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HSBC pagará R$ 134 milhões para encerrar investigação na filial suíça

HSBC pagará US$ 43 milhões para encerrar investigação na Suíça
Acordo põe fim a investigações de práticas de banco na Suíça.
Acordo põe fim a investigações de práticas de banco na Suíça.

O banco HSBC fechou um acordo com as autoridades da Suíça suíças e vai pagar 40 milhões de francos suíços – cerca de R$ 134 milhões – para encerrar as investigações de lavagem de dinheiro na filial suíça da instituição. De acordo com o promotor-chefe de Genebra, Olivier Jornot, o acordo resultou no maior confisco já feito pela corte da cidade suíça.

“A soma foi calculada de acordo com as vantagens injustificáveis que o banco obteve como parte de operações consideradas litigiosas. Nós não estamos aqui para quebrar um recorde do Guinness mas, de todo modo, essa é a maior soma já confiscada pela corte de Genebra na história.”

Em comunicado, o banco declarou que nem a instituição nem seus funcionários são suspeitos de qualquer crime. O HSBC pediu desculpas aos clientes e investidores pelas falhas do passado nas operações suíças e informou que já revisou os seus procedimentos.

O HSBC suíço estava sendo investigado desde fevereiro. Conhecida como Swissleaks, a investigação revelou documentos fornecidos por Hervé Falciani, ex-funcionário do HSBC em Genebra, ao jornal francês Le Monde e compartilhados com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, que reúne profissionais de mais de 40 países.

Os jornalistas analisaram cerca de 60 mil fichas, algumas delas com com informações que denunciavam que o banco tinha conhecimento de práticas ilícitas de clientes.

À época, a filial suíça do banco britânico HSBC Private Bank assegurou ter sofrido uma “transformação radical” após “descumprimentos verificados em 2007”, para evitar casos de fraude fiscal e de lavagem de dinheiro.

“O HSBC [da Suíça] fez uma transformação radical em 2008 para evitar que os seus serviços sejam utilizados para fraudar o Fisco ou para a lavagem de dinheiro”, disse o diretor-geral da filial, Franco Morra, em comunicado enviado à agência de notícias France Presse.

Por Marcelo Brandão

Travesti diz que foi atropelada por pegar R$ 50 após calote em programa sexual; veja vídeo

Imagens – feitas de um apartamento - mostram quando o travesti caminha pela calçada e passa um carro em alta velocidade, na contramão
Imagens – feitas de um apartamento - mostram quando o travesti caminha pela calçada e passa um carro em alta velocidade, na contramão
Imagens – feitas de um apartamento – mostram quando o travesti caminha pela calçada e passa um carro em alta velocidade, na contramão

Um vídeo divulgado em grupos no WhatsApp mostra o momento em que um travesti é atropelado em João Pessoa. O flagrante teria ocorrido na avenida Edson Ramalho, no bairro de Manaíra, área nobre da Capital, na madrugada da última quarta-feira (3).

Durante entrevista exclusiva ao programa Correio Verdade, TV Correio, a travesti chamada de Priscila disse que o crime ocorreu depois de um programa sexual. “O combinado era ele pagar R$ 100, mas depois veio com a conversar de me dar apenas R$ 20. Tomei a carteira dele e tinha R$ 50, daí peguei o resto do dinheiro. Foi nesse momento que o rapaz colocou o carro por cima de mim”, disse.

As imagens – feitas de um apartamento – mostram quando o travesti caminha pela calçada e passa um carro em alta velocidade, na contramão. O motorista dar marcha ré e ao retornar, ele acelera o automóvel e vai em direção a vítima, que tenta se livrar, mas acaba sendo atropelada.

O travesti ficou por alguns minutos deitado no meio da rua e ainda chegou a receber socorro de um motoqueiro. Logo em seguida, a vítima se levanta e vai para uma parada de ônibus. O motorista que provocou o acidente não foi identificado.

Segundo dados da Associação dos Travesti da Paraíba (Astrapa), mais de dez travestis já foram vítimas de violência este ano. Para Fernanda Bevenutty, que presidente a entidade, uma das grandes barreiras é o medo das vítimas denunciarem os agressores.

“Nesse caso, a agressão foi filmada. Em muitas das vezes, digamos, que cotidianamente, as meninas são sofrem agressões. Em conversas conosco, dez já revelaram que foram agredidas, mas elas têm medo de denunciar os agressores porque as garotas sempre voltam para o mesmo onde foram agredidas. As agressões vão desde jogar lata de cerveja com urina até tiros para o alto”, revela Bevenutty, que falou está levantando as informações para identificar a travesti que foi atropelada.

Confira vídeo:

Da redação, Por Hyldo Pereira

Na PB: número de mulheres presas cresce 112% e Estado é o 6º do país com maior índice

Número de mulheres presas cresce 112% na PB e Estado é o 6º do país com maior índice de aumento
A Paraíba perde apenas para os Estados de Alagoas (263%), Pará (163%), Minas Gerais (135%), Sergipe (125%) e Amazonas (123%).
A Paraíba perde apenas para os Estados de Alagoas (263%), Pará (163%), Minas Gerais (135%), Sergipe (125%) e Amazonas (123%).

Flagradas ao tentar entrar em presídios com drogas, celulares, carregadores ou qualquer outro produto, muitas mulheres têm sido presas quase que diariamente na Paraíba. A maioria alega, em sua defesa, que foi obrigada a transportar o objeto para entregar ao marido ou companheiro. E este pode estar sendo o principal motivo para o crescimento do número de mulheres encarceradas no Estado.

De acordo com o Mapa do Encarceramento divulgado pelo Ministério da Justiça, nesta quarta-feira (03), o índice de pessoas presas do sexo feminino aumentou em 112% colocando a Paraíba em 6º lugar no Brasil onde mais se elevou essa taxa. No Nordeste, o Estado aparece em 3º em crescimento do número de mulheres presas. Isso num intervalo de apenas cinco anos.

A Paraíba perde apenas para os Estados de Alagoas (263%), Pará (163%), Minas Gerais (135%), Sergipe (125%) e Amazonas (123%).

Enquanto em 2007 a população carcerária feminina era de 271 na Paraíba, em 2012 esse número passou para 574. O único ano em que houve redução na taxa de mulheres presas no Estado foi justamente no último avaliado pela pesquisa. Em comparação com o ano anterior (2011) houve um decréscimo mínimo de 2,26%. Nesse período o número de encarceradas era de 587.

População carcerária na Paraíba

A Paraíba é o 4º Estado do Nordeste onde há o maior número de pessoas em presídios. Ao todo, o Estado tem uma população carcerária que chega aos 8.723. Pernambuco é o 1º da região com 28.769 presos. Ele vem seguido do Ceará (17.622) e da Bahia (10.251).

O total de encarcerados na Paraíba cresceu 43% em sete anos. Em 2005 o Estado tinha 6.118 pessoas vivendo em presídios. Segundo o Mapa do Encarceramento, para cada 100 mil paraibanos há 232 presos. Essa média é maior que a registrada no Nordeste, que foi de 163 detidos para cada 100 mil habitantes.

Mas, nem todos os presos haviam sido condenados no período da pesquisa. O estudo revela que 38,3% dos encarcerados ainda aguardavam julgamento, enquanto que 61,7% já haviam sido condenados.

Da redação, Por Nice Almeida

Em clássico emocionante, Botafogo-PB vence o Campinense e reabre a disputa pelo título

Botafogo-PB vence o Campinense e segue na luta pelo tri do Paraibano
Com dois gols de João Paulo, Belo faz 2 a 1 e acaba com a série de doze jogos de invencibilidade da Raposa.
Com dois gols de João Paulo, Belo faz 2 a 1 e acaba com a série de doze jogos de invencibilidade da Raposa.

Botafogo-PB e Campinense fizeram no Almeidão um jogo que poderia redefinir os rumos do Paraibano. O rubro-negro poderia praticamente selar o título em caso de vitória, mas o Belo, se triunfasse, ficaria apenas um ponto atrás e reabriria a disputa do título.

Em um jogo emocionante, o Botafogo-PB venceu por 2 a 1 com dois gols de João Paulo, e agora entrou de vez na disputa pelo tricampeonato estadual.

O primeiro tempo começou animado, com uma chance para cada lado. A primeira foi do Campinense, com Felipe Alves que empurrou a bola para o fundo das redes após falha de Edson. A arbitragem, no entanto, já marcava o impedimento e o placar permaneceu zerado.

Em seguida, em cobrança de escanteio, foi a vez do Botafogo assustar Glédson com o cabeceio de Rafael Oliveira, que saiu à direita do gol rubro-negro.

Aos 7, a chance mais clara surgiu depois de um lançamento primoroso de Alex Cazumba que achou Guto. Cara a cara com o goleiro do Campinense, o volante rolou para Doda, que limpou o arqueiro e bateu colocado, acertando a trave.

Novamente com Guto, o Bota-PB chegou ao ataque, desta vez pela direita. Aos 21 minutos, o volante da camisa 8 cruzou a bola da direita, a zaga do Campinense furou duas vezes e a bola sobrou para João Paulo chutar rasteiro, de fora da área, para abrir o placar.

O Belo se animou e já saiu em busca do segundo gol, que veio aos 35 minutos, quando em um cochilo da defensiva rubro-negra, João Paulo roubou a bola de Joécio e bateu colocado no lado esquerdo de Gledson para ampliar o placar.

No início do segundo tempo o jogo perdeu um pouco em intensidade. Aos 15 minutos, no entanto Felipe Alves recebeu na entrada da área do Botafogo-PB, girou sobre o defensor e tocou na saída de Edson para diminuir o placar.

Após o gol, a Raposa partiu para cima do Belo e em boa tabela entre Luís Fernando e Leandro Santos, o meia recebeu na risca da meia-lua da grande área e foi derrubado pelo zagueiro André Lima. O árbitro João Bosco Sátiro puxou o cartão vermelho do bolso e expulsou o defensor do Bota-PB.

Com a expulsão de André Lima, Roberto Fonseca foi obrigado a abrir mão do 4-1-4-1 adotado desde o início da partida, sacou Guto para promover ao gramado o zagueiro Wesley. Em seguida, o volante Léo Rodrigues entrou no lugar de Doda para reforçar a marcação no meio-campo.

O jogo seguiu dramático até o fim, com o torcedor botafoguense apreensivo, já que o Campinense tentava pressionar e o Belo só se defendia e com um homem a menos.

Após o apito final, muita confusão dentro de campo. Jogadores e comissões técnicas das duas equipes discutiram e os botafoguenses revidaram as provocações que os jogadores do Campinense haviam feito durante a semana. A PM entrou em campo e jogou spray de pimenta. O tumulto se prolongou, assim como as provocações, mas após alguns minutos os ânimos foram contidos.

Com o resultado, o Botafogo-PB chega a 6 pontos, e segue na segunda colocação do quadrangular final, mas apenas um ponto atrás do líder Campinense. No próximo meio de semana, o Belo vai até Campina Grande enfrentar o Treze, e a Raposa volta à João Pessoa para pegar o Auto Esporte.

Da Equipe @Vozdatorcida

Brasil não tem estrutura prisional para suportar redução da maioridade, aponta pesquisa

Brasil não tem estrutura prisional para suportar redução da maioridade, aponta pesquisa
De acordo com a autora da pesquisa, Jacqueline Sinhoretto, a superpopulação carcerária é uma realidade em todo país.
De acordo com a autora da pesquisa, Jacqueline Sinhoretto, a superpopulação carcerária é uma realidade em todo país.

O sistema prisional brasileiro não tem estrutura para dar conta do aumento projetado para a população carcerária, caso a redução da maioridade penal seja aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela Presidência da República. A opinião é de autoridades e pesquisadores que participaram hoje (3) do lançamento do Mapa do Encarceramento: os Jovens do Brasil.

Divulgado hoje pelas secretarias Nacional de Juventude (SNJ), de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o documento mostra que a população carcerária no Brasil cresceu 74% entre 2005 e 2012.

De acordo com a autora da pesquisa, Jacqueline Sinhoretto, a superpopulação carcerária é uma realidade em todo país. “Todos estados brasileiros já estão com superpopulação carcerárias. A média do Brasil é 1,7 preso para cada vaga, a um custo variando entre R$ 2 mil e R$ 3 mil por preso. Em Alagoas, a média é 3,7 presos por vaga. No entanto há unidades com índice superior a cinco presos por vaga”, informou a pesquisadora.

Para o secretário Nacional de Juventude, Gabriel Medina, além da superpopulação, o sistema prisional tem outros desafios. “O Brasil encarcera muito, encarcera mal e não ressocializa os presos. Prova disso é que, apesar de a juventude já vir sendo encarcerada, a situação do país não tem melhorado. Além de não ressocializar os presos, [as instituições] vêm colocando os jovens sob domínio de organizações criminosas”, disse ele.

Os dados do Mapa do Encarceramento mostram que, ao longo do período de análise, o número absoluto de presos saltou de 296.919 para 515.482. A maior parte dessas prisões (70%) foram motivadas por crimes patrimoniais ou envolvendo drogas, enquanto crimes contra a vida motivaram apenas 12 % das prisões.

Para Jacqueline, o aumento do número de vagas no período e a construção de novos presídios não amenizaram os problemas de superpopulação. “Este é um problema de direitos humanos pelo qual as autoridades brasileiras, por diversas vezes, têm sido interpeladas por órgãos internacionais”.

Ao analisar o perfil dos presos, a pesquisa deixa “evidente” a existência de uma “seletividade penal” sobre um segmento específico: o jovem, negro, com idade entre 18 e 24 anos. Em 2012, negros foram presos uma vez e meia a mais do que brancos.

A autora da pesquisa explica que apesar de o número de homens presos ainda ser maior que o de mulheres, o estudo indicou crescimento maior da população feminina nos presídios. “Enquanto o aumento da população carcerária masculina foi 70%, o da população feminina foi mais que o dobro: 146%. Isso está fazendo nossa população carcerária ser cada vez mais feminina”, disse a pesquisadora. Atualmente há 31.824 mulheres presas no país (6,17% da população carcerária) e 483.658 homens (93,83%).

Outra crítica da pesquisadora ao sistema brasileiro é a excessiva quantidade de prisões provisórias. “Para cada dois presos não julgados temos apenas um julgado. Isso mostra que não encontramos na Justiça condições para fazer o julgamento dessas pessoas. Se considerarmos que a maior parte das pessoas apenadas tiveram condenação entre quatro e oito anos, concluímos que, se houvesse preocupação da Justiça em cumprir a lei, 20% dos presos poderiam cumprir a pena em regimes alternativos”, disse ela ao ressaltar que tal medida aliviaria em parte a superpopulação carcerária brasileira.

Coordenador das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek informou que as políticas punitivas não têm apresentado resultados satisfatórios. “A maioria dos países fracassaram ao priorizar políticas punitivas porque as causas dos crimes não foram reduzidas. Não é solução colocar mais gente na cadeia. Por isso temos recomendado que o país não mude a situação da maioridade penal”, disse o representante da ONU.

Da redação, Por Pedro Peduzzi

Sisu: consulta aos cursos do 2° semestre de 2015 já está aberta

Sisu de meio de ano terá 55,6 mil vagas em instituições públicas
MEC divulgou lista de vagas em 72 instituições de ensino superior.
MEC divulgou lista de vagas em 72 instituições de ensino superior.

A segunda edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai oferecer 55.576 vagas em 72 instituições públicas. As inscrições começam na segunda-feira (8), mas os interessados já podem consultar a lista de cursos na página do Sisu na internet: http://sisu.mec.gov.br/

Para participar do Sisu, o candidato precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e não ter zerado a redação. As inscrições estarão abertas do dia 8 ao dia 10 deste mês, no site do programa. 

O número de vagas aumentou em relação à segunda edição, no ano passado, quando foram ofertadas 51.412 vagas em 67 instituições. O ritmo do aumento das vagas, no entanto, diminuiu. Este ano cresceu 8% em relação a 2014. No ano passado, foram 29% em comparação com 2013.

Em 2014, cerca de 6,2 milhões de candidatos fizeram o Enem em todo o país.

Da redação, Por Mariana Tokarnia

Botafogo-PB e Campinense decidem rumo do campeonato no Almeidão

Com promessa de casa cheia, Botafogo-PB e Campinense decidem rumo do campeonato no Almeidão
O Belo, se vencer, fica apenas um ponto atrás do rubro-negro, e reabre a briga pelo título do Campeonato Paraibano de 2015.
O Belo, se vencer, fica apenas um ponto atrás do rubro-negro, e reabre a briga pelo título do Campeonato Paraibano de 2015.

Quatro pontos separam Botafogo-PB e Campinense na tabela de classificação do Paraibano. A Raposa, líder com sete, em caso de vitória, pode até ser campeã na quinta-feira, caso Treze e Auto Esporte empatem em Campina Grande. O Belo, se vencer, fica apenas um ponto atrás do rubro-negro, e reabre a briga pelo título do Campeonato Paraibano de 2015.

A partida desta noite, no estádio Almeidão, pode decidir os rumos do torneio. A não ser que aconteça outro empate, como o 1 a 1 da última quarta-feira (27). Certo é que a expectativa para o duelo é grande, dentro e fora de campo. Fora dele, começando pela torcida, já que a diretoria do Belo espera cerca de 15 mil pessoas para empurrar o time.

Para apimentar mais ainda a partida, o meia Luiz Fernando e o volante Neto, do Campinense, foram acusados por Luiz Carlos, atacante do Botafogo-PB, de menosprezar o clube pessoense. A confusão se deu nas redes sociais, onde o centro avante chegou a dizer que, caso entrasse em campo, era capaz que saísse preso. Resta aguardar o desenrolar do confronto, já que o “Imperador”, como é conhecido, foi liberado pelo Departamento Médico e poderá defender o Belo na partida. Que as cenas lamentáveis fiquem apenas na rede mundial de computadores.

Dentro de campo, o treinador do Botafogo-PB, Roberto Fonseca, deve manter a mesma escalação titular das duas últimas partidas. No sábado passado, o time teve boa atuação na vitória por 2 a 1 sobre o Confiança-SE, pela Série C. Seguem desfalcando o time o goleiro Genivaldo, o lateral esquerdo Airton, o volante Hércules e o meia Samuel, lesionados. O meia Rone Dias, que não foi inscrito no Paraibano, também fica de fora do clássico.

Pelo lado do Campinense, o técnico Francisco Diá não poderá contar com um de seus principais jogadores no Campeonato. O volante Neto está suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e desfalca a equipe. Em seu lugar, o comandante faz mistério, mas Leandro Sobral deve ser o substituto natural. O atacante Nando, que ficou de fora do jogo da última semana, está a disposição e pode jogar.

A arbitragem é outro fator controverso do clássico de logo mais. Insatisfeito com as últimas atuações dos homens do apito, a diretoria do Botafogo-PB chegou a pedir um árbitro FIFA para o confronto, porém a solicitação foi negada pela FPF pois o clube da Maravilha do Contorno não fez o depósito de R$ 15 mil para o pagamento do trio forasteiro. Com isso, João Bosco Sátiro foi sorteado e apita o jogo. Seus auxiliares serão Kildenn Tadeu e Felipe Messias. Antônio Carlos Rocha será o árbitro reserva.

Detalhe é que Sátiro se envolveu em polêmica com a diretoria botafoguense após a partida do Belo com o Atlético de Cajazeiras, no Perpetão, quando o time da casa teve um pênalti marcado ao seu favor aos 49 do segundo tempo. O presidente Guilherme Novinho e o vice de futebol, Zezinho do Botafogo, xingaram o juiz, que ameaçou processá-los.

A bola rola a partir das 20h30, e a Rádio Voz da Torcida transmite o Clássico Emoção ao vivo.

Prováveis escalações

Botafogo-PB: Edson, Gustavo, Walter, André Lima, Alex Cazumba; Zaquel, Nata, Guto, Doda; João Paulo, Rafael Oliveira. Técnico: Roberto Fonseca.

Campinense: Glédson, Osvaldir, Jairo, Juliano, Jefferson Recife; Negretti, Leandro Sobral (Kazado), Leandro Santos, Luiz Fernando; Reginaldo Júnior, Luiz Fernando. Técnico: Francisco Diá.

Da Equipe @Vozdatorcida

Mais de 400 pessoas continuam desaparecidas em naufrágio no Yangtze

Mais de 400 pessoas continuam desaparecidas em naufrágio no Yangtze
Mais de 4.600 pessoas, incluindo centenas de mergulhadores, estão envolvidas nas operações de busca e salvamento numa corrida contra o tempo e as persistentes más condições atmosféricas no local.
Mais de 4.600 pessoas, incluindo centenas de mergulhadores, estão envolvidas nas operações de busca e salvamento numa corrida contra o tempo e as persistentes más condições atmosféricas no local.

Ao menos 430 pessoas que viajavam a bordo do navio naufragado na segunda-feira (1º) à noite no Rio Yangtze continuam desaparecidas hoje (3) após um dos piores naufrágios registrados nas últimas décadas na China.

Um balanço divulgado na madrugada desta quarta-feira pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua informa que havia sete mortos confirmados e que 14 pessoas, entre as quais uma mulher de 65 anos, tinham sido resgatadas.

O naufrágio ocorreu na segunda-feira à noite, por volta das 21h30 (hora local), quando o navio de nome Dongfangzhixing (Estrela Oriental) foi atingido por um tornado e afundou em “apenas um ou dois minutos”.

Trata-se de um barco de cruzeiros turísticos, com quatro andares e 76 metros de comprimento, e navegava há três dias de Nanjing para Chongqing, com 456 pessoas a bordo: 405 passageiros, a maioria dos quais com mais de 60 anos de idade, 46 tripulantes e cinco guias turísticos.

O capitão e o engenheiro-chefe da embarcação, que conseguiram salvar-se, foram detidos pela polícia.

“Foi tão rápido que o capitão nem teve tempo de dar sinal de alerta”, disse Wang Yangsheng, funcionário do Centro de Socorro Marítimo de Yuegang, citado pela agência Xinhua.

Mais de uma centena de barcos e quase 5 mil pessoas, entre as quais 1.840 soldados e 1.600 agentes da polícia, foram mobilizadas para as operações de busca e salvamento, informou a imprensa oficial.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, foi ao local do naufrágio, onde o rio chega a 15 metros de profundidade, em Jianli, na província de Hubei.

Com quase 20 anos de serviço e capacidade para transportar 534 pessoas, o Dongfangzhixing fazia cruzeiros regulares no Yangtze, um percurso turístico popular na China que atrai anualmente cerca de 1 milhão de pessoas.

O Yangtze, ou Chang Jiang (Grande Rio), como chamam os chineses, é o terceiro maior do mundo, menor apenas que o Nilo e o Amazonas, com 6.300 quilômetros de extensão.

Da redação, com Agência Lusa 

População carcerária do Brasil cresce 74% em sete anos

“A análise conjunta das taxas de encarceramento e das taxas de homicídio por estado indica que prender mais não necessariamente reduz os crimes contra a vida, porque as políticas de policiamento enfocam os crimes patrimoniais e de drogas”, aponta o relatório.
“A análise conjunta das taxas de encarceramento e das taxas de homicídio por estado indica que prender mais não necessariamente reduz os crimes contra a vida, porque as políticas de policiamento enfocam os crimes patrimoniais e de drogas”, aponta o relatório.
“A análise conjunta das taxas de encarceramento e das taxas de homicídio por estado indica que prender mais não necessariamente reduz os crimes contra a vida, porque as políticas de policiamento enfocam os crimes patrimoniais e de drogas”, aponta o relatório.

A população prisional no Brasil cresceu 74% entre 2005 e 2012. Em 2005, o número absoluto de presos no país era 296.919. Sete anos depois, passou para 515.482 presos. A população prisional masculina cresceu 70%, enquanto a população feminina cresceu 146% no mesmo período. Em 2012, aproximadamente um terço da população prisional brasileira estavam encarceradas em São Paulo.

Os dados estão no estudo Mapa do Encarceramento: os Jovens do Brasil, divulgado hoje (3) pela Secretaria-Geral da Presidência da República. O levantamento foi feito pela pesquisadora Jacqueline Sinhoretto com base nos dados Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (InfoPen), do Ministério da Justiça. Segundo o estudo, o crescimento foi impulsionado pela prisão de jovens, negros e mulheres.

O relatório aponta que 13 estados tiveram crescimento acima da marca nacional. Em Minas Gerais, segundo estado em população encarcerada, com 45.540 presos em 2012, houve crescimento de 624% no número de presos. Segundo o relatório, isso deve a programas que visam a repressão qualificada aos crimes contra a vida e a presídios privatizados instalados no estado. Já o Rio Grande do Sul apresentou o menor percentual de crescimento da população prisional do país (29%).

De acordo com o levantamento, 38% da população prisional no país é formada por pessoas que estão sob a custódia do Estado sem que tenham sido julgadas. Outros 61% dos presos são condenados e 1% cumpre medida de segurança. Dentre os condenados, 69% estão no regime fechado, 24% no regime semiaberto e 7% no regime aberto.

“Quase metade (48%) dos presos brasileiros recebeu pena de até oito anos. Num sistema superlotado, 18,7% não precisariam estar presos, pois estão no perfil para o qual o Código de Processo Penal prevê cumprimento de penas alternativas”, cita o texto.

Os crimes que mais motivam prisões são patrimoniais e drogas, conforme o estudo, que somados atingem cerca de 70% das causas de prisões. Crimes contra a vida motivam 12% das prisões. Segundo o relatório, isso indica que o policiamento e a Justiça criminal não têm foco nos crimes “mais graves”, mas atuam principalmente nos conflitos contra o patrimônio e nos delitos de drogas.

Da redação, com Agência Brasil 

 

Cássio pede que Ministério da Justiça ajude a segurança da Paraíba

Cássio pede que Ministério da Justiça ajude a segurança da Paraíba
Senador faz apelo ao Ministério da Justiça para ajudar o governo da Paraíba na grave crise de segurança pela qual passa o Estado atualmente.                          
Senador faz apelo ao Ministério da Justiça para ajudar o governo da Paraíba na grave crise de segurança pela qual passa o Estado atualmente.

O Senador Cássio Cunha Lima(PSDB/PB), fez um pronunciamento no Senado Federal para externar a preocupação e o sentimento que todos os paraibanos estão tendo com a gravíssima situação da segurança pública do estado da Paraíba. Na condição de representante do estado no Senado Federal, dirigiu um apelo ao ministro de Justiça de Estado, para que a Força Nacional possa, em entendimento com o governo do Estado, ser remetida à Paraíba ou que o ministro da Justiça chame o governador para um diálogo objetivando resgatar a paz pública aos paraibanos.

Cássio alerta que a situação da Paraíba é de descontrole absoluto e que é preciso que o Governo Federal, o Ministério da Justiça, através da Força Nacional, adote providências no nosso Estado. “Vamos encaminhar esse pleito, essa solicitação, essa súplica, esse clamor ao ministro da Justiça, para que ele se reúna com o governador e a Força Nacional seja mobilizada e preste socorro à população que se encontra desprotegida e desamparada  por completo, da Paraíba.

O parlamentar alertou que a população da Paraíba vive em um estado de insegurança, de pânico, de medo, de terror.  Ele destacou que em Campina Grande, a situação é ainda mais grave. A cidade, praticamente, vive um momento de estado de sítio. Cássio Cunha Lima lamenta que o Governo do Estado sequer tenha a capacidade de reconhecer a existência do problema. “Ao não reconhecer a existência do problema e trazer declarações de que está tudo em ordem, que a Paraíba vive um ambiente de paz e que tudo não passa de terrorismo da oposição e boatos que são por mim criados, a população fica à mercê da própria sorte”, desabafou.

Para evitar que mais uma vez tentem politizar o seu discurso, o senador paraibano, inclusive, fez questão de pontuar que raramente, leva assuntos tidos como “paroquiais” para o plenário, para não parecer que está transferindo para o Senado da República a disputa e o embate político paraibano e as questões meramente locais.

“Diante de dois graves problemas que a Paraíba vem enfrentando neste instante – segurança pública e abastecimento de água –, eu não posso me calar, até porque, da última vez que ocupei aquela tribuna para tratar da gravidade do descaso, do caos, do abandono em que vive a área de segurança pública no nosso Estado, a nossa querida Paraíba, o Governo atribuiu a um ato de terrorismo da minha parte e de uma sucessão de boatos que eu promovia, como se eu tivesse a capacidade de criar fatos na área de segurança”, lembrou Cássio.

Da redação, com Ascom 

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