Aos 23 anos, Neymar já superou Pelé, Ronaldo, Romário e Zico na seleção brasileira
Brasileiro também deixou Messi e Cristiano Ronaldo pra trás; números impressionam.
Neymar não para de evoluir e aumentar seus números na carreira. Ser o principal jogador do Brasil aos 23 anos já chama atenção? Então agora imagine que ele passou Pelé, Ronaldo, Romário, Zico e Ronaldinho Gaúcho pela seleção brasileira. Pois é. Aos 23 anos de idade, Neymar tem 43 gols pela seleção brasileira.
Pelé começou sua trajetória na seleção aos 17 anos (Neymar aos 18) e mesmo tendo conquistado a Copa do Mundo de 1958 logo de cara, não atingiu a marca do atual camisa 10 do Brasil.
41 gols tinha o Rei quando completou 23 anos. Dois a menos que Neymar. Na carreira toda, Pelé marcou 77 vezes para o Brasil. Nessa idade Zico nem sabia qual era o prazer de marcar um gol pela seleção. O ídolo flamenguista ainda não tinha nenhum gol pela seleção . Porém, dali em diante marcou 66 vezes
Ronaldo Fenômeno havia guardado 29 gols até seus 23 anos. E encerrou sua participação na seleção com 62 bolas na rede. Outro atacante e ídolo nacional, Romário tinha míseros 6 golzinhos com a amarelinha na mesma idade de Neymar. No total da carreira, marcou 55 vezes na seleção.
Segundo dados do IBGE, em 10 anos as famílias mais pobres reduziram em 15,7% o número de filhos de até 14 anos.
Segundo dados do IBGE, em 10 anos as famílias mais pobres reduziram em 15,7% o número de filhos de até 14 anos.
O número de filhos por família teve uma queda maior no Brasil entre os beneficiados pelo Programa Bolsa Família, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE. Entre 2003 e 2013, enquanto o número de filhos até 14 anos caía 10,7% no Brasil, as famílias 20% mais pobres do País – faixa da população que coincide com o público beneficiário do programa de complementação de renda – registravam uma queda mais intensa: 15,7%. Para as mães das famílias 20% mais pobres do Nordeste, a queda foi ainda maior, alcançando 26,4% no período analisado.
Ter um filho de até 15 anos de idade acrescenta R$ 35 mensais no benefício do Bolsa Família. O valor pode chegar até R$ 77, no caso das famílias extremamente pobres, sem nenhuma renda. O recorte dos dados do IBGE foi divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
“Atribuem aos mais pobres um comportamento oportunista em relação à maternidade, como se essas mães fossem capazes de ter mais filhos em troca de dinheiro. Isso é puro preconceito”, disse a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. “Quem diz isso não pensa quanto custa ter um filho. É óbvio que este valor não paga o leite da criança e as despesas que virão depois. Além disso, o preconceito parte do princípio de que o que move as pessoas para a maternidade ou a paternidade é apenas uma motivação financeira”, completou.
Entre os motivos da queda da fecundidade estão, de acordo com o ministério, o maior acesso à informação sobre os métodos contraceptivos e sobre a sexualidade, o aumento da escolaridade da mulher jovem, a ampliação da urbanização e com ela o acesso aos serviços médicos.
Em números absolutos, a pesquisa mostra que, em 2013, as mães brasileiras tinham, em média, 1,6 filho até 14 anos. Entre aquelas 20% mais pobres do Nordeste, a média foi de dois filhos. Nas famílias 5% mais pobres do Nordeste, com perfil de extremamente pobres, a média foi de 2,1 filhos.
Segundo a ministra, o mito de que o Bolsa Família estimula o aumento do número de filhos não se sustenta ao longo dos 11 anos do programa. “Esse é um dos grandes mitos que envolvem o Bolsa Família”.
Para o ministério, além de dar mais autonomia às mulheres na decisão da maternidade, o Bolsa Família teve outros impactos positivos, como a diminuição de partos prematuros e queda da mortalidade de menores de cinco anos. O acompanhamento pré-natal para gestantes e o acompanhamento dos filhos nos postos de saúde são contrapartidas obrigatórias dos beneficiários.
O eclipse visto em Tochigi, a 100 quilômetros de Tóquio - YOSHIKAZU TSUNO / AFP
O eclipse visto em Tochigi, a 100 quilômetros de Tóquio – YOSHIKAZU TSUNO / AFP
RIO — Na madrugada deste sábado, a Lua se escondeu na sombra da Terra no primeiro eclipse total de 2015, mas o terceiro em menos de um ano. O fenômeno, observado por moradores da região oeste da América do Norte e partes da Ásia e Oceania, começou às 6h01, e o satélite foi totalmente coberto às 8h58h, pelo horário de Brasília.
O eclipse deste sábado tem algumas características que o tornam extremamente raro. A penumbra total durou apenas 4 minutos e 43 segundos, a menor do século, batendo os 11 minutos registrados em 1917. Um eclipse lunar mais curto que este aconteceu apenas em 1519.
Além disso, este foi o terceiro eclipse lunar total seguido em menos de um ano. O primeiro e o segundo aconteceram em abril e setembro do ano passado, e no próximo dia 28 de setembro, um quarto eclipse completará a tétrade. Esta rara sequência se repetirá apenas em 2032.
Deputado Ricardo Marcelo pode deixar vida pública após mandato
Dias após a derrota na eleição interna da Casa para o deputado Adriano Galdino (PSB), Ricardo Marcelo tirou licença e em seu lugar assumiu o suplente da coligação, Antônio Mineral (PSDB).
O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Ricardo Marcelo (PEN), está avaliando fortemente a possibilidade de abandonar a vida pública após cumprir o mandato de deputado estadual que começou este ano. A informação foi dada ao ParlamentoPB por uma fonte próxima ao parlamentar.
Ricardo já foi destituído do comando do PEN na Paraíba depois de perder para Adriano Galdino (PSB) a eleição para a mesa diretora, realizada no início de fevereiro. Dias depois decidiu se licenciar e em seu lugar assumiu o suplente da coligação, Antônio Mineral (PSDB).
O proprietário da fábrica de alimentos Iane, uma das maiores do Nordeste, admite, entre os amigos, que pensa em se voltar exclusivamente à atividade empresarial e deixar a política. Discreto e avesso a entrevistas e exposição pública, o parlamentar acredita que terá mais tranquilidade se retornar aos negócios.
Homem é morto com facada no peito em Mamanguape, na PB
Crime aconteceu quando vítimas estavam bebendo na frente de uma casa.
“Sinistro aconteceu por volta das 23h45, desta Sexta-feira Santa. Vítimas conversavam na frente de casa quando foram alvejados”.
Três pessoas foram assassinadas a tiros na noite desta sexta-feira (3) na aldeia indígena São Miguel, em Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba. De acordo com a Polícia Militar, as vítimas estavam bebendo em frente a uma residência, que possivelmente seria um bar, quando dois elementos armados teriam chegado e efetuado vários disparos. Ainda conforme a PM, uma quarta vítima chegou a ser socorrida. Até o momento, os suspeitos não foram localizados.
O crime aconteceu por volta das 23h45. Uma testemunha ouviu os tiros e acionou a polícia. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram os corpos na rua e um dentro de casa. As vítimas foram identificadas como sendo: Antonio Balbino de Azevedo, de 40 anos, Josiel Fidelis da Silva (26), Aluízio Benedito Ferreira (32), e Ezivaldo Barbosa que foi socorrido em estado grave para o Hospital de Emergência e Trauma, na Capital. Ainda não há informações atualizadas sobre o estado de saúde do homem.
Segundo a Polícia, as vítimas tentaram correr e fugir dos atiradores, mas não conseguiram. Dois homens seriam os alvos já que tinham envolvimento com drogas e eram suspeitos de furtos na região. “De todos os motivos, nenhum deles está descartado. Realmente pode ser que tenha alguma relação com o tráfico de drogas, ou qualquer outra motivação. Seria precipitado afirmar nesse momento, por isso vamos trabalhar em todas as linhas possíveis”, explicou um policial.
Os corpos foram periciados pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) e encaminhados para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), em João Pessoa. Até as 8h desta sábado (4), nenhum suspeito de participação no triplo homicídio havia sido preso.
Homem é esfaqueado e morto no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1).
Homem é esfaqueado e morto no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1).
Um homem foi executado a facadas no início desta Sexta-feira Santa (3), em João Pessoa. O crime foi registrado no bairro de Jaguaribe. A vítima foi identificada como sendo Edson Barbosa Guedes. A autoria do crime e a motivação ainda são desconhecidas. Ninguém foi preso.
Segundo informações da Delegacia de Homicídios de João Pessoa, a vítima foi atingida por golpes na região do tórax e pescoço. O homem teria ainda percorrido alguns metros em busca de socorro, mas não resistiu e morreu.
Testemunhas relataram que o jovem era usuário de drogas, mas a versão não foi confirmada pela polícia. O homem morava perto de onde foi assassinado. O corpo de Edson Barbosa foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa.
Este ano, 319 condutores somaram 20 pontos na CNH; maioria diz que emprestou o carro e paga por outros.
Este ano, 319 condutores somaram 20 pontos na CNH; maioria diz que emprestou o carro e paga por outros.
Este ano, em apenas 90 dias, 319 condutores paraibanos somaram 20 pontos na CNH e tiveram o direito de dirigir suspenso. Avanço de sinal vermelho, falta do cinto de segurança, dirigir falando ao celular ou sob efeito de bebida alcoólica, excesso de velocidade estão entre as principais causas que levam à suspensão da carteira nacional de habilitação (CNH) e à proibição de dirigir por até um ano.
Se o condutor for flagrado ao volante no período da suspensão, o documento pode ser cassado, obrigando o motorista a reiniciar o processo para tirar uma nova habilitação. Em uma autoescola de João Pessoa, cerca de 80% dos que fazem a reciclagem, obrigatória neste caso, dizem que não foram eles quem cometeram as infrações, que emprestaram os veículos e estão pagando por outros condutores.
Em 2012 e 2013, foram 5.105 CNHs suspensas, sendo 4.078 só em 2013. O Detran não enviou os dados de 2014. A penalidade de suspensão da CNH é aplicada sempre que o condutor acumular 20 pontos de multas em geral, estaduais (Detran), federais (PRF) ou municipais (Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob).
Dilma participa do velório de Thomaz Alckmin em São Paulo
Thomaz Alckmin tinha 31 anos e morreu ontem (2), na queda de um helicóptero em que estava, em Carapicuíba.
A presidenta Dilma Rousseff chegou às 12h45 de hoje (3) ao velório de Thomaz Alckmin, filho do governador Geraldo Alckmin, que ocorre no Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista. Ela permaneceu 20 minutos no local. De acordo com a assessoria da Presidência da República, depois de acompanhar a cerimônia, ela retornou a Brasília.
Dilma desembarcou no Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo, e percorreu o trajeto até o hospital de carro. A presidenta entrou pelo Palácio dos Bandeirantes, que fica ao lado do hospital, evitando os jornalistas que aguardavam do lado de fora do Albert Einstein.
Também estiveram presentes no velório o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que acompanhou a presidenta no retorno a Brasília. Também acompanharam o velório os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, que já estavam na cidade de São Paulo.
Thomaz Alckmin tinha 31 anos e morreu ontem (2), na queda de um helicóptero em que estava, em Carapicuíba. A aeronave caiu sobre uma casa, mas não atingiu ninguém em solo. Além do filho do governador, mais quatro pessoas que estavam na aeronave morreram: o piloto Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53 anos, e os mecânicos Paulo Henrique Moraes, de 42 anos, Erick Martinho, de 36 anos e Leandro Souza, de 34 anos. Todos os corpos foram liberados do Instituto Médico-Legal (IML) antes das 8h de hoje.
Segundo a empresa Seripatri, responsável pela operação do helicóptero, o piloto tinha mais de 30 anos de experiência na profissão. O acidente, informou a empresa, ocorreu durante voo de teste, após a aeronave passar por manutenção preventiva.
O helicóptero era da marca Eurocopter, modelo EC 155, prefixo PPLLS, e tinha cerca de quatro anos de uso, com aproximadamente 600 horas de voo, de acordo com a Seripatri. A aeronave estava com sua documentação e manutenção em ordem.
Cristãos carregam cruz de madeira na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, durante procissão da Via Sacra na Sexta-feira SantaJim Hollander/EPA/Agência Lusa
Cristãos carregam cruz de madeira na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, durante procissão da Via Sacra na Sexta-feira SantaJim Hollander/EPA/Agência Lusa
Centenas de católicos celebraram hoje (3) a Paixão de Cristo na cidade velha de Jerusalém. Eles repetiram os últimos metros de Jesus antes da crucificação. Alguns levavam grandes cruzes às costas.
Fiéis do mundo inteiro subiram pelas ruelas que formam a Via Dolorosa e foram parando para orar em cada uma das estações do chamado caminho do sofrimento, até à igreja do Santo Sepulcro. É no interior dessa basílica que se encontra o local onde Jesus teria sido posto na cruz e depois enterrado. É lá também que teria ocorrido a Ressurreição, celebrada no domingo de Páscoa.
“Esta celebração da Páscoa foi muito bonita. Há anos e anos que Jesus esteve aqui, mas era como se estivesse de novo”, comentou Laura Samoa, vinda da Costa do Marfim. Ao mesmo tempo em que acontece a Páscoa cristã, os judeus celebram uma de suas festas mais importantes, a Pessach, ou Páscoa judaica. A data assinala a saída dos judeus do Egito, de acordo com a tradição bíblica.
Luxa usou até uma 'mordaça' para protestar contra punição. Foto: Divulgação
‘Se quiserem me tirar do Carioca, que me tirem. Só vou me posicionar quando tiver o meu direito de liberdade’, declarou
Rio –Fora do clássico com o Fluminense, neste domingo, no Maracanã, Vanderlei Luxemburgo partiu para o ataque mais uma vez. O técnico do Flamengo fez um pronunciamento, nesta sexta-feira, no Ninho do Urubu, e protestou veementemente contra a punição que recebeu do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio (TJD-RJ) por ter criticado a Ferj.
Luxa usou até uma ‘mordaça’ para protestar contra punição. Foto: Divulgação
“Conto com a colaboração de vocês para não ter perguntas, respeitando o meu momento. É só um pronunciamento em função das coisas que estão acontecendo. Acho importante meu posicionamento como cidadão e como profissional. Não é a primeira vez que fico fora de um jogo suspenso. Já aconteceu outras vezes e fui campeão, ganhei. Não vejo como problema para equipe, não vai existir algum tipo de prejuízo. Temos um processo trabalhado com o Deivid. É um situação do futebol, até por expulsão. Os jogadores sabem das nossas propostas. Por decisão minha, conversando com a presidência, se não posso estar no vestiário, não estarei no Maracanã, não vou ao jogo. Eu me senti prejudicado e não tem motivo para estar em um local onde não exercerei meu direito de trabalho. Vou ver o jogo como torcedor. Agora, como cidadão, em um momento importante do Brasil, onde estivemos recentemente uma eleição para Presidente da República com debates ferrenhos, acusações, ideias, movimentos ruins de violência, onde confundiram processo democrático com violência e a população não aceitou. Em seguida, tivemos movimentos democráticos a favor e contra o governo. O direito do povo brasileiro foi conquistado através de lutas para quebramos a ditadura, direito de se expressar sem repressão. Não pode, em 2015, em um órgão importante do Rio de Janeiro, voltarmos a viver um momento de ditadura. Começamos lá atrás com a queda de um presidente e está na constituição o direito de liberdade de ir e vir, que não pode ser quebrado. Eu me senti violentado e agredido como cidadão. Já fiz muitas coisa que merecia ser punido. O que fiz foi buscar o melhor para o povo brasileiro. Em um momento onde tomamos uma derrota de sete, busquei um caminho. Não me posicionei contra nenhum dirigente, mas contra qualquer federação que impeça jovens de jogar futebol. Quando usei o termo porrada, não era dar porrada na mão, foi um termo que usamos constantemente, vejo constantemente ser usado na televisão. Não foi tentativa de mandar agredir ninguém. Não podemos buscar através do futebol a moralidade de um segmento que não tem moral. Como cidadão brasileiro, venho repudiar. Vou continuar sendo da forma que sempre fui e vou seguir criticando o que achar que deve ser criticado. Nunca fui de ficar atrás de nada. Vou continuar buscando viver em um país melhor e que minhas filhas e meus netos encontrem um processo democrático ainda melhor. Não vão me calar de jeito nenhum. Se quiserem me tirar do Carioca, que me tirem. Só vou me posicionar quando tiver o meu direito de liberdade”, declarou Luxa. Na sequência, ele colocou uma fita e cobriu os lábios.
A “guerra” entre Luxemburgo e Ferj começou às vésperas do jogo contra o Bangu. Com problemas para armar o time, devido lesões, suspensões e convocações, Luxa bradou contra o regulamento que permite a inscrição de apenas cinco jogadores da base. Na ocasião, o técnico do Flamengo falou “tem de dar porrada na federação”, no sentido de criticá-la. A frase o levou a julgamento e rendeu uma punição de dois jogos baseada no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (Assumir atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva, em relação a componente de sua representação, representação adversária ou de espectador).
O Flamengo conseguiu uma liminar no STJD que liberava o técnico para o Fla-Flu. Porém, a entidade voltou atrás e revogou o efeito suspensivo. Desta forma, Luxa está fora do clássico – o auxiliar Deivid, ex-atacante, vai comandar o Rubro-Negro. Agora, Vanderlei vai ter de aguardar o julgamento do recurso no Pleno do TJD-RJ.