Técnico: Marcelo Oliveira.
Atlético Mineiro: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson, Douglas Santos; Leandro Donizete, Rafael Carioca (Pierre), Dátolo e Luan (Maicosuel); Diego Tardelli (Eduardo) e Carlos. Técnico: Levir Culpi.
Welliton considerou que os projetos apresentados na Casa contribuíram para o progresso nos campos social, e institucional.
“A Câmara Municipal de Rio Tinto (CMRT) fecha o ano com uma produção de matérias expressivas e com debates importantes em benefício da população e do município. A última sessão ordinária de 2014 aconteceu na noite desta quarta-feira (26).”
Para se ter uma ideia, foram discutidos e apreciados projetos e requerimentos para melhorar a qualidade de vida do povo riotintense na questão da saúde, educação, infraestrutura, combate às drogas, mobilidade urbana, acessibilidade, entre outros.
O presidente Welliton Campos, fez um balanço positivo das atividades da Casa de Leis em 2014. Ele destacou as propostas aprovadas no período e defendeu a atuação dos vereadores por melhorias na cidade. “Quero expressar minha gratidão pelo trabalho dos membros que hoje compõem comigo a Mesa Diretora da Câmara em parceria com os demais vereadores e funcionários. Com empenho, a Câmara manteve sua integridade e independência, demonstrando altivez em fiscalizar o Executivo, independentemente de partidos, e cobrou as melhorias que os munícipes necessitam”, avaliou.
“Os anseios da comunidade deverão estar sempre em primeiro lugar, cabe ao Poder Legislativo ser protagonista da luta por uma cidade planejada, organizada, com pujante desenvolvimento econômico e equilíbrio social. Que o Executivo possa também fazer sua parte”, frisou o parlamentar.
Campos considerou que os projetos apresentados na Casa contribuíram para o progresso nos campos social, e institucional. “Esse trabalho é possível, pautamos na defesa dos interesses do cidadão, desta forma conseguimos estabelecer um diálogo, além da busca na interação com a sociedade”, disse o presidente.
Por tudo isso, Welliton Campos faz um balanço extremamente positivo do processo legislativo deste ano. “As matérias discutidas, comprovam a qualidade e eficiência do conteúdo das propostas apresentadas pelos vereadores”, avalia. Ele ressaltou ainda, que a Câmara fez seu papel no sentido de melhorar e aperfeiçoar, ainda mais, o serviço público.
Ex-prefeita Magna Gerbasi e atual gestora do executivo riotintense Dudú de Brizola, ambas do PMDB, em evento durante lançamento de candidatura em 2012.
Adágio popular: “errar é humano, permanecer no erro é burrice”. Será que as peemedebistas – ex-prefeita e prefeita de Rio Tinto, Magna Gerbasi e Dudú de Brizola combinaram com o povo riotintense quando decidiram apoiar no primeiro e segundo turno das eleições 2014, o candidato a governador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o candidato a senador, Wilson Santiago (PTB)? Digo que não.
A operosa Magna e o marido, Marcos Gerbasi (PMDB) por várias vezes apoiaram o ex-governador, senador eleito no pleito de 5 de outubro, José Maranhão – presidente estadual do (PMDB) e Benjamin Maranhão (reeleito para Câmara), desta vez pelo Partido da Solidariedade. Talvez pela emoção, aliás – as pesquisas de intenções de votos que dava a vitória do senador Cássio para governador.
Nos bastidores fala-se, que compromissos assumidos com “pai e filho” candidato ao senado Wilson Santiago (derrotado) e Wilson Filho, reeleito para Câmara dos Deputados – (ambos do PTB), do outro lado, pedidos feito por Brizola e dona Dudú.
Em 2016, o Pleno do Tribunal de Justiça em sessão realizada, decidiu por unanimidade receber em parte denúncia movida pelo Ministério Público Estadual, contra a então prefeita Magna Gerbasi, por crime de calúnia, difamação e injúria, com base na Lei de Imprensa. Na época, Magna teria dado declaração a um jornal da capital, que atingiram a reputação do governador Cássio Cunha Lima.
Os eleitores de Rio Tinto deram a resposta nas urnas. E faz a seguinte pergunta: por que Magna e Dudú optaram votar em Cássio Cunha Lima? – Deveria ter apoiado o candidato a governador do (PMDB), Vital do Rêgo Filho e Zé Maranhão, para senador. As peemedebistas apoiaram o deputado Raniery Paulino para Assembléia Legislativa. No caso de Magna, num passado recente era anti-Cássio.
Na democracia é assim, qualquer líder antes de tomar uma decisão de apoio político, consulte o povo, seus liderados. O voto de cabresto está a cada eleição se abolindo.
A articulação de Fernando Naia, presidente do diretório do (PSB) municipal, professor Neto, entre outros militantes pró-ricardistas surpreendeu as forças tradicionais da política – digo os ex-prefeitos – Magna e Marcos Gerbasi, Braga e Vânia Lisboa, atual prefeita Dudú de Brizola, além dos 11 vereadores da cidade.
Faça uma reflexão, toda eleição é diferente, resultado das urnas do pleito de 2014 deixa o grupo de oposição à prefeita otimista, ninguém é imbatível, forte é o povo – decisivo em qualquer eleição, a Paraíba deu exemplo na vitória de Ricardo.