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sexta-feira, 11 setembro 2026
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“RC tem atitudes pequenas e não aceita nada da oposição”, diz deputado

“Competência para atribuir nomes a ruas, prédios e instituições públicas é do Legislativo”, disse.
“Competência para atribuir nomes a ruas, prédios e instituições públicas é do Legislativo”, disse.
“Competência para atribuir nomes a ruas, prédios e instituições públicas é do Legislativo”, disse.

Durante entrevista nesta quinta-feira (25) o deputado estadual Bruno Cunha Lima (PSDB) comentou o decreto do governador Ricardo Coutinho (PSB) que não incluiu o nome do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, ao hospital de Trauma de Santa Rita, conforme previa matéria aprovada na Assembleia Legislativa.

 “É mais uma atitude pequena do governador do Estado. Luciano Agra com todos os serviços prestados à nossa população não serve nem para ser homenageado depois de falecido? Isso não tem cabimento”, frisou o tucano.

O parlamentar lembrou que a competência para atribuir nomes a ruas, prédios, logradouros e instituições públicas é do Poder Legislativo.

“Ele não admite que ninguém possa propor algo que não seja para agradá-lo e não aceita nada que venha de um opositor. É uma atitude pequena para quem governa um Estado”, finalizou.

Da redação, @pbvale1

MP ingressa 33 ações de improbidade administrativa na Paraíba

Ministério Público da Paraíba
Ministério Público da Paraíba
Ministério Público da Paraíba

Levantamento do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público do Ministério Público da Paraíba mostra que, em maio, foram ajuizadas 33 ações civis públicas de improbidade administrativa em oito Promotorias de Justiça.

Na Promotoria de Alagoa Grande, tendo como autor o promotor de Justiça João Benjamim Delgado Neto, foram seis ações civis tendo como objetos despesas não licitadas, ausência de contribuições previdenciárias, irregularidades quanto à nomeação de candidatos aprovados em concurso.

Em João Pessoa, foram sete ações de improbidade por iniciativas dos promotores Gardênia Cirne, Alessandro de Lacerda Siqueira e Ricardo Alex Almeida Lins. Os objetos das ações são: acúmulo ilegal de cargos públicos, dano ao erário, nepotismo, irregularidades em prestação de contas e nomeação de candidatos aprovados em concurso.

Por iniciativa do promotor Leonardo Fernandes Furtado, a Promotoria de Araruna ajuizou quatro ACPs contra o Município de Riachão por falta de ferramentas no portal da transparência. Já em Santa Rita, a promotora Anita Bethânia Silva Rocha ingressou três ações por falta de recolhimento de contribuições previdenciárias, divergência entre folha de pagamento e o Sagres e irregularidades quanto à nomeação de candidatos aprovados em concurso.

Em Sousa, foi ajuizada pelo promotor Leonardo Quintans uma ação pedindo a extinção da Fundação Luiz Oliveira. Em Remígio, Solânea e Sumé foram ajuizadas 12 ações pelos promotores Fábia Cristina, Henrique Cândido e José Leonardo Clementino, respectivamente, que tiveram o suporte do Grupo Especial de Atuação na Defesa do Patrimônio Público (Geapp).

Da redação, com Ascom MPPB

Busca por melhor condição de vida leva brasileiros a viverem ilegalmente nos EUA

Muitos brasileiros se arriscam em busca do sonho de viver nos Estados Unidos
Muitos brasileiros se arriscam em busca do sonho de viver nos Estados Unidos
Muitos brasileiros se arriscam em busca do sonho de viver nos Estados Unidos

“Porém se a gente vive a sonhar, com alguém que se deseja rever, saudade, entonce, aí é ruim, eu tiro isso de mim que vivo doido a sofrer”. Os versos cantados por Luiz Gonzaga são realidade na vida de milhares de brasileiros que vivem nos Estados Unidos sem documentos. “O que mais dói é não poder ir e vir. É a saudade”, diz Geralda Diniz de Sá, em Atlanta há 16 anos e sem documentação legal.

Embora o governo brasileiro não tenha dados precisos sobre o número de imigrantes que vivem nos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores, calcula que existam de 1,3 milhão a 1,4 milhão de brasileiros residentes no país. No Dia do Imigrante, lembrado hoje (25), a Agência Brasil publica uma série de matérias para mostrar um pouco da realidade dos brasileiros nos Estados Unidos.

Geralda deixou Goiânia em 1998 após se divorciar do marido. “Eu era professora de história na rede pública, deixei meus filhos e vim para cá porque queria dar um novo rumo para minha vida”, contou à Agência Brasil. Hoje, aos 57 anos, ela trabalha como house cleaner – nome dado às diaristas nos Estados Unidos.

Na busca de um “novo rumo”, Geralda ajudou a pagar os estudos dos filhos, comprou casa nos Estados Unidos e no Brasil e diz que não tem do que reclamar, do ponto de vista financeiro e de qualidade de vida. “Mesmo sem documentos, eu tenho carteira de motorista, tenho carro, tenho casa e meus filhos estão todos encaminhados. Um dos meus filhos fez direito e agora é advogado”, diz, orgulhosa.

Nos 16 anos vividos em Atlanta, Geralda disse que acumulou experiência e aprendizado, mas lamenta não poder ir ao Brasil visitar a mãe que tem 96 anos. “Sinto falta da minha mãezinha e quero revê-la o mais rápido possível. Mas se vou agora, posso não conseguir passar pela imigração novamente”, diz.

A trajetória vivida por Geralda e as dificuldades que enfrenta há mais de uma década são as mesmas para quem chega atualmente. Há cerca de dois meses, Geralda acolheu em sua casa a trabalhadora doméstica Jandira Antônia Lopez, 44 anos, há um ano e meio nos Estados Unidos.

Jandira saiu do Brasil para trabalhar na casa de uma antiga patroa de Brasília, mas o contrato de trabalho não foi cumprido e ela resolveu deixar o emprego. “A minha ex-patroa não cumpriu o que prometeu sobre salário, não me deixava sair de casa e acabei presa numa condição que não queria”, contou.

A brasiliense entrou nos Estados Unidos com o visto solicitado pela antiga empregadora, mas resolveu continuar. “Eu consegui renovar meu visto por três meses, mas agora eu pretendo ficar mais tempo, só que sem visto.”

Divorciada, Jandira conta que o dinheiro ajuda a manter a família no Brasil. “Meu filho mais velho faz faculdade e o outro estuda para concurso público. Eu ajudo pagando cursinho. Também ajudo meus parentes”, disse.

Ela diz que também quer investir em si mesma e estudar inglês. Para isso, conta com a ajuda e o suporte emocional da amiga. “A Geralda já passou por tudo o que estou passando, sobre saudade e sobre as dificuldades de quando a gente chega. Eu olho para ela e vejo que é possível.”

Jandira diz ter consciência do impacto da decisão de ficar. “Eu vejo as pessoas que foram ficando aqui. Você vai ficando longe e distante, mas o dinheiro que você ganha e o bem que proporciona passa a ser importante para a família que fica e você vai aceitando a condição de não poder sair daqui.”

A dificuldade de ir e vir também aparece nas estatísticas. Uma pesquisa publicada no portal Diga aí – plataforma digital criada por brasileiros que vivem em diferentes partes do mundo com o objetivo de formar uma base de dados das comunidades de imigrantes – mostra que 72% dos brasileiros que moram em Massachusetts (segunda maior comunidade brasileira) nunca visitaram o Brasil desde que saíram do país.

“Dificilmente o imigrante sem documentos arrisca deixar os Estados Unidos e a vida que construiu aqui e lá [no Brasil] – o apoio que proporciona à família – se houver um risco de não poder passar novamente”, comenta o pesquisador Álvaro Lima.

Além disso, os imigrantes que não têm documento convivem com o medo da deportação. Álvaro lembra que há fases em que o governo afrouxa as leis e o controle e fases em que “aperta mais”. Também há mudanças na conduta adotada em cada uma das regiões. Na área metropolitana de Atlanta, por exemplo, a polícia não deporta um imigrante encontrado em blitz de trânsito. Em condados vizinhos, entretanto, há vários relatos de deportações.

“Eu tenho medo de ir a alguns lugares, porque a gente fica sabendo que a polícia está fazendo blitz e se você não tem documento te mandam de volta”, disse um pedreiro brasileiro que vive ilegalmente nos Estados Unidos desde 2001 e pediu para que o nome não fosse publicado.

Por Leandra Felipe

Chile é o primeiro semifinalista da Copa América 2015

Isla comemora o gol que deu a classificação ao Chile na Copa América
Isla comemora o gol que deu a classificação ao Chile na Copa América
Isla comemora o gol que deu a classificação ao Chile na Copa América

Definido o primeiro semifinalista da Copa América 2015: é o Chile! Jogando em casa, o time de Jorge Sampaoli pressionou a equipe uruguaia praticamente os 90 minutos de jogo, nesta quarta-feira (24) e conseguiu a vitória por 1 a 0, com gol de Maurício Isla, aos 35 minutos do segundo tempo.

Os mais de 40 mil torcedores que estavam no estádio Nacional viram uma seleção chilena dona das ações e um Uruguai nervoso, o que pôde ser notado com a expulsão de Cavani, aos 17 minutos do segundo tempo e de Fucile já no final da partida.

Com o resultado, o Chile terminou com um tabu de 16 anos sem chegar a semifinal da Copa América e de quebra eliminou o último campeão.

Da redação, @pbvale1

Na Paraíba: Professores da rede estadual recebem R$ 13,30 por hora de trabalho

Paraíba paga um dos piores salários na média nacional
Paraíba paga um dos piores salários na média nacional
Paraíba paga um dos piores salários na média nacional

Levantamento do G1 comparou salários das redes estaduais do Brasil. Maior salário é o de Mato Grosso do Sul; menor é o de Santa Catarina.

Os professores das redes estaduais e do Distrito Federal ganham R$ 16,95 a cada 60 minutos que passam dentro da sala de aula com os estudantes, ou fora dela preparando atividades, provas e relatórios.

O valor médio da hora nacional faz parte de um levantamento feito pelas equipes de reportagem do G1 em todo o país, junto aos governos estaduais e sindicatos, entre abril e junho deste ano.

Considerando a carga horária de 40 horas semanais de trabalho, o salário-base médio é de R$ 2.711,48 para professores com diploma de licenciatura no início da carreira.

O levantamento tomou como base essa categoria de docência porque as redes estaduais são as principais responsáveis pelo ensino médio, nível em que, para lecionar, é preciso concluir o curso de licenciatura.

Em média, o professor da rede pública estadual formado em licenciatura (ou seja, com diploma do ensino superior), recebe 57% do salário mediano dos trabalhadores brasileiros com formação equivalente. Segundo uma comparação feita pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre) com base em dados de 2013, e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, o salário médio de trabalhadores com diploma de nível superior foi de R$ 4.726,21.

Gratificações
Em entrevista ao G1, o ministro da Educação Renato Janine Ribeiro questionou o levantamento. Segundo ele, os dados levam em conta apenas os salários-base e exclui as gratificações, um método que ele classificou como “histórico” e composição salarial dos professores. “Ao longo do tempo os estados foram adotando formas diferentes de assalariar, e muitas vezes foi uma forma de dar aumento de verdade [para o professor]”, afirmou o ministro.

“São formas para ir compondo um salário. Você adota formas diferentes, mas chega uma hora em que há muita inconsistência, então é difícil fazer uma tabela de comparação. [Se um professor recebe gratificação por atuar em sala de aula, mas depois vai para outro setor], criam-se outros modos de não perder a gratificação, vão ganhando complexidade muito grande”, explicou.

Maior salário
O estado que paga o maior salário, segundo o levantamento, é Mato Grosso do Sul. Lá, os professores com licenciatura recebem o salário-base de R$ 3.994,25 pelas 40 horas semanais, jornada padrão, de acordo com informações do governo estadual.

No outro extremo da tabela, o estado com o menor salário-base é Santa Catarina. Segundo o governo catarinense, os professores com licenciatura que trabalham 40 horas por semana ganham salário-base de R$ 1.917,78, mesmo valor do piso nacional, obrigatório por lei para os professores com formação mínima de nível médio.

Fórum vai acompanhar salários
Em entrevista ao G1, Binho Marques, secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC, afirmou que o ministério vai criar um fórum com a participação do governo, sindicatos e gestores estaduais e municipais para acompanhar e propor melhorias à lei que define o piso salarial nacional para os professores.

Ele afirmou ainda que a variação salarial entre os estados mostra a diversidade de planos de carreira locais. “É muito difícil fazer essa comparação, porque acaba sendo um pouco injusta. Tem estado que investe muito com salário do professor, mas o piso é baixo”, disse ele.

Segundo Marques, há estados que “achataram” a carreira e, por isso, o salário inicial é alto, mas o teto salarial da carreira não é muito superior ao piso. Outras redes, porém, têm um plano de carreira com muitos degraus, o que faz com que o salário inicial seja baixo, mas o professor tenha mais oportunidades de subir na carreira.

Santa Catarina
A Secretaria de Educação de Santa Catarina, que, de acordo com o levantamento, é a única rede estadual a pagar aos professores licenciados o piso salarial dos professores de nível médio, afirma que outros estados já incorporaram a chamada “regência de classe”, por isso o valor é maior.

Segundo a pasta, o governo negocia o salário com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte-SC). De acordo com a Secretaria, o valor de R$ 1,9 mil é “irreal” como salário-base, pois os professores recebem gratificações e o salário sobe para quase R$ 2,4 mil.

O levantamento considera apenas o vencimento inicial, excluindo as gratificações, que podem chegar a mais de 100% do valor do salário-base. É o caso do Maranhão, onde 100% dos professores em sala de aula recebem a Gratificação de Atividade do Magistério (GAM), no valor de 104% do salário-base. Assim, a folha de pagamento dos docentes maranhenses sobre para pelo menos R$ 4.985,44.

Jornada padrão e gratificação
Como cada estado tem autonomia para definir que tipo de contrato firma com os servidores da educação, as jornadas de trabalho variam entre 16 e 40 horas semanais.

Para poder comparar a remuneração entre os estados, o G1 converteu os salários-base referentes às jornadas reais para o equivalente à jornada de 40 horas.

Em alguns estados, o salário bruto dos professores é mais alto, porque o governo incorpora gratificações e subsídios, como auxílio-saúde, vale-transporte, vale-refeição e remuneração extra pela atuação em sala de aula, ou para professores que trabalham em áreas distantes ou consideradas de risco.

Há estados, porém, que não oferecem remuneração extra. Mato Grosso do Sul e Minas Gerais estão neste grupo, além de Espírito Santo, Goiás e Tocantins. Outros estados não informaram se oferecem ou não gratificação: Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo.

No Paraná, por exemplo, a secretaria detalhe que professores recebem a remuneração mensal de R$ 3.194,70, incluindo benefícios e gratificações, e alega que o salário médio com benefícios é de R$ 4,721,48.

Lei de 2008
A lei que estabelece o piso salarial nacional para professores é de 2008 e determina diversas obrigações municípios, estados e à União.

Além de dever pagar pelo menos o valor fixado por lei para professores com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais, os governos devem ajustar o salário para outras jornadas de trabalho segundo o piso.

Ainda de acordo com a lei, na jornada total, pelo menos um terço das horas trabalhadas pelos professores devem ser fora da sala de aula (a chamada “hora-atividade”).

Em alguns estados, porém, o cargo de professor com diploma de ensino médio já foi extinto, e só são contratados docentes que tenham formação de ensino superior. É o caso, por exemplo, do Amazonas e do Espírito Santo. Em outros estados, como no Ceará, há apenas algumas dezenas de professores nessas condições, e eles já não atuam mais em sala de aula.

Veja a seguir o salário-base dos professores (com diploma de licenciatura e jornada de 40 horas semanais) em cada rede estadual do Brasil:

ACRE*
Remuneração por hora: R$ 16,76
Salário-base mensal: R$ 2.681,27

ALAGOAS
Hora-aula: R$ 16,57
Salário-base mensal: R$ 2.651,82

AMAPÁ
Remuneração por hora: R$ 21,35
Salário-base mensal: R$ 3.416,32

AMAZONAS
Remuneração por hora: R$ 20,43
Salário-base mensal: R$ 3.269,49

BAHIA*
Remuneração por hora: R$ 12,04
Salário-base mensal: R$ 1.925,96

CEARÁ
Remuneração por hora: R$ 12,05
Salário-base mensal: R$ 1.927,43

DISTRITO FEDERAL
Remuneração por hora: R$ 24,12
Salário-base mensal: R$ 3.858,87

ESPÍRITO SANTO*
Remuneração por hora: R$ 19,83
Salário-base mensal: R$ 3.172,08

GOIÁS
Remuneração por hora: R$ 16,06
Salário-base mensal: R$ 2.570,08

MARANHÃO*
Remuneração por hora: R$ 15,27
Salário-base mensal: R$ 2.443,84

MATO GROSSO*
Remuneração por hora: R$ 23,76
Salário-base mensal: R$ 3.802,09

MATO GROSSO DO SUL
Remuneração por hora: R$ 24,96
Salário-base mensal: R$ 3.994,25

MINAS GERAIS*
Remuneração por hora: R$ 15,16
Salário-base mensal: R$ 2.425,50

PARÁ
Remuneração por hora: R$ 12,05
Salário-base mensal: R$ 1.927,60

PARAÍBA*
Remuneração por hora: R$ 13,30
Salário-base mensal: R$ 2.128,51

PARANÁ
Remuneração por hora: R$ 15,46
Salário-base mensal: R$ 2.473,22

PERNAMBUCO
Remuneração por hora: R$ 12,73
Salário-base mensal: R$ 2.036,16

PIAUÍ
Remuneração por hora: R$ 16,47
Salário-base mensal: R$ 2.634,65

RIO DE JANEIRO*
Remuneração por hora: R$ 18,43
Salário-base mensal: R$ 2.948,38

RIO GRANDE DO NORTE
Remuneração por hora: R$ 16,78
Salário-base mensal: R$ 2.684,43

RIO GRANDE DO SUL*
Remuneração por hora: R$ 14,57
Salário-base mensal: R$ 2.331,38

RONDÔNIA
Remuneração por hora: R$ 15,61
Salário-base mensal: R$ 2.498,00

RORAIMA*
Remuneração por hora: R$ 22,18
Salário-base mensal: R$ 3.548,93

SANTA CATARINA
Remuneração por hora: R$ 11,99
Salário-base mensal: R$ 1.917,78

SÃO PAULO
Remuneração por hora: R$ 15,10
Salário-base mensal: R$ 2.415,89

SERGIPE
Remuneração por hora: R$ 12,15
Salário-base mensal: R$ 1.943,53

TOCANTINS
Remuneração por hora: R$ 22,39
Salário-base mensal: R$ 3.582,62

*Nesses estados, a jornada padrão varia, mas, para efeito de comparação, o valor do salário-base foi convertido para 40 horas semanais:
– Jornada de 16 horas: Rio de Janeiro
– Jornada de 20 horas: Bahia, Maranhão e Rio Grande do Sul
– Jornada de 24 horas: Minas Gerais
– Jornada de 25 horas: Espírito Santo e Roraima
– Jornada de 30 horas: Acre, Mato Grosso, Paraíba, Rio Grande do Norte

Da redação, com G1

Organizações vão à ONU contra proposta de redução da maioridade penal

Representantes de quatro organizações brasileiras de direitos humanos fizeram um pronunciamento no Conselho das Nações Unidas (ONU),
Representantes de quatro organizações brasileiras de direitos humanos fizeram um pronunciamento no Conselho das Nações Unidas (ONU),
Quatro organizações brasileiras fizeram um pronunciamento no Conselho das Nações Unidas (ONU),

Representantes de quatro organizações brasileiras de direitos humanos fizeram um pronunciamento hoje (25), no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), criticando a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 anos para 16 anos.

O documento, assinado pela Rede de Justiça Criminal, pela Conectas Direitos Humanos, pela Rede Nacional de Defesa do Adolescente em Conflito com a Lei e pela Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, ressalta que a proposta representa um “grave retrocesso” para o país e criminaliza um “dos segmentos mais vulneráveis” da sociedade brasileira: os jovens pobres.

“Em um país com histórica desigualdade social e privação de direitos, essas propostas aprofundarão o grau de violações de direitos já existente”, afirma o documento, lido na plenária do Conselho, em Genebra, na Suíça. “Uma eventual reforma da idade penal iria contrariar recomendação da própria ONU, que vê, na medida, uma ameaça para os direitos das crianças e adolescentes e contraria tendências mundiais na gestão da justiça juvenil.”

As ONGs destacam que, dos 60 mil homicídios ocorridos no Brasil em 2012, apenas 4% foram cometidos por pessoas com menos de 18 anos. “Por outro lado, mais da metade dos assassinados eram jovens com idades entre 15 e 29 anos, dos quais 77% eram negros. Em outras palavras, os jovens são vítimas, e não os autores da violência”, informa o texto.

No dia 17, o parecer do deputado Laerte Bessa (PR-DF) foi aprovado por 21 votos a 6 na comissão especial da Câmara dos Deputados. Para conseguir amplo apoio, ele modificou o texto estabelecendo que a redução da maioridade será apenas para os casos de crimes hediondos (como estupro e latrocínio), lesão corporal grave e roubo qualificado.  A votação da PEC no plenário está prevista para o dia 30 deste mês.

Por Ana Cristina Campos

Bandidos explodem 73º agência bancária em 2015; alvo de hoje foi Puxinanã

Local ficou completamente destruído
Local ficou completamente destruído
Local ficou completamente destruído

“73º caso de violência contra bancos foi registrado na madrugada desta quinta-feira em Puxinanã”

Cerca de oito pessoas invadiram um terminal bancário da cidade de Puxinanã (Agreste do estado, a 121 km de João Pessoa) e explodiram um caixa eletrônico, na madrugada desta quinta-feira (25). Segundo a Polícia Militar, a ação dos criminosos aconteceu por volta das 3h30.

Após detonar explosivos no equipamento, o grupo de assaltantes fugiu em carros de passeio. Até as 8h, nenhum suspeito de participar do ataque havia sido preso. A polícia ainda não sabe se os bandidos chegaram a roubar o dinheiro armazenado no caixa.

Esta é a segunda vez no ano que um posto bancário é alvo da ação de criminosos em Puxinanã. Em janeiro, uma quadrilha fortemente armada invadiu um banco da cidade e explodiu um caixa eletrônico. Câmeras de segurança flagraram a ação dos bandidos, assista aqui.

De acordo com o Sindicato dos Bancários da Paraíba, este é 73º caso de violência contra bancos registrado em 2015, sendo a 35ª explosão a caixa eletrônico.

 

Da redação, com Portal Correio 

Bandidos armados invadem supermercado da Capital e roubam todo o dinheiro

Extra foi assaltado por criminosos armados
Extra foi assaltado por criminosos armados
Extra foi assaltado por criminosos armados

“Segundo a Polícia Militar, as testemunhas informaram que os bandidos estavam de capacete e invadiram o supermercado já armados. Após o crime, os bandidos conseguiram fugir”

Quatro homens armados invadiram e assaltaram o supermercado Extra, localizado na rua Walfredo Macedo Brandão, no bairro dos Bancários, Zona Sul de João Pessoa. Os bandidos renderam os operadores dos caixas e, segundo a polícia, levaram todo o dinheiro apurado.

Segundo a Polícia Militar, as testemunhas informaram que os bandidos estavam de capacete e invadiram o supermercado já armados.

“Estávamos realizando rondas na região quando fomos informados de que estava ocorrendo um assalto. Voltamos e encontramos o pessoal na frente do Extra e constatamos o assalto. O gerente do estabelecimento disse que eles levaram todo o dinheiro dos caixas, mas não sabia ainda a quantia exata roubada”, disse a Polícia Militar.

Após o assalto, os bandidos fugiram em duas motos. A PM segue em diligências para tentar identificar e prender os bandidos.

 

Da redação, com Portal Correio

Verônica Araújo posa nua para Sexy e prova que não tem medo de cobra

Verônica Araújo
Verônica Araújo
Verônica Araújo

Verônica Araújo é a capa da edição de julho da “Sexy” e aparece bem sensual, com uma cobra enrolada no corpo, em algumas das fotos que fez para a revista, divulgadas nesta segunda-feira, 22.

A modelo e campeã de fisiculturismo se inspirou em Eva, personagem que encarna no programa “Tudo pela audiência”, da Multishow, para posar com o animal.

E, em entrevista à publicação, mostrou que também é ousada na cama. “Em 90% das vezes eu gosto de violência “merrmo”: tapa na cara, tapa na bunda, puxão de cabelo. Gosto de falar e ouvir sacanagem. Eu não gosto de gente estática”, revela.

Sobre Adriano Imperador, com quem viveu um affair, Verônica conta como eles se conheceram e não poupa elogios ao jogador na cama: “Eu o conheci num churrasco, tinha acabado de voltar da América Central. Ali eu o conheci e gostei dele sem saber quem era. Foi em 2008, ele tava no São Paulo. A gente ficou e só depois uma amiga minha me cutucou e falou “ele é o Imperador”. Imperador de onde, gente? Depois, a gente se envolveu. O Adriano manda bem! Ele tem uma boa ferramenta e sabe usar, porque tem gente que tem a boa, mas não sabe. Não é à toa que ele pega geral”.

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Da redação, com 180 Graus 

Cantor Cristiano Araújo e namorada morrem após acidente de carro em Goiás

Cristiano Araújo voltava de show em Itumbiara quando sofreu acidente (Foto: Divulgação)
Cristiano Araújo postou foto com a namorada antes de ir para show em Itumbiara
Cristiano Araújo postou foto com a namorada antes de ir para show em Itumbiara

O sertanejo Cristiano Araújo morreu na manhã desta quarta-feira (24), após sofrer um grave acidente de carro na rodovia Transbrasiliana (BR-153), na altura do quilômetro 613, entre os municípios de Goiatuba e Morrinhos, em Goiás. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do artista.  

O cantor havia acabado de fazer um show na cidade de Itumbiara, na madrugada desta quarta-feira (24).

O veículo em que estavam ele, a namorada, Allana Moraes, e outras duas pessoas saiu da pista e capotou por volta das 3h da manhã. Allana morreu no local.

Cristiano chegou a ser levado em estado grave para o Hospital Municipal da cidade de Morrinhos. De lá, foi transferido de helicóptero para Goiânia, mas chegou ao Hospital de Urgência de Goiânia sem vida.   

Capotamento aconteceu na BR-153, entre Goiatuba e Morrinhos, em Goiás (Foto: Divulgação/PRF)
Capotamento aconteceu na BR-153, entre Goiatuba e Morrinhos, em Goiás (Foto: Divulgação/PRF)

CARREIRA

Natural de Goiás, Cristiano Araújo nasceu em 24 de janeiro de 1986 e sempre esteve ligado à música sertaneja, influenciado pelos bisavós, avós, pais e tios sempre estiveram no meio da música. Aos seis anos, Cristiano ganhou de seus pais, João Reis Araújo e Zenaide Melo, seu primeiro violão. Além de Cristiano, o casal tem mais dois filhos: Ana Cristina Melo Araújo e Felipe Araújo. Cristiano Araújo deixa dois filhos, João Gabriel e Bernardo.

Com nove anos, o cantor começou a participar de festivais e eventos e a compor suas próprias canções. Quatro anos depois, ele gravou seu primeiro CD com cinco músicas para participar do Festival do Faustão, no programa “Domingão do Faustão”, na TV Globo. No concurso, Cristiano ficou entre os seis melhores da região Centro-Oeste e, como prêmio, gravou uma faixa no CD Jovens Talentos, lançado pela Som Livre.

Aos 17 anos, deixou a carreira solo e formou uma dupla sertaneja, que durou aproximadamente seis anos. Em 2010, Cristiano voltou a carreira solo e no ano seguinte gravou a música “Efeitos’, que se torna um grande sucesso com mais de 5 milhões de acesso no YouTube.

Em 2012, lançou o álbum “Cristiano Araújo – ao vivo em Goiânia”, que trouxe participações especiais de Bruno e Marrone, na faixa “Bara Bara”, Hugo Henrique, em “Delírios de amar”, e Israel e Rodolffo, em “Na minha mente”. Em 2014, lançou mais um DVD, “In the Cities – Ao Vivo em Cuiabá”, pela Som Livre.

Da redação, com Portais de Notícias  

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