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Lava Jato recuperou R$ 2,8 bi desviados, diz MPF

Contestadas por advogados, decisões de Moro têm sido mantidas pelo TRF da 4ª Região
Contestadas por advogados, decisões de Moro têm sido mantidas pelo TRF da 4ª Região
Contestadas por advogados, decisões de Moro têm sido mantidas pelo TRF da 4ª Região

Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) segura há quatro meses a análise das primeiras denúncias da Operação Lava Jato contra parlamentares, a Justiça Federal no Paraná já impôs 80 condenações a acusados de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Dos R$ 6,4 bilhões em propina identificados nos crimes denunciados, R$ 2,8 bilhões já foram recuperados por meio de acordos de colaboração. Desde o início da operação, em março do ano passado, foram fechados 40 acordos de delação premiada com pessoas físicas e cinco acordos de leniência com empresas.

Os valores devolvidos aos cofres públicos representam 19% dos R$ 14,5 bilhões de ressarcimento solicitados pelo Ministério Público Federal (MPF). As penas impostas pelo juiz federal Sérgio Moro aos condenados somam, até agora, 783 anos e dois meses de prisão. Ao todo, os procuradores da força-tarefa pediram a abertura de processo contra 179 pessoas por delitos como corrupção, formação de quadrilha, crimes de corrupção, contra o sistema financeiro internacional, formação de organização criminosa, lavagem de ativos e até tráfico transnacional de drogas. Os números fazem parte de balanço da Lava Jato concluído no último dia 18 pelo MPF.

Entre os delatores, a maior devolução foi feita por Pedro Barusco, ex-gerente da área de engenharia da Petrobras. Ele se comprometeu a devolver US$ 97 milhões, cerca de R$ 247 milhões, que recebeu em propina em quase 20 anos. O ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, com R$ 70 milhões, e o doleiro Alberto Youssef, com R$ 55 milhões, completam a lista das pessoas físicas com maiores valores devolvidos.

Segundo os acordos firmados até agora entre o Ministério Público Federal e as empreiteiras, a Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa vão devolver, ao todo, R$ 1,7 bilhão. As duas empresas se comprometeram a colaborar com as investigações e ressarcir os cofres públicos em troca da redução da pena a ser imposta a seus executivos e funcionários. A devolução desses recursos, no entanto, ainda depende de homologação judicial.

Decisões confirmadas

As decisões do juiz paranaense Sérgio Moro têm sido confirmadas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável pela análise dos recursos apresentados pelos acusados na Operação Lava Jato. Balanço divulgado pelo tribunal revela que os desembargadores mantiveram praticamente todas as decisões de Sérgio Moro. Ao todo, 300 recursos foram julgados. Dos 164 habeas corpus com pedido de liberdade para réus, apenas um foi deferido: o que libertou o empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia.

O TRF da 4ª Região também julgou três apelações. Em todos os casos as condenações foram mantidas. Foi o que ocorreu, em setembro, com Renê Luiz Pereira e Carlos Habib Chater, condenados por crimes de tráfico de drogas, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Em dezembro os desembargadores negaram recurso da doleira Nelma Kodama, condenada por organização criminosa, evasão de divisas e corrupção ativa, e de outros quatro réus. No último dia 16, o tribunal manteve a condenação do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró a cinco anos de prisão, em regime fechado, por lavagem de dinheiro.

Outro ritmo no Supremo

A celeridade imposta pelo juiz Sérgio Moro contrasta com o ritmo do Supremo. As primeiras denúncias oferecidas pela Procuradoria-Geral da República chegaram à corte em agosto. Na ocasião, foram denunciados por corrupção e lavagem de dinheiro o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL). De lá para cá, outros cinco parlamentares viraram alvo de denúncia: os senadores Delcídio do Amaral (PT-MS) e Benedito de Lira (PP-AL) e os deputados Arthur de Lira (PP-AL), Vander Loubet (PT-MS) e Nelson Meurer (PP-PR). Nenhum dos casos, porém, foi analisado.

Ao todo, 37 parlamentares são investigados no Supremo. Em recesso desde a semana passada, os ministros do STF só devem examinar os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quando voltarem do recesso do Judiciário, em fevereiro. Na ocasião, o Supremo também deve decidir se afasta do mandato o presidente da Câmara, conforme solicitação de Janot, que aponta uso indevido da estrutura da Casa pelo deputado para atrapalhar as investigações.

A demora na abertura de processo contra Eduardo Cunha pode ser atribuída a ações de sua defesa e a decisões do STF e da própria PGR, que lhe garantiram mais tempo para se defender. O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, concedeu prazo de 15 dias para que Cunha se manifestasse antes de decidir sobre a denúncia. A defesa do presidente da Câmara, no entanto, pediu 30 dias para apresentar a defesa. O caso, porém, foi submetido ao plenário.

Em setembro, a maioria dos ministros divergiu do relator e determinou que o novo prazo fosse concedido ao peemedebista, o que acabou atrasando ainda mais a análise do caso. Em seguida, a PGR adicionou na denúncia a informação de que Cunha recebeu voos de táxi aéreo como pagamento de propina. Com isso, a defesa ganhou mais tempo para se manifestar.

O presidente da Câmara ainda é investigado em outros dois inquéritos, suspeito de ser beneficiário de contas não declaradas na Suíça e de usar o mandato para receber vantagens indevidas e atrapalhar as investigações. Já Collor responde a outros quatro procedimentos relacionados à Lava Jato.

Da Redação, com Congresso em Foco

Polícia prende suspeitos de tentativa de homicídio e apreende armas na PB

Material apreendido (Foto: Divulgação)
Material apreendido (Foto: Divulgação)
Material apreendido (Foto: Divulgação)

Na noite dessa terça-feira (29) a Rotam (Ronda Ostensiva Tática com Apoio de Motocicletas) do 2º BPM, deteve suspeitos de tentativa de homicídio no bairro Santa Rosa em Campina Grande. Os suspeitos, Silvestre Farias Teixeira, 18 anos; Ivaldo Rosa do Nascimento Neto, 18 anos; e Roberto Mariano de Mendonça Junior, 20 anos, foram presos logo após uma tentativa de homicídio contra um homem de 25 anos.

Após receber informações de que indivíduos em um veículo cinza teriam efetuado vários disparos contra um homem nas proximidades de um posto de combustível, a viatura da Rotam empreendeu diligências, interceptando e perseguindo o veículo e na abordagem aos suspeitos foram encontrados dois revólveres calibre 38 com 16 munições.

“Escutamos vários disparos de arma de fogo, e quando nos deslocamos para o local, várias pessoas nos passaram as características do veículo suspeito, visualizamos o carro e saímos em perseguição”, disse a sargento Hellen Rose, comandante da equipe.

A vítima foi socorrida por terceiros até o Hospital de Trauma de Campina Grande, sendo de imediato submetida à intervenção cirúrgica. Já os suspeitos detidos, foram, juntamente com todo o material apreendido, encaminhados à Delegacia especializada da área, onde foram autuados por homicídio na modalidade tentada e porte ilegal de arma.

Da Redação, PBVale

‘Affluenza’: a suposta doença que afetaria a filhos de famílias ricas

Ethan Couch, de 18 anos, foi preso por infração de liberdade condicional (Foto: AFP PHOTO / US MARSHALS SERVICE)
Ethan Couch, de 18 anos, foi preso por infração de liberdade condicional (Foto: AFP PHOTO / US MARSHALS SERVICE)
Ethan Couch, de 18 anos, foi preso por infração de liberdade condicional (Foto: AFP PHOTO / US MARSHALS SERVICE)

O jovem americano Ethan Couch, de 18 anos, que ficou conhecido em 2013 por supostamente ter uma “doença que só afeta ricos”, acaba de ser preso no nordeste do México, na região de Puerto Vallarta.

A polícia mexicana o deteve junto à mãe, Tonya Couch, de 48 anos, e os entregou a autoridades dos Estados Unidos. A informação foi dada à imprensa local pelo xerife Dee Anderson, do condado de Tarrant, no Texas.

Couch era procurado pela polícia por infração da liberdade condicional. Em 2013, ele atropelou e matou quatro pessoas, ferindo outras nove — a porcentagem de álcool em seu sangue era três vezes superior ao limite que define embriaguez no Texas.

A juíza Jean Boyd aceitou como atenuante da pena o argumento principal da defesa: o jovem (então com 16 anos) sofreria de affluenza, uma suposta “doença dos meninos abastados”.

À época, ele foi julgado como culpado por homicídio culposo (sem intenção), por intoxicação, e sentenciado a 10 anos em liberdade condicional e reabilitação.

Mas, afinal, que “doença” é esta?

Sem limites
Quem reforçou o argumento da defesa foi o psicólogo Dick Miller, que testemunhou a favor de Couch.

Segundo ele, o acusado, membro de uma das famílias mais ricas do Estado, seria vítima de pais irresponsáveis, que praticamente o teriam abandonado, sem regras, limites ou castigos.

Citou como exemplo o passado de problemas com a lei do adolescente: meses antes, a polícia o havia encontrado com uma adolescente seminua e inconsciente. Ele não foi julgado por isso, tampouco teria sido repreendido pela família.

O histórico, nas palavras do psicólogo durante o julgamento, mostraria que Couch sofreria de affluenza, uma condição pela qual não seria capaz de medir nem entender as consequências de seus atos.

A suposta doença, entretanto, não é reconhecida pela Associação Psiquiátrica dos Estados Unidos, nem por nenhum outro órgão oficial.

Também nunca foi citada pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM, em inglês), uma das “bíblias” de psicólogos e psiquiatras.

Muitos especialistas, entretanto, defendem sua existência, e citam a suposta enfermidade como um fenômeno social.

Neologismo
O primeiro registro da palavra affluenza é de 1954. O termo é um neologismo que nasce da combinação em inglês de influenza (gripe) e affluence (riqueza).

Em 1997, o tema foi abordado em livros como “The Golden Ghetto: The Psychology of Affluence” (“O gueto de ouro: a psicologia da riqueza”, em tradução livre), escrito por Jessie O’Neil, psicóloga e bisneta do ex-presidente da General Motors, Charles Erwin Wilson.

Segundo estes especialistas, a affluenza seria a versão contemporânea do “ennui” (tédio, em francês), uma enfermidade psicológica sofrida por meninos ricos da era vitoriana por ter demasiado tempo livre e nenhuma profissão.

Quem defende a existência da suposta doença diz que este vazio seria preenchido atualmente pelo abuso de drogas ilícitas, sexo e álcool.

Para eles, a affluenza seria consequência da má-criação de jovens em famílias de classe alta, fruto da falta de responsabilidade e repreensões.

A existência da doença, no entanto, continua sendo negada por boa parte da comunidade médica.

com BBC

Senadores paraibanos gastam mais de R$ 640 mil em 2015; Cássio lidera ranking

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) liderou o ranking dos gastos de cotas parlamentares dos representantes paraibanos, com gastos de R$ 391.327,45. Em três anos de mandato, houve aumento de 96%, sendo aproximadamente R$ 199 mil em 2012.

Em segundo lugar, está o senador José Maranhão (PMDB), que neste ano, gastou R$ 132.291,11. A diferença de gastos entre Cássio e Maranhão é de 66%. Já o também peemedebista Raimundo Lira teve gastos na ordem de R$ 118.712,56. Juntos, os três senadores gastaram aproximadamente R$ 642 mil.

Detalhando as despesas do senador tucano, a contratação de serviços de apoio parlamentar foi seu maior gasto (R$ 207.327,00). Dentro desse número, uma parcela  considerável das cotas foram destinadas a pesquisas pelo Instituto Análise, de São Paulo. A divulgação de atividade parlamentar é o segundo número mais expressivo de seus gastos (R$ 71.000,00). O terceiro maior gasto é com passagens aéreas (R$58.241,55).

Dos mais de R$ 132 mil gastos pelo senador José Maranhão ao longo do ano de 2015, os maiores “investimentos” foram em divulgação da atividade parlamentar (R$ 60.880,00), passagens aéreas (R$ 47.255,58) e locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis, dendo este último para aviões (R$ 22.107,73).

Já o senador Raimundo Lira, que é o que menos gasta as cotas parlamentares, teve maior concentração desses recursos em divulgação da atividade parlamentar (R$ 99.700,00), aluguel de imóveis (R$10.000,00) e passagens aéreas (R$ 8.439,00). Calculando os valores, Lira gastou 69,66% a menos que Cássio.

A assessoria de imprensa do senador Cássio Cunha Lima informou que todos os gastos do senador, inclusive as pesquisas feita pelo Instituto Análise, estão dentro da legalidade e, também ressaltou que o senador é um dos parlamentares que menos gastam.

“Pesquisas são feitas por todos os parlamentares para apurar o sentimento da sociedade. Todos os parlamentares fazem pesquisas que são instrumentos importantes para a atuação parlamentar. Tudo absolutamente dentro da legalidade”, afirmou.

A reportagem tentou entrar em contato com os senadores José Maranhão e Raimundo Lira, mas até o fechamento desta matéria, não obteve êxito.

Da Redação, com ParaíbaJá

OMS declara fim da transmissão de ebola na Guiné

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta terça-feira (29) o fim da epidemia de ebola na Guiné, ao completar 42 dias desde que a última pessoa infectada teve resultado negativo em dois testes consecutivos que buscam a presença do vírus no sangue.

Guiné é onde há quase dois anos foi registrado o primeiro caso de ebola, o que deu início a uma epidemia que se propagou à Libéria e à Serra Leoa. Nesses locais, houve mais de 28 mil casos e de 13 mil mortes.

Em nota, a OMS parabenizou o governo da Guiné e a população por terem encerrado o surto da doença. “Temos de prestar homenagem ao governo e ao povo da Guiné que, na adversidade, mostraram extraodinária liderança no combate à epidemia”, afirma Mohamed Belhocine, representante da OMS na Guiné. “A OMS e seus parceiros continuarão a apoiar o país durante os próximos 90 dias de vigilância reforçada e nos primeiros esforços para fortalecer os serviços de saúde em 2016.”

De acordo com a OMS, os três países mais afetados pela epidemia – Guiné, Libéria e Serra Leoa – vão reforçar os serviços de saúde, especialmente para mães e crianças. Também precisarão manter os processos de detecção, prevenção e tratamento em qualquer caso de recaída e retorno do vírus. 

com EFE

Marcelinho Paraíba revela que foi procurado por Bota-PB e Campinense

Marcelinho participou do jogo beneficente em Campina (Foto: Iago Bruno / GloboEsporte.com/pb)
Marcelinho participou do jogo beneficente em Campina (Foto: Iago Bruno / GloboEsporte.com/pb)
Marcelinho participou do jogo beneficente em Campina (Foto: Iago Bruno / GloboEsporte.com/pb)

O sonho de defender as cores do Campinense foi adiado mais uma vez. O jogador reafirmou sua vontade de encerrar a carreira na Raposa e ainda revelou que foi procurado por dirigentes do Botafogo-PB e também da Raposa para jogar a próxima temporada, mas já havia fechado com o Oeste.

– Houve um contato da parte de alguns diretores do Botafogo-PB e do Campinense. Eu fiquei muito feliz, mas não deu certo porque eu já tinha assinado um pré-contrato com o Oeste. Eu tive que cumprir, que ser profissional. Acabou que não deu ainda para vestir a camisa da Raposa, que é o meu sonho, quem sabe na próxima temporada – afirmou.

Aos 40 anos de idade, Marcelinho assinou contrato com o time do interior de São Paulo e além do Campeonato Paulista, também vai jogar a Série B do Brasileiro. E ele não fala em aposentadoria agora, pelo contrário, o atacante conta o segredo de se manter em alta apesar da idade.

– Eu vou fazer 41 no próximo ano e quero continuar me cuidando e trabalhando forte. Eu gosto de treinar muito. Acho que esse é o segredo. Outra coisa, eu sempre joguei e nunca me machuquei e isso tem me ajudado bastante. Vou continuar me cuidando para que eu possa me manter em alto nível – ressaltou.

Da Redação, com Globoesporte

Homem é assassinado a tiros na Zona Rural de Sapé

Um homicídio foi registrado, por volta das 18h50, desta terça-feira (29), na Zona Rural de Sapé, na Mata paraibana. Segundo a Polícia Militar, um homem foi assassinado a tiros em um assentamento do Movimento Sem Terra.

A polícia apura quais seriam as motivações do crime e quais os suspeitos.  Após uma perícia, o corpo foi encaminhado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal de João Pessoa.

Até as 22h desta terça, a vítima não havia sido identificada.

Da Redação, PBVale

No acumulado, FPM de 2015 foi superior ao de 2014

Nesta quarta-feira, 30 de dezembro, o terceiro repasse deste mês do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será creditado nas contas das Prefeituras brasileiras. O valor foi estimado em R$ 2.412.464.439,95, considerando o porcentual destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb). Retido o valor dedicado à Educação, o montante a ser partilhado entre as gestões municipais será de R$ 1.930.113.951,96.

O terceiro decêndio de dezembro de 2015 apresentou uma alta de 17,24% quando comparado com o mesmo período de 2014, já considerada a inflação. No entanto, observado o mês de dezembro por completo, nota-se que houve uma redução do aporte orçamentário dos Municípios. Isto porque, no último mês de 2014, as Prefeituras receberam R$ 6,588 bilhões, contra os R$ 7,449 bilhões deste ano. Ao levar em conta a inflação, a diferença representa um decréscimo de 6,39% de um ano para o outro.

No acumulado de 2015, o FPM somou R$ 84,362 bilhões e, no mesmo período do ano anterior, o fundo ficou em R$ 79,355 bilhões. Em termos nominais, sem ponderar os efeitos da inflação, o FPM fechou o ano 6,31% maior que o ano anterior. É importante ressaltar que repasses extras, bem como decisões judiciais, além do 1% de julho e de dezembro do presente ano – recursos adicionais no Fundo conquistados pelo Movimento Municipalista – foram incluídos no levantamento da CNM.

A Confederação reitera que, considerado o efeito que a inflação tem sobre o poder de compra do dinheiro, o repasse total em 2015 apresentou uma queda de 2,33% quando comparado ao montante repassado em 2014. É importante ressaltar que essa diferença entre valores reais e nominais se dá porque o aumento efetivo dos repasses do fundo não foram suficientes para cobrir os efeitos danosos da inflação no último ano. A CNM usou dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para executar a estimativa do FPM.

Veja o levantamento completo aqui 

Da Redação, com CNM

Dilma fixa valor do salário mínimo acima da proposta aprovada no Congresso

A presidente Dilma Rousseff assinou nesta terça-feira (29) decreto que fixa em R$ 880 o salário mínimo que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2016. O decreto será publicado na edição desta quarta-feira (30) do “Diário Oficial da União”.

Atualmente, o salário mínimo é de R$ 788. O novo valor representa um reajuste de 11,6%. A inlfação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é de 10,28% no acumulado de 2015 até novembro e de 10,97% no acumulado dos últimos 12 meses.

Em agosto, quando enviou a proposta de Orçamento de 2016 ao Congresso Nacional, o governo previa uma elevação do mínimo para R$ R$ 865,50. Quando o Congresso aprovou, no último dia 17, a previsão era R$ 870,99.

O valor foi alterado porque é atualizado com base nos parâmetros estabelecidos para sua correção – crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e inflação do ano anterior medida pelo INPC, índice que reflete a alta de preços para famílias com renda entre um e cinco salários mínimos.

Em nota, o governo informou que o reajuste dá continuidade à política de valorização do mínimo, “com impacto direto sobre cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados, que atualmente recebem o piso nacional”.

Leia abaixo a íntegra de nota sobre o reajuste do mínimo.

NOTA À IMPRENSA

Decreto assinado nesta terça-feira (29/12) pela presidenta da República, Dilma Rousseff, fixa o salário mínimo que entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2016: R$ 880,00 (oitocentos e oitenta reais). O decreto será publicado no Diário Oficial da União de quarta-feira (30/12).

Com o decreto assinado hoje pela presidenta Dilma Rousseff, o governo federal dá continuidade à sua política de valorização do salário mínimo, com impacto direto sobre cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados, que atualmente recebem o piso nacional.

O ministro Miguel Rossetto falará à imprensa às 15h na sede do Ministério do Trabalho & Previdência Social.

Secretaria de Imprensa
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Estado lança edital com oito vagas para o CFO Bombeiro Militar 2016

O Governo do Estado da Paraíba, através do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB), lançou o edital do Curso de Formação de Oficiais Bombeiro Militar com ingresso em 2016 (CFO-2016). Conforme o documento, são oito vagas com livre concorrência entre os sexos feminino e masculino. A etapa intelectual do certame utilizará as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado em 2015.

Ainda segundo o edital, os candidatos podem se inscrever das 10h desta quarta-feira (30) até as 23h59 do dia 6 de janeiro de 2016 no endereço www.bombeiros.pb.gov.br. A taxa de inscrição é no valor de R$ 50. Conforme o presidente da Comissão Organizadora do certame, coronel Dênis Nery, só podem participar da seleção os candidatos que realizaram o Enem.             

As demais etapas (exames Psicológicos, de Saúde e de Aptidão Física) serão executadas por comissões do próprio Corpo de Bombeiros, sendo exigida, por isso, a inscrição também no âmbito da instituição.

“São duas inscrições, uma no Enem, para que o aluno obtenha as notas de corte, e outra no âmbito da própria corporação que realiza a continuação do processo seletivo”, destacou, ao informar que a Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab) participa também da organização das etapas posteriores.  Mais informações sobre o certame podem ser consultadas no edital, também disponibilizado no site do Corpo de Bombeiros (www.bombeiros.pb.gov.br).

Carreira e remuneração – O ingresso no Curso de Formação de Oficiais Bombeiro Militar (CFO-BM) se dará na graduação de praça especial, como cadete, e ao término, com aproveitamento, o concluinte será declarado aspirante a Oficial Bombeiro Militar. Neste período, o salário varia de R$ 2.194,54, no primeiro ano como cadete, a  R$ 4.760,19, quando da formação.

Após um período de estágio probatório de no mínimo seis meses, o bombeiro será promovido ao posto de 2º tenente (com remuneração de R$ 5.955,37), ingressando no Quadro de Oficiais Combatentes do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Paraíba. 

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