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quinta-feira, 10 setembro 2026
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Professores e gestores da rede estadual podem se inscrever para curso online do IDEPB

Estão abertas até o dia 15 de abril as inscrições para o curso online à distância de Formação Continuada em Apropriação de Resultados do Sistema Estadual de Avaliação da Educação da Paraíba (Avaliando IDEPB). Os professores interessados podem se inscrever no endereço eletrônico https://sia.caedufjf.net/caed/inscricao/?cargo=curso_idepb.

O curso é oferecido pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação da Paraíba (SEE-PB).

A capacitação é voltada principalmente para professores de Língua Portuguesa e Matemática, para gestores escolares e professores do 5º ano do Ensino Fundamental da rede pública de ensino do Estado. Estão sendo oferecidas 500 vagas, distribuídas de acordo com as regionais. João Pessoa e Campina Grande poderão preencher 100 vagas, cada, e Guarabira, Itaporanga e Cajazeiras até 50 vagas cada. Estão previstas ainda 135 vagas para distribuição igual entre as regionais de Cuité, Monteiro, Patos, Catolé do Rocha, Sousa, Princesa Isabel, Itabaiana, Pombal e Mamanguape. As 15 vagas restantes podem ser preenchidas por técnicos pedagógicos da rede estadual de ensino e da Gerência de Avaliação da GEEIEF/SEE.

O curso online será ministrado por meio da plataforma Moodle, ambiente virtual de aprendizagem. A formação terá uma carga horária de 40 horas/aula e será realizada de 18 de abril a 17 de maio. Mais informações no Programa da Avaliação (Proava) da SEE-PB, pelo número (83) 3218-4054.

Avaliando IDEPB – O Sistema de Avaliação da Educação do Estado da Paraíba “Avaliando IDEPB” foi instituído desde 2012 e anualmente realiza testes de Proficiência em Língua Portuguesa e Matemática com os estudantes do 5º e 9º ano do Ensino Fundamental, 3ª série do Ensino Médio e 4º ano do Ensino Normal.

Operação prende dois homens por porte ilegal de arma no Litoral Norte

Operação contou com 30 homens e mulheres das forças de Segurança do Estado
Operação contou com 30 homens e mulheres das forças de Segurança do Estado
Operação contou com 30 homens e mulheres das forças de Segurança do Estado

As Polícias Militar e Civil realizaram de forma conjunta, na manhã desta quarta-feira (1), uma operação no Litoral Norte da Paraíba. A ação contou com 30 homens e mulheres das forças de Segurança do Estado e resultou na prisão de dois homens e na apreensão de uma arma de fogo e munição.

O trabalho teve como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão nas cidades de Mamanguape, Itapororoca e Rio Tinto. Foram presos em flagrante de José Pedro da Silva, 58 anos, e Paulo Firmino, 19 anos. A ação faz parte do trabalho que já começa a ser executado a fim de reprimir o porte ilegal de arma e o tráfico de drogas na região. José Pedro foi preso em Mamanguape e Paulo Firmino em Itapororoca, e com eles, além de um revólver calibre 38 e munições, ainda foram encontrados mais de R$ 900 em dinheiro e uma balança de precisão.

Suspeitos foram presos em Mamanguape e Itapororoca
Suspeitos foram presos em Mamanguape e Itapororoca

O comandante da 2ª Companhia Independente, capitão Alberto Filho, disse que um dos suspeitos já era conhecido da polícia e vinha atuando no tráfico de drogas no município. “O Paulo era suspeito de atuar no tráfico de drogas do bairro Alto do Cemitério e a prisão dele representa mais um passo na busca da redução dos indicadores criminais em nossa área”, disse.

Com assessoria

Projeto identifica cientistas perseguidos pela ditadura militar

A história de 471 cientistas perseguidos durante a ditadura militar foi pesquisada e, a partir de hoje (31), pode ser consultada no site do Projeto Ciência na Ditadura. Esta é a primeira fase do trabalho feito pelo pesquisador titular da Coordenação de História da Ciência do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) Alfredo Tiomno Tolmasquim e pelos professores Gilda Olinto e Ricardo Pimenta, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

“Quando se completou 50 anos do golpe militar em 2014, nós nos demos conta de que não existia um balanço do impacto da ditadura militar na ciência brasileira. Existem muitos estudos de qualidade do que aconteceu em uma ou outra universidade ou no Instituto de Manguinhos da Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], mas não havia um panorama completo. Até para dizer quantos foram atingidos e qual impacto [a ditadura] causou na atividade acadêmica do Brasil”, disse Tolmasquim à Agência Brasil.

Ele explicou que os cientistas que foram perseguidos são de diversas áreas, por exemplo, da física, química, matemática, de ciências políticas e da biologia. Para o pesquisador, o mais triste é que entre eles há pessoas que tinham atividade política, alguns professores universitários ligados a partidos políticos, outros ligados ao governo João Goulart.

Além disso, segundo Tolmasquim, existem os que não tinham atividades políticas, mas foram perseguidos por críticas feitas ao regime em comentários a colegas na universidade. Isso, de acordo com pesquisador, era suficiente para que fossem aposentados ou prejudicados na vida acadêmica.

“Em 1965, na Universidade de Brasília, houve um processo forte de demissões. Alguns professores não concordaram e pediram demissão da UnB, muitos deles foram para outras universidades, mas, em 1969, foram demitidos compulsoriamente em uma espécie de revanchismo. Essa era uma característica deste período de repressão. Criar medo e evitar que as pessoas expressassem as suas ideias”, acrescentou.

Tolmasquim acredita que, agora, com a divulgação do site do Ciência na Ditadura, vai começar uma outra etapa da pesquisa com a inclusão de novas informações que podem ampliar tanto o número de atingidos pelo regime quanto acrescentar dados sobre os já identificados, que foram presos, torturados, assassinados, exilados, demitidos, aposentados, submetidos a inquéritos militares ou sofreram boicotes relacionados a trabalhos científicos e intelectuais. “Tem o site, o e-mail ciencianaditadura@mast.br e a página no Facebook ciencianaditadura. Eu imaginei que o grande atrativo seria o site, mas errei. Na verdade, o número de visitas e de participações por meio do Facebook tem sido muito superior”, disse.

O pesquisador revelou que, durante o desenvolvimento do projeto, foram identificadas pessoas que sofreram violações em sua trajetória acadêmica, como as que prestaram concurso ou concorreram a bolsas de pesquisas e não foram chamadas porque estavam em uma lista de procurados pelos órgãos de repressão. “A nossa ideia com este site é recolher esses depoimentos e estas contribuições para que não fiquem esquecidas”, explicou.

Ele citou o caso da professora do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), Ana Rosa Kucinski Silva e do marido Wilson Silva, em abril de 1974. Os dois, que integravam a Ação Libertadora Nacional (ALN), foram dados como desaparecidos. A USP chegou a afirmar que houve abandono de emprego. Somente no ano passado, com os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, ficou comprovado que foram mortos por agentes da repressão. “Foram assassinados e sumiram. São dois casos de pessoas que foram desaparecidas”.

O projeto apontou ainda a participação de pessoas de dentro das universidades que se aproveitaram do momento de repressão para tirar vantagem. “Houve denúncias, e aconteceu na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na época Universidade do Brasil, antiga Faculdade de Filosofia. Tinha um decano que denunciou um grupo de desafetos como uma célula de comunistas dentro da universidade e, depois, se provou que não era verdade. Tentou se aproveitar para ter um ganho acadêmico”, disse.

Na avaliação de Tolmasquim, a troca de informações é fundamental para a ampliação do trabalho e até para a correção das informações. Ele citou o fato de um professor da Faculdade de Medicina da USP, que tinha sido submetido a um inquérito policial militar. “Recebemos uma mensagem de uma pessoa da faculdade dizendo que, na verdade, ele era dedo-duro e acusou várias pessoas da faculdade que foram prejudicadas pelo depoimento dele. Em função disso, retiramos o nome dele. A nossa informação era parcial. Sabíamos que tinha passado pelo IPM [inquérito policial militar], mas não sabíamos o que tinha acontecido a partir daí”.

O site foi lançado hoje, no dia em que se completam 51 anos da instalação da ditadura militar. “Na verdade o golpe militar foi em 1º de abril, mas terminou ficando na história como 31 de março, porque começaram a dizer que não era verdade o golpe militar, porque era 1º de abril [conhecido popularmente como o dia da mentira] e, aí, os militares trouxeram para 31 de março”, disse.

O pesquisador revelou também que, quando os verbetes relativos a cada cientista estiverem mais consolidados, e com mais informações, a ideia é publicar um livro. “Acho que é importante. A nossa ideia é publicar um grande livro de cientistas perseguidos durante o período da ditadura”.

Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil

Comissão para analisar PEC da Maioridade Penal será instalada na semana que vem

Manifestantes acompanham a votação da PEC da Maioridade na CCJ
Manifestantes  acompanham  a votação  da  PEC  da Maioridade na CCJ
Manifestantes acompanham a votação da PEC da Maioridade na CCJ

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisará o mérito e dará parecer à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171-A/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, será instalada no próximo dia 8. A comissão foi criada há pouco pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que encaminhará ainda hoje ofício aos líderes partidários para que indiquem seus representantes. 

Depois de mais de 22 anos tramitando na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a PEC teve sua admissibilidade e juridicidade aprovadas pela CCJ por 42 votos a favor e 17 contra. Agora, a proposta passará a tramitar em comissão especial da Câmara. Apresentada em 1993 pelo então deputado Benedito Domingos (DF), a PEC altera a redação do Artigo 228 da Constituição, que trata da imputabilidade penal do maior de 16 anos. 

A comissão será composta por 26 deputados e igual número de suplentes, mais um titular e um suplente, atendendo ao rodízio entre as bancadas não contempladas. Ao falar sobre a criação e instalação da comissão no mesmo dia da aprovação da admissibilidade, Cunha ressaltou que, mesmo com a obstrução, ficou claro que a maioria dos deputados é favorável à proposta. “Eu vou dar todo o apoio para que a PEC seja votada o mais rápido possível”, prometeu. 

A comissão especial deverá eleger, na primeira reunião, o presidente e os vice-presidentes e designar o relator. Caberá ao colegiado debater o mérito da PEC, fazer audiências públicas para discutir a mudança da imputabilidade penal, com a redução da maioridade penal, e elaborar um parecer sobre a proposta para ser votada votado pela comissão. Caso aprovada, a matéria será encaminhada à apreciação do plenário da Câmara, em dois turnos de votação. 

Pelo Regimento Interno da Câmara, a comissão tem o direito de discutir a proposta por até 40 sessões plenárias da Câmara. Caso não seja apreciada nesse prazo, a matéria poderá ser discutida por prazo indeterminado. No entanto, o presidente da Câmara poderá avocar a proposta para apreciação em plenário, caso a comissão não consiga deliberar sobre o tema em um prazo razoável. 

A redução da maioridade penal está sendo tratada por 39 propostas de emenda à Constituição, sendo que 38 foram apensadas à apresentada em 1993. Uma das propostas apensadas propõe acabar com a maioridade penal e outra, a redução para 14 anos e 12 anos. 

Para a aprovação da mudança constitucional no plenário são necessários no mínimo 308 votos, em dois turnos de votação. Se for aprovada na Câmara, a PEC segue para apreciação e votação no Senado.

Agência Brasil

Decisão da Aneel poderá amenizar reajuste da conta de luz na PB, SP e RJ

Ao aprovar ontem (31) um valor para as cotas mensais da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), com o objetivo de amortizar as operações de crédito para a energia adquirida no mercado regulado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou condições para amenizar o reajuste tarifário de sete distribuidoras de energia elétrica localizadas em São Paulo, na Paraíba e no Rio de Janeiro.

Uma delas é a Ampla Energia e Serviços, que obteve, no início do mês, autorização para reajustar em até 56,15% a conta de luz dos cerca de 2,8 milhões de clientes em 66 municípios do Rio de Janeiro, entre os quais Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Magé. Ao todo, a Ampla atende a 7 milhões de pessoas que vivem em 32 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 73% do território estadual. A previsão era aumento médio de 42,19%. Para consumidores de baixa tensão, o efeito médio será 36,41% e, para os de alta tensão, 56,15%. Consumidores residenciais tiveram alta de 34,95% na conta de luz.

Com a decisão de hoje, a diretoria da Aneel autoriza que o valor total da CDE destinado à amortização das contratações de energia regulada (R$37,4 bilhões) seja dividido em “cotas mensais de acordo com o mercado cativo de cada concessionária”. A partir dessa decisão, a agência determinou à área técnica que submeta à diretoria da agência a retificação dos reajustes tarifários de 2015 das empresas CPFL Jaguari, CPFL Mococa, CPFL Santa Cruz, Companhia Paulista de Energia Elétrica e Companhia Sul Paulista de Energia, todas de São Paulo, além da Energisa Borborema, da Paraíba, e da Ampla.

No dia 10 de março, quando o reajuste foi aprovado, o diretor da Aneel, Romeu Rufino, disse que a Ampla seria “caso único”, diferenciado, por não ter participado do processo de revisão extraordinária. “Com isso, foi um dos processos que tiveram os menores reajustes no ano passado.”

A energia contratada no mercado regulado – Conta no Ambiente de Contratação Regulada – tem por finalidade cobrir gastos das distribuidoras entre fevereiro e dezembro de 2014 com a exposição involuntária no mercado de curto prazo e com o despacho de usinas térmicas acionadas para compensar as baixas nos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Agência Brasil

Em Marcação: PM prende índio suspeito de tentar praticar homicídio

Arma apreendida com o índio suspeito.
Arma apreendida com o índio suspeito.
Arma apreendida com o índio suspeito.

A Polícia Militar prendeu, nesta terça-feira (31), o índio potiguara Adriano Lima dos Santos, de 32 anos, acusado de tentar matar a tiros outro índio, de 38 anos, da mesma etnia. A prisão ocorreu na aldeia Lagoa Grande, no município de Marcação, no Litoral Norte do Estado. Com o suspeito, foi apreendido um revólver calibre 38 – arma utilizada no crime.

De acordo com o comandante da 2ª Companhia Independente, capitão Alberto Filho, o crime ocorreu nessa segunda-feira e em menos de 24 horas a PM conseguiu chegar até o suspeito. “Ele efetuou quatro disparos contra a vítima, mas não acertou nenhum. A vítima nos informou o fato nesta terça-feira, que pode ter sido gerado por disputa de terras, e através de um cerco montado entre a força tática e a patrulha rural indígena o autor dos disparos foi localizado com a arma”, disse.

Tanto a vítima quanto o acusado são da mesma aldeia. O caso foi levado para a Delegacia da Polícia Civil, em Mamanguape.

Segurança nas Aldeias – A Polícia Militar da Paraíba é a primeira corporação do Brasil a ter uma Patrulha Rural Indígena, que reforça a segurança nas 32 aldeias do Litoral Norte do Estado. No próximo dia 19 o serviço completa três anos de funcionamento, que além do policiamento normal, realiza também um trabalho de aproximação da PM paraibana com os índios.

Do PBVale com Polícia Militar

Jogo entre Botafogo da PB e do RJ marca aniversário de 40 anos do Almeidão

Jogo entre Botafogo da PB e do RJ marca aniversário de 40 anos do Almeidão
Duelo acontece na noite desta quarta-feira, em João Pessoa.
Duelo acontece na noite desta quarta-feira, em João Pessoa.

Para o jogo da Copa do Brasil, entre Botafogo da Paraíba e Botafogo do Rio de Janeiro, marcado para acontecer às 22h desta quarta-feira (1º) o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), vai realizar uma solenidade de aniversário de fundação do Estádio Almeidão, que completou 40 anos.

Na oportunidade, haverá uma homenagem ao diretor superintendente do Departamento de Estradas de Rodagens da Paraíba (DER), Carlos Pereira, que foi o engenheiro responsável pela obra considerada a maior praça esportiva da Paraíba. Ele vai receber a comenda do mérito esportivo Tarcísio de Miranda Burity, que é considerada a maior honraria do esporte paraibano. “Não poderia deixar passar a comemoração dos 40 anos do Almeidão e nada mais justo do que homenagear Carlos Pereira, que foi o grande baluarte na construção”, disse o secretário titular da Sejel, Tibério Limeira.

O secretário ainda confirmou a apresentação da banda musical da Polícia Militar da Paraíba. “A briosa Polícia Militar fará uma apresentação como parte do protocolo das competições realizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Almeidão, que foi reestruturado e melhorado, tem condições de sediar partidas importantes, desde que foi entregue, em 2014”, destacou.

O jogo histórico também reedita a partida de inauguração do estádio, em 1975. “Quarenta anos depois, o paraibano vai enfrentar o carioca, desta vez pela Copa do Brasil. O torcedor que não acompanhou poderá ver, pela primeira vez, esse encontro de duas grandes forças do futebol, que é o Botafogo da Paraíba e o do Rio de Janeiro”, concluiu Tibério.

Do PBVale com Secom-PB

Homens armados sequestram promotor em tribunal de Istambul

Militante do DHKP-C ameaça o promotor turco sequestrado.
Militante do DHKP-C ameaça o promotor turco sequestrado.
Militante do DHKP-C ameaça o promotor turco sequestrado.

Istambul – Homens armados de um grupo de extrema esquerda turco sequestraram nesta terça-feira em um tribunal de Istambul um promotor encarregado da investigação da morte de um jovem nas manifestações antigovernamentais de 2013.

Em uma declaração postada em um site, os homens pertencentes a um grupo marxista clandestino, conhecido por seus inúmeros ataques realizados anos ano 1990 na Turquia, ameaçou matar o promotor Mehmet Selim Kiraz se não tiverem suas exigências atendidas.

O magistrado investiga as circunstâncias da morte de Berkin Elvan em 11 de março de 2014 depois de passar 269 dias em coma em consequência de uma granada de gás lacrimogêneo lançada pela polícia durante uma manifestação em junho de 2013 em Istambul.

Segundo a família, o jovem saiu de casa simplesmente para comprar pão.

O Partido/Frente Revolucionário de Libertação do Povo (DHKP-C) postou nas redes sociais uma foto na qual o refém está sentado com uma pistola apontada para sua cabeça.

As forças de segurança cercaram o palácio da justiça de Caglayan, onde a polícia negocia com os sequestradores.

Segundo a imprensa local, o grupo ameaçou matar o promotor às 12h35 GMT (09h35 de Brasília) caso os policiais responsáveis pela morte de Berkin Elvan não façam uma confissão pública.

Do PBVale com Agência AFP

Luiz Bacci acerta retorno para a Record, porém com salário menor, diz colunista

Luiz Bacci acerta retorno para a Record, porém com salário menor, diz colunista
O jornalista vai apresentar o Balanço Geral Manhã, em São Paulo, e participar do Cidade Alerta, em rede nacional com Marcelo Rezende, diariamente.
O jornalista vai apresentar o Balanço Geral Manhã, em São Paulo, e participar do Cidade Alerta, em rede nacional com Marcelo Rezende, diariamente.

O apresentador Luiz Bacci está de casa nova. Ou melhor, nem tão nova assim. O apresentador está de volta à Rede Record, emissora da qual saiu em maio passado. Meses depois, quando ainda apresentava o “Tá na Tela”, na Band, o jornalista comprou uma cobertura avaliada em mais de R$ 3 milhões.

Em nota enviada à imprensa na tarde desta terça-feira (31), a emissora de Edir Macedo confirmou a recontratação do apresentador. “A Record informa que o apresentador Luiz Bacci volta à emissora. O jornalista vai apresentar o “Balanço Geral Manhã”, em São Paulo, e participar do “Cidade Alerta”, em rede nacional com Marcelo Rezende, diariamente”, diz o comunicado. Além disso, o apresentador apelidado de “Menino de Ouro” por Marcelo Rezende vai se revezar com a jornalista Fabíola Gadelha no comando do “Cidade Alerta Especial” aos sábados.

A emissora paulista informa também que os detalhes da volta de Bacci serão informadas na edição desta noite do programa “Gugu” – atração que estreou em fevereiro passado. Através de sua conta no Instagram, o apresentador festejou a volta à antiga emissora: “Com a maior alegria do Mundo anuncio: estou de volta à Rede Record! Obrigado à Band pelas oportunidades durante meus 10 meses na casa. Mas preciso confessar: não via a hora de voltar à Record!”.

Salário menor na volta à Record

Luiz Bacci deixou a Band na última sexta-feira (27). O apresentador perdeu o comando de seu programa em dezembro e vinha apresentando, desde o início do ano, a edição nacional do telejornal “Café com Jornal”. De acordo com o jornalista Flávio Ricco, do jornal “Diário de São Paulo”, Bacci vai receber um salário mensal de R$ 50 mil.

A quantia é exatamente a metade do que ganhava antes de trocar a Record pela Band. Ainda segundo o colunista, os advogados do apresentador conseguiram chegar a um acordo com relação a valores. Luiz Bacci devia R$ 2,5 milhões por ter rompido contrato com a Record, nova casa de Xuxa Meneghel. Além disso, o apresentador passou a dever R$ 6 milhões para a Band, pelo mesmo motivo.

Rafinha Bastos também deixou a Band

Luiz Bacci não foi a única baixa na emissora do Morumbi. Na sexta-feira passada, o canal decidiu antecipar o fim do “Agora é Tarde”, então comandado por Rafinha Bastos. À princípio, o talk-show ficaria no ar até o dia 10 de abril, quando daria lugar à série “Roma”.

O humorista lamentou o fim de sua atração, anteriormente comandada por Danilo Gentili, hoje no SBT. “Não houve nenhuma conversa para readequar o programa. Nunca houve uma conversa do tipo ‘Estamos gastando demais. Vamos segurar a onda?'”, disse Rafinha.

Do PBVale com Purepeople

Curral de Cima: Totó Ribeiro nega aproximação política com Nadir Fernandes para 2016

Totó Ribeiro concedeu entrevista a Rádio Correio do Vale
Totó Ribeiro concedeu entrevista a Rádio Correio do Vale
Totó Ribeiro concedeu entrevista a Rádio Correio do Vale nesta segunda (30).

O ex-vereador Totó Ribeiro (PSD), segundo colocado nas eleições municipais de 2012 para prefeito em Curral de Cima, afirmou em entrevista a Rádio Correio do Vale na última segunda-feira (30), que não há nenhuma aproximação com seu principal adversário político Nadir Fernandes (DEM) com vistas às eleições do próximo ano.

Totó negou todas as especulações que estão sendo feitas neste sentido. Porém, deixou claro que seu único contato com o atual prefeito Nadir se deu em razões de ‘suas pretensões políticas’ para a eleição da Câmara de Curral de Cima, no sentido de eleger o vereador Zé de Moacir, para presidência do Poder Legislativo.

Ele desmentiu também as informações dando conta de que poderia ser candidato a vice-prefeito na chapa indicada pelo grupo da situação. “Nem eu, nem minha esposa será candidato a vice-prefeito de ninguém. Sou pré-candidato a prefeito de Curral de Cima pelas oposições. Tenho certeza que Nadir tem seu candidato a prefeito também”, afirmou.

Questionando se haveria a possibilidade de ir buscar o apoio do prefeito Nadir, Totó disse que em política tem de tudo. “A não ser que eu fosse candidato único, ninguém sabe do dia de amanhã, quem sabe é Jesus. Mas nunca conversei sobre isso. A preço de hoje, não quero o apoio do prefeito Nadir, tenho pesquisas que revelam o desgaste de sua gestão”, assegurou.

Ribeiro lembrou ainda da sua época de vereador quando apresentou projeto de Lei que autorizava a distribuição de peixes durante a semana santa, no entanto, adiantou lamentar as informações que circulam no município de que este ano não haverá a distribuição do pescado para as famílias carentes. O líder pedessista questionou também a política de reajuste salarial dos professores por parte da Prefeitura curralense.

Da redação/PBVale

Por Felipe França

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