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quinta-feira, 10 setembro 2026
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Ricardo diz que Raniery quer aparecer: “O governo não foi, nem vai atrás dele”

Governador RC
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O governador Ricardo Coutinho (PSB) detonou, na noite do último sábado (02), durante audiência pública do Orçamento Democrático Estadual, na cidade de Solânea, a postura de indefinição do deputado Raniery Paulino, que mesmo sendo do PMDB – partido que compõe a base do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), ainda não se definiu quanto a sua adesão ou não a bancada da situação na ALPB.

Na oportunidade, Ricardo disse que Raniery quer aparecer e que o Governo do Estado “não foi atrás do deputado para compor sua bancada na Casa de Epitácio Pessoa, nem irá”.

“Quanto ao deputado que tem sua base em Guarabira eu acho que quem fica perguntando e respondendo sozinho está tentando chamar para si os holofotes, coisa que não tem. Por que o governo não está atrás, o governo não foi atrás. Me parece que vai num blog e diz uma coisa, ele mesmo responde, depois vai de novo e depois responde, ou seja, eu acho que está buscando se autovalorizar, o que eu acho lamentável”, disparou.

Apesar das críticas a postura ao comportamento de Raniery na ALPB, Ricardo Coutinho disse que respeita muito o seu pai, o ex-governador Roberto Paulino (PMDB), mas não se intimida, nem tem medo da postura do deputado.

“Eu respeito muito o pai dele. Agora esse tipo de postura é muito ruim e eu não tenho medo de adversário. Todo mundo sabe disso. Governei quatro anos e todo mundo sabe como governei. A resposta do povo veio na medida exata, demonstrando que o povo não é bobo para ver as coisas. A população está vendo as coisas”, afirmou.

“Cada um sabe o seu caminho. Se alguém quer fazer o caminho de oposição ao governo, que faça. Aqueles que querem ser situação, serão respeitados como tal”, acrescentou.

Indagado se aceitaria Raniery na bancada da situação, caso o peemedebista se definisse, Ricardo declarou que cabe ao deputado se posicionar.

“Cabe a ele dizer isso. O que vejo são perguntas e respostas tentando criar um clima de confusão. Não tenho tempo para outra coisa que não seja trabalhar”, concluiu.

O áudio com a entrevista concedida pelo governador ao repórter Raelson Galdino foi repassado ao Portal MaisPB pelo radialista Rudney Araújo, da rádio Cultura de Guarabira.

Da redação

Com MaisPB

Epidemia de dengue no país está concentrada em nove estados, diz ministro

Ministro da Saúde, Arthur Chioro, diz, na Fiesp, que casos de dengue cresceram 234,5% neste ano, comparado a 2014
Ministro da Saúde, Arthur Chioro, diz, na Fiesp, que casos de dengue cresceram 234,5% neste ano, comparado a 2014
Ministro da Saúde, Arthur Chioro, diz, na Fiesp, que casos de dengue cresceram 234,5% neste ano, comparado a 2014

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou hoje (4), na capital paulista, que o país enfrenta uma epidemia de dengue. “Nós temos 745.957 casos até 18 de abril. Sabemos que esse número aumentará. O Brasil vive situação de epidemia, concentrada em nove estados, que são os que têm mais de 300 casos por 100 mil habitantes”, declarou, após participar de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia. A incidência da doença no país chega a 367,8 casos por 100 mil habitantes, o que, pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), configura epidemia.

Leia maisParaíba registra 699 casos de dengue entre janeiro e março deste ano

Chioro destacou que apenas três estados tiveram redução dos casos de dengue neste ano em relação a 2014: Espírito Santo, Distrito Federal e Amazonas. Ele ressaltou que houve elevação em praticamente todo o país, na comparação com 2014, que, segundo ele, foi um ano “excepcionalmente bom” em relação à dengue.

“Tivemos redução do número de casos, de ocorrências graves, dos óbitos. De certa forma, em algumas localidades, o bom ano passado fez com que se desarmasse a mobilização da sociedade e de algumas ações”, avaliou. Em relação ao mesmo período de 2014, houve aumento de 234,5%. O ministro comparou a situação deste ano também à de 2013, quando, no mesmo período, 1,4 milhão de casos da doença foram registrados. “Nós ainda temos uma redução de 48% [sobre 2013]”, disse.

São Paulo concentra mais da metade dos casos do país. Dos 745,9 mil casos, 401 mil ocorreram no estado, assim como as mortes (169 das 229 registradas no país). Em termos proporcionais, a pior situação é a do Acre, com 1.064 casos por 100 mil habitantes, seguido por Goiás (968 por 100 mil habitantes), São Paulo (911 por 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (462 por 100 mil habitantes) e pelo Tocantins (439 por 100 mil habitantes. O ministro destacou  que é fundamental olhar os estados, pois isso define o plano de contingência. “O fato de termos uma situação epidêmica nacionalmente não muda em absolutamente nada o plano de contingência, a estratégia de controle, a gravidade”, reforçou.

O ministro explicou que a tendência é que haja diminuição da dengue, com a chegada do inverno. “Em alguns estados, isso já se observa. As temperaturas começam a cair e as medidas de controle estão funcionando.” Embora o frio ajude a diminuir o impacto da doença, as estatísticas ainda devem indicar crescimento. Isso ocorre porque as próximas divulgações incluirão o restante de abril e maio. Chioro destacou que é preciso manter as ações de prevenção, mesmo com a diminuição dos casos. “É possível que em muitos estados se interrompa em definitivo, até o início do verão. Isso não significa que a dengue deixou de ser uma preocupação.”

Entre os fatores que explicam a situação epidêmica neste ano, Chioro disse que os eventos climáticos anteciparam o início da doença. “Tivemos um adiantamento que nós não sabemos se vai ter encerramento mais rápido do que nos anos anteriores. Vamos ter que esperar as próximas semanas”, apontou. Ele destacou ainda a crise hídrica, que favoreceu a armazenagem de água, sem a devida proteção. “No Nordeste, que tem intermitência no abastecimento, conseguíamos identificar maiores criadouros nos lugares onde as pessoas armazenavam água. No Sudeste, é um fenômeno novo. A gente percebeu aumento”, disse.

O ministro disse ainda que pediu prioridade à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos encaminhamentos relacionados à vacina contra a dengue. “Seria grande ganho para o Brasil e para mundo se chegássemos a uma vacina eficaz e segura. É a intenção do ministério, tanto que temos investimentos no Instituto Butantan, na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], no sentido de estabelecer parcerias para produção dessa vacina, mas não podemos queimar etapas”, ponderou. Apesar de apostar na vacina como medida de prevenção, ele disse que considera um equívoco alimentar esperanças na população de que as doses estarão disponíveis já nos próximos meses.

Agência Brasil

“Não há mais recursos”, diz ministro sobre reabrir inscrições do Fies

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (4) que não há mais recursos disponíveis para reabrir as inscrições para novos contratos do Fies (Programa de Financiamento Estudantil). Segundo o MEC, a verba foi de R$ 2,5 bilhões.

Na quinta-feira passada (30), a Justiça Federal de Mato Grosso determinou que a União prorrogasse o prazo para quem quer ingressar pela primeira vez no Fies. “Ainda não fomos notificados, mas vamos recorrer”, afirmou Janine.

Segundo o ministro, uma segunda edição do Fies para o segundo semestre deste ano depende da definição do orçamento. “Estamos esperando para saber quanto de recursos disporemos para as ações do MEC, incluindo o Fies.”

Foram feitos 252.442 mil novos financiamentos em instituições privadas por meio do Programa de Financiamento Estudantil. “O número pode mudar porque haverá casos de alunos que não cumprem requisitos. Mas acreditamos que a cada pode ser muito pequena”, explicou Janine. Os cursos com maior demanda foram engenharia, direito, enfermagem, administração e psicologia. 

Janine comemorou o aumento pela procura de cursos com nota 5 nos indicadores do governo federal de 8% a 20%. “Os  critérios atuais tiveram resultado bom”, afirmou.

Foi anunciado na entrevista um projeto do MEC de integrar as plataformas Sisu (Sistema de Seleção Unificada), Prouni (Programa Universidade para Todos) e o Fies (Programa de Financiamento Estudantil) em edições futuras.

Uol

Prefeitura de Cuité de Mamanguape divulga programação do 21º aniversário de emancipação política

Cuité de Mamanguape completa 21 anos de Emancipação Política neste dia (5)/5)
Cuité de Mamanguape completa 21 anos de Emancipação Política neste dia (5)/5)
Cuité de Mamanguape completa 21 anos de Emancipação Política neste dia (5)/5)

Fundado em 1994, o município de Cuité de Mamanguape distante 48km da Capital João Pessoa, é administrado pela jovem prefeita Isaurininha Meireles (PMDB), e comemora aniversário de emancipação política nesta terça-feira (5).

A gestão municipal divulgou programação informando que nesta terça, será realizada uma Missa em Ação de Graças pelos 21 anos de emancipação Política na Igreja Matriz Imaculada Conceição as 16:00h.

No próximo domingo (10), as 15h30, a Secretaria de Obras inaugura o abastecimento d’água no distrito do Arroz com Recursos Próprios. No mesmo dia, as 22h, a Secretaria de Eventos promove a festa em Praça pública com as Bandas Pegada da Hora e Cavaleiros do Forró.

A Prefeitura Isaurininha Meireles publicou convite oficial aos munícipes e população do Vale do Mamanguape em geral convidando-os para prestigiar a programação elaborada pela Prefeitura da cidade por ocasião da data comemorativa.

Convite
Convite

Da redação, PBVale

Com assessoria

Prefeitura de Marcação divulga nota adiando festa de emancipação política que seria hoje (4)

Programação foi adiada pela Prefeitura de Marcação
Programação foi adiada pela Prefeitura de Marcação
Programação foi adiada pela Prefeitura de Marcação

Diante do trágico episódio que vitimou dois filhos de funcionários da Prefeitura de Marcação na noite do último sábado (2) nas imediações da Aldeia Brejinho na PB-041 em acidente automobilístico, e do luto decretado, a organização do evento da festa de 21 anos de Emancipação Política decidiu adiar para data ainda a ser divulgada.

Leia maisApós morte de casal, índios bloqueiam PB-041 entre Marcação e Baía da Traição

NOTA

“Comunicamos a todos os munícipes, que o evento festivo para comemorar a 21ª Festa de Emancipação Política do município de Marcação, será adiada, com data a ser definida. Devido ao falecimento, por acidente, de dois indígenas, filhos de funcionários municipal. O adiamento também foi motivado por solicitação dos índios, que interditaram as estradas de acesso à cidade de Marcação, como protesto pelo desastre ocorrido. E diante desta situação os índios interditaram as estradas. Portanto, diante de tudo isto e temendo pela segurança dos munícipes, o Senhor Prefeito resolveu adiar a festa comemorativa”.

Atrações já estavam hospedadas em Mamanguape
Atrações já estavam hospedadas em Mamanguape. Nova data será remarcada e divulgada em breve.

As atrações musicais que iriam se apresentar na noite desta segunda-feira (4) eram: “Fã do ArrochaCavaleiros do Forró e Mala Sem Alça”.

Aproximadamente 100 índios potiguaras bloquearam neste domingo (3), a PB-041, entre as cidades de Marcação a Baia da Traição, região do Litoral Norte paraibano. Os indígenas tomaram dois ônibus da Viação Rio Tinto, posicionando os veículos estrategicamente, impedindo o acesso pelo trecho. Conforme o sargento Florinaldo Motta, da 2ª CIA de Mamanguape, o protesto foi gerado depois que um casal foi atropelado e morto na noite deste sábado (2). As vítimas moravam na aldeia Brejinho, em Marcação.

Da redação, PBVale

Com assessoria

 

Relatório aponta 55 violações à liberdade de expressão em 2014 no país

Em todo o ano passado, 55 casos de violações à liberdade de expressão foram registrados no Brasil, sendo 15 assassinatos. O número consta de relatório anual divulgado hoje (3), no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, pela organização não governamental (ONG) Artigo 19, que trabalha pelo direito à liberdade de imprensa. Além de assassinatos, há denúncias de tentativa de homicídio, ameaça de morte e tortura.

Segundo o relatório Violações à Liberdade de Expressão – Relatório Anual 2014, o número de casos de violações registrados em 2014 representou um aumento de 15% em relação ao ano anterior, quando houve 45 ocorrências. Em todos os casos, as pessoas foram vítimas em função de atividades ligadas à liberdade de expressão, seja pela publicação de uma matéria, seja pela mobilização de uma comunidade ou a organização de uma manifestação.

O relatório foi feito com base na repercussão dos casos de violações na imprensa, de dados de associações de comunicadores e organizações de direitos humanos, que foram apurados por meio de entrevistas com as vítimas e outros contatos relacionados aos casos. O Pará teve o maior número de ocorrências (oito), seguido pelo Rio de Janeiro (seis). Nesse último, Júlia Lima, uma das responsáveis pelo relatório, diz que pesaram as denúncias contra militantes que participaram de protestos no ano passado. Com cinco mortes, a Região Norte foi a parte do país com maior número de assassinatos de defensores dos direitos humanos. Em seguida vem o Nordeste, com quatro casos.

O crescimento da violência contra essas pessoas está diretamente ligado, segundo Júlia Lima, à falta de investigação e punição de envolvidos em crimes. “A gente continua acompanhando os casos apurados nos anos anteriores e a gente observa que eles não caminham como deveriam. A responsabilização dos envolvidos não ocorre. E o perfil de novos casos é o mesmo”, diz.

Dos 55 casos registrados em 2014, 15 foram homicídios contra comunicadores (jornalistas, blogueiros etc.) ou defensores de direitos humanos (lideranças rurais, indígenas e quilombolas, entre outros). Onze foram tentativas de assassinato; 28, ameaças de morte; e um, crime de tortura.

Entre os comunicadores, ocorreram 21 casos de violação à liberdade de expressão, queda em relação ao ano anterior, quando foram registradas 29 situações de violência, seis delas contra mulheres. Desse total, três foram homicídios, quatro tentativas de assassinato e 14 ameaças de morte.

“Os três profissionais de comunicação assassinados em 2014 eram muito envolvidos com a política local de suas cidades [nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo], questionavam as autoridades públicas e eram reconhecidos por isso. Pedro Palma era proprietário de um jornal chamado Panorama Regional, Geolino Xavier era um antigo radialista e chegou a ser vereador de seu município e Marcos Guerra mantinha um blog sobre a gestão pública de sua cidade. Os três foram assassinados a tiros na presença de outras pessoas que não foram alvo dos disparos, o que demonstra a intencionalidade de executar somente os comunicadores”, diz o relatório.

A maior parte dos comunicadores que sofreram violações é de veículos comerciais (17). Segundo a organização, houve uma mudança significativa no perfil das vítimas pois, nos anos anteriores, a violação era praticada principalmente contra comunicadores, enquanto neste ano as principais vítimas são defensores dos direitos humanos.

Um dos comunicadores que sofreram tentativa de assassinato foi o radialista e jornalista Márcio Lúcio Seraguci. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que foi atacado por três homens ao sair de um evento, nas imediações de Parnaíba, em Mato Grosso do Sul, cidade onde vive. “Fiquei muito machucado. Fiquei três semanas acamado”, relatou. Espancado e estrangulado com uma corda, Seraguci diz que perdeu a consciência durante a agressão e acordou desnorteado. “Eu nem lembrava o que tinha acontecido.”

O radialista apresenta desde 1988 o programa Tribuna Livre, em que trata de temas delicados como operações policiais e denúncias envolvendo políticos. Nesse período Seraguci, que também dirige um jornal, diz ter recebido outras ameaças. “Você sabe como é política em cidade do interior”, comentou o radialista para explicar as reações a seu trabalho. Além desse histórico, o radialista conta que as próprias atitudes dos atacantes não deixam dúvidas de que o crime foi motivado por sua atuação como comunicador. “Eu dizia ‘leva tudo’. Eles respondiam que não vieram pegar nada. Não levaram nem a carteira.”

A falta de conclusão das investigações sobre o caso é algo que incomoda, especialmente Seraguci. “Uma coisa que a gente fica chateado é de não ter a conclusão dessa investigação. Eu aguardo isso com ansiedade, eu quero saber [o motivo do ataque].”

Quanto aos motivos que estariam por trás das violações, nove deles ocorreram em razão de alguma denúncia feita; sete, devido a uma investigação [como apuração de informações para reportagem] e cinco acontecerm em função de manifestação de críticas e opiniões.

Os agentes do Estado aparecem como os principais autores das violações contra comunicadores no país, sendo responsáveis por 16 dos 21 casos. Entre os agentes, políticos estavam envolvidos em nove casos.

Em relação aos defensores dos direitos humanos, ocorreram 34 violações, das quais 12 foram homicídios, sete tentativas de assassinato, 14 ameaças de morte e um caso de tortura. Das 34 violações, 20 ocorreram em municípios com até 100 mil habitantes. “Os crimes que aumentaram  foram relacionados a lideranças rurais, indígenas e quilombolas”, disse Júlia Lima.

A maior parte dos casos relaciona-se com conflitos de terra (23), sendo que 15 vitimaram lideranças rurais. Quatro foram contra lideranças indígenas e quatro contra quilombolas. Houve casos de violações contra três militantes políticos e três lideranças LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais), seguidos por violações a lideranças comunitárias e advogados, com dois casos cada. Houve também um caso contra uma política em exercício.

Entre as mortes ocorridas em 2014, está a de uma integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Eldorado dos Carajás (PA). De acordo com a denúncia, Maria Paciência dos Santos, de 59 anos, foi atropelada por um caminhoneiro que avançou deliberadamente contra uma passeata do movimento na BR-155. No mesmo município, 19 militantes do MST foram mortos em abril de 1996 durante uma operação policial para desobstruir a mesma rodovia em que Maria Paciência foi atropelada. O MST ainda cobra punição para os responsáveis pelo massacre.

Entre os perfis de possíveis autores das violações contra defensores dos direitos humanos, destaca-se a figura do fazendeiro ou grileiro, com 17 casos, metade do total. Em seguida, vêm empresários (11% dos casos), políticos (9%) e policiais (6%). Não fazem parte de nenhum desses perfis típicos os possíveis autores de três casos e não foi possível apurar o perfil do autor em cinco outros casos.

Elaine Patricia Cruz e Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

Delatores prometeram revelar envolvimento de Aécio, mas não cumpriram

Aécio Neves
Aécio Neves
Aécio Neves

O doleiro Alberto Youssef e ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa prometeram revelar, ao assinarem os acordos de delação premiada, suposto crime de corrupção que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teria cometido em estatal do setor elétrico.

“Toda e qualquer obra realizada em Furnas possuía comissionamento. Se especula que quem recebia por Aécio Neves era a pessoa de sua irmã”, aponta documento assinado no Ministério Público.

Contudo, na fase de depoimentos à força-tarefa, Youssef não cumpriu com o acordo e preservou o tucano. A informação está em reportagem da Folha de S. Paulo.

O doleiro afirmou apenas que o ex-deputado José Janene (PP-PR), morto em 2010, havia dito que Aécio “dividia” com ele propinas de Furnas, mas não apresentou provas. O inquérito contra o ex-presidenciável acabou arquivado.

Costa também apontaria supostos pagamentos de propinas para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e seu colega Romero Jucá (PMDB-RR), mas não levou a questão adiante.

Da redação

Com Jornal do Brasil

Cássio resiste a convocar presidente do BB para depor na CPI do HSBC

Cássio Cunha Lima
Cássio Cunha Lima
Cássio Cunha Lima

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, e o líder da bancada do partido no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), apoiam a participação dos senadores tucanos à CPI do HSBC. Proposta pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), a comissão investiga as suspeitas dos crimes de sonegação e evasão fiscal em contas abertas por brasileiros em agências do HSBC na Suíça.

O Brasil aparece em quarto lugar em número de pessoas com contas no HSBC na Suíça, com 8.667 clientes que teriam movimentado R$ 20 bilhões por meio do banco. Apesar disso o senador paraibano segundo a coluna Painel da Folha de São Paulo desta segunda-feira (04), resiste a ideia de convocar novamente o presidente do banco no Brasil, André Guilherme Brandão para depor na CPI. Essa seria a terceira tentativa, mas Cássio e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) resistem à ideia de convocar Brandão.

“O PSDB não apenas apóia a iniciativa do senador Randolfe, como participa, com quadros qualificados que tem, de mais essa CPI”, afirmou Aécio Neves em discurso no plenário recentemente. O presidente do partido usou a palavra para rebater mensagens postadas nas redes sociais acusando o PSDB de não apoiar a investigação. “Ao longo dos últimos dias houve uma cobrança muito grande, em especial nas redes, uma exploração desse tema, agora plenamente esclarecido”, afirmou o presidente nacional do PSDB.

Desencontro O apoio à investigação do caso HSBC foi reforçado pelo líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima. Ele explicou o desencontro ocorrido que impossibilitou os senadores tucanos de assinarem o pedido de instalação da CPI. “Na última quinta-feira, conversei por telefone com o senador Randolfe e, por telefone, comuniquei que o PSDB manifestava apoio à instalação da CPI. Ocorre que, num intervalo de tempo mais curto do que se imaginava, o senador Randolfe Rodrigues, de forma diligente, conseguiu o número mínimo necessário e apresentou o requerimento”, afirmou Cássio Cunha Lima.

Da Redação

Por PBAgora

Eleitores que não votaram em 2014 têm até esta segunda para regularizar situação com a justiça

Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa

“Quem não cumprir o prazo vai ter o título cancelado”

Eleitores que não votaram nem justificaram a ausência nas três últimas eleições têm até esta segunda-feira (4) para regularizar a situação com a Justiça Eleitoral. Quem não cumprir o prazo vai ter o título cancelado.

As pessoas nesta situação precisam comparecer ao cartório eleitoral mais próximo de casa e apresentar: documento com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa, e de pagamento ou dispensa de multa.

Quem tiver o título cancelado não poderá obter passaporte ou carteira de identidade e pode ter dificuldade para ser nomeado em concurso público, além disso, pode estar impedido de renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.

De acordo com TSE, até quarta-feira (29), mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país não estavam em dia com as obrigações eleitorais.

EBC

Ministério Público inscreve a partir desta segunda para concurso com salário de até R$ 4,9 mil

Concurso do MPPB
Concurso do MPPB
Concurso do MPPB

As inscrições do Concurso para o Quadro de Serviços Auxiliares do Ministério Público da Paraíba, cujas provas estão programadas para o dia 19 de julho, têm início nesta segunda-feira (4) e se encerram às 14h do dia 3 de junho deste ano. As inscrições serão realizadas exclusivamente por meio da internet, no site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br). O concurso, cujo edital foi publicado na tarde da última segunda-feira (27), está oferecendo um total de 105 vagas.

Para os cargos de analista ministerial, de nível superior completo, a inscrição tem o valor de R$ 100,00. Para os cargos de técnico ministerial, com ensino médio completo, a inscrição é no valor de R$ 85,00. O pagamento do boleto poderá ser efetuado em dinheiro ou cheque do próprio candidato. Em caso de cheque, somente será considerado quitado após a respectiva compensação.

A partir do dia 11 de maio, o candidato poderá conferir, no site da Fundação Carlos Chagas, se os dados da inscrição efetuada pela internet foram recebidos e se o valor da inscrição foi pago. Em caso negativo, o candidato deverá entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Candidato (SAC) da própria Fundação, pelo telefone (11) 3723-4388, de segunda a sexta-feira, em dias úteis, das 10h às 16h (horário de Brasília), para verificar o ocorrido.

Serão aceitos pedidos de isenção do pagamento do valor da inscrição os casos que envolvam doadores de sangue (amparados pela Lei Estadual 7.716/2004, que comprove a condição de doador da rede hospitalar pública ou conveniada com o Sistema Único de Saúde (SUS) no estado da Paraíba; e as doadoras regulares de leite materno (nos termos da Lei Estadual 8.483/2008, que tenha sido doadora por um período mínimo de quatro meses e ter feito, no mínimo, uma doação a cada semana, considerando-se como válida a isenção desde que a última doação conte com menos de um) ano da data).

Também têm direito aos pedidos de isenção os doadores de medula óssea (amparados pela Lei Estadual 8.819/2009, considerando para fins de enquadramento ao benefício somente a doação de medula óssea promovida a órgão oficial ou a entidade credenciada pela União, pelo estado ou por município); e as pessoas amparadas pelo Decreto Federal 6.593, de 2 de outubro de 2008, que comprove estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), e for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto Federal 6.135, de 26 de junho de 2007.

Com o objetivo de manter os candidatos bem informados e fazer um acompanhamento do certame, a Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) lançou, também na última segunda-feira (27), uma página do Concurso 2015 para o Quadro de Serviços Auxiliares do MPPB, que pode ser acessada por meio do endereço www.mppb.mp.br/concursosmppb.

Assessoria

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