As integrantes do MST saíram da Asplan e seguiram para a Epitácio Pessoa (Foto: Divulgação)
Manifestantes se concentram na sede da Asplan, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um grupo de mulheres integrantes do Movimento Sem Terra da Paraíba (MST) realizou na manhã desta segunda-feira (7) uma manifestação no prédio da Associação dos Plantadores de Cana (Asplan) no Centro de João Pessoa. De acordo com o MST, a ação faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Camponesas e tem o objetivo de denunciar o modelo do monocultivo da cana de açúcar, que, segundo eles, é baseado no uso intensivo de agrotóxicos.
Até próximo das 12h, a manifestação aconteceu no prédio da Asplan, onde os representantes do MST queriam uma reunião para discutir o uso do agrotóxico nas plantações. Depois desse horário, os manifestantes saíram em marcha até a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Bairro dos Estados. O movimento chegou a parar o trânsito da avenida Epitácio Pessoa, uma das principais de João Pessoa. Com informações do G1.
As integrantes do MST saíram da Asplan e seguiram para a Epitácio Pessoa (Foto: Divulgação)
A maioria das denúncias vem de países da África, mas também há casos em locais como a Alemanha
A maioria das denúncias vem de países da África, mas também há casos em locais como a Alemanha
“A menina, de sete anos, nos disse que fez sexo oral em soldados franceses em troca de uma garrafa de água e um pacote de biscoitos.”
O relato da criança citada acima faz parte das muitas denúncias de crimes sexuais cometidos por soldados e funcionários da ONU nos últimos anos. O depoimento foi registrado por membros da Comissão de Direitos Humanos da organização, que divulgou este e outros casos em um comunicado elaborado em janeiro.
Na última sexta-feira, um informe foi divulgado como parte de uma nova política de “nomear e envergonhar” os responsáveis. A ONU adotou essa estratégia depois do escândalo envolvendo o abuso de crianças e adolescentes por seus soldados na República Centro-Africana, no ano passado.
O documento, apresentado pelo secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, lista 99 novas denúncias de abuso sexual cometido por soldados e funcionários da organização em missões internacionais em 2015, o que reflete uma alta em relação aos 80 casos registrados em 2014.
Dos 99 casos denunciados em 2015, 69 foram de abusos cometidos por soldados em missões de paz e 30 por funcionários da ONU em outros setores.
E pela primeira vez foi divulgada a lista de países onde ocorreram as denúncias: Alemanha, Burundi, Gana, Senegal, Eslováquia, Madagascar, Ruanda, República Democrática do Congo, Burkina Fasso, Camarões, Tanzânia, Níger, Moldávia, Togo, África do Sul, Benin, Nigéria e Gabão.
Também foram feitas denúncias contra funcionários de vários países europeus e do Canadá. A maioria dos abusos ocorreu na África, especialmente na República Centro-Africana. Também houve denúncias de exploração sexual no Haiti.
O relatório, porém, foi muito criticado pela ONG Code Blue, que monitora as denúncias contra soldados – os “capacetes azuis” – e funcionários das Nações Unidas.
“O que a ONU fez exatamente diante das mais de 1 mil denúncias de abuso sexual contra seus funcionários desde 2007? Debaixo da máscara de que toma alguma providência, o que realmente existe é a inércia”, informou a ONG em um comunicado.
Ataques
O relatório da ONU pede que os países dos acusados julguem os culpados em seus tribunais e a criação de um banco de amostras de DNA de seus soldados para facilitar os processos criminais.
Mas, além dessas recomendações, pouca coisa mudou nos locais onde o órgão atua.
Investigadores da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, que visitaram a República Centro-Africana, denunciaram no mês passado a violação ou abuso sexual de pelo menos oito mulheres e meninas.
De acordo com a ONG, os ataques ocorreram entre outubro e dezembro de 2015, mais de um ano depois da eclosão do escândalo de abuso de menores por soldados franceses naquele mesmo país.
Uma adolescente de 14 anos falou com a Human Rights Watch:
“Eu passava pela base da Minusca (a missão da ONU no país) no aeroporto quando me atacaram. Os soldados estavam armados. Um segurou meus braços enquanto outro arrancou minha roupa. Jogaram-me em um pasto, e, enquanto um me segurava, outro me estuprou.”
Outra jovem de 18 anos afirmou ter sido estuprada quando foi pedir comida na base dos soldados da ONU na República Democrática do Congo.
“Três homens armados se jogaram em cima de mim e disseram que me matariam se eu os denunciasse. Todos eles me estupraram”, disse a jovem.
Vazamento de informações
Em dezembro de 2015, um painel independente acusou as Nações Unidas de negligência grave ao lidar com as denúncias de abuso sexual por parte de soldados e funcionários em suas missões.
O painel criticou bastante o fato de a ONU não tomar providências diante de um catálogo de denúncias, especialmente as de exploração sexual por parte de soldados franceses na República Centro-Africana.
O general Romeo Dallaire, ex-comandante das tropas da organização em Ruanda durante o genocídio ocorrido em 1994, disse em 2015 que as denúncias de abuso de menores na República Centro-Africana lhe causava nojo.
“O caso vai totalmente contra a suposta razão pela qual as tropas são enviadas a campo em missão de paz”, afirmou.
As acusações de inércia contra a ONU só chegaram à imprensa internacional depois das revelações de um funcionário da organização, Anders Kompass, que, frustrado diante da falta de ação da instituição, vazou um relatório confidencial sobre denúncias de abuso e o entregou a promotores da França.
Críticas e burocracia
A ONG Code Blue também criticou o comitê de especialistas nomeado pelas Nações Unidas para melhorar sua atuação diante das denúncias de abuso.
Segundo a ONG, o comitê é formado pelos mesmos indivíduos que ocupavam cargos de responsabilidade quando as violações anteriores foram reveladas.
“No universo paralelo da burocracia da ONU, os mesmos personagens que tiveram um papel ativo no fracasso da (missão na) República Centro-Africana agora supervisionam as mudanças para melhorar a situação. Quando as raposas estão encarregadas do galinheiro, o galinheiro está condenado”, afirmou a Code Blue.
A ONG lembra ainda em seu comunicado as palavras do painel independente realizado depois do escândalo ocorrido no país africano.
“O fato de que o problema persiste, apesar de inúmeros relatórios de especialistas designados pela ONU nos últimos dez anos, só serve para aumentar a percepção de que a ONU está mais preocupada com a retórica do que com a ação.”
Zanjani foi preso em dezembro de 2013 após ser acusado de apropriar-se de bilhões de dólares (Foto: BBC)
Zanjani foi preso em dezembro de 2013 após ser acusado de apropriar-se de bilhões de dólares (Foto: BBC)
Ele é um homens mais ricos do Irã e foi condenado à morte por corrupção. Trata-se do empresário Babak Zanjani.
Zanjani foi preso em dezembro de 2013 após ser acusado de apropriar-se de bilhões de dólares da venda de petróleo estatal realizada por meio de suas empresas, acusação que ele nega.
O empresário foi condenado por fraude e crimes econômicos, conforme anunciou na TV estatal o porta-voz do Judiciário iraniano, Gholam-Hossein Mohseni Ejehii.
No julgamento, promotores acusaram Zanjani de dever ao governo do Irã mais de US$ 2,7 bilhões em renda petroleira. Cabe recurso à sentença.
“Babak Zanjani é o homem mais rico do Irã. Em algum momento há alguns anos, sua renda anual superava a da Apple”, diz Kasra Naji, do serviço iraniano da BBC.
Antes de ser detido, ele possuía empresas na Malásia, Emirados Árabes Unidos, Turquia e Tadjiquistão.
“No auge das sanções internacionais contra o Irã, o governo do então presidente Mahmoud Ahmadinejad repassou grandes quantidades de petróleo para Zanjani para venda, de modo a evitar as sanções”, afirma Naji.
Zanjani foi então colocado na lista negra pelos Estados Unidos e pela União Europeia por ajudar o Irã a burlar as sanções.
O empresário reconheceu ter usado uma rede de empresas para vender milhões de barris em nome do governo desde 2010.
Mas acabou preso em 2013, apenas um dia depois que o recém-eleito presidente, o moderado Hassan Rouhani, prometera lutar contra a “corrupção financeira”, sobretudo de “pessoas privilegiadas que se aproveitaram das sanções econômicas”.
EUA, ONU e União Europeia anunciaram no começo deste ano a suspensão das sanções após a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) confirmar que o Irã cumprira as etapas necessárias para colocar em andamento o acordo nuclear com as grandes potências firmado em julho de 2015.
‘Apenas negócios’ Zanjani nasceu em Teerã e estudou em uma universidade na Turquia.
Em 1999, ele assumiu a direção do Banco Central iraniano.
Sua fortuna é estimada em US$ 13 bilhões, embora ele também tenha acumulado muitas dívidas.
Até a União Europeia ter chamado a atenção sobre sua figura, poucos iranianos haviam ouvido falar dele, que àquela altura já era um dos empresários mais importantes do país.
Em entrevista em março de 2013 à Fardad Fahrazad, jornalista do serviço persa da BBC, Zanjani minimizou a importância de suas conexões políticas. “Não faço política, apenas negócios”, disse na ocasião.
“Estou orgulhoso de trabalhar como empresário para a República Islâmica do Irã”, afirmou.
Baseado em Dubai, Zanjani controlava uma rede de mais de 60 empresas, com interesses em diversos setores, como produção de cosméticos, petróleo e mercado financeiro.
Na época, Zanjani se queixava das sanções da União Europeia, dizendo que elas haviam produzido impacto negativo em seus negócios, obrigando-o a repatriar ativos de seu banco na Malásia.
“Devido aos problemas das sanções, tive que transferir ao Irã mais de US$ 5,2 bilhões de meus recursos no exterior”, dizia.
Naquele mesmo ano, Zanjani foi notícia após a divulgação de fotos polêmicas. Ele aparecia dentro de um jatinho particular, ao lado de um oficial de segurança iraniano conhecido pelo papel na repressão contra manifestantes após as eleições presidenciais de 2009.
Em outra imagem ele aparecia com um revólver. Questionado sobre isso na entrevista à BBC, ele riu e disse que a foto era do tempo em que trabalhou no Iraque e todos andavam armados por questões de segurança.
‘Herói’ Segundo Amir Azimi, jornalista do serviço iraniano da BBC, a história de Zanjani é tida por muitos como extraordinária.
“Ele era um comerciante de peles de ovelha que passou a ser um jogador chave na venda de petróleo iraniano nos anos posteriores, durante o período das sanções internacionais por causa do programa nuclear do país”, afirma.
“Ele considerava a si mesmo como um herói, um soldado econômico da Revolução Islâmica que ajudou a resgatar seu país quando o governo não podia vender petróleo. E, inclusive, se o governo tentava fazê-lo, os bancos internacionais não aceitavam transferências de dinheiro iraniano por causa das sanções”, aponta o jornalista.
Ele criou uma das maiores empresas iranianas da história contemporânea, um conglomerado que incluía tudo, de transporte à construção, de clubes de futebol à venda de petróleo.
Chegou a estimar sua fortuna em torno de US$ 13,5 bilhões, uma cifra extraordinária para um país em que o Estado é dono da maior parte da economia e o setor privado sofre uma série de restrições.
Por anos, a sorte parecia estar do lado do empresário. Aparecia em fotos com funcionários do alto escalão e manifestava timidez ao exibir sua riqueza, como aviões e carros de luxo.
Mas quando os meios de comunicação começaram a informar sobre sua riqueza, a atenção se voltou a ele – e com os holofotes vieram as suspeitas.
Surgiram questionamentos sobre como ele havia acumulado dinheiro de forma tão rápida.
Ele foi investigado durante o governo de Mahmoud Ahmadinejad, e meses depois da posse de Hassan Rouhani foi preso e acusado de corrupção de desvio de dinheiro.
O Ministério do Petróleo do Irã afirma que o empresário deve US$ 1,9 bilhão ao órgão.
A equipe de advogados do empresário nega todas as acusações de corrupção e afirma que ele devolverá todo o dinheiro que tem caso seja libertado e possa retomar o acesso aos negócios.
Uma jovem de 20 anos se jogou do segundo andar de um prédio no distrito de Howrah, no leste da Índia, para escapar de ser estuprada por seu namorado e dois de seus amigos, informou a polícia nesta segunda-feira (7).
O delegado Devendra Prakash Singh, da polícia de Howrah, contou à Efe que os três agressores foram detidos e que a jovem, identificada como Bindia Das, sofreu traumatismo craniano, mas não corre risco de morte, porque a queda foi amortecida por um monte de areia.
Segundo versões da imprensa local, a jovem tinha ido à casa de seu namorado, onde ele a esperava com outros dois amigos.
No local, eles teriam dado a ela uma bebida com narcóticos, o que não impediu a jovem de tentar fugir.
De acordo com o relato da polícia, os vizinhos ajudaram a vítima e a levaram ao hospital.
Pelo menos 128 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (7) e reúnem 25.713 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 27.500,17 no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que abrange os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, e no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Os órgãos que abrem inscrições para 710 vagas nesta segunda são os seguintes: Prefeitura de Bento Gonçalves (RS), Prefeitura de Bom Despacho (MG), Prefeitura de Nova Olinda (PB), Prefeitura de Ribeirão Pires (SP), Prefeitura de Rio Paranaíba (MG), Prefeitura de Viana (ES) e Prefeitura de Vidal Ramos (SC).
O cantor e compositor Gilberto Gil faz show durante as comemorações do aniversário de São Paulo no Clube de Regatas Tietê (Foto: Nelson Antoine/Frame/Estadão Conteúdo)
O cantor e compositor Gilberto Gil faz show durante as comemorações do aniversário de São Paulo no Clube de Regatas Tietê (Foto: Nelson Antoine/Frame/Estadão Conteúdo)
O cantor, compositor e ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, continua internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e não há previsão de alta, de acordo com informações do hospital. Ele foi internado no dia 25 de fevereiro devido a um quadro de hipertensão arterial e desde então segue em tratamento e observação.
As equipes médicas que o acompanham são coordenadas pelos médicos Roberto Kalil Filho e Paulo Cesar Ayrosa Galvão.
O mercado financeiro piorou suas previsões para a economia brasileira neste ano, estimando mais inflação e uma queda maior do nível de atividade. As estimativas foram feitas na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (7) pelo Banco Central, por meio do relatório de mercado, também conhecido como focus. O levantamento foi feito com mais de 100 instituições financeiras.
Para 2016, a expectativa do mercado para o IPCA, a inflação oficial do país, subiu de 7,57% para 7,59%. Com isso, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para este ano.
Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação permaneceu estável em 6% – exatamente no teto do regime de metas para o período, e também longe da meta central de 4,5% estabelecida para o próximo ano pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A autoridade monetária tem informado que buscará “circunscrever” o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%) e, também, fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017. O mercado financeiro, porém, ainda não acredita que isso acontecerá.
Produto Interno Bruto Para o PIB de 2016, o mercado financeiro passou a prever uma contração de 3,5% na semana passada, contra uma retração de 3,45% estimada na semana anterior. Foi a sétima piora seguida do indicador.
Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB brasileiro teve um tombo de 3,8% em 2015 – o maior em 25 anos. Se a previsão de um novo “encolhimento” se confirmar em 2016, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948.
Para o comportamento do PIB em 2017, os economistas das instituições financeiras mantiveram a previsão de uma alta de 0,5%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Taxa de juros Após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ter mantido os juros básicos da economia estáveis em 14,25% ao ano na semana passada, o mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa Selic neste patamar no fim deste ano.
Isso quer dizer que os analistas continuam não acreditando em uma nova alta dos juros, ou corte dos mesmos, no decorrer de 2016. Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros permaneceu inalterada em 12,50% ao ano – o que pressupõe queda dos juros no ano que vem.
A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.
Câmbio, balança e investimentos Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 caiu de R$ 4,35 para R$ 4,30. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar permaneceu em R$ 4,40.
A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 caiu de US$ 40 bilhões para US$ 39,85 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit avançou de US$ 40 bilhões para US$ 41,26 bilhões.
Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou inalterada em US$ 55 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas subiu de US$ 55,55 bilhões para US$ 57,50 bilhões.
O prazo para os empregadores domésticos pagarem o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) referente ao mês de fevereiro termina nesta segunda-feira (7). O Simples Doméstico reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas pelos empregadores.
Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na internet. Se não for recolhido no prazo, o empregador paga multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do total.
No último balanço da Receita Federal, divulgado sexta-feira (4), 1.010.204 empregadores domésticos já haviam emitido o Documento de Arrecadação eSocial (DAE) para pagamento do Simples Doméstico . Desde a adoção do programa, foram cadastrados mais de 1,25 milhão de trabalhadores domésticos para mais de 1,18 milhão de empregadores – alguns empregadores contratam mais de um empregado.
No eSocial, o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, que varia de 8% a 11% da remuneração do trabalhador e paga 8% de contribuição patronal para a Previdência. A guia inclui 8% de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 0,8% de seguro contra acidentes de trabalho e 3,2% de indenização compensatória (multa do FGTS) e Imposto de Renda para quem recebe acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98).
O Botafogo-PB informou que acionou a Polícia Militar para evitar a ação de cambistas durante os jogos da equipe na temporada do programa Gol de Placa. A venda de ingressos não autorizada é crime.
A diretoria do clube pediu que os torcedores não comprem ingressos do Projeto Gol de Placa e denunciem as pessoas que tentam vender as entradas. A ação desses cambistas provoca muitos danos ao clube.
O Botafogo também informou que os ingressos destinados aos patrocinadores e aos promotores do evento não podem ser vendidos. As informações são do Portalcorreio.
Raposa lidera de forma isolada o Grupo A do Campeonato Paraibano 2016 (Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)
Raposa lidera de forma isolada o Grupo A do Campeonato Paraibano 2016 (Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)
Quatro jogos deram continuidade à sétima rodada do Campeonato Paraibano na tarde deste domingo (6). O Campinense recebeu o Esporte de Patos, no estádio Amigão, em Campina Grande, e foi um anfitrião terrível, vencendo pela goleada histórica de 7 a 1. O Sousa enfrentou o Treze no estádio Marizão e arrancou o empate em 1 a 1 nos acréscimos do segundo tempo. Em João Pessoa, no Almeidão, mais um empate. Auto Esporte e CSP também ficaram apenas no 1 a 1. No clássico da cidade de Cajazeiras, o Atlético pegou o Paraíba e acabou derrotado por 1 a 0.
O CSP começou melhor e dominou o jogo nestes primeiros minutos, mas os dois times alternaram boas chances de gol. Após os 15 minutos, o Auto equilibrou as ações e o jogo ficou mais disputado. O Tigre, no entanto, seguiu tendo mais posse de bola e conseguiu abrir o placar aos 24 minutos. Em cobrança de falta, Igor bateu direto e a bola ainda desviou na zaga adversária, enganando o goleiro Enderson.
No segundo tempo, o Auto Esporte voltou melhor, procurando atacar em bloco para ir em busca do empate. A intenção do avirrubro se concretizou aos 25 minutos. Em cobrança de falta cruzada na área, David Queiroz cabeceou e acertou a trave. Na volta, Rafael Speda completou para as redes, deixando tudo igual no placar. O Auto seguiu pressionando e o CSP se defendendo como podia, mas o marcador não sofreu mais mudanças.
Sousa 1 x 1 Treze
O jogo foi bastante truncado no primeiro tempo, com muitas faltas. O Sousa, jogando em casa, teve um desempenho melhor, mas não conseguiu marcar.
No segundo tempo, porém, foi a vez do Treze dar o bote. Logo aos nove minutos, Toninho fez lançamento e Diego Neves completou, abrindo o placar em favor do time de Campina Grande. O Sousa, então, teve que correr contra o tempo para não ter um resultado negativo dentro de casa. Apesar de errar muito, o Dinossauro chegou ao empate nos acréscimos, aos 46 minutos. Dico recebeu na entrada da grande área e, de perna direita, mandou uma bomba, fazendo o gol e fechando o placar.
Campinense 7 x 1 Esporte de Patos
O Campinense começou jogando melhor, mas a partida foi ‘lá e cá’ até pouco depois dos 20 minutos, quando a Raposa começou um verdadeiro massacre. Aos 22 minutos, uma jogada rápida do ataque rubro-negro pela esquerda terminou com passe de Filipe Ramon e conclusão de Raul, abrindo o placar no estádio Amigão. Cinco minutos depois, mais um. Rodrigão aumentou a vantagem do time da casa em um frango do goleiro Andrezon, do Esporte. O atacante raposeiro acabou chutando fraco, mas o camisa 1 oponente acabou aceitando.
Aos 33 minutos, Ruan, do Esporte, foi derrubado dentro da área e a arbitragem marcou pênalti. Na cobrança, Eduardo Rato bateu com força no canto direito e diminuiu a desvantagem dos visitantes, que, para a infelicidade deles, seria aumentada em pouco tempo, aos 42 minutos, mais uma vez com Rodrigão. O Atacante aproveitou cruzamento após boa jogada de Fernando Pires e mandou para o gol.
Na etapa complementar, só deu Raposa. Aos nove minutos, Rodrigão marcou o terceiro dele na partida. Ele foi substituído por Pitbull e saiu ovacionado pela torcida. O substituto honrou a posição e também ampliou a diferença. Aos 16 minutos, Paulinho fez ótimo passe da direita e Pitbull fez o primeiro dele. Aos 25 minutos, o atacante fez o segundo. O Campinense trocou passes facilmente na entrada da área e Pitbull bateu na saída do goleiro Andrezon. Após mais dois minutos, o árbitro marcou pênalti para a Raposa. Com faro de gol, Pitbull marcou, também, o terceiro dele, deslocando o goleiro. E terminou assim: Campinense 7 x 1 Esporte.
Atlético 0 x 1 Paraíba
O clássico da cidade de Cajazeiras foi bastante equilibrado no primeiro tempo e a rede só foi balançada aos 43 minutos, em favor do Paraíba. Cleitinho tocou para França, que devolveu a bola e entrou na pequena área. Cleitinho lançou novamente para França e ele abriu o placar.
O segundo tempo seguiu com equilíbrio e foi fraco tecnicamente, sem a apresentação de grandes lances, terminando com o placar magro favorável ao Paraíba. As informações são do Portalcorreio.
Reeleita para a Assembleia Legislativa da Paraíba, Danielle do Vale agradeceu aos eleitores pela confiança, classificou a vitória como coletiva e prometeu intensificar o trabalho no novo mandato.
O jornalista Wesley Lino afirmou ter conquistado mais de R$ 250 mil em apostas sobre os resultados das eleições na Paraíba. Segundo ele, os prognósticos foram baseados em pesquisas eleitorais e na análise dos bastidores políticos.
O senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo foi convidado por Lula para uma reunião em Brasília, nesta segunda-feira (5), com lideranças eleitas de todo o país para definir as estratégias da campanha do segundo turno.