O dono de um mercadinho reagiu a um assalto, matou um dos assaltantes e foi baleado em Campina Grande na quarta-feira (16) (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
O dono de um mercadinho reagiu a um assalto, matou um dos assaltantes e foi baleado em Campina Grande na quarta-feira (16) (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
O dono de um mercadinho do bairro Rocha Cavalcante, em Campina Grande, reagiu a um assalto na noite da quarta-feira (16) e matou um dos assaltantes. De acordo com informações da Polícia Civil, durante o tiroteio o empresário foi baleado e teve que ser levado para o hospital.
Conforme relatos de testemunhas à polícia, dois homens armados chegaram em uma motocicleta no mercadinho e anunciaram o assalto. O comerciante, que guardava uma arma no estabelecimento, reagiu e a partir daí se iniciou um intenso tiroteio.
Segundo a polícia, a troca de tiros chegou até o meio da rua, onde um dos assaltantes foi baleado pelo dono do mercadinho e caiu. O outro suspeito de participar do assalto conseguiu fugir a pé e até o início da manhã desta quinta-feira (17) não tinha sido localizado.
O assaltante baleado não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O corpo foi recolhido e encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande.
Já o dono do mercadinho foi socorrido e levado para o Hospital de Emergência e Trauma na cidade. Segundo a unidade de saúde, o homem foi baleado no ombro, recebeu atendimentos no local e passa bem. As informações são do G1.
Vítima relatou como aconteceu estupro em João Pessoa (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco)
Vítima relatou como aconteceu estupro em João Pessoa (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco)
O cabo da Polícia Militar, de 49 anos, preso na quarta-feira (16) suspeito de estuprar quatro mulheres já havia sido condenado pelo mesmo crime nos anos de 1990. Conforme informações do comandante do Policiamento Metropolitano de João Pessoa, coronel Lívio Delgado, na época, o policial foi condenado a seis anos de reclusão e chegou a ser investigado pelo Conselho de Disciplina da Polícia Militar. Mas, à época, o comando da Polícia Militar decidiu pela permanência do policial na corporação.
“Primeiramente ele foi condenado a seis anos, houve um conselho de disciplina, instaurado à época, se chegou a um conclusão, foi encaminhado à época ao comando e, por meio de recursos, ele acabou permanecendo”, explicou o coronel Lívio. O comandante do policiamento metropolitano da capital paraibana completou que um procedimento administrativo da Polícia Militar deve ser aberto para investigar novamente o policial.
O cabo da Polícia Militar foi preso em João Pessoa suspeito de estuprar quatro mulheres, sendo três delas adolescentes, e roubar os celulares delas. As informações são da delegada de Crimes Contra a Infância, Joana D’Arc. O policial foi detido quando estava em serviço, na guarda do Presídio PB1, no Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes. A ação foi resultado de uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar.
De acordo com a polícia, os crimes teriam acontecido entre os meses de dezembro de 2015 e janeiro deste ano na Praia de Jacarapé, em João Pessoa. Na delegacia, ele prestou depoimento e foi reconhecido pelas vítimas. Ele foi encaminhado para o 1º Batalhão da Polícia Militar.
O coronel Lívio Delgado lamentou a prisão e o envolvimento do policial nos casos. “Lamentamos profundamente. Macula a imagem da nossa corporação, mas ela não pode baixar. Ela não é feita apenas de uma pessoa. São mais de 9 mil policiais treinados e dedicados que buscam cumprir a lei”, concluiu. As informações são do G1.
Roubo em joalheria no Pará foi registrado por câmeras de segurança (Foto: Reprodução/TV Liberal)
Material apreendido (Foto: Divulgação)
Uma operação integrada dos policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DDF) de Campina Grande e da Divisão de Combate aos Crimes Patrimoniais de Belém do Pará, cumpriu, na manhã dessa quarta-feira (16), seis mandados de busca e apreensão, no bairro do José Pinheiro, em Campina Grande. Os alvos eram as residências dos suspeitos de receptação de joias apontados nas investigações como integrantes da quadrilha criminosa especializada em roubos a joalherias.
O grupo começou a ser monitorado em novembro de 2015 depois do registro de um arrombamento a uma joalheria que funciona em um shopping na cidade de Belém no estado do Pará. A ação que foi gravada pelas câmeras do circuito de segurança mostra o momento em que três mulheres aparecem no corredor, por volta das 23h, quando o shopping já estava fechado. Uma das mulheres, em companhia de uma adolescente, arromba o cadeado da porta usando um alicate.
Roubo em joalheria no Pará foi registrado por câmeras de segurança (Foto: Reprodução/TV Liberal)
A terceira mulher aparece em seguida, quebra a fechadura da porta e depois as duas começam a colocar todas as joias em sacolas, que a adolescente joga dentro da loja. As três fugiram do local sem serem notadas pelos seguranças. O roubo durou cerca de 20 minutos e, segundo o levantamento, foram roubados cerca de R$ 3 milhões em joias.
Em dezembro do ano passado, um trabalho integrado dos Grupos de Operações Especiais (GOE) da Paraíba e do Pará conseguiu identificar e prender no município de Cabedelo as duas mulheres envolvidas no roubo e um homem. Agora as casas dos responsáveis pela receptação e venda das joias foram descobertas. Durante a operação policial, várias joias com o código de barra da joalheria foram apreendidas nas residências.
Apenas uma mulher foi encaminhada para a delegacia, mas foi liberada depois de ser ouvida pelo delegado da Divisão de Combate aos Crimes Patrimoniais de Belém do Pará, Thiago Dias, porque não foi possível comprovar se as peças encontradas na casa dela foram roubadas da joalheria pelo grupo criminoso. Durante as buscas, os policiais também encontraram uma bicicleta de competição com registro de roubo. O material apreendido nas casas dos suspeitos foi encaminhado para Belém, onde foi instaurado o inquérito.
Agora o trabalho dos policiais continua para prender os suspeitos. “Vamos pedir a Justiça novos mandados, dessa vez de prisão, e esperamos prender os integrantes desse grupo criminoso o mais rápido possível. Já descobrimos que todos são paraibanos e que agem em vários Estados”, disse o delegado de Roubos e Furtos de Campina Grande, Cristiano Santana.
Com o tema “Por uma Paraíba que enfrente a violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais e promova a sua proteção”, o Governo do Estado realiza nesta sexta-feira (18) e sábado (19) a III Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos de LGBT, no Espaço Cultural, em João Pessoa.
A coordenação é da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh) e do Conselho Estadual dos Direitos de LGBT da Paraíba. Mais de 110 delegados eleitos em conferências municipais são esperados, segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares.
A conferência terá três objetivos principais: avaliar a efetividade das políticas públicas para enfrentamento da violência praticada contra a população LGBT, tendo em conta o pacto federativo e a relação entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; propor estratégias para enfrentar a discriminação sofrida pela população LGBT em decorrência de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero e por último articular e integrar, a partir de uma avaliação, o Sistema Nacional de Promoção da Cidadania e Enfrentamento da Violência com as demais políticas públicas.
Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, a conferência será um grande momento de avaliação das políticas públicas já implantadas, além dos serviços de atendimento à população LGBT, como Espaço LGBT, que oferece atenção psicossocial, jurídico e educativo, o Ambulatório de Saúde Integral para travestis e transsexuais e a Delegacia Especializada de Crimes Homofóbicos. “Vamos avaliar e também construir para o enfrentamento da violência contra LGBT”, disse a secretária.
A divulgação foi feita após despacho de Moro, que decidiu retirar o sigilo do processo.
A divulgação foi feita após despacho de Moro, que decidiu retirar o sigilo do processo.
A ligação telefônica entre a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgada ontem (16), pelo juiz Sérgio Moro, foi gravada após a decisão do juiz de determinar a paralisação das escutas pela Polícia Federal.
Os aparelhos de Lula e de pessoas próximas a ele foram interceptados pela Polícia Federal (PF) com autorização do juiz, que atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF), órgão responsável pelas investigações da Lava Jato.
Na manhã de desta quarta, às 11h12, Moro, que comanda o julgamento dos processos da Operação Lava Jato, determinou que a PF parasse de realizar as escutas, por entender que as diligências autorizadas por ele tinham sido cumpridas e não havia mais necessidade de continuar com o grampo.
“Tendo sido deflagradas diligências ostensivas de busca e apreensão no processo 5006617-29.2016.4.04.7000, não vislumbro mais razão para a continuidade da interceptação. Assim, determino a sua interrupção. Ciência à autoridade policial com urgência, inclusive por telefone”, decidiu o juiz.
Em seguida, às 11h44, Flávia Blanco, funcionária da 13ª Vara Federal, chefiada por Moro, entrou em contato com o delegado da PF Luciano Flores de Lima, responsável pela investigação, e comunicou a decisão do juiz. “Certifico que intimei por telefone o delegado de Polícia Federal, dr. Luciano Flores de Lima, a respeito da decisão proferida no evento 112”, comunicou a servidora.
A conversa telefônica entre o ex-presidente e Dilma foi gravada às 13h32. Nela, a presidenta telefona para Lula e diz a ele que enviará a ele o papel do termo de posse.
Em nota à imprensa, a PF informou que a interrupção das interceptações foi feita pelas operadoras de telefone. Segundo a PF, até o cumprimento da decisão, algumas ligações foram interceptadas.
“A interrupção de interceptações telefônicas é realizada pelas próprias empresas de telefonia móvel. Após o recebimento de notificação da decisão judicial, a PF imediatamente comunicou a companhia telefônica. Até o cumprimento da decisão judicial pela empresa de telefonia, foram interceptadas algumas ligações. Encerrado efetivamente o sinal pela companhia, foi elaborado o respectivo relatório e encaminhado ao juízo competente, a quem cabe decidir sobre a sua utilização no processo”, diz nota da PF.
Após a divulgação da inteceptação, Cristiano Zanin, um dos advogados de Lula, classificou de “arbitrária” a divulgação de grampos telefônicos. “Foi uma arbitrariedade muito grande. Um grampo envolvendo uma presidenta da República é um fato muito grave, nós entendemos que esse ato está estimulando uma convulsão social, e isso não é papel do Poder Judiciário”, disse o advogado.
Resposta da Presidência
O Palácio do Planalto divulgou hoje (16) nota em que explica o teor da conversa telefônica entre a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula. Segundo a nota, divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência, a conversa teve “teor republicano”. A Presidência repudiou “com veemência” a divulgação e disse que vai adotar medidas para reparar o que classificou como “flagrante violação” da lei e da Constituição Federal.
De acordo com a Presidência, o termo de posse de Lula como novo ministro-chefe da Casa Civil foi encaminhado para que ele assinasse caso não pudesse comparecer à cerimônia, marcada para esta quinta-feira (17). Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência, a cerimônia de posse do novo ministro está marcada para amanhã, às 10h, no Palácio do Planalto. “Uma vez que o novo ministro, Luiz Inácio Lula da Silva, não sabia ainda se compareceria à cerimônia de posse coletiva, a Presidenta da República encaminhou para sua assinatura o devido termo de posse. Este só seria utilizado caso confirmada a ausência do ministro”, diz o comunicado.
“Assim, em que pese o teor republicano da conversa, repudia com veemência sua divulgação que afronta direitos e garantias da Presidência da República. Todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis serão adotadas para a reparação da flagrante violação da lei e da Constituição da República, cometida pelo juiz autor do vazamento”, completou o Planalto na nota.
Leia a íntegra de uma das interceptações telefônicas:
MORAES: MORAES! MARIA ALICE: MORAES, boa tarde, é MARIA ALICE, aqui do gabinete da PRESIDENTA DILMA. MORAES: Boa tarde…ô, senhora MARIA, pois não! MARIA ALICE: Ela quer falar com o PRESIDENTE LULA. MORAES: Eu tô levando o telefone pra ELE então. Só um minuto, vou ver e te passo, tá? Por favor. MARIA ALICE: Muito obrigada. MORAES: Tá bom, de nada. (pequeno intervalo) MORAES: Só um minuto, senhora MARIA ALICE. MARIA ALICE: Tá “ok” LILS (Lula): Alô! MARIA ALICE: Alô, só um momento PRESIDENTE. (intervalo – música de ramal) DILMA: Alô. LILS: Alô. DILMA: LULA, deixa eu te falar uma coisa. LILS: Fala querida. “Ahn” DILMA: Seguinte, eu tô mandando o “BESSIAS” junto com o PAPEL pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o TERMO DE POSSE, tá?! LILS: “Uhum”. Tá bom, tá bom. DILMA: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí. LILS: Tá bom, eu tô aqui, eu fico aguardando. DILMA: Tá?! LILS: Tá bom. DILMA: Tchau LILS: Tchau, querida
Investigações preliminares da Lava Jato começaram em 2009, a partir da apuração do envolvimento do então deputado federal José Janene (PP) com os doleiros Alberto Youssef e Carlos Habib Charter -Rovena Rosa/Arquivo Agência Brasil
Investigações preliminares da Lava Jato começaram em 2009, a partir da apuração do envolvimento do então deputado federal José Janene (PP) com os doleiros Alberto Youssef e Carlos Habib Charter -Rovena Rosa/Arquivo Agência Brasil
A Operação Lava Jato chega hoje (17) a dois anos de investigações com 93 condenações e R$ 2,9 bilhões devolvidos pelos investigados. Os trabalhos começaram em 2009, quando o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, começou a apurar as operações financeiras do doleiro Alberto Youssef.
De acordo com dados recentes levantados pela força-tarefa de procuradores que atua na Lava Jato, os desvios na Petrobras envolvem cerca de R$ 6,4 bilhões em propina a ex-diretores da estatal, executivos de empreiteiras que assinaram contratos com a empresa e agentes públicos. Até o momento, foram recuperados R$ 2,9 bilhões e repatriados R$ 659 milhões, por meio de 97 pedidos de cooperação internacional. O total do ressarcimento pedido pelo Ministério Público Federal a empreiteiras e ex-diretores da Petrobras chega a R$ 21, 8 bilhões.
Em dois anos, Sérgio Moro proferiu 93 condenações, sentenças que somam 990 anos e sete meses de pena. Os crimes são corrupção, tráfico transacional de drogas, formação de organização criminosa e lavagem de ativos. As investigações também contaram com 49 acordos de delação premiada e cinco acordos de leniência com empresas.
As investigações preliminares da Lava Jato começaram em 2009, a partir da apuração do envolvimento do então deputado federal José Janene (PP), que morreu em 2010, com os doleiros Alberto Youssef e Carlos Habib Charter.
Em 2013, a Polícia Federal descobriu quatro organizações criminosas, todas comandadas por doleiros. Com base no monitoramento dos suspeitos, os investigadores chegaram a Paulo Roberto Costa, que recebeu um veículo da marca Land Rover como presente do doleiro Alberto Youssef.
A partir daí, por meio de depoimentos de delação premiada, os investigadores descobriram a participação de dirigentes de empreiteiras, que organizaram um clube para combinar quais as empresas que participariam das licitações da Petrobras.
Promotores dizem que, solto, Lula representa perigo contra a ordem pública (Foto: Reprodução)
O líder do PT na Câmara, deputado Afonso Florence (BA), anunciou há pouco que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assumir a Casa Civil da Presidência da República, no lugar de Jaques Wagner.
Ontem (15), Lula se reuniu, no Palácio do Planalto, por mais de quatro horas com a presidenta Dilma Rousseff e na manhã de hoje voltou ao palácio, por volta das 9h. Também estão no Alvorada os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, da Fazenda, Nelson Barbosa, e da Educação, Aloizio Mercadante.
Desde ontem, a possibilidade de Lula ser nomeado ministro de Dilma repercute entre deputados favoráveis e contrários ao governo. Os petistas apoiam a iniciativa por conta da habilidade política do ex-presidente, enquanto os oposicionistas classificam a hipótese como tentativa de blindá-lo das investigações da Operação Lava Jato.
Dupla foi atropelada após troca de tiros (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Dupla foi atropelada após troca de tiros (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Dois homens morreram na noite desta terça-feira (15) após uma troca de tiros com a polícia em João Pessoa. Durante a perseguição, a dupla, que estava em uma moto, caiu e foi atropelada por um caminhão, conforme informou a tenente Andrezza, da Polícia Militar, no local da ocorrência.
A policial explicou que uma equipe da PM estava fazendo rondas e os dois fugiram quando viram a viatura. Houve troca de tiros e, quando eles entraram na Avenida Cruz das Armas, caíram e foram atropelados.
O caminhoneiro foi conduzido para prestar depoimento na Central de Polícia Civil de João Pessoa. Os corpos das vítimas foram direcionados para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal de João Pessoa, no bairro do Cristo Redentor.
Adolescente estava seguindo a pé para casa de uma tia quando foi baleado (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Adolescente estava seguindo a pé para casa de uma tia quando foi baleado (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Um estudante de 17 anos foi morto a tiros em Campina Grande, na noite da terça-feira (15). De acordo com as primeiras informações divulgadas pela Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta teriam abordado o rapaz e disparado várias vezes no meio da rua. Segundo testemunhas, o adolescente seguia caminhando em direção a casa de uma tia no bairro do Monte Santo no momento do crime.
Um dos suspeitos do crime atirou pelo menos cinco vezes contra a vítima. Após o assassinato, a dupla fugiu na motocicleta e ninguém foi preso até a manhã desta quarta-feira (16), informou a PM.
Vários moradores do bairro correram para tentar ajudar o rapaz e alguns ainda flagraram a vítima pedindo socorro. “Quando nós ouvimos o tiro a gente correu para olhar e ele já estava caído passando mal”, contou à TV Paraíba uma moradora do local.
O jovem foi socorrido e levado por familiares em um carro de passeio para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A vítima chegou a receber os primeiros atendimentos, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no final da noite.
Para Carlos Roberto de Souza, amigo da família do adolescente, o crime foi um engano. “Ele era um rapaz bom, não fazia nada de errado, deve ter sido confundido”, disse. Os pais da vítima afirmaram à polícia que o estudante não tinha envolvimento com drogas. As informações são do G1.
Segundo a Polícia Civil, suspeitos integram quadrilha responsável por assaltos a estabelecimentos comerciais e instituições financeiras (Foto: Divulgação)
Suspeitos integram quadrilha responsável por assaltos a estabelecimentos comerciais e instituições financeiras (Foto: Divulgação)
O trabalho integrado das Polícias Civil e Militar da Paraíba resultou na prisão de três homens e na apreensão de três armas de fogo, sendo uma submetralhadora semiautomática, e ainda entorpecentes, na tarde dessa terça-feira (15), na cidade de Baía da Traição, Litoral Norte do Estado.
De acordo com equipes da 7ª Delegacia Seccional de Polícia Civil e da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar, que realizaram as prisões, o trio fazia parte de um bando responsável por tráfico e roubos a estabelecimentos comerciais e instituições financeiras. Com eles ainda foram encontradas maconha e pasta base de cocaína.
Os suspeitos foram levados para a DPC, em Mamanguape, de onde devem ser encaminhados a um presídio.