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Site diz que Bolsonaro exerce apelo gay entre os fãs

Bolsomito no meio de seus seguidores: só meninos
Bolsomito no meio de seus seguidores: só meninos

Do ParlamentoPB

O jornalista Kiko Nogueira, diretor-adjunto do DCM, argumenta que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), exerce um fascínio gay sobre seus seguidores.

“Algumas coisas chamam a atenção na legião de seguidores de Jair Bolsonaro, o deputado que emergiu com mais força depois do último protesto antigoverno. A primeira, óbvia, é o fanatismo. Bolsomito, como eles chamam, é incorruptível, infalível, inteligente, a encarnação do profeta. A segunda é a truculência. Eles gostam de porrada, eles rejeitam qualquer crítica, eles xingam o que vêem pela frente, especialmente se as vítimas forem mais fracas. A terceira, e esta é a mais interessante, é que são todos homens. Não propriamente homens — meninos. Há raríssimas fãs do sexo feminino”, diz ele.

“Os rapazes idolatram o jeito de ele falar, a boca torta num esgar que fica mais estranho quando ele está nervoso, o jeito de ele andar, o jeito dele ser. Bolsonaro gosta de ficar entre esses machos e os machos gostam de estar com Bolsonaro”, afirma. “Bolsonaro exerce um intenso apelo homoerótico sobre seu eleitorado. É o fascínio homossexual do fascismo, disfarçado sob a homofobia.”

Kiko traça, ainda, um paralelo entre o fenômeno atual no Brasil e o nazistmo na Alemanha. “Os membros da Escola de Frankfurt descreveram um tipo de personalidade homossexual entre os nazifascistas. As tendências de submissão masoquistas desse tipo o tornaram vulnerável ao apelo sedutor da causa”, diz ele. “Na Alemanha de Hitler, uma elite de homens firmemente unidos entre si e aduladores de um deus de bigode esquisito era a condição necessária para uma nação forte, pura, honesta e viril.”

Leia a íntegra no Diário do Centro do Mundo.

Da Redação, PBVale

Entidades dizem que proibir livros e temática de gênero é preconceito

Livro de ciências para alunos do 5º ano está no centro da polêmica com vereadores
Livro de ciências para alunos do 5º ano está no centro da polêmica com vereadores

Especialistas e entidades ligadas à causa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) criticam a iniciativa dos vereadores do Recife de proibir livros didáticos que falem de diversidade sexual e dizem que a exclusão desses temas da sala de aula é preconceito.

“Se você é contra qualquer forma de discriminação você não pode excluir essa expressão [homossexualidade] dos livros. Preconceito não é só agressão física”, defende o professor de psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Benedito Medrado.

“Para mim, é extremamente discriminatório você poder colocar a história de um príncipe e de uma princesa no livro e não poder colocar duas princesas. Então você só está ensinando uma forma de sexualidade. Se você não aceita as possibilidades diversas de expressão da sexualidade está praticando homofobia tanto quanto a pessoa que agride diretamente uma pessoa que beija outra do mesmo sexo. É uma lógica muito sutil. Eu chamo de homofobia cordial”, completou Medrado que integra o Fórum Nacional de Pesquisas em Gênero, Sexualidade e Educação, formado por mais de 80 núcleos de pesquisa de universidades brasileiras.

“Como a gente aprovou recentemente uma lei contra o bullying e vai tirar dos livros didáticos a discussão sobre direitos sexuais? É contraditório”, critica Medrado.

Saiba Mais

O especialista argumenta que levar a discussão para a escola ajuda a manter os adolescentes seguros. “O fato de não ter no livro didático não vai mudar em nada o acesso à informação. O que vai tirar é qualidade. Eles vão continuar vendo tudo o que veriam no livro didático de uma forma explorada, bem elaborada, bem discutida. Vão ver na internet, sem a possibilidade de intervenção de um profissional de educação que poderia contribuir para tornar a experiência mais saudável. E a gente só contribui de fato para a violência e a discriminação”.

De acordo com a pesquisa Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por que frequentam?, feita em 2013 e coordenada pela socióloga Miriam Abramovay, 19,3% dos estudantes da rede pública não gostariam de ter um colega de classe travesti, homossexual, transsexual ou transgênero.

O estudo, feito com o apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), indicou que esse é o terceiro grupo mais rejeitado na escola, atrás de bagunceiros e puxa-sacos dos professores. Mais da metade (52,5%) dos alunos consultados também se declararam contra o casamento de pessoas do mesmo sexo.

Para Jô Menezes, da organização não governamental (ONG) Gestos, que trabalha com populações vulneráveis a doenças sexualmente transmissíveis e ao vírus HIV, a intenção dos parlamentares é evitar a discussão sobre diversidade sexual.

“O que eles querem defender é que isso não seja discutido, não seja possibilitado porque abre as possibilidades de entender que sexualidade é algo que se sente, que se vive no corpo, mas que está relacionado a várias questões e não pode ser normatizado pela religião x, y ou z”, critica.

Ela também destaca que o Estado brasileiro é laico e, portanto, não poderia ser regido pelos dogmas de representantes de igrejas. “Embora muito mais teórico do que na prática, é um estado laico. Então eu acho que a escola tem sim a possibilidade de fazer uma discussão boa, esclarecedora, sem ser com informações erradas, que mais confundem os jovens do que os deixa livres para viver a sexualidade com responsabilidade”.

Os dois especialistas ouvidos pela Agência Brasil defendem que o conteúdo seja adequado à idade das crianças. “É óbvio que você equaciona a informação de acordo com a geração da criança. Para a quinta série não é o mesmo que para o ensino médio. É proporcional ao número de informações que elas trazem. E muitas vezes a gente trabalha com as dúvidas que chegam, é isso que a gente orienta aos educadores”, explica Benedito Medrado.

Por Sumaia Villela

JP vai sediar competição de Beach Tênis com 400 atletas

Competição vai ser realizada no Cabo Branco
Competição vai ser realizada no Cabo Branco
Competição vai ser realizada no Cabo Branco

João Pessoa vai sediar, entre os dias 1º, 2 e 3 de abril, o ‘João Pessoa Open de Beach Tênis’, competição que deve reunir cerca de 400 atletas, vindos de 12 países. O evento vai ser realizado na praia do Cabo Branco.

Os jogos serão realizados no horário das 8h às 18h, com disputas nas categorias masculino, feminino e mista (duplas compostas por homens e mulheres). Esta é a primeira vez que uma cidade do Nordeste realiza uma etapa do Beach Tênis, que contará pontos para o ranking internacional da modalidade.

Segundo o diretor da Federação Paraibana de Beach Tênis, Igor Braga, o esporte é relativamente novo, mas tem um nível de disputa muito alto.

“É um campeonato com um nível muito alto, pois estarão reunidos aqui na nossa cidade atletas bem ranqueados internacionalmente, a exemplo da melhor dupla do mundo na modalidade feminina – a venezuelana Patrícia Diaz e a alemã Maraike Biglmaier”, disse Ygor Braga.

Da Assessoria 

Explosão perto de parque deixa mortos e feridos no Paquistão

Vítima da explosão sendo socorrida depois que uma bomba explodiu em um parque público no Paquistão
Vítima da explosão sendo socorrida depois que uma bomba explodiu em um parque público no Paquistão

Do G1, em São Paulo 

A explosão de uma bomba fora de um parque público na cidade de Lahore, na província de Punjab, no Paquistão, matou pelo menos 52 pessoas e deixou 150 feridos na manhã deste domingo (27).

A explosão aconteceu na área de estacionamento, a poucos metros de onde ficam balanços para crianças.

Até o momento, não houve pessoas ou grupos dizendo-se responsáveis pelo ataque.

O Paquistão, um país com armas nucleares e 190 milhões de habitantes, enfrenta uma insurgência do grupo Talibã, além de gangues criminosas e violência sectária. Punjab é sua maior e mais rica província.

Testemunhas disseram ter visto partes de corpos espalhadas pelo estacionamento quando a poeira baixou após a explosão.

O parque estava particularmente movimentado no domingo, devido ao fim de semana do feriado de Páscoa.

Pelo menos 25 pessoas morreram em explosão em um parque no Paquistão
Pelo menos 25 pessoas morreram em explosão em um parque no Paquistão

Um conselheiro do setor de saúde do governo da província de Punjab, Salman Rafique, estimou ao menos 52 mortos.

“A maioria dos mortos e feridos eram mulheres e crianças”, disse o superintendente de polícia da região onde fica o parque, Mustansar Feroz.

Em 2014, o Paquistão lançou uma ofensiva contra o Talibã e combatentes jihadistas aliados, para evitar que estes criassem refúgios no país para lançar ataques contra o próprio Paquistão ou o Afeganistão.

Punjab tem sido tradicionalmente mais pacífica que outras partes do Paquistão. Mas no ano passado uma bomba matou um popular ministro da província e mais oito pessoas em um ataque contra a casa do ministro na região.

O Paquistão, nação com armas nucleares de 190 milhões de pessoas, é atormentado pela insurgência Talibã, gangues criminosas e violência sectária. Punjab é sua maior e mais rica província.

Acidente envolvendo três veículos na PB-073 deixa um morto e um ferido

Do Portal Correio

O secretário de Finanças e irmão do prefeito do município de Mari, Wanderley Martins, morreu, na noite de sábado (26), após um acidente envolvendo o carro que ele estava e outros dois veículos em uma rodovia que liga os municípios de Mari e Sapé, ambos na Zona da Mata paraibana, respectivamente a 76 km e 58 km de João Pessoa.

Segundo a polícia, o acidente envolveu o carro onde estava o irmão do prefeito, uma moto e um outro carro. Os três veículos bateram e o carro onde estava Wanderley terminou capotando.

Com o impacto, o irmão do prefeito teria quebrado um braço e o pescoço, morrendo ainda no local do acidente. Ainda segundo a polícia, as causas que teriam provocado o acidente, até as 6h deste domingo (27), ainda eram desconhecidas.

Da Redação, PBVale

MEC apura atuação irregular de várias faculdades na Paraíba

Do Jornal da Paraíba 

O sonho de terminar um curso superior tem se transformado em pesadelo para centenas de estudantes paraibanos que se matriculam em faculdades não reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e acabam ficando sem o tão desejado diploma. Os transtornos incluem perda de dinheiro, de tempo e desilusão. Nesses casos, a orientação é denunciar a faculdade ao MEC e procurar a Justiça para tentar reverter o prejuízo.

A presença de faculdades privadas com suspeita de irregularidades parece ser mais frequente em municípios do interior do Estado. Em Bananeiras, no Brejo, por exemplo, uma turma de 25 alunos registrou boletim de ocorrência após suspeitar de fraude por parte da instituição que se identificava como Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional (Fadire). A faculdade oferece cursos de extensão como sendo de Licenciatura em Pedagogia. Promete diploma, mas o máximo que pode emitir é um certificado, o que não confere ao aluno habilitação técnica para o mercado de trabalho.

A desconfiança da turma surgiu após a prisão de um angolano em janeiro deste ano suspeito de abrir polos de uma faculdade privada em Pernambuco e na Paraíba. Um mês antes, uma decisão do Ministério Público Federal de Pernambuco (MPF-PE) havia determinado a suspensão das atividades da Fadire nos dois estados. Mesmo assim, a instituição continuou em funcionamento.

Nesse instante, os alunos começaram a pressionar o coordenador da instituição, Isaías Sales, cobrando uma posição sobre o caso. Segundo os estudantes, o coordenador convocou uma reunião na qual teria informado que a solução encontrada foi a mudança de nome de Fadire para Faculdade São Augusto (Faisa). A situação estaria resolvida não fosse um detalhe: no MEC, a informação recebida foi que a Faisa tem autorização de funcionamento, mas não pode ofertar cursos fora de sua sede, que fica na Região Sul.

Por telefone, a diretora da Faisa, Patrícia Cruz, disse que a faculdade nunca ofereceu serviços na Paraíba e afirmou desconhecer a existência de polos em Bananeiras, Belém e Borborema. Ao JORNAL DA PARAÍBA, o coordenador Isaías Sales explicou que a faculdade não oferece – e nunca ofereceu – cursos superiores, como dito pelos alunos. “O problema é que a gente explica uma coisa mil vezes, mas os alunos não entendem. A oferta é de curso de extensão em Pedagogia e isso já foi explicado. Assim como foi esclarecido que ninguém é obrigado a continuar na instituição”, declarou.

Sales explicou ainda que, ao final do curso, os alunos receberão um certificado, que nada tem a ver com diploma de curso superior. Ele disse ainda que a mudança de nome da instituição atendeu a um pedido dos alunos, que não queriam esperar o desfecho da ação judicial sobre o caso. Segundo o coordenador, o curso tem duração de três anos. “Essa é a primeira turma nossa que deu problema”, frisou.

Divulgados nas redes sociais

Diante de tantas informações desencontradas, alguns alunos decidiram procurar outra faculdade, na esperança de concluir o curso. Uma das instituições citadas por eles foi a Faculdade de Ciências Educacionais e Empresariais de Natal (Facen). A diretora da Facen, Jeane Mara, negou a oferta de cursos superiores. “Nunca oferecemos cursos superiores. O que ofertamos são cursos de extensão, para o qual temos autorização”, declarou.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), embora a Facen seja credenciada ao Sistema Federal de Ensino, ela não tem credenciamento para a modalidade Educação a Distância (EAD) nem para atuar na Paraíba. A atuação, portanto, seria irregular. O MEC informou que vai investigar a atuação da Facen no Estado, bem como a presença da Universidade Iguaçu e a Faculdade Ecoar, que também oferecem cursos pelo interior da Paraíba, conforme propagandas nas redes sociais.

No caso da Fadire, o MEC informou que há um processo para apurar denúncia de parceria com instituição não credenciada pelo MEC para aproveitamento irregular de cursos livres como parte de seu curso de graduação em Administração. A denúncia também indica que a Fadire atuaria nos estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba, o que agravaria a irregularidade, uma vez que a instituição não possui credenciamento para oferta de cursos a distância. 

Estudantes não recebem diplomas

Pedindo para preservar seu nome, uma estudante, que nesta reportagem será chamada de Márcia, disse que concluiu o curso de Licenciatura em Biologia no início do ano passado, mas até hoje não recebeu o diploma pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Márcia revelou que não é a única pessoa revoltada com a situação. Haveria pelo menos outros mil alunos com a mesma pendência.

“Sem o diploma, o tempo que estudamos não vale de nada. Precisamos do diploma para o mercado de trabalho”, enfatizou. Márcia disse ainda que liga para a faculdade quase toda semana, mas a informação que recebe é que ainda não há previsão para a chegada dos diplomas, que seriam emitidos no Ceará.

A diretora acadêmica da UVA, Maria Cacilda Marques, admitiu que houve um impasse em relação à emissão dos diplomas em razão da instituição ter implantado um novo sistema. “Tivemos algumas interrupções no sistema, é verdade, mas não é uma falha normal da instituição”, declarou. Ela afirmou que os lotes de diplomas já estão sendo finalizados e cerca de 800 alunos paraibanos devem recebê-los em aproximadamente um mês.

Cacilda explicou que, embora a implantação do sistema tenha atrasado a emissão dos diplomas, os alunos não ficaram desassistidos. “A faculdade emitiu certificados de conclusão que são válidos por seis meses, podendo ser renovados por igual período”, afirmou. Ela revelou que alguns alunos chegaram a procurar a Justiça para cobrar o diploma, mas a justificativa da instituição foi aceita nas audiências.

Recentemente a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), responsável pela supervisão de instituições de educação superior integrantes do Sistema Federal de Ensino, recebeu 20 denúncias de faculdades da Paraíba, mas a maioria foi arquivada porque as irregularidades não foram comprovadas ou porque não se tratavam de Instituições de Ensino Superior (IES).

Notificados

O MEC notificou as instituições citadas nesta reportagem (com exceção da UVA) para que no prazo de dez dias apresentem suas respostas, que fará a devida apuração das denúncias. As faculdades estão sujeitas a penalidades, tais como desativação de cursos e habilitações, suspensão temporária, suspensão temporária de prerrogativas de autonomia ou até o descredenciamento da instituição perante o ministério.

Curso de extensão não é curso superior

Um curso de extensão não habilita o aluno para o mercado de trabalho. Pode melhorar a formação e o conhecimento, mas não substitui um diploma de curso superior. Além disso, um curso de extensão não exige qualquer formação do aluno como requisito para cursá-lo. Diferente do superior, que tem como exigência a conclusão do ensino médio. As informações são do Ministério da Educação (MEC).

Denúncias de propaganda enganosa

Se uma faculdade oferece curso que não está autorizado pelo MEC, o estudante deve ligar para 0800 616161 para se informar como formalizar a denúncia. Diante da oferta de cursos irregulares em instituições não credenciadas, os estudantes podem procurar o Procon, por se tratar de direitos do consumidor.

Por Valéria Sinésio 

Homem é baleado após ter casa invadida em Baía da Traição

Um homem foi baleado na noite deste sábado (26), em Baía da Traição, no Litoral Norte paraibano. Segundo informações da Polícia Militar, o suspeito armado invadiu a casa da vítima que teria reagido. Até o momento, ninguém foi preso. 

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Severino Pereira da Costa Filho, de 48 anos, foi alvejado no ombro, braço e mão. Ele foi socorrido por familiares para o Hospital Geral de Mamanguape (HGM), em seguida transferido para o Trauma, na Capital.

Conforme populares, Severino e família, estavam passando o feriado prolongado da Semana Santa na casa de veraneio na Baía da Traição. A polícia investiga o caso e trabalha com a hipótese de tentativa de homicídio ou latrocínio.

“Estamos colhendo dados, ouvindo a vítima e sua família. Já temos a identificação do possível atirador, nossas equipes estão realizando diligências”, disse um PM.

Guarnições da 2ª CIPM realizaram rondas por toda região para tentar localizar o suspeito, mas até o fechamento desta publicação, sem êxito.

Da Redação, PBVale

Concursos públicos oferecem 35 mil vagas para diversos cargos

Do Jornal da Paraíba

Aprovação em um concurso público continua sendo uma certeza de estabilidade financeira. Com isso, concurseiros buscam certames e oportunidades abertas espalhadas pelo Estado e pelas diversas regiões do país. Na Paraíba, são 800 cargos públicos oferecidos em concursos para todos os níveis de escolaridade, e com o maior salário sendo R$ 5 mil em Maturéia. Já na região Nordeste, são 10.897 vagas ofertadas, exceto no Rio Grande do Norte, com salários que chegam a cerca de R$ 11,7 mil, em certame no Ceará. Enquanto no país, são no total 35.060 vagas em concursos públicos. Com destaque para Minas Gerais, que oferece 93 concursos, sendo um deles o da Prefeitura de Passos, com 293 vagas e salário de até R$ 5,1 mil. O concurso de promotor de justiça do Ministério Público Estadual de Santa Catarina é o que mais remunera no país, com um salário de R$ 22 mil.

Na Paraíba, destacam-se um concurso federal e outro que oferta um salário de R$ 5 mil. A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) está com certame aberto e disponibiliza 100 vagas para todos os níveis de escolaridade, com salários de até R$ 3,6 mil. Já o salário de R$ 5 mil está disponível para o concurso da prefeitura de Maturéia, região metropolitana de Patos. Em Cachoeira dos Índios, a 507 quilômetros da capital, serão ofertadas pela prefeitura 42 vagas para cargos de todos os níveis de escolaridade com salários de até R$ 1,7 mil. Ainda na UFCG, a instituição oferece quatro vagas para professores adjuntos ou assistentes, e os salários chegam a R$ 8,6 mil.

Para quem quer tentar a chance em outro estado, mas não sair da região, os concursos da Polícia Militar e Secretaria de Estado da Educação, ambos em Pernambuco, reúnem 7.391 vagas, e com ganhos de R$ 2,3 mil e R$ 1,9 mil, respectivamente. Ainda no Nordeste, em Juazeiro, cidade baiana, a prefeitura da cidade oferece 100 vagas com salários de até R$ 3 mil. E, em Barreirinhas, no Maranhão, cidade a 250 quilômetros da capital São Luís, a prefeitura oferece 360 vagas, com salários que alcançam R$ 5 mil. Um dos maiores salários da região é o do concurso da prefeitura de Cristinápolis, no Sergipe, que oferece a atrativa remuneração de R$ 8,7 mil, e tem 55 vagas para níveis médio e superior.

No Brasil, concursos chegam a oferecer remuneração de R$ 22 mil. Que é o caso do certame do Ministério Público Estadual de Santa Catarina, com 11 vagas para promotor de justiça. Na região Norte, concursos no Amazonas e Pará, são os destaques. Parintins, cidade amazonense, oferece 2 mil vagas, para todos os níveis de escolaridade, com salários que chegam a R$ 9,2 mil; enquanto o Tribunal de Contas do Estado do Pará remunera em até R$ 6,2 mil e oferece 95 vagas em níveis médio e superior. Na região Sudeste, o salário de R$ 7,1 mil é vencimento básico oferecido pelo certame do Ministério Público do Rio de Janeiro, que conta com 21 vagas. A prefeitura de São Paulo está ofertando mil vagas, com salário de até R$ 1,3 mil, para assistente de gestão de políticas públicas. Ainda em São Paulo, o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) chega a remunerar em R$ 7.333,09, e contratará 100 servidores. No Sul, a Fundação de Saúde Pública São Camilo de Esteio, oferta 69 vagas, com vencimento mensal que chega a R$ 7,4 mil. 

Por Cógenes Lira

Na Paraíba, depois de quase um mês, só 18% declararam Imposto de Renda

Do Portal Correio 

Apenas 18,1% dos paraibanos declararam o Imposto de Renda 2016, conforme nota divulgada na última quinta-feira (24) pela Receita Federal. O procedimento começou a ser realizado no dia 1º deste mês e deve ser feito até 29 de abril.

Segundo a Receita Federal, 290 mil pessoas devem declarar o Imposto de Renda. Até essa quinta, o órgão tinha recebido apenas 52.590. O número representa 1,04% do total recebido em todo o país.

A orientação da Receita Federal é que se o contribuinte tiver dúvidas na hora de fazer sua declaração, pode recorrer ao ‘Perguntas e Respostas 2016’, disponibilizado no site da Receita Federal.

Quem atrasar a pensão alimentícia pode ser preso em regime fechado

Juiz também pode colocar o nome do devedor na lista do SPC e da Serasa
Juiz também pode colocar o nome do devedor na lista do SPC e da Serasa
Juiz também pode colocar o nome do devedor na lista do SPC e da Serasa

Do Jornal Hoje

A lei está mais dura com quem não paga pensão alimentícia. De acordo com o Novo Código de Processo Civil, o devedor pode pegar até três meses de prisão em regime fechado.

Uma enfermeira, que prefere não ser identificada, está lutando pelos direitos da filha. O pai parou de pagar pensão alimentícia há nove meses. “Tem cursinho, tem plano de saúde, tem várias coisas e o meu salário não está dando. E é pai, tem que ajudar o filho, não tem como”, conta.

Leia mais: Código de Processo Civil entra em vigor com a promessa de agilizar ações

Ela entrou com um processo na defensoria pública. Pela nova lei, o juiz vai mandar ouvir o devedor. Ele terá três dias para pagar ou apresentar uma justificativa. Se não aparecer ou se a justificativa for negada, poderá ser preso por até três meses em regime fechado. Antes cabia ao juiz definir o regime de prisão. O devedor deve ficar em cela separada. A pena não livra a pessoa da dívida, mas ela poderá ser solta a qualquer momento se quitar o débito.

Outra nova ferramenta para forçar o devedor a pagar a pensão alimentícia é a seguinte: o juiz vai mandar colocar o nome dele na lista suja do SPC e da Serasa. E aí a pessoa fica impedida, por exemplo, de pegar financiamentos e de parcelar compras.

Para o defensor público, Lucas Borges, outra mudança na lei apertou ainda mais o cerco contra os devedores. “Mesmo antes dele ser citado é possível o bloqueio dessas contas”.

Para quem paga o benefício e está com dificuldades financeiras, o conselho é acionar a justiça o quanto antes. “A hipótese de desemprego, deve conduzir esse devedor de imediato a procurar um advogado e buscar a exoneração ou a revisão dessa pensão alimentícia”, explica o advogado Dierle Nunes.

Um homem, que prefere não ser identificado, diz que a ex-mulher não dá nenhum centavo para os três filhos desde 2013. Desempregado, ficou difícil bancar tudo sozinho. Agora, ele espera a decisão da justiça. “Acho que vai ser uma forma das pessoas ficarem com medo e começar a pagar”.

Por Cristiane Leite

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