Brincadeiras, recreação e shows com palhaços fizeram parte das atrações.
A Prefeitura de Capim, no Vale do Mamanguape, realizou na última terça-feira (13), evento em comemoração ao ‘Dia das Crianças’, na Praça do Povo, no Bairro Jordão.
As festividades tiveram o planejamento das Secretarias Municipais de Assistência Social e Educação. Também houve o apoio do Grupo EJC (Encontro de Jovens com Cristo) da cidade de Cuité de Mamanguape.
Para dar o tom da festa, palhaços, cama elástica, pula-pula, pinturas, jogos, danças, pipoca, algodão doce, sorvete e distribuição de brinquedos para todas as crianças.
De acordo com os organizadores, todas as escolas municipais tiveram sua própria festa com direito a brincadeiras e lanches. Na oportunidade, alunos, professores e funcionários interagiram com lazer e entretenimento.
Já no Distrito de Olho D´água, o evento foi promovido nesta quinta-feira (15) com todas as diversões e mais brinquedos.
Ambos os acontecimentos foram acompanhados de perto pelo prefeito Edvaldo Freire, o vice-prefeito Zé Baía, secretários da gestão municipal e assessores.
“A ação tem como principal finalidade oferecer um dia motivado e animado para todas as nossas crianças de Capim em comemoração ao seu dia”, destacou Freire.
Brincadeiras, recreação e shows com palhaços fizeram parte das atrações.
Prejuízo foi calculado em aproximadamente R$ 300 reais.
Prejuízo de aproximadamente R$ 300 reais.
Câmeras de segurança registraram um assalto no Posto Shopping Combustível no início da tarde desta sexta-feira (16), em Rio Tinto, no Vale do Mamanguape. De acordo com a Polícia Militar, dois homens armados teriam rendido os frentistas e praticado o crime.
Nas imagens, os criminosos chegam ao estabelecimento se passando por clientes, abastecem a motocicleta e em seguida anunciam o roubo. Assustados, os funcionários entregam o dinheiro. Conforme informações da gerência do comércio, os bandidos fugiram levando aproximadamente R$ 300 reais. De janeiro a outubro de 2015, o Posto Shopping foi alvo dos assaltantes cinco vez.
As imagens gravadas pelo circuito de segurança serão utilizadas para tentar identificar e prender os suspeitos. O caso está sendo investigado. Ninguém ficou ferido durante a ação.
Corrida com tora é um dos esportes disputados nos Jogos Mundiais Indígenas Creative Commons - CC BY 3.0
Corrida com tora é um dos esportes disputados nos Jogos Mundiais Indígenas.
As provas esportivas e a presença de atletas de várias nacionalidades são as poucas coisas que aproximam os Jogos Olímpicos, que ocorrem de quatro em quatro anos, e a primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI), marcada entre os dias 20 e 31 de outubro, em Palmas (TO). Deixando de lado os pódios e os quadros de medalhas, os Jogos dos povos tradicionais surgem como um evento esportivo-cultural, apontando para o congraçamento das etnias desde o lema adotado – “o importante não é ganhar, e sim celebrar” – até a inclusão de jogos demonstrativos em seu programa.
“Queremos que os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas promova a conscientização dos índios e o resgate de nossa identidade a partir dos esportes. Não é uma competição entre etnias, tampouco uma busca por medalhas”, aponta Marcos Terena, articulador internacional do Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena (ITC), que está à frente da organização dos Jogos, que vão reunir cerca de 2.300 atletas de 22 etnias brasileiras e de 20 países.
Além das competições dos chamados jogos nativos de integração – os esportes tradicionais comuns para a maioria dos povos nacionais –, os indígenas poderão apresentar as práticas particulares ao seu povo, sem caráter competitivo. Etnias estrangeiras que desejarem mostrar os jogos tradicionais praticados em seus países também poderão se inscrever.
O jikunahati (futebol de cabeça), do povo Paresi; o Jawari (ritual que envolve lançamento de dardos para atingir os oponentes), apresentado pelos Kamayurá e Kuikuro; o Akô (prova de velocidade semelhante a um revezamento), trazido pelos povos Gavião Kyikatêjê e Parkatêjê; e o Peikrãn (jogo onde uma peteca feita de palha de milho é arremessada entre os jogadores), praticado pelos Kayapós, já estão na lista de jogos demonstrativos.
Mesmo contando com fase eliminatória e finais, os chamados esportes de integração (arremesso de lança, arco e flecha, cabo de força, canoagem, corrida de velocidade, corrida de fundo, corrida com tora e natação) têm um sistema de premiação próprio e, por vezes, fogem do modelo não indígena. Em vez de conferir aos três primeiros colocados medalhas de pesos e simbolismo distintos, os quatro melhores receberão o mesmo prêmio. Outra exigência é a utilização de equipamentos confeccionados de acordo com a tradição indígena, vedado o uso de materiais que mudem o ritmo na corrida de velocidade ou óculos e touca na natação.
“Quando vira apenas um campeonato, perde-se a fraternidade e a reciprocidade dos povos. Competir vai contra o pensamento dos povos indígenas”, explica Terena. “Apesar disso, precisamos estabelecer regras essenciais para evitar que os Jogos sejam vistos como um momento folclórico dos índios. Estimulamos as seletivas e os treinamentos para que os atletas possam chegar ainda mais organizados”.
Os critérios das provas estão sendo definidos nos congressos técnicos do evento – um realizado em junho, em Brasília, e outro marcado para a próxima quarta-feira (21), em Palmas. Uma das definições foi a padronização das canoas, das lanças, das cordas do cabo de força e das toras utilizadas na corrida, uma vez que cada etnia confecciona esses equipamentos de maneira própria. A organização cederá aos atletas o material necessário para estas provas. Na corrida de rua de 100 metros, por exemplo, a regra é que todos corram descalços.
Futebol e arenas
Amplamente praticado pelos povos indígenas, o futebol é o único esporte ocidental que estará nos Jogos Mundiais. As regras são as mesmas estabelecidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mas com uma alteração no tempo de jogo: a meia hora de partida foi dividida em dois tempos de 15 minutos, mais dez minutos de intervalo. Os Jogos ocorrerão no Estádio Nilton Santos, e, se necessário, em outros campos de futebol de Palmas.
A Arena Green, montada nas proximidades do Nilton Santos, receberá as cerimônias de abertura, com o ritual de Acendimento do Fogo Sagrado, e as competições e demonstrações esportivas tradicionais. Os esportes aquáticos vão acontecer no ribeirão Taquaruçu-Grande, que corta a capital tocantinense. As delegações serão compostas por, no máximo, 50 participantes, sendo 48 atletas e dois expositores da Feira de Arte e Artesanato Indígenas.
De acordo com o Comitê Intertribal, os critérios para seleção dos participantes são etnia, crenças e conservação dos costumes – os mesmos adotados nas 12 edições nacionais. No caso das etnias brasileiras, também foi pré-requisito a participação em alguma edição dos Jogos Nacionais, que acontecem desde 1996. Bom comportamento e cumprimento das regras nas edições passadas também contaram como pontuação para conquistar uma vaga nos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Houve também a tentativa de contemplar povos oriundos dos diversos biomas brasileiros.
Tradição
Outra particularidade dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas é sua dimensão cultural e social. O Festival de Cultura começa na próxima terça (20), precedendo a abertura oficial do evento. A Feira de Arte e Artesanato Indígenas, a Feira de Agricultura Tradicional Indígena e o Fórum Social serão realizadas simultaneamente às provas esportivas. Também estão previstos cursos, rodas de diálogo, debates, fóruns e painéis sobre cultura, agricultura familiar indígena, meio ambiente, educação e direitos das mulheres indígenas.
“O objetivo é de festa, de celebração, mas também de reflexão. As questões indigenistas também vão passar por discussão”, disse Hector Franco. “Os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas têm que ter um lado político. Não podemos ter um encontro dos povos desta dimensão sem tocar neste ponto”, afirma Marcos Terena.
Críticas
Para dois dos sete povos tocantinenses, o tratamento insuficiente dispensado a essas questões justifica a retirada do povo Krahô dos Jogos, apoiada e seguida pelos caciques e lideranças Apinajé. Em carta aberta, eles enxergam desrespeito da organização, com construção de instalações vulneráveis, e o uso indevido da imagem dos povos, “ocultando a verdadeira realidade e o sofrimento dos povos indígenas do Brasil”. “Os idealizadores também não consultaram e nem convidaram ao menos os povos anfitriões do estado do Tocantins para participar da organização”, criticam.
Marcos Terena minimiza as críticas. “Eles têm todo o direito de querer ou não participar. Não queremos criar uma doutrina a partir do nosso pensamento. As diferenças de opinião fazem parte do movimento indígena. Nenhuma etnia representa a outra”.
Palmas derrotou as cidades paraenses de Belém e Marabá na disputa pela sede da primeira edição dos Jogos Mundiais. O projeto inicial, reduzido por conta dos custos, previa originalmente a construção de um museu do índio, campo de beisebol e uma raia olímpica. Foram mantidos a aldeia para alojamento das etnias brasileiras (Okara), refeitório, a Oca Digital, a Oca da Sabedoria e a arena principal. A primeira edição dos Jogos Mundiais Indígenas foi aprovada em 2013, durante os jogos de Cuiabá.
Um grupo de índios Potiguaras de nove aldeias em Baía da Traição, Litoral Norte da Paraíba, trabalha na produção anual de 36 toneladas de mel de abelha por ano. Com isso, já asseguraram a participação na 2ª Feira Nacional da Agricultura Tradicional Indígena, que acontecerá a partir do próximo dia 24 e agrega a programação do 1º Jogos Mundiais do Povo Indígena em Palmas (TO), promovido pelo governo federal e parceiros.
Essa é a primeira vez que o grupo vai participar de um evento em nível nacional com um produto totalmente orgânico e terá uma vitrine com 250 unidades que serão apresentadas na forma de 500 e 200 gramas. “A feira vai possibilitar a troca de informações com outros povos indígenas”, lembrou o presidente da Associação Paraibana dos Produtores de Mel (Paraíbamel) em Baía da Traição, José Ronaldo Fernandes.
O subprojeto de apoio à apicultura em Baía da Traição pelo Cooperar e Banco Mundial deu para atender diretamente 20 beneficiários das Aldeias São Miguel, Tramataia, Cumaru, Forte, Galego, Lagoa do Mato, São Francisco e Tracoeiras e Camurupim em Marcação com um investimento de R$ 81,7 mil destinados a construção da unidade de extração de mel, aquisição de equipamentos e materiais apícolas, computador completo e material para escritório.
De acordo com José Ronaldo Fernandes, o presidente da Associação Paraibana dos Produtores de Mel (Paraíbamel) em Baía da Traição, a situação econômica da maioria dos indígenas na localidade tinha como base a agricultura e pesca de subsistência e ainda os serviços informais na construção civil em decorrência do turismo local, principalmente nos períodos de verão que possibilitava ganhos de até um salário mínimo de forma inconstante. “Agora, com toda uma infraestrutura propícia para a extração e envasamento do mel, a fartura chegou aqui e hoje contamos em média, de forma certa, com mais de um salário mínimo”, destacou.
Com o lucro, a Paraíbamel já fez reinvestimentos para a manutenção da unidade de extração de mel, reforma das colmeias e manutenção de um veículo para transportar a produção. A associação também ampliou o mix de produtos com a venda de própolis iniciada este ano e com o custo de R$ 300 o quilo. Agora já pensam em desenvolver outro produto que será o veneno da abelha, um produto altamente rentável que tem um custo estimado em R$ 25 mil o quilo e é utilizado no tratamento de várias doenças, como a artrite, esclerose múltipla, lúpus, entre outras.
Homens fortemente armados explodiram um caixa eletrônico em um Posto de Atendimento do Bradesco no município de Baía da Traição, no Litoral Norte do estado. O crime ocorreu na madrugada desta sexta-feira (16) por volta das 03h30. De acordo com informações da polícia, o veículo utilizado pelos suspeitos foi abandonado no mar.
Em contato com a equipe do PBVale, o comandante da 2ª CIA de Polícia Militar, capitão Alberto Filho, informou que os moradores acionaram a PM após ouvir uma forte explosão no centro da cidade .“Quando as guarnições chegaram no local, encontraram o caixa eletrônico explodido. Acreditamos que levaram o dinheiro. Em conversa com os policiais, testemunhas disseram que eram cinco homens armados”, frisou.
O carro usado pelos assaltantes foi abandonado na praia. “Eles fugiram de barco, o carro foi deixado na praia. A maré subiu o veículo foi parcialmente encoberto”, adiantou o policial. Até o final desta publicação, ninguém havia sido preso.
O presidente da Câmara de vereadores de Mataraca, Dimas Padilha, tomou uma decisão inusitada na noite da última quarta-feira (14). Alegando se ‘sentir prejudicado’ com as transmissões das sessões pela Rádio comunitária local, o vereador colocou para apreciação do plenário o artigo 46, e incisos VI e XI do regimento interno, que trata da “autorização para transmissão por rádio ou televisão, ou a filmagem e a gravação de sessões da Câmara”.
Segundo o presidente, a partir de agora, fica proibido à gravação com filmagens por parte de “estranhos”, em rádio ou televisão, que não seja permitido individualmente por cada um dos membros da casa.
Sem a presença dos vereadores da bancada de oposição, a apreciação contou com o voto de quatro dos cinco vereadores que estavam presentes, com exceção do voto do presidente, que só vota em caso de empate.
Os incisos VI e XI do artigo 46 afirma que são atribuições do Plenário, entre outras, as seguintes:
VI – expedir resoluções sobre assuntos de sua economia interna notadamente quanto aos seguintes:
XI – autorizar a transmissão por rádio ou televisão, ou a filmagem e a gravação de sessões da Câmara.
Após ler em plenário o seguinte artigo e incisos, o presidente anunciou a proibição dos trabalhos da imprensa nas sessões da Câmara de vereadores.
Vereador Floriano Bezerra
“Se sentindo prejudicado com a transmissão indevida dos cidadãos da rádio comunitária de Mataraca, eles acharam por bem, convocar a presidência dessa casa para a gente levar ao conhecimento do plenário e apreciação do plenário. Obedecido na integra o artigo 46 e o inciso VI e XI do regimento desta casa, a decisão do plenário não autoriza mais que seja feita gravação, filmagem por parte de estranhos, gravação ou filmagem em rádio ou televisão, que não seja permitido individualmente por cada um dos membros desta casa, está decidido, está proibido”, anunciou.
O vereador de oposição, Floriano Bezerra, disse está ‘chocado’ com a posição da casa. “Eu jamais imaginei que ele [presidente] chegava a um ponto desses, de querer calar a imprensa. Desde que essa rádio chegou aqui que os vereadores da situação ficam incomodados. Porque os desmandos com a administração é muito grande e, a população só liga para reclamar”, avaliou.
“Isso é inconstitucional, ninguém pode querer calar a imprensa. A gente vive num país democrático”, declarou Floriano.
Vereador João Bessa Neto
Já o vereador também de oposição, João Bessa Neto, destacou que o político é eleito para promover a transparência para a população. Segundo ele, esta decisão parte do objetivo em esconder os descasos administrativos que estão acontecendo em Mataraca.
“Nós da oposição não aceitamos, e a rádio está de portas abertas tanto para a situação como para a oposição. É um fato inédito no Brasil um presidente proibir a liberdade da imprensa esclarecer pra o povo de sua cidade o que está acontecendo na Câmara”, pontuou. “Estou muito envergonhado e entristecido com os colegas da situação”, completou Bessa.
A reportagem da Correio do Vale e do Portal PBVale localizou em um dos gabinetes da casa, na manhã desta quinta-feira, o vereador Audivam Vidal. Ele, apesar de ter acompanhado o entendimento da maioria presente, disse que não falaria sobre o assunto.
Já o presidente Dimas Padilha não se encontrava na Câmara. A reportagem tentou contato por telefone, mas, sem êxito.
Os vereadores que acompanharam a decisão foram: Simone Silva, Audivam Vidal, Paulo da Miranda e Jurandir Dantas.
Rumores dão conta de que Joelma é página virada na vida de Chimbinha. O guitarrista do Calypso estaria vivendo um affair com Camila Werneck, dançarina de MC Leozinho.
Fotos de biquíni da jovem, de 24 anos, circulam pelas redes sociais apontando a morena como o novo amor do músico.
Camila, contudo, negou que tenha tido algum tipo de relação com o paraense e afirmou que namora há dois anos. Seu companheiro, inclusive, tem passado por situações constrangedoras desde que a fofoca caiu na internet.
“Ele vive recebendo pelo telefone fotos minhas e os amigos perguntam se sou eu mesma, a namorada do Chimbinha. Mas meu namorado confia em mim e ele não tem dúvida do que eu digo. Vivemos grudados. A única coisa que eu quero é colocar um ponto final em toda essa mentira”, desabafou ao “Ego”.
A morena disse ainda que as imagens foram roubadas de seus perfis nas redes sociais e, para encerrar a história, chegou a registrar o caso na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, no Rio de Janeiro, no final de setembro.
“Quero acabar com esse boato! Nunca ouvi uma música do Chimbinha, nunca o vi na vida! Só ouço funk, axé e pagode. As pessoas estão me xingando na internet sem eu ter nada com isso”, reclamou.
Segundo assessoria do ex-presidente, Lula foi ao MP voluntariamente.
Segundo assessoria do ex-presidente, Lula foi ao MP voluntariamente.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento hoje (15) ao Ministério Público Federal (MPF), em Brasília. Lula é investigado pela suspeita de tráfico de influência em contratos da empreiteira Odebrecht na República Dominicana e em Cuba, entre 2011 e 2014. Em julho, o Ministério Público abriu procedimento investigatório para apurar se o ex-presidente teria obtido vantagens econômicas da empreiteira com intuito de facilitar contratos da empresa naqueles países.
Em nota, o Instituto Lula informou que o ex-presidente prestou voluntariamente o depoimento. Segundo o instituto, Lula respondeu a todas as perguntas do procurador Ivan Cláudio Marx e ressaltou “jamais ter interferido em qualquer contrato celebrado entre o BNDES e empresas privadas. Mas que sempre procurou ampliar as oportunidades de divulgação dessas companhias no exterior, com vistas à geração de empregos e de divisas para o Brasil”.
De acordo com o instituto, o ex-presidente declarou nunca ter interferido na autonomia do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele disse, segundo o instituto, que os valores recebidos por suas palestras foram declarados oficialmente. “Quem desconfia do BNDES não tem noção da seriedade da instituição”, diz nota do instituto.
Conforme o instituto, Lula disse que presidentes e ex-presidentes de outros países defendem empresas nacionais no exterior. “[Lula] afirmou também que para ele isso é motivo de orgulho”.
Ao abrir o procedimento, o MPF solicitou cópia de documentos da Operação Lava Jato que façam referência a obras executadas fora do Brasil, que tenham sido financiadas com recursos diretos ou indiretos do BNDES ou que tenham relação com Lula. Também foram solicitados aos investigadores cópia de dados bancários relativos a possíveis depósitos feitos pelas empreiteiras investigadas na conta do ex-presidente, do Instituto Lula ou da empresa Lils Palestras e Eventos e Publicidade.
Seis universidades particulares da Paraíba estão com opções para quem teve problemas com o programa de financiamento estudantil do governo federal (Fies). Por meio do Pravaler, o estudante pode fazer o curso que deseja porque a mensalidade é dividida em parcelas.
Na Paraíba, com subsídio integral de juros estão Devry, Estácio (Idez e Uniuol) e Unipê; já as que subsidiam parcialmente os jurospelo Pravaler estão Facisa, FPB e Maurício de Nassau.
De acordo com a direção do programa, é possível solicitar o crédito antes mesmo do início do próximo semestre.
Todas as universidades parceiras do Pravaler subsidiam pelo menos parte ou o total dos juros do financiamento para os alunos. “Houve um esforço mútuo entre a Ideal Invest e algumas universidades para viabilizarmos o financiamento sem juros aos estudantes. Não existe segredo. Os juros são pagos pela própria universidade. Isso só é possível porque a instituição entende que, com o programa, é possível aumentar o acesso ao ensino superior e garantir que os alunos escolham o curso que realmente desejam”, explica Rafael Baddini, diretor da Ideal Invest.
O crédito fica disponível durante todo o ano e não precisa da nota do Enem para aprovação. Além dos jovens que começam agora a faculdade, o Pravaler também pode ser usado por estudantes que já estão matriculados, mas que precisam do financiamento para concluir o ensino superior.
Decreto permite abertura de crédito extraordinário para resolver problema.
Decreto permite abertura de crédito extraordinário para resolver problema.
O estado de emergência de 170 cidades da Paraíba por conta da estiagem foi prolongando nesta quinta-feira (15). Conforme novo decreto assinado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) e publicado no Diário Oficial do Estado, o prazo com o estado de emergência foi prolongado por mais seis meses. A validade do último decreto, datado de abril, terminaria no dia 20 de outubro.
De acordo com o texto publicado pelo governo, a medida emergencial foi tomada considerando que persiste a escassez de água em alguns municípios paraibanos. A estiagem prolongada, por sua vez, implica em prejuízos significativos para as atividades produtivas do estado.
Com o comprometimento da normalidade, o governo da Paraíba fica com a responsabilidade de buscar alternativas para reduzir os prejuízos causados à população e à economia.
A situação de emergência autoriza a cidade abrir crédito extraordinário para fazer frente ao problema da seca. E também ficam dispensados de licitações os contratos de aquisição de bens e serviços necessários às atividades de resposta ao desastre, locação de máquinas e equipamentos e equipamentos, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação do cenário.
A primeira vez que foi decretada situação de emergência nestas 170 cidades foi em maio de 2012. De lá para cá, o governo vem renovando isso de seis em seis meses. Outras 25 cidades paraibanas se encontram da mesma forma, mas elas são beneficiadas por um outro decreto que deve ser renovado nos próximos dias.