MPF pede e Justiça eleva multa para faculdade para R$ 5 mil
Justiça condena ex-prefeito de Baía da Traição a 4 anos de prisão
O ex-prefeito de Baía da Traição Marcos Antônio dos Santos foi condenado a quatro anos de prisão por desviar verbas públicas em favor da empresa Cobeza Construções Ltda. A sentença foi proferida pelo juiz da 16ª Vara Federal e publicada no diário da Justiça desta quinta-feira (29). A pena foi substituída pela obrigação de entregar uma cesta básica no valor de R$ 150,00 à entidade pública ou privada, bem como na prestação de serviço à comunidade. Ele também ficará inabilitado, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação.
Segundo consta da denúncia, o gestor teria desviado em proveito da empresa Cobeza parte das verbas federais transferidas ao município de Baía da Traição em decorrência do convênio nº 1.025/2001, firmado com a Funasa, que tinha como objeto a construção de melhorias domiciliares em áreas indígenas, além de ter deixado de prestar contas, no tempo devido, da aplicação de tais recursos que lhe foram repassados. Em 26 de março de 2002, a Funasa repassou para o município a importância de R$ 183.625,00. A empresa contratada recebeu cerca de 95% dos valores repassados.
Para a Justiça, houve intenção por parte do réu de desviar, em favor da Cobeza Construções, os valores repassados pela Funasa. “A julgar pela documentação acostada aos autos, pode-se afirmar que a materialidade delitiva, quanto à aplicação irregular dos valores que se destinavam à construção de melhorias sanitárias nas aldeias indígenas do município de Baía da Traição, cuja empresa responsável pela execução da obra era a Cobeza Construções Ltda, está devidamente comprovada”, escreveu na sentença o magistrado.
Ele já tem outras condenações na Justiça. Em janeiro de 2014, ele foi condenado por ato de improbidade administrativa, em razão de irregularidades em convênio com a Funasa. O gestor teve os direitos políticos suspensos por três anos, além de ressarcir aos cofres públicos a quantia de R$ 128.537,50.
Do PBVale com Jornal da Paraíba
Em Assembleia Geral, presidência do Sindicato de Marcação é destituída
Lúcia Inocêncio não é mais presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Marcação, no Litoral Norte da Paraíba, e quem responde pelo cargo, desde o último dia 24, é Giselda Silva do Nascimento, que exige rigorosa prestação de contas, da gestão anterior, até o dia 20 deste mês.
Lúcia Inocêncio foi destituída do cargo por solicitação do Conselho Fiscal da entidade, sob alegação de que não vinha cumprindo com dispositivos estatutários que tratam de processos de prestação de contas, nos aspectos contábil e financeiro. Ela ainda foi acusada, por membros do Sindicato, de não vir pagando, como devia, os honorários advocatícios referentes a demandas judiciais de interesse dos servidores, ainda permitindo-se subestabelecer a procuração de um advogado por outro, a seu bel-prazer, ou seja, sem consentimento da categoria.
Durante a Assembleia Geral, a ex-presidente ainda tentou convencer os associados de que não deveria ser afastada do cargo, apesar de que reconheceu todos os erros, inclusive os cheques sem previsão de fundo e alegou que o dinheiro do sindicato usava para ajudar seus amigos, como foi, mas não logrou êxito. Esforçou-se, ao máximo, em argumentos nas suas defesas que não sensibilizaram, de forma alguma, a toda uma plateia que assistia, ainda assim buscou na justiça suspender a assembleia através da comarca de Sapé um dia antes da assembleia.
A magistrada daquela comarca indeferiu o pedido e foi aplicada a democracia. A tentativa foi devido a convocação pelo o conselho fiscal para prestar conta e esclarecer o direito dos trabalhadores que a anos não convocaria uma assembleia, todos os debates ali verificados, sem qualquer interesse em retroceder a um momento da história da entidade.
Com informações do SintramPB
Auto Esporte despacha o Lucena e assume a liderança do Paraibano; confira resultados e classificação

O Auto Esporte venceu, por 2×0, o Lucena na tarde deste domingo (1), e se tornou o novo líder do Campeonato Paraibano. Nos outros jogos, o Campinense ganhou do CSP por 2×1, o Treze empatou em 1×1 com o Santa Cruz, mesmo placar de Sousa x Atlético.
Veja como ficou a tabela de classificação do Campeonato Paraibano
Auto Esporte x Lucena
Jogando no Almeidão, em João Pessoa, o Auto jogou bem, conseguiu furar o bloqueio e resistiu aos contra ataques do Lucena. O placar foi aberto apenas aos 44 minutos do primeiro tempo, com um belo gol de falta de Eli.
Na segunda etapa, as duas equipes vieram dispostas a conseguir a vitória. O Lucena insistiu nos contra ataques, enquanto o Auto teve mais posse de bola. Aos 23 minutos, Léo Olinda encontrou Rafael Freitas dentro. O jogador do Auto cabeceou e ampliou placar. A partir do segundo gol, o Lucena se desencontrou em campo e não teve forças para reagir.
Com os resultados, o Auto Esporte se tornou líder do Paraibano, com sete pontos ganhos, junto com Sousa e Santa Cruz, mas fica a frente das duas equipes por ter um melhor saldo de gols.
Já o Lucena ocupa a sétima posição, com apenas três pontos.

(Foto: Nelsina Vitorino / Jornal da Paraíba)
Treze x Santa Cruz
O Treze empatou com Santa Cruz, no estádio Presidente Vargas, em Campina Grande. O jogo foi bastante complicado para o Galo que encontrou um Santa Cruz bem colocado em campo, dificultando as ações ofensivas do Treze.
O placar do jogo foi aberto aos 11 do primeiro tempo. Em cobrança de pênalti, Fabrício Ceará chutou, o goleiro do Santa defendeu, mas no rebote o lateral Panda marcou o gol do Galo.
O empate do Santa Cruz veio aos 32 minutos, com Alisson Cacheado. A partir o ataque do Treze esbarrou na defesa do Santa Cruz.
No segundo tempo, o Treze continuou atacando, mas sem objetividade. O técnico do Galo, Everton Goiano, fez substituições No sistema ofensivo. Aos 30 minutos, o Galo teve um gol anulado por impedimento. No último ataque perigoso do jogo, Panda deixou Maciel na cara do gol, mas o jogador do Treze chutou para fora.
Com o resultado, o Treze ocupa a nona colocação, com um ponto. Já o Santa Cruz é um dos líderes do paraibano, ficando atrás apenas do Auto Esporte por conta do saldo de gols.

Sousa x Atlético
O outro líder do Paraibano, o Sousa, empatou com o Atlético em 1×1, no estádio Marizão, em Sousa.
O jogo começou com o Trovão Azul abrindo o placar logo aos quatro minutos do primeiro tempo. Durante uma jogada ofensiva e um chute da entrada da área, a bola bateu na trave e sobrou para o atacante Almir Sergipano marcar o gol do Atlético.
Aos poucos o Sousa equilibrou o jogo, mas não conseguiu oferecer perigo ao gol do Atlético em boa parte do primeiro tempo.
Na segunda etapa, o Trovão Azul teve um pênalti a seu favor logo no primeiro minuto, mas, na cobrança, Maurinho chutou para a defesa do goleiro Ricardo.
Motivado pela sua torcida, o Sousa empatou aos 22 minutos do segundo tempo. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou parar Algodão marcar de voleio. O Dinossauro ainda tentou virar a partida, mas não conseguiu passar da zaga do Atlético.
Com o resultado, o Sousa ocupa a liderança, mas perde a primeira posição de forma isolada por ter menos saldo de gols do que Auto Esporte e Santa Cruz.
O Atlético, que soma apenas dois pontos em quatro partidas, está na oitava colocação.

Campinense x CSP
A Raposa conseguiu vencer na estreia do Paraibano. O time jogou no estádio Amigão, em Campina Grande, e bateu o CSP pelo placar de 2×1. Os gols do jogo saíram aos 28 do primeiro tempo, com Felipe Alves cobrando pênalti e abrindo o placar para o Campinense. Aos 33, a raposa ampliou com o lateral Paulinho.
Na segunda etapa o Campinense continuou tendo mais posse de e dominando as jogadas de ataque. Mas, aos 31 minutos, o CSP mostrou que estava disposto a vender caro a derrota e diminuiu o placar com Henrique. Com isso, o CSP cresceu na parida e quase empatou o jogo por diversas vezes.
Com o fim do jogo, a Raposa conseguiu marcar os primeiros pontos na estreia da competição e ocupa sexta colocação, com três pontos. Já o Tigre da Capital é o quarto colocado, com seis pontos ganhos.
Do PBVale com Portal Correio
Vídeo mostra deputado puxando os fios de sistema eletrônico de votação da ALPB
Vergonha nacional!
Imagem do deputado Tião Gomes (PSL) quebrando o sistema de votação eletrônico na assembleia legislativa da Paraíba. Os deputados governistas queriam voto em “cédulas”.
Leia mais: ALPB elege Adriano Galdino presidente para o biênio 2015/2016
Da redação / PBVale
Eduardo Cunha é eleito presidente da Câmara dos Deputados

Desafeto do Palácio do Planalto, o deputado federal Eduardo Cunha foi eleito presidente da Câmara dos Deputados na tarde deste domingo (1). Ele teve o voto de 267 dos 513 deputados e derrotou os outros três concorrentes: Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos, Júlio Delgado (PSB-MG), que teve 100 votos, e Chico Alencar (PSOL-RJ), que teve 8. Conhecido por suas críticas ao governo, a vitória de Cunha era temida por integrantes do Planalto.
A candidatura de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados foi uma das mais conturbadas entre as quatro concorrentes ao cargo. Apesar de pertencer à base que ajudou a eleger a presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014, Eduardo Cunha não poupou críticas ao governo e à forma como o Planalto se relaciona com a Câmara dos Deputados.
Entre as declarações polêmicas de Cunha ao longo da disputa, uma das primeiras foi sua análise sobre o comportamento da bancada do PMDB em relação ao governo. Segundo ele, a bancada do PMDB não seria uma aliada automática do Palácio do Planalto.
Depois de oficializar sua candidatura, ele partiu para o ataque e criticou duramente a gestão do seu principal adversário, o petista Arlindo Chinaglia. Segundo Cunha,a gestão de Chinaglia como presidente da Câmara, entre 2007 e 2009, foi “medíocre”.
Cunha também mirou no governo e nas supostas interferências que o Palácio do Planalto fez a favor de Chinaglia. Em tom de ameaça, Cunha chegou a dizer que se o governo interferisse contra a candidatura do PMDB, as “sequelas seriam graves”.
Independentemente das polêmicas, a eleição de Cunha à presidência da Câmara coroa a trajetória do ex-líder do PMDB na Casa.
Eduardo Cunha é economista formado pela Universidade Cândido Mendes e radialista. Foi presidente da Telerj (antiga estatal de telefonia do Rio de Janeiro) entre 1991 e 1993. Em 1999, foi subsecretário da Cehab (Companhia Estadual de Habitação) em 1999 e titular da pasta entre 1999 e 2000.
Em 2000, Cunha se licenciou do cargo após denúncias de irregularidades supostamente cometidas por ele virem à tona. Em dezembro, o STJ arquivou, por prescrição de prazo, o processo por improbidade administrativa e superfaturamento.
Em 2002, foi eleito deputado federal, cargo para o qual foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. Em 2014, foi o terceiro deputado federal mais bem votado do Rio de Janeiro, com 232.708 votos, ficando atrás apenas de Clarissa Garotinho (PR-RJ) e Jair Bolsonaro (PP-RJ).
Nos próximos meses, Cunha deverá passar por uma importante “prova de fogo”. A PGR (Procuradoria Geral da República) deverá enviar ao STF (Supremo Tribunal Federal) a ação penal contra políticos envolvidos no esquema de desvio de recursos da Petrobras investigados pela operação Lava Jato.
Em janeiro, reportagens indicavam que, segundo depoimento do policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, preso durante a operação Lava Jato, Cunha teria recebido propina oriunda do esquema.
Dias depois, os advogados do doleiro Alberto Youssef, apontado como operador do esquema e a quem Jayme seria ligado, afirmaram que Youssef e Cunha não tinham qualquer relacionamento. Cunha alegou que as reportagens eram uma tentativa de fragilizar sua candidatura.
As principais promessas de campanha de Eduardo Cunha durante sua candidatura são: construir mais um prédio anexo ao Congresso para acomodar deputados e assessores, implementar o orçamento impositivo e equiparar os salários dos parlamentares aos dos ministros do STF.
Do PBVale, Por Leandro Prazeres
Com UOL, em Brasília
As mudanças em Cuba não esperaram pelos Estados Unidos

Sentadas a uma mesa do cosmopolita Café Madrigal, jovens num grupo conversam animadamente enquanto apreciam os coquetéis cuidadosamente preparados pelo barman. Uma olha de relance para seu smartphone, enquanto as outras duas garotas, vestidas na moda e com penteados que seguem as tendências internacionais, escolhem o que pedir num menu que oferece variedade bem grande de aperitivos. A cena não chamaria a atenção em quase nenhum bairro rico –ou da moda—no mundo. Mas se nota quando o bairro é o El Vedado, e a cidade, Havana.
A capital cubana e o resto da ilha, ainda que em menor escala, já não são a férrea Cuba comunista contra a qual os Estados Unidos impuseram um embargo 50 anos atrás, o qual agora revogam aos poucos. Não são sequer a Cuba de cinco anos atrás, quando Raúl Castro ia se assestando no poder que durante tanto tempo ocupou seu irmão Fidel, e suas reformas econômicas eram ainda incipientes e vistas com suspeita dentro e fora da ilha.
A Cuba que hoje negocia com os EUA cara a cara e de forma pública para ver como retoma suas relações é uma ilha que no entanto não deu –e se for por seu Governo, não dará—o passo rumo à transição econômica e democrática total desejada por Washington. Mas tampouco é uma ilha que teime em se fechar a qualquer concepção de economia que não esteja sob controle estatal.
Um mero passeio pelas ruas da capital – onde estão mais concentradas as mudanças —mostra que o impacto das reformas cubanas é mais profundo do que querem reconhecer os que criticam o recém-iniciado diálogo bilateral.
Entre a densa folhagem de bairros como El Vedado e Miramar, brilham casas recém-pintadas e muitas outras em plena reforma – algumas pela primeira vez em 50 anos —atrás de numerosos andaimes.
Cada vez se veem menos, e estão mais desbotados, os cartazes de propaganda como o que, junto com as imagens de Che Guevara e de Camilo Cienfuegos, proclama ainda o histórico “todos pela revolução”, aos pés do hotel Habana Libre. Essa foi com certeza uma das primeiras propriedades norte-americanas expropriadas, tema que Washington e Havana deverão também encarar em futuro não muito distante.
Mas abundam luminosos anunciando cafés, cabeleireiros e mesmo “salões spa” que anunciam até pela Internet –outro serviço ainda escasso, mas crescente—suas ofertas de manicure, maquiagem, massagens e penteados com o nível de salões “capitalistas”.
Cada vez se veem menos, e estão mais desbotados, os cartazes de propaganda como o que, junto com as imagens de Che Guevara e de Camilo Cienfuegos, proclama ainda o histórico “todos pela revolução”, aos pés do hotel Habana Libre
Os antes escassos “paladares”, restaurantes privados, proliferam agora de tal maneira que até os gourmets mais empedernidos penam para acompanhar o ritmo de inaugurações de locais que atendem não apenas estrangeiros. Agora também tentam responder aos gostos cada vez mais diversificados que parecem adquirir os cubanos de maior poder aquisitivo. E seu número aumenta de forma rápida, tornando cada vez mais visível uma crescente divisão social, o que talvez Cuba devesse começar a abordar.
Mas nem tudo é glamour neste novo espírito empreendedor cubano. Também há negócios “de rua”, abertos nos alpendres e varandas de casas ou até nas salas das habitações.
Como a barbearia que Luis abriu no pátio de sua casa com sua família, ou a pizzaria –com preços módicos para o “cubano da rua”—de Maite no terraço coberto do térreo de sua casa.
Os dois aproveitaram para se lançar na iniciativa privada após a abertura gradual, a partir de 2010, da economia até então controlada com mão de ferro pelo Estado. De lá para cá, o número de pequenos empreendedores que podem manter negócios privados em 200 categorias já chega a quase meio milhão. Já há quase 13.000 estabelecimentos privados na ilha, mais de 1.600 deles serviços de reforma. Supera um milhão o número de cubanos que usam celular, segundo dados oficiais.
Por trás dos números está a realidade, e ela não é tão promissora. Conseguir os insumos para exercer a profissão –produtos de cabeleireiro no caso de Luis, ingredientes para suas pizzas para Maite— é muitas vezes uma tarefa difícil e custosa para esses empreendedores que não contam, como fazem muitos outros, com a ajuda de um familiar no exterior.
Isso é algo que poderá ser aliviado pela flexibilização das restrições comerciais que acompanha a mudança de rumo ditada Barack Obama e Raúl Castro em meados de dezembro. Mas o passo fundamental, que permitiu as mudanças, afirma Maite, vem de antes.
“Isso não começou em 17 de dezembro, as mudanças em Cuba têm alguns anos e vão bem”, diz de forma desafiadora.
Do PBVale com EL País
Renan Calheiros é reeleito para presidir o Senado Federal no biênio 2015/1016

O senador Renan Calheiros (PMDB/AL) foi eleito para a Presidência do Senado com 49 votos. Luiz Henrique teve 31 votos e um foi nulo. Ele exercerá o cargo entre 2015 e 2016. Maior partido da Casa, a bancada peemedebista indicou Renan Calheiros (PMDB-AL) para o segundo mandato e Luiz Henrique (PMDB-SC) apresentou candidatura própria. O catarinense integra o grupo independente do PMDB. A partir de agora, os partidos indicarão os nomes para os demais cargos da Mesa Diretora. O tamanho das bancadas partidárias definirá a prioridade nas indicações.
Como segunda maior bancada no Senado, o PT tem direito a segunda indicação que deve ser a primeira vice-presidência. No discurso aos senadores, após a contagem de votos, Renan disse que as decisões no Senado serão coletivas. “O entendimento nunca será supressão de quem pode menos por quem pode mais”, disse.
Este será o quarto mandato de Renan Calheiros na presidência do Senado. O primeiro foi em fevereiro de 2005. Foi reconduzido em 2007, mas acabou renunciando ao cargo em meio a denúncias de que usou dinheiro de lobista para pagar pensão de uma filha fora do casamento. Reeleito senador, foi escolhido novamente para a presidência em 2013.
Do PBVale com Agência Brasil
ALPB elege Adriano Galdino presidente para o biênio 2015/2016

O deputado estadual Adriano Galdino (PSB) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba na tarde deste domingo (1º), depois de uma sessão preparatória tumultuada. Ao todo, o deputado obteve 19 votos contra 17 para o deputado estadual Ricardo Marcelo. Galdino vai presidir a ALPB no biênio 2015/2016. Já Gervásio Maia (PMDB), também foi eleito em uma segunda votação e vai comandar a Assembleia no biênio 2017/2018.
Em seu primeiro discurso, antes de dar posse à Mesa Diretora eleita com ele, Adriano Galdino considerou que sua eleição foi um processo doloroso, difícil, “mas sai vitorioso”. “A Assembleia agora tem um presidente genuinamente do povo”, declarou.
A chapa eleita com Galdino é composta pelos deputados João Henrique (vice presidente), Tião Gomes (2º vice-presidente), Anísio Maia (3º vice-presidente), Zé Paulo (4º vice-presidente), Nabor Wandeley (1º secretário), Caio Roberto (2º secretário), Jeová Campos (3º secretário), Buba Germano (4º secretário), Doda de Tião (1º suplente), Galego Sousa (2º suplente), Inácio Falcão (3º suplente), Genival Matias (4º suplente).
A sessão de eleição da Mesa Diretora foi iniciada depois seis horas e meia do começo da sessão de posse dos 36 deputados, que aconteceu na manhã de domingo. A votação durou exatamente meia hora e a contagem dos votos, coordenada pelo deputado Manoel Ludgério (PSD) teve início às 16h30 (horário local), com o processo completo se encerrando às 16h36h (horário local).
Houve muito debate em torno do uso ou não do sistema eletrônico da casa, o que foi descartado porque o sistema foi danificado durante o processo de cadastro dos deputados novos para que estivessem aptos a usar o voto eletrônico. Com isso, o deputado Ricardo Marcelo chegou a anunciar que a eleição estava adiada para a segunda-feira (2), mas a decisão de realizar a eleição com cédulas de papel foi fruto de um acordo entre deputados membros das duas chapas candidatas.
Urna quebrada
Ricardo Marcelo apontou o deputado Tião Gomes (PSL) como responsável pelo problema que foi registrado no sistema. “Não quebrei o equipamento, apenas deliguei”, disse o deputado. “Essa eleição tinha tudo pra ser fraudada. Nenhum deputado foi chamado para acompanhar esse processo na urna”, justificou.
A possibilidade do uso da cédula de papel para eleição da mesa diretora já tinha motivado confusão na sessão preparatória para a eleição. Foi preciso convocar seguranças para controlar a situação porque houve confusão depois que o deputado Ricardo Marcelo rejeitou um requerimento apresentado pelo deputado Jeová Campos (PSB), que solicitava a votação manual. Ricardo Marcelo determinou que a votação acontecesse através do sistema eletrônico. Irritado com a decisão, Jeová chegou a dar um murro na mesa.
Com a decisão de realizar a eleição de forma eletrônica, foi estabelecido um intervalo, para que todos os deputados passassem pelo cadastro que habilita a votar utilizando o painel eletrônico. Foi durante esse processo de cadastramento que houve um dano ao sistema.
Do PBVale com G1PB
Litoral Norte tem paisagens paradisíacas, encontro de rios e igrejas antigas; conheça atrativos
O Litoral Norte da Paraíba é mais que um destino de sol e mar. Quem se aventura nesse passeio pode desfrutar de paisagens paradisíacas, encontros de rios e até igrejas antigas em ruínas. O passeio de buggy custa, em média, R$ 350, e não desaponta quem chega de longe. O translado que dura cerca de 8h, sai de Tambaú, em João Pessoa e termina no pôr do sol do Jacaré, em Cabedelo. Ao longo do percurso são visitadas cinco praias. No entanto, o passeio tem vista panorâmica de mais 13 praias.
De acordo com o presidente da Cooperativa dos Bugueiros na Paraíba (Coopermix), Marcos Iralu, “o passeio de buggy tem início em João Pessoa faz um tour panorâmico nas praias urbanas até Cabedelo, com parada opcional para visita ao Projeto Guajiru (tartaruga urbana), na praia de Intermares e segue para visita no Forte de Santa Catarina (construção portuguesa do século XVI), em Cabedelo. Depois disso, segue em destino a Lucena. Quem se aventura não se arrepende”, garantiu.
Ele completou explicando que o acesso às praias do município de Lucena é feito através de um ferry boat (balsa), que faz a travessia dos veículos navegando sobre as águas do rio Paraíba. “Na travessia os ocupantes da balsa têm uma visão total do Porto de Cabedelo e Ilha da Restinga. É uma vista muita linda da natureza”, destacou Marcos Iralu. O valor da taxa de travessia da balsa não está incluso no preço do passeio.
Do PBVale com Correio da Paraíba















