Obama destacou a 'experiência extraordinária' de Hillary Clinton (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)
Obama destacou a ‘experiência extraordinária’ de Hillary Clinton (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quinta-feira (18) que vai viajar a Cuba e encontrar com o presidente Raul Castro em março. Ele será o primeiro presidente americano em atividade a pisar na ilha caribenha em 88 anos — o último foi Calvin Coolidge, que visitou a ilha em 1928.
Segundo a Casa Branca, a visita será nos dias 21 e 22 de março. Ele estará acompanhado da primeira-dama, Michelle.
“No próximo mês, viajarei a Cuba para avançar no nosso progresso e nos nossos esforços para melhorar a vida da população cubana”, escreveu Obama em sua conta oficial de Twitter.
“Ainda temos diferenças com o governo cubano e vou tratar delas diretamente. A América sempre vai apoiar os direitos humanos ao redor do mundo”, completou.
“Há 14 meses, anunciei que iríamos começar a normalizar as relações com Cuba – e já fizemos progressos significativos. Nossa bandeira já está hasteada na Embaixada de Havana novamente. Mais americanos estão viajando a Cuba do que em qualquer momento nos últimos 50 anos”, escreveu ainda o presidente.
A visita de Obama a Cuba será o ponto mais alto do processo de normalização de relações anunciado pelas administrações cubana e americana em 2014.
Em agosto de 2015, o secretário de estado americano John Kerry foi até Havana para reabrir a embaixada do país na ilha.
Retomada de laços Obama e o presidente cubano, Raúl Castro, surpreenderam o mundo em dezembro de 2014 ao anunciarem que os ex-adversários iriam começar a normalizar as relações.
A maioria republicana do Congresso norte-americano desafiou o pedido de Obama para anular o embargo de cinco décadas, por isso o mandatário recorreu a decretos executivos para relaxar as restrições de comércio e viagem, segundo a Reuters.
Os pré-candidatos presidenciais republicanos Marco Rubio e Ted Cruz, ambos filhos de imigrantes cubanos, vêm criticando duramente a abertura de Obama para Cuba sem a contrapartida de uma mudança política na ilha comunista.
Uma visita de Obama a Havana no final de março coincidiria com a finalização do acordo de paz entre a Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que foi encorajado e patrocinado por Raúl Castro. Com informações do G1.
O IBC-Br avalia a evolução da atividade econômica brasileira (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
O IBC-Br avalia a evolução da atividade econômica brasileira (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
A atividade econômica em 2015 apresentou o pior desempenho já registrado pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve queda de 4,08% no ano passado, o pior resultado da série histórica, que tem início em 2003. O segundo pior resultado ocorreu em 2009, período de crise econômica mundial, quando houve retração de 1,71%. Em 2014, comparado com o ano anterior, a queda ficou em 0,15%, de acordo com dados revisados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo BC.
Segundos dados do BC, no último trimestre do ano comparado com o terceiro trimestre, houve queda de 1,87%, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período). Em relação ao quarto trimestre de 2014, a queda foi maior: 6,34% nos dados sem ajustes, já que a comparação é entre períodos iguais. Em dezembro, o IBC-Br também registrou retração de 0,52 %, na comparação com novembro. Comparado a igual mês de 2014, o recuo ficou em 6,51%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.
O indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No dia 3 de março, o IBGE vai divulgar o resultado do PIB de 2015.
Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio, divulgaram novos detalhes da pesquisa sobre a amostra do vírus da zika que infectou mulheres grávidas na Paraíba. Esse vírus é igual ao que circulou na Polinésia Francesa e que também foi associado à microcefalia em bebês.
Outra revelação: o vírus da zika que está circulando no Nordeste é muito semelhante a um tipo de vírus que provoca uma doença que já tem vacina.
Nos laboratórios da Fiocruz, os pesquisadores tentam decifrar o vírus da zika. O vírus é igual ao que circulou na Polinésia Francesa em 2013 e onde foram registrados, pelo menos, 17 casos de microcefalia.
Esse é o primeiro sequenciamento genético completo do vírus da Zika ligado a um caso de microcefalia no Brasil. Os cientistas analisaram o líquido amniótico de mulheres grávidas de bebês com microcefalia ou malformação no cérebro na Paraíba.
Uma das mulheres teve os sintomas da zika na décima semana de gestação. A outra, na décima-oitava. Mas o líquido amniótico só foi coletado na vigésima-oitava semana, mais de dois meses depois. E mesmo assim, os pesquisadores encontraram nas amostras uma grande quantidade de vírus da Zika ativo. Significa que o vírus pode permanecer por mais tempo do que se pensava no organismo das mulheres grávidas.
“Tudo do zika está sendo surpreendente. Acho que cada dia a gente está tendo uma informação nova, até então a ultrassonografia vinha, era normal, elas estavam tendo uma gestação normal. Na ultrassonografia da vigésima-oitava semana já estava presente a microcefalia”, diz Ana Bispo, pesquisadora da Fiocruz.
O estudo foi uma parceria de pesquisadores da Fiocruz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Professor Joaquim Amorim Neto, na Paraíba. O método que eles usaram permitia identificar todos os vírus e bactérias presentes no líquido amniótico. Mas só o vírus da zika foi encontrado em grande número.
“Então a gente pode dizer que realmente o zika era o agente que estava implicado naquele quadro ali de microcefalia”, explica a pesquisadora Ana Bispo.
O estudo foi publicado na revista científica internacional ‘The Lancet Infectious Diseases’. Segundo os cientistas, o vírus brasileiro não é da mesma linhagem do vírus da África. E mais: o vírus da zika encontrado no líquido amniótico das grávidas da Paraíba é muito mais parecido com o da febre amarela do que com o da dengue e mais semelhante ainda ao da encefalite japonesa, que causa malformações congênitas. E já existe vacina contra essa doença.
“Vendo a proximidade do zika com a encefalite japonesa, eu acho que merece sim uma investigação”, diz Ana Bispo.
A descoberta pode abrir um novo caminho para as pesquisas.
Nos últimos dez anos, o Brasil avançou 15,4 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio dos jovens de até os 19 anos (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)
Nos últimos dez anos, o Brasil avançou 15,4 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio dos jovens de até os 19 anos (Foto: Hélvio Romero/Estadão Conteúdo)
Em dez anos, Brasil diminui diferença entre jovens mais ricos e mais pobres que concluem o ensino médio. Em 2005, 18,1% dos jovens de 19 anos entre os 25% mais pobres da população concluíam o ensino médio. Entre os 25% mais ricos, a porcentagem chegava a 80,4%, existindo uma diferença de 62,3 pontos percentuais entre os dois grupos. Em 2014, último dado disponível, o cenário mudou. Entre os mais pobres, 36,8% concluíam o ensino médio e, entre os mais ricos, 84,9%. A diferença entre os dois grupos ficou em 47,8 pontos percentuais.
Os dados são de levantamento divulgado nesta quinta-feira (18) pela organização não governamental Todos Pela Educação, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa tem como objetivo monitorar a Meta 4 da entidade, que estabelece que 90% ou mais dos jovens brasileiros de 19 anos deverão ter completado o ensino médio até 2022. Essa meta também monitora a conclusão do ensino fundamental até os 16 anos, estabelecendo o objetivo de que 95% dos jovens tenham completado este ciclo escolar até 2022.
“A perspectiva é redução de desigualdades. Esse dado é positivo. O Brasil está aumentando os índices e reduzindo as desigualdades”, diz a superintendente do Todos Pela Educação, Alejandra, Meraz Velasco, que pondera que o país ainda apresenta desigualdades que precisam ser enfrentadas.
Ensino fundamental
A redução das diferenças entre os mais pobres e mais ricos ocorre também no ensino fundamental. Em 2005, dos jovens de 16 anos entre os 25% mais pobres da população, 38,8% concluíram o ensino fundamental. Entre os 25% mais ricos, a porcentagem era 90%. A diferença entre os dois grupos era 51,2 pontos percentuais. Em 2014, entre os mais pobres a taxa de conclusão saltou para 62,7% que concluíram o ensino fundamental e, entre os mais ricos, 92,2%, uma diferença de 29,5 pontos percentuais.
De modo geral, os dados mostram que, nos últimos dez anos, o Brasil avançou 15,4 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio dos jovens de até os 19 anos. O percentual de concluintes passou de 41,4% em 2005 para 56,7% em 2014. Em números absolutos, isso significa que, nesse intervalo de tempo, os estudantes concluintes passaram de 1.442.101 para 1.951.586.
No ensino fundamental, a taxa de conclusão cresceu na mesma proporção que o ensino médio: quase 15 pontos percentuais, aumentando de 58,9% em 2005 para 73,7% em 2014. Passou de 2.106.316 concluintes em 2005 para 2.596.218, em 2014.
Desigualdades
A meta do Todos Pela Educação é que 90% dos jovens de até 19 anos concluam o ensino médio até 2022 (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
No ensino médio, entre os grupos de jovens por raça/cor, o maior avanço registrado na década está entre a população parda, cuja taxa de conclusão aos 19 anos aumentou 19,8 pontos percentuais. Entre os pretos, o crescimento foi 17,1 pontos percentuais, enquanto os brancos apresentam 12,3.
No ensino fundamental, também houve queda na diferença. Entre os pardos, houve um aumento na conclusão da etapa de ensino de 20 pontos percentuais em dez anos. Entre os pretos, 18,2 pontos percetuais e, entre os brancos, 10,7.
Apesar das melhorias, as populações pardas e pretas ainda concentram os maiores percentuais de estudantes que não concluíram as etapas de ensino nas idades monitoradas. No ensino fundamental, em 2014, 82,9% dos brancos haviam concluído com 16 anos a etapa, enquanto 66,4% dos pretos e 67,8% dos pardos atingiram o mesmo patamar. No ensino médio, 66,6% dos brancos com 19 anos concluiram a escola. Entre os pretos o percentual foi 46,9% e, entre os pardos, 50,1%.
Na avaliação de Alejandra, o país ainda está distante de cumprir, em 2022 a meta estabelecida pela entidade, de que pelo menos 90% dos jovens brasileiros de 19 anos tenham o ensino médio concluído. “Como em outros indicadores de educação, observamos melhorias, destacamos melhorias, mas o Brasil não está melhorando a educação em um ritmo que a gente esperava”, diz.
Onde estão os jovens?
Quase um quarto dos jovens de 19 anos não estuda e nem trabalha, segundo o estudo, a chamada “geração nem nem”. A porcentagem têm se mantido mais ou menos constante. Em 2005, eram 23,1% e, em 2013, a porcentagem subiu para 25,7%. Em 2014, houve uma queda, para 24,5% dessa população. Isso significa que 842.217 jovens estão nessa situação no Brasil.
Aos 16 anos, a porcentagem de “nem nem” é menor, era 11,2% em 2005 e caiu para 10,5% em 2014, o que corresponde a 370.633 adolescentes que não estão na escola e nem trabalhando. Mais 244.232 (6,9%) só trabalham.
“Sem dúvida isso é preocupante e passa pela necessidade de reestruturação do ensino médio. Muito do aumento de quem não frequenta a escola é devido ao desinteresse no ensino médio”, avalia Alejandra. A partir desse ano, o ensino até os 17 anos passa a ser obrigatório no Brasil, como prevê a Emenda Constitucional 59/2009 e o Plano Nacional de Educação (PNE). Para Alejandra, isso deve se refletir nos indicadores futuros.
A comparação é exagerada, mas semelhanças existem (Foto: Reprodução / FacebookDetox)
A comparação é exagerada, mas semelhanças existem (Foto: Reprodução / FacebookDetox)
Até 11% das pessoas sofrem de alguma forma de dependência de tecnologia — e um estudo de tomografia mostrou que o Facebook afeta o cérebro de uma forma semelhante a drogas como a cocaína.
Segundo o “Metro UK”, o Professor Ofir Turel, da Universidade Estadual da Califórnia em Fullerton, monitorou os cérebros de 20 voluntários — e descobriu que o sistema “amígdala-corpo estriado”, envolvido no vício em drogas, foi afetado quando essas pessoas viam imagens relacionadas ao Facebook.
Mas há diferenças, diz Turel — o que significa que é mais fácil parar com o Facebook do que, por exemplo, uma hábito pesado de uso de crack.
Turel diz: “O sistema impulsivo pode ser comparado com o acelerador de um automóvel, enquanto o sistema inibitório pode ser comparado a um freio. Em vícios, existe uma aceleração muito forte associada com o sistema impulsivo, muitas vezes relacionada a um sistema inibidor em mau funcionamento”.
Os voluntários — todos os usuários do Facebook — tiveram que pressionar botões quando viam imagens relacionadas com a rede social e sinais de trânsito.
Turel diz: “Os participantes responderam a estímulos do Facebook mais rápido do que o fizeram para os sinais de trânsito. Isso é assustador quando você pensa sobre isso, uma vez que significa que os usuários podem responder a uma mensagem de Facebook em seu dispositivo móvel antes de reagir às condições de tráfego, caso estejam eles usando a tecnologia enquanto na estrada”.
Mas o sistema inibitório — também envolvido no vício em drogas — não parecem ser afetado.
“Esta é uma boa notícia, uma vez que significa que o comportamento pode ser corrigido com tratamento. Especula-se que o comportamento do vício, neste caso, decorre da baixa motivação para controlar o hábito, o que se deve em parte às consequências sociais e pessoais relativamente benignas de uso excessivo da tecnologia, em comparação com, digamos, o abuso de substâncias”, conclui.
Almeidão, em João Pessoa (Foto: Reprodução/ Rafael Tavares/ facebook)
Almeidão, em João Pessoa (Foto: Reprodução/ Rafael Tavares/ facebook)
Jogando em Teresina (PI), no estádio Albertão, pela segunda rodada da Copa do Nordeste 2016, o Botafogo-PB foi recebido pelo River-PI, que não deu chances à equipe paraibana e garantiu, dentro de casa, a primeira vitória na competição, por 2 a 0, na noite dessa quarta-feira (17). Derrotado pela segunda vez após jogar mal e apresentar falhas defensivas, o Belo segue sem pontuar e é lanterna do Grupo D. Na mesma noite, em João Pessoa, no estádio Almeidão, Santa Cruz e Treze se enfrentaram em duelo atrasado da primeira rodada do Campeonato Paraibano, que terminou com vitória da equipe de Campina Grande por 2 a 1.
River-PI 2 x 0 Botafogo-PB
O River conquistou a vantagem no placar logo aos três minutos de jogo. Após escanteio, Jadson chutou de primeira para dentro das redes.
O Botafogo-PB teve, então, que buscar a igualdade. O alvinegro teve uma boa chance aos 15 minutos, em finalização de Carlinhos, que passou raspando a trave. Após alguns instantes, Jó Boy, do Belo, também tentou, mas chutou fraco e facilitou a defesa adversária. O jogo seguiu bastante truncado até o intervalo.
No segundo tempo, o Belo seguiu com um mau desempenho. O time da casa, por sua vez, demonstrou mais tranquilidade para dominar a partida, marcando o segundo gol depois de uma falha da zaga botafoguense. Vanderlei tomou a bola de Magno Alves em ampliou o marcador aos 22 minutos.
A situação do time paraibano ficou pior quando Jefferson Recife foi expulso aos 30 minutos, tendo recebido o segundo cartão amarelo após fazer uma falta. Pelo River, Jadson também recebeu o cartão vermelho, aos 40 minutos.
Santa Cruz 1 x 2 Treze
Com muitas modificações no time titular e jogando com um rendimento abaixo do esperado, o Galo, com a vitória, encosta na parte de cima do Grupo B do Campeonato Paraibano, passando a ameaçar o Botafogo-PB e o CSP. A equipe de Santa Rita segue na lanterna do Grupo A, com quatro pontos.
No primeiro tempo, o Santa Cruz teve mais controle da bola e algumas chances de gol, tendo, inclusive, acertado a trave trezeana aos 16 minutos, em chute cruzado de Clóvis.
Apesar do mau desempenho, o Treze abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos 42 minutos. Lúcio Curió chutou de perna esquerda da entrada da área, a bola desviou na defesa e enganou o goleiro Vladimir.
No segundo tempo, o Santa tentou igualar o placar, mas, de bola parada, o Galo conseguiu ampliar a diferença. Aos 38 minutos, após falta na intermediária, Elanardo cobrou com força e o goleiro não conseguiu defender.
Aos 47 minutos, o Santa Cruz ainda conseguiu descontar. Caio recebeu cruzamento de Naldo e tocou de pé direito para marcar, completando o placar da partida.
Deputado federal Benjamin Maranhão(Foto: Gustavo Lima)
Deputado federal Benjamin Maranhão (Foto: Gustavo Lima)
O deputado federal Benjamin Maranhão (SD) é o novo coordenador da bancada paraibana no Congresso Nacional. O parlamentar foi escolhido pela maioria dos colegas para exercer a função. Em seu terceiro mandato na Câmara Federal, o deputado irá coordenar um grupo de 12 deputados federais e três senadores.
Benjamin estabeleceu como metas de trabalho a união da bancada paraibana para soluções dos problemas graves do Estado, a exemplo da questão da seca, do desabastecimento das cidades e os problemas de saúde e de segurança pública.
“Sinto-me honrado pela escolha do meu nome para exercer tão importante função para nosso Estado. Agradeço aos colegas que confiaram em mim essa missão, que recebo com muita responsabilidade. Minha principal missão será ajudar a trazer recursos para os municípios e para o Estado da Paraíba, colaborando com a concretização de obras e serviços, por meio da destinação das emendas, além de promover o diálogo entre os parlamentares e o Governo Federal”, explicou Benjamin, que assume a função em substituição ao deputado federal Wilson Filho (PTB).
Perfil – Nascido em 30 de novembro de 1971, Benjamin Gomes Maranhão Neto é formado como cirurgião-dentista, natural de João Pessoa – Paraíba foi prefeito de Araruna (PB) por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2002, tendo se elegido deputado federal pela primeira vez em 2003. Em 2014 foi reeleito deputado federal pelo Solidariedade com 63.433 votos.
Na câmara, presidiu a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público e atuou em diversas outras, a exemplo de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Comissão de Turismo e Desporto; Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania; e na Comissão Especial sobre a Transposição do Rio São Francisco.
O papel do coordenador da bancada federal Interlocução – É o responsável pelo diálogo institucional entre os congressistas da Paraíba e os governos do estado e federal.
Liderança – Apesar de o cargo ser informal na estrutura do Congresso, cabe ao coordenador dar o posicionamento do estado em votações importantes.
Emendas – Assume a apresentação e acompanhamento das emendas coletivas ao Orçamento da União dos congressistas paraibanos.
Proibição de venda de alimentos em Areia Vermelha foi mantida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (Foto: Gilberto Stuckert)
Proibição de venda de alimentos em Areia Vermelha foi mantida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (Foto: Gilberto Stuckert)
O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba negou provimento ao Agravo Interno impetrado pela Associação do Empreendedores do Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha (PENMAV). Com a decisão, tomada na tarde dessa quarta-feira (17), está mantida a proibição da atividade comercial em Areia Vermelha, conforme decisão tomada anteriormente pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Marcos Cavalcanti, que deferiu suspensão de Liminar (requerida pelo Estado) que garantia o comércio naquela área ambiental.
O Agravo Interno em Pedido de Suspensão de Liminar, interposto pela PENAV, teve como relator o desembargador-presidente Marcos Cavalcanti. No Agravo, a Associação pleiteavam derrubar, no Pleno, a decisão do Presidente do TJPB e, dessa forma, garantir aos seus associados o direito de retomar a atividade comercial no Parque Marinho de Areia Vermelha.
No voto, o relator Marcos Cavalcanti evoca as razões pelas quais tomou tal decisão, com base na premissa de que o interesse público se sobrepõe ao individual, e ressalta a “imperiosa” obrigação do Estado de preservar o meio ambiente.
O relator aduz, também, que “a poluição e degradação no meio ambiente no Parque de Areia Vermelha constitui fato público e notório, facilmente evidenciado”. Ao final , o desembargador Cavalcanti Arremata: “Logo, não vejo motivos para modificar a decisão anteriormente proferida, motivo pelo qual a mantenho por seus próprios funamentos. Ante o exposto, nego provimento ao Agravo Interno. É como voto.”.
Ao término da explanação do relator, e após duas horas de discussão da matéria, inclusiva com as intervenções da defesa da Associação, os magistrados, por maioria de voto, no que consta na Certidão do Pleno, tomaram a seguinte decisão:
“Negou-se provimento ao Agravo, nos termos do Relator, contra os votos dos desembargadores Abraham Lincoln da Cunha Ramos, Joás de Brito Pereira Filho e Onaldo Rocha de Queiroga (Juiz Convocado), que proviam. Fez sustentação oral, na defesa do Agravante, o bacharel George Suetônio Ramalho. Foi requerido da Tribuna, e deferido pela douta Presidência, a concessão das notas taquigráficas”.
Uma perícia será feita na agência dos Correios de Araçagi (Foto: Reprodução)
Uma perícia será feita na agência dos Correios de Araçagi (Foto: Reprodução)
Uma agência dos Correios foi assaltada na manhã desta quinta-feira (18), em Araçagi, na microrregião de Guarabira. Segundo a Polícia Militar, dois suspeitos chegaram em uma motocicleta, renderam o vigilante e anunciaram o assalto.
Ainda de acordo com a PM, os suspeitos levaram todo o dinheiro do caixa e a arma do vigilante. Na ação, ninguém ficou ferido. Após o assalto a agência foi fechada até que uma perícia seja feita.
A polícia vai usar as imagens das câmeras de segurança para identificar os suspeitos.
Imagem eleita 'foto do ano' mostra bebê em fuga de migrantes rumo à Europa (Foto: Warren Richardson/World Press Photo 2016)
Imagem eleita ‘foto do ano’ mostra bebê em fuga de migrantes rumo à Europa (Foto: Warren Richardson/World Press Photo 2016)
O prêmio de fotografia World Press Photo, um dos mais prestigiosos do mundo em fotojornalismo, divulgou nesta quinta-feira (18) seus vencedores da edição 2016 – que leva em conta fotos feitas ao longo do ano anterior.
A foto do ano foi para o australiano Warren Richardson, com uma imagem que mostra um bebê de família migrante sendo passado por baixo de uma cerca de arame farpado na fronteira entre Hungria e Sérvia, em agosto de 2015. A cena também levou o 1º lugar na categoria “Notícias Factuais”.
O brasileiro Mauricio Lima, que trabalha como freelancer para o jornal americano “The New York Times” e para outras publicações, foi o vencedor com a melhor foto na categoria “Notícias Gerais”, com a imagem de um médico tratando as queimaduras de um jovem combatente do Estado Islâmico de 16 anos de idade perto de Hasaka, na Síria.
Foto do brasileiro Mauricio Lima, vencedora na categoria ‘Notícias Gerais’, mostra jovem integrante do Estado Islâmico ferido em combate na Síria (Foto: Mauricio Lima/World Press Photo 2016)
Outra imagem do brasileiro também aparece entre as vencedoras. A cena de crianças de uma tribo munduruku saltando no rio Tapajós em Itaituba (PA) foi eleita a 2ª melhor foto na categoria “Vida Diária”.
Foto de crianças indígenas brasileiras saltando em rio foi eleita a 2ª melhor na categoria ‘Vida Diária’ (Foto: Mauricio Lima/World Press Photo 2016)
O júri do prêmio chegou aos vencedores após avaliar 82.951 fotos de 5.775 fotógrafos que se inscreveram no concurso. As inscrições vieram de 128 países diferentes.
Todas as imagens e séries premiadas podem ser vistas na página do World Press Photo. Veja abaixo imagens vencedoras em outras categorias:
Formação de uma ‘nuvem tsunami’ na praia de Bondi, em Sydney, enquanto uma banhista lê um e-book foi a vencedora na categoria ‘Natureza’ (Foto: Rohan Kelly/World Press Photo 2016)Chineses empurrando um carrinho em bairro vizinho a uma usina termoelétrica abastecida por carvão em Shanxi, na China, foi eleita a melhor foto na categoria ‘Vida Diária’ (Foto: Kevin Frayer/World Press Photo 2016)Imagem de uma criança coberta por uma capa de chuva à espera em fila de registro de refugiados em um campo de Presevo, na Sérvia, foi eleita melhor foto na categoria ‘Pessoas’ (Foto: Matic Zorman/World Press Photo 2016)Orangotango grita ameaçando outro macho que se aproxima na floresta de Batang Toru, na Indonésia. Série que retrata as dificuldades na sobrevivência da espécie levou o prêmio de melhor história na categoria ‘Natureza’ (Foto: Tim Laman/World Press Photo 2016)Prédios de Tianjin, no norte da China, são vistos sob espessa camada de poluição, na foto eleita vencedora na categoria ‘Assuntos Contemporâneos’ (Foto: Zhang Lei/World Press Photo 2016)O esquiador tcheco Ondrej Bank voa após batida durante campeonato em Colorado, nos EUA, em foto que ficou com o 1º lugar na categoria ‘Esportes’ (Foto: Christian Walgram/World Press Photo 2016)vulcão de Colima, no México, expele lava e nuvem de cinzas que gera raios durante a noite no município de Colima, na foto eleita 3ª melhor na categoria ‘Natureza’ (Foto: Sergio Tapiro/World Press Photo 2016)Série que mostra histórias de mulheres que foram vítimas de estupro ou violência sexual durante o serviço militar nos EUA levou o 1º lugar na categoria ‘Projetos de Longo Prazo’ (Foto: Mary F. Calvert/World Press Photo 2016)
Grande vencedora A “foto do ano”, imagem em preto e branco intitulada “Esperança de uma nova vida”, foi feita pelo fotógrafo independente Warren Richardson na noite de 28 de agosto de 2015, quando alguns refugiados tentavam entrar na Hungria.
A foto é “poderosa por sua simplicidade”, disse o presidente do júri e diretor de fotografia da AFP, Francis Kohn. “Vimos esta foto cedo [no processo de seleção] e soubemos que era uma imagem importante”.
Para Huang Wen, membro do júri e diretor de desenvolvimento de novas mídias da agência chinesa Xinhua, a foto é “perturbadora”. “Você observa a ansiedade e a tensão de forma sutil. A imagem mostra a emoção e os sentimentos de um pai que tenta introduzir o filho no mundo ao qual deseja pertencer”.
Na noite da foto, depois de passar cinco dias acampado com os refugiados, Warren Richardson viu a chegada de quase 200 pessoas que se deslocavam escondidas entre as árvores, ao longo da linha de fronteira. Primeiro fizeram passar as mulheres e as crianças, depois os pais de família e os idosos.
“Brincamos de gato e rato com a polícia a noite toda”, disse o fotógrafo, citado no comunicado da World Press Photo.
“Eram três da manhã quando fiz a foto. Não podia usar o flash, porque a polícia tentava encontrar estas pessoas. Aproveitei apenas a luz da lua”, explicou o australiano.