Motos roubadas recuperadas nas ações, no Litoral Sul do Estado
Motos roubadas recuperadas nas ações, no Litoral Sul do Estado
“Detenções aconteceram entre a sexta-feira (13) e segunda-feira (16). Crimes foram registrados em cinco cidades”.
As ações de combate aos crimes patrimoniais (roubos e furtos) resultaram na prisão e apreensão de 14 suspeitos, neste fim de semana, nas cidades de Campina Grande, Monteiro, São João do Tigre, João Pessoa e Santa Rita. A Polícia Militar deteve todos os acusados em flagrante, envolvidos em casos contra estabelecimentos comerciais, residências e pessoas.
No Centro de Campina Grande, nesse domingo, três adolescentes foram apreendidos após arrombarem uma loja de eletrodomésticos, na Avenida Presidente João Pessoa. Os jovens, que têm 16 e 15 anos de idade, utilizaram uma chave de fenda para praticar a ação. Eles pretendiam levar celulares do estabelecimento. O trio foi apresentado na Central da Polícia Civil e autuado por tentativa de furto qualificado.
Em várias cidades foram realizados bloqueios policiais com o intuito de prevenir os crimes, principalmente utilizando motos para facilitar a fuga. As ações vão continuar durante todo mês de março.
Na semana passada – A última semana terminou com 35 suspeitos de roubos e furtos detidos pela Polícia Militar, na Paraíba. No total, das 7h da última segunda-feira (9) até às 7h desta segunda-feira (16), 49 pessoas foram detidas por crimes contra o patrimônio, em todo Estado.
Nome de Fabrício Salles é bastante comentado nos bastidores da política mamanguapense
Nome de Fabrício Salles é bastante comentado nos bastidores da política mamanguapense
“Estarei pronto para ajudar o desenvolvimento de Mamanguape e não fugirei do chamamento do povo”, disse o economista Frabício Sales.
Um fato que chama a atenção da classe política de Mamanguape, em todos os eventos públicos que o prefeito Eduardo Carneiro Brito (PR) não comparece, nem o seu vice, Beto Fernandes (PSDB), ambos – são representados pelo secretário de Finanças do município, economista Fabrício Sales
Na semana passada o Secretário de Estado do Desenvolvimento e Articulação Municipal, Waldson Sousa esteve reunido com prefeitos e secretários municipais das doze cidades da região. O evento aconteceu na Escola Técnica Estadual e contou com a presença de Fabrício Sales.
Durante a reunião, Sales fez reivindicações ao doutor Waldson, a exemplo da pavimentação da Avenida Ruy Carneiro, Matadouro Público, além da saída de Mamanguape para Itapororoca. Após a conversa com o secretário, Fabrício respeitosamente conversou com a maior liderança das oposições local, Maria Eunice do PSB, pré-candidata a Prefeitura em 2016.
Para um bom entendedor, o nome de Fabrício é guardado a sete chaves no laboratório político do prefeito da cidade. Eduardo também simpatiza apoiar como seu sucessor no pleito de outubro do próximo ano, o amigo particular, ex-prefeito por duas vezes consecutivas, Fábio Fernandes Fonseca – PSDB. O tucano é irmão de Beto e Ariano Fernandes.
Sobre seu futuro político, o presidente do diretório do PP municipal, “Fabrício Sales revelou que depende da família, mas não fugirá do chamamento do povo, dos dez vereadores e outras lideranças que apóiam o projeto político e administrativo do chefe do executivo”, disse Sales.
Maria Eunice ao lado do governador Ricardo Coutinho durantes eleições de 2014
“Qualquer filiado do PSB tem o mesmo direito de disputar qualquer cargo eletivo nas eleições de 2016, defendo pesquisa popular”, disse Eunice.
Maria Eunice ao lado do governador Ricardo Coutinho durantes eleições de 2014
Na semana passada, a ex-vice-prefeita, Maria Eunice (PSB), participou de uma reunião em uma das salas da Escola Técnica Estadual, no conjunto Nossa Senhora da Penha I e II, com o Secretário de Estado de Desenvolvimento e Articulação Municipal, Waldson Sousa, com prefeitos e secretários municipais das doze cidades que compõem o Vale e Litoral Norte de Mamanguape.
A professora Maria Eunice estava na companhia do marido, ex-promotor de Justiça e ex-professor de sociologia, José Rodrigues Pessoa (Quequinha). A socialista encaminhou pedidos para Mamanguape ao secretário Waldson, a exemplo da pavimentação da Avenida Senador Ruy Carneiro, Matadouro Público, Revitalização da Bica do Sertãozinho, do Módulo Esportivo e do Distrito Industrial, além do giradouro para entrada do HGM e o melhoramento da saída de Mamanguape para Itapororoca, na PB-057, que está intransitável.
Indagada pela reportagem da Rádio Correio do Vale FM e o PBVale, porque o PSB não participou de uma recente reunião com os presidentes do PT do B, PRB, PEN, PT e PHS, ‘Eunice disse que não recebeu convite, considera um processo democrático, revelou que na próxima reunião dos “girassóis” os partidos de oposição serão convidados e bem vindos’, explicou.
Eunice confirma que é pré-candidata a prefeita, já recebeu sinal verde do governador Ricardo Coutinho e do presidente do diretório estadual, Edvaldo Rosas – mas defende que qualquer filiado do PSB tem o mesmo direito de disputar qualquer cargo eletivo nas eleições de 2016, e defende a tese de pesquisa popular para escolha do melhor nome para concorrer a Prefeitura. Ela foi mais além, e disse que ninguém é candidato de si próprio, o povo é quem decide, ponderou.
Sobre a unidade do partido, Maria Eunice revelou que a executiva municipal reuniu-se com o vereador Luciano Castor e outros membros do diretório. “Para Eunice e outros socialistas, estão muito otimistas da vitória do partido para a Prefeitura da cidade, o povo de Mamanguape não aceita mais um prefeito que vive ausente da administração e da população”, finalizou
Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Ela se define como socialite. Mas nas ruas chamou atenção de outra maneira. Juliana Isen conseguiu não ser apenas mais uma na multidão ao sair às ruas usando apenas shorts, tênis e adesivos cobrindo o bico dos seios neste domingo, 15, durante as manifestações que pedem por reforma política. Em São Paulo, o protesto aconteceu no MASP (Museu de Arte de São Paulo), localizado no bairro de Cerqueira César, em São Paulo.
Ao EGO, ela falou o motivo de ter ido quase nua protestar. “Na Rússia é muito normal se manifestar dessa forma. Foi uma forma de me sentir livre num pais de roubalheira e tanta falta de oportunidade. Eu acho que é isso que todo mundo quer, liberdade”, disse ela, que é empresária do ramo de nutrição fitness.
“Assim como eu, a maiorias das pessoas do Brasil quer a mesma coisa: paz, um Brasil melhor, com hospitais, com educação. Independente da classe social e religião. Está todo mundo na mesma sintonia de querer um Brasil melhor”, comentou ela.
Não é a primeira vez que Juliana participa de manifestações. “Eu sempre participo. Todo mundo sempre me chamou de musa”, conta, mas desconversa quando perguntada se gosta ou desgosta do título. “Não é questão de gostar. Estou lutando por um propósito em que acredito.”
Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Isen protesta com seios à mostra (Foto: Amauri Nehn/Photo Rio News )
Nas ruas, os brasileiros estão divididos entre os que querem o impeachment da presidente, a renúncia de Dilma e do vice, Michel Temer (PMDB), e os que estão descontentes com o rumo do país, os desvios de verbas públicas e até o reajuste da tarifa de energia elétrica.
Há 30 anos, em 15 de março de 1985, a posse do presidente José Sarney colocava fim oficialmente à ditadura militar. A BBC Brasil convidou lideranças em diferentes setores para opinar sobre quais são os principais avanços colhidos em três décadas de democracia e em que áreas se avançou pouco.
Um dos que aceitaram o convite foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Assim como outros entrevistados, ele destacou o aumento da liberdade de expressão e a redução da desigualdade social como importantes conquistas desse período.
Para que o país avance mais, Lula defendeu a democratização dos meios de comunicação e a realização de uma reforma política que estabeleça o financiamento público das campanhas eleitorais em substituição ao financiamento por empresas.
O comentário do ex-presidente tem como contexto o momento de fraqueza do governo de sua sucessora, Dilma Rousseff, que está pressionada pelo noticiário negativo em torno do escândalo da Petrobras (de onde recursos teriam sido desviados para financiar partidos).
A BBC Brasil também convidou Marina Silva e as principais lideranças do PSDB (Fernando Henrique Cardoso e Aécio Neves), mas eles não responderam às perguntas encaminhadas.
Especializado em qualidade da democracia, o cientista político José Álvaro Moisés destacou como avanços a estabilidade econômica e o controle da inflação – e apontou como grave problema a corrupção nos governos.
A urbanista Raquel Rolnik também criticou a continuidade do sistema de financiamento de campanhas por grandes empresas, o que, na sua opinião, tem colocado as decisões do Estado sob o comando de grupos privados.
O problema da violência, principalmente contra os mais pobres, foi lembrado por Jailson de Souza, coordenador do Observatório de Favelas. Já Monica de Bolle, ex-economista do FMI, considera que houve pouco progresso no sentido de dar mais voz às “minorias” e às mulheres.
Mais pessimista, Guilherme Boulos, liderança do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, disse que os avanços da democracia “estão em permanente ziguezague, alternando ganhos pontuais e retrocessos”, e citou como exemplo a “criminalização das manifestações”.
Confirma abaixo o comentário do ex-presidente Lula:
Principais avanços: Eu acho que o maior avanço do país nesses 30 anos foi a conquista, consolidação e aprofundamento da democracia. As pessoas poderem se expressar, se organizar e escolher seus representantes. Só na democracia um trabalhador ou uma mulher podem chegar à Presidência da República. Só com democracia, com organização e pressão do povo foi possível reduzir a pobreza, diminuir a desigualdade e tirar o Brasil do Mapa da Fome da ONU.
Avanços limitados: Eu acho que após 30 anos, precisamos de uma reforma política, extremamente necessária para o país e para recompor a vitalidade da política. É necessário esse salto de qualidade na democracia e na transparência, que pode fortalecer a confiança da sociedade nos seus representantes e nas instituições. Para isso, o meu partido, o Partido dos Trabalhadores, propõe, por exemplo, financiamento público de campanha.
E não só isso, outro aspecto no qual não conseguimos avançar foi na democratização dos meios de comunicação de massa. O Código de Telecomunicações é de 1962, muito distante de hoje. São seis famílias que detém quase o total do mercado dos meios de comunicação. Isso ainda precisa avançar muito.
Rir provoca a liberação de endorfinas, substâncias químicas naturalmente produzidas pelo corpo, promovendo uma sensação geral de bem-estar, que permanece com a pessoa mesmo após a diminuição do riso. Isso leva a uma diminuição do estresse. Aliado a tudo isso, o riso melhora a função do vaso sanguíneo, aumentando a circulação do sangue, que ajuda a proteger contra ataques cardíacos. Pessoas felizes e otimistas têm 22% menor chance de sofrer de problemas cardíacos do que os que têm sentimentos negativos.
Pessoas mal humoradas, impacientes, irritadas, contrariadas, rígidas (inclusive consigo mesmas) e autoritárias vivem num processo de tensão muito maior e esta tensão propicia uma descarga muito maior de adrenalina e consequentemente uma predisposição maior para acidentes vasculares, as anginas e os infartos.
Lucena x Campinense, no Estádio Amigão, pelo Campeonato Paraibano 2015 (Foto: Nelsina Vitorino / Jornal da Paraíba)
Lucena x Campinense, no Estádio Amigão, pelo Campeonato Paraibano 2015 (Foto: Nelsina Vitorino / Jornal da Paraíba)
Em um jogo de início conturbado no Estádio Amigão, onde apenas o primeiro tempo durou 89 minutos, o Campinense finalmente reencontrou a vitória no Campeonato Paraibano ao bater o Lucena por 3 a 0.
A partida teve validade pela atrasada quarta rodada da competição.
Após quatro jogos sem vitória no estadual, o Rubro-Negro voltou a marcar três pontos, chegou aos 12 e assumiu a quinta colocação na tabela, superando o Sousa no saldo de gols.
A vitória empolgou os rubro-negros para o próximo compromisso. Quarta-feira, contra o Bahia, novamente no Amigão, a Raposa tem partida decisiva pela Copa do Nordeste.
Se vencer o Tricolor da Boa Terra, o Campinense se garante nas quartas de final do regional e abocanha mais R$ 250 mil de cota.
Pelo Paraibano, o time de Diá volta a atuar no domingo, outra vez em Campina Grande, no clássico ante o Botafogo-PB.
Atlético x Botafogo-PB
Botafogo-PB domina o jogo, mas sofre gol no fim (Foto: Ângelo Lima / GloboEsporte.com)
O Atlético de Cajazeiras recebeu o Botafogo-PB no Perpetão na noite desde domingo (15) pelo Campeonato Paraibano. Em um jogo fraco tecnicamente, Doda, em boa jogada individual, marcou o gol do Belo, mas Cleiton Cearense, de pênalti, aos 49 do segundo tempo, empatou a partida que terminou com o placar de 1 a 1.
Com o resultado o Atlético de Cajazeiras segue na vice-lanterna do campeonato, agora com 8 pontos ganhos, assim como o Lucena. O próximo compromisso do Trovão Azul será dia 25 contra o Campinense no Perpetão.
Já o Botafogo-PB vai a 14 pontos e segue na vice-liderança do Paraibano, com três pontos a menos que o líder Treze, mas também com dois jogos a menos. No próximo domingo (22), o Belo enfrenta a Raposa no Amigão. Antes, na despedida da Copa do Nordeste, o time pessoense enfrenta o River-PI em Teresina.
Manifestação em João Pessoa ficou concentrada no Busto de Tamandaré (Foto: Diogo Almeida/G1)
Manifestação em João Pessoa ficou concentrada no Busto de Tamandaré (Foto: Diogo Almeida/G1)
“Manifestantes fizeram passeatas contra a corrupção e a presidente. PM diz que 4 mil pessoas passaram pelo protesto na capital”.
Fotos: Hermes de Luna
Cerca de mil pessoas ocuparam a Praça da Bandeira, no Centro de Campina Grande, no início da tarde deste domingo (15) para protestar contra a forma de governo de Dilma Rousseff e pedir o impeachment da presidente. Os manifestantes criticaram os escândalos de corrupção envolvendo pessoas ligadas ao PT, partido de Dilma, e o atual momento da economia brasileira. Dentre as principais queixas, estavam os aumentos dos preços de combustíveis e da tarifa de energia elétrica.
Uma equipe da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) esteve no local para dar suporte à segurança do protesto. Até as 15h, ainda não havia policiais na Praça da Bandeira, mas o Comando da Polícia Militar garantiu que ia enviar profissionais para o local.
Os manifestantes saíram da Praça da Bandeira em passeata, passando pela rua Irineu Joffilly, com destino ao Açude Velho, onde se encerrou a manifestação. Por volta das 18h, os manifestantes começaram a se dispersar. O grupo utilizou bandeiras, faixas e carros de som. A manifestação foi pacífica e nenhum princípio de tumulto foi registrado.
Manifestação em João Pessoa ficou concentrada no Busto de Tamandaré (Foto: Diogo Almeida/G1)
Na Capital
Um grupo de aproximadamente 6 mil pessoas participa do protesto em João Pessoa. O trânsito foi fechado no sentido Centro-praia da Avenida Epitácio Pessoa, um dos principais corredores da cidade. A concentração do protesto é no Busto de Tamandaré, divisa das praias de Tambaú e Cabo Branco. Não houve passeata.
No Busto de Tamandaré, os manifestantes cantaram o hino nacional e esbravejam gritos de “Fora, Dilma”. Além disso, fazem duras críticas à corrupção na Petrobras, utilizando cartazes e bandeiras do Brasil. A previsão é de que a manifestação se estenda até as 20h. Equipes da Polícia Militar e Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) estão no local para garantir a segurança no protesto.
As manifestações contra o governo federal ocorrem em 22 estados do Brasil e no Distrito Federal. O protesto de maior destaque acontece em São Paulo, com cerca de 1 milhão de pessoas reunidas na Avenida Paulista, segundo a Polícia Militar.
Por Amanda Gabriel, Alisson Correia e Rafaella Gomes, via Portal Correio
Manifestação no Rio de Janeiro reúne milhares de manifestantes na orla da Praia de CopacabanaTânia Rêgo/Agência Brasil.
Ao menos 1,5 milhão de pessoas protestaram contra o governo federal neste domingo (15) em todos os Estados do país, além do Distrito Federal. O número de manifestantes em cada Estado foi divulgado pela Polícia Militar local.
São Paulo é o Estado com o maior número. Por volta das 15h40, a PM informou que 1 milhão de pessoas estavam reunidas na região da avenida Paulista, no centro da capital paulista. A cidade foi a única a registrar um incidente até o momento. Cerca de 20 manifestantes de um grupo denominado “Carecas do Subúrbio”, conforme escrito em suas camisetas, foram detidos. Com eles, foram encontrados rojões, bombas caseiras e soco inglês.
Em Ribeirão Preto (SP), outras 40 mil pessoas saíram às ruas. Em Campinas, foram dois atos: 10 mil e 25 mil.
No Paraná, cerca de 80 mil pessoas protestaram no centro de Curitiba. Em Londrina, o ato reuniu entre 35 e 40 mil pessoas.
Em Brasília, o protesto ocupou o Eixo Monumental, com cerca de 45 mil pessoas marchando em direção ao Congresso Nacional. A passeata saiu do Museu da República e se concentrou diante da sede do legislativo. Um cordão de policiais fez isolamento do Congresso para evitar invasões. Um carro de som “proibia” bandeiras vermelhas e de partidos políticos.
No Rio de Janeiro, 15 mil pessoas ocuparam a faixa de areia e a pista da orla de Copacabana e caminharam em direção ao Leme. Em uníssono, eles gritam frases como “Fora Dilma”, “o PT roubou” e “a nossa bandeira jamais será vermelha”.
Na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, 30 mil pessoas lotavam o local. Muitas usavam camisetas da seleção brasileira, enquanto outras pintaram os rostos em verde e amarelo e usavam apitos. O tráfego de veículos no entorno da praça foi fechado.
Em Goiás, cerca de 20 mil pessoas participaram do protesto em Goiânia. A concentração começou na praça Tamandaré e seguiu a avenida 85.
Já em Porto Alegre, por volta das 15h30, a Polícia Militar estimava que cerca de 30 mil pessoas participavam do protesto. Os manifestantes, que se concentraram no parque Moinhos de Vento, marcharam rumo ao parque Farroupilha.
Em Salvador, os manifestantes marcaram encontro no Farol da Barra, onde 4.000 pessoas participaram do protesto pacífico. Boa parte usava cartazes para demonstrar a insatisfação com os rumos políticos do país.
Manifestação no Rio de Janeiro reúne milhares de manifestantes na orla da Praia de CopacabanaTânia Rêgo/Agência Brasil.
No Recife, os manifestantes saíram em passeata pela avenida Boa Viagem. A concentração começou às 9h, e a movimentação seguiu durante toda a manhã e tarde. O clima só esquentou quando algumas pessoas pediam uma intervenção militar, mas não foram bem recebidas. Segundo a PM, cerca de 8.000 pessoas estavam presentes na manifestação por volta das 11h.
Em Fortaleza, cerca de 6.000 pessoas participaram do protesto na praça Portugal. O protesto foi pacífico e contou com a presença de muitas crianças. Manifestantes também usaram bicicletas. O trânsito nas ruas do entorno foram fechadas para evitar problemas.
Ao menos 2.000 manifestantes participaram de ato na avenida Marechal Castelo Branco, na zona central de Teresina.
Em Manaus, cerca de 10 mil pessoas participaram do ato contra a presidente na praça Congresso, no centro da capital amazonense. Os líderes do movimento recolheram assinaturas para enviar aos legislativos cobrando o impeachment.
Em Belém, cerca de 7.000 pessoas se reúnem na praça da República, onde ocorre o protesto contra o governo –o mesmo local onde manifestantes se reuniram na sexta-feira (13) em ato de defesa da Petrobras.
Em Maceió, o protesto reuniu 10 mil no corredor Vera Arruda, na praia de Jatiúca. No local havia faixas com os dizeres “SOS Militares”, defendendo uma nova intervenção armada no país e dizendo que os militares “são os únicos que podem fazer a verdadeira reforma política.”
Em São Luís, cerca de 3.000 pessoas se concentraram na avenida Litorânea e fizeram um percurso de 6 km.
Em Aracaju, a manifestação ocorreu nos Arcos da Orla. As pessoas começaram a chegar por volta das 9h30 apenas, já que choveu no início da manhã na capital. Segundo a Polícia Militar, 600 pessoas participaram do movimento. Um painel foi montado para que as pessoas gravassem as marcas das mãos em verde e amarelo.
Também foram registrados atos em cidades de Rondônia, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraíba, Rio Grande do Norte, Amapá, Roraima, Mato Grosso e Acre.
Durante a ditadura militar (1964-1985) o Estado brasileiro restringiu as liberdades individuais e praticou diversas violações de direitos humanos. Pelo menos 434 pessoas foram mortas ou desapareceram por ação dos agentes da repressão. Segundo o relatório final da Comissão Nacional da Verdade, o número não leva em conta os camponeses e indígenas que também sofreram com a ação dos agentes da ditadura. A identificação dessas pessoas deverá aumentar o número de vítimas do regime militar.
Dilma pede manifestações pacíficas: “Sou de uma época em que não era possível se manifestar"
Neste sábado (14), a presidente Dilma Rousseff divulgou em sua página oficial no Facebook um vídeo no qual defende a “livre manifestação”. A livre manifestação é algo que o Brasil tem que defender”, declarou a petista. Dilma pede manifestações ‘sem violência’ neste domingo (15).