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sábado, 19 setembro 2026
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Grupo assalta caminhão e leva mais de R$ 10 mil no Litoral Norte da PB

Foto: Felipe França / Portal PBVale
Foto: Portal PBVale

Um caminhão de bebidas da empresa AmBev que seguida de Guarabira para João Pessoa, foi assaltado na tarde desta sábado (16) na PB-057, entre os municípios de Itapororoca e Mamanguape, no Litoral Norte paraibano. Os bandidos estavam em um veículo Honda Fit preto. Até o momento, nenhum suspeito foi localizado. 

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Quatro homens armados com revolver e pistola renderam o motorista e dois ajudantes, levaram o caminhão para um local isolado e arrombaram o cofre do veículo com um maçarico, levando cerca de R$ 10,8 (dez mil e oitocentos reais), além de celulares das vítimas.

“Nos levaram para dentro de um canavial, ameaçavam e falavam que só queriam apenas o dinheiro e que era pra gente colaborar”, disse o funcionário Jailson de Brito.

O crime foi registrado na 7ª DPC de Mamanguape que irá investigar o caso.

Da Redação, PBVale

Impasse sobre impeachment vai paralisar comissões da Câmara

Câmara dos Deputados (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

O impasse sobre a eleição da comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff vai paralisar as comissões permanentes da Câmara por tempo indeterminado, depois que os deputados voltarem do recesso legislativo, em fevereiro.

Isso porque o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse ao G1 que aguardará o julgamento do recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para esclarecer a decisão da Corte que proibiu votação secreta e chapa alternativa na eleição para a comissão do impeachment.

No entendimento de Cunha, esse julgamento também afeta as eleições realizadas para as comissões da Câmara, já que, em tese, seguem as mesmas regras – com voto secreto e chapa avulsa.

Só depois da análise do recurso, que será apresentado em fevereiro e não tem prazo para ser avaliado pelos ministros do STF, é que o presidente da Câmara pretende liberar as comissões permanentes para realizarem eleições para presidente.

Enquanto isso, sem presidente eleito para coordenar os trabalhos, as atividades das comissões, entre elas a de Constituição e Justiça (CCJ) e a de Diretos Humanos, vão atrasar.

Cunha argumenta que a decisão do Supremo não esclarece se o voto aberto vale também para a eleição das comissões permanentes e o que acontece caso a chapa oficial, com indicação dos líderes, seja rejeitada. Para o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, porém, o julgamento não deixa “margem” para dúvidas.

Além disso, o presidente da Câmara já anunciou que pretende apresentar recurso antes mesmo da publicação do acórdão (resumo das decisões tomadas no julgamento). No encontro que tiveram em dezembro, Lewandowski o alertou que o recurso poderá ser recusado, de antemão, caso seja protocolado antes do prazo.

Comissões
No total, a Câmara possui 23 comissões permanentes temáticas, que têm como finalidade discutir e deliberar sobre projetos de lei. As vagas são distribuídas entre os partidos de acordo com o tamanho da sua bancada eleita e em todo início de ano a composição das comissões deve ser renovada.

Pelo regimento interno da Câmara, os integrantes são indicados pelos líderes dos partidos. Depois da volta do recesso parlamentar, em fevereiro, eles terão cinco sessões ordinárias para indicar os nomes.

Em seguida, pelo regimento, cada comissão deve realizar uma eleição para escolher presidente e três vice-presidentes, mas essa etapa ficará em suspenso, segundo Cunha.

“Vou aguardar [a decisão sobre o recurso]”, disse Cunha ao G1. Ele admite que isso irá atrasar as comissões, mas descarta que possa ser visto como uma forma de pressionar ou apressar o tribunal. “Tem dúvida mesmo [sobre a extensão da decisão]. Não é pressão”, afirmou o peemedebista.

Rede e PMB
Outro imbróglio que os deputados precisarão resolver é como incluir representantes dos partidos recém-criados Rede e Partido da Mulher Brasileira (PMB). O número de vagas nas comissões é fixo e será preciso uma redistribuição para contemplar as novas legendas. “Vamos arranjar, discutir [uma solução] com os líderes”, disse Cunha.

Por Fernanda Calgaro e Nathalia Passarinho

Advogados publicam carta aberta com críticas à Lava Jato

Mais de cem advogados publicaram nessa sexta-feira (15), em diversos jornais do país, uma carta aberta em que criticam a Operação Lava Jato. O grupo inicia o documento dizendo que a operação ocupa um lugar de destaque na história do país “no plano do desrespeito a direitos e garantias fundamentais dos acusados”.

“Nunca houve um caso penal em que as violações às regras mínimas para um justo processo estejam ocorrendo em relação a um número tão grande de réus e de forma tão sistemática, afirmam. E citam desrespeito a questões como a presunção de inocência, alegam que há um desvirtuamento do uso da prisão provisória e vazamento seletivo de documentos e informações.

“O menoscabo à presunção de inocência, ao direito de defesa, à garantia da imparcialidade da jurisdição e ao princípio do juiz natural, o desvirtuamento do uso da prisão provisória, o vazamento seletivo de documentos e informações sigilosas, a sonegação de documentos às defesas dos acusados, a execração pública dos réus e a violação às prerrogativas da advocacia, dentre outros graves vícios, estão se consolidando como marca da Lava Jato, com consequências nefastas para o presente e o futuro da justiça criminal brasileira”, diz o texto.

Na carta, os advogados alegam que nos últimos tempos o que se tem visto é uma espécie de “inquisição” em que já se sabe, antes mesmo antes de começarem os processos, qual será o seu resultado e que as etapas dos processo apenas cumprem formalidades.

O grupo alega que a prisão provisória vem sendo usada para forçar a celebração de delações premiadas e critica, sem citar nomes, a parcialidade na condução de processos. “É inconcebível que os processos sejam conduzidos por magistrado que atuam com parcialidade, comportando-se de maneira mais acusadora do que a própria acusação. Não há processo justo quando o juiz da causa já externa seu convencimento acerca da culpabilidade dos réus em decretos de prisão expedidos antes ainda do início das ações penais.”

O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, é um dos assinantes da carta. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que o objetivo é gerar uma reflexão, e que vários advogados vêm demonstrando preocupação com a situação. “Então, resolvemos agora colocar isso de público, mais para chamar atenção, para fazer uma reflexão com os demais advogados, com o poder judiciário, mas com as pessoas, com o cidadão”, disse.

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo Costa, disse que vê a manifestação dos advogados como uma forma de pressão. “Nós percebemos que é uma forma de exercer alguma pressão no poder judiciário contra aqueles que estão atuando nesse processo. Entendemos que esta carta reflete muito mais o interesse pessoal dessas pessoas que estão envolvidas no processo e dos advogados que estão defendendo estas pessoas do que exatamente o interesse público”, disse. Para ele, as alegações sobre desrespeito a garantias dos réus, regras do processo e parcialidade dos magistrados, tentam desqualificar as investigações.

“É uma forma de levantar uma questão para desqualificar as investigações. Acho que eles tiraram de lado a necessidade de provar a inocência dos clientes deles e passam para desqualificar as investigações, para tirar a idoneidade das investigações e das instituições que atuam nessa investigação” disse Costa.

Em nota, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) disse que “a Operação Lava Jato coroa um lento e gradual processo de amadurecimento das instituições republicanas brasileiras, que não se colocam em posição subalterna em relação aos interesses econômicos”. A nota diz ainda que o trabalho da Justiça Federal é “imparcial e exemplar” e que não é dado “tratamento privilegiado a réus que dispõem dos recursos necessários para contratar os advogados mais renomados do país”, diz o texto.

A Ajufe ressalta também que a operação não “corre frouxa, isolada, inalcançável pelos mecanismos de controle do Poder Judiciário. Além de respaldada pelo juízo federal de 1º grau, a operação tem tido a grande maioria de seus procedimentos mantidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF4), pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF)”.

A nota da Ajufe destaca alguns dos pontos abordados pelo grupo de advogados. Quanto ao fato dos alegarem desrespeito a direito de réus, a associação diz que, caso isso ocorra, nada impede que o advogado “postule a devida correção no âmbito da Justiça”. Quanto ao processo, a nota diz que caso hajam provas de que existam vícios ou equívocos “o natural é apresentá-las ao Tribunal, para que se mude o curso do caso”.

A nota diz ainda que a “magistratura federal brasileira está unida e reconhece a independência judicial como princípio máximo do Estado Democrático de Direito. Assim, reconhece também a relevância de todas as decisões de todos os magistrados que trabalharam nesses processos” diz o texto que cita os magistrados envolvidos no processo em diferentes instâncias.

Investigações criteriosas e robustas

A Associação Nacional dos Procuradores da República também criticou a carta dos advogados. Em nota, a entidade diz que as investigações feitas pelos procuradores e por policiais federais “estão sendo criteriosas e culminam em provas robustas”.

O texto fala também das delações premiadas. “As colaborações livres e responsavelmente oferecidas por pessoas envolvidas com as organizações criminosas geram um incremento na certeza e na revelação da verdade, imprescindíveis em julgamentos isentos. Na grande maioria das vezes, as colaborações premiadas ocorrem com os réus já soltos, sendo este um instrumento legal utilizado legitimamente pela defesa que também atende aos critérios da busca da verdade real no processo penal.”

Para a associação, a operação atende “aos anseios de uma sociedade cansada de presenciar uma cultura da impunidade no que diz respeito à corrupção e às organizações criminosas” e que “quando o direito penal amplia sua clientela e alcança pessoas antes tidas como inatingíveis, é esperado que se dirijam críticas ao sistema de Justiça”.

A associação diz que o trabalho desenvolvido pelo Ministério Público Federal “resultou em decisões de prisões, bloqueios de bens e devoluções de dinheiro aos cofres públicos, mantidas da primeira à última instância judicial, da Justiça Federal ao Supremo Tribunal Federal, em julgamentos técnicos, impessoais e transparentes, garantidos a ampla defesa e o devido processo legal”.

Para os procuradores, a existência de um pequeno número de decisões contrárias à investigação em tribunais reflete a correção dos procedimentos e das decisões, bem como a robustez das provas, ao contrário do que querem fazer crer os advogados.

Os pontos abordados na carta, segundo os procuradores, “demonstram insatisfações dos advogados, já são objeto de ações e recursos em trâmite no Poder Judiciário e vem sendo rechaçadas em repetidos julgamentos, afastando qualquer alegação de supressão de direitos aos investigados”.

A nota diz ainda que tanto o MPF quanto a PF e os membros do judiciário, que conduzem o caso, são norteados “pela observância das normas legais, pelo mais elevado nível técnico, bem como pela irrestrita independência funcional no cumprimento de sua missão constitucional”.

O texto diz que não existe qualquer evidência de que o MPF “esteja vazando informações indevidas, porque esta prática não é adotada por Procuradores da República”.

Por Michèlle Canes

Motorista é preso com crack na BR 101, em Mamanguape

Droga apreendida na ação policial / Foto: Portal PBVale
Droga apreendida na ação policial / Foto: Portal PBVale

Um motorista de alternativo, identificado como José Arthur Mendes da Silva, de 27 anos, foi preso na BR-101, em Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba, na tarde deste sábado (16), com 850 gramas de crack e um pino de cocaína. Segundo as investigações do GTE (Grupo Tático Especial) da 7ª Delegacia Seccional, a droga estava sendo levada para João Pessoa.

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O motorista iria receber R$ 500 (quinhentos reais) pelo transporte do entorpecente. Ainda conforme a polícia, ele seguia de Parnamirim (RN) para João Pessoa. No entanto, o suspeito não revelou o nome da pessoa que o contratou e, nem o local onde a droga seria entregue. O veículo Monza com placas de Rio Tinto (PB) utilizado na viajem também foi apreendido. O homem foi detido próximo ao posto da PRF. 

“Tudo partiu do disque denuncia 197. Fizemos levantamento dos dados e passamos o dia esperando o momento certo. Quando o visualizamos, foi dada voz de parada e prisão”, disse um policial.

José Arthur foi levado para a DPC de Mamanguape onde deve responder por trafico de drogas.

Da redação, PBVale

Plantas da Caatinga podem ajudar a combater Aedes aegypti

Árvore de umburana, planta da Caatinga que pode ser usada no combate ao mosquito Aedes aegypti
Árvore de umburana, planta da Caatinga que pode ser usada no combate ao mosquito Aedes aegypti
Árvore de umburana, planta da Caatinga que pode ser usada no combate ao mosquito Aedes aegypti

Duas plantas comuns na Caatinga – a cutia e a umburana – estão sendo estudadas por um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido por terem compostos que funcionam como biopesticidas no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do vírus Zika e da chikungunya. Os testes mostraram que os compostos dessas plantas são capazes de exterminar até 50% das larvas dos mosquitos, valor de referência para que sejam classificados como eficazes.

O coordenador da pesquisa, Alexandre Gomes, contou que desde 2011 um grupo de pesquisadores do Núcleo de Bioprospecção e Conservação da Caatinga vem estudando plantas desse bioma em busca de substâncias com propriedades larvicidas contra o mosquito. “Já sabíamos que os compostos aromáticos, ou terpenoides, reconhecidos a partir do cheiro forte de certas plantas, são inseticidas. Se eu pegar a folha da pitanga e amassar, por exemplo, vou sentir o cheiro da pitanga. O mesmo ocorre com o cravo da índia. Essas plantas têm uma quantidade boa desses compostos chamados terpenóides”, explicou. Os óleos essenciais da cutia e da umburana também são obtidos por meio do sumo da folha.

Os pesquisadores testaram os óleos essenciais de diversas plantas, seguindo o modelo definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “A gente pega um recipiente, no caso, um copo descartável, faz uma solução do óleo essencial com água e, em cada copinho, coloca 50 ml de líquido e 10 larvas do mosquito. Após 24h, averiguamos quantas larvas morreram e se o resultado foi satisfatório.”

Alexandre Gomes explicou que a grande vantagem de usar pesticidas vegetais, orgânicos, é que essas substâncias são mais seletivas e agem em pragas específicas. Os resultados dos testes mostraram que os óleos matam mais de 50% das larvas, número de referência na biologia para saber se um composto funciona. “Um produto é considerado eficaz quando mata 50%”, ressaltou.

Testes

Agora, para que esses óleos essenciais possam se tornar produtos comerciais, os pesquisadores estão investigando se só fazem mal aos mosquitos. “Apesar de ser um produto natural, precisamos saber até que dose podemos utilizar, até que ponto não fazem mal. Estamos em fase de teste de toxicidade para saber se não causam danos a células humanas e a outros organismos”, explicou. Segundo ele, os testes de toxicidade vão permitir que saibam a dose exata. “Ainda no primeiro semestre teremos os resultados”, acrescentou.

A expectativa do pesquisador é que no segundo semestre a equipe comece a buscar parcerias com a iniciativa privada para que esses óleos possam chegar ao mercado. “Infelizmente, no Brasil, o pesquisador não é preparado para ser empreendedor. Esta é a grande limitação dos pesquisadores: conseguir transformar a pesquisa em produtos. A gente só vai conseguir fazer isso com a iniciativa privada.”

As plantas usadas foram coletadas no Parque Nacional do Catimbau, em Pernambuco, e também podem ser encontradas em Sergipe e no Espírito Santo.

Por Maiana Diniz

Devido ao Zika, Estados Unidos alertam gestantes a evitarem viagem ao Brasil

O transmissor do vírus Zika é o mosquito Aedes aegypti (Foto: Agência Brasil)
O transmissor do vírus Zika é o mosquito Aedes aegypti (Foto: Agência Brasil)
O transmissor do vírus Zika é o mosquito Aedes aegypti (Foto: Agência Brasil)

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos emitiu um alerta para que mulheres grávidas evitem viajar ao Brasil e outros países onde há circulação do vírus Zika. A medida considerou os relatos do governo brasileiro de que há risco de as gestantes infectadas pelo vírus virem a ter filhos com microcefalia, uma malformação irreversível no cérebro. O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

O alerta é direcionado a mulheres em qualquer estágio da gestação. Para as que não podem evitar o deslocamento e as que estão tentando engravidar, a orientação é que consultem um médico e sigam rigorosamente os conselhos sobre como evitar as picadas do mosquito.

Colômbia, El Salvador, Guiana Francesa, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Suriname e Venezuela também estão incluídos na recomendação. Segundo a entidade, o alerta pode ser atualizado, caso aumente o número de países com ocorrência da doença.

Aos viajantes de forma geral que forem para as áreas onde o vírus circula, o CDC recomenda cuidados como usar mangas compridas, calças compridas e sapatos fechados, para expor o mínimo de pele e também indica o uso de repelentes. Além disso, a orientação é dormir em quartos com tela ou com ar-condicionado.

Brasil

Em nota, o Ministério da Saúde brasileiro diz que as recomendações do CDC reforçam as medidas já adotadas pelo governo no cuidado especial com as gestantes, como o uso de repelentes e de roupas compridas que minimizem a exposição da pele. A pasta  diz ainda que em qualquer situação as gestantes devem consultar o médico antes de viajar

“Assim como a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde não recomenda nenhuma medida restritiva de viagem ou comércio internacional, além do cuidado especial com as gestantes, independentemente do vírus Zika”, informa o texto.

Por Aline Leal

Governo distribuirá teste único para detectar dengue, zika e chikungunya

Ministro da Saúde, Marcelo Castro, recebe uma unidade do teste para detecção de dengue, zika e chikungunya (Foto: Cristina Indio do Brasil / Agência Brasil)
Ministro da Saúde, Marcelo Castro, recebe uma unidade do teste para detecção de dengue, zika e chikungunya (Foto: Cristina Indio do Brasil / Agência Brasil)
Ministro da Saúde, Marcelo Castro, recebe uma unidade do teste para detecção de dengue, zika e chikungunya (Foto: Cristina Indio do Brasil / Agência Brasil)

O Ministério da Saúde começará a distribuir no fim de fevereiro as primeiras 50 mil unidades do Kit NAT Discriminatório para dengue, zika e chikungunya, que permitirão o diagnóstico simultâneo das três doenças com maior agilidade. Outra qualidade é a redução do custo de aplicação do teste.

“O teste que vamos distribuir vai dizer de maneira objetiva dentro de duas horas qual é a enfermidade que a pessoa está acometida. É importantíssima a informação para as gestantes”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, durante a apresentação do kit neste sábado (16), na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Prototipagem do Instituto Carlos Chagas (ICC/Fiocruz-Paraná), Marco Aurélio Krieger informou que o teste no formato que foi produzido é único no mundo. “Não existe nenhum teste disponível, que faça esta avaliação discriminatória neste formato”, contou.

Os kits serão encaminhados a 18 dos 27 laboratórios centrais (Lacen) do Ministério da Saúde, localizados em cada estado do país, que conforme o ministro, estão equipados para receber os 50 mil testes, produzidos pela Fiocruz, no Rio de Janeiro.

Kit NAT permitirá realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)
Kit NAT permitirá realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)

Outros três laboratórios estão sendo preparados para receber os testes. A previsão é que até o fim do ano sejam distribuídos 500 mil kits. “A produção dos testes vai ser distribuída continuamente para fazer o diagnóstico. A prioridade para a diferenciação diagnóstica vai ser para as gestantes”, revelou.

De acordo com Marcelo Castro, atualmente, o problema número 1 do Brasil é a microcefalia. “O Brasil tinha, em média, de 2.000 para cá, segundo estatísticas, 150 casos de microcefalia por ano. De outubro para dezembro do ano passado tivemos 3.500 casos aproximadamente. Então é um caso gravíssimo de saúde pública, poucas vezes vivido na história de nosso país”, indicou.

Diante da situação, o ministro defendeu que não podem faltar recursos para combater a doença. Ele informou que este ano estão garantidos R$ 500 milhões para ações específicas relacionadas à microcefalia. “Nós temos a palavra e o compromisso da presidenta Dilma, de maneira explícita, de que não faltarão recursos para o combate à microcefalia no Brasil”, disse.

O ministro Marcelo Castro informou que estão confirmadas três mortes por chikungunya, duas na Bahia e uma em Sergipe, todas em pessoas idosas. Castro disse que as três doenças que serão diagnosticadas com os testes são graves e estão matando.

“Qualquer das três doenças tem que ser tratada com a devida gravidade, os casos mais graves tem que ser internados, têm que ser tratados os sintomas, porque a gente não tem o remédio para tratar dengue, não temos o remédio para tratar a chikungunya, não temos o remédio para tratar a zika”, disse, acrescentando que, por isso, ele acredita que é preciso tomar todas as providências clínicas para combater os sintomas”, apontou.

Nova tecnologia permite diagnóstico simultâneo da zika, dengue e chikungunya (Foto: Josué Damacena / Divulgação Fiocruz)
Nova tecnologia permite diagnóstico simultâneo
da zika, dengue e chikungunya (Foto: Josué Damacena / Divulgação Fiocruz)

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, informou que se os testes fossem produzidos por laboratórios privados e com aplicações para cada tipo das três doenças custariam entre R$ 900 e mais de R$ 2 mil.

“Na escala que estamos fazendo esse teste vai sair com um custo entre US$18 a US$20. Então, só é possível colocar isso em escala de saúde pública, vai ser feito nos Lacens e nas áreas de referências e para estudos, ele se torna factível como instrumento de saúde pública”, analisou.

Por Cristina Indio do Brasil

OAB-PB realiza posse solene do novo presidente

Paulo Maia, novo presidente da OAB-PB, foi empossado solenemente em João Pessoa (Foto: Divulgação/OAB-PB)
Paulo Maia, novo presidente da OAB-PB, foi empossado solenemente em João Pessoa (Foto: Divulgação/OAB-PB)
Paulo Maia, novo presidente da OAB-PB, foi empossado solenemente em João Pessoa (Foto: Divulgação/OAB-PB)

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), realizou, na noite desta sexta-feira (15) a sessão solene de posse (posse festiva) de sua nova Diretoria, Conselho Estadual e Diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados (CAA-PB), eleitos para o triênio 2016/2018. A solenidade aconteceu no Centro de Convenções Cidade Viva, no bairro do Aeroclube, em João Pessoa. Os Conselheiros Federais serão empossados no dia primeiro de fevereiro de 2016 na sede da OAB Nacional, em Brasília (DF).

A nova diretoria da OAB-PB é composta pelos advogados: Paulo Maia (Presidente), Raoni Lacerda Vita (vice-presidente), Francisco de Assis Almeida e Silva (secretário geral), Rogério da Silva Cabral (secretário geral adjunto) e Tainá de Freitas (tesoureira). A transmissão de cargo do ex-presidente Odon Bezerra para Paulo Maia aconteceu no dia primeiro deste mês, no gabinete da presidência da OAB-PB.

A solenidade foi bastante prestigiada com a presença, além de todos os diretores, integrantes da CAA e membros dos conselhos Estadual e Federal, de vários advogados, políticos, autoridades, a exemplo do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), do presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Rogério Fialho; do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), deputado federal Manoel Júnior (PMDB); e o procurador geral do Estado, Gilberto Carneiro, que representou o governador Ricardo Coutinho(PSB).

Também participaram da solenidade o vice-presidente e futuro presidente da OAB Nacional, Cláudio Lamachia; o presidente da OAB de Pernambuco, Ronnie Duarte; o defensor público geral do Pernambuco, Manoel Jerônimo; o presidente da OAB do Rio Grande do Norte, Paulo Coutinho; o ex-presidente da OAB de Minas Gerais e futuro vice-presidente da OAB Nacional, Luis Cláudio Chaves; o presidente da OAB do Espirito Santo, Homero Mafre; o presidente da OAB da Bahia, Luis Viana; e o presidente da OAB do Maranhão, Tiago Dias.

Sessão solene contou com a presença de políticos, em João Pessoa (Foto: Divulgação/OAB-PB)
Sessão solene contou com a presença de políticos, em João Pessoa (Foto: Divulgação/OAB-PB)

No seu discurso, Paulo Maia destacou os principais desafios de sua gestão será tornar a OAB-PB independente para o exercício da advocacia, alavancar as atividades da Escola Superior da Advocacia (ESA), defender de forma intransigente o Exame de Ordem, as prerrogativas, honorários dignos, sem esquecer as questões sociais que afligem a sociedade.

“Vamos ser parceiros da sociedade. Vamos defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas, como determina o artigo 44 do Estatuto da Advocacia”, afirmou.

O presidente reeleito da Caixa de Assistência dos Advogados, Carlos Fábio Ismael, também discursou e destacou que a partir de agora a OAB-PB está unida. “Aqui não existe divisão. A OAB é unida, vamos estar todos juntos. Paulo Maia pode contar conosco em tudo que precisar. Vamos procurar o Judiciário e solicitar celeridade. Advogados não tenham medo por que nesta gestão as prerrogativas serão respeitadas”, sustentou.

Já o vice-presidente e futuro presidente da OAB Nacional, Cláudio Lamachia, lembrou da importância do advogado para o funcionamento da Justiça e transformação social. Ele também garantiu que na sua gestão a OAB vai continuar defendendo de forma intransigente as conquistas obtidas nos últimos anos, como férias para advogados, honorários dignos, prerrogativas, o simples e presença em inquéritos policias. “Acima de tudo vamos continuar lutando por um país mais justo. Temos que dizer a sociedade que, se o advogado não falhou com o Brasil no passado, não falha no presente, não falará no futuro”, declarou.

Durante a solenidade foi feita uma homenagem póstuma ao advogado Rodolfo Toscano de Britto, aos 33 anos, que foi eleito conselheiro estadual, mas morreu três dias após a eleição, em decorrência de um infarto. A mãe, a esposa e a filha de Rodolfo receberam seu diploma.

Por Cristiano Teixeira – OAB/PB

[Vídeo] Correspondente bancário é assaltado em Baía da Traição

Um correspondente bancário ‘Caixa Aqui’ foi assaltado na manhã dessa sexta-feira (15), no centro de Baía da Traição, Litoral Norte paraibano.

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Segundo informações da Polícia Militar, dois homens armados chegaram de motocicleta, invadiram o estabelecimento e renderam funcionários e clientes. Os criminosos levaram dois celulares e toda a quantia que estava no caixa, aproximadamente R$ 6 mil reais.

A polícia realizou buscas em toda região, mas até o momento ninguém foi preso. O crime será investigado pela DPC local.

Câmeras de segurança próxima ao local flagraram a ação. Assista:

Da Redação, PBVale

Polícia prende suspeito de homicídio na PB, após encontrar foto da vítima em celular

Na interceptação, um dos bandidos conseguiu evadir pela mata próxima ao local (Foto: Divulgação)
Foto dele vivo foi achada em celular de suspeito (Foto: Reprodução/TV Correio HD)
Foto dele vivo foi achada em celular de suspeito (Foto: Reprodução/TV Correio HD)

Policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar prenderam em flagrante, na noite dessa sexta-feira (15), Diego Damião Meireles de Oliveira, 18 anos. Ele foi preso após ter confessado um homicídio no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa. A Polícia Militar achou no celular desse suspeito, a foto de um jovem, ainda vivo, com mãos e pés amarrados e uma mordaça na boca.

Na ação, a equipe de policiais do Bope deparou-se com dois indivíduos em uma motocicleta preta, que ao receberem ordem de parada, empreenderam fuga e foram perseguidos pelas ruas do bairro do Cristo Redentor. Na interceptação, o passageiro da motocicleta conseguiu evadir pela mata próxima ao local. Os policiais detiveram o condutor da moto, e ao ser questionado pela equipe, confessou um homicídio no bairro Cruz das Armas.

Com a confissão do suspeito e indicação do possível local de crime, foram realizadas várias diligências, no sentido de averiguar a veracidade dos fatos. “O local indicado pelo suspeito é de difícil acesso, com áreas de extensas de charco e pouca luminosidade. Durante toda a madrugada, efetuamos buscas com o apoio do Corpo de Bombeiros, e graças ao trabalho árduo das equipes no local, conseguimos constatar o homicídio”, disse o tenente EduardoInojosa Monteiro, que coordenou a ação.

A perícia esteve no local, acompanhada do delegado da Delegacia de Homicídios, que identificaram a vítima, Zenilton da Silva Medeiros, de 24 anos. O suspeito, Diego Damião Meireles de Oliveira, de 18 anos, foi conduzido à Delegacia de Homicídios, onde será autuado em flagrante. O outro suspeito, que estava de posse da arma de fogo utilizada no homicídio, ainda está foragido.

Da Redação, PBVale

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