Ele disse que o estado conseguiu garantir o cumprimento da Lei de Responsabilidade (LRF) ao reduzir de 56% para 49% os gastos com funcionalismo público.
“Em um discurso que durou aproximadamente uma hora, o governador Ricardo Coutinho (PSB) afirmou que a Paraíba inaugurou uma nova etapa em sua história com sua chegada ao Palácio da Redenção”.
“Há quatro anos, neste mesmo local, hoje totalmente recuperado, a população tomava a rédea de seu destino. O povo voltou ao poder. Foram necessários quatro anos para constatarmos que as palavras ditas em 2011 não eram apenas retórica”, declarou Coutinho.
O chefe do executivo estadual também chamou a atenção para a economia do estado ao garantir que conseguiu cumprir a Lei de Responsabilidade (LRF) ao reduzir de 56% para 49% os gastos com funcionalismo público.
Na ocasião, ele anunciou a criação do Conselho Estadual de Transparência Pública com o objetivo de que a população também seja responsável pela fiscalização dos recursos públicos.
O governador também anunciou durante seu discurso de posse a inauguração da Vila Olímpica Paraíba, o antigo Dede. Ele garantiu que o governo do estado irá reconstruir a barragem de Camará para garantir o abastecimento de água para 21 cidades da Paraíba. Além disso, ele assegurou a construção do Centro de Convenções e do condomínio Cidade Madura, em Campina Grande, da barragem de Pocinhos e de São José da Mata. A última etapa do Centro de Convenções também deverá ser entregue até o mês de março deste ano.
O socialista destacou os investimentos em segurança pública e antecipou que irá adquirir mais dois helicópteros para reforçar a área no estado.
Ricardo Coutinho lembrou da reforma administrativa que promoveu no final de sua primeira gestão e cobrou mais eficiência de seus auxiliares ao afirmar que será implacável com a corrupção.
Ele ainda aproveitou seu discurso para alfinetar seus adversários políticos ao declarar que o povo foi às urnas e decidiu por mantê-lo no poder. “Tivemos muito mais votos porque o povo reconheceu a nova prática política”, disse.
O novo presidente da FPF vai comandar os destinos da entidade nos próximos quatro anos.
O novo presidente da FPF vai comandar os destinos da entidade nos próximos quatro anos.
“Amadeu Rodrigues tomou posse nesta sexta-feira (2), como presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF)”.
A solenidade ocorreu na sala do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD). O novo presidente da FPF vai comandar os destinos da entidade nos próximos quatro anos.
Na posse, estiveram presentes políticos, familiares, amigos e funcionários da FPF. A ex-presidente da entidade, Rosilene Gomes, que ajudou a eleger Amadeu Rodrigues, não compareceu ao evento, mas enviou os filhos para representá-la.
No discurso de posse, Amadeu referendou o momento como pessoalmente histórico e disse que vai trabalhar ininterruptamente pelo futebol da Paraíba. “É um momento de satisfação muito grande, um momento histórico. Não sabia que a FPF tinha uma influencia tão grande na sociedade.Vou dedicar parte da minha vida para trabalhar nos próximos quatro anos na FPF”, afirmou.
Simão disse que vai lutar pela regulamentação da Lei Anticorrupção (12.846/13) e espera fechar ainda em janeiro o projeto, para depois submetê-lo à presidenta Dilma.
Sobre os casos de corrupção envolvendo a Petrobras, Simão defendeu a necessidade de as empresas públicas e os órgãos do governo criarem estruturas de governança voltadas para a prevenção da prática.
“O novo ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Valdir Moysés Simão, prometeu que o órgão será “implacável” no combate à corrupção”.
Ao receber nesta sexta-feira (2) o cargo do ex-ministro Jorge Hage, o novo chefe da CGU disse que “transparência” será a palavra de ordem do órgão responsável pela defesa do patrimônio público e pelo combate à corrupção.
“É tarefa da CGU ser implacável com aqueles que não andarem na linha. Se por um lado haverá mão que orienta, por outro, haverá mão que julga e pune com rigor os desvios. Como disse a presidenta Dilma [Rousseff] ontem, a corrupção deve ser extirpada da sociedade. Temos que punir, sem trégua, a corrupção, que rouba o poder legítimo do povo; a corrupção que ofende e humilha os trabalhadores, as empresas e os brasileiros honestos e de bem”, afirmou.
Simão disse que vai lutar pela regulamentação da Lei Anticorrupção (12.846/13) e espera fechar ainda em janeiro o projeto, para depois submetê-lo à presidenta Dilma. “A Lei já é autoaplicável; o decreto é importante para as questões operacionais e para garantir simetria nos processos de responsabilização em cada um dos órgãos. São os últimos detalhes que estamos ajustando. É uma regulamentação complexa e tem muito a ver com a dosimetria das penas”, disse.
Ao comentar, com jornalistas, sobre os casos de corrupção envolvendo a Petrobras, Simão defendeu a necessidade de as empresas públicas e os órgãos do governo criarem estruturas de governança voltadas para a prevenção da prática. “É um trabalho de médio prazo, e eu tenho certeza que tem muito a se fazer do ponto de vista da governança e de ampliação do controle das empresas. Existem medidas no campo legal, mas também no campo operacional, medidas de controle, de investimento em estruturas e tecnologia, de troca de informações com a CGU e com os demais órgãos de controle que vão trazer mais transparência”, afirmou.
Ao tratar da possibilidade de restrição orçamentária, em razão das medidas de austeridade que o governo anunciou, Simão disse que pretende “fazer mais com menos”. “Nós vamos enfrentar um período de ajuste, e todo o governo tem que contribuir. Eu acredito que é possível evoluirmos e ter critérios de atuação que utilizem a tecnologia e facilitem nosso trabalho”, defendeu Simão. Ele acrescentou que em hipótese alguma haverá retrocesso no alcance da atuação da CGU em 2015.
Tanto Simão quanto Hage citaram o Portal da Transparência como um exemplo de uso das tecnologias de informação para auxiliar o controle das contas públicas. Simão, em particular, disse que irá intensificar o uso das tecnologias de informação para incrementar a atuação da CGU. Valdir Simão é auditor de carreira da Receita Federal e exerce, desde o início de fevereiro deste ano, o cargo de secretário executivo da Casa Civil.
Da redação, Por Luciano Nascimento – Agência Brasil
Barbosa garantiu que “continuará a haver aumento real do salário mínimo”.
Barbosa garantiu que “continuará a haver aumento real do salário mínimo”.
“O novo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, informou nesta sexta-feira (2) que o governo vai propor ao Congresso Nacional nova regra para cálculo do salário mínimo, no período de 2016 a 2019”.
Mesmo com eventual alteração, Barbosa garantiu que “continuará a haver aumento real do salário mínimo”. Segundo ele, a proposta será encaminhada ao Congresso “no momento oportuno”.
Para este ano, vale a regra atual e o salário mínimo será reajustado para R$ 788. Barbosa defendeu medidas do governo federal com alteração nas regras sobre pensão, auxílio-doença e seguro-desemprego. As mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional. O novo ministro do Planejamento disse que o governo explicará e defenderá as propostas no Legislativo.
“São medidas que corrigem alguns excessos para que os programas continuem, e para viabilizar, por exemplo, a continuação da elevação real do salário mínimo”, disse, em entrevista após receber o cargo de sua antecessora, Miriam Belchior. Ele falou ainda sobre a necessidade de conciliar as negociações de salários com servidores públicos, previstas para este ano, e a redução de gastos.
“Vamos tratar desse assunto no momento certo. Está na agenda do ministério. O acordo atual [com os servidores] vale até este ano. Vamos discutir com o sindicato, com os servidores, qual será a política dos próximos anos”, afirmou.
Barbosa disse também que o Planejamento colaborará com o objetivo de redução da inflação. Segundo ele, a melhor forma de atrair os investimentos necessários à retomada do crescimento é recuperar a confiança do setor produtivo, com elevação do resultado fiscal e redução da inflação.
O voo QZ8501 da AirAsia partiu de Surabaya em 28 de dezembro e devia aterrissar duas horas depois em Singapura.
O voo QZ8501 da AirAsia partiu de Surabaya em 28 de dezembro e devia aterrissar duas horas depois em Singapura.
“As autoridades indonésias anunciaram nesta sexta-feira (2) que recuperaram 30 corpos das 162 pessoas que viajavam no Airbus 320-200 da AirAsia, que caiu no mar de Java no domingo passado”.
A Agência de Busca e Resgate indonésia informou que dez corpos já estão em Surabaya, cidade da ilha de Java de onde partiu o voo e onde muitos familiares das vítimas aguardam notícias; oito estão a caminho de Surabaya, quatro estão em Bornéu e oito a bordo das embarcações que os recolheram do mar.
O comandante do navio indonésio “Bung Tomo”, coronel Yayan Sofiyan, declarou ao canal de televisão local MetroTV que acreditam ter localizado, por meio de sonda parte da cauda do avião. “Encontra-se no fundo do mar, a cerca de 29 metros de profundidade”, afirmou. O diretor da agência de busca e resgate indonésia, Bambang Soelistyo, ressaltou que a informação ainda não foi confirmada.
As operações de resgate foram suspensas até sábado, embora prossigam os trabalhos de localizaçao da fuselagem do aparelho e das “caixas pretas”.
O voo QZ8501 da AirAsia partiu de Surabaya em 28 de dezembro e devia aterrissar duas horas depois em Singapura, mas caiu no mar de Java, no meio do trajeto.
A bordo seguiam 155 indonésios, três sul-coreanos, um britânico, um francês, um malaio e um singapurense, além de sete tripulantes.
O piloto contatou a torre de controlo na Indonésia, quando sobrevoava o mar de Java, no sul de Bornéu, e pediu autorização para virar à esquerda e subir dos 32 mil pés de altitude (9,76 quilómetros) até aos 38 mil (11,59 quilómetros) para evitar uma tempestade.
A torre de controle aprovou a operação imediatamente, mas alguns minutos depois não conseguiu estabelecer contato para autorizar a subida até aos 34 mil pés.
A Indonésia lançou uma operação internacional de busca e resgate, da qual participam vários países. O mau tempo e a forte ondulação na zona impediram, nos últimos dias, as buscas de vítimas e do aparelho, que pode se encontrar de 25 a 32 metros de profundidade .
As buscas estão concentradas em uma zona de 1.575 milhas náuticas quadradas – um décimo da superfície pesquisada na quinta-feira – com a participação de 29 navios e 17 aviões.
Em 2014, a companhia malaia Malaysia Airlines perdeu dois aviões.
O voo MH370 desapareceu no dia 08 de março, quando fazia a ligação entre Kuala Lumpur e Pequim, com 239 pessoas a bordo. Uma semana depois do acidente confirmou-se que o último sinal foi recebido sete horas depois da partida, quando o aparelho sobrevoava o oceano Indico. Até agora, não se encontraram vestígios.
Em 17 de julho de 2014, morreram os 298 ocupantes do avião Boeing 777 da Malasya Airlines (voo MH17) abatido por um míssil na zona de conflito do leste da Ucrânia, onde combatem as forças governamentais e os rebeldes pró-russos.
Durante a cerimônia de posse e em discurso no Congresso Nacional, a presidenta reeleita Dilma Rousseff disse hoje (1º) que volta à Casa “cheia de alegria, responsabilidade e esperança”. Aplaudida pelos presentes, ela destacou que, em seu primeiro mandato, o país conquistou o que considerou um feito histórico: a superação da extrema pobreza.
“Temos hoje a primeira geração de brasileiros que não vivenciou a tragédia da fome”, disse, ao ressaltar que 36 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza nos últimos anos, sendo 22 milhões nos primeiros quatro anos de seu governo. Dilma lembrou ainda que milhões de brasileiros ascenderam à classe média, alcançaram emprego com carteira assinada e tiveram acesso à educação superior e à casa própria.
“A população quis que ficássemos porque viu o resultado do nosso trabalho compreendeu as limitações que o tempo nos impôs e concluiu que podemos fazer muito mais”, disse. “O povo brasileiro quer mudanças. É isso que vou fazer com destemor, mas com humildade, contando com o apoio desta casa e com a força do povo brasileiro”, completou.
Alex Escobar deverá permanecer como substituto dos narradores oficiais.
Alex Escobar deverá permanecer como substituto dos narradores oficiais.
Comenta-se nos bastidores do esporte da TV Globo que o time de apresentadores da emissora deverá sofrer algumas mudanças logo após a cobertura das Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016.
Entretanto, enquanto isso não acontece, o canal carioca não pretende utilizar nomes do Sportv, como Milton Leite e Luiz Carlos Junior, nas transmissões de partidas de futebol.
Por outro lado, Alex Escobar deverá permanecer como substituto dos narradores oficiais durante período de férias, folgas ou outros compromissos, segundo o colunista Flávio Ricco.
2014 foi o ano mais difícil já enfrentado pela Ucrânia desde o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, segundo o presidente Petro Poroshenko. No início do ano, por exemplo, o país foi palco de uma série de violentos protestos contra o então presidente Viktor Yanukovich.
Em 2014, o mundo viu o desenrolar da pior epidemia de ebola da história. Apesar de casos confirmados em países como os Estados Unidos, Espanha e mais recentemente no Reino Unido, a devastação do surto ficou concentrada na Guiné, Libéria e Serra Leoa.
2014 foi o ano mais difícil já enfrentado pela Ucrânia desde o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, segundo o presidente Petro Poroshenko. No início do ano, por exemplo, o país foi palco de uma série de violentos protestos contra o então presidente Viktor Yanukovich.
O sumiço dos 43 estudantes mexicanos. O trágico sumiço dos 43 estudantes de Ayotzinapa mexeu com as emoções no México. O grupo, que se dirigia para a cidade de Iguala, no estado de Guerrero, foi sequestrado por policiais que depois o entregou a um violento cartel local.
O conflito entre Hamas e Israel. O episódio que envolveu o sequestro e posterior morte de três adolescentes israelenses na Cisjordânia em meados de 2014 desencadeou uma série confrontos entre as forças de Israel e o grupo palestino Hamas. De acordo com números da ONG Anistia Internacional, os conflitos, que duraram cerca de 50 dias, deixaram 2.200 mortos do lado dos palestinos e 66 entre os israelenses.
A ascensão do Estado Islâmico. As atividades violentas dos rebeldes sunitas não são uma novidade no Iraque e na Síria, mas foi em 2014 que o grupo, conhecido hoje como Estado Islâmico, enriqueceu e se fortaleceu, tornando-se uma ameaça terrorista vista como ainda pior que o Al-Qaeda.
Fim da guerra no Afeganistão. Mais de uma década depois, foi oficialmente finalizada a missão de combate liderada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e pelos Estados Unidos no Afeganistão.
A Revolução dos Guarda-chuvas em Hong Kong. A grande dor de cabeça do governo chinês, e um de seus maiores desafios desde o sangrento episódio na Praça da Paz Celestial em 1989, se concentrou em Hong Kong.
Reaproximação entre EUA e Cuba. Em dezembro, os velhos inimigos Estados Unidos e Cuba deram passos históricos em direção ao restabelecimento de suas relações diplomáticas e econômicas depois de mais de cinco décadas de distanciamento. O anúncio foi feito em pronunciamentos simultâneos do presidente dos EUA Barack Obama e do líder cubano Raul Castro.
Os desastres da Malaysia Airlines. O ano de 2014 ficará marcado como um dos mais trágicos na história da aviação civil. Quatro graves acidentes foram registrados em linhas comerciais, totalizando 633 mortos, incluindo o caso mais recente envolvendo um avião da AirAsia.
A revolta de Ferguson (EUA). Nos Estados Unidos, uma série de incidentes envolvendo a morte de jovens negros por policiais brancos despertou tensões raciais por todo o país. Um dos episódios mais graves aconteceu na cidade de Ferguson (Missouri).
Escócia (quase) independente. Um referendo que questionava a população da Escócia sobre a vontade de se tornar independente quase modificou três séculos de história. Por semanas, pesquisas apontaram um placar empatado entre aqueles que desejavam a independência do país e os que queriam continuar ligados ao Reino Unido.
Índia realiza a maior eleição do mundo. Em março, os indianos realizaram aquela que é considerada a maior eleição já vista no planeta. Ao todo, revelou a Reuters, 814 milhões de pessoas se cadastraram para votar em candidatos de 1.600 partidos. 11 milhões de pessoas estiveram envolvidas na organização do pleito que escolheu 543 deputados.
300 jovens são sequestradas por terroristas na Nigéria. O grupo islâmico Boko Haram tomou os holofotes do mundo no início do ano ao invadir uma escola e sequestrar 300 meninas, que até hoje não foram libertadas. O caso indignou a comunidade internacional, que lançou uma massiva campanha conhecida como #bringbackourgirls nas redes sociais. Os apelos, contudo, foram em vão.
Naufrágio na Coreia do Sul. Em abril, uma balsa com 476 pessoas naufragou na baía de Sewol, sudoeste da Coreia do Sul. O trágico incidente causou a morte de 304 pessoas, a maioria estudantes com idades entre 16 e 17 anos. Segundo investigação, o acidente parece ter sido causado por uma manobra brusca que desestabilizou a embarcação e fez com que ela afundasse.
Sequestro em Sydney. Em dezembro, o sequestro de um grupo de 17 pessoas em um café na cidade de Sydney, Austrália, comoveu o mundo. Após 16 horas de agonia, a polícia invadiu o estabelecimento e, durante o confronto, foram mortos dois reféns, além do sequestrador Man Haron Monis.
25 anos da queda do Muro de Berlim. A Alemanha vivenciou momentos de festa em 2014. Além de ganhar o título da Copa do Mundo, a população comemorou ainda os 25 anos da queda do Muro de Berlim que por décadas separou a atual capital alemã.
El Chapo, o traficante mais poderoso do mundo, é preso. Um dos chefes do narcotráfico mais procurados do mundo, Joaquín Guzmán, “El Chapo”, foi preso no México 13 anos depois de ter fugido de uma prisão de segurança máxima dentro de um caminhão de lavanderia. Líder do violento Cartel de Sinaloa, “El Chapo” dominava importantes rotas de tráfico na fronteira com os EUA.
Dawit Admasu, também da Etiópia, cruza a linha de chegada. Foto AFP/Miguel Schincariol
Dawit Admasu, também da Etiópia, cruza a linha de chegada. Foto AFP/Miguel Schincariol
Os corredores etíopes foram os campeões da Corrida Internacional de São Silvestre deste ano, tanto no masculino como no feminino, interrompendo a hegemonia queniana. Entre as mulheres, Ymer Ayalew, 27 anos, venceu com o tempo de 50 minutos e 43 segundos. Também da Etiópia, o corredor Dawit Admasu, 19 anos, ocupou o posto mais alto do pódio nesta manhã com a marca de 45 minutos e 4 segundos. Enquanto ocorre a premiação, quase 30 mil corredores continuam o percurso para tentar concluir a prova de 15 quilômetros.
No feminino, atletas etíopes também conquistaram o segundo e o quarto lugar, com Netsanet Kebede, que repetiu o resultado do ano passado, e Feyse Boru, respectivamente. Duas corredoras do Quênia ficaram com o terceiro e quinto lugar: Prisca Jeptoo e Delvine Meringor. A melhor colocação do Brasil foi da catarinense Joziane Cardoso, 29 anos, com o tempo de 53 minutos e 18 segundos. A queniana Nancy Kipron, campeã de 2013 e uma das favoritas para a prova deste ano, ficou com o sexto lugar.
Entre os homens, os quenianos Stanley Koech, 29 anos, e Mark Korir, 26 anos, que eram favoritos, ficaram com o segundo e quarto lugar, respectivamente. Fabiano Naasi, 29 anos, da Tanzânia, conquistou a terceira colocação com o tempo de 45 minutos e 10 segundos. Pelo Brasil, Giovani dos Santos, 33 anos, chegou em quinto lugar e garantiu um lugar no pódio. No ano passado, ele havia ficado com a quarta colocação.
Antes da prova dos atletas de elite, cadeirantes também disputam a São Silvestre. Nesta categoria, Heitor dos Santos, 31 anos, levou a melhor, com um tempo de 49 minutos e 53 segundos. Ele foi seguido por Jaciel Paulino, 41 anos, que fez o tempo de 51 minutos e 31 segundos. Duas mulheres conquistaram a terceira e quarta colocação, Aline Rocha, 23 anos, e Maria de Fátima Chaves, 27 anos. O pódio foi fechado com Carlos de Souza, 39 anos.
“Temas importantes movimentam a vida da sociedade logo no início do próximo ano. Meta da inflação, novo perfil do Congresso Nacional, Objetivos do Milênio, Jogos Mundiais Indígenas, Pan e Parapan-americano”.
Confira o que está por vir em 2015
1. Inflação deve permanecer alta em 2015
Também é esperado crescimento moderado do crédito.
A expectativa do Banco Central é que a inflação diminua e chegue ao centro da meta, de 4,5%, até o fim de 2016. A curto prazo, no entanto, tendência é que o índice tenha um aumento ocasionado pelo realinhamento de preços como energia e combustível, em relação aos valores de mercado; e de preços domésticos com base nos internacionais. Também é esperado crescimento moderado do crédito.
2. Câmara renova 46% de sua bancada
Câmara renova 46% de sua bancada.
Entre os 513 deputados federais eleitos, 238 são novos parlamentares (46,39%) e 275 foram reeleitos . Os partidos da presidenta reeleita Dilma Rousseff (PT) e de seu vice, Michel Temer (PMDB), permanecem na liderança em número de representantes. Contudo, o PT perdeu 18 deputados e o PMDB elegeu cinco a menos em relação ao último mandato. O PSDB, de Aécio Neves cresceu 22,73% e, com 54 deputados, torna-se a terceira maior força partidária. O PSB, partido de Marina Silva, pulou de 24 para 34 representantes e estará entre as seis maiores forças na Câmara. No Senado, houve renovação de um terço da Casa . Nele, o PMDB tem maior representação com 19 senadores. Em segundo, aparece o PT com 13 e, em terceiro, o PSDB com 12. Levantamento feito em outubro pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) mostra um aumento, na nova casa legislativa, do número de parlamentares ligados a segmentos mais conservadores – entre eles, militares, policiais, religiosos e ruralistas.
3. Pan-americano: Canadá vai sediar competição multi esportiva
Eles irão competir em 15 modalidades classificatórias para as Paraolimpíadas do Rio em 2016.
Depois dos Jogos de Inverno de 2010, o Canadá volta a sediar um grande evento esportivo, os Jogos Pan-americanos e o Parapan-americano. O Pan, terceiro maior evento multi esportivo, será realizado na cidade de Toronto entre os dias 10 e 26 de julho de 2015. Cerca de 41 países das Américas deverão participar da disputa em 36 modalidades de esportes. A quinta edição do Parapan contará com 1608 atletas de 28 países. Eles irão competir em 15 modalidades classificatórias para as Paraolimpíadas do Rio em 2016. A competição para atletas com deficiências se tornou uma realidade em 1999 no México, a edição inaugural contou com cerca de mil atletas de 18 países competindo em cinco esportes.
4. Mundial inédito reunirá índígenas de todo o mundo
Trata-se da primeira edição dos Jogos Mundiais Indígenas (JMI).
Depois da Copa do Mundo, o Brasil se prepara para sediar em 2015 mais um grande evento esportivo. Trata-se da primeira edição dos Jogos Mundiais Indígenas (JMI) , que espera reunir mais de 2 mil atletas de 30 países e de 22 etnias brasileiras, com o objetivo de valorizar a riqueza cultural e promover a integração dos povos indígenas. Tiro com arco e flecha, arremesso de lança, cabo de força, corrida de velocidade rústica (100m), canoagem rústica tradicional, corrida de tora, lutas corporais, futebol de campo, xikunahati (futebol de cabeça), natação e atletismo estão entre as modalidades que serão disputadas em Palmas, capital do Tocantins.O início está marcado para 18 de setembro.
5. Objetivos do Milênio terminam em 2015; Brasil está a caminho de cumprir parte das metas
Brasil está a caminho de cumprir parte das metas.
No final de 2015 termina o prazo dado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que todos os países cumpram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Estabelecidos em 2000 na declaração do Milênio, o documento trata de oito metas para a melhoria da vida da população. O Brasil foi considerado pela ONU como referência no combate à fome e à miséria e alcançou a meta de redução da mortalidade infantil já em 2011. Também garantiu a universalização do acesso à educação básica, possui bons resultados no combate a Aids, malária e outras doenças e teve vários avanços nas políticas de igualdade de gênero e valorização da mulher. Já a questão da mortalidade materna, a manutenção das crianças na escola e o respeito ao meio ambiente são pontos em que o país ainda patina. Nesse último, principalmente, ainda são grandes os desafios na redução do desmatamento e na ampliação do acesso ao saneamento básico.
6. Objetos inteligentes passam a contribuir com a rotina das pessoas
Em 2015, a tendência é que a tecnologia gire, cada vez mais, em torno das “ coisas conectadas à internet ”.
O ano de 2014 foi marcado pelo lançamento de relógios inteligentes, testes com drones que fazem entregas e robôs domésticos. Em 2015, a tendência é que a tecnologia gire, cada vez mais, em torno das “ coisas conectadas à internet ”. Similares aos recursos de smartphones, relógios inteligentes oferecem acessórios para medir a pressão sanguínea e mandar um e-mail enquanto combinam com a roupa vestida. No ramo da automação doméstica, eletrodomésticos modernos podem mandar e-mail ou SMS com informações ou alertas sobre o funcionamento correto. A indústria também passou a investir em robôs que fazem pequenos serviços domésticos, como limpar o piso, aspirar o pó, lavar os vidros das janelas.Em matéria de aplicativos, continua forte o desenvolvimento de softwares que reúnam, de forma colaborativa, dados de interesse coletivo: sobre o trânsito, qualidade da água das praias, eventos culturais etc.