Vila Olímpica fica em João Pessoa (Foto: Divulgação/ Secom PB)
Vila Olímpica fica em João Pessoa (Foto: Divulgação/ Secom PB)
Está confirmada para esta sexta-feira (18) a realização da 40ª edição do GFC de MMA, a partir das 20h, na Vila Olímpica Parahyba. Será uma noite com 11 lutas, onde na principal, o paraibano Giovanni Soldado enfrentará o pernambucano Rodrigo Pereira, na categoria 57 quilos. Entre as demais lutas, um dos destaques é uma feminina entre Jaqueline e Juliana.
O organizador do evento, Evandro Silva, destacou o apoio do Governo da Paraíba à modalidade. “O Governo do Estado foi fundamental para a realização desse evento que já aconteceu em vários estados e vem crescendo a cada edição, onde há a expectativa de um grande público no ginásio da Vila Olímpica. A modalidade de MMA vem revelando grandes talentos paraibanos”, disse.
Tibério Limeira, titular da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), destacou o apoio do Governo nas diversas modalidades. “A gestão vem apoiando o esporte como um todo e isso mostra a intenção de ver o segmento crescendo na Paraíba. O GFC de MMA é mais uma opção para quem gosta de esporte comparecer à Vila Olímpica”, frisou Tibério.
Dilma ganha um inimigo a mais na luta pelo impeachment.
Dilma ganha um inimigo a mais na luta pelo impeachment.
A tão falada carta do vice-presidente Michel Temer, fez-me lembrar da cadeira que estou pagando no 4º período, de assessoria de imprensa. Comparei com o chamado “Press release”, na linguagem jornalistica. O que quer dizer: é uma das principais ferramentas de uma assessoria de imprensa quando o assunto é comunicação externa.
Ele consiste basicamente em um texto, de cunho jornalístico, sobre um cliente específico. O release não é enviado ao público em geral, mas, sim, diretamente ao jornalista, via e-mail. Justamente por isso, o material deve ser pensado para chamar a atenção logo no título.
Na verdade, a carta de Temer não teve nada de “cunho pessoal”. Apenas, para alguns ingênuos. É mais um passo do orquestrado golpe midiático e jurídico, juntando-se as peças da “sangria diária”, na tese do “agora é tudo ou nada”.
Por outro lado, Dilma ganha um inimigo a mais na luta pelo impeachment. Aliás, um inimigo que já existia. O chamado “inimigo oculto”, afinal, é fim de ano. Opinião: O julgamento no congresso será político, e não jurídico.
Padre Lucivaldo Gomes, em entrevista (Foto: Alex Figueiredo / PBVale)
Padre Lucivaldo Gomes, em entrevista (Foto: Alex Figueiredo / PBVale)
O administrador Paroquial de Itapororoca, padre Lucivaldo Gomes, causou polêmica na manhã desta terça-feira (15), depois de uma entrevista ao programa Rádio Repórter, da rádio Correio do Vale FM, onde criticou os políticos, gestões e alegou deficiência de representação popular.
O religioso fez uma analise da conjuntura da política nacional, se referindo ao Governo Federal, que para ele, passa por uma crise moral e ética. Já o Congresso, foi classificado como “minado” e sem referências, além de um Senado “metralhado”.
Padre Lucivaldo fez elogios ao governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, o classificando como trabalhador, socializado as ações do Estado, aproximando a maquina do povo. Porém, disse que a região do Vale tem pobreza de políticas de ações e que, atualmente, não se tem uma representação de nível que atenda aos anseios da população.
Com relação à Itapororoca, o padre frisou que a cidade vive uma pobreza de agentes políticos, que existem poucos nomes e não sabe em quem acreditar.
Lucivaldo lembrou que chegou ao município há quase oito anos e em duas gestões do prefeito Celso Moraes (DEM), não se viu avanços. “Conheço um pouco da antropologia, do povo, da realidade dessa gente, do aspecto e do cenário político. Percebe-se uma evolução muito tímida. Esperava-se oportuno ser feito mais pelo povo. Nós não vemos grandes obras, nós temos alguns remendos, ações pequenas. Nós queremos mais, uma gestão que trabalhe de dia, de manhã e de noite”, avaliou.
Quanto a filiação partidária, o padre Lucivaldo disse que numa disputa eleitoral pensa no conjunto e que se fosse para beneficiar o povo poderia sair candidato nas próximas eleições. “O padre é que escolhe e nós temos uma parcela de responsabilidade. O padre também tem uma certa influencia na orientação, porque o povo consulta o padre, o povo vem se aconselhar com o padre. O padre também tem um peso na hora de indicar, sugerir respectivos nomes para representar o município de Itapororoca”, explanou.
O religioso disse também que as pessoas o procuram para perguntar se determinados políticos da cidade merecem confiança. Padre Lucivaldo finalizou dizendo que só pode orientar fazendo uma analise, uma reflexão.
A porcentagem da população que considera o governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo oscilou de 69% para 70% de setembro para dezembro, de acordo com pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ótima ou boa também oscilou de 10% para 9%. Já os que consideram o governo regular oscilaram de 21% para 20%.
De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Dilma em dezembro, mesmo patamar de setembro. A proporção dos que aprovam também se manteve em 14%. Não souberam ou não responderam 4%.
A CNI e o Ibope também perguntaram sobre a confiança na presidente Dilma Rousseff. A parcela dos que não confiam nela oscilou de 77% em setembro para 78% em dezembro, enquanto o porcentual do que confiam na pessoa da presidente oscilou de 20% para 18%.
A pesquisa foi realizada entre 4 e 7 deste mês, depois, portanto, da aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foram ouvidas 2.002 pessoas em 143 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança da pesquisa é de 95%.
Contas da linha telefônica (Foto: Divulgação / Polícia Civil)
Alexandre da Costa Vital, de 23 anos. (Foto: Divulgação / Polícia Civil)
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, prendeu em flagrante, na tarde desta terça-feira (15), Alexandre da Costa Vital, de 23 anos. Ele foi preso em casa, no Bairro das Indústrias e é suspeito do crime de falsidade ideológica, por contratar uma linha telefônica em nome de outra pessoa.
De acordo com o delegado titular da DDF, Lucas Sá, o suspeito era ex- funcionário de uma empresa de telefonia e contratou uma linha de maneira fraudulenta, utilizando informações pessoais de terceira pessoa. “A vítima descobriu recentemente a contratação e chegou a ligar para o número contratado pelo suspeito que, para a sua surpresa, confirmou todos os dados pessoais – até mesmo o CPF da vítima, confirmando a ocorrência da conduta criminosa. A equipe da DDF foi comunicada e compareceu ao endereço, confirmando os fatos e prendendo o suspeito em flagrante”, afirmou Sá.
Alexandre da Costa vai responder pelo crime de falsidade ideológica, cuja pena é de um a 5 anos de reclusão e será levado à audiência judicial e depois poderá ser encaminhado para uma Unidade Prisional da Capital. Para o delegado Lucas Sá, é importante, principalmente nesse período de compras com o 13º salário, que as pessoas monitorem seus dados.
“É importante ter atenção na hora de usar o cartão de crédito ou ao preencher formulários de compra em lojas ou estabelecimentos comerciais físicos ou on line. Em caso de crimes desta natureza ou de situações que gerem algum tipo de repercussão ou dúvida, a especializada está à disposição da população na Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel, ou por meio do telefone 3218- 5333”, finalizou a autoridade policial.
Eduardo Cunha disse estar 'tranquilo' e que considerou 'nada de mais' operação da PF.
Eduardo Cunha disse estar ‘tranquilo’ e que considerou ‘nada de mais’ operação da PF.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), descartou nesta terça-feira (15) que não vai renunciar ao cargo, em entrevista coletiva no Salão Verde. Cunha disse que lhe causou estranheza a ação da Polícia Federal em suas residências e escritório às vésperas da decisão sobre o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e do Conselho de Ética sobre a representação contra ele. Na entrevista, Cunha criticou o PT.
“Todo dia tem denúncia e caixa 2 do PT. De repente, fazer uma operação com o PMDB. Isso causa estranheza a todos nós. Quem for um pouco inteligente sabe que no dia de hoje, às vésperas da decisão do processo de impeachment, tem alguma coisa de estranha no ar, além da situação normal de investigação”, disse aos jornalistas.
“Não me parece que ninguém do PT, que tem o foro que eu tenho, é sujeito a algum tipo de operação. Só é sujeito a operações até agora aqueles quem não são do PT”, disse. “Sou desafeto do governo. Fui escolhido para ser investigado. Nada mais natural que eles vão buscar o revanchismo”, acrescentou.
“Não estou nem um pouco preocupado com operação que aconteceu. Normal, natural, mas estranho profundamente essa concentração no PMDB”.
A Polícia Federal (PF) cumpriu na manhã desta terça (15) mandado de busca e apreensão na residência oficial de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em Brasília, e na casa particular, no Rio de Janeiro. Também foram feitas buscas em endereços de dois ministros: Henrique Eduardo Alves, do Turismo, e Celso Pansera, de Ciência, Tecnologia e Inovação, ambos do PMDB.
No total, a polícia cumpre 53 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal (9), em São Paulo (15), no Rio de Janeiro (14), Pará (6), em Pernambuco (4), Alagoas (2), no Ceará (2) e no Rio Grande do Norte (1) como parte da Operação Catilinárias, deflagrada hoje (15) por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki. A ação faz parte da Operação Lava Jato.
Impeachment
O Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionará nesta quarta-feira (16) sobre o rito de tramitação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Ivo Bucaresky discurssou no III Encontro Estadual de Vigilância Sanitária
O diretor de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária da Anvisa, Ivo Bucaresky, esclareceu a polêmica que na semana passada envolveu na mídia nacional a Anvisa, o Instituto Butantan e a fabricação de uma vacina contra a dengue. Falando sobre os “Novos Rumos da Vigilância Sanitária no Brasil”, Bucaresky abriu o ciclo de palestras do III Encontro Estadual de Vigilância Sanitária, que está sendo promovido pelo Governo da Paraíba, por meio da Agevisa/PB, no período de 14 a 18 de dezembro no município do Conde, no Litoral Sul da Paraíba.
Ivo Bucaresky afirmou que em nenhum momento a Anvisa tentou entravar o processo relacionado à vacina e informou que se os estudos não estão mais adiantados é porque o próprio Instituto Butantan levou muito tempo para apresentar os relatórios da fase dois e mostrar as questões de segurança exigidas pela Anvisa. “Nós não podemos permitir o desenvolvimento de uma nova fase da pesquisa que vai envolver vinte mil, trinta mil pessoas, vidas humanas, sem ter os devidos requisitos de segurança da fase anterior muito bem esclarecidos”, enfatizou.
Os estudos para fabricação da vacina contra a dengue estão em andamento no Instituto Butantan, que em 10 de abril deste ano protocolou na Anvisa pedido para aval ao estudo de fase III da vacina – etapa destinada à verificação da eficácia do produto. O processo teve análise priorizada pela Anvisa, que reconheceu a importância de se disponibilizar na maior brevidade possível uma vacina segura e eficaz para a população.
No dia 26 de maio, segundo Nota de Esclarecimento produzida pela Anvisa e disponibilizada para todos os participantes do III Encontro Estadual de Vigilância Sanitária, foram enviadas as primeiras exigências técnicas ao Instituto Butantan. Conforme o comunicado, não havia no processo, até aquele momento, nenhuma informação sobre os resultados dos ensaios clínicos fase II e tampouco o parecer de aprovação do Comitê de Ética. Porém, considerando a importância e relevância da vacina da dengue, a Anvisa deu andamento à avaliação, mesmo na ausência de documentos essenciais para o início do estudo fase III.
Apesar da celeridade que a Anvisa tentou implementar ao processo, somente em novembro a agência reguladora nacional recebeu os dados completos de segurança do ensaio clínico fase II (que são primordiais para embasar o estudo fase III). Além disso, os dados finais sobre a estabilidade da vacina somente foram enviados à Anvisa no dia 8 de dezembro.
“Para a liberação da fase três, nós temos que tomar muito cuidado, porque qualquer medicamento demanda muito cuidado, ainda mais quando se trata de uma vacina como esta, que implica um estudo com milhares de pessoas; que gera uma expectativa enorme na sociedade porque está relacionada a uma epidemia extremamente complexa, perigosa, que hoje atinge todo o País”, argumentou Ivo Bucaresky. Ele acrescentou que a Anvisa está analisando os dados que recebeu na semana passada, e caso tudo esteja de acordo com as exigências técnicas, o Instituto Butantan será autorizado a iniciar os estudos de fase III.
Conselho de Ética vota a favor da admissibilidade do relatório preliminar do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
Conselho de Ética vota a favor da admissibilidade do relatório preliminar do deputado Marcos Rogério (PDT-RO) (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
Por 11 votos a 9, o Conselho de Ética da Câmara votou a favor do parecer preliminar do deputado Marcos Rogério (PDT-RO), que mantém representação contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A decisão dá continuidade à ação. Cunha é acusado dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e por ter prestado falso testemunho quando depôs na CPI da Petrobras negando ter contas secretas no exterior. Não houve abstenção. Os deputados paraibanos Wellington Roberto (PR-PB) e Manoel Júnior (PMDB-PB) votaram contra a continuação das investigações.
Cunha será notificado e terá 10 dias para apresentar defesa por escrito no processo disciplinar.
Minutos antes da votação, os deputados chegaram a tentar acordos para adiar a sessão pela oitava vez. Os parlamentares queriam evitar novas estratégias para atrasar o andamento da representação protocolada há mais de 60 dias e também evitar a judicialização do processo.
Pedido de vista
Antes, o Conselho de Ética decidiu, por 11 votos a 9, rejeitar pedidos de vista ao parecer apresentado pelo novo relator do caso, Marcos Rogério (PDT-RO). Segundo alguns deputados do conselho, “a ordem veio de lá” da defesa de Cunha que agora quer concentrar esforços para responder as acusações na Justiça.
Em uma sessão um pouco mais tranquila do que a da última semana, deputados do Conselho de Ética decidiram, sob divergências, não aceitar o pedido de vista que tinha sido apresentado pelo deputado Genecias Noronha (SD-CE) que poderia adiar, pela oitava vez, a votação do relatório favorável ao seguimento das investigações sobre Eduardo Cunha no colegiado. A decisão foi questionada por aliados do peemedebista.
O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) disse que, como o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu acatar a decisão de afastar o relator anterior do processo, Fausto Pinato (PRB-SP), sobre alegação de que o parlamentar é de partido da base de Cunha, o que regimentalmente é proibido, a sessão de hoje pode ser anulada. Aliados de Cunha sinalizaram que vão recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para anular a decisão do conselho sobre o pedido de vista.
Araújo havia se manifestado contra o pedido do Solidariedade, mas, diante de críticas, pediu para que o colegiado decidisse por voto. Por 11 votos a 9, os deputados decidiram não aceitar o pedido de vista e dar sequência à votação do parecer que vai definir o destino de Cunha.
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) reforçou o discurso do relator do processo, Marcos Rogério (PDT-RO). “Não há nulidade se não houve prejuízo. Não dá para anular o ato porque não teve um prejuízo a ele [Eduardo Cunha]. Se tem uma pessoa que nunca foi prejudicada foi ele”, afirmou. Na mesma linha, o deputado Zé Geraldo (PT-PA) afirmou que qualquer ato tomado pelo Conselho de Ética no processo, Cunha vai tentar anular.
Marcos Rogério defendeu que se trata do mesmo processo e que o momento é pela admissibilidade do processo. “Somente a instrução probatória poderá permitir que sejam examinados os fatos capaz de assegurar ou não a conduta imputada ao representado”, defendeu.
PSDB
Depois de quase três horas de sessão com ânimos mais controlados, a temperatura subiu, pelo menos uma vez, quando o deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) pediu para que as “tropas de Cunha e Dilma” permitam que o processo contra o presidente da Câmara seja votado com celeridade.
“É vergonhoso a Polícia Federal estar dentro do Senado, da Câmara, enquanto nós, parlamentares, parecemos manter [José] Sarney no Poder, Renan [Calheiros] no Poder. As pessoas nos cobram nas ruas como [Eduardo] Cunha (PMDB-RJ) continua na Presidência da Casa. Como mantemos Dilma [Rousseff] com tanta roubalheira. Eu não estou na mesma lata de lixo que alguns colegas que estão aqui”, atacou provocando gritos e tumultos que rapidamente foram controlados.
No bate-boca entre Marchezan e o deputado Léo de Brito (PT-AC), que usou o termo quadrilha para mencionar a “aliança” do PSDB com Cunha no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, Zé Geraldo, chegou a dizer que Cunha daria uma coletiva a tarde para anunciar que renunciaria ao cargo. “Estou fazendo uma análise de conjuntura”, explicou.
Veja como votou cada deputado no Conselho de Ética:
Quem votou a favor da continuação das investigações = 11 deputados Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) Fausto Pinato (PRB-SP) Júlio Delgado (PSB-MG) Leo de Brito (PT-AC) Marcos Rogério (PDT-RO) Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS) Paulo Azi (DEM-BA) Sandro Alex (PPS-PR) Zé Geraldo (PT-AC) Valmir Prascidelli (PT-SP) Rossoni (PSDB-PR) – suplente
Quem votou contra a continuação das investigações = 9 deputados Cacá Leão (PP-BA) Erivelton Santana (PSC-BA) Paulo Pereira da Silva (SD-SP) Ricardo Barros (PP-PR) Vinicius Gurgel (PR-AP) Washington Reis (PMDB-RJ) Wellington Roberto (PR-PB) João Carlos Bacelar (PR-BA) – suplente Manoel Júnior (PMDB-PB) – suplente
Padrasto é acusado de espancar e matar bebê de dois meses na Paraíba
Após denúncias de atrasos nas remunerações dos profissionais do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, administrado pela Cruz Vermelha, o governo do Estado se pronunciou sobre a situação e se comprometeu a honrar compromissos pactuados. Também diante disso, Milton Pacífico, superintendente da Cruz Vermelha na Paraíba, revelou detalhes sobre o cronograma de pagamentos dos salários. As declarações foram feitas em entrevistas concedidas à rede Correio Sat nesta segunda-feira (14).
Sobre a situação crítica na economia da Paraíba, que ultrapassou o limite máximo de 49% da receita corrente líquida nos gastos com o funcionalismo público até agosto, último dado disponível, o governador Ricardo Coutinho evidenciou as dificuldades:
“Como é possível se planejar ou se fazer gestão pública com uma queda de receitas dessa? É muito difícil, então você vai cortando, cortando, cortando, mas chega a um momento em que você não tem mais como cortar, porque tem despesas que não conseguem baixar”. Ele argumentou citando gastos com pessoal, serviços que são indisponíveis e a dívida pública, que cresceu 34 % em 2015 por causa da alta do dólar.
O secretário de Planejamento e Finanças da Paraíba, Tárcio Pessoa, disse que o Estado cumpre os contratos. “É uma questão interna da instituição que presta os serviços. Se há um atraso de pagamento, é um processo de fluxo de caixa das instituições que são contratadas pelo governo do Estado”, revelou.
Milton Pacífico, da Cruz Vermelha, informou que na noite desta segunda os salários e metade do 13º serão depositados nas contas dos servidores. A outra metade será depositada no dia 20.
“Este ano foi difícil, mas em 2016 nós vamos ter saudade de 2015. Vai ser um ano de recessão e bastante difícil na política e na economia por conta dessa instabilidade e queira Deus que ela seja rapidamente sanada. O Brasil não aguenta mais um ano economicamente perdido”, ressaltou Tárcio Pessoa.
Deputado federal Pedro Cunha Lima concedeu entrevista ao PBVale
Pedro e Cássio Cunha Lima
Após votar favoravelmente com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 395/14, que permite às universidades públicas cobrarem por cursos de pós-graduação lato sensu, extensões e mestrado profissional o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) se licenciou do mantado para concluir uma pós-graduação em uma universidade particular em Portugal. A mídia nacional repercutiu negativamente a atitude do parlamentar paraibano.
Segundo o portal Diário do Poder na coluna do jornalista Cláudio Humberto, desta terça-feira (15), o filho do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) em meio à discussão sobre o impeachment, o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) preferiu se licenciar para concluir o mestrado em Portugal. Com a licença de Pedro, o suplente Marcondes Gadelha (PSC-PB) assumiu o mandato, voltando assim, a Câmara Federal.
Filho do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), Pedro Cunha Lima de 27 anos, está no seu primeiro mandato. Na Paraíba apenas dois deputados votaram favoráveis a (PEC) 395/14: Pedro Cunha Lima (PSDB) e Aguinaldo Ribeiro (PP).
Confira a nota na coluna de Cláudio Humberto:
ÚLTIMA CHAMADA
Em meio à discussão sobre o impeachment, o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) preferiu se licenciar para concluir o mestrado em Direito Constitucional na Universidade de Coimbra, em Portugal.