O pagamento em dia motiva os servidores municipais, proporciona uma mesa farta no final de ano e garante bons dividendos para o comércio do município.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração, confirmou, nesta terça-feira (26), que o pagamento dos servidores vai ser efetuado nesta sexta-feira (29) e no sábado (30).
Com isso, o Governo reforça o compromisso de pagar aos servidores dentro do mês trabalhado, apesar do momento financeiro pelo qual passa o País.
Segundo a Secretaria de Estado da Administração, no primeiro dia recebem aposentados e pensionistas. Já no sábado, será efetuado o pagamento dos servidores da ativa, tanto da administração direta quanto da indireta.
Calendário:
29/04 – Aposentados e pensionistas
30/04 – Servidores da ativa (administração direta e indireta)
Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação, mostra que pouco mais da metade, 53,5%, das escolas indígenas têm material didático específico para o grupo étnicoDivulgação Prefeitura de Maricá/Fernando Silva
Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação, mostra que pouco mais da metade, 53,5%, das escolas indígenas têm material didático específico para o grupo étnicoDivulgação Prefeitura de Maricá/Fernando Silva
Ir para a escola e assistir aulas em outro idioma, não conhecer a própria história, aprender a história de outro povo e ter exemplos estranhos à realidade em que se vive é uma situação que parece irreal. No entanto, é assim que são educadas muitas crianças e jovens indígenas. Os últimos dados do Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação (MEC), mostram que pouco mais da metade, 53,5%, das escolas indígenas têm material didático específico para o grupo étnico.
De acordo com especialistas, não são raras as situações em que os indígenas não têm acesso a materiais na própria língua, que utilizam produtos elaborados para outra etnia que não a sua, ou mesmo que aprendem com livros que trazem, para facilitar a lição, elefantes e girafas, animais completamente desconhecidos na Amazônia, por exemplo.
Os indígenas são 0,47% da população brasileira, 817.963 habitantes, dos quais 502.783 vivem na zona rural e 315.180 em áreas urbanas, mostram os resultados preliminares do Censo Demográfico feito pelo IBGE em 2010. Pertencem a cerca de 305 etnias e falam 274 línguas.
“A educação indígena apresenta os mesmo desafios [de inclusão escolar, desempenho e evasão] da educação básica, com grau de dificuldade ainda maior pela especificidade de atendimento a essas populações. O grande número de diferentes grupos indígenas coloca uma dificuldade adicional”, diz a superintendente do programa Todos Pela Educação, Alejandra Meraz Velasco. “Certamente, a desigualdade não aparece apenas nesses itens, a qualidade da educação está comprometida como um todo”, acrescenta.
Desde 2010, o uso de material didático específico para esse grupo étnico cresce com pequenas oscilações, segundo levantamento do Todos pela Educação, com base nos dados do MEC. Nesse ano, 50,5% das escolas tinham material didático específico. O percentual chegou a 56,7% em 2013. Em 2014, no entanto, houve queda – 50,6% das escolas tinham esse material.
Materiais de outra etnia
Sem material didático específico, os estudantes da aldeia Sowaintê, em Rondônia, usam livros da etnia tupinambá, da Bahia. “São contextos bastante diferentes, cada povo tem sua história e cultura, não somos iguais. Fazer material didático só para uma ou outra não é certo, acabamos trabalhando a história de outro povo, não a nossa”, diz Ivonete Sabanê. Com 29 anos, ela é professora do 4º e 5º anos na aldeia.
Ivonete decidiu lecionar para atender às necessidades de sua comunidade. Hoje, é aluna do curso de licenciatura em educação básica intercultural para povos indígenas na Universidade Federal de Rondônia (Unir). Juntamente com os alunos, ela montou um livro com desenhos e textos sobre a história do próprio povo. Agora, quer transformar a experiência em material didático para ser trabalhado na aldeia. “Serve para depois, quando os mais velhos não estiverem mais aqui, [os mais jovens] entenderem toda a história do povo, porque ela estará registrada. Eles poderão repassar para as novas gerações e também aprofundar, procurar saber mais”.
“Ainda há muita necessidade de produzir vários tipo de materiais. Quando um povo decide trabalhar seu conhecimento oral na forma de escrita, precisa de vários materiais. Primeiro da alfabetização e depois da sequência dessa formação”, diz o doutor em linguística Joaquim Mana Hunikuin. Ele nasceu na aldeia Praia do Carapanã, no Acre, e hoje trabalha em Rio Branco, como técnico da Secretaria de Educação do estado.
“Vejo que os povos têm a mesma necessidade”, diz, “Povos falantes que querem produzir o seu material didático precisam ter esse conhecimento técnico científico para analisar a própria língua e definir a língua a ser usada na escola. Do material que vem de fora, se aprende a língua portuguesa”.
Ele comenta que há livros que chegam às aldeias que não condizem com a realidade da população. “Há livros que vêm de fora, há imagens desconhecidas. “Na região amazônica, as crianças não conhecem elefante, girafa. Mesmo não entendendo a lógica desses personagens, a ideia é aprender a ler e escrever a língua portuguesa”.
Joaquim Hunikuin informa que há a intenção no estado de produzir materiais específicos, mas o contexto econômico não está favorável e não há recursos para a edição desses materiais.
A coordenadora do Laboratório de Línguas Indígenas da Universidade de Brasília (UnB), Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, chama a atenção para outra questão, a formação de professores. “Material didático somente não adianta. Os professores têm que ter formação adequada para usar esses materiais. Uma escola pode ter muitos materiais para ensino da língua nas escolas indígenas, mas se não tiver treinamento, se os professores não souberem como fazer, não adianta ter material, que não vai servir para a educação indígena”, afirma.
Ministério da Educação
De acordo com o MEC, o índice de escolas com oferta de materiais didáticos específicos oscila, por um lado, devido ao aumento de escolas indígenas a cada ano. Em 2012, de acordo com o Censo Escolar, eram 2.954 escolas; em 2013, 3.059; em 2014, 3.056; e em 2015, 3.085. Por outro lado, “a tiragem desses materiais, em muitos casos, é pequena”, diz a pasta.
O MEC acrescenta que os materiais didáticos e paradidáticos têm se caracterizado por ser de autoria indígena e produzidos em contextos de formação de professores indígenas no magistério intercultural de nível médio e nas licenciaturas interculturais indígenas. “De modo geral, os materiais produzidos ainda se destinam ao letramento e aos anos inicias do ensino fundamental, havendo grande lacuna para os anos finais e o ensino médio”.
Para o ministério, o grande desafio é ampliar a oferta de toda a educação básica nas escolas indígenas, tendo como estratégia a formação de professores nas licenciaturas interculturais indígenas, que habilitam os docentes nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio. Essas licenciaturas, de acordo com o MEC, são desenvolvidas em 20 instituições de ensino superior públicas e habilitaram, até 2015, 1.961 professores indígenas.
Governo assinou termo de cooperação com a empresa (Foto: Divulgação)
Governo assinou termo de cooperação com a empresa (Foto: Divulgação)
O governador Ricardo Coutinho assinou, nessa terça-feira (26), um termo de cooperação técnica com a Rede Carajás que vai inaugurar uma nova loja no mês de agosto, na cidade de Cabedelo. O empreendimento vai gerar cerca de 500 novos postos de trabalho no Estado, sendo 293 funcionários inicialmente selecionados, os quais, de acordo com o termo assinado, serão indicados pela Secretaria de Desenvolvimento Humano, através do Sine-PB.
Ricardo enfatizou que o termo de cooperação técnica garante que a mão de obra local seja valorizada, garantindo a geração de empregos e o consequente aquecimento da economia varejista. “É um empreendimento importante que vai trazer em média 500 empregos para a Paraíba, vagas que serão preenchidas de acordo com os critérios do Sine-PB, que tem pessoas qualificadas a procura de oportunidades como estas. A vinda de grandes empresas para o Estado movimenta a economia, mesmo neste período complicado, e mostra que a Paraíba continua atrativa aos investimentos”, disse.
A secretária de Desenvolvimento Humano, Cida Ramos, destacou que a empresa vai promover a inclusão social, disponibilizando um número de vagas para pessoas com deficiência. “O papel da Secretaria de Desenvolvimento Humano é fundamental porque será por meio do Sine que as pessoas serão selecionadas. O importante falar é que vamos incluir pessoas com deficiência e idosos nestas vagas, o que é algo inovador. É sempre muito bom poder aliar a política de trabalho com a política para segmentos que muitas vezes não têm oportunidades, como é o caso das pessoas com deficiência”, observou.
De acordo com o superintendente do Grupo Carajás, Abílio Alves Neto, a nova loja será a maior do segmento na Paraíba. “O prédio ocupará uma área de 32 mil m², com 11.200 mil m² de loja dividida em dois pavimentos. Hoje assinamos o termo que oferece 293 cargos iniciais, mas serão no total 500 vagas. A nossa intenção é que a inauguração da loja aconteça no máximo na primeira semana de agosto. Agradeço ao apoio do Governo do Estado que desde o início nos incentivou a trazer esta empresa para o Estado, que vai gerar tantos empregos”, comentou.
O estabelecimento vai comercializar cerca de 70 mil itens, entre móveis, pisos, revestimentos, tintas, material elétrico, artigos para grávidas, roupas infantis e utilidades para o lar. A empresa já possui unidades em funcionamento nas cidades de Campina Grande, João Pessoa, Maceió e Arapiraca.
O percentual de famílias endividadas no país caiu de 60,3% em março para 59,6% em abril deste ano. Segundo os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quarta-feira (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual é também inferior ao observado em abril de 2015, que ficou em 61,6%.
A proporção de famílias inadimplentes, ou seja, com dívidas em atraso, caiu de 23,5% em março para 23,2% em abril deste ano. No entanto, esse indicador ainda está em patamar superior ao observado em abril de 2015 (19,7%).
O mesmo acontece com as famílias que não terão condições de pagar suas contas. O percentual recuou de março (8,3%) para abril (8,2%), mas manteve-se acima do patamar de abril de 2015 (6,9%).
O percentual de famílias que se consideram muito endividadas subiu de 12% em abril de 2015 para 14,5% em abril de 2016. A maior parte das dívidas é com cartões de crédito (77,9%). Em seguida, aparecem os carnês (15,4%), financiamentos de carro (11,9%) e créditos pessoais (10,5%). O tempo médio dos pagamentos em atraso fica em 61,8 dias.
A Secretaria de Estado da Saúde confirmou, nessa segunda (26), as primeiras três mortes por influenza H1N1, na Paraíba. Os pacientes eram de Campina Grande, João Pessoa e Baía da Traição.
Segundo a SES, em Campina Grande a paciente era uma mulher jovem e saudável. Já os casos de João Pessoa e Baía da Traição envolvem homens adultos com hipertensão e um deles com obesidade.
Outros óbitos estão em investigação, entre eles o de uma puérpera de Matureia, que morreu na quinta-feira, e de uma jovem de Puxinanã, falecida no fim de março, em Campina Grande.
A chefe do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas da Paraíba (NDTA), Anna Stela Cysneiros Pachá, ressalta que os casos considerados descartados não deixam de ser enquadrados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que podem ser provocadas pelo vírus da influenza A-H1N1 ou por outros agentes infecciosos.
Embora pelo menos cinco estados tenham começado a imunização, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será aberta oficialmente no próximo sábado (30) em todas as cidades do país e é voltada a públicos com maior risco de complicações pelos vírus, como crianças com menos de cinco anos, gestantes, idosos e profissionais da saúde.
Sintomas
Os principais sintomas da chamada gripe A são infecção aguda das vias aéreas e febre – em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.
A prevenção da doença é feita com regras básicas de higiene, como cobrir a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos com frequência. Também se deve evitar permanecer por muito tempo em ambientes fechados, sem ventilação e com aglomeração de pessoas.
Em ensaio fotográfico publicado no Facebook, Milena Santos comemorou posse do marido.
Em ensaio fotográfico publicado no Facebook, Milena Santos comemorou posse do marido.
A posse do novo ministro do Turismo do governo Dilma Rousseff, Alessandro Teixeira, na última sexta-feira (22), ganhou fotos e elogios animados da mulher do político, Milena Santos, eleita ex-Miss Bumbum, nos Estados Unidos, em 2013. Ativa em redes sociais, até pelo trabalho como modelo, Milena postou imagens do marido no gabinete e se proclamou “a primeira dama do Ministério do Turismo do Brasil”.
“Não é a toa que ao lado de um grande Homem, existe sempre uma linda e poderosa mulher”, escreveu Milena. Além de Miss Bumbum, Milena foi vereadora na Bahia e mantém postagens nas redes sociais alimentadas com temas políticos na mesma proporção em que exibe imagens malhando na academia.
Por meio da assessoria, o Ministério do Turismo explicou o episódio. “O ministro repudia a exposição dele e da esposa, como também o resgate de fotos antigas. As postagens são na rede social privada dela e que mostram a intimidade de um casal, apenas”.
Milena e Alessandro posam sorridentes para foto. (Foto: Facebook/Reprodução)
Deputado Frei Anastácio disse que estava tomando a decisão de fazer parte da base do governo na Assembleia, principalmente, em decorrência da posição corajosa assumida pelo governador na defesa do governo Dilma e contra o golpe do Impeachment.
Deputado Frei Anastácio disse que estava tomando a decisão de fazer parte da base do governo na Assembleia, principalmente, em decorrência da posição corajosa assumida pelo governador na defesa do governo Dilma e contra o golpe do Impeachment.
O deputado estadual Frei Anastácio (PT) anunciou nesta terça-feira (26), oficialmente, sua ida para a base do governo do estado na Assembleia Legislativa. O anúncio foi feito durante solenidade na Praça João Pessoa, onde o governador sancionou a lei autorizando a transferência de 837 hectares de terras das várzeas de Sousa para o INCRA. A área é referente ao perímetro irrigado Várzeas de Sousa onde 200 famílias vivem e plantam.
O deputado disse que estava tomando a decisão de fazer parte da base do governo na Assembleia, principalmente, em decorrência da posição corajosa assumida pelo governador na defesa do governo Dilma e contra o golpe do Impeachment. “Essa posição tomada por Ricardo mostra as qualidades de um grande estadista que a Paraíba tem”, disse o deputado.
Frei Anastácio afirmou ainda que a atenção do governador aos trabalhadores sem terra e aos agricultores familiares, a exemplo do que ocorreu com a transferência das terras nas várzeas de Sousa para o INCRA, é outro exemplo importante para a posição tomada por ele. “Acredito que podemos avançar ainda mais, priorizando outras ações que venham beneficiar a agricultura em nosso estado. E não estou indo para base para “mamar nas tetas”, como alguém andou dizendo por ai. Estou indo com base em projetos e ações”, afirmou.
Posição coerente
O deputado acrescentou ainda que sempre manteve uma posição coerente na Assembleia Legislativa, votando todos os projetos de interesse da população. “E irei manter essa mesma posição, em defesa do povo. Jamais serei subserviente. Se me deparar com algum projeto que venha trazer prejuízo para a população, não comungarei com ele”,destacou.
De acordo com o deputado, o projeto de lei sancionado nesta terça-feira pelo governador, representa a vitória de uma luta dos trabalhadores que já dura 15 anos. “Estamos avançando e tenho a certeza de que aquelas 200 famílias da região passarão a ter mais condições para produzir com os incentivos financeiros do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Incra”, destacou o parlamentar.
O deputado disse ainda que com a transferência das terras do governo do estado para o Incra, as famílias terão recursos para perfuração de poços e, entre outras coisas, para construção de casas. “Aquelas famílias hoje já dão um exemplo de produção, mesmo sem nenhum incentivo. Agora, terão como ampliar essa produção e viver com mais dignidade”, complementou o deputado.
Presidente da Comissão do Impeachment. Raimundo Lira (PMDB-PB), e o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB-MG) (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
Presidente da Comissão do Impeachment. Raimundo Lira (PMDB-PB), cumprimenta o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB-MG) (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
Instalada nesta terça-feira (26) para analisar o processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff, a comissão especial do impeachment do Senado elegeu, em sua primeira reunião, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) para a presidência do colegiado e o senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) para a relatoria.
Embora a escolha de Raimundo Lira tenha ocorrido por aclamação, não houve consenso para definir o nome do relator da comissão. A indicação do parlamentar tucano pelo Bloco da Oposição para o posto-chave do colegiado gerou protesto entre senadores do PT.
Os petistas não queriam ver um senador de seu principal adversário político com poder para influenciar diretamente no futuro político da presidente da República. O relator é o responsável pela elaboração do parecer que recomendará a instauração do processo de impeachment ou o seu arquivamento.
“Nós, do PT, que temos a presidenta sob julgamento, entendemos que não seria adequado que tivéssemos o relator. Assim como não é possível que o PSDB, que patrocina essa causa, tenha a função e o papel de ter a relatoria. Uma comissão assim começa muito mal. O ideal seria que pudéssemos construir aqui um nome que tivesse o apoio de todos”, ponderou o líder do PT na Casa, senador Humberto Costa (PE).
As discussões em torno da escolha de Anastasia para a relatoria se estendeu por quase três horas. Senadores governistas apresentaram consecutivas questões de ordem pedindo que o senador do PSDB fosse declarado suspeito e impedido para relatar o processo de impeachment na comissão.
Os parlamentares aliados ao Palácio do Planalto reclamaram que, em razão de integrar um partido que já manifestou publicamente apoio ao impeachment, Anastasia não tinha imparcialidade suficiente para relatar o processo. Já opositores do governo se revezaram nos microfones da comissão para sustentar que o impedimento sugerido pelos governistas não está previsto no regimento interno do Senado.
Todos os questionamentos dos governistas foram foram rejeitados pela maioria dos integrantes da comissão. Apesar das reclamações dos senadores do PT e do PC do B, Anastasia acabou eleito para relatar o processo de afastamento de Dilma no Senado.
Cronograma A partir desta terça-feira, Antonio Anastasia terá até dez dias úteis para elaborar um parecer recomendando ao Senado a instauração ou o arquivamento do processo de impeachment. A previsão é de que a comissão especial fará reuniões diárias até a votação do relatório.
Ainda que o rito de impeachment do Senado não determine que a defesa da presidente se manifeste nesta primeira fase de tramitação do processo na Casa, Raimundo Lira disse que abrirá espaço para os defensores de Dilma e os autores do pedido de afastamento se manifestarem ainda nesta semana no colegiado.
Segundo ele, os autores do pedido (Miguel Reale Jr, Hélio Bicudo e Janaina Paschoal) terão a oportunidade de se manifestar na comissão nesta quinta-feira (28). Já o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, poderá fazer a defesa de Dilma na sexta (29).
Pelas contas do presidente da comissão especial, o parecer final do relator deverá ser apresentado em 4 de maio e deve ser discutido pelo colegiado nos dias 5 e 6 de maio.
Se as previsões de Raimundo Lira se confirmarem, o parecer deverá ser votado pela comissão em 6 de maio. Ainda de acordo com a estimativa do senador do PMDB, o relatório de Anastasia deverá ser submetido ao plenário principal do Senado no dia 11 de maio.
Caso o relatório da comissão seja favorável à instauração do processo e seja aprovado por maioria simples dos senadores no plenário (41 de 81), Dilma será afastada da Presidência da República por 180 dias. Neste hipótese, o vice-presidente Michel Temer assumirá o comando do Palácio do Planalto.
Julgamento do impeachment Se o plenário do Senado decidir afastar Dilma para julgar seu processo de impeachment, inicia-se a fase de coleta de provas. Neste caso, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, assumirá a condução do processo.
Para cassar o mandato da presidente em definitivo, a oposição terá de obter no plenário os votos de, pelo menos, 54 dos 81 senadores, equivalente a dois terços dos parlamentares da Casa.
No pedido de impeachment, os autores da denúncia afirmam que a presidente da República cometeu crime de responsabilidade ao atrasar pagamentos do Tesouro Nacional a bancos públicos com o objetivo de melhorar artificialmente a situação fiscal do país. Essas manobras são chamadas de “pedaladas fiscais”.
Além disso, os três juristas que pediram o afastamento da petista do comando do país alegam que o governo federal publicou decretos para a abertura de créditos suplementares de valor elevado sem a autorização prévia do Congresso Nacional.
O governo justifica que os motivos apresentados para embasar o pedido de impeachment não configuram crime de responsabilidade por parte da presidente da República.
‘Chicana’ Antes da eleição, a senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) apresentou uma questão de ordem para que fosse incluído, entre a lista dos autores da denúncia, o nome do advogado Flávio Henrique Costa Pereira, que é advogado do PSDB.
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) respondeu à questão de ordem, afirmando que o advogado apenas representava os autores da denúncia, por isso, não deveria ser incluído entre os autores da denúncia. Cunha Lima chamou de “chicana”, tentativa de criar dificuldade, a questão de ordem de Vanessa Grazziotin. As informações são do G1.
Que o futebol é um esporte capaz de unir povos das mais variadas culturas ninguém duvida. Porém, apesar do predominante clima de alegria, as relações entre torcedores, jogadores e árbitros nem sempre fazem jus à beleza do esporte.
Um exemplo disso é o que aconteceu no último fim de semana em um jogo na Turquia. Um torcedor fanático pelo Trabzonspor se descontrolou e agrediu de forma covarde o árbitro que apitava a partida contra o Fenerbahce.
Posicionado na linha de fundo, o árbitro não viu quando o torcedor invadiu o campo. O torcedor deu um soco nas costas do árbitro, que caiu no gramado. Não satisfeito, o agressor continuou a bater no apitador, até que seguranças puseram fim aos golpes.
O caso lamentável foi registrado em vídeo, assista abaixo:
Em 2015, nove das dez cidades mais violentas do mundo estavam na América Latina, com Caracas no topo da lista, mostra o estudo Justiça Possível, da organização não governamental (ONG) Segurança, Justiça e Paz (SJP), do México.
“Caracas, a capital venezuelana, com mais de 3,2 milhões de habitantes, ocupou o primeiro lugar, com 3.946 assassinatos em 2015, o que representa 119,87 mortes violentas por cada 100 mil habitantes”, diz o estudo.
Segundo a SJP, o estudo analisou as mortes violentas ocorridas em 2015 em 50 cidades do mundo com mais de 300 mil habitantes e o número de assassinatos por cada 100 mil habitantes.
“Representa um grande desafio determinar a incidência real dos homicídios nesse país (Venezuela), pois os governantes, em lugar de transparência e prestação de contas, preferem o ocultamento ou a propaganda, muitas vezes baseada em mentiras”, acrescenta o documento.
De acordo com a ONG, para o estudo foram consultadas fontes oficiais e notícias da imprensa, de que “o caso da Venezuela não é isolado na região” pois “41 das 50 cidades mais violentas do mundo estão na América Latina”.
O documento informa ainda que depois de Caracas, com 119,87 assassinatos por cada 100 mil habitantes, seguem-se as cidades de San Pedro Sula (Honduras), San Salvador (El Salvador) e Acapulco (Mèxico), com 111,03, 108,54 e 104,73 assassinatos por 100 mil habitantes, respectivamente.
No quinto lugar está a cidade venezuelana de Maturín, seguindo-se o Distrito Central das Honduras e de novo uma cidade venezuelana, Valência.
Os últimos lugares das dez cidades mais violentas são ocupados por Palmira (Colômbia), a Cidade do Cabo (África do Sul) e Cali, na Colômbia. A Cidade do Cabo é a única que não está na América Latina.
O relatório mostra também que, comparando com 2014, oito cidades saíram do ranking da violência: Belo Horizonte (Brasil), Medellín e Cúcuta (ambas na Colômbia) e as mexicanas Chihuahua, Cuernavaca, Juárez, Nuevo Laredo e Torreón.
A disputa pela Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bayeux ganhou novos desdobramentos após a presidente da Casa, vereadora Jayslane Moura (Jays de Nita), assinar duas chapas diferentes para a eleição do biênio 2027-2028. O episódio provocou repercussão no meio político e gerou críticas à atuação da parlamentar.
Lagoa de Dentro realiza, de 14 a 18 de outubro, a Rota Cultural Raízes do Brejo 2026, com uma programação voltada à valorização da cultura nordestina. O evento contará com atrações culturais, gastronomia, artesanato e shows musicais, fortalecendo o turismo e as tradições do município.
O governador reeleito Lucas Ribeiro reuniu mais de 100 prefeitos e lideranças políticas, em Campina Grande, para reforçar a campanha de Lula no segundo turno. Durante o encontro, ele destacou a parceria entre os governos estadual e federal, defendeu a continuidade de investimentos na Paraíba e convocou as lideranças a intensificarem a mobilização nos municípios.