Tenente Ulisses, do 5º BPM, morto após atentado a tiros
Tenente Ulisses, do 5º BPM, morto após atentado a tiros
Um tenente da Polícia Militar, de 33 anos, morreu após ser baleado nas costas no inicio da noite desta quinta-feira (4) em Mangabeira, na Zona Sul de João Pessoa. De acordo com informações da Secretaria de Segurança e Defesa Social do Estado (Seds), o militar foi baleado nas costas e não resistiu.
O militar foi socorrido e levado para o Complexo Hospitalar Governador Tarcísio Burity, conhecido como Ortotrauma de Mangabeira, mas não resistiu e morreu. De acordo com o coronel Senna, comandante do 5º Batalhão de Polícia Militar, o tenente vítima dos disparos de arma de fogo, estava em uma averiguação em um conjunto habitacional, no Bairro de Mangabeira VIII.
Segundo o militar, o alvo das investigações seria um rapaz, filho de outro policial militar, que estava sendo investigado por porte ilegal de armas. Durante a averiguação, houve uma troca de tiros e o tenente foi baleado.
O policial militar pai do jovem que estava sendo investigado foi detido e levado para a Central de Polícia Civil de João Pessoa, onde será ouvido pelo delegado plantonista. O corpo do policial assassinado foi levado para a Gerência Execitiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) de João Pessoa, e ainda nesta quinta deve ser liberado.
A reportagem ainda procurou a assessoria de imprensa da Polícia Militar para obter mais informações sobre o caso e saber se mais algum suspeito foi preso, mas até as 20h50 (horário local) a assessoria, que estava com familiares das vítimas preferiu não dar informações sobre o fato.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) notificou hoje (4) a presidenta Dilma Rousseff sobre a decisão, de outubro do ano passado, que reabriu ação de investigação eleitoral em que o PSDB pleiteia a cassação de seu mandato e do vice-presidente Michel Temer.
De acordo com a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, a presidenta foi notificada por meio de sua assessoria jurídica. Na última terça-feira, o tribunal intimou Temer, que assinou pessoalmente o documento com a citação.
Com a intimação, os advogados da coligação de Dilma e Temer terão sete dias para apresentar defesa ao tribunal.
Em fevereiro do ano passado, a ministra Maria Thereza de Assis Moura arquivou o processo, por entender que não havia provas suficientes para o prosseguimento da ação. No entanto, o TSE seguiu voto divergente do ministro Gilmar Mendes e aceitou recurso protocolado pela Coligação Muda Brasil, do candidato derrotado à Presidência da República Aécio Neves, do PSDB.
A partido alegou que há irregularidades fiscais na campanha relacionadas a doações de empresas investigadas na Operação Lava Jato. No processo, o PT sustenta que o partido recebeu doações segundo os parâmetros legais e declaradas à Justiça Eleitoral.
As contas eleitorais da presidenta e de Temer foram aprovadas por unanimidade pelo plenário do TSE, em dezembro de 2014.
O juiz federal Mateus Castelo Branco Firmino da Silva rejeitou ontem (4) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o jogador Neymar da Silva Santos Júnior, seu pai, Neymar da Silva Santos, e dirigentes ligados ao Futebol Clube Barcelona, Josep Maria Bartolomeu Floreta e Alexandre Rosell Feliu. As acusações incluem sonegação de impostos e falsidade ideológica.
De acordo com a decisão, há ainda um processo administrativo em curso para apurar o pagamento de impostos, o que deve suspender uma ação penal por crime contra a ordem tributária enquanto não houver decisão de tal processo. “Pendente processo administrativo, descabe adentrar o campo penal quer considerada a ação propriamente dita, quer inquérito policial”, acrescentou o juiz.
O juiz manteve o segredo de justiça, sob a alegação de que “há nos autos em apenso informações fiscais que devem permanecer em sigilo, com a finalidade de proteger a privacidade dos investigados”.
No último dia 27, a denúncia por sonegação de tributos e falsidade ideológica foi protocolada pelo MPF na Justiça Federal contra o jogador, seu pai e dirigentes. Segundo o MPF, eles forjaram uma série de documentos entre 2006 e 2013 com o objetivo de suprimir impostos devidos à Receita Federal do Brasil.
A denúncia envolve fraudes praticadas em contratos relacionados ao uso do direito de imagem de Neymar Jr. enquanto ele estava no Santos Futebol Clube, a partir de 2006, e durante o processo de sua transferência ao Barcelona, cujas negociações tiveram início em 2011.
O MPF informou que investiga na Receita Federal os denunciados e suas empresas há cerca de dois anos. Nesse período, foram reunidas mais de cinco mil folhas de documentos e colhidos os depoimentos de diversas testemunhas.
Conforme o Ministério Público, esse material embasa a denúncia, juntamente com as informações obtidas por meio da cooperação internacional entre o MPF e a Justiça espanhola.
O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo informou, em nota, que ainda não foi comunicado oficialmente da decisão da Justiça Federal que não recebeu a denúncia contra o atleta Neymar, seu pai e dois dirigentes esportivos. “Assim que for notificado, o MPF irá recorrer da decisão”, diz a nota.
O órgão disse também que, segundo informações do site da Justiça Federal, a sentença não absolveu os acusados, mas apenas afirmou que deve ser aguardado o término do procedimento administrativo que tramita atualmente na Receita Federal. O MPF alegou não ser necessário “aguardar o término do procedimento fiscal, uma vez que, segundo decisões do STF e do STJ, nos casos em que o esquema envolver empresas de fachada visando a prática de sonegação fiscal, a ação penal poderá ser movida antes do fim da atuação da Receita”.
O delegado da Polícia Federal, Marlon Cajado dos Santos, informou, em ofício ao juiz federal Vallisney Oliveira, que um inquérito no âmbito da Operação Zelotes investiga suposta participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de quatro ex-ministros na compra de medidas provisórias.
Segundo o delegado, é preciso apurar se outros agentes públicos, entre eles Lula e os ex-ministros Gilberto Carvalho, Erenice Guerra, Nelson Machado e Miguel Jorge, foram corrompidos por organização criminosa ou se este grupo estaria vitimando essas pessoas.
A Polícia Federal investiga uma suposta organização que seria formada por dois servidores públicos: um do Senado Federal e uma assessora especial da Casa Civil. Esses servidores são investigados pelos crimes de associação criminosa, extorsão, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.
Em nota, o Instituto Lula disse que nada justifica a conduta do delegado ao afirmar que o ex-presidente Lula seria investigado nesse inquérito. O Instituto diz que o ex-presidente foi ouvido no dia 6 de janeiro na condição de informante, sem a possibilidade de fazer uso das garantias constitucionais próprias dos investigados. E a nota termina dizendo que não há nenhum elemento que justifique a mudança do tratamento.
Nesta quinta-feira, em depoimento como testemunha na ação penal da Zelotes, o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que nunca conversou com o empresário Mauro Marcondes, investigado na operação, sobre medidas provisórias que beneficiaram o setor automotivo.
E negou conhecer algum político que tenha se beneficiado com a suposta compra das medidas.
Após prestar depoimento como testemunha no dia 25 de janeiro na Zelotes, o ex-ministro Gilberto Carvalho disse que a acusação de que houve compra e venda de medidas provisórias nos governos de Lula e da presidenta Dilma Rousseff é absurda.
A reportagem não conseguiu localizar os ex-ministros Nelson Machado e Erenice Guerra para comentar o caso.
Senador Aécio Neves (PSDB-MG) Foto: Divulgação/PSDB
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou ontem (4), por meio de nota, que vai interpelar judicialmente o empresário Fernando Moura Hourneaux, investigado na Operação Lava Jato, sobre a citação de seu nome no depoimento prestado na quarta-feira (3) ao juiz federal Sérgio Moro. O parlamentar disse que está indignado com “reiteradas tentativas” de envolver seu partido nas investigações da operação.
Na nota, Aécio Neves acrescentou que é alvo de “declarações criminosas”, feitas por “réus confessos”, que fazem acusações sem provas. O senador disse ainda que vai interpelar Dimas Toledo para que ele, mesmo já tendo desmentido os fatos, se manifeste mais uma vez.
“É preciso que se investigue a fundo para que sejam reveladas as verdadeiras motivações das falsas acusações. A tentativa de afundar todos no mar de lama no qual hoje estão atolados os principais dirigentes do PT é parte de uma estratégia que busca unicamente diminuir aos olhos dos brasileiros a enorme dimensão dos graves crimes cometidos pelo partido e seus aliados”, declarou Aécio.
No depoimento, Moura, que é um dos delatores da Lava Jato, informou que ouviu de terceiros que Aécio Neves foi responsável pela indicação do ex-diretor de Furnas Dimas Toledo. De acordo com Moura, Dimas afirmou que a divisão de propina na estatal era de “um terço São Paulo, um terço nacional e um terço Aécio”. Segundo ele, “um terço São Paulo” significava grupo político de Dirceu e “um terço nacional” o PT nacional.
Fernando Moura
O empresário prestou depoimento ontem na ação penal que responde, junto com o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e 14 investigados, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
No depoimento, o delator afirmou que recebeu propina por ter ajudado na indicação do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque. Ele também reafirmou que Dirceu deu a palavra final sobre a indicação de Duque para o cargo.
José Dirceu
Na semana passada, o ex-ministro José Dirceu prestou depoimento ao juiz Sérgio Moro e negou que tenha indicado Renato Duque para a diretoria da Petrobras.
Dirceu destacou que teve seu nome usado na Petrobras e que nunca autorizou ninguém a falar em seu nome. O PT sustenta que todas as doações recebidas pelo partido foram feitas por meios legais e declaradas oficialmente.
O governo brasileiro anunciou a doação de US$ 1,3 milhão para ações de assistência aos atingidos pelo conflito na Síria. O dinheiro será enviado por meio do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). O anúncio foi feito ontem (4) pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em uma conferência internacionalem Londres para discutir a ajuda humanitária à Síria.
Na mesma reunião, a Alemanha anunciou o repasse de US$ 2,5 bilhões para a causa; o Reino Unido, US$ 1,75 bilhão; e os Estados Unidos, US$ 890 milhões. Ao todo, os líderes mundiais anunciaram ajuda de US$ 11 bilhões para a Síria até 2020.
Além da doação financeira, o Brasil pretende colaborar com 4,5 mil toneladas de arroz, o equivalente a US$ 1,85 milhão. A logística dessa doação ainda está em estudo e depende de um país-parceiro que auxilie o transporte.
De acordo com o Itamaraty, o dinheiro da doação provém de órgãos brasileiros como a Secretaria Nacional de Justiça e a Coordenação-Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome do Ministério das Relações Exteriores. Já o arroz será fornecido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura.
A Conferência Internacional de Apoio à Síria e Região foi organizada pela Alemanha, Noruega e Kuwait, além do Reino Unido, e teve o apoio da Organização das Nações Unidas. O principal objetivo do evento é angariar recursos emergenciais para a população síria que mora no país e os refugiados que estão acolhidos na região.
Durante discurso em que anunciou o valor da doação brasileira, Vieira ressaltou a necessidade de uma solução política e não militar para a crise síria. Segundo o ministro, é preciso lutar contra o terrorismo, aliviar os sofrimentos da guerra, manter a Síria unida e reconstruí-la como nação.
O chanceler brasileiro destacou que não basta apenas auxiliar os que sofrem com o conflito, mas é preciso conceder abrigo aos refugiados. Vieira também citou as políticas humanitárias do Brasil que já permitiram o acolhimento de mais de dois mil sírios desde 2013.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou ontem (4) que a China autorizou 17 frigoríficos brasileiros a exportar para o país asiático. Desse total, cinco são de carne bovina, oito de aves e quatro de suínas. As empresas estão distribuídas em cinco estados.
Em São Paulo estão três frigoríficos de bovinos e um de aves; em Minas Gerais, dois de bovinos e dois de aves, no Rio Grande do Sul dois de aves e dois de suínos, no Paraná, três de aves e em Santa Catarina dois de suínos.
Segundo o ministério, com as novas habilitações, haverá um aumento de US$ 340 milhões nos embarques de carnes para o mercado chinês. O órgão informou ainda que o início efetivo das vendas depende agora de negociação entre os frigoríficos e os importadores chineses.
As exportações de carne bovina do Brasil para a China foram retomadas no ano passado, com a suspensão, em maio, de um embargo do país asiático ao Brasil que durava desde 2012.
Em novembro de 2015, em missão à China, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e o ministro da Administração-Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (Aqsiq) daquele país, Zhi Shueing, concordaram em estabelecer um cronograma de trabalho para análise de estabelecimentos brasileiros que aguardavam autorização para exportar.
Com a habilitação dessas 17 plantas, o Brasil passa a ter 65 frigoríficos autorizados a exportar carne para a China. Desses, 38 são de aves, 16 de bovinos e 11 de suínos. Em 2015, o Brasil exportou à China um total de US$ 1,1 bilhão em carnes, dos quais US$ 477 milhões em carne bovina, US$ 608 milhões em carne de frango e US$ 10 milhões em carne suína.
A intensa circulação do vírus Zika no Brasil e a possível associação da infecção em gestantes com casos de microcefalia em bebês reacende no país o debate sobre o aborto. Um grupo composto por advogados, acadêmicos e ativistas prepara uma ação, a ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), que cobra o direito de interromper a gravidez em casos em que a síndrome for diagnosticada nos bebês.
Em entrevista à Agência Brasil, a antropóloga e pesquisadora Debora Diniz, que está à frente do trabalho, explicou que a ação deve ser encaminhada à Suprema Corte em, no máximo, dois meses. O mesmo grupo impetrou ação similar, em 2004, para pedir ao STF o direito ao aborto em casos de bebês com anencefalia. O pedido foi acatado pelos ministros em 2012.
“A atual epidemia do vírus Zika exige do Estado brasileiro a implementação de um conjunto amplo de políticas para a proteção de direitos que não se restringem ao direito à interrupção da gravidez”, disse Debora, ao defender políticas amplas de planejamento reprodutivo, incluindo o acesso à testagem de infecção pelo vírus a todas as gestantes.
Em situações onde há resultado positivo para microcefalia, é preciso que haja, segundo ela, o encaminhamento para um pré-natal de alto risco, caso a mulher queira prosseguir com a gravidez, ou o direito ao aborto legal, caso a mulher prefira interromper a gestação.
Para Debora, a autorização para o aborto, nessa situação, precisa ser garantida a partir da confirmação da infecção, como um direito da mulher face a uma grave epidemia não controlada pelo Estado brasileiro.
A professora da Universidade de Brasília (UnB) destacou ainda que políticas voltadas para crianças afetadas por síndromes neurológicas decorrentes da infecção por Zika, como a própria microcefalia, não podem ficar em segundo plano. A ação que está sendo elaborada, segundo ela, também pedirá a implementação de políticas sociais com foco na limitação desses bebês e que garantam assistência integral às mães e famílias.
De acordo com a pesquisadora, o aumento de casos de suspeita de síndrome fetal ligados ao vírus Zika e a recente classificação de emergência global em saúde pública, feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reforçam a necessidade de articulação imediata de políticas de cuidado e atenção à saúde de mulheres e crianças afetadas pelo problema.
“Para uma mulher hoje no Brasil, saber-se grávida e infectada pelo vírus é uma situação de grande sofrimento e desproteção. Independentemente da consequência efetiva que a infecção possa ter no feto, ser obrigada a enfrentar uma gravidez de riscos graves e não totalmente conhecidos, causados pela negligência estatal em controlar uma epidemia, já é uma violação aos direitos das mulheres.”
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) considera que a extrema gravidade da situação vivida por gestantes em todo o país não justifica uma defesa do aborto para casos de microcefalia. Para a entidade, a defesa da interrupção da gestação representa total desrespeito ao dom da vida e às pessoas com algum tipo de limitação.
“Lamentamos muito que alguns julguem que a solução para esses casos seja o aborto de bebês com microcefalia”, disse o presidente da entidade, dom Sérgio da Rocha.
O religioso destacou que quadros de microcefalia já existiam antes da epidemia de Zika no Brasil, mas só agora passaram a receber mais atenção por parte das autoridades sanitárias e da comunidade como um todo.
“A microcefalia não pode ser reduzida apenas à questão do vírus Zika. Essa ligação nem está ainda tão clara”, enfatizou.
Dom Sérgio defendeu a implementação de políticas que apontem para um sistema de saúde pública universal e de qualidade. “Essa deveria ser a nossa resposta. E não a resposta que alguns têm buscado”, disse em referência aos grupos que pedem a interrupção da gravidez em casos de microcefalia.
“Dizer que uma criança que está sendo gestada com microcefalia deve ser abortada é o mesmo que dizer que uma criança com algum tipo de limitação não tem direito à vida”, destacou.
Após muitas especulações, Luana Piovani foi oficialmente apresentada como a primeira capa da nova “Playboy” Brasil em evento no Teatro Eva Herz, em São Paulo, na tarde desta quinta-feira, 4.
Luana chegou ao local por volta das 15h30 usando orelhas de coelhinha – com as quais já havia posado no aeroporto a caminho da cidade – e anunciou logo na escada: “Sou eu!”. A atriz também elogiou a escolha do local: “Amei que marcaram num teatro, não podia ser melhor”.
Animada, Luana conversou com a imprensa na entrada do teatro e falou sobre a proposta do trabalho. “Estou muito feliz, eufórica. Graças a Deus na minha vida profissional faço só o que gosto e porque quero. Sempre tive opção firme de trabalhar com o que me dá prazer. Se não tiver prazer, eu como artista não consigo criar. Estou aqui porque estou feliz”.
Luana explicou ainda por que decidiu, desta vez, aceitar o convite da revista, que já a havia convidado anteriormente. “Aceitei porque mudou o conceito. Não sou obrigada a colocar dedinho na boca para fazer punheteiro gozar”, disparou ela, sem papas na língua, como sempre.
“A mudança de conceito trouxe uma nova cara para a Playboy e foi aí que me encantei. Hoje a revista convida as mulheres para fazerem o ensaio e elas fazem da forma que querem e mostram o que querem. E é para isso que estamos lutando. Porque o corpo é nosso e fazemos com ele o queremos”, afirmou Luana.
A atriz, que já fez quatro outros ensaios sensuais, diz que agora quer fazer diferente: “Quem quiser posar nua, posa. Eu, por exemplo, quero. Mas cada uma que for convidada vai mostrar o que quiser. É uma revista para maiores de 18 anos, e sabemos que é isso que o leitor quer. Mas agora nada é obrigatório. Agora tem um viés mais poético e de arte, é uma coisa sensual, despida. Você escolhe um fotógrafo, faz um ensaio lindo e você decide o que quer mostrar. E é exatamente isso que me dá tesão de fazer Playboy agora.”
Com um vestido preto justo, que deixava suas pernas à mostra, Luana falou ainda sobre sensualidade. “Sensualidade tem a ver com naturalidade. Você consegue se produzir para ser sexy, mas sensualidade não. Você não fica sensual, você nasce”.
A atriz também confirmou que não recebeu cachê pelo ensaio, que será publicado em abril. “Não teve remuneração Quando você paga, tem aquela coisa de ‘to pagando’. Tem cobrança, isso não é legal. Ninguém me obriga a nada”, afirmou.
Com ou sem Photoshop? A atriz admite que não vai partir para um ensaio 100% sem retoques, mas garante que serão poucos. “Não tenho nada conta Photoshop. Sou contra o excesso de Photoshop. Assim como sou contra o excesso de plásticas, contra o artificial. Uso Photoshop em casa, mas em coisa muito pequena. Quero fazer a nova “Playboy para mostrar para todo mundo que a mulher bonita é bonita com o peito que ela tem, com o corpo que ela tem”, afirmou ela, que completa 40 anos em agosto e é mãe de três filhos – Dom, de quase 4 anos, e os gêmeos Bem e Liz, de cinco meses.
Sobre as mudanças em seu corpo em relação aos 20 anos, ela brincou: “É outro corpo. Não tinha a cicatriz, meu peito era irretocável. Hoje vou apresentar meus seios pós-mamada de gêmeos. Não tenho medo de críticas. Hoje sou uma ferrari batida”.
Terá nudez total? “Acho que sim . Não cheguei aqui para fazer o mesmo que já fiz em outros quatro ensaios . Mas não teremos bifes”, brincou ela. “Não temos a obrigação de mostrar nada. Tem que estar despida e fazer um belo ensaio. Você dá o que você quiser. É essa liberdade é que me deu vontade de fazer o ensaio”, completou Luana, que vai participar de toda a concepção, escolha de fotografo e até a música que tocará no estúdio durante o ensaio.
Se preocupa em os filhos verem o ensaio no futuro? “Super pensei nisso no passado. Mas nada como a maturidade. Meu corpo é meu instrumento de trabalho. Hoje encaro o corpo de uma forma diferente. É justamente porque não terá essa conotação para pubheteiro é que fica bacana. Não tenho vergonha do que faço. E não acho que quando eles crescerem vão se envergonhar. Vou criar dois grandes homens, respeitosos, nada machistas. E quero que minha filha fique sem a parte de cima do biquíni por muito tempo”, afirmou a atriz, que também falou da relação com o marido, Pedro Scooby, com o ensaio sensual. “Já fiz outros ensaios casada com ele. Ele me ama, adora me ver bonita e não tem problema em saber que outras pessoas me desejam. Ele sabe que minha escolha é ele. E ele está superfeliz”, disse ela, sobre as fotos que serão feitas no final deste mês aqui no Brasil mesmo . “Tenho três filhos . Preciso todo dia voltar para casa”, explicou.”
O Grupo Tático Especial (GTE) da 7ª Delegacia Seccional de Mamanguape conseguiu prender em flagrante na noite da última terça-feira (2), José Leandro Ferreira da Silva, 24 anos, e Antônio Silva dos Santos, 28 anos; e apreender mais duas menores de 15 anos, com 57 pedras de crack e uma quantia não revelada de maconha.
De acordo com o delegado Walter Brandão, um dos acusados confessou prática de homicídio no mês de dezembro do ano passado, no bairro do Areal, na mesma cidade.
“Ao abordarmos o Tiago [Antonio Silva dos Santos], como é conhecido na Rua da Areia, o mesmo foi flagrado com essa grande quantidade de drogas”, destacou Brandão.
“Com isso conseguimos também concluir a investigação referente ao homicídio contra a vítima “Alex” ocorrido em dezembro do ano passado. Essa vítima tinha chegado a pouco tempo de Sapé e residia no bairro [Areal], e foi encontrado já em óbito com vários ferimentos de faca. É mais um homicídio elucidado, com a confissão do Tiago”, revelou.
O delegado informou ainda que, além da quantidade de drogas, a Polícia Civil encontrou com as menores, R$ 600 reais. Dinheiro oriundos das vendas de drogas na região. Elas eram usadas como ‘mulas’, termo usado no tráfico para quem serve como transportador dos entorpecentes.
“As mesmas vieram de Santa Rita com esse dinheiro, com único intuito de pegar essa droga aqui na Rua da Areia”, explicou.
Levantamentos internos e pesquisas apontam que o PDT da Paraíba chega à reta final da campanha com dificuldades para atingir o quociente eleitoral necessário para eleger deputados estaduais e federais. A única candidata da legenda citada nas pesquisas é Denise Ribeiro, primeira-dama de Sapé, mas o desempenho da chapa pode comprometer suas chances de eleição.
O vereador João Belino e Silva Neto, o Neto Belino (Republicanos), foi reconduzido à presidência da Câmara Municipal de Mamanguape por unanimidade dos presentes. A eleição da Mesa Diretora ocorreu nesta terça-feira (1º), com chapa única e consenso entre os parlamentares. Lito de Pitanga, Diego Peixoto e Rany Veríssimo também foram eleitos para compor a nova direção da Casa no período 2027/2028.