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quarta-feira, 7 outubro 2026
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MEC apura atuação irregular de várias faculdades na Paraíba

Do Jornal da Paraíba 

O sonho de terminar um curso superior tem se transformado em pesadelo para centenas de estudantes paraibanos que se matriculam em faculdades não reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e acabam ficando sem o tão desejado diploma. Os transtornos incluem perda de dinheiro, de tempo e desilusão. Nesses casos, a orientação é denunciar a faculdade ao MEC e procurar a Justiça para tentar reverter o prejuízo.

A presença de faculdades privadas com suspeita de irregularidades parece ser mais frequente em municípios do interior do Estado. Em Bananeiras, no Brejo, por exemplo, uma turma de 25 alunos registrou boletim de ocorrência após suspeitar de fraude por parte da instituição que se identificava como Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire). A faculdade oferece cursos de extensão como sendo de Licenciatura em Pedagogia. Promete diploma, mas o máximo que pode emitir é um certificado, o que não confere ao aluno habilitação técnica para o mercado de trabalho.

A desconfiança da turma surgiu após a prisão de um angolano em janeiro deste ano suspeito de abrir polos de uma faculdade privada em Pernambuco e na Paraíba. Um mês antes, uma decisão do Ministério Público Federal de Pernambuco (MPF-PE) havia determinado a suspensão das atividades da Fadire nos dois estados. Mesmo assim, a instituição continuou em funcionamento.

Nesse instante, os alunos começaram a pressionar o coordenador da instituição, Isaías Sales, cobrando uma posição sobre o caso. Segundo os estudantes, o coordenador convocou uma reunião na qual teria informado que a solução encontrada foi a mudança de nome de Fadire para Faculdade São Augusto (Faisa). A situação estaria resolvida não fosse um detalhe: no MEC, a informação recebida foi que a Faisa tem autorização de funcionamento, mas não pode ofertar cursos fora de sua sede, que fica na Região Sul.

Por telefone, a diretora da Faisa, Patrícia Cruz, disse que a faculdade nunca ofereceu serviços na Paraíba e afirmou desconhecer a existência de polos em Bananeiras, Belém e Borborema. Ao JORNAL DA PARAÍBA, o coordenador Isaías Sales explicou que a faculdade não oferece – e nunca ofereceu – cursos superiores, como dito pelos alunos. “O problema é que a gente explica uma coisa mil vezes, mas os alunos não entendem. A oferta é de curso de extensão em Pedagogia e isso já foi explicado. Assim como foi esclarecido que ninguém é obrigado a continuar na instituição”, declarou.

Sales explicou ainda que, ao final do curso, os alunos receberão um certificado, que nada tem a ver com diploma de curso superior. Ele disse ainda que a mudança de nome da instituição atendeu a um pedido dos alunos, que não queriam esperar o desfecho da ação judicial sobre o caso. Segundo o coordenador, o curso tem duração de três anos. “Essa é a primeira turma nossa que deu problema”, frisou.

Divulgados nas redes sociais

Diante de tantas informações desencontradas, alguns alunos decidiram procurar outra faculdade, na esperança de concluir o curso. Uma das instituições citadas por eles foi a Faculdade de Ciências Educacionais e Empresariais de Natal (Facen). A diretora da Facen, Jeane Mara, negou a oferta de cursos superiores. “Nunca oferecemos cursos superiores. O que ofertamos são cursos de extensão, para o qual temos autorização”, declarou.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), embora a Facen seja credenciada ao Sistema Federal de Ensino, ela não tem credenciamento para a modalidade Educação a Distância (EAD) nem para atuar na Paraíba. A atuação, portanto, seria irregular. O MEC informou que vai investigar a atuação da Facen no Estado, bem como a presença da Universidade Iguaçu e a Faculdade Ecoar, que também oferecem cursos pelo interior da Paraíba, conforme propagandas nas redes sociais.

No caso da Fadire, o MEC informou que há um processo para apurar denúncia de parceria com instituição não credenciada pelo MEC para aproveitamento irregular de cursos livres como parte de seu curso de graduação em Administração. A denúncia também indica que a Fadire atuaria nos estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba, o que agravaria a irregularidade, uma vez que a instituição não possui credenciamento para oferta de cursos a distância. 

Estudantes não recebem diplomas

Pedindo para preservar seu nome, uma estudante, que nesta reportagem será chamada de Márcia, disse que concluiu o curso de Licenciatura em Biologia no início do ano passado, mas até hoje não recebeu o diploma pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Márcia revelou que não é a única pessoa revoltada com a situação. Haveria pelo menos outros mil alunos com a mesma pendência.

“Sem o diploma, o tempo que estudamos não vale de nada. Precisamos do diploma para o mercado de trabalho”, enfatizou. Márcia disse ainda que liga para a faculdade quase toda semana, mas a informação que recebe é que ainda não há previsão para a chegada dos diplomas, que seriam emitidos no Ceará.

A diretora acadêmica da UVA, Maria Cacilda Marques, admitiu que houve um impasse em relação à emissão dos diplomas em razão da instituição ter implantado um novo sistema. “Tivemos algumas interrupções no sistema, é verdade, mas não é uma falha normal da instituição”, declarou. Ela afirmou que os lotes de diplomas já estão sendo finalizados e cerca de 800 alunos paraibanos devem recebê-los em aproximadamente um mês.

Cacilda explicou que, embora a implantação do sistema tenha atrasado a emissão dos diplomas, os alunos não ficaram desassistidos. “A faculdade emitiu certificados de conclusão que são válidos por seis meses, podendo ser renovados por igual período”, afirmou. Ela revelou que alguns alunos chegaram a procurar a Justiça para cobrar o diploma, mas a justificativa da instituição foi aceita nas audiências.

Recentemente a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), responsável pela supervisão de instituições de educação superior integrantes do Sistema Federal de Ensino, recebeu 20 denúncias de faculdades da Paraíba, mas a maioria foi arquivada porque as irregularidades não foram comprovadas ou porque não se tratavam de Instituições de Ensino Superior (IES).

Notificados

O MEC notificou as instituições citadas nesta reportagem (com exceção da UVA) para que no prazo de dez dias apresentem suas respostas, que fará a devida apuração das denúncias. As faculdades estão sujeitas a penalidades, tais como desativação de cursos e habilitações, suspensão temporária, suspensão temporária de prerrogativas de autonomia ou até o descredenciamento da instituição perante o ministério.

Curso de extensão não é curso superior

Um curso de extensão não habilita o aluno para o mercado de trabalho. Pode melhorar a formação e o conhecimento, mas não substitui um diploma de curso superior. Além disso, um curso de extensão não exige qualquer formação do aluno como requisito para cursá-lo. Diferente do superior, que tem como exigência a conclusão do ensino médio. As informações são do Ministério da Educação (MEC).

Denúncias de propaganda enganosa

Se uma faculdade oferece curso que não está autorizado pelo MEC, o estudante deve ligar para 0800 616161 para se informar como formalizar a denúncia. Diante da oferta de cursos irregulares em instituições não credenciadas, os estudantes podem procurar o Procon, por se tratar de direitos do consumidor.

Por Valéria Sinésio 

Homem é baleado após ter casa invadida em Baía da Traição

Um homem foi baleado na noite deste sábado (26), em Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano. Segundo informações da Polícia Militar, o suspeito armado invadiu a casa da vítima que teria reagido. Até o momento, ninguém foi preso. 

Leia mais notícias no Portal PBVale

Severino Pereira da Costa Filho, de 48 anos, foi alvejado no ombro, braço e mão. Ele foi socorrido por familiares para o Hospital Geral de Mamanguape (HGM), em seguida transferido para o Trauma, na Capital.

Conforme populares, Severino e família, estavam passando o feriado prolongado da Semana Santa na casa de veraneio na Baía da Traição. A polícia investiga o caso e trabalha com a hipótese de tentativa de homicídio ou latrocínio.

“Estamos colhendo dados, ouvindo a vítima e sua família. Já temos a identificação do possível atirador, nossas equipes estão realizando diligências”, disse um PM.

Guarnições da 2ª CIPM realizaram rondas por toda região para tentar localizar o suspeito, mas até o fechamento desta publicação, sem êxito.

Da Redação, PBVale

Concursos públicos oferecem 35 mil vagas para diversos cargos

Do Jornal da Paraíba

Aprovação em um concurso público continua sendo uma certeza de estabilidade financeira. Com isso, concurseiros buscam certames e oportunidades abertas espalhadas pelo Estado e pelas diversas regiões do país. Na Paraíba, são 800 cargos públicos oferecidos em concursos para todos os níveis de escolaridade, e com o maior salário sendo R$ 5 mil em Maturéia. Já na região Nordeste, são 10.897 vagas ofertadas, exceto no Rio Grande do Norte, com salários que chegam a cerca de R$ 11,7 mil, em certame no Ceará. Enquanto no país, são no total 35.060 vagas em concursos públicos. Com destaque para Minas Gerais, que oferece 93 concursos, sendo um deles o da Prefeitura de Passos, com 293 vagas e salário de até R$ 5,1 mil. O concurso de promotor de justiça do Ministério Público Estadual de Santa Catarina é o que mais remunera no país, com um salário de R$ 22 mil.

Na Paraíba, destacam-se um concurso federal e outro que oferta um salário de R$ 5 mil. A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) está com certame aberto e disponibiliza 100 vagas para todos os níveis de escolaridade, com salários de até R$ 3,6 mil. Já o salário de R$ 5 mil está disponível para o concurso da prefeitura de Maturéia, região metropolitana de Patos. Em Cachoeira dos Índios, a 507 quilômetros da capital, serão ofertadas pela prefeitura 42 vagas para cargos de todos os níveis de escolaridade com salários de até R$ 1,7 mil. Ainda na UFCG, a instituição oferece quatro vagas para professores adjuntos ou assistentes, e os salários chegam a R$ 8,6 mil.

Para quem quer tentar a chance em outro estado, mas não sair da região, os concursos da Polícia Militar e Secretaria de Estado da Educação, ambos em Pernambuco, reúnem 7.391 vagas, e com ganhos de R$ 2,3 mil e R$ 1,9 mil, respectivamente. Ainda no Nordeste, em Juazeiro, cidade baiana, a prefeitura da cidade oferece 100 vagas com salários de até R$ 3 mil. E, em Barreirinhas, no Maranhão, cidade a 250 quilômetros da capital São Luís, a prefeitura oferece 360 vagas, com salários que alcançam R$ 5 mil. Um dos maiores salários da região é o do concurso da prefeitura de Cristinápolis, no Sergipe, que oferece a atrativa remuneração de R$ 8,7 mil, e tem 55 vagas para níveis médio e superior.

No Brasil, concursos chegam a oferecer remuneração de R$ 22 mil. Que é o caso do certame do Ministério Público Estadual de Santa Catarina, com 11 vagas para promotor de justiça. Na região Norte, concursos no Amazonas e Pará, são os destaques. Parintins, cidade amazonense, oferece 2 mil vagas, para todos os níveis de escolaridade, com salários que chegam a R$ 9,2 mil; enquanto o Tribunal de Contas do Estado do Pará remunera em até R$ 6,2 mil e oferece 95 vagas em níveis médio e superior. Na região Sudeste, o salário de R$ 7,1 mil é vencimento básico oferecido pelo certame do Ministério Público do Rio de Janeiro, que conta com 21 vagas. A prefeitura de São Paulo está ofertando mil vagas, com salário de até R$ 1,3 mil, para assistente de gestão de políticas públicas. Ainda em São Paulo, o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) chega a remunerar em R$ 7.333,09, e contratará 100 servidores. No Sul, a Fundação de Saúde Pública São Camilo de Esteio, oferta 69 vagas, com vencimento mensal que chega a R$ 7,4 mil. 

Por Cógenes Lira

Na Paraíba, depois de quase um mês, só 18% declararam Imposto de Renda

Do Portal Correio 

Apenas 18,1% dos paraibanos declararam o Imposto de Renda 2016, conforme nota divulgada na última quinta-feira (24) pela Receita Federal. O procedimento começou a ser realizado no dia 1º deste mês e deve ser feito até 29 de abril.

Segundo a Receita Federal, 290 mil pessoas devem declarar o Imposto de Renda. Até essa quinta, o órgão tinha recebido apenas 52.590. O número representa 1,04% do total recebido em todo o país.

A orientação da Receita Federal é que se o contribuinte tiver dúvidas na hora de fazer sua declaração, pode recorrer ao ‘Perguntas e Respostas 2016’, disponibilizado no site da Receita Federal.

Quem atrasar a pensão alimentícia pode ser preso em regime fechado

Juiz também pode colocar o nome do devedor na lista do SPC e da Serasa
Juiz também pode colocar o nome do devedor na lista do SPC e da Serasa
Juiz também pode colocar o nome do devedor na lista do SPC e da Serasa

Do Jornal Hoje

A lei está mais dura com quem não paga pensão alimentícia. De acordo com o Novo Código de Processo Civil, o devedor pode pegar até três meses de prisão em regime fechado.

Uma enfermeira, que prefere não ser identificada, está lutando pelos direitos da filha. O pai parou de pagar pensão alimentícia há nove meses. “Tem cursinho, tem plano de saúde, tem várias coisas e o meu salário não está dando. E é pai, tem que ajudar o filho, não tem como”, conta.

Leia mais: Código de Processo Civil entra em vigor com a promessa de agilizar ações

Ela entrou com um processo na defensoria pública. Pela nova lei, o juiz vai mandar ouvir o devedor. Ele terá três dias para pagar ou apresentar uma justificativa. Se não aparecer ou se a justificativa for negada, poderá ser preso por até três meses em regime fechado. Antes cabia ao juiz definir o regime de prisão. O devedor deve ficar em cela separada. A pena não livra a pessoa da dívida, mas ela poderá ser solta a qualquer momento se quitar o débito.

Outra nova ferramenta para forçar o devedor a pagar a pensão alimentícia é a seguinte: o juiz vai mandar colocar o nome dele na lista suja do SPC e da Serasa. E aí a pessoa fica impedida, por exemplo, de pegar financiamentos e de parcelar compras.

Para o defensor público, Lucas Borges, outra mudança na lei apertou ainda mais o cerco contra os devedores. “Mesmo antes dele ser citado é possível o bloqueio dessas contas”.

Para quem paga o benefício e está com dificuldades financeiras, o conselho é acionar a justiça o quanto antes. “A hipótese de desemprego, deve conduzir esse devedor de imediato a procurar um advogado e buscar a exoneração ou a revisão dessa pensão alimentícia”, explica o advogado Dierle Nunes.

Um homem, que prefere não ser identificado, diz que a ex-mulher não dá nenhum centavo para os três filhos desde 2013. Desempregado, ficou difícil bancar tudo sozinho. Agora, ele espera a decisão da justiça. “Acho que vai ser uma forma das pessoas ficarem com medo e começar a pagar”.

Por Cristiane Leite

Sérgio Moro decide libertar nove presos temporários da 26ª fase da Lava Jato

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, decidiu pela liberação de nove presos temporários da  26ª fase da Operação Lava Jato, identificada como Operação Xepa. As prisões foram efetuadas no dia 22 de março. O prazo para o cumprimento vence hoje (26). Em despacho, Moro diz que não é o caso de prorrogação das prisões e determina a expedição dos alvarás de soltura.

Sérgio Moro, no entanto, determinou também que nenhum deles poderá deixar o país durante as investigações e que devem entregar os passaportes no prazo de três dias.

“Diante dos indícios de que executivos do Grupo Odebrecht foram deslocados para o exterior durante as investigações, nele obtendo refúgio, imponho como medida cautelar alternativa à prisão a proibição de que os os investigados ora soltos deixem o país”, diz o despacho.

As nove pessoas presas temporariamente são investigadas por crimes que envolvem fraudes documentais. A prisão foi decidida, segundo despacho feito na época porque existia risco de ocultação, destruição e falsificação de provas. O juiz também justificou a prisão na garantia de que essas pessoas seriam ouvidas separadamente pela autoridade policial, “sem que recebam influências indevidas uns dos outros”.

Planilhas

No despacho desta sexta-feira, Moro diz ainda que vai mandar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as planilhas apreendidas na residência do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Júnior, que  identificam pagamentos a cerca de 200 políticos. A lista contém nomes de autoridades com foro privilegiado.

De acordo com o juiz, é prematura qualquer conclusão quanto à natureza dos pagamentos, se ilícitos ou não.  “Os pagamentos retratados nas planilhas da residência do executivo Benedi­cto Barbosa podem retratar doações eleitorais lícitas ou mesmo pagamentos que não tenham se efetivado”. diz Moro. “A cautela recomenda, porém, que a questão seja submetida desde logo ao Egrégio Supremo Tribunal Federal”.

Os presos temporários que tiveram a liberação determinada hoje são:

– Alvaro José Galliez Novis

– Antônio Claudio Albernaz Cordeiro

– Antônio Pessoa de Souza Couto

– Isaias Ubiraci Chaves Santos

– João Alberto Lovera

– Paul Elie Altit

– Roberto Prisco Paraíso Ramos

– Rodrigo Costa Melo

– Sergio Luiz Neves

Por Mariana Tokarnia

Dunga convoca Felipe e Gabigol para encarar o Paraguai

Gabigol foi convocado para o lugar de Neymar
Gabigol foi convocado para o lugar de Neymar
Gabigol foi convocado para o lugar de Neymar

Do R7

O técnico Dunga surpreendeu a todos e, neste sábado (26), anunciou a convocação do zagueiro Felipe, do Corinthians, e do atacante Gabriel, o Gabigol, do Santos, para encarar o Paraguai na próxima terça-feira (29), em Assunção, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.

A dupla foi chamada para substituir David Luiz e Neymar, suspensos pelo segundo cartão amarelo que receberam no empate por 2 a 2 com o Uruguai, na Arena Pernambuco.

Essa é a primeira convocação da carreira de Felipe, que brigará pelo lugar de David Luiz entre os titulares com outros ex-corintianos: Gil, hoje na China, e Marquinhos, do PSG francês.

Gabigol também terá sua primeira chance no time principal do Brasil. O santista foi tirado do grupo sub-23 que foi convocado para duas partidas amistosas e já foi derrotado pela Nigéria.

Jovem é executado a golpes de facão, pauladas e pedradas, na PB

Local de um dos crimes registrados, em Guarabira
Local de um dos crimes registrados, em Guarabira

Do Portal Correio

Um jovem de 21 anos foi morto com facada, pauladas e pedradas em uma fazenda localizada na Zona Rural de Cacimba de Dentro, no Agreste da Paraíba, a 170 km de João Pessoa, na noite dessa sexta-feira (25). O corpo foi localizado submerso em uma cisterna existente no mesmo local, na manhã deste sábado (26). Três menores foram detidos e confessaram o crime. Homicídio registrado também na cidade de Guarabira, no Brejo, a 98 km da Capital.

No caso de Cacimba de Dentro, segundo o cabo Gentil, da Polícia Militar de Araruna, que fica responsável pelas ocorrências da região, a vítima estava bebendo em um bar com o trio suspeito na noite dessa sexta, no distrito de Logradouro, que pertence a Cacimba de Dentro. Em determinado momento, os menores, de 15, 16 e 17 anos, conduziram o rapaz até o local do crime e o executaram. Os três foram apreendidos neste sábado em ação da polícia e conduzidos para a delegacia de Solânea.

“O motivo da ocorrência foi provavelmente algum desentendimento. Eles não explicaram o porquê do ato, mas confessaram o crime e relataram como fizeram”, disse o cabo Gentil, que acrescentou que tanto eles quanto a vítima já eram conhecidos pela polícia por envolvimento com assaltos e tráfico de drogas.

Guarabira

Um homem foi morto a tiros no bairro Nordeste 1 por volta das 10h deste sábado. De acordo com a PM, o crime aconteceu dentro de uma residência. Até as 14h, as polícias Militar e Civil se encontravam no local do fato e ainda não haviam feito a identificação da vítima assassinada. Até então não havia suspeitos e as motivações para a ação criminosa eram desconhecidas.

Por Gustavo Medeiros

Mães de bebês com microcefalia não conseguem benefício do INSS

Mulheres de baixa renda deixam de trabalhar para cuidar do filho
Mulheres de baixa renda deixam de trabalhar para cuidar do filho

Do Jornal Hoje

O Governo Federal anunciou no início do ano que mães de crianças com microcefalia relacionada ao vírus da zika teriam prioridade para receber um benefício em dinheiro do INSS, mas muitas não conseguem a ajuda prometida.

Três vezes por semana, a Laurineide Bezerra Santos, sai de Monteiro, na Paraíba, às duas horas da madrugada e viaja 350 quilômetros para que o filho receba acompanhamento médico no Recife. O bebê, de quatro meses, tem microcefalia. O marido é agricultor. Ela vendia frutas e verduras e teve que parar de trabalhar para cuidar do filho, justamente quando as despesas aumentaram.

“Aumentaram as despesas com carro, com remédio, que ele toma remédio controlado e muitas outras despesas porque só você se deslocar de Monteiro aumenta muito”, conta Laurineide

A Laurineide espera a concessão do benefício de prestação continuada do INSS, anunciado como prioridade pelo Governo Federal em janeiro deste ano. Um salário mínimo para ajudar nas despesas. Mas, no Recife, para conseguir o agendar a perícia médica ela vai esperar três meses.

“Muita demora, muita demora para pessoa que está precisando é muito tempo”, desabafa Laurineide.

Para acelerar a concessão do benefício, o INSS está fazendo mutirões nos fins de semana.  No primeiro, no Recife, 33 mães se inscreveram. Dezoito benefícios foram concedidos, 11 negados e quatro estão sendo analisados.  O maior problema é a renda.

Para requerer o benefício da Previdência Social, a família tem que ser de baixa renda. E é preciso fazer conta. Somar a renda de todos da família e dividir pela quantidade de pessoas que moram na mesma casa. O resultado tem que ser menor que R$ 220 por pessoa, por mês, para dar direito ao benefício.

Por esse critério, a família do Enzo, que tem microcefalia, não poderá receber o benefício. São três pessoas vivendo com um salário mínimo. “Eu acho assim, independente que esteja ou não dentro da renda, é o benefício é para ele, não é para mim. É para ele que vai precisar de ônibus, transporte, de carro”, fala a estudante Bruna Tamires.

Em Pernambuco são 256 casos confirmados de microcefalia. O governo do estado propõe a criação de uma pensão específica para esses bebês. “A sugestão é que a gente possa encaminhar à presidente Dilma e aos ministros do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Previdência Social para que eles analisem esta possibilidade de fazer esta concessão. Haja vista que este direito das famílias serem atendidas com maior celeridade”, explica o secretário de desenvolvimento Social da Criança e da Juventude, Isaltino Nascimento.

“Uma medida provisória seria uma iniciativa mais rápida para efeitos imediatos. É uma iniciativa que pode ser adotada a qualquer momento pela Presidência da República porque atende o requisito de urgência e depois tem uma tramitação no Congresso Nacional para aprovação, mas enquanto isso surte efeitos, concede uma pensão específica para estas vítimas da epidemia”, fala o conselheiro federal da OAB, Pedro Henrique Reynaldo.

As mães reivindicam os direitos dos bebês. “A prioridade é meu filho. A atenção é toda para ele agora”, fala Bruna.

Por Beatriz Castro

Mais de 60 pessoas são detidas e 19 armas apreendidas pela PM na Paraíba

A Polícia Militar conduziu para as delegacias, até às 7h deste sábado (26), 61 suspeitos flagrados com drogas, por roubos, furtos, porte ilegal de arma, homicídios e em cumprimento de mandado de prisão na Paraíba. As prisões e apreensões fazem parte da Operação Semana Santa, conforme balanço parcial divulgado pela corporação.

No período, foram retiradas de circulação 19 armas de fogo, recuperados 17 veículos roubados e apreendidos 211 papelotes de maconha, 155 pedras de crack, cinco papelotes de cocaína e quatro comprimidos de anfetamina.

Dos 61 detidos, 21 foram com drogas, 20 por roubos ou furtos, 12 por porte ilegal de arma, cinco por homicídio e três por força de mandado de prisão.

Em todo o Estado as ações foram reforçadas, principalmente nos locais apontados pelo Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social e serviço de inteligência da PM. As atividades da Operação Semana Santa vão até a madrugada da próxima segunda-feira (29), com incremento de mais de 500 policiais por dia nas ruas.

Da Redação, com Secom-PB

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