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terça-feira, 17 março 2026
                          
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Fim de sessão da CPMI da Petrobras causa bate-boca entre oposição e presidente

“Vital do Rêgo encerrou sessão e provocou ira dos oposicionistas, que queriam seguir trabalhos.”

Um bate-boca entre parlamentares da oposição e o presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), marcou a reunião da CPMI desta terça-feira (11). A oposição começou a sessão voltando a negar que tenha feito acordo com os governistas, na semana passada, para não convocar algumas pessoas para depor. Diante disso, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) solicitou que os requerimentos polêmicos de convocação fossem colocados em votação.

“Para desfazer-se o que foi mal colocado pelo relator [deputado Marco Maia (PT-RS)], só há uma alternativa: nós temos a obrigação de votar hoje todos os requerimentos. E eu começo fazendo o requerimento verbal para a convocação de todos os agentes políticos envolvidos: Leonardo Meireles, Vaccari, senadora Gleisi Hoffmann e ministro Paulo Bernardo”, disse Sampaio.

O presidente Vital do Rêgo anunciou então que a divisão da sessão em duas partes. A primeira para trabalhos administrativos de votação de requerimentos e a segunda para ouvir o atual diretor de contratos da Petrobras, Edmar Diniz. Na primeira parte da sessão, o relator Marco Maia explicou que não houve quórum suficiente e ela foi encerrada. Os oposicionistas pediram, então, que Vital convocasse uma sessão extraordinária após a oitiva do diretor da estatal.

No entanto, após o rápido depoimento de Edmar Diniz, o senador Wellington Dias (PT-PI) anunciou que a sessão deliberativa no plenário havia começado, o que impõe o fim de qualquer sessão nas comissões. Isso levou o presidente Vital do Rêgo encerrar a sessão da CPMI, provocando a ira dos oposicionistas, que queriam, após a ordem do dia no plenário, a retomada dos trabalhos na CPMI para a votação dos requerimentos.

“A tradição é que os membros da Câmara e do Senado se desloquem [ao plenário de suas respectivas casas e depois retornem à comissão], e a oitiva depois continua. E foi o que nós pedimos. Nós requeremos para que houvesse a definição dos requerimentos ao final, e o governo, de forma articulada entre o senador do governo [Wellington Dias] e o presidente da CPI, matou a sessão para impedir isso porque nós tínhamos condição de aprovar os requerimentos. Isso foi para proteger aqueles que pilharam a Petrobras”, disse o deputado Onix Lorenzôni (DEM-RS).

O presidente da CPMI alegou, no entanto, que não tinha opção e convocou nova sessão para a próxima terça-feira (18). “Na forma do Artigo 107 [do Regimento Interno do Congresso Nacional]: coincidir reunião de comissão temporária ou especial com a ordem do dia. Nós estávamos iniciando a ordem do dia no Senado e nós tínhamos a obrigação de encerrar”, alegou Vital do Rêgo.

Da redação, Por Mariana Jungmann

Orquestra Sinfônica da Paraíba se apresenta nesta quinta em JP

Orquestra Sinfonica da Paraíba.
Orquestra Sinfônica da Paraíba.

“Sob regência do maestro Arthur Barbosa e presença do solista convidado Flávio Gabriel, espetáculo musical é garantido no Espaço Cultural.”

A música latino-americana e brasileira darão o tom na quinta apresentação oficial da temporada 2014 da Orquestra Sinfônica da Paraíba. A apresentação acontece, nesta quinta-feira (13), sob a regência do maestro Arthur Barbosa, que conduzirá suas próprias composições. O solista convidado é Flávio Gabriel, premiado trompetista brasileiro. O concerto gratuito começa às 20h30, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, localizada no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa.

A abertura será com o “Concerto Latino-americano”, para trompete e orquestra. A composição traduz, como muitas obras de Arthur Barbosa, a busca do compositor por uma sonoridade sinfônica que representa de forma clara e característica a cultura da América Latina. Em dois dos três movimentos, o autor usa como acompanhamento, além da percussão tradicional, uma bateria, com o intuito de romper supostas barreiras entre a música dita “erudito-acadêmica” e a música popular. A obra está dedicada pelo autor a Flávio Gabriel, exímio e premiado trompetista brasileiro da atualidade.

O primeiro movimento começa com uma Promenade, em que o trompete solista se mostra com toda sua potência sonora e sua capacidade timbrística de se sobrepor ao som da massa orquestral. Em seguida, o tímpano anuncia o que vai, aos poucos, se transformar num jequibau, ritmo criado no Brasil, pouco explorado, e que se caracteriza por ser um “samba” escrito num compasso 5/4. Esse ritmo foi criado na época em que a Bossa Nova era o ritmo da vez, e muitos “tipos” de bossa foram experimentados e usados por compositores da época. Apesar de calcado nesse ritmo brasileiro, o movimento passeia por ideias complementares que sugerem outros ritmos latino-americanos.

No segundo movimento, há um momento íntimo do Trompete solista (ou Flugelhorn, sugerido pelo compositor) e a sessão de cordas da orquestra. É uma milonga lenta característica da parte sul do continente sul-americano. Ele sugere toda a topografia da região dos pampas, plana, porém com algumas ondulações denominadas coxilhas nitidamente descritas pelo acompanhamento das cordas, com pequenos crescendos e decrescendos sugerindo essas ondulações. Por cima disso, a melodia temática do trompete aparece para sugerir a perenidade da paisagem pampeana. Pequenas cadencias são ouvidas durante todo o movimento em clima intimista.

Uma transição em ostinato leva ao tema do terceiro movimento. Nele, o autor se inspirou em uma festa no México, país onde o trompete é muito valorizado na música popular. Mas apesar de muitas vezes a música lembrar o som dos “mariachis”, o autor trata regularmente de fugir do óbvio, optando por mesclar com alguns “batuques” e outros ritmos que nos evocam à América Central. O movimento é alegre, extremamente difícil para o solista e transita entre grandiosos tuttis orquestrais e solos sistemáticos e obstinadamente rítmicos.

País de ritmos

O concerto é, portanto, uma atitude de Arthur Barbosa de trazer ao público da música de concerto sensações e climas que sugerem que existe apenas um tipo de música e que as barreiras muitas vezes criadas pelo homem não representam o verdadeiro espírito da “Arte das Musas”, o de ser universal e para todos.

A Sinfonia Brasileira de Arthur Barbosa retrata de forma resumida todo um passeio por um país de ritmos e cores que, certamente, possui uma das músicas mais diversas do planeta. No primeiro movimento, ouve-se a o ritmo e a harmonia da Bossa Nova que rapidamente transformam-se num Chorinho, ritmos que são irmãos do Samba que é retratado posteriormente; ouve-se também, de forma divertida, o toque do Maxixe, que é avô de todos os ritmos citados acima. Todo o movimento é uma espécie de brincadeira com melodias e ritmos que se misturam constantemente.

O segundo movimento faz a vez do Scherzo de uma sinfonia tradicional, juntando o Maracatu, ritmo de origem africana característico do litoral da região Nordeste, mesclado a um tema que lembra a música Caipira e, até mesmo, temas de origem Indígena. Logo em seguida, apresenta-se um Frevo em forma de fuga em um grande crescendo de timbres. Uma breve coda finaliza o movimento com o tema inicial das trompas.

No terceiro movimento, em andamento lento, viajamos ao sul do Brasil onde um tema em forma de Milonga (ritmo parente próximo do tango argentino) é o motivo principal que é apresentado de maneira suave e às vezes dramática. Em outros momentos ouve-se uma Rancheira, que é um ritmo mais dançante também muito característico da cultura regional dos pampas.

O quarto movimento é um Finale onde o tema principal é um Baião, ritmo peculiar do Nordeste, assim como outros ritmos oriundos da mesma região como as Cavalhadas; ouve-se neste movimento as bandas de pífanos (pequenas flautas rústicas de madeira, típicos instrumentos de sopro indígenas) e também o som das rabecas (violinos feitos e tocados de forma rústica). A zabumba, que é um tambor característico do baião, é aqui representada pelo bumbo com intervenções peculiares ao instrumento. O final é grandioso e, de forma simbólica, representa a própria força da música deste país-continente.

Da redação, com assessoria

Sheherazade é a mais nova integrante da Jovem Pan Sat

Rachel integra agora a manhã da Jovem Pan
Rachel integra agora a manhã da Jovem Pan

“Joseval Peixoto, Reinaldo Azevedo, José Nêumanne Pinto, Fernando Rodrigues, Denise Campos de Toledo, Caio Blinder, Mona Dorf são alguns dos colegas da jornalista nas ondas do rádio.”

O jornalismo da Jovem Pan, presente também na Paraíba onde o Sistema Correio de Comunicação possui a afiliada regional, é conhecido por sua credibilidade e excelência na prestação de serviços e por isso a emissora está sempre em busca de profissionais qualificados e valorizados no mercado.

Para completar o time de jornalistas da Jovem Pan, que tem nomes consagrados como Joseval Peixoto, Reinaldo Azevedo, José Nêumanne Pinto, Fernando Rodrigues, Denise Campos de Toledo, Caio Blinder, Mona Dorf, entre outros, a emissora acertou, na última semana, a vinda de Rachel Sheherazade.

Nesta terça-feira (11), a jornalista dividiu a bancada do ‘Jornal da Manhã’, tradicional noticiário da rádio, ao lado de Joseval Peixoto e Adalberto Piotto. Logo na sua estreia, Joseval fez questão de pontuar que a jornalista é a coroação da Rádio e do

Grupo Machado de Carvalho no investimento que faz há décadas à liberdade de informação no Brasil. E acrescenta: “A Rachel já está marcada pela sociedade brasileira como a grande baluarte feminina da liberdade de informação”.

“É uma honra poder fazer parte deste time. O Jornal da Manhã é sinônimo de tradição, credibilidade e crítica. Me identifico com a linha editorial da Jovem Pan e com sua pluralidade de opiniões. Espero poder corresponder às expectativas e o carinho de todo grupo”, diz Rachel.

O Jornal da Manhã vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 6h às 7h (Rede Jovem Pan SAT) e de segunda a sábado, das 5h às 9h30 (SP).

Da redação / PBVale

Mamanguape celebra 159 anos de emancipação política com grandes festividades

Programação.
Programação.

“A cidade de Mamanguape celebra neste ano de 2014 o seu aniversário de 159 anos de emancipação política, mas as festividades em comemoração à data foram adiadas do mês de outubro para o corrente mês.”

A única manutenção de data na semana inicialmente prevista foi o Vale Folia, evento privado realizado em parceria com o município. Por questões contratuais, as datas inicialmente acordadas não puderam ser adiadas e o Bloco “Leva Eu” saiu no dia 18 de outubro arrastando milhares de foliões pelas principais ruas da cidade, tendo à frente as bandas Babado Novo e Nagibe.

A decisão, a principio contestada, ocorreu por razões anteriormente elencadas em outra matéria publicada no nosso portal. Mesmo assim, a mudança de datas deu origem a uma série de boatos e especulações de que o município não realizaria mais o evento neste ano. Contudo, conforme compromisso assumido pela gestão municipal, a festa será complementada nos próximos dias 13 e 14 de novembro com a realização do Louva Mamanguape 2014 e da Festa de Emancipação.

A maioria das atrações inicialmente agendadas para o mês de outubro foram mantidas, mas ocorreram algumas mudanças. No dia 13, quinta-feira, a partir das 19h00, acontecerá o Louva Mamanguape 2014 e os shows com Isac Lisboa, Diogo Alves, Banda Kantares, Gideões e Carlinhos Félix. Já sexta-feira, dia 14, a partir das 22h00, serão realizados os shows com as bandas Dois Corações e Cavaleiros do Forró, e a apresentação da dupla Os Nonatos.

A Secretaria de Turismo e a Coordenação de Eventos contam com apoio de outros órgãos municipais na montagem de toda a estrutura e no apoio logístico para a realização do evento. Todas as medidas necessárias para garantir a segurança e o bem-estar da população e dos visitantes estão sendo tomadas de forma conjunta com os órgãos de segurança pública. Uma grande festa para homenagear os 159 anos da Capital do Vale.

Da redação, com DICOM/PMM, via SETUR/PMM

Prefeitura de Mamanguape realizará Censo para atualizar dados do funcionalismo municipal

Calendário
Calendário

“A Prefeitura de Mamanguape irá realizar no período de 17 a 28 de novembro o Censo Funcional 2014.”

O objetivo é atualizar os dados dos servidores públicos municipais efetivos, comissionados, contratados, licenciados, aposentados, cedidos a qualquer título. A autorização para a realização do processo foi dada pelo Decreto Municipal nº 1.087/2014, publicado no Diário Oficial do Município no último dia 29 de outubro.

Acesse AQUI o Decreto Municipal.

O censo será realizado em todos os órgãos da Administração Direta e Indireta do município. Os servidores deverão comparecer ao Centro Cultural Fênix, no horário das 07h00 às 13h00, de acordo com o calendário publicado pela administração municipal, munidos de toda a documentação exigida. O cronograma de atendimento definirá as datas de atendimento pela letra inicial do nome do funcionário.

No ato do cadastro deverão ser apresentados os originais e as cópias dos seguintes documentos: RG, CPF, Título de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social e o número de inscrição no PIS/PASEP. Também deverão ser apresentados um comprovante de residência atualizado, um comprovante de escolaridade e 01 (uma) foto 3X4 colorida recente.

Entre os benefícios trazidos pelo censo estão a ampliação da base de dados dos servidores públicos municipais, a agilidade na formulação de providências administrativas, funcionais e financeiras relativas ao pessoal e a realização levantamentos mais precisos para a formulação de novas políticas de valorização dos servidores. A ação também possibilitará a correção da defasagem de dados e informações relativas aos servidores públicos do município, haja a vista que o último processo de atualização cadastral foi realizado no ano de 2009.

A Secretaria de Administração disponibilizará servidores suficientes para atender de forma ágil, rápida e eficiente a todos, evitando grandes filas e perda de tempo. A participação do servidor no Censo será obrigatória e acarretará bloqueio de pagamento de vencimento aos não participantes. O prazo de realização de todo o processo, a princípio, não será prorrogado, sendo importante o comparecimento de todos dentro do período estipulado.

Da redação, com DICOM/PMM, via SEAD/PMM

Professora é assassinada a facadas e suspeito diz ser ex-cunhado da vítima

Crime aconteceu na avenida Juarez Távora, em João Pessoa.
Crime aconteceu na avenida Juarez Távora, em João Pessoa.

‘Ela fez a cama da minha esposa para ela se separar de mim’, diz suspeito. Polícia informou que espera parentes para confirmar relação familiar.”

Uma professora foi assassinada a facadas no início da noite desta segunda-feira (10) em João Pessoa. O crime aconteceu na avenida Juarez Távora, Zona Norte da capital paraibana. As primeiras informações divulgadas pela polícia, apontavam para uma suspeita de latrocínio, mas na Central de Polícia, o suspeito do assassinato informou que era ex-cunhado da vítima, e que o motivo do crime seria um suposto desentendimento pessoal entre os dois.

Segundo o suspeito do crime, a professora assassinada era irmã de sua ex-mulher e teria sido responsável pela sepração dele. “Ela fez a cama da minha esposa para ela se separar de mim”, afirmou. O delegado Paulo Josafá da Delegacia de Homicídios da capital informou que a perícia continua trabalhando no levantamento das informações e que espera parentes da professora que possam confirmar se realmente existe o parentesco entre a vítima e o suspeito. Para o delegado a hipótese de latrocínio está praticamente descartada.

No local do crime, a Polícia Militar ouviu de testemunhas que a professora fazia sempre o mesmo caminho todas as tardes e que ela teria reagido a um assalto quando foi esfaqueada.

A faca usada para matar a mulher foi deixada pelo suspeito no local, onde houve, segundo a polícia, uma tentativa de espancamento por parte dos moradores e ele foi perseguido quando a Polícia Militar realizou a prisão dele.

A escola onde a professora dava aulas, no bairro dos Estados, divulgou nota em uma rede social onde declara luto pelo falecimento da professora e informa aos pais que todas as aulas desta terça-feira (11) estão suspensas. A nota diz ainda que a escola está ‘profundamente triste e em solidadriedade com a família da professora’. O corpo da vítima foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal da capital.

Do PBVale com G1PB

Prefeito de Baía da Traição se envolve em colisão frontal e motociclista sofre ferimento grave

O Samu foi acionado e prestou socorro ao motociclista.
O Samu foi acionado e prestou socorro ao motociclista.

“Polícia Militar e testemunhas informaram que condutor da motocicleta teria invadido o sentido contrário, chocando-se com o veículo conduzido pelo gestor.”

O prefeito Manuel Messias Rodrigues, do município de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, a 92 km de João Pessoa, envolveu-se em uma colisão frontal com um motociclista na aldeia Monte Mó (Vila Regina), na cidade vizinha de Rio Tinto, na noite desta segunda-feira (10).

O gestor municipal trafegava sozinho em um automóvel Chevrolet Cobalt, que pertence à prefeitura. O outro veículo envolvido foi uma Honda Pop, que colidiu com o lado direito da frente do carro, fazendo com que o condutor, de cerca de 50 anos, sofresse uma fratura exposta na perna direita.

Segundo o Cabo Albuquerque, da Polícia Militar de Rio Tinto, o prefeito seguia no sentido de Baía da Traição, quando o motociclista invadiu o sentido contrário da pista, causando a colisão na via, que é pavimentada e se encontra em perímetro urbano.

“O Samu foi acionado e prestou socorro ao motociclista, fazendo o direcionamento do mesmo para o Hospital de Trauma de João Pessoa”, contou o policial, acrescentando que, com o impacto, Manuel Messias, que não sofreu ferimentos, teve uma alta na pressão arterial e necessitou de atendimento no Hospital Municipal de Rio Tinto, onde foi medicado e liberado. Ele passa bem.

De acordo com o assessor administrativo da prefeitura de Baía da Traição, Eliabe Félix, que esteve no local, o homem apresentava sinais de embriaguez.

“A esposa e a filha se fizeram presentes e afirmaram que já estavam esperando que algo do tipo acontecesse, devido ao alcoolismo”, disse o assessor.

A assessoria de imprensa do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena ainda não havia divulgado boletim médico informativo sobre o estado de saúde do acidentado.

Da redação, Por Gustavo Nogueira

CARÊNCIA VERSOS OPULÊNCIA

     Sebastião Gerbase Teixeira da Silva, conhecido carinhosamente como Basinho. Exerceu os cargos de Fiscal de Mercadorias em Trânsito, Fiscal de Estabelecimentos (hoje Auditor Fiscal), Conselheiro da AFRAFEP e coletor de importantes coletorias, a exemplo de Santa Rita, Cabedelo, Pilar e Mamanguape (duas vezes), onde se aposentou proporcionalmente. Formado em Direito desde 1.985, Basinho é aquele grande amigo, “riotinguapense” (se considera de Rio Tinto e Mamanguape), que gosta muito de escrever e irá apresentar, neste Portal PBVALE, colunas sobre assuntos interessantes para toda comunidade.

Sebastião Gerbase Teixeira da Silva, conhecido carinhosamente como Basinho. Exerceu os cargos de Fiscal de Mercadorias em Trânsito, Fiscal de Estabelecimentos (hoje Auditor Fiscal), Conselheiro da AFRAFEP e coletor de importantes coletorias, a exemplo de Santa Rita, Cabedelo, Pilar e Mamanguape (duas vezes), onde se aposentou proporcionalmente. Formado em Direito desde 1.985, Basinho é aquele grande amigo, “riotinguapense” (se considera de Rio Tinto e Mamanguape), que gosta muito de escrever e irá apresentar, neste Portal PBVALE, colunas sobre assuntos interessantes para toda comunidade.

Em São Paulo fiz amizades, recebi farto aconchego da família, andei de metrô, visitei o Parque Ibirapuera, andei na feira livre de Jaçanã e no famoso comércio da Rua 25 de Março, onde conheci o Mercado Municipal, o tem de tudo, do bom e do melhor.

Conheci a Avenida Paulista, onde está retratada a cara da riqueza do poder econômico brasileiro e, pra variar, passei em frente à famosa Clínica do não menos famoso tarado/cínico/ex-médico Abdelmasscih.

Conheci o prédio do TRTSP, aquele do superfaturamento, que levou o Juiz Nicolau dos Santos Neto a ficar conhecido internacionalmente como “o juiz Lalau”.

É claro que em apenas dez dias não teria como medir a grandeza da cidade de São Paulo, muito menos relacioná-la com a nossa pequenina Paraíba velha de guerra.

Porém, com a curiosidade aguçada, pela vontade de ver sempre mais, é possível, sim, fazer uma superficial avaliação, na proporção do pequeno espaço de tempo.

Interessante é que, apesar de tanto se falar que aquela cidade foi invadida por paraibanos, não tive contato com um se quer, ao contrário, de nordestinos o que mais vi foi cearenses.

Mas de tudo (ou quase tudo) eu vi um pouco. O suficiente para sentir orgulho da Paraíba, pois, pelo menos, concluí que as mazelas daqui são inferiores às de lá.

Por exemplo: Constatei que a frota de ônibus urbanos (em qualidade) é bastante inferior à nossa;

Estranhável também, por todos os aspectos, para uma cidade daquele porte, é o número de motoristas de ônibus dirigindo pendurados ao celular, discutindo seus problemas, ou às gargalhadas, como se estivessem sentados numa roda de amigos;

O vício de fumar naquela cidade ainda é, também, muito comum. Principalmente entre as mulheres. Seja na rua, no ônibus ou dirigindo seu próprio carro, aqui ali a gente encontra uma mulher, ou mais de uma, fumando, tranquilamente.

 E ao contrário do que poderíamos imaginar, é mais comum ainda encontrarmos pessoas sem teto, esmolambadas, andando pelas ruas ou dormindo ao relento.

Farto é o número de pinguços, de cara inchada, que amanhecem o dia nos botecos, bebendo cachaça, o que me fez lembrar o Bar do Releixo, de Luiz do Coco, em Mamanguape.

E essa eu vi na Praça da Sé: Nas proximidades da Avenida Paulista, onde fica localizado o núcleo da opulência financeira do país, um dos quadros mais deprimentes que se pode imaginar, pessoas paupérrimas, aos montes, se drogando em praça pública, aos olhos da polícia militar, que à distância observava inerte, simbolizando a incompetência do governo, diante de tão lastimável quadro.

Pois bem. Em São Paulo constatei o que eu resumo como sendo o contraste da carência versos opulência.

 Por Sebastião Gerbase (Basinho)

O que é doença arterial coronariana?

Dr. Valério Vasconcelos (Idealizador do Dia Estadual da Saúde do Coração) Lei 8.636 de 18/08/2008. Diretor Médico Assistencial do HULW e Chefe do Serviço de Ecocardiografia do HULW.
Dr. Valério Vasconcelos (Idealizador do Dia Estadual da Saúde do Coração) Lei 8.636 de 18/08/2008. Diretor Médico Assistencial do HULW e Chefe do Serviço de Ecocardiografia do HULW.

“Os estágios iniciais dadoença arterial coronariana (entupimento das artérias do coração por placas de gordura), muitas vezes não revelamsinais ou sintomas.”

A doençase desenvolve gradualmentee muitas vezesa um ritmo lento, levando muito tempocom pouco ou nenhumsintoma perceptível.

Com o aumento da idade,check-upssão recomendados.A prevenção éa chave parauma vida longae saudável.Desde que a doençacoronarianase desenvolve gradualmente, check-upsde rotinapodem ajudar a prevenira progressão da doença.

Durante o check-up, a presença desinaisrelacionados comdoença cardíaca deve ser relatada ao cardiologista.Importante não esperar queos sintomasdiminuam.

Muitas vezes em umcheck-up cardiológicode rotinasedescobre precocementeo início de uma doença no coração.

Por Valério Vasconcelos

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