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quinta-feira, 1 outubro 2026
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Ex-primeira-dama da PB está proibida citar governador em redes sociais

Ex-primeira-dama da PB está proibida citar governador em redes sociais
Pâmela Bório publicou em uma rede social uma foto com o filho comentando sobre a decisão judicial (Foto: Reprodução/Instagram)
Pâmela Bório publicou em uma rede social uma foto com o filho comentando sobre a decisão judicial (Foto: Reprodução/Instagram)

Uma decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) proibiu que a jornalista e ex-primeira-dama do estado Pâmela Bório utilize as redes sociais para fazer comentários que citem o governadorRicardo Coutinho ou o processo no qual é julgada a guarda do filho fruto do casamento, que corre em segredo de justiça.

De acordo com Gustavo Rabbay, advogado da jornalista, além de futuros comentários, a Justiça determinou que a ex-primeira-dama apagasse as publicações feitas com esse conteúdo. O advogado de Ricardo Coutinho, Fábio Rocha, explicou que, como o processo da guarda do filho corre em segredo de justiça, não pode ser divulgado por Pâmela nas redes sociais.

A ordem judicial, publicada no dia 1º de setembro, prevê multa diária caso não seja cumprida, segundo Gustavo Rabbay. A decisão atendeu a um pedido do governador Ricardo Coutinho, que reclamava na Justiça por meio de uma ação de danos morais. Pâmela Bório passou a utilizar as redes sociais para criticar uma outra decisão judicial, que determinava a guarda compartilhada da criança.

Segundo Gustavo Rabbay, a ex-primeira-dama vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). “A liberdade pode sofrer restrição para o futuro, não no passado. Iremos até Brasília, para levar essa questão ao Supremo. Temos súmulas do próprio STF, na questão das biografias, que gera jurisprudência”, avaliou o representante de Pâmela Bório. Como o processo corre em segredo de Justiça, o TJPB não comenta o caso.

O advogado do governador Ricardo Coutinho explicou que o sigilo é importante para a preservação das partes. “É lamentável, porque esse é o tipo de processo que impera sob segredo de justiça para a proteção da própria família, para o resguardo do devido cuidado da saúde mental e psicológica da própria criança. Em detrimento da criança, ela se utiliza disso para alcançar objetivos e interesses pessoais e políticos”, disse Fábio Rocha.

Rocha explicou que, na noite da sexta-feira (4), a ex-mulher do governador foi notificada de uma decisão judicial no qual o processo corre em segredo de justiça. Mesmo assim, ela publicou a decisão nas redes sociais, de acordo com ele. Além disso, ela teria descumprido também a ordem de entregar o filho ao pai no domingo à noite.

Sem ver o filho após a confusão
Pâmela Bório afirmou, na tarde da quinta-feira (10), que não havia visto o filho desde segunda-feira (7), dia em que se envolveu em uma confusão com parentes do ex-marido, o governador Ricardo Coutinho, na Granja Santana, a residência oficial do governador da Paraíba, em João Pessoa. Durante a noite da quinta-feira, em postagem feita na internet, a jornalista comentou que conseguiu ver o filho rapidamente durante a noite da quinta-feira.

Ela explicou que terça-feira (8) era o dia em que ela poderia, por determinação judicial, ficar com a criança. Porém, segundo ela, esse direito não lhe foi concedido. O advogado do governador, Fábio Rocha, nega que a jornalista e ex-esposa de Ricardo Coutinho esteja impedida de ver a criança.

Em Boletim de Ocorrência registrado no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp) do bairro de Manaíra, na capital, a ex-primeira-dama diz que foi agredida pela sobrinha e pela irmã do governador, Ana Carolina Coelho Coutinho e Viviane Coutinho. Por sua vez, o advogado do governador, Fábio Rocha, afirmou que foi Pâmela quem iniciou a confusão e começou a agredir a irmã do governador.

“Eu não tive acesso à granja. Fui na escola duas vezes e ele não foi pra aula. Nem avisaram que ele não ia. Ontem ele estava lá, mas ele estava em aula e era o dia do pai. E eu respeito a decisão judicial, o que não está acontecendo por parte do pai”, disse.

O advogado de Ricardo Coutinho afirmou que a ex-esposa do governador é que tem se negado a buscar informações sobre a criança. “Isso é um reflexo desse cenário que Pâmela Bório cria. Ela tem a liberdade de procurar informações da criança, ela é chamada para participar do acompanhamento psicológico feito na criança. Mas ela simplesmente se recusa, ela não aparece”, pontuou.

Ricardo Coutinho, Pâmela Bório e o filho em foto antes da separação (Foto: Wagner Lima/G1 PB)
Ricardo Coutinho, Pâmela Bório e o filho em foto
antes da separação (Foto: Wagner Lima/G1 PB)

Pâmela afirmou que foi à escola para solicitar acompanhamento psicológico para o filho, que presenciou a briga. “Se pra mim foi de extrema violência, foi chocante, estou perplexa ainda, estou sem chão, imagina para uma criança”, lamentou Pâmela. Sobre as agressões, Rocha disse que Ana Carolina e Viviane apenas se defenderam. “O objetivo não era praticar agressão e, sim, retirar a criança do carro”, justificou.

“Os policiais estão ali para proteger a integridade psicológica e física da criança. Como ela impôs uma condição de somente devolver a criança se dirigindo à granja, essa condição foi observada pelos policiais como uma forma de evitar mais um tumulto, mais uma agressão, mais um constrangimento para a própria criança. Quando, na verdade, era somente aquilo que ela queria para criar toda aquela cena. Típico de uma ex-primeira-dama polêmica”, disparou o advogado.

Entenda o caso
Em entrevista à TV Cabo Branco, Pâmela Bório relatou que estava indo com o filho a um shopping da capital. Os dois estavam acompanhados da guarda que faz a segurança da criança. Segundo relatou, ela estranhou quando o policial que dirigia o carro passou direto de duas entradas para o bairro onde fica o shopping e fez um desvio no trajeto.

“Ele falou ‘dona Pâmela, eu recebi a determinação agora de que a gente tem que pegar a janta de Henry’. Eu até estranhei pelo horário, estranhei pela questão dele desviar o trajeto. Porque em outras oportunidades que eles falavam que teriam que buscar alguma refeição, alguma coisa, eles não alteravam nem o nosso traslado, nem o lugar onde a gente estivesse”, contou.

Ela firmou que o motorista entrou na granja com ela e ela questionou o motivo, uma vez que existe uma ordem judicial que a impede de entrar no local desde março. “Ele sabe que eu não posso entrar. É ordem do governador”, enfatizou a ex-primeira-dama. Segundo Pâmela, assim que abriu a porta do carro, ela foi agredida por Ana Carolina e Viviane.

“Elas já vieram pra cima de mim eu perguntei ‘o que foi?’. E ela respondeu ‘o que foi nada, agora vamos acertar as contas’. Ela não tirou a criança do carro e passou a me atacar. Ela tentava me esbofetear, morder. Eu estou com duas mordidas na perna. Ela tentava tirar o celular da minha mão, porque eu estava em ligação, eu estava com o meu advogado na outra linha. Ela conseguiu arrancar a corrente que eu tava. Mas o que eu pude evitar de poupar as agressões, eu consegui dessa forma”, relatou.

Pâmela Bório, ex-primeira-dama da Paraíba (Foto: Maurício Melo/G1)
Pâmela Bório, ex-primeira-dama da Paraíba
(Foto: Maurício Melo/G1)

De acordo com a ex-esposa do governador Ricardo Coutinho, o filho dela foi quem mais sofreu com a confusão. “O menino estava transtornado, ele gritava, ele chorava. E aí quando ela [Viviane] tava com o celular na mão, ela disse: ‘pronto, tá dado o recado, consegui o que eu queria’ e saiu. Carol, por sua vez, pegou o menino da cadeirinha e levou pra dentro de casa”, finalizou. Depois da briga, Pâmela registrou um boletim de ocorrência no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp) de Manaíra.

O advogado do governador, Fábio Rocha, contou a versão da família. ‘O que ocorreu foi uma cena, uma armação, criada pela própria Pâmela com um único objetivo, que na expressão dela mesma, que ela já utilizou essa expressão: destruir a vida do ex-marido”, disse.

Segundo ele, não é a primeira vez que algo desse tipo acontece. “No domingo à noite, ela descumpriu uma ordem judicial, deixando de entregar a criança aos cuidados do pai, do genitor. Então chega o dia do feriado, dia 7. Ela diz que não vai devolver a criança e estabelece uma condição: entregar a criança mediante a ida dela à granja, para liberar o bloqueio em face do impedimento dela estar na granja”, afirmou o advogado.

Conforme Rocha, quem começou a confusão foi a ex-primeira-dama. “No instante em que a porta do carro foi aberta e que a tia, de 60 anos de idade, tentou pegar a criança, imediatamente iniciou um processo de agressões físicas e verbais da própria Pâmela. Ela partiu para a agressão. Isso está materializado em boletins de ocorrência, que as duas pessoas que estavam lá sofreram esse tipo de agressão. Na falta de elementos para construir uma cena, ela arquiteta esse plano, executa e, posteriormente, joga nas redes sociais para chamar atenção como uma pobre moça, uma vítima”, relatou.

O delegado que está responsável pelas investigações do caso é Antônio Brayner. Ele explicou que não vai se pronunciar no momento porque o caso ainda está na fase de depoimentos. Além de ouvir as pessoas envolvidas, ele também aguarda os laudos do Instituto de Polícia Científica (IPC).

Da redação, com G1PB

Justiça determina proteção para Joelma após denúncia, diz advogada

Joelma e Chimbinha se separaram após 18 anos de casados (Foto: Jamile Alves/G1 AM)
Joelma e Chimbinha se separaram após 18 anos de casados (Foto: Jamile Alves/G1 AM)
Joelma e Chimbinha se separaram após 18 anos de casados (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

A advogada da cantora Joelma afirmou nesta sexta-feira (11) que Justiça do Pará determinou  que o guitarrista Chimbinha, ex-marido de cantora, não poderá se aproximar dela. A decisão tem como base a lei Maria da Penha, que prevê medidas de proteção para mulheres em situação de risco. O processo corre em segredo de justiça, por se tratar de um caso que envolve conflito familiar.

Na última quarta-feira (9), Joelma registrou um boletim de ocorrência na delegacia do bairro Jaderlândia, em Ananindeua, alegando que se sentia ameaçada pelo ex-marido. O caso foi encaminhado para a Divisão Especializada em Atendimento à Mulher da Polícia Civil (veja vídeo acima), que solicitou nesta sexta-feira (11) as medidas de proteção para a cantora. Caso Chimbinha não respeite a decisão judicial, poderá ser punido de acordo com a lei Maria da Penha. “O descumprimento pode acarretar desde aplicação de multa até prisão preventiva, de acordo com avaliação do juiz e a gravidade do caso”, disse a delegada Daniela Santos.

100 metros de distância
Segundo a advogada de Joelma, as medidas protetivas já estão em vigor. “Já foram deferidas as medidas protetivas. Foi determinado que ele não pode se aproximar dela em situação alguma, incluindo shows e gravações, e deve manter distância de 100 metros. A agenda dela vai ser mantida com o novo guitarrista”, afirma a advogada Patrícia Bahia.

De acordo com o advogado do guitarrista, Hermínio Faria Neto, a defesa de Chimbinha ainda não foi notificada, mas a decisão não muda a situação do casal, já que ele não está forçando um relacionamento com a ex-mulher. “A medida protetiva é feita unilateralmente. O que ocorre é que esta decisão não tem conteúdo, pois eles não estão morando juntos, nem tocando juntos. Não há ofensa. Entendemos que a Joelma tenta revidar o fato do Chimbinha ter feito uma ocorrência primeiro, que recaiu sobre uma amiga dela”, disse o advogado.

Apuração sobre difamação
No dia 20 de agosto o guitarrista Chimbinha registrou uma ocorrência na Divisão de Investigação e Operações Especiais (DIOE) da Polícia Civil do Pará, alegando que recebia mensagens de celular que atentavam contra a sua honra.

De acordo com o delegado Neivaldo Silva, o telefone de onde as mensagens se originaram já foi identificado, mas a proprietária da linha negou a autoria das mensagens. Segundo a polícia, o próximo passo desta investigação é o guitarrista depor para dar prosseguimento ao processo.

Separação
O fim do casamento de Joelma e Chimbinha foi confirmado em 19 de agosto, após 18 anos de união. Mesmo com a separação, o guitarrista garantiu que continua na banda Calypso. Apesar disso, está afastado dos palcos desde 4 de setembro, por conta de uma cirurgia nos olhos. O afastamento deve durar cerca de 15 dias e, durante este período, o pernambucano Ian Marinho, de 26 anos, substitui Chimbinha nos palcos.

Da redação, com G1PA

Servidores e governo reúnem-se segunda-feira para tentar pôr fim à greve no INSS

Servidores e governo reúnem-se segunda-feira para tentar pôr fim à greve no INSS.
Servidores e governo reúnem-se segunda-feira para tentar pôr fim à greve no INSS.
Servidores e governo reúnem-se segunda-feira para tentar pôr fim à greve no INSS.

Em greve há mais 60 dias, servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e representantes do Ministério do Planejamento devem se reunir na próxima segunda-feira (14) para tentar pôr fim à paralisação. A informação foi divulgada hoje (11) pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) e confirmada pelo governo federal.

Na reunião anterior, realizada na última terça-feira (8), as negociações não avançaram. A proposta mais recente do Ministério do Planejamento prevê um reajuste de 10,8% em dois anos, sendo 5,5% em 2016 e 5% em 2017. Os servidores pediam, inicialmente, 27,6% de aumento salarial, em parcela única. A pasta manteve a oferta de reajuste dos benefícios conforme a inflação do período em que ficaram congelados.

Em entrevista coletiva, o representante da Fenasps, José Campos, disse que os servidores estão cumprindo todos os dispositivos legais previstos e que a greve é justa. Segundo Campos, o governo precisa realizar concursos públicos para repor o quadro de funcionários do INSS, além de melhorar as condições de trabalho da categoria.

“As condições não são adequadas para reconhecer os direitos da população brasileira. A demanda cresce, e os servidores caem, os sistemas não são adequados”, disse o representante dos servidores. “Nosso objetivo, com a greve, é melhorar o INSS e garantir o atendimento.”

Por Paula Laboissière

Chega a 87 o número de mortes causadas por queda de grua na Mesquita de Meca

No momento da queda do guindaste estava chovendo forte | Foto: AFP / CP
No momento da queda do guindaste estava chovendo forte | Foto: AFP / CP
No momento da queda do guindaste estava chovendo forte | Foto: AFP / CP

Pelo menos 87 pessoas morreram e 184 ficaram feridas após a queda de uma grua na mesquita da cidade sagrada de Meca, informaram autoridades sauditas.

Segundo comunicado, 15 equipes da Defesa civil participaram nas operações de socorro das vítimas, em colaboração com a organização humanitária Crescente Vermelho e o Ministério da Saúde.

A Grande Mesquita de Meca é a mais sagrada do Islã e destino da peregrinação do Hajj, que tem início previsto para 21 ou 22 de setembro, e geralmente fica lotada às sextas-feiras, o dia sagrado do Islã.

A grua estava sendo usada em obras de restauração e ampliação na mesquita. No momento do acidente, a movimentação de pessoas era grande no local.

O governador da região de Meca, príncipe Khaled al-Faiçal, ordenou a abertura de um inquérito sobre a queda da grua.

A agência oficial saudita SPA informou que cerca de 800 mil peregrinos chegaram ao país para a celebração do Hajj.

Da redação, com Agência Lusa

Polícia Federal pede ao Supremo autorização para ouvir Lula e ex-ministros

Em visita à Argentina, ex-presidente disse não ter sido comunicado.
Em visita à Argentina, ex-presidente disse não ter sido comunicado.
Em visita à Argentina, ex-presidente disse não ter sido comunicado.

A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para tomar os depoimentos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-ministros e investigados na Operação Lava Jato ligados ao PP, ao PMDB e ao PT. A solicitação consta do ofício no qual a PF pede mais prazo ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no STF, para dar continuidade a um dos inquéritos da operação.

Antes de tomar uma decisão, Zavascki deverá pedir parecer do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sobre a vialibilidade dos depoimentos.

Segundo a PF, o ex-presidente não é investigado na Lava Jato, mas o depoimento é necessário, diante das acusações feitas por diversos delatores, que envolvem parlamentares que fizeram parte da base de apoio ao governo Lula. “Faz-se necessário trazer aos autos as declarações do então mandatário maior da nação, Luiz Inácio Lula da Silva, a fim de que apresente a sua versão para os fatos investigados, que atingem o núcleo político-partidário de seu governo”, diz a Polícia Federal no ofício.

Com a prorrogação do inquérito, a PF também pretende ouvir executivos de empresas que fizeram doações a parlamentares dos três partidos, do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte; de Maria Cléia Santos, assessora do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), além do presidente do PT, Rui Falcão, e do ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli.

A Polícia Federal pediu também que sejam ouvidos a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais Ideli Salvatti, o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

Procurado pela Agência Brasil, o Instituto Lula não se pronunciou. O PT preferiu não se manifestar, dizendo que não foi notificado sobre o pedido da Polícia Federal para ouvir Rui Falcão e Lula. A reportagem também entrou em contato com a assessoria do senador Valdir Raupp e aguarda retorno.

Por Andre Richter

Transportes escolares de 69 prefeituras serão fiscalizados em setembro

O transporte escolar de 69 municípios paraibanos serão vistoriados durante todo mês de setembro, começando no próximo final de semana por dois grupos, denominadas de Equipe 1 e Equipe 2. A fiscalização faz parte do programa desenvolvido pelo Ministério Público da Paraíba e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB).

Neste sábado (12) a Equipe 1 fiscalizará os transportes escolares das prefeituras de Pombal, Cajazeirinhas, Lagoa, São Bentinho, São Domingos de Pombal; a fiscalização acontecerá na 9ª Ciretran de Pombal. Já a Equipe 2 fará a fiscalização na 24ª Ciretran, em Teixeira dos transportes escolares das prefeituras de Taperoá, Assunção, Livramento, Salgadinho, Teixeira, Cacimbas, Desterro, Mãe D’Água e Maturéia.

No domingo (13), a Equipe 1 fiscalizará no Posto de Trânsito de Bananeiras, os transportes escolares das prefeituras de Bananeiras, Serraria, Solânea e Borborema Bananeiras. Já a Equipe 2 fará a fiscalização na 2ª Ciretran de Guarabira, dos transportes das prefeituras de Pirpirituba, Duas Estradas, Sertãozinho, Serra da Raiz, Pilões e Araçagi.

Já no dia 19, a Equipe 1 fiscalizará os transportes escolares das prefeituras de Patos, Areia de Baraúna, Cacimba de Areia, Passagem, Quixaba, santa Terezinha, São José do Bonfim e São José de Espinharas, que acontecerá na 4ª Ciretran de Patos. E a Equipe 2 ficará responsável pelos transportes escolares de Conceição, Ibiara, Santana de Mangueira, Santa Inês, Bonito de Santa Fé e Monte Horebe, que acontecerá na 21ª Ciretran em Conceição.

No dia 20, a Equipe 1 fará a vistoria dos transportes escolares dos municípios de Itabaiana, Juripiranga, Mogeiro e Salgado de São Félix – , na 3ª Ciretran, em Itabaiana. E a Equipe 2 ficará responsável pelas prefeituras de Ingá, Itatuba, Riachão do Bacamarte e Serra Redonda, e o local da fiscalização será na 19ª Ciretran de Ingá.

As fiscalizações continuam no dia 26, quando a Equipe 1 ficará responsável pelos transportes escolares dos municípios de Piancó, Catingueira, Olho D’Água, Igaracy, Aguiar, e Emas, e ocorrerá na 17ª Ciretran de Piancó. Já a Equipe 2 fiscalizará os transportes de Itaporanga, Boa Ventura, Diamante, Curral Velho, São José de Caiana, Serra Grande e Pedra Branca. A fiscalização acontecerá na 10ª Ciretran, em Itaporanga.

A vistoria do transporte se encerra no dia 27, co inspeção pela Equipe 1 dos municípios de Cabedelo e Lucena, no Posto de Trânsito em Cabedelo. Já a Equipe 2 ficará responsável pelos transportes dos municípios de Mamanguape Capim, Cuité de Mamanguape, Itapororoca e Mataraca. Essa fiscalização ocorrerá no município de Mamanguape.

Assessoria

Mulher é assassinada a tiros e companheiro baleado na Praça central de Rio Tinto

Segundo a PM, crime pode está relacionado a "acertos de contas"
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Segundo a PM, crime pode está relacionado a “acertos de contas”

Maria da Guia Bento de Barros, 32 anos, foi assassinada a tiros, por volta das 23h desta quinta-feira (10), por dois homens não identificados, quando curtia ao lado do seu namorado a ‘quinta universitária’, na Praça João Pessoa, em Rio Tinto.

O companheiro da vítima, Joelson da Silva Lima, de 19 anos, chegou a ser atingido de raspão por dois disparos de revolver. Ele foi socorrido para o Pronto Atendimento de Rio Tinto e logo em seguida transferido para o Trauma da Capital.

A Polícia Militar informou que os suspeitos chegaram numa moto e ao se aproximar da mesa em que estavam as vítimas, efetuaram vários disparos. Maria da Guia foi atingida na região do tórax e em uma das pernas, morrendo no local.

Um policial civil que estava no estabelecimento comercial, ao perceber a ação criminosa, se dirigiu ao seu veículo para se proteger. Segundo relato da PM, a dupla chegou a trocar tiros com o policial no momento da fuga. Apesar do grande número de pessoas que estava no local, ninguém saiu ferido.

“O policial civil chegou a trocar tiros com os elementos para tentar captura-los. Mas, infelizmente, sem êxito. Ele relatou que só efetuou o disparo em ‘campo aberto’, onde só poderia atingir os elementos”, disse o tenente Magaiver da Polícia Militar.

Em dezembro do ano passado, Maria da Guia, teve o esposo assassinado também por disparos de arma de fogo, o ex-presidiário Moises Nóbrega de Araujo, numa oficina mecânica, no centro da cidade. Dois homens em uma moto abordaram a vítima na rua, efetuaram vários tiros na região da cabeça e fugiram em seguida sem serem identificados.

Relembre o caso: Ex-presidiário é morto a tiros por dupla em moto em Rio Tinto

A PM isolou o local de homicídio e solicitou a presença do Instituto Médico Legal (IML), e do delegado plantonista da Polícia Civil, que irá investigar o caso.  

Da redação

PBVale

Divulgado resultado do concurso público da Prefeitura de Rio Tinto; confira lista

Foram 162 vagas para efetivos e 334 para cadastro de reserva.
Foram 162 vagas para efetivos e 334 para cadastro de reserva.
Foram 162 vagas para efetivos e 334 para cadastro de reserva.

A empresa Exames e Consultoria, responsável pelo concurso público da Prefeitura Municipal de Rio Tinto, divulgou, nesta quinta-feira (10) o resultado do certame para o preenchimento de 496 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior, sendo 162 vagas efetivas e 334 para formação de cadastro de reserva. Os salários vão de R$ 622 a R$ 3.000, que sofrerá correção com base no salário mínimo atual.

Confira a lista completa clicando AQUI. 

Para saber o número de vagas por cargo: (clique aqui);

Os cargos de nível fundamental foram para auxiliar de serviços gerais, vigilante, pedreiro, coveiro, eletricista, gari, jardineiro, magarefe, merendeira, agente comunitário de saúde, auxiliar administrativo, motorista, condutor socorrista, operador de máquinas pesadas e operador de serviços hidráulicos.

Leia também: 

Gabarito e provas do concurso da Prefeitura de Rio Tinto são divulgados

Confira o gabarito oficial aqui.

Confira as provas aqui.

Já as vagas de nível médio foram para agente administrativo, orientador social, monitor de creche, facilitador de oficina, fiscal de obras, monitor do Peti, técnico de enfermagem e agente de vigilância ambiental.

As funções de nível superior estiveram disponíveis para advogado, assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, médico cardiologista, médico plantonista, endocrinologista, pediatra, médico PSF, nutricionista, odontólogo PSF, odontólogo especialista em endodontia e cirurgia buco maxiliar, psicólogo e professor de educação física, história, ciências e artes.

Da redação, @pbvale1

Polêmica: Braga reassume PMDB de Rio Tinto e revela que Maranhão se sentiu traído

Braga concedeu entrevista ao PBVale e a rádio Correio do Vale
Braga concedeu entrevista ao PBVale e a rádio Correio do Vale
Braga concedeu entrevista ao PBVale e a rádio Correio do Vale

O ex-prefeito da cidade de Rio Tinto, José de Almeida Braga, reassumiu a presidência do PMDB na cidade fabril depois de anos afastado da maior legenda partidária da Paraíba. Braga chegou a ser eleito prefeito no ano de 1992 pelo PMDB e, posteriormente, sua esposa Vânia Lisboa, no ano de 2000.

Segundo Braga, o senador José Maranhão, presidente estadual do partido, alegou se sentir traído, em razão do último pleito das eleições estaduais de 2014. “Ele se sentiu traído pelos seus representantes do município, e essa traição fez com que ele não tivesse mais a confiabilidade nos seus aliados”, disse.

O ex-prefeito revelou que volta fortalecido e está se sentindo em casa. “Volto com muita naturalidade, não é nada estranho pra mim, fui eleito prefeito pelo PMDB, e minha esposa Vânia também. Então, a gente se sente em casa”, comentou.

Ele declarou ainda que seu objetivo principal será fortalecer o partido e que não pretende dividir. “Recebi o convite do próprio senador, que estava muito insatisfeito por está disputando uma vaga no senado e, aqui na cidade não teve o respaldo daqueles que sempre lhe seguiram e, na hora que mais precisou não teve o voto”, revelou.

O político assegurou que de sua parte não haverá ‘caças as bruxas’ aos detentores de mandatos, porém, deixou claro que este é um entendimento da direção estadual.

Questionado qual seria o grupo político a lhe dar sustentação para as eleições do ano que vem, o médico avaliou e fez um comparativo com as eleições para governador, quando Ricardo Coutinho dispunha de apenas o apoio de seis deputados na Assembleia, e o povo contrariou a lógica, o reelegendo. “O meu propósito é está sempre com todos os partidos unidos, isso eu sempre defendi”, disse. Braga defendeu a união dos partidos de oposição e como critério para definição da composição da chapa majoritária, a realização de pesquisas.

Em relação à disputa eleitoral, ele afirmou está pronto para o debate e que não ‘teme’ a ex-prefeita Magna Gerbasi. “Gostaria de enfrenta-la mesmo, Magna teve a sorte de blindar o seu governo, ela não admitia que um funcionário da Prefeitura fosse se consultar comigo. Eu sou médico, qualquer paciente tem direito de me procurar. Ela me acusava de forasteiro da cidade e, hoje, pratica ausência muito maior. Eu estou presente em corpo, alma e até virtualmente. Forasteiro agora é ela que abandonou a cidade”, declarou.

Braga voltou a cobrar um posicionamento da ex-prefeita Magna Gerbasi, sobre o que chamou de ‘obras inacabadas’, a exemplo da quadra de Salema, da Creche Pró-infância por trás do ginásio ‘O Gerbasão’, e da Unidade de Saúde de Praia de Campina. Para ele, Magna precisa ir à público prestar contas de seu governo, explicando quanto ficou em recursos dessas obras inacabadas e porque não conseguiu concluir. “Isso está vindo à mente agora, mas, posso ter um relatório mais detalhado da gestão dela, desse lado ‘podre’ que foi blindado”, denunciou.

O oposicionista concluiu lamentando que atualmente, apesar da Universidade Federal Campus IV, a juventude de Rio Tinto está sem perspectivas futuras de profissionalização e de oportunidade de trabalho.

Da redação – PBVale

Com informações de Felipe França, Lenilson Balla e Alvaro Costa

MPPB ajuíza ação por improbidade contra ex-prefeito de Marcação

Sede do MPPB
Sede do MPPB
Sede do MPPB

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio da Promotoria de Justiça de Rio Tinto, ajuizou ação civil pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra o ex-prefeito do município de Marcação, Paulo Sérgio da Silva Araújo (PMDB). A cidade de Marcação, de oito mil habitantes, está localizada no litoral norte paraibano, distante a 66 quilômetros da capital, João Pessoa.

Entre as irregularidades apontadas na ACP destacam-se a dispensa indevida de processos licitatórios na aquisição de combustíveis e com gêneros alimentícios, totalizando a quantia de R$ 167.456,15; despesas de combustível em excesso em relação à frota municipal, no valor de R$ 164.925,00; e gastos de R$ 24.531,52 com telefonia celular sem comprovação.
“Em relação às despesas com a concessionária de serviços de telefonia móvel paira aspecto no mínimo curioso”, descreve o promotor de Justiça de Rio Tinto, José Raldeck de Oliveira: “O sinal de telefonia não alcançava o município de Marcação”. O promotor lembra a auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE): “As atividades administrativas exercidas pelo prefeito e seus assessores ocorrem de forma predominante no município e esporadicamente em outras localidades, daí a ausência de justificativa para a nomeada despesa (com a telefonia)”.
De acordo com a ACP, e se condenado pela Justiça, o ex-prefeito deverá ressarcir inteiramente o dano causado ao município, terá os direitos políticos suspensos por oito anos e não poderá firmar contrato com o poder público. “O detentor do poder municipal é o povo. O prefeito é seu representante, titular de um mandato político. E o povo não coloca o patrimônio público e seu destino nas mãos do prefeito como um presente, mas como um encargo; não o faz beneficiário, mas guardião. A substituição de uma condição pela outra, no caso, exterioriza-se por atos de improbidade”, afirma o promotor Raldeck.
Da redação
Com assessoria

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