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quinta-feira, 1 outubro 2026
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Força Tática apreende adolescentes suspeitos de tráfico de drogas em Itapororca, na PB

Suspeitos foram levados para Delegacia de Polícia Local.
Suspeitos foram levados para Delegacia de Polícia Local.
Suspeitos foram levados para Delegacia de Polícia Local.

Dois adolescentes de 15 e 17 anos, foram apreendidos por tráfico de drogas em Itapororoca, no Vale do Mamanguape, na manhã desta segunda-feira (17). Segundo a polícia, ambos são reincidentes. 

A Força Tática da 2ª CIA, com o apoio da Guarda Civil Municipal, após realizar abordagens, conseguiram apreender com os suspeitos, certa quantidade de substancia semelhante à maconha.

Conforme a PM, na casa de um deles, ainda foram encontrados 146 papelotes da droga. Eles foram encaminhados para DPC local juntamente com o material apreendido.  

Foram apreendidos 146 papelotes de maconha.
Droga apreendida.

Da redação, @pbvale1

Seis sintomas de infarto comuns em mulheres

1-Dor ou desconforto no peito é o sintoma de infarto mais comum, mas algumas mulheres podem experimentar isso de forma diferente dos homens. Ela pode se sentir um aperto e a dor pode estar em qualquer lugar no peito, e não apenas no lado esquerdo;

2-Dor no (s) braço (s), costas, pescoço ou maxilar. Este tipo de dor é mais comum em mulheres do que em homens;

3-Dor de barriga. As vezes as pessoas confundem a dor de estômago que sinaliza um infarto com azia ou uma úlcera no estômago;

4-Falta de ar, náuseas, tontura ou dificuldade para respirar, sem motivo aparente;

5-Suor frio

6-Fadiga extrema, impossibilitando de fazer algum tipo de esforço.

Por Valério Vasconcelos 

Homem é preso acusado de matar a mulher com golpes de faca em Lagoa de Dentro

Acusado João Eugênio, 40, preso em flagrante na zona rural de Araçagi.
Acusado João Eugênio, 40, preso em flagrante na zona rural de Araçagi.

Um homem foi preso no final da tarde deste domingo (16) após ter assassinado a mulher com golpes de faca, durante uma discussão, em Lagoa de Dentro, no Vale do Mamanguape. O motivo da briga entre o casal ainda está sendo investigado, acredita-se em crime passional.

O fato aconteceu às margens da PB-071, entre as cidades de Duas Estradas e Lagoa de Dentro. Segundo a Polícia Militar, Elaine Cristina Galdino, de 33 anos, levou quatro golpes de faca. A vítima ainda chegou a ser socorrida por uma equipe do SAMU, mas não resistiu aos ferimentos. O acusado, João Eugênio de Oliveira, 40, foi reconhecido pela população e preso momentos depois no Sítio Lagoa das Velhas, em Araçagi.

João foi levado para a 7ª Delegacia Seccional, em Mamanguape. O corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Guarabira, no Brejo paraibano.

Da redação, @pbvale1

PM apreende 20 armas de fogo durante o fim de semana na Paraíba

Armas apreendidas em Bananeiras
Arma apreendida em Bayeux
Arma apreendida em Bayeux

Vinte armas de fogo foram apreendidas durante as ações da Polícia Militar nesse fim de semana, nas cidades de Bananeiras, Campina Grande, Remígio, Princesa Isabel, Pirpirituba, Baraúna, Mogeiro, Bayeux, Queimadas e João Pessoa. Os dados são da intranet (rede interna) da PM e mostram que foram apreendidas 12 espingardas, 7 revólveres e 1 rifle.

O balanço da corporação no fim de semana aponta que no período – que compreende das 18h da sexta-feira (14) até 23h59 desse domingo (16) – quatorze pessoas foram autuadas por porte ilegal de arma.

Apesar de terem sido pegos em flagrante com as armas, os suspeitos que não foram detidos utilizando as armas para cometer outro tipo de crime e não têm passagem pela polícia, podem responder em liberdade e serem liberados mediante pagamento de fiança, conforme a legislação atual do Brasil estabelece.

Armas apreendidas em Bananeiras
Armas apreendidas em Bananeiras

Apreensão durante cerco policial – Duas das armas apreendidas no fim de semana ocorreu durante um cerco policial no bairro do Alto do Mateus, em João Pessoa. Equipes da Tropa de Choque do Batalhão de Operações Especiais e Força Tática do 1º Batalhão intensificaram as ações no local contra um grupo que vinha sendo apontado como suspeito de vários crimes no bairro e terminou o trabalho com um saldo de cinco detidos e uma espingarda, um revólver e 68 papelotes de maconha apreendidos. Um dos acusados, Valter Costa Trajano, de 22 anos, foi autuado por tentativa de homicídio, já que atirou contra um dos policiais para fugir da prisão. A bala pegou no colete do PM.

Assessoria PM

Mamanguape: Eunice reúne 14 partidos aliados e reforça tese de pesquisa para 2016

Eunice defendeu realização de pesquisas para decisão do nome do (PSB) para 2016
Eunice defendeu realização de pesquisas para decisão do nome do (PSB) para 2016
Eunice defendeu realização de pesquisas para decisão do nome do (PSB) para 2016

O Partido Socialista Brasileiro – PSB, presidido pela ex-vice-prefeita Maria Eunice, realizou na noite deste sábado (15) uma reunião com a conjuntura de quatorze partidos aliados do bloco de oposição, com objetivo de avaliar pontos de discussão visando montar uma estratégia rumo as eleições municipais de 2016, em Mamanguape.  O evento aconteceu na residência da liderança política, Golai, no bairro do Areal.

Eunice destacou a sua pré-candidatura e lembrou o vice-presidente do seu partido, vereador Luciano Castor, também como sendo pré-candidato. Ela reforçou a tese de pesquisa de opinião pública para a escolha definitiva e formação da chapa majoritária, escolhendo o candidato a prefeito nas eleições de 2016 de Mamanguape, acrescentando de que votará no mais bem avaliado. “Estou pronta para respeitar a vontade do povo. Caso seja o meu nome que esteja bem na avaliação popular, quero ser votada”, declarou a pré-candidata socialista.

Na sua fala, Maria Eunice disse que não é por acaso que está como pré-candidata, lembrando sua trajetória política na Capital do Vale. Eunice foi vice-prefeita por duas vezes e candidata nas eleições de 2012.

Lembrando sua condição de pré-candidata, Eunice disse que vai incorporar nas suas propostas de campanha para plano de gestão, a criação do Orçamento Democrático Municipal, defendendo que povo escolha suas prioridades. Falou da inexistência de políticas para à juventude, que segunda ela “clama por mudança”.

Reunião deste sábado também serviu para traçar a realização de um seminário com o tema de saúde, como a presença do ex-secretário de Estado da Saúde, Waldson Souza, para falar sobre a antiga Maternidade do Rosário, dando explicações dos reais motivos para o seu fechamento.

Quando perguntada sobre a “Terceira Via”, a pré-candidata disse respeitar e que acima de tudo vive em democracia, mas espera que no futuro todos os partidos de oposição estejam juntos no mesmo objetivo para vencer as eleições de 2016.

Eunice ainda avaliou como sendo positivo o resultado da realização da reunião, na medida em que surpreendeu o número de pessoas que estavam presentes, atendendo ao chamamento do grupo e partidos aliados.

Luciano Castor defendeu união do grupo socialista
Luciano Castor defendeu união do grupo socialista

O vereador Luciano Castor disse que a reunião foi realizada com os partidos que querem caminhar ao lado do PSB. Detalhou que serviu para discutir interesses partidários e convergiu defendendo a tese de pesquisa para escolha do candidato. “O momento é de construir. Defenderei a pesquisa para que o povo decida em quer votar”, finalizou.

Também presente na reunião, a vereadora Cacá disse que foi um momento para o dialogo com os presidentes de partidos, e como poderia ser diferente o PT deverá seguir as orientações do presidente, o suplente de vereador Maximino de Pitanga.

Vereadora Cacá defendeu que PT deve seguir decisão da maioria dos filiados

A vereadora acrescentou que os membros do PT de Mamanguape deverão ainda participar de reuniões com a Executiva Estadual e ainda lembrou seu nome e do presidente da legenda estão credenciados para que entrem na pesquisa. Cacá reafirmou sua condição de oposição e disse que Mamanguape precisava de mudança.

Além das presenças da vereadora Cacá e do vereador Luciano Castor, a reunião contou com lideranças da cidade e das mais diversas localidades da Zona Rural de Mamanguape. Os partidos aliados estavam representados por: Leo Bandeira (PEN); Maximino (PT); Pastor Manasses (PRTB); Orlando Santos (PMDB); Rodrigo Pontes (PMN); Gesio Gomes (PHS);  Alessandra Erica (suplente de vereadora); Nino Negreiros (PSDC); Carlos Nogueira (PRP); Carlos Soares (PDT) Gemersom Roque (PV)  Joaquim Fernandes (DEM) e Orlando Lopes  (PTN). Ainda estiveram presentes os ex-candidatos a vereadores Camilo Bandeira, Ricardo lima e Almir de Melo.   

Da redação – PBVale

Por Alex Figueiredo

 

Roberta Paulino é eleita presidente do PMDB de Guarabira e partido decide por candidatura própria em 2016

Advogada Roberta Paulino foi eleita presidente do PMDB de Guarabira
Advogada Roberta Paulino foi eleita presidente do PMDB de Guarabira
Advogada Roberta Paulino foi eleita presidente do PMDB de Guarabira

“Cúpula convida o empresário João Rafael para se filiar ao PMDB e ser  candidato  a prefeito nas eleições do próximo ano”

A advogada Roberta Paulino foi eleita, na tarde desse sábado (15), a presidenta do Diretório do PMDB de Guarabira. A convenção, realizada nas dependências da Câmara Municipal, teve a presença maciça da militância peemedebista, representada pelo “vermelhão”, além da cúpula do partido em nível estadual. Durante o evento, também foram empossadas as diretorias do PMDB Jovem e do PMDB Mulher de Guarabira.

Já na condição de presidenta do PMDB guarabirense e tendo como vice o vereador Armando Rodrigues de Oliveira (Armando Mallaguty), Roberta disse não poder faltar ao chamamento da militância do partido, considerado o que mais trabalhou por Guarabira e o Estado da Paraíba.

Em seu discurso, a filha de Fátima e Roberto Paulino afirmou também ter orgulho de assumir o cargo antes ocupado por seu irmão, o deputado Raniery, que muito bem comandou a legenda foi vitoriosa em várias eleições na cidade de Guarabira.

Ao final de seu pronunciamento, a nova presidenta agradeceu a Deus, a seus pais (Fátima e Roberto Paulino), aos irmãos Raniery e Diógenes, a seu filho Robertinho, bem como a militância vermelha, para ela “o maior patrimônio do partido em nível municipal”.

Ao se referir as eleições do próximo ano, Roberta também garantiu que a legenda terá candidatura própria a prefeito de Guarabira. Em entrevista a imprensa guarabirense, a nova presidenta reafirmou o convite para o empresário João Rafael se filiar ao PMDB e com isso ser o candidato do partido no pleito municipal de 2016.

João Rafael – O empresário João Rafael e seu filho Jarbas Aguiar (diretor de Operações da Cinep), estiveram presentes à convenção do PMDB de Guarabira. Em declarações dadas a imprensa local, JR disse ter sido convidado pela família paulino e os senadores Raimundo Lira e José Maranhão, por isso não poderia faltar a tão honroso chamado.

João Rafael pertence a Ala Girassol de Guarabira, mas, recebeu convites do Grupo Paulino e dos senadores Raimundo Lira e José Maranhão para se filiar ao PMDB e com isso ter seu nome lançado a prefeito da cidade por uma grande frente de oposição. 

No meio da militância vermelha presente a Câmara Municipal, o dono das rádios Cultura e Rural AM afirmou que vai avaliar os chamamentos das lideranças peemedebistas, ouvir o povo e depois decidir sobre qual postura vá tomar para as eleições de 2016 em Guarabira.

Todas as lideranças do PMDB estadual e municipal, presentes à convenção deste sábado (15), assinaram documento convidando João Rafael para se filiar ao PMDB. 

Além da militância peemedebista, representada pelo “vermelhão”, a convenção foi marcada pela a presença dos senadores Raimundo Lira e José Maranhão, o ex-governador Roberto Paulino, a suplente de senadora Nilda Gondim (representando o deputado federal Veneziano Vital do Rego), a ex-prefeita Fátima, o deputado Raniery, os vereadores Saulo de Biu, Zé Ismai, Michelle Paulino e Armando Mallaguty, o secretário de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba, Laplace Guedes, o presidente da JPMDB Paraíba, Diego Amaranto, membros da juventude peemedebista local, lideranças políticas e comunitárias dos bairros, dos conjuntos residenciais, da zona rural do município de Guarabira. Além das lideranças políticas de Bayeux, Itapororoca, Araçagi, Serraria, Cuitegi, Serra da Raiz, Sapé, Bananeiras, Solânea, Mari, São José dos Ramos, Campina Grande e João Pessoa.

Com assessoria

João Pessoa e Campina Grande têm manifestações contra o governo

Manifestação em Campina Grande caminhou até Açude Velho (Foto: Rammm Monte/G1)
Manifestação em Campina Grande caminhou até Açude Velho (Foto: Rammm Monte/G1)

Os dois maiores protestos deste domingo (16) contra a presidente Dilma Rousseff na Paraíba reuniram 1,2 mil pessoas, segundo números oficiais divulgados pela Polícia Militar e aceitos também pela organização principal do movimento. Em João Pessoa, 800 pessoas participaram de manifestação no Busto de Tamandaré, na praia de Tambaú. Em Campina Grande, 400 pessoas ocuparam as margens do Açude Velho, no Centro. Além da saída de Dilma da Presidência da República, as manifestações populares pediram o fim da corrupção no Brasil.

Na Capital, um grupo se reuniu, inicialmente, em uma rua que dá acesso à avenida Epitácio Pessoa, nas proximidades do Grupamento de Engenharia, seguindo para a Orla, onde se juntou a outra parte do movimento por volta das 16h. Em Campina, a concentração ocorreu na Praça da Bandeira, seguindo em passeata para o Açude Velho, no Centro da cidade. 

Vestidos de verde e amarelo, com faixas, cartazes e carros de som, os manifestantes gritaram palavras de ordem e o “fora, Dilma! Fora PT” foi ouvido constantemente. Os protestos em João Pessoa e Campina Grande ocorreram de forma pacífica.

Na Capital, já na Praia, um homem pediu para subir no trio e discursar, mas acabou sendo vaiado e hostilizado quando disse que os manifestantes não deveriam pedir somente a saída de Dilma, mas de outros políticos. Ele precisou ser escoltado pela Polícia Militar depois que desceu do carro de som.

A previsão inicial era de que ao menos seis mil pessoas estivessem presentes nas manifestações em João Pessoa e em Campina Grande, de acordo com as confirmações nos eventos agendados nas redes sociais.

Na Capital, o movimento principal, organizado pelo grupo ‘Acorda Brasil’, terminou no Busto, por volta das 17h30. Outra organização paralela, com os mesmos objetivos, mobilizada pelo Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed-PB), seguiu pela Orla até o Hotel Tambaú, onde permaneceu até as 18h15. Em Campina Grande, os manifestantes se dispersaram por volta das 17h.

No total, os protestos ocorreram em pelo menos 20 estados e no Distrito Federal. O governo federal não havia se pronunciado oficialmente sobre as ocorrências até o início da noite deste domingo.

Por Alisson Correia, Halan Azevedo e Gustavo Medeiros

Ato em frente ao Instituto Lula pede manutenção da democracia

Manifestação de apoio ao governo no Instituto Lula (Foto: Flavia Mantovani/G1)
Evento em frente ao Instituto Lula, em São Paulo (Foto: Flávia Mantovani/G1)
Evento em frente ao Instituto Lula, em São Paulo (Foto: Flávia Mantovani/G1)

Com gritos de “não vai ter golpe”, petistas permanecem concentrados em frente ao Instituto Lula, no bairro do Ipiranga, em São Paulo, desde as 13h. No ato em defesa da democracia, lideranças debatem o tema diante de um público estimado pela organização em 5 mil pessoas.

Inês Granada Pedro, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Conselhos de Fiscalização, diz que participa do evento por temer a desestabilização da democracia no país. “A gente não está aqui para defender esse ou aquele político, embora, de modo geral, a gente defenda o Estado de Direito que as urnas consagraram. Isso é uma coisa que não pode mudar. Queremos também muitas mudanças, mas isso não implica que aqueles que estão insatisfeitos com o resultado das urnas queiram, agora, pela força, fazer uma mudança que não seja legal”.

Para Aroaldo Oliveira da Silva, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o principal objetivo não é fazer contraponto às manifestações que pedem a saída do governo Dilma Rousseff. “Aqui, o movimento é em defesa da democracia, para reafirmar que uma parte da sociedade está na rua também, mas defendendo a democracia”.

O militante do Partido dos Trabalhadores Lindon Jhonson Barros de Araújo, 46 anos, taxista, levou os três filhos ao protesto. “Eles [manifestantes contrários ao governo] precisam entender o que se passa pelo Brasil hoje. Se todos que estão ali são contra a corrupção, por que eles são contra o governo Dilma? Hoje, estão sendo presas as pessoas que sufocavam o Brasil, que são as grandes empreiteiras”, disse.

Geraldo Antônio de Freitas, representante dos trabalhadores da Volkswagen no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, é otimista e acredita em uma melhora no cenário econômico do país. “Acredito que agora a gente vai conseguir dar uma virada, acredito na presidenta Dilma, acredito no PT. Hoje, a economia está devagar, mas não é culpa da Dilma, é culpa do Congresso que está fazendo política contra nós, e o cidadão não está enxergando isso”.

Segundo Adi dos Santos Lima, presidente da Central Única dos Trabalhadores no estado de São Paulo, os manifestantes querem mostrar a reprovação ao atentado do último dia 30, quando uma bomba caseira foi lançada no prédio do Instituto Lula.

De segunda-feira (10) até ontem (15), petistas ficaram acampados em frente ao instituto. “Queremos deixar um recado muito claro para essa gente, que não aceita a democracia no país como um regime. Não vamos abrir mão da liberdade de ir e vir, da liberdade de expressão. O atentado ao instituto foi um atentado à democracia”, disse Adi.

Manifestação de apoio ao governo no Instituto Lula (Foto: Flavia Mantovani/G1)
Manifestação de apoio ao governo no Instituto Lula (Foto: Flavia Mantovani/G1)

O ato inclui atividades culturais, a apresentação da escola de samba Colorados do Brás, músicas, debates e comidas típicas. Participam representantes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, da CUT, do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo, Sindicato dos Trabalhadores na Administração e Autarquias do Município de São Paulo, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Químicos e de movimentos sociais.

Agência Brasil

Modelo tira a roupa durante protesto na Av. Paulista e posa em base da PM

Manifestantes e curiosos interrompem os protestos para observar o ato da modelo Ju Isen na Avenida Paulista (Foto: Isabela Leite/G1)
Manifestantes e curiosos interrompem os protestos para observar o ato da modelo Ju Isen na Avenida Paulista (Foto: Isabela Leite/G1)

Ju Isen fez ato em frente ao Masp, como no dia 15 de março. Ela ofereceu revista autografada para os policiais.

A socialite e modelo Juliana Isen repetiu o ato realizado nos protestos anteriores e tirou a roupa em plena Avenida Paulista durante a manifestação contra o governo federal neste domingo (16).

Ju Isen, como é conhecida, disse que fez questão de repetir o ato que a tornou famosa após o protesto de 15 de março. Na ocasião, ela fez um ensaio sensual mas não chegou a ficar nua. Já no protesto do dia 12 de abril, Ju fez topless e acabou detida pelos policiais.

A socialite Ju Isen conversa com policial militar na Avenida Paulista e oferece sua revista (Foto: Isabela Leite/G1)
A socialite Ju Isen conversa com policial militar na Avenida Paulista e oferece sua revista (Foto: Isabela Leite/G1)

Desta vez, ela levou exemplares da revista onde aparece nua para distribuir na manifestação e não chegou a ser detida.

“Estou aqui hoje porque foi aqui que tudo começou. Foi aqui que protestei pela primeira vez. Não tinha motivo de fazer isso em outro lugar”, disse Ju.

Manifestantes e curiosos interrompem os protestos para observar o ato da modelo Ju Isen na Avenida Paulista (Foto: Isabela Leite/G1)
Manifestantes e curiosos interrompem os protestos para observar o ato da modelo Ju Isen na Avenida Paulista (Foto: Isabela Leite/G1)

Antes de tirar a blusa, ela foi à base da Polícia Militar em frente ao Parque Trianon para tirar fotos ao lado dos policiais militares e oferecer um exemplar autografado da revista. Os policiais agradeceram, mas recusaram o presente.

Com G1

 

Segundo Datafolha, Protestos reuniu 135 mil em São Paulo

SÃO PAULO - Manifestantes estendem faixa verde e amarela com os dizeres 'Intervenção Já!' durante protesto contra a presidente Dilma Rousseff na Avenida Paulista (Foto: Miguel Schincariol/AFP)
Manifestações convocadas por organizações contrárias ao governo ocorrem na Avenida Paulista Marcelo Camargo/Agência Brasil
Manifestações convocadas por organizações contrárias ao governo ocorrem na Avenida Paulista Marcelo Camargo/Agência Brasil

A manifestação em São Paulo se estende por toda a Avenida Paulista, com maior concentração na região do Museu de Arte (Masp).

Segurada por centenas de pessoas, uma grande bandeira com as cores do Brasil foi estendida pela avenida. A maior parte dos manifestantes veste camisa nas cores verde e amarelo ou usa a bandeira do Brasil nas costas. Há também muitas faixas que demonstram apoio ao juiz Sérgio Moro [da Operação Lava Jato]. Mais cedo, próximo ao Masp, os manifestantes cantaram o Hino Nacional.

Embora todos os manifestantes peçam a saída da presidenta, a forma como isso poderia ocorrer dividiu os movimentos. Um deles, por exemplo, é o da União Nacionalista Democrática. Com carro de som posicionado em frente ao prédio da TV Gazeta, eles pedem intervenção militar. O ato teve início com os manifestantes se ajoelhando sob a imensa bandeira com as cores do país colocada no chão. Um padre puxou a oração do Pai Nosso e o grupo rezou. Depois disso, diversos hinos foram tocados, entre eles, o da Independência do Brasil.

Líder do movimento, Antonio Ribas Paiva disse que não defende os militares no poder, como ocorreu no país em 1964, mas um período de transição. “Os militares [depois do golpe de Estado de 1964] deveriam ter devolvido o poder que a sociedade lhes outorgou mais aprimorado, com o mecanismo de defesa de interesse público. Mas não foi isso o que ocorreu. Hoje, toda classe política está comprometida”, disse Paiva.

Já o movimento Vem pra Rua defende o impeachment da presidenta. O porta-voz, Rogerio Chequer, disse que existe um relatório no Ministério Público de Contas, do Tribunal de Contas da União, que “caracteriza ações que configuram crime de responsabilidade”. Para ele, esse seria o meio para viabilizar legalmente o impeachment.

SÃO PAULO - Manifestantes estendem faixa verde e amarela com os dizeres 'Intervenção Já!' durante protesto contra a presidente Dilma Rousseff na Avenida Paulista (Foto: Miguel Schincariol/AFP)
SÃO PAULO – Manifestantes estendem faixa verde e amarela com os dizeres ‘Intervenção Já!’ durante protesto contra a presidente Dilma Rousseff na Avenida Paulista (Foto: Miguel Schincariol/AFP)

Sobre denúncias de corrupção contra outras figuras políticas, o Vem pra Rua “exige investigação de todos que têm indício de participação nos esquemas de corrupção”.

“Os presidentes da Câmara e do Senado já estão mencionados em atos que exigem investigação”, disse o porta-voz.

Segundo Chequer, que é empresário, “o país não aguenta mais aumento de impostos. As empresas estão sufocadas”.

Agência Brasil

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