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sábado, 25 julho 2026
                          
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Lançada a terceira edição da Copa Paraíba de Futebol Sub 15

Lançamento aconteceu no auditório da PBTur.
Lançamento aconteceu no auditório da PBTur.
Lançamento aconteceu no auditório da PBTur.

Da redação, com Secom-PB.

A 3ª edição da Copa Paraíba de Futebol Sub 15 foi lançada nesta sexta-feira (13), no auditório da PBTur. O ato contou com a presença de representantes de 90 clubes e entidades de todo o Estado, que participarão da competição destinada a garotos de até 15 anos e que é organizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).

De acordo com a reunião, para participar da Copa, os interessados devem encaminhar um ofício na sede da Sejel, que fica na rua São Rafael, 567, bairro do Castelo Branco I. “As inscrições vão até o dia 27 deste mês e é só levar um ofício à Sejel que automaticamente estará com a participação garantida”, disse.

O secretário executivo de Juventude, Esporte e Lazer, José Marco, afirmou que o Governo do Estado está investindo para o engrandecimento do esporte em todo o Estado. “A Copa Paraíba foi sucesso nos dois últimos anos e agora mostra o quanto vem investindo para o esporte crescer. Pelo terceiro ano consecutivo, essa competição será realizada no intuito de mostrar o trabalho também pelo esporte amador”, frisou.

Homenagem

A coordenação da Copa durante o evento homenageou o cronista esportivo Ivan Bezerra, da Rádio Tabajara, com uma comenda de Divulgador Oficial. “Ivan representa o maior divulgador do esporte amador e merece essa homenagem”, ressaltou Raimundo Braga.

Polêmica! Madonna diz ter sido estuprada na juventude e conta detalhes em entrevista

Madonna
Madonna

Mais uma polêmica envolvendo Madonna causou alvoroço na mídia e nas redes sociais nesta semana. Em uma entrevista ao “Howard Stern Show”, falando sobre sua vida pessoal e início de carreira, a “rainha do pop” deixou fãs, apresentador, e mídia chocados ao comentar que na juventude, assim que chegou a Nova York, foi estuprada, mas que não prestou queixa contra o agressor.

“Eu fiquei em choque, não conhecia uma alma viva na cidade”, disse a cantora, que contou ainda que tinha apenas 19 anos quando tudo aconteceu. Segundo ela, quando se mudou para Nova York, ela não conhecia ninguém e vivia dizendo “‘oi’ para as pessoas na rua como uma idiota”.

Ingênua, a estrela conta que estava indo para sua aula de dança quando encontrou a porta de sua casa trancada e pediu dinheiro para usar o telefone público. “[Esse cara] deu a grana para mim, ele era amigável. Na época, eu confiava em todo mundo”. Madonna ainda revelou que o homem a fez usar o telefone de sua casa, que ficava do outro lado da rua. “Foi quando ele me estuprou”, relembrou ela.

Questionada se tinha denunciado o caso à polícia, a cantora afirmou que não: “Não é apenas a pena, é muita humilhação”, concluiu. A cantora também polemizou ao confessar que não proíbe os filhos de usar drogas, pois ela mesmo já usou. “Experimentei há muitos anos e não gostei”, disse a cantora e atriz.

Não estando preparada para os proibir de experimentar, pede no entanto à sua filha Lourdes que tome “decisões sábias” e que se experimentar drogas, então que o faça “com moderação e sem misturar com álcool”.

Caras e Beevoz

Jumenta morre após ter vara introduzida no órgão genital, em Araçagi

Uma jumenta foi abusada por um homem na zona rural da cidade de Araçagi. De acordo com o proprietário, o homem que violentou o animal ainda introduziu no reto e na vagina uma estaca de madeira, o que ocasionou ferimentos graves e a morte do animal. O crime aconteceu no domingo (01) na Agrovila Mulunguzinho.

Segundo Ivanildo Torquato, de 48 anos, a jumenta estava num curral onde ele sempre a deixava para passar a noite. Ele só tomou conhecimento do caso na manhã da segunda-feira (02), quando um morador avisou que ela estava doente. Ao ir no local, Ivanildo constou a agressão contra o animal. “Quando cheguei lá, vi a uma estaca com marcas de sangue e pelos das partes intimas da burra na ponta da madeira”, disse. O animal ainda chegou a ser medicado por Ivanildo, mas faleceu na terça-feira (03).

Ivanildo com a vara que foi usada pelo suspeito
Ivanildo com a vara que foi usada pelo suspeito

Segundo o agente da Polícia Civil, Tarcísio Noberto, na localidade, populares apontam um morador conhecido como “Ica”, como o autor do crime.

Tarcísio Noberto disse que polícia vai investigar
Tarcísio Noberto disse que polícia vai investigar

Conforme relato dos moradores, “Ica” teria afirmado que teria dito no dia que iria “comer” uma burra. As suspeitas são reforçadas pelo fato do homem já ter sido flagrado abusando uma porca no interior de sua casa. Após ouvir o relato, o proprietário foi à Delegacia da cidade, onde realizou o boletim de ocorrência e agora espera pelas medidas policiais.

O agente disse que vai investigar o caso para identificar se realmente a pessoa cometeu o delito. “Vamos tomar as providências necessárias para elucidar esse crime”, frisou.

Esse é o segundo caso de maltrato a animais na região. No último domingo (07), um estudante divulgou um vídeo em que três pessoas, entre elas uma idosa de 80 anos, aparecem agredindo um cachorro até a morte, em Guarabira. A polícia deteve os três envolvidos, que foram levados para a delegacia e assinaram um termo, sendo, em seguida liberados. Eles responderão pelo mesmo crime.

Da redação, com Manchete PB

Coreia do Norte dispara sete mísseis ao mar

“Situação na península coreana está tensa após exercícios militares de Seul e Washington”

A Coreia do Norte disparou nesta quinta-feira sete mísseis ao mar, em sua costa oriental, anunciou o ministério sul-coreano da Defesa. O líder norte-coreano Kim Jong-Un teria supervisionado pessoalmente a operação na quinta-feira à noite em uma base de lançamento na região da cidade de Sondok.

Os disparos acontencem após a Coreia do Sul e os Estados Unidos fazerem suas manobras militares anuais que sempre provocam reações do país vizinho, que as considera um teste geral para a invasão de seu território. Na semana passada, Pyongyang prometeu “ataques impiedosos” como resposta.

As manobras, que foram finalizados nesta sexta-feira, começaram no dia 2 de março e mobilizaram cerca de 10 mil soldados sul-coreanos e outros 8,6 mil militares americanos. O general Curtis Scaparrotti, chefe do comando das forças conjuntas, afirmou que os exercícios militares são “cruciais” para garantir a defesa da Coreia do Sul.

A outra fase das manobras – Foal Eagle – prosseguirá por mais seis semanas, com a participação de milhares de soldados, dos dois lados. Apesar de Seul e Washington afirmarem que trata-se de exercícios puramente defensivos, Pyongyang afirma que é a antessala de uma invasão.

Coreia do Norte e Coreia do Sul se tornaram Estados independentes em 1948 e a guerra da Coreia (1950-1953) reafirmou esta divisão. As duas Coreias permanecem tecnicamente em guerra porque após o armistício de 1953 não assinaram um tratado de paz.

Da redação, com Zero Hora

MEC garante que todas as renovações de contratos do Fies estão asseguradas

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, na tarde de hoje (12) nota para tranquilizar os estudantes que ainda não conseguiram renovar o contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo a pasta, todos os que firmaram contratos até 2014 têm assegurado o aditamento. Ao todo, foram renovados mais de 830 mil contratos de um total de 1,9 milhão. O sistema ficará aberto até o dia 30 de abril.

“Todos têm assegurado o aditamento de seus contratos”, destaca a nota. A pasta esclarece que, a qualquer momento em que for feito o aditamento, ele vale desde o início do semestre. A lentidão no sistema, enfrentada por alunos, está sendo corrigida, acrescenta o MEC.

O MEC informa ainda que, além das renovações, há vagas para novos contratos, mas não menciona quantas.

Em nota anterior, a pasta ressalta que usa critérios de qualidade, distribuição regional e disponibilidade de recursos para liberar os financiamentos, e que os cursos com nota 5 (avaliação máxima) serão todos oferecidos. Nos que têm notas 3 e 4, são considerados aspectos regionais como, por exemplo, localidades que historicamente receberam menos financiamentos.

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar após 18 meses da conclusão do curso. Desde 2010, o Fies acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.

Ascom

Janduhy Carneiro lamenta perda de autonomia da Assembleia ao aprovar vetos do Estado às emendas de metas dos parlamentares

Deputado Janduhy Carneiro
Deputado Janduhy Carneiro
Deputado Janduhy Carneiro

“Deputado também se solidarizou com a Defensoria Pública e com os PMs licenciados que tiveram as suas reivindicações negadas pela situação na Assembleia”

O deputado estadual Janduhy Carneiro (PTN), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa, lamentou na manhã desta quinta-feira, 12, não ter a maioria na Casa Epitácio Pessoa para impedir que o Governo do Estado conseguisse vetar até as emendas de metas que são prerrogativas do Poder Legislativo.

Na votação da manhã de hoje, a situação conseguiu manter os vetos do governador a todos os projetos e matérias colocada em pauta pelo presidente da Assembleia, deputado Adriano Galdino. As emendas eram da legislatura passada. Sob a alegação de que o governo teria pressa e que está engessado, houve uma votação onde os deputados foram obrigados a votar em bloco, quando se determina que deveria ser votado veto a veto.

“Até as emendas de metas, que é uma prerrogativa do parlamentar, para destiná-las em ações que beneficiem a população paraibana, em particular os municípios que ele representa, foram vetadas, quando no Governo Federal isto já está no orçamento impositivo, onde oposição e situação têm o mesmo direito”, declarou o deputado Janduhy Carneiro.

O deputado Janduhy Carneiro falou sobre a situação dos PMs licenciados que estão sem poder retornar aos quadros efetivos do Estado, apesar de estarem, legalmente, afastados das funções para tratar de assuntos pessoais, conforme confirma oficialmente o Comando da PM que enviou ofício ao Ministério Público confirmando o afastamento e não o desligamento dos policiais militares. “Foi cometida uma grande injustiça. Não se pode excluir dos quadros de pessoal quem está de licença a pedido. Espero que a categoria continue lutando na Justiça para reaver os seus direitos”, sugeriu Janduhy.

O parlamentar se solidarizou também com os defensores públicos que tiveram as suas reivindicações negadas e disse acreditar na Justiça, apesar da derrota obtida na Assembleia Legislativa. “Lamentavelmente nós fomos derrotados por dois votos na Assembleia. Mas temos a convicção de que a categoria dos defensores públicos irá ganhar no Poder Judiciário. Sabemos das vitórias conquistadas até agora pela Defensoria Pública em várias instâncias judiciais e acreditamos que os defensores irão lograr êxito”, acredita o deputado

“A Assembleia Legislativa da Paraíba, no contexto nacional, é a única do Brasil que não pode apresentar emendas ao orçamento, perdendo a sua autonomia. Isto é extremamente lamentável e saio desta Casa muito triste porque as emendas de metas dos parlamentares não estão sendo cumpridas pelo Governo. É só o que tenho a dizer, pois não tenho mais palavras para expressar a minha tristeza e decepção ao constatar que não podemos apresentar emendas porque são vetadas pelo estado da Paraíba”, lamentou, por fim, o deputado Janduhy Carneiro.

Da redação, com assessoria

CUT, MST e UNE vão às ruas nesta sexta-feira “contra retrocesso” e impeachment

“Protesto em 26 capitais será contra ajustes do governo Dilma, mas pede “respeito aos resultados eleitorais”, em uma resposta aos atos pró-impeachment de domingo”

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) convocou, para esta sexta-feira 13, manifestações em  26 capitais brasileiras. O ato é uma resposta antecipada a outro protesto marcado para este domingo 15, cuja pauta é o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Apesar de ser uma entidade ligada ao PT, a CUT promete protestar “contra o retrocesso”, em referência aos ajustes fiscais promovidos pelo governo que têm atingido direitos dos trabalhadores. No entanto, os sindicalistas enfatizam que o objetivo é também defender a democracia, além da Petrobras e de uma reforma política.

Os protestos têm apoio de outras organizações sindicais e movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e a União Nacional dos Estudantes (UNE). Em manifesto sobre a convocação, a CUT chamou de “ataque a direitos” as mudanças que o governo Dilma tem feito no acesso a bens trabalhistas.

“As MPs 664 e 665, que restringem o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, pensão por morte e auxílio-doença, são ataques a direitos duramente conquistados pela classe trabalhadora. Se o governo quer combater fraudes, deve aprimorar a fiscalização; se quer combater a alta taxa de rotatividade, que taxe as empresas onde os índices de demissão imotivada são mais altos do que as empresas do setor”, diz o comunicado.

Na mesmo texto, a central reforça que é preciso, no entanto, “respeita os resultados eleitorais”, em referência, justamente, à pauta dos manifestantes de 15 de março, que pretende derrubar o governo eleito. “Fomos às ruas para acabar com a ditadura militar e conquistar a redemocratização do País. Democracia pressupõe o direito e o respeito às decisões do povo, em especial, as dos resultados eleitorais. A Constituição deve ser respeitada”, afirma.

Em resposta às denúncias de corrupção que envolvem na Petrobras, que surgiram durante a deflagração da Operação Lava Jato, os sindicalistas propõem a reforma política. Por isso, esta será outra bandeira da manifestação. “Para combater a corrupção entre dirigentes empresariais e políticos, temos de fazer a Reforma Política e acabar de uma vez por todas com o financiamento empresarial das campanhas eleitorais. A democracia deve representar o povo.”

Em São Paulo, o ato da CUT está marcado para começar na avenida Paulista, altura do número 901, onde fica uma das sedes administrativas da Petrobras, a partir das 15h, mesmo horário em que ocorrerá a concentração no Rio de Janeiro, na Cinelândia. Em Curitiba, a manifestação está marcada para começar às 17h, na Praça Santos Andrade, e contará com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Paraná (APP Sindicato), que tem promovido uma série de protestos contra o governador do Estado, Beto Richa (PSDB-PR).

Da redação, com Carta Capital

Pela reforma agrária: MST e Via Campesina mantêm protestos pelo país

Manifestantes participam da Jornada de Lutas das Camponesas, terça-feira, em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil
Manifestantes participam da Jornada de Lutas das Camponesas, terça-feira, em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil
Manifestantes participam da Jornada de Lutas das Camponesas, terça-feira, em BrasíliaJosé Cruz/Agência Brasil

Em continuidade à série de atos da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária, iniciada na semana passada, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina promovem manifestações ontem (12) em cinco estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Alagoas, Bahia e Rondônia. Eles protestam pela reforma agrária e contra o avanço do agronegócio.

Na capital paulista, cerca de 5 mil camponeses, de acordo com o MST, marcharam no início da tarde até a sede da Secretaria-Geral da Presidência da República, onde entregaram a pauta de reivindicações.

No Rio Grande do Sul, integrantes da Coordenação de Movimentos Sociais, que reúne várias entidades, participam de um ato “em defesa da classe trabalhadora e da Petrobras”. A manifestação também pede a realização de um plebiscito sobre a convocação de uma assembleia constituinte exclusiva para tratar da reforma política.

“Queremos uma Constituinte da reforma política para acabar com a influência das grandes empresas e do poder econômico na política brasileira, sequestrada no último período por cerca de 10 grandes empresas, que financiaram todos os partidos”, defendeu, em nota, o dirigente estadual da Via Campesina Marcelo da Silva.

Em em Porto Velho, cerca de mil mulheres da Via Campesina, do MST, do Movimento dos Atingidos por Barragens e da Comissão Pastoral da Terra fizeram um protesto pela reforma agrária em frente ao Palácio Presidente Vargas, sedo do governo de Rondônia. Representantes das camponesas foram recebidas pelo vice-governador, Daniel Pereira, pela direção estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Caixa Econômica Federal.

Em Alagoas, segundo o MST, aproximadamente 5 mil sem-terra, que ontem (11) fizeram uma marcha em Maceió, participaram hoje de reunião com o governador Renan Filho para reivindicar celeridade no processo de desapropriação de imóveis para fins de reforma agrária no estado.

Na Bahia, aproximadamente 6 mil trabalhadores rurais continuam em marcha de 116 quilômetros da cidade de Feira de Santana até a capital, Salvador. Os camponeses iniciaram a caminhada segunda-feira (9) e devem chegar à capital na próxima segunda-feira (16). O ato, segundo o MST, quer chamar a atenção do Poder Público para a violência no campo e para a necessidade de reforma agrária.

A Frente Parlamentar da Agropecuária condenou a ações do MST e da Via Campesina. “Muitos dos protestos são marcados por atos de violência que nem sociedade, nem o setor produtivo de alimentos estão dispostos a tolerar”, disseram, em nota, deputados da bancada ruralista.

No documento, os parlamentares ligados ao agronegócio repudiam o que classificam de “verdadeiro desmonte das novas tecnologias implantadas pela Emater [Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural], Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] e por outras instituições que cuidam da descoberta e implantação de pesquisas no campo”, em relação a protestos de camponeses em unidades de pesquisa agronegócio e multinacionais do agronegócio.

Dilma diz que não tem o menor interesse em restringir manifestações

A presidenta Dilma Rousseff voltou a comentar ontem as manifestações contrárias ao governo que ocorreram nos últimos dias e as que estão programadas para o próximo domingo (15). Dilma disse que “passou a vida” protestando nas ruas e que não tem o “menor interesse” em restringir o direito à livre manifestação no país.
 
“Já falei para vocês que sou uma pessoa mais velha e sou de uma época em que não era possível se manifestar. As pessoas que se manifestavam iam direto para a cadeia ou eram chamadas de subversivas ou de nomes piores. Eu passei minha vida manifestando nas ruas, principalmente na minha juventude. Não tenho o menor, mas o menor interesse, o menor intuito, nem tampouco o menor compromisso com qualquer processo de restrição à livre manifestação neste país”, disse, em entrevista a jornalistas em Rio Branco, após entregar casas a famílias atingidas pela enchente no Acre.
 
Segundo Dilma, como o país não vive uma ditadura, os brasileiros têm o direito de se manifestar, mas sem que haja violência. “A livre manifestação é algo que o Brasil tem de defender e tem, ao mesmo tempo, de defender que ela seja feita de forma pacífica”.
 
No último domingo (8), enquanto o pronunciamento da presidenta em cadeia nacional de rádio e TV era exibido, moradores de cidades brasileiras protestaram contra o governo com panelaços e buzinaços. Ontem, durante evento em São Paulo, a presidenta foi recebida com vaias por parte dos presentes.
 
No domingo, Dilma deverá enfrentar uma nova onda de protestos. As manifestações estão sendo organizadas por movimentos contrários ao governo em várias cidades do país.
Agência Brasil

ALPB mantém todos os vetos de RC, inclusive o da Defensoria Pública

Com voto de minerva do presidente Adriano Galdino (PSB), a Assembleia Legislativa da Paraíba decidiu manter todos os vetos do governador Ricardo Coutinho, inclusive o veto 260/14, que anula os efeitos do projeto de Lei nº 1.968/2014, de autoria da Defensoria Pública do Estado (DPE), referente à fixação do subsídio do defensor público estadual.

A votação ficou empatada em 17 x 17, mas recebeu o voto de minerva do presidente, que desempatou e votou pela manutenção do veto a essa matéria, como também dos demais vetos votados em bloco.

Essa foi a primeira vez que os vetos foram apreciados de forma conjunta. O autor do requerimento sugerindo a votação em bloco foi o deputado Ricardo Barabosa (PSB), que apresentou requerimento na ALPB, sugerindo que os vetos do poder Executivo, em apreciação na sessão desta quinta-feira (12), fossem votados sem discussão.

O requerimento foi aprovado e revoltou os oposicionistas, sobretudo Daniela Ribeiro (PP), Dinaldo Filho (PSDB), Jutay Menezes (PRB) e Janduhy Carneiro (PTN).

A derrota da oposição na Casa aconteceu, principalmente, pela ausência de dois parlamentares, são eles: José Aldemir (PEN) e Frei Anastácio (PT), que não compareceram à sessão de hoje. 

Os vetos já haviam sido mantidos pela Comissão de Constituição e Justiça e a Comissão de Acompanhamento e Controle da Execução Orçamentária. Elas aprovaram o veto às 267 emendas do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA 2015). A aprovação foi por 8 votos a 5.

Ao final da votação dos vetos, a bancada de oposição, mais uma vez, prometeu entrar na justiça para derrubar os vetos do governador Ricardo Coutinho. Renato Gadelha (PSC) alega que a oposição não teve direito a voz na discussão dos vetos.

PROJETO DA DEFENSORIA

O PLO estabelecia o reajuste salarial escalonado dos membros da DPE. Para 2014, os salários seriam aumentados em 44,30%, pagos em três parcelas iguais de R$ 1.000,00. Já para os próximos exercícios, esses valores seriam acrescidos em até 25% anuais.

Os deputados Janduhy Carneiro (PTN) e João Henrique (PEN) que estavam encampados na luta pela derrubada do veto do governador ao Projeto de Lei se manifestaram contra a manutenção do veto.

“A causa da Defensoria Pública é uma causa que está acima dos interesses particulares e partidários. É uma causa que a Paraíba toda tem conhecimento. A decisão do Supremo Tribunal federal diz que não pode ser reduzida a Proposta Orçamentária da Defensoria Pública elaborada de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)”, declarou o deputado Janduhy Carneiro.

De acordo com o parlamentar, a Emenda Constitucional 45/2004 deu um importante passo na valorização das defensorias públicas estaduais, ao prever que a elas deveriam ter asseguradas a autonomia funcional, administrativa e financeira.

“Diz o parágrafo 2º, do artigo 134, que a autonomia administrativa das defensorias lhes dá o direito de se governar, tomando as decisões administrativas que achar corretas, sem precisar de autorização prévia por parte de outros órgãos ou entidades. A autonomia financeira dava o direito a defensoria de decidir qual a proposta do seu orçamento, dentro do que prevê a Lei de Diretrizes Orçamentárias”, explicou.

Em 2014 a Defensoria Pública executou um orçamento no valor de R$ 72 milhões, 741 mil e 704. De acordo com a LDO vigente, o limite para a proposta orçamentária, a vigorar agora em 2015, é de R$ 90 milhões, 561 mil e 196. “O Governo do Estado, entretanto, desconsiderou a resolução federal e reduziu a proposta orçamentária da Defensoria Pública para R$ 50 milhões, 702 mil e 328. A Comissão de Orçamento, tentando dar à Defensoria Pública o mesmo percentual de correção dada ao Ministério Público e ao Tribunal de Justiça, aplicou ao orçamento de 2014 R$ 71 milhões, 641 mil e 794, percentual de 12,32%, e através da emenda de remanejamento Nº 310, no valor de R$ 22 milhões, 764 mil, aumentando a dotação da Defensoria para, R$ 80 milhões, 464 mil”, revelou o deputado.

Da redação, com PBAgora

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