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quarta-feira, 7 outubro 2026
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PF deflagra 28ª fase da Lava Jato no DF, em São Paulo e no RJ

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (12) a 28ª fase da Operação Lava Jato, com o cumprimento de 21 mandados judiciais em Brasília, no Rio de Janeiro, em Taguatinga (DF) e São Paulo. 

A atual fase, denominada Vitória de Pirro, tem o objetivo de apurar irregularidades na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado e na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigaram irregularidades na Petrobras em 2014, informou a PF.

A força-tarefa da Lava Jato suspeita que pelo menos um senador tenha recebido doações eleitorais legais de empreiteiras em troca de evitar a convocação de executivos para depor nas comissões parlamentares.

Além de um pedido de prisão preventiva, essa 28º fase da Lava Jato cumpre mais dois mandados de prisão temporária, quatro de condução coercitiva e 21 ordens judiciais de busca e apreensão.

Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

Prefeitura na Paraíba abre concurso com 125 vagas e remunerações de até R$ 4 mil

A Prefeitura Municipal de Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba, abre concurso público para preenchimento de 125 vagas de níveis Médio e Superior no quadro de funcionários. As remunerações variam de R$ 880 a R$ 4 mil, conforme o cargo, em jornadas de 20h, 30h e 40h semanais. Confira quadro de funções e mais detalhes no edital.

Os candidatos interessados devem se inscrever no período de 18 de abril de 2016 a 22 de maio de 2016, pelo site da empresa organizadora. Deve-se efetuar o pagamento do boleto referente à taxa de participação no valor de R$ 60 ou R$ 80.

Os candidatos serão avaliados por meio de prova escrita, prevista para o dia 3 de julho de 2016. A validade do certame é de dois anos, a contar da data de publicação da homologação, podendo ser prorrogado por igual período. As informações são do Portalcorreio.

Marinha abre concurso para 36 vagas na Escola Naval

A Marinha divulgou edital de concurso público para admissão na Escola Naval. São 36 vagas, sendo 24 para o sexo masculino e 12 para o sexo feminino, para o Corpo de Intendentes. Do total das oportunidades, 7 são reservadas para candidatos negros.

No site do Diário Oficial da União é possível ver o edital. Acesse aqui.

Os requisitos exigidos para a inscrição não foram informados no extrato do edital divulgado no DOU.

As inscrições devem ser feitas de 11 de abril a 20 de maio pelos sites www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou www.ensino.mar.mil.br. A taxa é de R$ 20. Também é possível se inscrever nas organizações responsáveis pela execução local (OREL) listadas no edital.

Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas de matemática, física, português e inglês, além de redação.

A data das provas e da redação ainda será divulgada. Os exames serão aplicados nas cidades de Santa Maria (RS), Curitiba e Cuiabá.

Também haverá inspeção de saúde, teste de aptidão física, verificação de dados biográficos, verificação de documentos e avaliação psicológica.

Após as provas escritas, haverá inspeção de saúde, no período de 03 de outubro a 1º de novembro; teste de aptidão física, de 13 de outubro a 5 de novembro. A partir de 9 de dezembro será divulgado o resultado final do concurso público. Em 08 de janeiro de 2017 será a concentração na escola naval dos candidatos titulares para o início do período de adaptação, avaliação psicológica e verificação de documentos – fase final. O período de adaptação será de 09 a 31 de janeiro de 2017. O curso começa em 1º de fevereiro de 2017. As informações são do G1.

Site vaza contrato e bonificações de Neymar no Barcelona

Neymar é acusado de sonegação de impostos pela Receita (Foto: AP Photo/Francisco Seco)

Conhecido por divulgar informações de forma não oficial no mundo do futebol, o site Football Leaks vazou o contrato de Neymar com o Barcelona firmado em 2013. O contrato conta com uma série de obrigações e proibições ao craque.

De acordo com os documentos divulgados pelo site, o Barcelona pode suspender o contrato do craque com a equipe caso o brasileiro entre em campo pela seleção em competições consideradas não-oficiais, como a Copa América Centenário, que acontece em junho deste ano.

Outra exigência no contrato, segundo a publicação, é que Neymar deveria aprender a falar catalão, língua utilizada na cidade de Barcelona, situada na região da Catalunha. Pelo contrato, Neymar também foi proibido de andar de moto, moto aquática e de praticar esportes radicais. Outra restrição do contrato é que Neymar não pode participar de jogos de apostas envolvendo a equipe espanhola.

Ainda de acordo com os documentos revelados pelo Football Leaks, Neymar recebeu 8,5 milhões de euros (cerca de R$ 35 milhões) como luvas para fechar com o Barcelona. No contrato ainda constam as bonificações a Neymar (em euros) por cada temporada, caso ele cumpra o mínimo de jogos pré-estabelecidos pela equipe. Confira os valores:

Bônus de assinatura: 8,5 milhões de euros (cerca de R$ 35 milhões)

Prêmio por temporada: 5 milhões de euros (cerca de R$ 20,5 milhões)

Prêmio por estar à disposição técnica: 100 mil euros (cerca de R$ 410 mil)

Prêmio se participar de 60% ou mais das partidas oficiais: 1,062 milhão de euros (cerca de R$ 4,5 milhões)

Prêmio por classificação para a Liga dos Campeões: 637.500 euros (cerca de R$ 2,5 milhões)

Prêmio por chegar à segunda fase na Liga dos Campeões: 425 mil euros (cerca de R$ 1,8 milhão)

Prêmio por vencer o Campeonato Espanhol: 637.500 euros (cerca de R$ 2,5 milhões)

Prêmio se ganhar a Liga dos Campeões: 850 mil euros (cerca de R$ 3,5 milhões)

Prêmio se vencer o Campeonato Espanhol e a Copa do Rei: 850 mil euros (cerca de R$ 3,5 milhões)

Prêmio se vencer a Liga dos Campeões e a Copa do Rei: 1.062.500 euros (cerca de R$ 4,5 milhões)

Prêmio se conquistar a tríplice coroa (Liga dos Campeões, Copa do Rei e Campeonato Espanhol): 1,7 milhão de euros (cerca de R$ 7 milhões)

Prêmio se conquistar a Bola de Ouro: 425 mil euros  (cerca de R$ 1,8 milhão)

via R7

Com voto contrário de Ricardo Coutinho, PSB aprova posição favorável ao impeachment

Governador Ricardo Coutinho

Com voto contrário do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, a Executiva Nacional do PSB aprovou nessa segunda-feira (11) nota em que orienta voto favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. No documento, o partido considera que a petista cometeu crime de responsabilidade ao descumprir a lei orçamentária e ao editar decreto de aumento de despesas sem autorização do Legislativo.

Na nota aprovada pela Executiva Nacional, o PSB faz uma análise da grave crise política e critica a falta de diálogo do governo com os setores sociais. “Na contramão de como deveria agir, a equipe governante e a própria mandatária dedicam-se, quase que exclusivamente, a promover os meios de se manterem no poder, inexistindo uma estratégia clara para o enfrentamento da crise mais grave de toda a nossa história republicana”, afirma.

Leia a nota na íntegra:

Posição do PSB frente ao processo de impeachment

O Partido Socialista Brasileiro-PSB orienta os membros da sua bancada na Câmara dos Deputados, tanto no âmbito da Comissão processante, como do Plenário, a votarem favoravelmente à abertura do processo de impedimento da Presidente da República, pelas razões expostas a seguir:

O PSB tem se posicionado de forma cristalina perante a sociedade, sua militância e seus dirigentes, diante do país, sobre a instalação de uma crise sem precedentes, que sabidamente antecede o segundo mandato da atual Presidente, mas que encontra nele e particularmente na eleição que lhe deu causa, a sua culminância.

O PSB cumpriu, é bom que se ressalte, o seu papel, ainda no final do ano de 2013, na pessoa do seu então presidente, o Governador Eduardo Campos, que, em nome do Partido, advertiu a Presidente sobre a crise que a sua forma de governar, caracterizada pela baixíssima vocação para o diálogo e a sua política econômica, estavam gerando. Lamentavelmente, não fomos entendidos e nenhuma mudança de rumo foi realizada.

Ao contrário, em lugar de privilegiar o debate de ideias e propostas, a Presidente, então candidata à reeleição, passou a fazer uma campanha agressiva e de desconstrução pessoal de seus adversários como arma eleitoral, escondendo dos eleitores por esse recurso a verdadeira situação do nosso país.

Eleita, a Presidente cuidou de prover à crise novos ingredientes: para espanto de todos, iniciou seu mandato propondo um ajuste fiscal de viés claramente liberal e conservador, que incluiu a diminuição de direitos previdenciários e trabalhistas e cortes nos programas sociais.

Assim procedendo, contrariou o programa de governo que não escreveu, mas que verbalizou fartamente por meio de sua publicidade, evidenciando abruptamente as fragilidades que até então negara. Indiferente às condições precárias de sua reeleição, manteve seu estilo, de falta de disposição para a articulação política – abordagem incompatível com os procedimentos do presidencialismo de coalizão, que o seu partido exacerbava desde sua chegada ao poder, no já longínquo ano de 2003.

No primeiro quadrimestre de 2015 já percebia-se que o cenário de gravidade da crise estava construído. Todos, incluindo os que apoiaram ogoverno, se deram conta da guinada conservadora; a base de apoio parlamentar pressentiu que os tempos mudavam e que o grande arranjo governista corria risco de implosão; os de baixo se deram conta de que Dilma lhes concedeu apenas migalhas do orçamento. Enquanto isto, apenas em 2015 pagou aos bancos 502 bilhões de reais pelo serviço da dívida pública. A queda vertiginosa da popularidade da Presidente e as sucessivas derrotas nas Casas Parlamentares são índice indelével de que se decompunha a governabilidade.

Para os aspectos que envolvem diretamente a vida dos cidadãos e compõem o pano de fundo do processo de impedimento ou “juízo político”, como dizem de forma mais apropriada os hispânicos, o nosso País acumula derrotas sob o comando da Presidente Dilma Rousseff que:

a) tenta sem sucesso por em prática uma política econômica de viés tristemente conservador, que valoriza e beneficia de forma excessiva o setor financeiro, em detrimento da produção, do trabalho e do emprego;

b) sacrifica o futuro do país, ao desmontar a política de ciência, tecnologia e inovação, com que se está destruindo, em pouco tempo, um esforço que até certo ponto vinha sendo bem-sucedido;

c) liquida a indústria nacional, cuja participação no PIB regride a patamares de 50 anos atrás;

d) enfraquece ainda mais a federação, provocando uma grave crise federativa, cujas consequências na prestação de serviços básicos à população já estão muito evidentes;

e) sacrifica a agenda política progressista, ao banir para a condição de verniz de discurso as reformas política, agrária, urbana, federativa e tributária;

f) perde o controle sobre o endividamento, cuja mola propulsora é a recessão que, em campanha, afirmou não existir;

g) sintetiza a impotência política de que fez vítima a si mesma, na afronta que faz ao trabalhador, ao lhe entregar simultaneamente a perda de mais de nove milhões de postos de trabalho e a limitação de direitos trabalhistas, com destaque para o seguro desemprego.

h) igualmente grave é a explosão da dívida pública, que perigosamente, aproxima-se de 3 trilhões de reais, cujo serviço, compromete parcela significativa do orçamento da União.

Diante da rapidez impressionante do aprofundamento da crise, avizinha-se uma ameaça de crise cambial, embora a moeda nacional já esteja bastante depreciada. Além disso, o quadro agrava-se com a recessão pelo segundo ano consecutivo, e previsão para o ano em curso, de pelo menos 4% de queda no PIB.

Com tudo isso, e tantos outros aspectos trágicos dessa crise, seria de supor que o governo devesse colocar em prática uma ampla discussão com os setores sociais, políticos e econômicos, para encontrar saídas capazes de apaziguar a população e encontrar solução para tantos problemas.

Na contramão de como deveria agir, a equipe governante e a própria mandatária dedicam-se, quase que exclusivamente, a promover os meios de se manterem no poder, inexistindo uma estratégia clara para o enfrentamento da crise mais grave de toda nossa história republicana.

Diante deste cenário, a um só tempo de enorme gravidade e completa paralisia política, perguntam-se os brasileiros – o Governo Dilma, a pessoa da Presidente seriam capazes de um derradeiro ato de grandeza política? Teriam a honradez e a humildade de reconhecerem que seu presente faz oposição ao passado que os trouxe à vida pública?

As reiteradas declarações públicas da Presidente respondem a essas perguntas com um sonoro não, muito embora, se compreendessem – Presidente e Governo – a mensagem que lhes chega do povo, se somariam à construção da alternativa política que, ao nosso ver, melhor convém ao Brasil: a convocação de novas eleições para que se possa sanar, de forma pacífica e construtiva, os vícios insofismáveis das eleições de 2014 e o desgoverno que se assenhorou do nosso País.

Neste contexto – completamente diferente do imobilismo a que nos vemos constrangidos no presente momento – a Nação, chamada a participar como protagonista de seu próprio destino e reconciliada por meio de um novo pleito eleitoral, poderia alcançar por certo a coesão social necessária àbusca das soluções para tantas crises, que se acumularam no recente período de governo.

Outro caminho para alcançar a realização de novas eleições seria o julgamento dos processos em tramitação na Justiça eleitoral – TSE, que visa apurar as irregularidades na campanha de reeleição da Presidente.

Ocorre, entretanto, que, nem a Presidente terá a grandeza de antecipar as eleições, conforme vem declarando reiteradamente e tampouco, a curto prazo, o processo do TSE será julgado.

Ademais, a parte desses aspectos de natureza política, constata-se, a partir da simples leitura do parecer do TCU que propõe a rejeição das contas da União e também do parecer do relator da Comissão Processante, na Câmara dos Deputados, que a Presidente da República cometeu crime de responsabilidade ao descumprir a lei orçamentária e ao editar decreto de aumento de despesas sem autorização do Poder Legislativo, descumprindo reiteradamente os incisos II e VI do Art. 85, da Constituição Federal. Decorre, em larga medida, deste fato, o descontrole das finanças públicas, com graves prejuízos a economia nacional.

Em face desta sombria realidade, que se amplia dia a dia pela impotência do Governo para reagir à conjuntura, a dinâmica política impõe ao PSB apoiar o processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados. Por óbvio, ressalte-se que esse é um instrumento constitucional e legal, embora extremo, que na impossibilidade da solução política ideal, ou seja, a antecipação de novas eleições presidenciais, passa a ser oficialmente apoiado pelo Partido.

Da Redação, com Portalcorreio

Aposentados e pessoas com mais de 70 anos podem ter dinheiro para sacar do Pasep

Aposentados e pessoas com mais de 70 anos que contribuíram para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem ter valores a receber do fundo, que é administrado pelo Banco do Brasil (BB). A informação foi divulgada pelo BB nessa segunda-feira (11). Veja abaixo quem tem direito e como sacar.

Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) nos fundos de participação PIS/Pasep, responsável pela gestão das contribuições realizadas pelos trabalhadores até a data da promulgação da Constituição Federal de 1988 mostrou que aproximadamente 15,5 milhões de pessoas contribuíram para o programa naquele período e não têm conhecimento dos créditos que possuem. No caso do Programa de Integração Social (PIS), o agente administrador é a Caixa Econômica Federal.

O Fundo Pasep conta com a participação de cinco milhões de cotistas e valores sob gestão do BB estimados em cerca de R$ 7,2 bilhões. Desse público, 860 mil participantes possuem direito ao saque por terem mais de 70 anos, mas ainda não retiraram o saldo do Principal (as chamadas cotas) do Pasep. No caso do BB, o saldo remanescente do período pré-Constituição de 1988 chega a R$ 2,4 bilhões à espera dos cotistas.

Quem tem direito?

Para saberem se tem direito ao pagamento, os trabalhadores que contribuíram para os fundos PIS/Pasep podem verificar se têm valores disponíveis para saque do Principal do Pasep nas agências do Banco do Brasil, e do PIS na Caixa Econômica Federal. Têm direito ao saque do Principal apenas os cotistas que contribuíram para o PIS ou Pasep até 4 de outubro de 1988 e que ainda não resgataram seus saldos junto ao Fundo PIS/Pasep.

Podem sacar os benefícios os inscritos que possuírem saldo em suas contas individuais e que se enquadrem nas condições de aposentadoria, idade igual ou superior a 70 anos, invalidez (do participante ou dependente), transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar), idoso e/ou pessoa com deficiência com direito ao Benefício da Prestação Continuada (BPC), participante ou dependente acometido por neoplasia maligna (câncer), portador do vírus HIV (AIDS) ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001, e ainda por morte do titular, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou seus sucessores.

Como sacar

Os trabalhadores inscritos no Pasep devem procurar o Banco do Brasil para o saque do saldo de cotas, apresentando os documentos relacionados no site www.bb.com.br/Pasep, na aba ‘Quando e Como Sacar o Saldo’. Mais informações sobre os números do Fundo podem ser obtidas no Relatório de Gestão do Fundo PIS/Pasep, disponível no link. As informações são do Portalcorreio.

Nova Lei prevê mais possibilidades de ausência justificada do empregado ao trabalho; entenda

A Legislação Trabalhista, através da Lei nº 13.257/2016, publicada no dia 9 de março de 2016, sofreu mais uma modificação que traz alterações para os direitos dos empregados e, como consequência, deveres dos empregadores. O novo texto, ao tratar sobre as políticas públicas para a primeira infância, alterou dispositivos de diversas leis e decretos, dentre esses a Consolidação das Leis do Trabalho. Segundo a advogada trabalhista Vanessa Porto, que informa que alteração se deu especificamente no art. 473 da CLT, “essa lei acrescentou ao dispositivo consolidado as alíneas X e XI, que prevêem que todo empregado tem direito a se ausentar do serviço, sem prejuízo de sua remuneração, no mínimo, por dois dias, para acompanhar consultas médicas e exames complementares de sua esposa ou companheira, e de, no mínimo, um dia por ano, para acompanhar filho de até seis anos em consulta médica”.

Ainda de acordo com a advogada, quando se fala em no mínimo dois dias durante a gravidez e um dia por ano, é porque as convenções coletivas das categorias podem prever período maior que este, o que também precisa ser sempre observado pelo empregador, para que não deixe de aplicar ao seu empregado a norma mais favorável. “Importante frisar que os dispositivos já estão vigorando plenamente, de modo que, se apresentado, pelo empregado, atestado médico de acompanhamento nas situações e prazos mencionados, o empregador deve receber o atestado e computar a ausência como justificada”, ressaltou.

Conforme Vanessa, aos empregados cabe a atenção de apresentar o documento comprobatório sempre dentro do prazo fixado pela empresa ou pela convenção coletiva de sua categoria, já que a apresentação do documento é indispensável para que a ausência não tenha prejuízo salarial.

Além dessas hipóteses, são consideradas, pela CLT, ausências ao serviço sem prejuízo ao salário, o falecimento de cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou dependente de dois dias; licença para casamento de três dias; a licença-paternidade de cinco dias; a ausência para doação de sangue voluntária um dia por ano; o alistamento eleitoral de dois dias consecutivos, ou não; o período para cumprir exigências do Serviço Militar, pelo tempo que se fizer necessário; os dias para realização de exame vestibular com intuito de ingresso em estabelecimento de Ensino Superior; o comparecimento a Juízo pelo tempo que se fizer necessário; a participação em reunião oficial de organismo internacional do qual o Brasil seja membro, para os representantes de entidade sindical, também pelo tempo que se fizer necessário. As informações são do Portalcorreio.

Polícias de PE têm mais de 900 vagas em concursos; remunerações chegam a R$ 9 mil

Os Concursos da Polícia Civil e Científica de Pernambuco, com inscrições abertas, ofertam mais de 900 vagas, com remunerações que variam de R$ 3.276,42 a R$ 9.069,81, sendo exigido nível superior dos candidatos. Para a Polícia Civil, estão sendo oferecidas 650 oportunidades, divididas entre os cargos de agente, delegado e escrivão. Confira o edital. Para a Polícia Científica, estão sendo disponibilizadas 316 vagas, em diversas habilitações. Veja o edital.

As inscrições ocorrem até as 23h59 do dia 26 de abril de 2016, mediante preenchimento da ficha no site da empresa organizadora. As taxas de participação variam de R$ 160 a R$ 200.

Os concursos, dependendo do cargo pretendido, serão aplicado nas etapas de prova objetiva, discursiva, prática de digitação, capacidade física, avaliação psicológica, exame médico, investigação social, avaliação de títulos e curso de formação.

As provas objetivas e a prova discursiva serão realizadas nas cidades de Recife (PE) e Região Metropolitana, Caruaru (PE), Serra Talhada (PE) e Petrolina (PE), nas datas prováveis de 12 e 19 de junho de 2016, de acordo com o cargo pretendido.

Os concursos são válidos por dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período. As informações são do Portalcorreio.

Bancada do PMDB da PB vai votar ‘fechada’ pelo impeachment, acredita Maranhão

Senador José Maranhão

A bancada do PMDB paraibano no Congresso Nacional se reúne está semanas para definir uma posição de como votará no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no próximo domingo (17), no plenário da Câmara Federal. Foi o que revelou o presidente estadual do partido, senador José Maranhão, nesta segunda-feira (11).

Ele participou da solenidade de entrega do título de Cidadania Pessoense à senadora gaúcho Ana Amélia (PP-RS), na Câmara de Vereadores de João Pessoa. Maranhão confirmou que a tendência é que toda a bancada vote pelo impeachment de Dilma no plenário. “Nós não nos pronunciamos ainda sobre a posição que vamos tomar. Mas eu noto que o partido se inclina para isso”, argumentou.

Segundo o senador, ainda no meio da semana, a bancada deve ser reunir para tratar desse tema. “É um assunto da maior importância, da maior gravidade e por isso mesmo queremos tirar uma posição uniforme. Uma posição unânime para nos posicionar nessa questão”, disse.

Por Hermes de Luna

Temer diz que vazamento foi “equívoco”, e que não há novidade

O vice-presidente Michel Temer disse que a gravação feita por ele e divulgada hoje, na qual apresenta propostas que pretende discutir, caso assuma o governo, foi um “equívoco” e que foi em resposta a alguns “companheiros”, que perguntaram a ele se estava preparado para ocupar a Presidência da República.

Segundo Temer, em vez de enviar a mensagem para outro amigo, o áudio foi direcionado a “um grupo que acabou divulgando esta matéria”.

“Eu falava com vários companheiros e, naquele momento, me perguntaram se eu estava preparado para a eventualidade daquilo que viesse a acontecer no próximo domingo, porque, certa e seguramente, se exigiria uma manifestação minha. Eu disse: Olha, até vou fazer o seguinte. Vou gravar aqui uma coisa que eu imagino que eu possa dizer”, disse.

Após o vazamento do áudio, Temer convocou jornalistas para comentar o assunto. Ele afirmou que as teses defendidas, de prestígio aos setores produtivos, manutenção de programas sociais e chamamento dos partidos para uma “salvação nacional” são as mesmas sustentadas por ele ao longo do tempo. “Não estou dizendo novidade”, afirmou. 

Perguntado se o vazamento poderia alterar o resultado da votação do impeachment na Câmara, que deve terminar neste domingo (17), Temer disse que não. Ele  afirmou também que não iria comentar críticas de que é “golpista”, e estaria sentando-se na cadeira antes do tempo. Certas afirmações não merecem, digamos assim, a honra da minha resposta”, disse o vice-presidente.

“Mas reitero que aquilo que disse foi exatamente aquilo que fiz no passado. Continuarei a fazer, dependendo do que acontecer no dia 17 [dia previsto para o impeachment ser votado na Câmara]. E verifiquem, na gravação, que me dirigi respeitosamente ao Senado, dizendo que apesar da eventual decisão que se dê, ainda teremos que cautelosamente aguardar decisão do Senado. Mas ainda que governo continue tal como está, continuarei sustentando as mesmas teses. Não mudei um centímetro do que falei no passado”, disse.

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

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