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Caixa seleciona estagiários e oferece bolsa de R$ 1 mil; saiba como concorrer às vagas

Caixa Econômica Federal
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“Inscrições começam no dia 24 deste mês e interessados devem fazer o cadastro e a prova online até o dia 9 de agosto, no site do Ciee”

O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) anunciou a abertura de processo seletivo para o programa de estágio da Caixa Econômica Federal. Estudantes de todo o país podem se inscrever a partir do dia 24 deste mês.

As vagas são para estudantes dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia (Agrônoma/Agrícola, Ambiental, Civil, Elétrica, Mecânica ou Telecomunicações). Podem participar da seleção estudantes do 5º ao penúltimo semestre dos cursos. A bolsa oferecida é R$ 1 mil, para jornada de 5 horas diárias de estágio, além de auxílio-transporte de R$ 130 por mês. Os interessados podem se inscrever e fazer a prova online até o dia 9 de agosto, no site do Ciee.

Os classificados em todas as fases do processo seletivo, que inclui entrevista com gestor nas unidades da instituição financeira, serão convocados para preenchimento de futuras vagas.

Só de biquíni, Xuxa faz movimentos de ioga e ganha elogios

Só de biquíni, Xuxa faz movimentos de ioga (Facebook/Reprodução)
Só de biquíni, Xuxa faz movimentos de ioga (Facebook/Reprodução)
Só de biquíni, Xuxa faz movimentos de ioga (Facebook/Reprodução)

Caras – “Aos 52 anos, a apresentadora da Record mostrou sua elasticidade na tentativa de completar os diversos movimentos”

Só de biquíni, Xuxa Meneghel fez diversos movimentos de ioga em uma praia nesta quarta-feira, 8.

Aos 52 anos, a apresentadora da Record mostrou sua elasticidade na tentativa de completar os diversos movimentos na areia.

Ai, juro que tentei“, disse a apresentadora em sua página no Facebook.

Os fãs da loira elogiaram sua forma física durante a prática de ioga. “Que magrinha“, escreveu uma internauta. “Você vê que a vida não está fácil quando percebe que uma mulher de 50 anos tem o corpo melhor que o teu, que tem 18! Triste“, comentou outra fã. “Sempre muito bem e em forma“, opinou outra. “Que corpo é esse Xu? Inveja branca. Linda“, completou uma internauta.

Xuxa está Curaçau, no Caribe, gravando o quadro Desafio X, sobre esportes radicais, para seu novo programa na Record — que tem estreia prevista para a segunda quinzena de agosto.

"Ai, juro que tentei", disse a apresentadora em sua página no Facebook.
“Ai, juro que tentei”, disse a apresentadora em sua página no Facebook.

Bolsas da China têm forte queda e ‘arrastam’ mercados; entenda

Mercados chineses registraram mais um dia de perdas nesta 4ª-feira
Mercados chineses registraram mais um dia de perdas nesta 4ª-feira
Mercados chineses registraram mais um dia de perdas nesta 4ª-feira

“Ações vêm perdendo valor desde junho e já acumulam baixa de 30%. Economia não tem mostrado dados positivos, e mercado está receoso”.

As bolsas de valores chinesas têm protagonizado uma queda livre nas últimas sessões, com empresas correndo para escapar do desastre, tendo suas ações suspensas e os principais índices acionários despencando.

A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 5,90% nesta quarta-feira (8), gerando um clima de pânico nos mercados. O índice de referência perdeu 219,93 pontos, a 3.507,19 unidades, depois de operar em queda de 8% durante a sessão. A Bolsa de Shenzhen fechou em baixa de 2,5%.

Também foram suspensas as negociações das ações de 1,3 mil empresas em Xangai. Ou seja: o preço delas não pode cair mais porque seus papéis não podem ser comprados ou vendidos.

O que está acontecendo com a bolsa chinesa?
As ações chinesas vêm perdendo valor desde o mês passado. De junho até agora, a queda chega a 30%. Os dados da economia chinesa não têm sido muito positivos ultimamente, e isso vem gerando temor entre os investidores sobre a “saúde” do país. O PIB do primeiro trimestre, por exemplo, apesar de ter crescido 7%, mostrou o pior ritmo em seis anos.

“Nunca vi esse tipo de queda antes. Não acho que alguém tenha visto. A liquidez está totalmente esgotada”, disse o analista da Northeast Securities Du Changchun.

Não se sabe, no entanto, o que provocou a forte onda de venda de ações que acentuou a queda das cotações nos últimos dias.

Quem são os investidores que estão fugindo da bolsa?
Na China, diferentemente dos mercados europeus ou dos Estados Unidos, 80% dos investidores são cidadãos, pessoas físicas. Muitos deles são inexperientes e seguem rumores ao tomar decisões. Assim, o mercado é mais vulnerável a reviravoltas repentinas, como num rebanho.

Outro lado da questão é que investidores de longo prazo estão investindo menos em ações porque muitos acumularam bons ganhos no último ano. O índice de Xangai, por exemplo, havia acumulado alta de 150% até junho.

Por que o público investidor é diferente?
O governo de Pequim tinha visto nos mercados acionários uma peça importante na estratégia de transformar o país numa sociedade de consumo. A popularização das bolsas serviria para recapitalizar as endividadas empresas do país e, ao mesmo tempo, fazer com que o pequeno investidor se sentisse rico. No entanto, o efeito tem sido oposto.

Como fica a situação das empresas que têm ações nas bolsas?
Com essa forte queda, as empresas tiveram que suspender a negociação de suas ações para que o “prejuízo” não fosse ainda maior – ou seja, esses 1.300 papéis não puderam ser nem comprados nem vendidos.

O governo chinês tomou alguma providência diante dessa queda?
A agência que supervisiona as maiores estatais do país disse tê-las aconselhado a não vender ações e a comprar mais “para garantir a estabilidade do mercado”. Mas as medidas não surtiram efeito – e o risco de intervenção do governo poderá só piorar as coisas, já que investidores podem se assustar ainda mais.

Outras medidas foram tomadas incluem emissões de bônus financeiros ou refinanciamento de empréstimos e o aumento das compras de ações de pequenas e médias empresas pela  Comissão Reguladora da Bolsa de Valores da China para aumentar a liquidez do mercado.

As autoridades chinesas já tinham tomado durante o fim de semana uma ampla bateria de medidas para acalmar o mercado, mas não adiantou.

O que os analistas pensam sobre isso?
Alguns analistas não acreditam que o medo de que uma queda ainda maior das bolsas possa causar um choque mais sério na economia.

“O mercado acionário é tão pequeno, completamente irrelevante”, disse Chen Long, economista da Gavekal Dragonomics para a China. “Responde por apenas 5% da riqueza das famílias chinesas e, de qualquer maneira, o mercado está no mesmo lugar onde estava no ano passado.”

Além do risco econômico, há o potencial de revolta popular com as perdas. Em meio a uma desaceleração do PIB, a última coisa que o governo quer são dezenas de pequenos investidores protestando nas ruas.

Há reflexos no Brasil?
O principal índice da Bovespa fechou em baixa. O mercado está cauteloso quanto a eventuais efeitos de nova queda nos mercados acionários na China.

“A forte correção nos mercados acionários da China pode ser indício de uma desaceleração mais ampla do gigante asiático e quem deve sofrer com isso são aqueles países exportadores de commodities, como o Brasil”, escreveu em nota a clientes o operador Jefferson Luiz Rugik, da corretora Correparti.

Como fecharam os mercados asiáticos em geral?
A Bolsa de Xangai fechou em baixa de 5,90%, em um clima de pânico, apesar das novas medidas das autoridades e da suspensão da cotação de quase 1.300 títulos do mercado chinês.

O índice de referência perdeu 219,93 pontos, a 3.507,19 unidades, depois de operar em queda de 8% durante a sessão. A Bolsa de Shenzhen fechou em baixa de 2,50%.

Na Bolsa de Hong Kong, a queda foi de 5,84%. O índice Hang Seng perdeu 1.458,75 pontos e fechou o dia a 23.516,56 unidades, o menor resultado desde janeiro. Durante a sessão, a baixa chegou a 8,43%.

Em Tóquio, o índice Nikkei perdeu 3,14% (638,95 pontos), a 19.737,64 pontos, ficando abaixo da marca de 20.000 pontos pela primeira vez desde 18 de junho.

Outros mercados também foram afetados: Seul perdeu 1,18% e Sydney registrou queda de 2,01%.

Com G1, São Paulo

Epidemia de ebola ainda não acabou, alerta OMS

Ao todo, 1,1 mil técnicos especialistas da OMS trabalham atualmente nos três países mais atingidos pelo Ebola em Serra Leoa, na Libéria e  GuinéAhmed Jallanzo/EPA/Agência Lusa/ Direitos Reservados
Ao todo, 1,1 mil técnicos especialistas da OMS trabalham atualmente nos três países mais atingidos pelo Ebola em Serra Leoa, na Libéria e  GuinéAhmed Jallanzo/EPA/Agência Lusa/ Direitos Reservados
Ao todo, 1,1 mil técnicos especialistas da OMS trabalham atualmente nos três países mais atingidos pelo Ebola em Serra Leoa, na Libéria e  GuinéAhmed Jallanzo/EPA/Agência Lusa/ Direitos Reservados

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que, apesar dos avanços obtidos nos últimos meses, a epidemia de ebola ainda não acabou. Segundo a entidade, novos casos da doença continuam sendo identificados, com destaque para registros recentes na Libéria. O último balanço aponta que 20 novos casos foram confirmados na última semana de junho. A atual incidência do ebola varia de 20 a 27 novos casos por semana.

“No último ano, fizemos progresso ao estabelecer sistemas e ferramentas que nos permitem responder de forma rápida e efetiva. Graças a diligência e dedicação de milhares de cientistas, pesquisadores, voluntários e fabricantes, estamos numa situação melhor do que a que enfrentamos um ano atrás”, informou.

A OMS destacou que a epidemia de ebola permanece em curso e que melhorias nos métodos de trabalho estão sendo incorporadas à medida em que são desenvolvidas. “Mas precisaremos ainda de muitos outros meses de trabalho árduo para alcançarmos o fim da epidemia e para impedir que a doença se espalhe por outros países.”

De acordo com a entidade, já existem quatro kits de diagnóstico rápido para o ebola, capazes de detectar a doença em poucas horas, além de 23 laboratórios habilitados para a testagem do vírus. A organização acredita que, em alguns meses, uma vacina segura contra o ebola estará disponível.

Ao todo, 1,1 mil técnicos especialistas da OMS trabalham atualmente nos três países mais atingidos pela doença – Serra Leoa, Libéria e Guiné. A epidemia foi formalmente reconhecida pela entidade em março do ano passado. Ao todo, 27.443 casos foram registrados até junho deste ano, além de 11.220 mortes provocadas pela doença.

Por Paula Laboissière

Jogos Pan-Americanos começam no Canadá

Jogos Pan-Americanos começam no Canadá
Abertura oficial será nesta sexta-feira (10).
Abertura oficial será nesta sexta-feira (10).

Pela terceira vez, o Canadá vai ser o anfitrião dos Jogos Pan-Americanos. O país já recebeu o torneio em 1967 e 1999. As duas vezes em Winnipeg, na província de Manitoba. A competição ocorre pela primeira vez em Toronto, a maior cidade canadense, com 5 milhões de habitantes.

Durante 16 dias, cerca de 6 mil atletas de 41 nacionalidades das Américas vão disputar pódio em 36 esportes.

A abertura oficial será nesta sexta-feira (10), com um espetáculo organizado pelo Cirque du Soleil, uma das maiores expressões artísticas do Canadá.

Antes da abertura, já houve competição e com participação do Brasil. Ontem (7), as equipes masculina e feminina de polo aquático enfrentaram os canadenses. Enquanto elas empataram com um placar de 7 a 7, eles ganharam por 11 a 9. Hoje, eles voltam à piscina para jogar contra a Venezuela.

O Brasil vai participar dos jogos com uma delegação de 600 atletas. É a segunda maior participação brasileira em Pan-Americanos, perdendo apenas para os Jogos feitos no Rio de Janeiro, em 2007, quando a delegação brasileira reuniu 670 atletas. O objetivo do Brasil é superar o número de 141 medalhas conquistadas no Pan de 2011, em Guadalajara, no México, e preparar novos atletas para as Olimpíadas de 2016.

Por Iara Falcão

Inflação oficial atinge 8,89% nos últimos 12 meses

Foi o mais elevado índice acumulado em 12 meses desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,30%
Foi o mais elevado índice acumulado em 12 meses desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,30%.
Foi o mais elevado índice acumulado em 12 meses desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,30%.

A inflação medida pelo  Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 8,89%, nos últimos 12 meses encerrados em junho último, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o mais elevado índice acumulado em 12 meses desde dezembro de 2003, quando chegou a 9,30%.

O IPCA é o indicador oficial do governo para aferição das metas inflacionárias. O índice mede a variação do custo de vida das famílias com chefes assalariados e com rendimento mensal compreendido entre um e 40 salários mínimos mensais.

Em junho, ficou em 0,79%, acima da taxa de 0,74%, registrada no mês de maio. Com esse resultado, o primeiro semestre do ano fechou em 6,17%, mais do que os 3,75% do primeiro semestre de 2014, registrando a taxa mais elevada para o período de janeiro a junho desde 2003 (6,64%).

Da redação, com Agência Brasil 

Corregedor reconhece equívoco de auditoria, mas afasta má-fé do TCE da PB

Fernando Catão
Fernando Catão
Fernando Catão

O corregedor do Tribunal de Contas do Estado, Fernando Catão, se posicionou, nesta quarta-feira (10), sobre Incidente de Falsidade  protocolado pelo advogado da coligação ‘A Força do Trabalho’, Fábio Brito, no Tribunal Regional Eleitoral, contestando informações cedidas pelo TCE para ação da coligação ‘A Vontade do Povo, que  pede a cassação  do governador Ricardo Coutinho.

Entenda o caso: Advogado de Ricardo diz que relatório do TCE sobre servidores é falso e leva denúncia a Justiça Eleitoral

Catão reconheceu equivoco de auditoria e afirmou que  não houve má-fé no fornecimento das informações solicitadas pelo TRE.

“Apenas houve uma não subtração de 29 mil aposentados e 11 mil pensionistas. Não há má-fé. Eu quero afirmar que não temos nenhum dos escribas a serviço de quem quer que seja. Não tenho dúvida da retidão da nossa auditoria”, declarou Catão em entrevista a imprensa.

O Incidente de Falsidade protocolado contesta a veracidade de documento encaminhado pelo  TCE que aponta um excesso de  contração de servidores  por parte do Governo do Estado em 2014, ano eleitoral. O advogado explicou que os números apresentados de cerca de 40 mil servidores não condiz com a realidade.

De acordo com Fábio Brito, os dados podem influenciar a corte  em julgamento de ação.

Bancada da PB define obras prioritárias para receber emendas

Bancada discutiu sobre a LDO
Bancada discutiu sobre a LDO
Bancada discutiu sobre a LDO

A bancada federal paraibana definiu seis obras como prioritárias para o Estado e que serão apresentadas como emendas dentro da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2016. As definições saíram durante reunião realizada nessa terça-feira (7) em Brasília.

As obras escolhidas como prioritárias são: a duplicação da BR-230 de Campina Grande a Cajazeiras; contenção da falésia da barreira do Cabo Branco; construção da terceira faixa na rodovia entre Cabedelo e Santa Rita/Bayeux; complexo adutor da Borborema; ramal da Transnordestina para a Paraíba; e um Terminal de cargas entre os estados da Paraíba e Pernambuco.

De acordo com o coordenador da bancada, deputado Wilson Filho (PTB), as obras apresentadas como prioritárias vão possibilitar que o Estado se desenvolva econômica e socialmente. “As obras tratam da duplicação de estradas para um melhor fluxo das mercadorias fabricadas na Paraíba, além da prioridade com a questão da seca e da falta d’água que nosso estado está enfrentando. Acredito que as emendas serão bem aproveitadas com essas definições acertadas pelos deputados”, destacou.

O deputado Wilson Filho destacou a presença de todos os deputados federais paraibanos e disse que a bancada está focada em trabalhar pelo Estado sem olhar para bandeiras partidárias. “A nossa meta é contribuir com a Paraíba para que se torne um estado forte e desenvolvido. Estamos aqui na Câmara para trabalharmos pelo nosso povo e isso está sendo demonstrado pelos 12 deputados que aqui estão”, disse.

Além do deputado Wilson Filho, estiveram na reunião Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), Benjamin Maranhão (SD), Manoel Junior (PMDB), Aguinaldo Ribeiro (PP), Pedro Cunha Lima (PSDB), Efraim Filho (Democratas), Luiz Couto (PT), Damião Feliciano (PDT) e Rômulo Gouveia (PSD). Os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e Raimundo Lira (PMDB) enviaram representantes e o deputado Hugo Motta estava presidindo a CPI da Petrobras.

Durante a reunião os deputados também acertaram que vão intensificar a luta pela instalação de uma base do Hospital da rede Sarah na Paraíba. Segundo o deputado Wilson Filho, como Fortaleza e em Salvador possuem unidades do hospital, existe a possibilidade de um centro ser instalado também no Estado para beneficiar os paraibanos.

Ministério Público registra 53 ações civis públicas por ato de improbidade administrativa

Ministério Público da Paraíba
Ministério Público da Paraíba
Ministério Público da Paraíba

Levantamento divulgado pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Fazenda Pública e Terceiro Setor (Caop do Patrimônio Público) registra 53 ações civis públicas (ACPs) por atos de improbidade administrativa promovidas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) nos meses de maio e junho deste ano.

As 53 ACPs envolveram oito Promotorias de Justiça de várias regiões do estado, com a participação de 12 promotores de Justiça e os integrantes do Grupo Especial de Atuação na Defesa do Patrimônio Público (Geapp). A Promotoria com o maior número de ações civis foi a de Santa Rita, por meio dos promotores de Justiça Francisco Lianza Neto e Anita Bethânia Silva da Rocha. As 20 ACPs de Santa Rita versam sobre irregularidades quanto à dispensa de licitação para locação de imóvel, havendo favorecimento de terceiro.

Na Promotoria de Justiça de Alagoa Grande, com o promotor de Justiça João Benjamin Delgado Neto, foram seis ações por ato de improbidade, tendo como objetos da ACP acórdão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) acerca de realização de despesas não licitadas; ausência de recolhimento das contribuições previdenciárias ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); montante aplicado na área da saúde inferior ao exigido pela Constituição Federal; além de realização de despesas não comprovadas. Também há ações por ausência de defensor público e irregularidades quanto à nomeação e posse dos candidatos aprovados em concurso público.

Sob a autoria do promotor de Justiça Leonardo Fernandes Furtado, as ações civis públicas perpetradas pela Promotoria de Justiça de Araruna foram num total de quatro, todos relacionados a falhas no portal da transparência do município de Riachão. Por meio da Promotoria de Justiça de João Pessoa, foram registradas quatro ações civis públicas por improbidade administrativa, com a participação dos promotores de Justiça Alessandro de Lacerda Siqueira, Gardênia Cirne de Almeida e Ricardo Alex Almeida Lins. As irregularidades vão desde acumulação ilegal de cargos públicos, dano ao erário e valores gastos e não comprovados, até nepotismo e contratações irregulares sem a realização de concurso público.

A Promotoria de Justiça de Remígio registrou quatro ACPs por improbidade administrativa; a Promotoria de Justiça de Solânea, três, Sousa, duas; e Sumé, num total de cinco.

TJPB mantém condenação parcial de prefeito por improbidade

Reprodução/Assessoria TJPB
Reprodução/Assessoria TJPB
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“Denúncias foram formalizadas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Segundo o MPPB, o prefeito teria feito empréstimo/comodato de bens públicos em desacordo com a lei e sem licitação”

Por unanimidade, a Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a condenação parcial do prefeito do município de Uiraúna (a 476 km de João Pessoa), João Bosco Nonato Fernandes, por improbidade administrativa.

Ele foi condenado anteriormente a ressarcimento integral dos danos ao erário, suspensão dos direitos políticos, além de proibição de contratar com o poder público e pagamento de multa civil. O julgamento ocorreu nesta terça-feira (7), com a relatoria do desembargador José Aurélio da Cruz.

As denúncias foram formalizadas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Segundo o MPPB, o prefeito teria feito empréstimo/comodato de bens públicos em desacordo com a lei e sem licitação.

Conforme ação no Tribunal de Justiça, o gestor teria alegado que não houve improbidade no ato, tendo em vista que a entidade destinatária dos bens seria de caráter filantrópico e que os bens estariam sendo bem conservados.

Já o relator, conforme os autos, destaca que os bens foram adquiridos para equipar a unidade de saúde e não poderiam ter recebido destinação diversa.

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