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Assaltantes ‘reclamam’ de crise em escola arrombada na Paraíba

Assaltantes arrombaram escola e deixaram recado em uma parede na madrugada desta terça-feira (19) em Campina Grande (Foto: Altair Silva/TV Paraíba)
Assaltantes arrombaram escola e deixaram recado em uma parede na madrugada desta terça-feira (19) em Campina Grande (Foto: Altair Silva/TV Paraíba)
Assaltantes arrombaram escola e deixaram recado em uma parede na madrugada desta terça-feira (19) em Campina Grande (Foto: Altair Silva/TV Paraíba)

Assaltantes deixaram um recado na parede de uma escola estadual do bairro das Malvinas, em Campina Grande, na madrugada desta terça-feira (19). Os criminosos, que quebraram armários, reclamaram da crise dizendo que não encontraram mais nada para roubar da instituição.

“A crise bateu até nas escolas. Não tem nada pra roubar!!!”, escreveram em uma das paredes da escola. O arrombamento foi notado por professores e funcionários que chegaram no local no início da manhã. Grades e portas estavam violadas. Um toner de impressora e um espelho foram roubados.

Conforme informações de servidores, a escola já foi assaltada outras vezes. O último caso registrado foi há dois meses. A direção da escola registrou que até instrumentos da banda marcial já foram levados em assaltos, fazendo com que os alunos fiquem sem se apresentar.

A 3ª Gerência Regional de Educação disse que está reforçando a segurança nas escolas e novos vigilantes já foram contratados. A gerência divulgou na quarta-feira (13) que algumas instituições vão ter segurança armada privada por causa dos recentes casos de violência registrados. 

A escola fica ao lado do Batalhão de Polícia Ambiental da cidade. Os criminosos também fizeram uma pichação questionando a presença dos policiais no prédio. Em contato com o comandante do batalhão, tenente Rodrigo Rodrigues, ele informou que há policiais 24 horas no destacamento e não houve registro desse arrombamento. As informações são do G1.

Radialista é sequestrada e tem boca, pés e mãos coladas na Paraíba

Boca, mãos e pés da vítima foram colados com cola instantânea em Sumé, na Paraíba (Foto: Jacqueline Oliveira/Arquivo Pessoal)
Boca, mãos e pés da vítima foram colados com cola instantânea em Sumé, na Paraíba (Foto: Jacqueline Oliveira/Arquivo Pessoal)
Boca, mãos e pés da vítima foram colados com cola instantânea em Sumé, na Paraíba (Foto: Jacqueline Oliveira/Arquivo Pessoal)

Uma radialista de 31 anos foi encontrada na noite da segunda-feira (18) com a boca, pés e mãos coladas na Zona Rural da cidade de Sumé, no Cariri paraibano. Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, a mulher teria sido sequestrada por dois homens e levada para uma fazenda no município.

Conforme o relato da vítima à PM, a radialista estava pilotando uma motocicleta quando foi abordada pelos suspeitos em outra moto. Um deles subiu na garupa do veículo da mulher e mandou ela seguir para uma fazenda próximo a um sítio chamado Várzea Redonda.

Ao chegar no local, os homens teriam dito a mulher que iriam colar a boca dela para não mais entregá-los à polícia. De acordo com a Polícia Militar, os homens usaram uma cola instantânea na boca, nos pés e nas mãos da vítima. Depois disso, eles a abandonaram. A PM fez buscas, mas até as 6h20 desta terça-feira (19) nenhum suspeito foi localizado.

A radialista foi achada por policiais e levada para o Hospital e Maternidade Alice de Almeida, que fica em Sumé. A mulher revelou que reconheceu um dos homens. Ele teria tentado assaltar a casa dela na noite do domingo (17). A unidade de saúde informou que a vítima recebeu atendimentos e, após três horas, foi liberada e passa bem. As informações são do G1.

Polícia vê indícios de execução em morte de jovem no litoral da Paraíba

Um jovem de 21 anos foi morto a tiros na noite de segunda-feira (18) em Mata Redonda, distrito do município de Alhandra, no litoral sul da Paraíba e, segundo o delegado Hector Azevedo, que esteve no local do homicídio, o crime tem sinais de execução.

Ele foi assassinado no Centro do distrito por volta das 20h, quando uma tia da vítima ouviu o barulho dos tiros. Pouco tempo depois, ela soube que o alvo dos disparos era o próprio sobrinho.

O jovem morava com a família em Mata Redonda e os parentes não souberam informar o que poderia ter motivado o crime, mas a polícia recebeu informações de que ele tinha envolvimento com drogas e não descarta essa hipótese. As informações são do G1.

Cientistas políticos criticam argumentos de deputados em votação do impeachment

17/04/2016- Brasília- DF, Brasil- Sessão especial para votação do parecer do dep. Jovair Arantes (PTB-GO), aprovado em comissão especial, que recomenda a abertura do processo de impeachment da presidente da República.Foto: Zeca Ribeiro/ Câmara dos Deputados

Cientistas políticos criticaram a argumentação de deputados na sessão do plenário da Câmara que votou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os parlamentares dedicaram os votos às suas famílias, a Deus, aos evangélicos, aos cristãos, aos prefeitos de suas cidades e correligionários. A sessão foi marcada pela presença de cartazes, bandeiras, hino e gritos de guerra.

Com 367 votos a favor (mais de dois terços dos 513 deputados), 137 contra, sete abstenções e duas ausências, o parecer pela instauração do processo de impeachment foi aprovado nesse domingo (17) na Câmara dos Deputados. Agora cabe ao Senado decidir se processa e julga a presidenta.

“Acho estarrecedor, em um país republicano, que tem princípios de laicidade do Estado, levantar argumentos religiosos e a família. Pouquíssimos levantaram os motivos reais que são julgados no processo. É entristecedor ver a qualidade de argumentos, todos arregimentados para seu entorno, em questões de seu interesse”, disse a professora do Departamento de Ciência Política e coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Marlise Matos.

A professora destaca que há uma leitura estranha do que seja o interesse democrático. “Há pessoas caricatas, como [o deputado Jair] Bolsonaro, que não contam. Mas deveria ser pedagógico, fica muito claro que o problema não é a presidenta Dilma Rousseff, o PT. Temos um problema muito mais sério, mais grave. Ficou explícita a falência do sistema representativo brasileiro”, argumentou Marlise.

Para o professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Jorge Almeida, em nenhum momento ficou caracterizado o crime por parte da presidenta Dilma Rousseff. “Raros foram os parlamentares pró-impeachment que argumentaram a existência de crime de responsabilidade. Falaram sobre questões econômicas, políticas, sociais, religiosas, lembraram as famílias e os próprios familiares. Isso mostra a fraqueza desse argumento e que foi realmente um julgamento político”.

Pablo Ortellado, professor de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP), disse que para muitos brasileiros foi um choque conhecer o Parlamento. “Ele é muito ruim, muito desqualificado. É muito assustadora a qualidade dos nossos deputados. Os nossos parlamentares são muito ruins, mas o baixo clero é muito inferior. Não é programático, não é ideológico”.

Por sua vez, o professor do programa de pós-graduação de ciência política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Rodrigo Gonzalez, diz que cada um está aproveitando seus 30 segundos de fama. “Porque é bom lembrar que, fora poucas lideranças, a maioria tem poucas oportunidades de aparecer na mídia nacional. É a oportunidade que os deputados pouco conhecidos têm, e vale qualquer tipo de manifestação”.

Mudanças imediatas

Para o professor da UFRGS, as manifestações dos deputados precisam ser mais moderadas, pois estão fazendo um discurso comum de que essa votação muda o país. “Essa votação não só não muda o país, como os nossos representantes deveriam temperar os discurso com um pouco de racionalidade”.

Gonzalez observou que os discursos exaltados podem acender algum tipo de expectativa que não pode ser entregue à população. “A inflação não vai baixar amanhã, o [vice-presidente, Michel] Temer não vai assumir amanhã. Dessa forma, se joga uma expectativa que não pode ser cumprida”.

O professor diz que o país passará por mais um período tumultuado até o processo de julgamento da presidenta no Senado. “Não há garantia de que a partir de amanhã haja um país pacificado, vão se exaltar mais ainda. Nesse meio tempo, os partidos que são situação passarão a oposição”, lembrou.

Alto quórum

Ao contrário do que muitos imaginavam, apenas dois dos 513 deputados que compõem a Câmara se ausentaram da votação sobre a abertura do processo de impeachment. Compareceram para a votação 511 deputados.

De acordo com Ortellado, a presença em massa dos parlamentares já era aguardada na votação. “Era esperado, porque há muita pressão popular para os deputados irem. Acho que não houve nenhuma grande surpresa”. Os dois faltosos são Anibal Gomes (PMDB-CE), que estaria com problema de saúde, e a deputada Clarisse Garotinho (PR-RJ), que está na 35ª semana de gravidez e apresentou atestado médico.

Saiba Mais

O professor da UFRGS acredita que, em um momento de polarização, um abandono do plenário seria difícil de ser justificado. “Não só o deputado está perdendo sua visibilidade, como vai ser condenado por ter fugido da raia”.

Para Jorge Almeida, da UFBA, a presença maciça de deputados na votação na Câmara foi fruto da cooptação, distribuição de recursos e de cargos. “Foi um processo muito rebaixado do ponto de vista político. O Congresso virou uma feira de varejo. Grande parte dos votos foi fruto de interesses particulares”.

Segundo o professor, uma reforma política deveria inserir a possibilidade de destituição do presidente da República. “Já houve um ataque à democracia. A legislação tem uma falha porque não traz a possibilidade de destituição do presidente por vontade popular, por plebiscito”.

Impactos

Para os cientistas políticos, o impeachment é um instrumento legítimo que, no entanto, deixa traumas em uma sociedade democrática.

“Ele deve ser usado muito excepcionalmente, porque já é um trauma quando utilizado dentro do previsto, dentro da lei. A lei do impeachment é muito aberta, ela permite que uma coisa muito pequena, como as pedaladas fiscais, sejam utilizadas para conduzir o processo. Isso deixa uma marca muito ruim para a democracia brasileira. No processo do [ex-presidente] Collor, a gente não tinha o Congresso tão rachado, a sociedade dividida, além disso, a acusação era mais sólida”, diz o professor Ortellado, da USP.

A decisão da Câmara dos Deputados de abrir processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pode ampliar a divisão da sociedade brasileira, acrescenta Ortellado. “Essa polarização está sendo construída com base de sentimentos. As pessoas aderem a uma visão de grupo que está pronta. Não existem visões intermediárias. Enquanto não mudarmos a nossa forma de ver a política, de maneira mais ponderada, não vamos sair dessa situação. Não há solução boa, qualquer lado que perder vai se sentir lesado”.

Segundo Marlise Matos, “o processo mostra fragilidade no processo democrático no Brasil”. A professora vê riscos para democracia brasileira e projeta um cenário de retrocesso e perdas de diretos sociais no Congresso. “O risco desse cenário é de uma agenda de retrocesso. Esse congresso, assim que eleito, começou a pautar propostas de regressão. A gente vai ter que conviver com uma agenda de retrocesso de direitos sociais”, comenta.

“Utilizou-se de um sentimento muito forte, que é a indignação com a corrupção. E a campanha Fora Dilma! explorou de forma muito bem-sucedida essa indignação. Por outro lado, se explorou de forma muito profunda a questão do golpe. Esse recurso que o governo usou para se defender gerou uma polarização muito generalizada na população brasileira. Estamos falando de 30% da Câmara dos Deputados e 30% da população, e isso vai fazer com que essas pessoas se sintam subtraídas, com sentimento de ter sua presidenta eleita subtraída do cargo”, disse Matos.

Próximos passos

Nesta segunda-feira (18), o processo será enviado ao Senado e no dia seguinte (19), lido no plenário da Casa. Amanhã (19), os líderes partidários deverão indicar os 42 parlamentares que vão compor a comissão que analisará o assunto no Senado, com 21 titulares e 21 suplentes. A comissão tem prazo de 48 horas para eleger o presidente e o relator. Por causa do feriado de 21 de abril na quinta-feira, isso deverá ocorrer somente na segunda-feira (25).

Caso aprovada a admissibilidade do processo pelo Senado, o que deve ser decidido entre os dias 10 e 11 de maio, a presidenta Dilma Rousseff será notificada e afastada do cargo por um prazo máximo de 180 dias, para que os senadores concluam o processo. O vice-presidente da República, Michel Temer, assume o posto. Mesmo se for afastada, Dilma manterá direitos como salário, residência no Palácio da Alvorada e segurança. Nesse período, ela fica impedida apenas de exercer suas funções de chefe de Estado.

De acordo com a professora da UFMG, ainda são necessárias provas para que o processo tenha legitimidade. “Há que se provar o crime de responsabilidade. Esse debate não foi feito em nenhuma circunstância. Quero ver a prova cabal dos crimes de responsabilidade atribuídos a Dilma para que se deponha uma presidenta democraticamente eleita. Acredito que haverá mais serenidade e atenção aos fatos nos próximos julgamentos”, disse.

Falta de legitimidade

O prosseguimento do processo, disse Jorge Almeida, foi viabilizado porque, além da crise econômica e das denúncias de corrupção, Dilma negou todas as promessas de campanha que foram feitas, o que levou à perda de legitimidade política do mandato. “Isso, considerando a legislação brasileira, não é elemento para gerar impeachment, mas é um elemento importante para compreender a situação política”.

Segundo o professor da UFBA, tudo indica que a decisão da Câmara será seguida pelo Senado, o que implica colocar no poder outro presidente sem legitimidade. “O que vai implicar que o [vice-presidente] Michel Temer vai assumir a Presidência da República. Isso não vai resolver nenhum problema nacional porque Temer, além do questionamento sobre a legalidade do mandato, incorre nos mesmos problemas de Dilma”.

“Se houve perda de legitimidade de Dilma por não ter cumprido as promessas, Temer nunca teve essa legitimidade. O Brasil vai entrar em um período complicado”, afirmou Almeida, acrescentando que o governo Dilma não trouxe conquistas concretas e que há o risco de retrocessos maiores em termos de conquistas históricas de trabalhadores.

Por Heloisa Cristaldo e Andreia Verdélio

Sem surpresas, 9 deputados federais da Paraíba votam pelo impeachment e 3 contra

Nove deputados da PB votaram pelo impeachment
Nove deputados da PB votaram pelo impeachment

A bancada paraibana votou sem nenhuma surpresa. Apenas dos deputados federais Luiz Couto (PT), Damião Feliciano (PDT) e Wellington Roberto (PR) votaram contra a abertura do processo de impeachment. Na sessão da Câmara Federal, os paraibanos votaram rápidos e o único que atacou o presidente dos trabalhos, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi Couto. Quando Wilson Filho (PTB) votou, o placar ficou em 337 votos a favor e 126 contra o impeachment.

Por pouco a bancada da Paraíba não decidiu a votação. Recaiu para Pernambuco, estado natural do ex-presidente Lula, a decisão em plenário. O 342° Voto foi do deputado federal pernambucano Bruno Araújo (PSDB). A votação seguiu a ordem alfabética e, portanto, o primeiro a votar pela Paraíba foi Aguinaldo Ribeiro, líder da bancada do PP. “Eu sou líder da da maioria. Não sou líder da minoria e por isso sigo a maioria pela admissibilidade desse processo”, disse. 

Benajmin Maranhão (SD) fez um duro discurso contr a presidente Dilma Rousseff. Ele disse que ela cometeu crimes e precisava ser punida. “Ela é ladra”, bradou. “Hoje o julgamento é político, por crime de responsabilidade. Mas ela via responder na Justiça. Vai responder criminalmente”.

O deputado federal Damião Feliciano (PDT) seguiu orientação partidária e votou contra o impeachment. “Eu rogo a Deus pelo futuro da minha Paraíba e do meu Brasil”, disse.

Efraim Filho (DEM) destacou que sempre votou contra o PT. Disse que sempre apontou “seus erros, seus equívocos e suas mentiras”.. Presidente da CPI dos Fundos de Pensão, o deputado do Democratas disse que “o remédio para um governo irresponsável esá previsto na Constituição e é o impeachment, realizado pelo Congresso é fiscalizado pelo Supremo Tribunal Federal”.

Em seguida votou Hugo Motta (PMDB) que afirmou estar convicto de uma união nacional depois do processo, para que o Brasil retome o seu desenvolvimento. Ele votou favorável ao impeachment, como já era esperado.

Único deputado do PT da bancada federal, Luiz Couto afirmou que a população reagirá contra o que chamou de “golpe” e contra quem estava na cadeira do presidente da Câmara Federal, dirigindo-se ao deputado federal Eduardo Cunha.

Manoel Júnior (PMDB) começou seu discurso dizendo que “ecoa na Câmara o clamor das ruas”;. O peemedebista ofereceu seu voto em favor do processo de impeachment a Pedras de Fogo, à Paraíba e à cidade de João Pessoa.

Pedro Cunha Lima (PSDB) fez um verso em seu voto a favor do impeachment: “Na exigência do respeito, que carrego por efeito, da confiança em mim, voto pela mudança, no composta da esperança, vamos em frente com a força, e voto sim”, declamou.

Rômulo Gouveia (PSD) afirmou que chegou ao mandato pela confiança da população. Citou Campina Grande onde, segundo ele, os eleitores clamam pela mudança do governo federal, por não aceitar mais o modelo administrativo implantado no país. “Precisamos nos unir, somar e formar um governo de coalizão no país. O que estamos votando hoje é o combate à corrupção”, sustentou.

Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) disse que votava com equilíbrio e moderação. “Com responsabilidade jurídica e consciência política, o nosso voto é favorável ao prosseguimento do processo de impedimento da presidente”, afirmou.

Faltando seis votos para oposição conseguir 342 votos, o deputado Wellington Roberto (PR) votou contra o impeachment. Sustentou que o impeachment não resolverá os problemas do país. “Defendendo novas eleições, eu voto”, argumentou.

Último deputado da Paraíba a votar, o deputado federal Wilson Filho (PTB) se pronunciou favorável ao impeachment. “Eu decidi olhar para o futuro, apostar na boa política e na renovação na esperança dos brasileiros. As pedaladas fiscais aconteceram e nós estamos no momento certo para mudar o Brasil”, afirmou.

Por Hermes de Luna

PB retoma pesagem de veículos e multa para irregularidades pode passar dos R$ 100

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) retomou, na quinta-feira (7), a fiscalização da pesagem de veículos de carga nas rodovias federais sob sua jurisdição. Na Paraíba, a fiscalização vai ocorrer no posto de pesagem da Farinha, que fica no município de Pocinhos, no Agreste do estado, nas proximidades do km 184 da BR 230. A multa para veículos acima do peso é de R$ 85,13, com adicional de R$ 21,28 por cada 200 kg a mais.

De acordo com o Dnit, a fiscalização vai ser realizada em três etapas e os veículos devem obedecer o limite de peso definido (Peso Bruto Total, Peso Bruto Total Combinado, Peso por Eixo e Capacidade Máxima de Tração), que depende do tipo de veículo, conforme registrado pelo fabricante quando da homologação do veículo.

A primeira etapa terá duração de 45 dias e consiste em fiscalização de caráter educativo e apenas a veículos de carga para conscientização dos motoristas.

Na segunda etapa vão ser fiscalizados veículos de carga e de transporte coletivo de passageiros. Nela, os agentes irão verificar as notas fiscais das mercadorias e utilizar um talão manual para lavrar auto de infração dos veículos que estiveram com carga acima do permitido.

Já na terceira etapa entra a utilização da balança rodoviária para pesar os veículos e conferir se o valor registrado está de acordo com o limite estabelecido. Caso esteja cometendo infração, a multa será expedida e enviada para o endereço de registro do infrator.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou ao Portal Correio que apesar da fiscalização de pesagem de autocargas pelo Dnit ter sido interrompida, a PRF continuou realizando suas fiscalizações normalmente, uma vez que a ação civil pública do Ministério Público do Trabalho não afetou a PRF.

Ainda conforme a PRF, os agentes do órgão trabalham na fiscalização de peso e dimensões para garantir a segurança nas rodovias federais. “[Trata-se de ] uma linha de atuação de fundamental importância no que diz respeito à preservação da vida, da integridade física, da saúde e da segurança dos cidadãos usuários das rodovias federais, da preservação do patrimônio público federal, da ordem econômica e do meio ambiente ecologicamente equilibrado, à medida em que contribui na redução de acidentes, danos e mortalidade, além de contribuir para a diminuição da criminalidade, uma vez que coíbe o transporte de ilícitos dissimulados nos diversos tipos de cargas, projetando uma maior percepção de segurança aos usuários”, disse a PRF.

Por Alisson Correia e Halan Azevedo

Sem perder 21 jogos, Vasco alcança maior sequência invicta do século

(Crédito: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br) Jogadores do Vasco comemoram título da Taça Guanabara
(Crédito: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br) Jogadores do Vasco comemoram título da Taça Guanabara
Jogadores do Vasco comemoram título da Taça Guanabara

Além de conquistar a Taça Guanabara, a vitória do Vasco sobre o Fluminense por 1 a 0, neste domingo (17), garantiu a maior série invicta do clube neste século.

A sequência de 21 jogos sem perder – são 15 vitórias e seis empates – superou a marca de 20 partidas invicto que o Cruz-Maltino tinha conquistado em 2001 (17 vitórias e três empates) e 2011 (12 vitórias e oito empates).

O último revés do time de São Januário havia sido, justamente, contra o Tricolor, no dia 1º de novembro de 2015, pelo Campeonato Brasileiro.

Colocando a sequência invicta à prova, o Vasco enfrenta o Flamengo, no próximo domingo (24), ainda sem local e horário definido, pela semifinal do Carioca.

Do PBVale, com Esporte Interativo 

Itália confirma nova ‘tragédia’ com naufrágio de barco de imigrantes

Ministro das Relações Exteriores italiano, Paolo Gentiloni, falou sobre tragédia com barco de imigrantes
Ministro das Relações Exteriores italiano, Paolo Gentiloni, falou sobre tragédia com barco

“Estamos tentando obter mais informações, principalmente com as autoridades egípcias”, afirmou Gentiloni à imprensa em Luxemburgo, onde participa do Conselho de Ministros das Relações Exteriores da União Europeia.

Seu colega alemão, Frank-Walter Steinmeier, indicou que as primeiras informações que recebeu apontam que “mais de 300 pessoas” morreram, mas advertiu que é necessário obter outros dados.

“O que é certo é que estamos de novo diante de uma tragédia no Mediterrâneo, exatamente um ano depois da que tivemos, não em águas egípcias, mas nas águas líbias”, acrescentou Gentiloni.

Há um ano, cerca de 700 pessoas desapareceram no Canal da Sicília quando tentavam alcançar o litoral da Itália, na maior tragédia deste tipo ocorrida no Mar Mediterrâneo nas duas últimas décadas. Gentiloni considerou que o novo naufrágio é “mais um motivo para se comprometerem a não levantar muros” na União Europeia, mas optar por soluções conjuntas.

“É uma razão a mais para dizer que a Europa não deve fazer muros, e, sim, multiplicar seus esforços pela África”, assegurou.

Da Agência EFE

Ricardo Coutinho classifica votação do impeachment como “farsa e golpe”

O governador Ricardo Coutinho disse, por meio do seu Twitter, que condena o que ele classifica como “farsa e golpe” o processo de impeachment aprovado, na noite de domingo (17), pela Câmara dos Deputados.

Segundo as postagens, o governador disse que o que houve na sessão de votação foi uma “encenação dos deputados”.

Leia mais notícias de Polícia no Portal PBVale

Ainda segundo o governador, o combate a corrupção só será realizado caso o processo seja conduzido por agentes públicos sem envolvimento com a corrupção.

Veja abaixo as postagens do governador:

Foto: Ricardo Coutinho publicou postagens no Twitter
Créditos: Reprodução/Twitter

Do Portal Correio 

Ossada humana é encontrada enterrada em Cuité de Mamanguape

Ossada humana foi encontrada em plantação
Ossada humana foi encontrada em plantação
Ossada humana foi encontrada em plantação

Uma ossada humana foi encontrada, durante a noite de domingo (17), dentro de uma plantação de macaxeira no município de Cuité de Mamanguape, Litoral Norte paraibano, a 71 km de João Pessoa.

Segundo o agente Daniel, da Polícia Civil em Mamanguape, a ossada foi encontrada por cachorros do agricultor dono da plantação. No local, os cachorros teriam começado a cavar a terra quando encontraram os restos humanos.

“O agricultor nos acionou quando os cachorros dele acharam os ossos. Fomos ao local, junto com o Instituto de Polícia Científica (IPC), e constatamos que os ossos são humanos. O próximo passo é analisar os ossos, ver registro de pessoas que estavam desaparecidas nos últimos seis meses para tentar identificar a vítima”, contou o policial.

Por Halan Azevedo, do Portal Correio

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