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quinta-feira, 10 setembro 2026
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Pela reforma agrária: MST e Via Campesina mantêm protestos pelo país

Manifestantes participam da Jornada de Lutas das Camponesas, terça-feira, em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil
Manifestantes participam da Jornada de Lutas das Camponesas, terça-feira, em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil
Manifestantes participam da Jornada de Lutas das Camponesas, terça-feira, em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil

Em continuidade à série de atos da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, iniciada na semana passada, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina promovem manifestações ontem (12) em cinco estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Alagoas, Bahia e Rondônia. Eles protestam pela reforma agrária e contra o avanço do agronegócio.

Na capital paulista, cerca de 5 mil camponeses, de acordo com o MST, marcharam no início da tarde até a sede da Secretaria-Geral da Presidência da República, onde entregaram a pauta de reivindicações.

No Rio Grande do Sul, integrantes da Coordenação de Movimentos Sociais, que reúne várias entidades, participam de um ato “em defesa da classe trabalhadora e da Petrobras”. A manifestação também pede a realização de um plebiscito sobre a convocação de uma assembleia constituinte exclusiva para tratar da reforma política.

“Queremos uma Constituinte da reforma política para acabar com a influência das grandes empresas e do poder econômico na política brasileira, sequestrada no último período por cerca de 10 grandes empresas, que financiaram todos os partidos”, defendeu, em nota, o dirigente estadual da Via Campesina Marcelo da Silva.

Em em Porto Velho, cerca de mil mulheres da Via Campesina, do MST, do Movimento dos Atingidos por Barragens e da Comissão Pastoral da Terra fizeram um protesto pela reforma agrária em frente ao Palácio Presidente Vargas, sedo do governo de Rondônia. Representantes das camponesas foram recebidas pelo vice-governador, Daniel Pereira, pela direção estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Caixa Econômica Federal.

Em Alagoas, segundo o MST, aproximadamente 5 mil sem-terra, que ontem (11) fizeram uma marcha em Maceió, participaram hoje de reunião com o governador Renan Filho para reivindicar celeridade no processo de desapropriação de imóveis para fins de reforma agrária no estado.

Na Bahia, aproximadamente 6 mil trabalhadores rurais continuam em marcha de 116 quilômetros da cidade de Feira de Santana até a capital, Salvador. Os camponeses iniciaram a caminhada segunda-feira (9) e devem chegar à capital na próxima segunda-feira (16). O ato, segundo o MST, quer chamar a atenção do Poder Público para a violência no campo e para a necessidade de reforma agrária.

A Frente Parlamentar da Agropecuária condenou a ações do MST e da Via Campesina. “Muitos dos protestos são marcados por atos de violência que nem sociedade, nem o setor produtivo de alimentos estão dispostos a tolerar”, disseram, em nota, deputados da bancada ruralista.

No documento, os parlamentares ligados ao agronegócio repudiam o que classificam de “verdadeiro desmonte das novas tecnologias implantadas pela Emater [Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural], Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] e por outras instituições que cuidam da descoberta e implantação de pesquisas no campo”, em relação a protestos de camponeses em unidades de pesquisa agronegócio e multinacionais do agronegócio.

Dilma diz que não tem o menor interesse em restringir manifestações

A presidenta Dilma Rousseff voltou a comentar ontem as manifestações contrárias ao governo que ocorreram nos últimos dias e as que estão programadas para o próximo domingo (15). Dilma disse que “passou a vida” protestando nas ruas e que não tem o “menor interesse” em restringir o direito à livre manifestação no país.
 
“Já falei para vocês que sou uma pessoa mais velha e sou de uma época em que não era possível se manifestar. As pessoas que se manifestavam iam direto para a cadeia ou eram chamadas de subversivas ou de nomes piores. Eu passei minha vida manifestando nas ruas, principalmente na minha juventude. Não tenho o menor, mas o menor interesse, o menor intuito, nem tampouco o menor compromisso com qualquer processo de restrição à livre manifestação neste país”, disse, em entrevista a jornalistas em Rio Branco, após entregar casas a famílias atingidas pela enchente no Acre.
 
Segundo Dilma, como o país não vive uma ditadura, os brasileiros têm o direito de se manifestar, mas sem que haja violência. “A livre manifestação é algo que o Brasil tem de defender e tem, ao mesmo tempo, de defender que ela seja feita de forma pacífica”.
 
No último domingo (8), enquanto o pronunciamento da presidenta em cadeia nacional de rádio e TV era exibido, moradores de cidades brasileiras protestaram contra o governo com panelaços e buzinaços. Ontem, durante evento em São Paulo, a presidenta foi recebida com vaias por parte dos presentes.
 
No domingo, Dilma deverá enfrentar uma nova onda de protestos. As manifestações estão sendo organizadas por movimentos contrários ao governo em várias cidades do país.
Agência Brasil

ALPB mantém todos os vetos de RC, inclusive o da Defensoria Pública

Com voto de minerva do presidente Adriano Galdino (PSB), a Assembleia Legislativa da Paraíba decidiu manter todos os vetos do governador Ricardo Coutinho, inclusive o veto 260/14, que anula os efeitos do projeto de Lei nº 1.968/2014, de autoria da Defensoria Pública do Estado (DPE), referente à fixação do subsídio do defensor público estadual.

A votação ficou empatada em 17 x 17, mas recebeu o voto de minerva do presidente, que desempatou e votou pela manutenção do veto a essa matéria, como também dos demais vetos votados em bloco.

Essa foi a primeira vez que os vetos foram apreciados de forma conjunta. O autor do requerimento sugerindo a votação em bloco foi o deputado Ricardo Barabosa (PSB), que apresentou requerimento na ALPB, sugerindo que os vetos do poder Executivo, em apreciação na sessão desta quinta-feira (12), fossem votados sem discussão.

O requerimento foi aprovado e revoltou os oposicionistas, sobretudo Daniela Ribeiro (PP), Dinaldo Filho (PSDB), Jutay Menezes (PRB) e Janduhy Carneiro (PTN).

A derrota da oposição na Casa aconteceu, principalmente, pela ausência de dois parlamentares, são eles: José Aldemir (PEN) e Frei Anastácio (PT), que não compareceram à sessão de hoje. 

Os vetos já haviam sido mantidos pela Comissão de Constituição e Justiça e a Comissão de Acompanhamento e Controle da Execução Orçamentária. Elas aprovaram o veto às 267 emendas do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA 2015). A aprovação foi por 8 votos a 5.

Ao final da votação dos vetos, a bancada de oposição, mais uma vez, prometeu entrar na justiça para derrubar os vetos do governador Ricardo Coutinho. Renato Gadelha (PSC) alega que a oposição não teve direito a voz na discussão dos vetos.

PROJETO DA DEFENSORIA

O PLO estabelecia o reajuste salarial escalonado dos membros da DPE. Para 2014, os salários seriam aumentados em 44,30%, pagos em três parcelas iguais de R$ 1.000,00. Já para os próximos exercícios, esses valores seriam acrescidos em até 25% anuais.

Os deputados Janduhy Carneiro (PTN) e João Henrique (PEN) que estavam encampados na luta pela derrubada do veto do governador ao Projeto de Lei se manifestaram contra a manutenção do veto.

“A causa da Defensoria Pública é uma causa que está acima dos interesses particulares e partidários. É uma causa que a Paraíba toda tem conhecimento. A decisão do Supremo Tribunal federal diz que não pode ser reduzida a Proposta Orçamentária da Defensoria Pública elaborada de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)”, declarou o deputado Janduhy Carneiro.

De acordo com o parlamentar, a Emenda Constitucional 45/2004 deu um importante passo na valorização das defensorias públicas estaduais, ao prever que a elas deveriam ter asseguradas a autonomia funcional, administrativa e financeira.

“Diz o parágrafo 2º, do artigo 134, que a autonomia administrativa das defensorias lhes dá o direito de se governar, tomando as decisões administrativas que achar corretas, sem precisar de autorização prévia por parte de outros órgãos ou entidades. A autonomia financeira dava o direito a defensoria de decidir qual a proposta do seu orçamento, dentro do que prevê a Lei de Diretrizes Orçamentárias”, explicou.

Em 2014 a Defensoria Pública executou um orçamento no valor de R$ 72 milhões, 741 mil e 704. De acordo com a LDO vigente, o limite para a proposta orçamentária, a vigorar agora em 2015, é de R$ 90 milhões, 561 mil e 196. “O Governo do Estado, entretanto, desconsiderou a resolução federal e reduziu a proposta orçamentária da Defensoria Pública para R$ 50 milhões, 702 mil e 328. A Comissão de Orçamento, tentando dar à Defensoria Pública o mesmo percentual de correção dada ao Ministério Público e ao Tribunal de Justiça, aplicou ao orçamento de 2014 R$ 71 milhões, 641 mil e 794, percentual de 12,32%, e através da emenda de remanejamento Nº 310, no valor de R$ 22 milhões, 764 mil, aumentando a dotação da Defensoria para, R$ 80 milhões, 464 mil”, revelou o deputado.

Da redação, com PBAgora

Luciano Cartaxo baixa decreto para cortar gastos da PMJP e conter crise

O prefeito Luciano Cartaxo baixou um Decreto que institui a redução e otimização de gastos na Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). Como forma de se adaptar à nova realidade imposta pela crise econômica que tomou o país nos últimos meses, o gestor decidiu aplicar medidas de diminuição das despesas, principalmente no que se refere a custeio e pessoal. Com os atos de austeridade, a gestão estima que R$ 102 milhões serão economizados anualmente.

“Nossa gestão tem se destacado pela entrega de obras que estão mudando para melhor avida de quem mais precisa. Devido à crise econômica, o ano de 2015 tem trazido muitos desafios, mas temos nos esforçado para superar esse momento difícil”, destacou o prefeito.

O Decreto, neste caso, assegura a continuação do planejamento, acompanhamento e execução de ações, garantindo a conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Com estas medidas, vamos poder garantir a manutenção das obras e serviços em andamento, garantindo que o povo de João Pessoa continue a ganhar em qualidade de vida”, explicou Luciano Cartaxo.

De acordo com o texto, todos os órgãos integrantes da administração municipal devem diminuir em no mínimo 20% as despesas com custeio e em 30% os gastos com cargos comissionados e gratificações, tomando como base os valores registrados em 31 de dezembro de 2014. Serão reduzidos os gastos com telefone, combustível, eventos, energia, diárias, passagens, locação de veículos, patrocínios e publicidade. Além disso, todos os contratos acima de R$ 1 milhão serão revisados.

O decreto passará a ter validade a partir da data de sua publicação no Semanário Oficial do Município.

Da redação, com WSCOM Online

Prefeitura de Marcação realiza programação do Dia Internacional da Mulher

Programação foi bastante prestigiada pelas mulheres de Marcação
Mesa do evento ficou composta por secretários do município e convidados
Mesa do evento ficou composta por secretários do município e convidados

Confira as fotos aqui: (Dia Internacional da Mulher em Marcação)

A Prefeitura de Marcação realizou por meio da Secretaria Municipal de Ação Social a programação em comemoração ao Dia Internacional da Mulher (8 de março). O evento aconteceu as 09h00 da última quarta-feira (11), no centro da cidade e contou com as participações da vice-prefeita Eliselma Oliveira, secretária da pasta organizadora (Ação Social) – Ellys Oliveira, da secretária Saúde Lurdes Silva, da educação Avenys Soares, administração Alcione Figueiredo, coordenador do Creas George, assistente social Josefa Aragão, Psicóloga Rejane Sousa, vereadora Josa de Tramataia e o pastor Djací da Assembleia de Deus.    

Mais de 200 mulheres compareceram ao encontro, participaram de palestras, receberam brindes, rosas e certificados entregues pelas autoridades e convidados presentes. A apresentação cultural do grupo de dança da Capoeira Palmares também fez parte do roteiro alusivo a programação, e, empolgou todos os presentes.

Após suas palavras de boas vindas, a vice-prefeita (Lili), que esteve representando o prefeito Adriano Barreto, comentou o verdadeiro papel que a mulher vem assumindo na sociedade, “pelo trabalho que desenvolve, procurando sempre construir em todos, o espírito de conquista e de solidariedade, lutando por uma sociedade ética e humanizada, assim são vocês mulheres”, disse.

A secretária de Ação Social Ellys Oliveira, acrescentou ainda que o objetivo maior do evento foi de levar as mulheres, as mães  e convidadas a uma reflexão do quanto elas são importantes no meio em que estão inseridas. Ellys fez questão de lembrar que as secretarias fizeram um grande esforço para a realização do evento e contou com todo o apoio e incentivo do prefeito Adriano Barreto.

“Hoje é um dia muito especial para as mulheres de todo o mundo, especialmente para as mulheres de Marcação, a quem a gestão do prefeito Adriano Barreto tem dedicado esforço especial para atender as suas principais necessidades de cunho social, pois é uma data especialmente dedicada a esse ser batalhador e que não tem nada de frágil e sim de lutadora”, completou Ellys.

O coordenador do Creas, George, falou da importância dos serviços ofertados por parte da Secretaria de Ação Social do município, principalmente no Centro de Referência Especializado de Assistência Social, com trabalhos voltados também para o gênero feminino. No entanto ele enfatizou o medo que muitas das mulheres tem de denunciar seus companheiros, ou algum outro parente quando de agressões sofridas, fisicamente ou até, moralmente. Em nível de Estado, George lembrou que só no ano passado foram 104 mulheres assassinadas.

Programação foi bastante prestigiada pelas mulheres de Marcação
Programação foi bastante prestigiada pelas mulheres de Marcação

“O que eu quero dizer a vocês é que, no país existem meios para que vocês possam denunciar. Para que a polícia, órgãos reguladores como o Creas, para que possam dá uma assistência, é preciso que vocês denunciem. A violência domestica a violência contra a mulher ela não se resume ao marido, e sim, todo aquele eu está inserido no seio familiar”, pontuou.

O coordenador ressaltou ainda que as mulheres tem hoje a Lei da Maria da Penha e que elas podem procurar a delegacia mais próxima de sua residência para denunciar qualquer tipo de violência física ou moral, além das medidas preventivas, quando o companheiro ou o agressor pode se ausentar do lar, não se aproximar da vítima durante períodos, nem em certa determinada distância, frisou.

COMO TUDO COMEÇOU

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, na cidade norte-americana de Nova York, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, há 100 anos, em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Pode-se dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no Executivo e Legislativo.

Da redação

 

Governo do Estado apresenta obras do Canal Acauã-Araçagi a deputados

O Governo do Estado apresenta, nesta sexta-feira (13), aos deputados que integram a Frente Parlamentar da Água as obras do Canal Acauã-Araçagi. O secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, destaca que os parlamentares terão a oportunidade de conhecer a mais importante obra hídrica da Paraíba, que recebe investimentos de R$ 1 bilhão.

“Esse sistema adutor vai abastecer 38 municípios, garantir água para 600 mil pessoas e terá capacidade de irrigar 16 mil hectares, o que provocará mudanças significativas na economia da região”, argumentou João Azevedo, adiantando que 70% das obras do lote I, de 42,8 km, já foram concluídos. O sistema adutor terá extensão total de 112,4 quilômetros.

De acordo com o engenheiro fiscal da obra, Alexandre Machado, está prevista a apresentação da obra em data-show e em seguida a visita a várias frentes de trabalho, iniciando pela tomada d’água na barragem Acauã. Depois, os parlamentares percorrerão alguns quilômetros da obra, que inclui as tubulações e outras etapas da construção.

Cerca de 50 engenheiros atuam na obra considerada a transposição da Paraíba. São engenheiros nas áreas civil, mecânica, elétrica, ambiental, produção, projetos, hidráulica e segurança do trabalho. A obra emprega 1.000 operários, nos lotes I e II.

O canteiro de obras do lote I está localizado no município de Mogeiro. O sistema adutor receberá as águas da Transposição do São Francisco a partir da barragem Acauã, localizada no município de Itatuba. As obras do lote I, com 40,8 km abrangem as cidades de Itatuba, Ingá, Mogeiro, Itabaiana e São José dos Ramos. No lote I, ainda estão sendo construídas duas pontes sobre os rios Surrão e Ingá, e um aqueduto.

No lote II o canal passará por terras dos municípios de Sobrado, Mari, Sapé e Riachão do Poço. O canteiro de obras do lote 3 vai ser instalado entre Mamanguape e Araçagi, com obras nos municípios de Cuité de Mamanguape, Araçagi, Itapororoca e Curral de Cima, numa extensão de 30,58 km.

O canal tem trechos com largura de 120 metros em aberto que está recebendo revestimento impermeável. E trechos com 80 metros de largura por onde passam três tubos de 1,9 metros de diâmetro. A água seguirá os 112,4 km por gravidade média de três centímetros a cada quilômetro.

Assessoria

Justiça obriga MEC a aceitar aditamentos do Fies com reajuste praticado pela Faculdade

MEC prorroga até amanhã prazo para concluir inscrição no Fies

O juiz federal da 4ª Vara de Campina Grande, na Paraíba, Rafael Charlegre do Rego Barros, concedeu liminar à Facisa, obrigando o MEC a aceitar a concretização do aditamento dos contratos do Fies com o índice de reajuste praticado pela Instituição. O juiz justificou a decisão sob o argumento de que o MEC não tem norma que discipline o reajuste. A Paraíba é o quarto Estado a conseguir a liminar. Rondônia,Sergipe e Alagoas foram os primeiros.

A liminar representa uma conquista para o aluno, que estava sendo prejudicado com a incerteza do aditamento. A partir da decisão, o estudante tem seu direito garantido e a certeza de que o estudo não será interrompido por causa da medida verticalizada do MEC. De acordo com alguns alunos, agora vai ser possível ter tranqüilidade para dar continuidade à vida acadêmica.

A Facisa, mesmo com esse reajuste, pratica uma das anuidades mais baixas do Nordeste em relação a cidades do mesmo porte, inclusive capitais. “Nós não fizemos nenhum aditamento com o valor de reajuste previsto na nossa planilha porque estávamos aguardando a decisão da justiça. A liminar mostra que o nosso procedimento está totalmente de acordo com a lei.”, disse o diretor da Facisa, Dalton Gadelha.

A partir de agora, com a decisão judicial, o SisFies tem 30 dias para se adequar e liberar todos os aditamentos com o valor estabelecido pela Faculdade, em consonância com a lei 9.870 de 1999.

Assessoria

“Já peguei gay e foi melhor que muito homem”, diz Anitta

Em entrevista ao programa de rádio “Pânico”, da Jovem Pan, nesta quarta-feira (11), a cantora Anitta reclamou que os homens não “chegam” nela. Chateada, ela disse que precisa tomar a iniciativa e ir atrás dos homens, porque senão fica no 0 x 0.

“Eu que tenho que chegar… Ninguém chega em mim! Se eu não chegar, fico um ano sem pegar ninguém!“, declarou. Um dos participantes do programa ainda brincou com a funkeira, dizendo que confunde os pretendentes por estar sempre cercada por amigos gays. Mas ela surpreendeu na resposta. “Às vezes, eu furo o olho deles, porque faço festa e não tem um hétero! Eu já peguei gay, e olha, foi muito melhor que muito homem [hétero]“, avaliou ela, que ainda contou como aconteceu. “Estava em uma festa, fui no mais bonito. Meus amigos gays diziam que ele jamais ia ficar com mulher… Foi maravilhoso!“, contou.

Anitta cantora
Anitta cantora

A cantora ainda falou sobre a identificação com os amigos gays. “Com eles, posso me jogar, ficar descabelada, dançar que nem louca, não tem frescuras… Mulher já tem que ficar fazendo close, tomando drinks, preocupada se o homem vai olhar ou não. E eu não sou assim”, explicou ela.

Jornalistas e Radialistas organizam ato público contra a violência na Capital

Radialistas e jornalistas realizam na próxima sexta-feira, 20, uma reunião na sede da Associação Paraibana de Imprensa (API), a partir das 15 horas, para organizar um ato público em defesa de suas categorias. O tema central da discussão será a questão da violência.

Segundo Dalmo Oliveira, a ideia é promover uma manifestação pública em protesto pelo assassinato do radialista Ivanildo Viana, morto a tiros, recentemente, quando voltava do trabalho, na BR 230. “Independente da motivação do crime cometido contra Ivanildo, o fato é que nossas categorias estão constantemente ameaçadas em decorrência do papel que exercem junto à sociedade, denunciando crimes de toda sorte, malfeitos e corrupções”, diz o jornalista.

Oliveira acrescenta que o ato será um momento dos comunicadores exibirem para a sociedade a situação de risco que passam cotidianamente, ao cobrirem conflitos e produzirem notícias e opiniões sobre as ocorrências do universo da criminalidade. “Muitos companheiros sequer têm a noção dos riscos que correm no exercício da profissão e expõem suas vidas por salários nem sempre dignos e justos”, acrescenta o jornalista.

Estudos mostram que radialistas e jornalistas têm a saúde comprometida por causa do ritmo estressante que levam em suas atividades. A precarização dessas profissões é outro fator de adoecimento, com jornadas intermináveis e a necessidade de trabalharem os três expedientes diários na busca de salários melhores.

A reunião deve articular ainda as entidades de classe das categorias, como sindicatos e associações. “Nossa proposta é organizar uma mobilização plurinstitucional agregando entidades e indivíduos nesse movimento”, diz Marcela Sitônio, presidenta da API.

Com assessoria

Solidariedade inicia campanha por impeachment de Dilma

Paulinho da Força começou a coletar assinaturas pedindo o afastamento da presidente Dilma Rousseff Foto: Marcio Ribeiro / Futura Press
Paulinho da Força começou a coletar assinaturas pedindo o afastamento da presidente Dilma Rousseff
Foto: Marcio Ribeiro / Futura Press

“Partido de Paulinho da Força já coleta assinaturas e espera intensificar movimento nos protestos de domingo”

O partido Solidariedade, presidido pelo deputado Paulinho da Força, iniciou nesta quarta-feira um movimento nacional de coleta de assinaturas pedindo o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT).

A campanha pelo impeachment será lançada oficialmente amanhã, às 15h30, na liderança do Solidariedade, em Brasília. A expectativa da sigla é intensificar a coleta de assinaturas durante os protestos contra Dilma, marcados para o próximo domingo em várias cidades do País.

Em nota publicada em seu site, o partido afirma que há meses mantém diálogo com juristas e ministros e sustenta que “está convencido de que há bases legais sólidas para a abertura de um processo de impeachment”.

O Solidariedade é o primeiro partido a lançar uma campanha oficial pelo afastamento de Dilma. Nesta quarta-feira, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que o impeachment “não está na agenda” do partido, mas afirmou que os tucanos darão apoio “irrestrito” às manifestações de domingo.

Da redação, com Terra

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