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sábado, 6 junho 2026
                          
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Por Sebastião Gerbase: INAUGURADA A ESCOLA TÉCNICA

Escola Técnica de Mamanguape
A solenidade de inauguração foi bastante prestigiada por diversas autoridades
A solenidade de inauguração foi bastante prestigiada por diversas autoridades

Rara emoção, ontem eu vivi, por ocasião da inauguração da Escola Técnica Estadual do Vale do Mamanguape. Enquanto aquela multidão se aglomerava, para saudar e agradecer às autoridades presentes pela realização daquela monumental obra de pedra e cal, eu levitava de emoção ao ver meu grande sonho ser realizado.

Um sonho que alimentei por toda minha vida, desde a adolescência, quando tive que me despedir compulsoriamente da região, migrando para outras plagas, à procura dos meios de sobrevivência que aqui me eram negados, ante a falta de condições para permanecer no meu torrão. E quantos não são os que assim procederam, pelo mesmo motivo!

Voltei ao tempo em que trabalhei de ajudante sapateiro, na oficina do saudoso Irineu Pinto, e ajudante marceneiro, na fábrica de móveis da família Menezes, capitaneada pelo velho e saudoso mestre Ivan Pinto de Menezes.

Também eclodiu em mim, naquele momento ímpar, outra saudosa lembrança, do tempo em que eu confeccionava sacolas, artesanalmente, e por iniciativa própria, utilizando o aproveitamento de sacos de cimento vazios, colados com “grude” feito da goma de mandioca que eu comprava na feira livre de Mamanguape, nos dias de domingo. Os sacos vazios eu os adquiria, gratuitamente, catando entre as poucas obras em andamento.

E era exatamente na feira livre que eu saía vendendo aquelas sacolas, as quais eram utilizadas pelos feirantes no acondicionamento do arroz, do feijão, do milho, da farinha, etc… O produto dessa atividade era o que me garantia a compra dos livros e cadernos, que eram exigidos pelas professoras, no Grupo Escolar Professor Luiz Aprígio.

E foram tantas as atividades que pratiquei na minha adolescência, na tentativa inglória de me firmar aqui. Mas, a falta de uma política voltada para a sustentabilidade, para o futuro da região, nunca havia sido, efetivamente, levada a sério, como agora se vislumbra, diga-se de passagem. Naquela época, a principal oportunidade que se tinha era trabalhar no corte da cana, na usina Monte Alegre, à época pertencente aos irmãos Fernandes. E só, ou então fazer bico para sobreviver. A exceção encontrava-se em Rio Tinto, na fábrica de tecidos de propriedade da família Lundgren.

Nunca pensei diferente: É humanamente impossível o desenvolvimento desse país sem o incremento da educação. E a criação de Escolas Técnicas, não me permite duvidar dos resultados positivos, que a recém-inaugurada trará para o futuro da atual e das outras gerações que nascerão no Vale do Mamanguape, através da sua nova maternidade.

Por Sebastião Gerbase (Basinho)

Abismo persiste na África do Sul 25 anos após libertação de Mandela

Fornecido por AFP Estátua de Mandela em Pretória
Fornecido por AFP Estátua de Mandela em Pretória
Fornecido por AFP Estátua de Mandela em Pretória

A África do Sul percorreu um longo caminho de reconciliação desde a libertação de Nelson Mandela, em 1990, mas encontrar uma leitura da história comum entre negros e brancos permanece um desafio para a “Nação arco-íris”.

No dia 11 de fevereiro, o país celebra os 25 anos da libertação de seu herói nacional, que se tornaria quatro anos depois o primeiro presidente democraticamente eleito por toda a população.

Mas incidentes recentes demonstram que as diferentes comunidades estão muito distantes da construção de uma memória coletiva comum sobre a história do regime segregacionista do apartheid, que reduziu os negros a sub-cidadãos durante décadas.

Verne Harris, diretor de pesquisa da Fundação Mandela, se inquieta: “O projeto de reconciliação está em perigo”. Pode ser porque “os sul-africanos tentaram exorcizar seu passado muito rapidamente”, com a célebre “Comissão da Verdade e Reconciliação” (TRC), presidida por Desmond Tutu, cujos trabalhos começaram em 1996.

A TRC fez muito ao tentar aproximar repressores e vítimas, concedendo aos primeiros – sob certas condições – uma anistia caso concordassem em confessar seus crimes. Mas algumas feridas ainda estão abertas.

A decisão, nos últimos dias, de renomear uma rua com o nome de Frederik Willem de Klerk, o último presidente do apartheid e co-Prêmio Nobel da Paz com Nelson Mandela, provocou críticas da comunidade negra.

De Klerk foi o homem que libertou Mandela em 1990 e desmantelou gradualmente as leis de segregação. Mas ele também era o chefe de Estado numa época em que os serviços especiais torturavam e matavam os militantes negros.

Em um discurso recente, de Klerk denunciou “o tom de confronto, novo e amargo, no discurso nacional” – a antítese, segundo ele, do ideal promovido por Mandela. Ele se referia a alguns dos discursos do atual presidente Jacob Zuma, que acusa regularmente o apartheid e os brancos de estarem na origem das dificuldades enfrentadas pelo país.

Em janeiro, o chefe de Estado provocou polêmica ao afirmar que “os problemas do país começaram” quando Jan van Riebeek, o primeiro colono holandês, colocou os pés na Cidade do Cabo, em 1652.

Um partido branco radical imediatamente ameaçou retaliar por “incitação ao ódio”. E, mais inesperado, a ex-secretária particular de Nelson Mandela, Zelda la Grange, tuitou: “Estou CANSADA dos ataque regulares de Jacob Zuma contra o brancos”.

La Grange, vista regularmente como um símbolo da possível coabitação entre brancos e negros, virou alvo de uma saraivada de críticas e acusações de racismo.

Crime contra a Humanidade

“Nós não alcançamos o objetivo final de nossa viagem, nós demos apenas o primeiro passo em uma longa e difícil estrada”, admitiu Harris, da Fundação Mandela.

“A grande maioria dos sul-africanos vive em uma realidade ainda muito herdada do apartheid. Eles só concebem a raiva (…) as velhas divisões e os velhos cismas são mais marcados hoje em dia”, considera.

De fato, apesar do surgimento de classes média e rica negras, os habitantes das periferias continuam a ser quase exclusivamente negros. E os belos bairros da Cidade do Cabo ou de Johanesburgo são habitados majoritariamente por brancos.

“As tensões raciais retornam à superfície, o que se tornou particularmente visível no último ano”, constata Anele Mtwesi, pesquisadora da Fundação Helen Suzman.

“Após a TRC, acreditávamos que tudo entraria em ordem”, admite, lamentando finalmente que sejam essencialmente as vítimas as que mais se esforçaram para perdoar, enquanto as indenizações não alcançaram o esperado.

A pesquisadora apresenta um estudo de sua fundação que mostra que apenas 53% dos brancos sul-africanos consideram que o apartheid foi um crime contra a Humanidade.

Para Andre Keet, diretor do Instituto para a Reconciliação e a Justiça Social na Universidade Estadual Livre, o país “está muito concentrado no processo iniciado pela TRC, e não o suficiente naquilo que deveria ser um projeto político democrático para nos unificar”.

Ele acrescenta que o sentimento de superioridade permanece extremamente vivo entre a população branca, mas que o atual discurso do poder não vai no sentido de uma reconciliação.

Da AFP / Por Sibongile / KHUMALO

Exame antidoping de Anderson Silva, realizado em 19 de janeiro, dá negativo

Anderson Silva x Nick Diaz: ambos flagrados no doping, mas com substâncias distintas (Foto: Getty Images)
Anderson Silva x Nick Diaz: ambos flagrados no doping, mas com substâncias distintas (Foto: Getty Images)

“Teste tem resultado negativo para esteroides e GH, substâncias proibidas no esporte. Resultado do exame pós-luta, a que foi submetido o brasileiro, não foi divulgado”.

Anderson Silva passou no exame antidoping realizado em 19 de janeiro, poucos dias antes de enfrentar Nick Diaz no UFC 183, evento sediado em Las Vegas, no dia 31. A informação, divulgada pelo site “MMA Fighting” nesta segunda-feira, revela que Spider não testou positivo em exame antidoping completo, que buscava substâncias proibidas no esporte (confira na imagem abaixo).

Exame antidoping de Anderson Silva feito no dia 19 de janeiro (Foto: Reprodução - MMA Fighting)
Exame antidoping de Anderson Silva feito no dia 19 de janeiro (Foto: Reprodução – MMA Fighting)

Ex-campeão do peso-médio do UFC, Anderson foi flagrado no antidoping realizado no dia 9 de janeiro com duas substâncias proibidas em seu organismo: drostanolona e androsterona. O resultado do exame pós-luta ainda não foi divulgado.

O brasileiro, que venceu Nick Diaz por pontos depois de mais de um ano em reabilitação de grave fratura na perna, pela primeira vez, tem seu nome envolvido em doping. O resultado da luta deve ser alterado para “No Contest” (Sem Resultado), e ele será julgado nos próximos meses, assim como seu oponente, flagrado com metabólitos de maconha no corpo.

Por Combate.com
Las Vegas, EUA

Nino Paraíba mira triunfo contra o Serrano: ‘Precisamos muito desta vitória’

Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias

Vitória e Serrano voltam a se enfrentar nesta quarta-feira (11), no Barradão, desta vez pela Copa do Nordeste. No primeiro encontro no último domingo no Estádio Lomanto Júnior, em partida válida pelo Baianão, o Rubro-Negro venceu por 2 a 0. O lateral-direito Nino Paraíba destaca a importância de conquistar mais um triunfo sobre o time mongoió.

 
“Vamos ter a chance de recuperação na Copa do Nordeste contra o Serrano, que foi um adversário que vencemos bem no último domingo, fora de casa, pelo Campeonato Baiano. Precisamos muito desta vitória, até porque sabemos da importância de fazer uma grande primeira fase na competição”, declarou.
 
Na Copa do Nordeste, o Vitória ainda não somou pontos. Na estreia contra o Confiança-SE na semana passada, perdeu por 1 a 0. Agora, Nino garante que o time evoluiu em relação aos primeiros jogos da temporada e crê em um resultado positivo diante do Serrano.
 
“O grupo tem assimilado bem o trabalho da comissão técnica, que tem procurado conversar muito com todos para corrigir os erros que estamos apresentando durante as partidas. Nossa evolução já é visível e temos que manter isso”, completou.

Governo lança concurso que vai premiar ideias inovadoras para educação

O governador Ricardo Coutinho, acompanhado do secretário de Educação, Aléssio Trindade, lançou, nesta segunda-feira (9), o prêmio Solução Nota 10, que vai premiar em até R$ 20 mil os alunos, as escolas e a comunidade em geral que apresentarem ideias inovadoras para a melhoria da qualidade de ensino das escolas da rede estadual. O lançamento aconteceu durante a solenidade de abertura do ano letivo 2015, quando foi inaugurada a Escola Técnica do Vale do Mamanguape.

Os estudantes e a sociedade em geral podem participar e se inscrever acessando o link http://solucaonota10.pb.gov.br. O primeiro desafio será responder a pergunta “Como Reduzir a Evasão Escolar na Paraíba? Os autores das melhores ideias vão concorrer a prêmios de R$ 2 mil, R$ 1 mil e R$ 500 e uma visita à sede da Google, em São Paulo. Para as três melhores escolas a premiação será de R$ 20 mil, R$ 10 mil e 5 mil.

O governador Ricardo Coutinho destacou que o prêmio Solução Nota 10 caminha no sentido do fortalecimento da comunidade estudantil junto com os programas Escola de Valor e Mestre da Educação.   “Tenho certeza que desta ferramenta sairão muitas ideias inovadoras que vão contribuir com a melhoria das escolas”, enfatizou.

Ricardo comentou ainda que quer ver a comunidade educacional participando do processo de melhoria do ensino, junto com o projeto Caminhos da Gestão Escolar, que acontece paralelamente na semana do Orçamento Democrático.   

O prêmio Solução Nota 10 é desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação do Estado e pelo Prêmio Ideia, em parceria com o Ministério da Educação, Universidade Federal de Lavras e o CNPQ. De acordo com o secretário de Educação do Estado, Aléssio Trindade, os participantes podem enviar ideias, curtir, comentar e compartilhar outras ideias que vão ajudar a acumular pontos.  “Quero destacar o apoio do governador Ricardo na implementação do projeto e por acreditar na inovação e no potencial dos jovens”, frisou o Aléssio.

O secretário de Educação, Aléssio Trindade, explicou que as ideias são recebidas por um comitê interno, que modera e avalia estas ideias, seleciona as melhores para implementação e organiza os projetos de inovação que serão realizados com as ideias selecionadas. “Com isto, os gestores públicos podem monitorar o status da implementação, o desempenho de seus líderes de inovação e os resultados obtidos com as inovações”, finalizou.

Da redação

Com Ascom

Amado Batista fica ferido e encerra show após ser atingido por pedra

 

Amado Batista toca no rosto sangrando após agressão (Foto: Reprodução/G1)
Amado Batista toca no rosto sangrando após agressão (Foto: Reprodução/G1)

O cantor Amado Batista ficou ferido após ser atingido por uma pedra de gelo durante um show na madrugada de domingo (8), em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Ele cantou apenas duas músicas e, depois de ser agredido, encerrou a apresentação. Muitos fãs reclamaram da falta de estrutura da casa noturna, do atraso na apresentação e da falta de respeito ao cantor.

O morador de São Vicente Claudio Santana, de 45 anos, foi ao show com a mulher e uma amiga. Na mesma noite, se apresentaram Buzão do Forró, Forró sem Preconceito, Ednilson Batista e Wesley dos Teclados.

Segundo Santana, o show de Amado Batista atrasou e os outros grupos tiveram que tocar bem mais tempo do que o esperado.

“Teve uma banda antes que ficou mais de duas horas no palco. O pessoal começou a ficar irritado. Todo mundo estava cansado e sofrendo com o calor. Por isso, começaram a vaiar”, conta.

Por volta das 4h15, o cantor Amado Batista começou o show. Ele teria cantado duas músicas e interrompido a apresentação. “Ele fez um sinal com a mão prometendo que ia voltar e cantar todas as músicas de sucesso. Quando voltou, cinco minutos depois, começaram a jogar latinha, objetos e uma pedra de gelo que foi bem na cara dele”, diz Santana, que gravou o momento em que rosto de Amado Batista começou a sangrar e o cantor fez um sinal indicando que o show estava encerrado.

Ainda segundo Claudio Santana, havia seguranças na lateral do palco, mas nada foi feito para identificar os agressores. O público foi indo embora aos poucos. “Foi a primeira vez que fui ao show dele. Foi decepcionante. Eu acredito que foi culpa da casa, porque não estava suportando o número de pessoas. Tem ventiladores no local, mas não suporta o calor. Não tem condição nenhuma de fazer esse show”, reclama Santana.

Outras pessoas usaram as redes sociais para reclamar dos problemas encontrados na casa e da agressão ao cantor. Uma das fãs que foi assistir ao show com a mãe cadeirante disse que houve desorganização e falta de informação aos clientes. Além disso, ela acusou a casa de não ter estrutura para esse tipo de show.

Outras pessoas usaram a página oficial da casa para falar que esse foi o “pior show da vida delas”.

Casa se defende
De acordo com o proprietário da casa, Rogélio Alves, de 52 anos, o cantor realmente se atrasou e não deu justificativas. “Ele deveria subir no palco por volta das 3h. Ficamos esperando e ele não chegava. Até agora, estamos tentando entrar em contato com o escritório do cantor para sabermos o motivo do atraso.”

Alves diz que havia cerca de 2 mil pessoas na casa e não houve nenhum outro incidente. “Porém, o pessoal foi ficando revoltado, pois estava tudo certo para o show começar no horário e o Amado não cumpriu o acordo. Muitas pessoas pediram o dinheiro de volta e terei grandes prejuízos”, lamenta.

A assessoria de imprensa do cantor se manifestou a respeito da apresentação e afirmou que o artista não se atrasou. “Ele está bem, mas não quer dar declaração sobre o caso. Amado chegou a ir para o hospital e está medicado. Não houve atraso. Ele tinha dois shows na noite de sábado (7), um em Franco da Rocha e outro em Praia Grande. O primeiro estava programado para à 1h e as duas cidades são distantes, não tem como fazer outro show dali a duas ou três horas. Os donos da boate não avisaram os fãs que o show seria às 4h. Eles sempre fazem isso, colocam um cartaz com o horário de 0h, mas o combinado com o Amado era que o show começaria às 4h. Ele se atrasou 15 minutos”, afirma Cleyber Santos, assessor do cantor.

Amado Batista

Natural de Goiás, Amado Batista nasceu no dia 17 de fevereiro de 1951 em Davinópolis. O cantor começou a carreira em 1975 e já gravou 39 discos, vendendo 25 milhões de cópias. Seu mais novo trabalho se chama “O Negócio da China”, que traz quatro músicas inéditas.

Mariane Rossi

Do G1 Santos

Ex-ginasta Laís Souza assume ser gay e revela: “Tenho uma namorada”

Ex-ginasta Lais Souza
Ex-ginasta Lais Souza

Atleta, que se recupera de um grave acidente, fez confissão em entrevista à TPM

Laís Souza, que continua em recuperação após ficar tetraplégica devido a uma queda durante um treinamento para os Jogos de Inverno de Socchi, fez uma confissão em entrevista à revista TPM.

— Eu tenho uma namorada, sou gay há alguns anos. Já tive uns namorados, mas hoje estou gay.

Laís Souza passou por um verdadeiro furacão no começo de 2014, quando se acidentou em janeiro treinando para as Olimpíadas de Inverno da Rússia. De lá para cá, a atleta, que também já foi sucesso na ginástica, tem se superado no tratamento da lesão causada pelo acidente e que a deixou tetraplégica.

De janeiro a setembro, quando passou pela fase mais intensa do tratamento, Laís ficou ausente das redes sociais. Debilitada e focada, a atleta preferiu ser mais discreta em relação aos fãs.

De setembro para cá, no entanto, depois que apresentou uma melhora significativa, Laís passou a compartilhar os momentos da vida pessoal com os seguidores da rede social.

R7.Com

Unasul vai mediar diálogo com os EUA sobre sanções à Venezuela

Presidentes que integram a (Unasul)
Presidentes que integram a (Unasul)
Presidentes que integram a (Unasul)

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Equador, Ricardo Patiño, anunciou hoje (10) que a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) vai mediar com os Estados Unidos a questão das sanções a funcionários do governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

“Decidimos procurar canais de diálogo e comunicação com o governo dos Estados Unidos que favoreçam o diálogo direto entre os dois países, no quadro do respeito pelos Estados e o princípio da não intervenção”, disse.

Ricardo Patiño falou aos jornalistas em Montevidéu, na saída de uma reunião convocada a pedido de Caracas para analisar a situação venezuelana e o alcance das medidas anunciadas. “[É preciso] desenvolver o diálogo e atuar de maneira imediata, depois que se tomaram medidas. É muito importante que a reação seja imediata, que favoreça a paz, a concórdia e o diálogo.”

Ricardo Patiño integrará uma comissão de diálogo da Unasul, que será constituída também pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da Venezuela, Delcy Rodríguez, do Brasil, Mauro Vieira, e pelo secretário-geral da Unasul, Ernesto Samper.

No dia 2 de fevereiro, os Estados Unidos anunciaram novas sanções (suspensão de vistos) a antigos e atuais funcionários do governo venezuelano, alegando que eles seriam responsáveis por violações dos direitos humanos na Venezuela.

Washington acusa Caracas de tentar “sufocar a dissidência”, reprimindo manifestantes que protestam contra a deterioração da situação política, econômica e de segurança no país.

Em julho, o governo dos Estados Unidos já tinha imposto restrições na concessão de vistos a 24 dirigentes venezuelanos, supostamente envolvidos em violações de direitos humanos e na repressão de protestos de grupos opositores a Maduro.

A Venezuela acusa os Estados Unidos de ingerência nos assuntos internos e de promover ações para desestabilizar o governo do presidente Nicolás Maduro.

Agência Brasil

Criada comissão interministerial para combater violência contra população LGBT

O governo formalizou hoje (10) a criação da Comissão Interministerial de Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). O grupo é composto por representantes das secretarias de Direitos Humanos (SDH), de Políticas para as Mulheres, da Secretaria-Geral da Presidência e dos ministérios da Justiça e da Saúde. A comissão foi instituída no último dia 29 e será  coordenada pelo Departamento de Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República. A portaria de criação do grupo foi publicada na edição desta terça-feira (10) do Diário Oficial da União.

Com a criação da comissão interministerial, as ações dos cinco ministérios nas áreas de prevenção, enfrentamento e redução das diversas formas de violência contra a população LGBT poderão ser integradas. De acordo com a SDH, o grupo interministerial também vai permitir o acesso a dados sobre estatísticas e o perfil dos crimes contra a população LGBT.

Dados da Ouvidoria Nacional e do Disque Direitos Humanos (Disque 100) mostram que, entre 2011 e 2014, foram registradas mais de 7,6 mil denúncias de violência contra a população LGBT. Em 2014, os estados com maior número de registros foram São Paulo (53 denúncias), Minas Gerais (26) e Piauí (20). A discriminação foi a causa de 85% das denúncias, e a violência psicológica motivou 77% dos registros. 

Agência Brasil

Genoino pede ao STF extinção da pena

O ex-deputado José Genoino, condenado no processo do mensalão, pediu ao Supremo Tribunal Federal a extinção da pena.

O pedido tem como base o decreto presidencial assinado no fim do ano passado, que concede indulto natalino aos presos em regime semi-aberto e que já tenham cumprido um quarto da pena.

Genoino foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão e havia cumprido um ano, um mês e dez dias na data da assinatura do decreto.

Agência Brasil

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