Estão abertas as inscrições para a seleção de bolsistas que vão atuar nas produções da TV UFPB, Canal 43. Estão disponíveis as vagas para os seguintes cursos: Administração ou Tecnologia em Gestão Pública; Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e Radio e TV; Bacharelado em Mídias Digitais. Confira o Edital.
O processo seletivo servirá para formação de cadastro de reserva, com previsão de aproveitamento imediato para algumas funções, assim como, será feito o aproveitamento de um quantitativo no decorrer do presente ano. Vale ressaltar que o presente edital será utilizado para suprir possíveis vagas que surjam no prazo de validade do mesmo (01 ano após a divulgação do resultado final deste certame).
As inscrições deverão ser realizadas através do email: contato.tvufpb@gmail.com(link sends e-mail), do dia 12 de janeiro até as 23h59 do dia 22 de janeiro de 2015.
A seleção acontece em três etapas. A classificação será efetuada na ordem de pontuação após análise do histórico escolar, de uma entrevista e a última etapa é a análise do coeficiente de rendimento escolar. O resultado será divulgado por e-mail.
O caso aconteceu na cidade de Guarabira, no Agreste da Paraíba (Foto: Marcos Ricardo)
O caso aconteceu na cidade de Guarabira, no Agreste da Paraíba (Foto: Marcos Ricardo)
Um homem chegou em um bar e pediu um almoço, até aí tudo normal, no entanto, ele pagou a refeição com uma nota falsa de R$ 70. O caso aconteceu na cidade de Guarabira, no Agreste da Paraíba.
A dona do bar ainda chegou a dá o troco ao cliente, e só percebeu que a nota era falsa ao ir depositar o dinheiro na caixa registradora. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu encontrar o rapaz que havia feito o pagamento.
Na delegacia, foi averiguado que o rapaz sofria de problemas mentais e a dona do estabelecimento resolveu não registrar o B.O. Ainda na delegacia, foi verificada que a nota havia sido impressa em uma impressora comum, mas o rapaz não soube dizer quem teria feito o procedimento e lhe dado a nota falsa.
Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos R$ 10,3 bilhões com a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o assunto deve dominar as discussões a partir de fevereiro, quando acaba o recesso legislativo. Enviada ao Congresso em setembro, a proposta de emenda à Constituição que recria o tributo, PEC 140/15, é polêmica e promete enfrentar muita resistência.
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro, uma vez que ele só pode entrar em vigor três meses após virar lei. A proposta está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Se aprovada a admissibilidade, vai para uma comissão especial e depois para votação em dois turnos no plenário da Câmara e outros dois no plenário do Senado.
O texto prevê que 0,2% de cada transação bancária vá para o governo federal financiar a Previdência Social. Por causa do aumento do número de beneficiários e do reajuste dos pagamentos na justificativa da proposta, a estimativa é que o deficit da Previdência aumente de R$ 88 bilhões para R$ 117 bilhões em 2016. A cobrança está prevista para durar até 31 de dezembro de 2019.
Negociações No Palácio do Planalto, o apoio de governadores e de prefeitos é considerado fundamental para a aprovação do tributo. Se depender dos chefes dos Executivos estaduais e municipais, a mordida da CPMF vai ser maior. Eles condicionam o apoio a uma alíquota de 0,38% para que 0,20% fique com a União, e o restante seja dividido entre eles.
O relator da PEC na CCJ, o deputado Arthur Lira (PP-AL) deve apresentar seu parecer em fevereiro, na volta do recesso do Legislativo. Ele admitiu no entanto, que não está tão otimista quanto o governo. “Acho que essa questão vai ser muito debatida e não acredito em uma aprovação no Congresso antes de junho”, declarou.
O líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE), é contra e não acredita que a contribuição seja aprovada em ano de eleições municipais. “Vamos empreender todo o esforço possível para impedir a aprovação da volta da CPMF. Não se pode aceitar que a gente vá resolver a crise econômica grave que o Brasil vive a partir de medidas que sejam de aumento da carga tributária”, disse.
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), defende a recriação do tributo: “Não acho que a CPMF em si seja a vilã da história. É um imposto de alíquota barata, que a maioria da população não paga, sobretudo os que ganham menos, e é um importante instrumento de fiscalização. Então, creio que, neste momento, é importante para reestabelecer a credibilidade do país”, comentou.
Senado No Senado, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) destacou que a aprovação é importante para reforçar o caixa não apenas da União, mas também dos governos locais. “Não vamos votar uma CPMF para ficar só para o governo federal ou para gastar em qualquer coisa. A CPMF tem de ir para a seguridade social, ter uma vinculação para a saúde, mas princialmente ter uma renda para estados e municípios”, explicou.
Já o senador Álvaro Dias (PV-PR) acredita que a proposta não terá apoio suficiente. “Não acredito que o Congresso venha aprovar mais um imposto. Sobretudo esse tributo perverso que é cobrado em cascata e penaliza, do inicio ao fim, o sistema produtivo”, disse.
Entidades A proposta também enfrenta a resistência da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades como as Confederações Nacional da Indústria e do Transporte. Na época do envio da proposta ao Congresso, elas divulgaram nota criticando a medida. Segundo as entidades, a proposta repete a fórmula anticompetitividade e impeditiva do crescimento. “A CPMF é um tributo de má qualidade por ser pouco transparente e incidir de forma cumulativa da cadeia produtiva”, destacou o documento.
Criada em 1997 para ser provisória, após sucessivas renovações a CPMF durou 11 anos. Entre 1997 e 2007, arrecadou R$ 223 bilhões. Só no último ano de vigência foram mais de R$ 37 bilhões, segundo a Receita Federal. Inicialmente o objetivo era financiar a saúde, mas cerca de R$ 33 bilhões foram usados em outros setores.
Uma nasceu em Cajazeiras e se apresentou cantando ‘Qui nem jiló’, enquanto tocava uma sanfona. A outra é pessoense e apostou em ‘We remain’. Foi suficiente para conquistar Ivete Sangalo e Carlinhos Brown, jurados do ‘The Voice Kids’, na edição do último domingo (18). Laís Amaro e Marina Silveira passaram para a próxima fase.
Laís Amaro, de Cajazeiras, cantou ‘Qui nem jiló’ e se apresentou tocando sanfona.
A apresentação de Laís Amaro e sua sanfona lembrou outra paraibana que já passou pela versão adulta do programa, a cantora Lucy Alves. Coincidentemente, Laís cantou a mesma música da primeira apresentação de Lucy no programa e conquistou também o jurado Carlinhos Brown, que virou a cadeira no último segundo.
Marina Silveira, de João Pessoa, cantou ‘We remain’.
Marina Silveira, após a apresentação teve que escolher entre os técnicos Ivete Sangalo e Carlinhos Brown. Ficou com o primeiro. Ela se apresentou com a música ‘We remain’. “Eu queria os dois!”, disse.
O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (18) o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), na página do programa. Ao todo, 2.712.937 candidatos se inscreveram para 228.071 vagas em 131 instituições públicas de ensino superior. Os candidatos selecionados deverão fazer a matrícula nos dias 22, 25 e 26 de janeiro.
O Sisu usa as notas do Enem para selecionar candidatos às vagas em instituições públicas de educação superior em todo o país.
É possível consultar a lista de selecionados de acordo com a instituição e o curso (Foto: Reprodução)
Lista de espera
Aqueles que não foram selecionados na primeira opção de curso poderão participar da lista de espera, também a partir de hoje (18). O prazo para que isso seja feito vai até 29 de janeiro. Basta acessar o portal do Sisu e clicar na opção que confirma a inscrição na lista de espera.
O resultado dos selecionados pela lista será divulgado no dia 4 de fevereiro. Caberá ao estudante procurar a instituição de ensino e fazer a matrícula.
Guarnição da Força Tática conseguiu prender Adriano Soares Freire, acusado de ter facilitado o crime (Foto: Divulgação)
Guarnição da Força Tática conseguiu prender Adriano Soares Freire, acusado de ter facilitado o crime (Foto: Divulgação)
O agricultor José Paulo da Silva de Carvalho, de 45 anos, foi morto com três tiros nas costas na noite desse domingo (17), na zona rural de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba. Segundo a Polícia Militar, a vítima, que residia no Sítio Aritingui, estava bebendo no momento do crime, por volta das 22h40.
De acordo com informações repassadas para os policiais, o acusado chegou numa moto, juntamente com Adriano Soares Freire, 29 anos, amigo da vítima. Minutos depois, os vizinhos ouviram o som de vários disparos de arma de fogo.
Assustadas, as pessoas aguardaram alguns minutos e só foram até a casa do agricultor quando escutaram o som de uma moto indo embora. O homem morreu antes da chegada do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Várias diligências foram realizadas na cidade e durante uma delas a guarnição da Força Tática conseguiu prender Adriano Soares no sítio Cravasú, na zona rural de Rio Tinto.
No momento da prisão, Adriano disse que não era o autor dos disparos, falou que só levou a pessoa até a casa do agricultor. Ele informou onde estava a arma usada no crime e revelou que ela pertence a José Walter Eleutério, 40 anos. Mas não informou o motivo do assassinato. Foram realizadas buscas na área para tentar prender o suspeito do assassinato, mas ele não foi encontrado no lugar indicado por Adriano.
Já Adriano, que confessou ter participado da ação criminosa conduzindo o autor do homicídio até a casa do agricultor, foi encaminhado para a delegacia de Mamanguape, responsável pelo inquérito policial. A arma apreendida com ele também foi levada para delegacia e encaminhada para o Instituto de Policia Cientifica (IPC) para a realização do exame de balística, que vai comprovar se ela foi ou não usada para assassinar o agricultor José Paulo da Silva Carvalho.
Suspeito foi preso no Distrito de Salema / Foto: Divulgação PM
O jovem Anderson Lenon da Silva, 19 anos, foi preso neste domingo (17), em Rio Tinto, no Litoral Norte paraibano, acusado de tentativa de homicídio. A vítima foi identificada como sendo Maria José Ferreira, atingida no braço e socorrida para o Hospital Geral (HGM).
A Polícia Militar informou que soube do caso assim que a mulher de 46 anos deu entrada na unidade hospitalar. E, foi à filha da vítima que comunicou a polícia o nome do suspeito e os motivos do crime.
Anderson foi localizado em sua residência, na comunidade do Maracujá, Distrito de Salema. Ao perceber a chegada dos policiais, resolveu se esconder de baixo da cama, mas foi detido. A PM ainda apreendeu uma espingarda de calibre indefinido.
O homem foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil da 7ª Seccional e autuado em flagrante.
Colisão deixou 7 mortos e um ferido em Quixaba (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Colisão deixou 7 mortos e um ferido em Quixaba (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Um grave acidente entre dois carros na BR-230, na cidade de Quixaba, no Sertão da Paraíba, no fim da tarde desse domingo (17), deixou sete pessoas mortas e uma ferida. Entre as vítimas fatais estão duas crianças.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a colisão ocorreu no km 328,8, local que já tem um histórico de acidentes, devido a uma reta que fica após uma curva e muitos motoristas imprimem uma velocidade acima do permitido. No momento da batida chovia forte, até o momento acredita-se que um dos veículos teria perdido o controle e colidido transversalmente com outro.
Em um Volkswagen Polo, que seguia no sentido João Pessoa para o Sertão, morreram pai, mãe e a filha de seis anos de idade, todos moradores de Sousa. Outro homem que também estava no carro ficou ferido, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para um hospital de Patos. Ele teve que ser transferido para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Na manhã desta segunda-feira (18), o hospital informou que ele passou por cirurgia e seguia em observação.
No outro veículo, uma Mercedes C250, que seguia no sentido contrário, morreram todos os ocupantes: um idoso de 63 anos, a companheira dele de 31 anos, a mãe dela de 56 anos e uma menina de sete anos, filha da parceira do motorista. Eles estavam visitando familiares no Sertão paraibano e voltavam para João Pessoa. Todos os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Patos.
“Partido beneficiado pelos desvios de recursos na Petrobrás é o mesmo do polêmico deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro”.
Brasília – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o esquema de corrupção sustentado pelo PP na Petrobras, que tinha como principais operadores o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, desviou R$ 357,9 milhões dos cofres da estatal, entre 2006 e 2014 –161 atos de corrupção em 34 contratos, 123 aditivos contratuais e quatro transações extrajudiciais.
O balanço está descrito na denúncia contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR) oferecida ao Supremo Tribunal Federal.
Segundo a acusação formal do Ministério Público, doações oficiais à legenda ocultaram propina.
O PP é o primeiro partido a ter seu esquema de corrupção devassado pela força-tarefa da Lava Jato. A investigação em Curitiba concentra seus trabalhos também na atuação do PT e do PMDB no esquema. As três legendas, conforme o Ministério Público Federal, agiam como controladoras de áreas estratégicas da Petrobras, por meio do controle de diretorias, e beneficiárias diretas de desvios.
“Os valores ilícitos destinavam-se não apenas aos diretores da Petrobras, mas também aos partidos políticos e aos parlamentares responsáveis pela indicação e manutenção daqueles nos cargos”, disse Janot na denúncia contra Meurer que ainda será analisada pelo Supremo.
A propina era repassada aos políticos “de maneira periódica e ordinária, e também de forma episódica e extraordinária, sobretudo em épocas de eleições ou de escolhas das lideranças.”
“Em épocas de campanhas eleitorais eram realizadas doações ‘oficiais’, devidamente declaradas, pelas construtoras ou empresas coligadas, diretamente para os políticos ou para o diretório nacional ou estadual do partido respectivo”, afirmou Janot. “Em verdade, (as doações) consistiam em propinas pagas e disfarçadas do seu real propósito.”
A linha acusatória da Procuradoria é a mesma da força-tarefa da Lava Jato, que vai, neste ano, acionar na Justiça, via ação cível pública, os partidos por desvios na Petrobras. Até agora, só pessoas físicas foram imputadas.
Além das doações oficiais como forma de ocultar propina, a Procuradoria diz que ao menos outras três formas eram usadas: entregas em dinheiro em espécie levadas por “mulas” que escondiam as notas no corpo, transferências eletrônicas ou pagamentos de propriedades e remessas para contas no exterior.
Peça-chave
O doleiro Alberto Youssef foi a peça-chave nessa sistemática de desvios e corrupção do PP na Petrobras, disse Janot. Ao menos R$ 62 milhões desse montante pago pelas empreiteiras ficaram ocultos em contas de empresas de fachada e de firmas que forneciam notas frias para a “lavanderia de dinheiro” do doleiro, responsável por administrar um verdadeiro “caixa de propinas do PP”.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Gastos com creches subiram 15,77% e lideraram alta de preços em 2015
Os brasileiros lidaram com o aumento de preços de diversos produtos e serviços em 2015. Com o início mais um ano letivo, é o momento de quem estuda ou tem filhos em idade escolar deparar-se com os efeitos da inflação sobre a educação. Enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fechou 2015 com alta de 10,67%, a inflação da educação, segundo o IBGE, foi 9,25%.
Nesse aumento estão incluídos gastos como mensalidades de cursos, fotocópias e artigos de papelaria. Segundo o IBGE, cada um desses itens é levado em conta para formação do índice global da educação, bem como os custos em cada região metropolitana, com diferentes pesos. Nos gastos com cursos regulares, a creche registrou a maior alta.
De acordo com o IBGE, o custo de colocar o filho em uma creche subiu 15,77% no acumulado de janeiro a dezembro de 2015. A segunda maior inflação no período foi a da educação infantil (10,54%); e a terceira, a do ensino fundamental (10,36%). O ensino médio também acumulou inflação na casa dos dois dígitos em 2015, de 10,32%. Os custos do ensino superior e da pós-graduação tiveram os menores aumentos, 8,51% e 6,17% respectivamente.
Na categoria cursos diversos, que abrange opções extracurriculares como idiomas e informática, os reajustes também foram significativos. O maior aconteceu para os cursos de idiomas, cujo custo cresceu 13,82%. Para cursos preparatórios, a inflação foi 12,85% e para os de informática, de 10,84%. Já os cursos técnicos e as atividades físicas tiveram reajustes de 6,58% e 5,67%.
O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas (FGV), explica que a inflação de bens e de serviços do dia a dia contribui para a alta dos preços de cursos em geral. “Em relação à mensalidade, a escola tem de recompor custos do ano anterior. Aí entram reajuste do professor, aluguel, energia, água, telefonia. Em especial no ano passado, a energia foi a vilã. Com a piora do mercado de trabalho, a inadimplência também cresce e estimula reajustes maiores”, analisa.
Materiais escolares subiram 8,06% no ano passado e também pressionaram custo
Material escolar
Além das mensalidades mais caras, também será preciso desembolsar para a compra do material escolar. Segundo o IBGE, a inflação da papelaria em geral acumulou 8,06% de janeiro a dezembro de 2015. O economista André Braz, da FGV, ressalta que pode haver diferença grande de um estabelecimento para outro. Além disso, lembra que a alta do dólar contribuiu para encarecer itens importados.
“Boa parte desse material [de papelaria] é importado, principalmente da China”, comenta. Para não pagar mais, ele aconselha o consumidor a pesquisar. “Como há uma concorrência muito grande, é possível driblar alguns aumentos”, acredita.
O presidente da Aspa-DF, Luís Cláudio Megiorin, lembra aos consumidores que as escolas não podem mais pedir a compra de material de uso coletivo, como papel, tinta para impressora, papel higiênico e copos e garfos descartáveis. Sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2013, a Lei 12.886 proibiu a prática em todo o território nacional. No Distrito Federal a Lei 4.311, de 2009, estabelece ainda que a escola deve apresentar um plano de execução ao exigir alguns materiais, mostrando como serão usados no aprendizado. Segundo Megiorin, abusos devem ser denunciados ao Procon. “Está faltando aos pais se unirem mais, porque esse controle é efetivo”, defende.