30 C
Mamanguape
sexta-feira, 9 outubro 2026
Bayeux
Início Site Página 2461

Coronel reformado da Polícia Militar é encontrado morto na Paraíba

Coronel reformado foi encontrado morto dentro do próprio apartamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Coronel reformado foi encontrado morto dentro do próprio apartamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Coronel reformado foi encontrado morto dentro do próprio apartamento (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Foi encontrado morto, nessa terça-feira (10), o coronel reformado da Polícia Militar Roberto Subitschek. Segundo informações do major Cristovão Lucas, o corpo foi encontrado dentro do próprio apartamento do coronel, no bairro de Manaíra, em João Pessoa.

O major Lucas explicou que ninguém via o policial reformado sair de casa há dois dias. A vizinha estranhou a ausência dele e bateu na porta, que estava aberta. Ela encontrou o corpo de Roberto caído no chão.

Uma perícia foi feita no local e não identificou nenhum sinal de violência. A principal suspeita é de que ele teve uma morte natural.

O coronel Roberto Subitschek tinha 54 anos, era médico e chegou a ser diretor do Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho. As informações são do G1.

Idecan divulga resultado definitivo de prova objetiva do concurso da UFPB

O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) divulgou, na terça-feira (10), o resultado definitivo da prova objetiva do concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A lista inclui as notas dos candidatos em cada prova e sua situação (se foram aprovados ou não) e pode ser conferida no site do instituto. Também nessa terça-feira, foi publicada uma retificação do gabarito oficial e o resultado dos recursos. A prova foi aplicada no dia 13 de março.

Veja a lista definitiva dos aprovados e também a retificação dos gabaritos das provas. Quem entrou com recursos pode conferir a análise em outro documento também divulgado pelo Idecan. Os candidatos também podem ter acesso às provas no site da organizadora. As provas práticas, que inicialmente estavam prevista para os dias 30 de abril e 1º de maio, devem ocorrer nos dias 14 e 15 de maio.

Segundo a organização do concurso, 87.260 pessoas se inscreveram na seleção, mas cerca de 22% faltaram às provas objetivas. O edital ofereceu 154 vagas em cargos de três níveis de escolaridade (fundamental, médio e superior). As provas foram realizadas em João Pessoa, Bananeiras, Areia, Mamanguape e Rio Tinto.

O processo de seleção do concurso, além das provas objetivas que têm caráter eliminatório e classificatório, também conta com provas práticas para os cargos de Farmacêutico e Técnico em Laboratório, exceto na área de Redes de Computadores, também de caráter eliminatório e classificatório. Vão ser habilitados para fazer a prova prática os aprovados nas provas objetivas em número correspondente a dez vezes o número de vagas para cada cargo.

Os candidatos vão fazer a prova prática para comprovar seu domínio sobre as tarefas determinadas pelo examinador técnico da área. Serão apresentadas situações práticas em cada na área, utilizando equipamentos e ferramental específico e serão avaliados os conhecimentos, as habilidades na realização de procedimentos técnicos e as condutas diante das situações práticas que deverão ser realizadas pelos candidatos. As informações são do G1.

AO VIVO: votação do impeachment de Dilma no Senado

Plenário do Senado durante sessão deliberativa extraordinária.Mesa: senador Gladson Cameli (PP-AC); senador Vicentinho Alves (PR-TO); presidente do Senado Federal senador Renan Calheiros (PMDB-AL); senador João Alberto Souza (PMDB-MA); senador Jorge Viana (PT-AC).Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

O plenário do Senado iniciou às 10h desta quarta-feira (11) a sessão que decidirá pela aprovação ou rejeição do relatório favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Para que o processo seja instaurado, dando início à fase de produção de provas e, posteriormente, ao julgamento da presidente, é preciso que estejam presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta).

A aprovação do relatório da Comissão Especial do Impeachment, de autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), exige maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. Por exemplo: se estiveram presentes 60 senadores, são necessários pelo menos 31 votos. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.

Regras da votação
Renan Calheiros afirmou que os microfones serão desligados assim que se esgotar o tempo de 15 minutos que cada senador inscrito terá para se pronunciar.

Ele disse que alertará ao senador que estiver ocupando a tribuna quando faltarem dois minutos e depois um minuto para o término do pronunciamento.

Renan informou que senadores pró-impeachment e defensores do governo devem se alternar na tribuna do Senado para fazer suas exposições, de acordo com a ordem de inscrição.

Ele dividiu a sessão em três blocos, com intervalos de uma hora entre cada um. De manhã, das 9h às 12h; à tarde, das 13h às 18h; e à noite, de 19h em diante.

Não serão permitidos apartes durante a sessão. Também não está previsto tempo para orientação de voto das bancadas pelos líderes partidários.

Acusação
Na última sexta (6), o relatório de Anastasia foi aprovado com 15 votos a favor e 5 contra na Comissão Especial do Impeachment.

O parecer diz que a denúncia acolhida pela Câmara contra Dilma apresenta os requisitos formais exigidos pela lei e pela Constituição: indícios de autoria e existência de um crime de responsabilidade.

O parecer levou em conta decretos da presidente que abriram créditos suplementares sem autorização do Congresso e as chamadas “pedaladas fiscais”.

“Identificamos plausibilidade na denúncia, que aponta para a irresponsabilidade do Chefe de Governo e de Estado na forma como executou a política fiscal”, diz o texto. “Não se trata, por fim, de ‘criminalização da política fiscal’, como registrou a denunciada em sua defesa escrita apresentada a esta Comissão, mas da forma como a política foi executada, mediante o uso irresponsável de instrumentos orçamentário-financeiros”, completa o relatório mais à frente.

Defesa
No último dia 29, à Comissão Especial do Impeachment, o ministro José Eduardo Cardozo, afirmou que a eventual aprovação do impeachment será um “atentado” à Constituição.

“Para que exista impeachment, é necessário que nós tenhamos um atentado à Constituição, portanto uma situação de gravidade extrema por parte do presidente […] Tem que ser um atentado doloso”, afirmou Cardozo. O ministro também disse que sem que haja a afronta grave à Constituição o processo de impeachment é um “golpe”.

Cardozo afirmou também que o processo de impeachment não possui “pressuposto processual”. Isso porque, segundo ele, as contas da presidente Dilma Rousseff de 2015, que integram a peça de acusação contra a petista, ainda não foram julgadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Congresso Nacional.

“Afirmo, na defesa da presidente da República, que uma das condições é o julgamento da contas de 2015. As pedaladas e os decretos são questões orçamentárias e financeiras que englobam a análise pelo TCU, comissão mista do Congresso e depois pelo Congresso. Se a Constituição prevê um rito para apreciação das contas, não se pode em fase de juízo político usurpar o processo”, disse o ministro.

Notificação de Dilma
Renan Calheiros não quis dar detalhes de como e quando a presidente Dilma Rousseff será notificada da decisão dos senadores, caso seja aprovada a abertura do processo de impeachment.

Ele disse que a notificação deverá ser feita pelo primeiro secretário da Mesa do Senado, o senador Vicentinho Alves (PR-TO). A tendência é que a notificação aconteça na quinta-feira (12).


AS ETAPAS DE TRAMITAÇÃO DO IMPEACHMENT NO SENADO
Veja como deverá ser a tramitação do processo de impeachment no Senado:

Votação pelo plenário do parecer da comissão especial
>> Nesta quarta, a sessão para votação do parecer terá início às 9h. Cada um dos  senadores inscritos poderá falar por até 15 minutos.

>> Após os pronunciamentos dos senadores, terão direito a falar – por 15 minutos cada um – o relator da Comissão Especial do Impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), autor do parecer que defende a abertura do processo de impeachment, e o ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU), responsável pela defesa da presidente.

>> Abre-se então o painel de votação, e os senadores votam por sistema eletrônico (sim, não ou abstenção). A votação é aberta e nominal, e será possível saber como cada um votou.
Para a votação valer, precisam estar presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Para que o parecer seja aprovado, é necessária maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só vota em caso de empate.

>> Se aprovado o relatório da comissão, o processo é oficialmente instaurado.

>> Logo após a votação do parecer, deve ser colocado em votação um projeto de resolução para definir quais benefícios Dilma Rousseff poderá manter como presidente afastada.

>> A presidente será, então, notificada e, em seguida, afastada do cargo por até 180 dias. O vice Michel Temer assume a Presidência da República durante o período em que durar o julgamento no Senado.

>> O processo não precisa ser concluído durante o período de 180 dias de afastamento da presidente – o que possibilitaria a Dilma Rousseff retornar ao cargo com o processo ainda em andamento.

>> Caso o parecer seja rejeitado pelo plenário, o processo é arquivado, e a presidente permanece no cargo.


Instrução probatória e segunda votação

>> Se aprovado o parecer pelo plenário, o caso volta à comissão especial para a etapa de produção de provas, chamada de fase de instrução.

>> Será concedido à presidente um prazo de, pelo menos, 20 dias para apresentar a sua defesa – o prazo será fixado pelo presidente da comissão especial, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).

>> Nessa fase, acusação e defesa poderão pedir a convocação de testemunhas, a realização de perícias e o envio de documentos que acharem adequados, como pareceres do Tribunal de Contas da União. Não há prazo definido para essa etapa. Por se tratar de um processo judiciário, o comparecimento das testemunhas convocadas é obrigatório – sob pena de serem conduzidas coercitivamente.

>> No final dessa etapa, a presidente Dilma Rousseff poderá ser interrogada. Ainda não está definido, mas é possível que se abra um prazo de até 15 dias para as alegações finais da acusação e mais 15 dias para as alegações da defesa – nenhum fato ou argumento novo poderá ser inserido.

>> A partir daí, haverá um prazo mínimo de dez dias consecutivos para que o relator apresente um parecer sobre a procedência ou a improcedência da acusação e para que a comissão vote – dentro desse período.

>> Para ser aprovado, esse parecer, que passa a ser chamado de parecer de pronúncia, necessita de maioria simples. Se isso ocorrer, considera-se procedente a acusação e começa a fase de julgamento. A decisão será lida na sessão seguinte do plenário do Senado, e o parecer, publicado no “Diário Oficial do Senado”.

>> Esse parecer deverá ser submetido ao plenário do Senado em até 48 horas. No plenário, ainda não está definido se a acusação e a defesa terão 30 minutos cada para se pronunciar. Deverá, então, ser concedido prazo, provavelmente de 15 minutos, para que cada um dos 81 senadores se manifeste, o que poderá levar cerca de 20 horas e meia.

>> Para a votação valer, precisam estar presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Para que o parecer seja aprovado, é necessária maioria simples dos senadores presentes – metade mais um. A sessão será presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que passa a ter o nome oficial de presidente do Senado como órgão judiciário. O presidente do Senado, Renan Calheiros, poderá votar como qualquer outro senador nesta segunda votação.

>> Uma vez aprovado o parecer, as partes serão notificadas. Deverá ser concedido um prazo aos autores da denúncia para que apresentem em até 48 horas uma peça chamada no jargão jurídico de libelo acusatório, que nada mais é do que uma consolidação das acusações e provas produzidas. Eles também deverão apresentar um rol de testemunhas.

>> Em seguida, a defesa terá 48 horas para apresentar uma resposta, chamada no jargão de contrariedade ao libelo, além do rol de testemunhas. Todo o processo é encaminhado para o presidente do Supremo, a quem caberá marcar uma data para o julgamento e intimar as partes e as testemunhas. Deverá ser respeitado um prazo mínimo de dez dias para se marcar o julgamento. Se o parecer no plenário do Senado for rejeitado, o processo é arquivado e a presidente reassume o cargo.


Julgamento final

>> Na data marcada, o julgamento será realizado no plenário do Senado, presidido pelo presidente do Supremo, ministro  Ricardo Lewandowski, novamente na condição de presidente do Senado como órgão judiciário.

>> As partes podem comparecer pessoalmente ao julgamento ou serem representadas por procuradores. Poderão ser convocadas testemunhas, que serão interrogadas pela acusação, defesa e pelos senadores, que assumem o papel de juízes. No entanto, as perguntas dos parlamentares não serão feitas diretamente por eles. Elas terão que ser encaminhadas para Lewandowski para que ele faça as indagações.

>> O número de testemunhas e o tempo dos depoimentos ainda precisarão ser definidos. Ainda há previsão, segundo a Secretaria-Geral da Mesa do Senado, de realização de debates orais, embora não esteja definido quem exatamente poderia falar.

>> Depois disso, as partes se retiram da sessão para discussão entre senadores – não está definido quanto tempo cada um terá para se manifestar. O presidente Ricardo Lewandowski  elaborará um relatório, que é diferente de um parecer, pois não haverá juízo de valor.

>> Em seguida, acontece a votação nominal. Os senadores serão chamados ao microfone para responder “sim”, “não” ou “abstenção” à seguinte pergunta: “Cometeu a acusada Dilma Vana Rousseff os crimes que lhe são imputados, e deve ser ela condenada à perda de seu cargo e à inabilitação temporária, por oito anos, para o desempenho de qualquer função pública, eletiva ou de nomeação?”

>> Não há definição de como será a ordem de chamada – caberá ao presidente Lewandowski decidir essa questão. Para ser aprovado o impeachment, são necessários os votos de pelo menos dois terços dos senadores (54 votos).

>> Caso o impeachment seja aprovado, Lewandowski lavra a sentença, que é publicada no “Diário Oficial”. Dilma é então notificada, perde o mandato e fica inelegível por oito anos. O processo é, então, encerrado. Se rejeitado o impeachment, o processo é arquivado e a presidente da República reassume.

Mais de 421 mil pessoas já estão imunizadas contra a influenza na Paraíba

A Paraíba já imunizou 421.324 pessoas dentro dos grupos prioritários desde o dia 30 de abril, quando foi aberta oficialmente a Campanha de Vacinação contra a influenza, de acordo com dados do site da campanha. Esse número representa uma cobertura de 49,38% da meta. No Estado, a população do grupo prioritário é de 946.103 pessoas e a meta é vacinar pelo menos 80% delas (759.280 pessoas). A campanha segue até o próximo dia 20 de maio.

A cada ano, a vacina contra a gripe é atualizada para controlar a circulação viral no período sazonal. Sua composição é feita por pesquisadores e definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Para 2016, a Paraíba recebeu até o momento 870 mil doses da vacina contra a gripe (87%). A previsão é que as demais doses (mais 130 mil doses) cheguem até esta quarta-feira (11). Mais de 2 mil postos de vacinação estão em funcionamento para atender a demanda”, informou a assessora técnica do Núcleo de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Márcia Mayara.

Para a campanha em 2016, o público-alvo são crianças de seis meses a menores de cinco anos; indivíduos com 60 anos ou mais; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas privadas de liberdade e trabalhadores do sistema prisional; população indígena; trabalhadores de saúde; portadores de doenças crônicas e jovens 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas.  O público-alvo deve apresentar o cartão de vacinação nos postos. 

Para toda a população a prevenção é fundamental. “Algumas medidas de prevenção devem ser intensificadas como: a lavagem das mãos com água e sabão, quando não for possível utilizar o álcool gel; ao tossir e espirrar utilizar lenços descartáveis ou antebraço; evitar locais de aglomeração; em casos de quadro gripal, nos primeiros dias evitar frequentar escola, trabalho entre outros, evitando assim a transmissão de qualquer agente etiológico. Recomenda-se, ainda, aos profissionais de saúde manter a vigilância, identificando precocemente os casos suspeitos e intervindo oportunamente para que estes não cheguem à gravidade,  o que pode culminar em óbito”, explicou a gerente de Vigilância Epidemiológica da SES, Izabel Sarmento.

A campanha tem por objetivo diminuir os riscos das complicações de doenças respiratórias, reduzindo a mortalidade por diferentes tipos de gripes. “A vacinação contra influenza mostra-se como uma das medidas mais efetivas para a prevenção da influenza grave e de suas complicações nos grupos prioritários”, acrescentou Márcia Mayara. 

Márcia ainda ressaltou que as vacinas influenza sazonais têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas. “A Secretaria de Saúde do Estado orienta que os municípios continuem intensificando as ações de vacinação durante toda a campanha. A vacina contra a gripe é trivalente, ou seja, previne contra as complicações referentes a três tipos do vírus: H1N1, H3N2 e B”, finalizou Márcia.

Sessão do impeachment tem 67 senadores inscritos para discursar

Plenário do Senado durante sessão deliberativa ordinária.senador Jorge Viana (PT-AC) à mesa preside sessão.Foto: Beto Barata/Agência Senado

Até o fim da sessão do Senado de hoje (10), 67 senadores haviam se inscrito para discursar na sessão de amanhã (11) que vai decidir sobre a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A previsão é que cada senador fale por 15 minutos, com cada senador tendo dez minutos para discutir e mais cinco minutos para encaminhar o voto.

Com isso, a expectativa é que sejam aproximadamente 17 horas apenas com as falas dos parlamentares, fora eventuais atrasos e o tempo destinado ao relator da Comissão Especial, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e ao advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que somam 30 minutos.

O presidente do Senado, Renan Calheiros também informou como será o rito de votação nesta quarta-feira. Renan disse que advertiu os senadores sobre a impossibilidade de eles falarem mais do que o tempo determinado, pois os microfones das duas tribunas desligarão automaticamente ao final dos 15 minutos.

Abertura da sessão

A sessão está marcada para começar às 9h e será dividida em três blocos: um de 9h às 12h, outro de 13h às 18h e um terceiro que começará às 19h e que vai até acabar a sessão. Ao final das inscrições, o relator da Comissão Especial, Antonio Anastasia (PSDB-MG), usará a palavra por 15 minutos.  Em seguida, falará o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que defende Dilma, também por 15 minutos.

Votação

O quórum mínimo para votação é de 41 dos 81 senadores (maioria absoluta). Será possível votar sim, não ou abstenção. Após a conclusão da votação, será divulgado como cada parlamentar votou. Para que o parecer seja aprovado, é necessário voto da maioria simples dos senadores presentes – metade mais um.  O presidente do Senado só vota em caso de empate.

Orientação de bancada

No momento da votação, os líderes partidários não deverão fazer a tradicional orientação às suas bancadas. Após questionamentos sobre esse procedimento na votação do processo na Câmara dos Deputados, o presidente do Senado julgou que não era conveniente que os líderes indicassem como os filiados devem votar.

“Acho que não é necessário. Como esse é um julgamento, qualquer orientação partidária acaba ajudando a partidarizar o assunto, o que não é bom que aconteça”, disse Renan Calheiros.

Publicação

Após o fim da votação, o resultado deverá ser publicado no Diário do Senado, no dia seguinte. Renan Calheiros não quis antecipar o prazo para a notificação da presidente Dilma Rousseff, caso a decisão do Plenário seja pelo seu afastamento. “Isso não está definido. A citação, se for o caso, será feita pelo primeiro-secretário”, disse.

Notificação

Se a maioria simples dos senadores decidir pela continuidade do processo, a presidenta Dilma Rousseff precisa ser notificada para ser afastada do cargo. Somente após a publicação oficial do resultado, o primeiro-secretário do Senado, Vicentinho Alves (PR-TO), deverá levar a notificação do afastamento a Dilma. “Isso não é uma questão pessoal, é um dever que ele vai cumprir”, disse Renan Calheiros.

Posse

Embora tenha evitado “antecipar etapas”  e tratar de um provável afastamento da presidenta, Renan Calheiros informou que uma eventual posse de Michel Temer como presidente da República não requer cerimônia especial. “A posse dispensa formalidades. Os dois, tanto presidente quanto o vice, já prestaram juramento. De modo que a vinda ao Congresso Nacional [é dispensável]”, disse.

Renan ressaltou que irá conversar com a presidenta Dilma antes e depois da votação e que estará sempre aberto ao diálogo. “A presidente sabe que quantas vezes precisar falar comigo ela falará. Com muita satisfação. Meu papel é conversar com todos os atores, ajudar a dirimir dúvidas, levar informações e com bom senso, responsabilidade e equilíbrio encaminhar um desfecho para a situação de impasse que está apavorando o Brasil”, afirmou.

* Com informações da Agência Senado

Senado cassa mandato de Delcídio do Amaral

Para senadores, Delcídio quebrou o decoro ao tentar obstruir Lava Jato
Para senadores, Delcídio quebrou o decoro ao tentar obstruir Lava Jato

O plenário Senado decidiu hoje (10), por 74 votos favoráveis, uma abstenção e nenhum voto contrário, cassar o mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). A votação aberta foi feita por meio de painel eletrônico. A  abstenção foi do senador João Alberto Souza (PMDB-MA), presidente do Conselho de Ética do Senado. Com a cassação, além da perda do mandato, Delcídio ficará inelegível por oito anos.

Com a perda do mandato de Delcídio, o suplente do senador, Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), será convocado para assumir a vaga. Ele terá até 30 dias para assumir a cadeira de Delcídio.

Delcídio teve o pedido de cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar aprovado após um longo processo iniciado logo depois do senador ter sido preso, em novembro do ano passado, por obstrução da Justiça. O senador foi flagrado em conversa com o filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, oferecendo propina e um plano de fuga para que Cerveró não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público no âmbito da Operação Lava Jato.

Para que o parlamentar perdesse o mandato eram necessários os votos favoráveis da maioria absoluta dos 81 senadores, ou seja, 41 votos.

Ausente na votação

Delcídio do Amaral não compareceu à sessão que julgou a cassação do seu mandato por quebra de decoro parlamentar por obstrução à Justiça. Por causa disso, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) suspendeu a sessão por cinco minutos para designar um defensor dativo. O servidor do Senado Danilo Aguiar, diretor da Consultoria Legislativa do Senado Federal, foi definido como defensor de Delcídio.

Antes da nomeação do defensor, os senadores se revezaram na tribuna para pedir a perda de mandato de Delcídio. Integrante do partido que representou contra Delcídio no Conselho de Ética, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que o momento é de constragimento para o Senado. “Este não é o primeiro caso que membros desta Casa que são presos, mas o caso do senador Delcídio é um dos poucos casos de prisão de um parlamentar por tentativa de obstrução da Justiça e não há dúvida de que isso constrangeu o Senado”, disse.

O relator do processo contra Delcídio no Conselho de Ética e Decoro parlamentar, Telmário Mota (PDT-RR), ao se dirigir ao plenário, disse que o mandato de Delcidio deveria ser cassado pelo senador não possuir condições morais e éticas de permanecer na Casa. “Trata-se da última instância de preservar a própria imagem da democracia representativa”.

Cerceamento de defesa

Durante o processo, a defesa de Delcídio pediu a nulidade do procedimento alegando cerceamento de defesa. “O processo tramitou enquanto ele [Delcídio] se encontrava em licença médica”, diz documento da defesa. A defesa também argumentou que o pedido de cassação estaria embasado numa gravação obtida de maneira irregular.

O relator do processo na Comissão de Constituição e Justiça, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) rebateu as acusações . “Não observamos qualquer tipo de violação a ampla defesa e ao contraditório. Por isso o relatório foi aprovado por unanimidade pela comissão. A meu juízo e da comissão esse processo deve proseguir em razão das conclusões a que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar chegou”, disse.

Votação do impeachment

Antes de anunciar o resultado, Renan apresentou para os senadores os procedimentos da sessão para votar o parecer da comissão especial constituída para avaliar o afastamento da presidenta Dilma Rousseff por susposto crime de responsabilidade, marcada para amanhã (11).

Segundo Renan, a sessão marcada para iniciar às 9 h começa com as falas dos senadores inscritos por ordem de inscrição. “A palavra será distribuida por 15 minutos por cada orador. Temos que assegurar o tempo regimental de cada senador”, disse.

Os trabalhos serão suspensos em dois momentos, ao meio-dia e depois às 19h para que os senadores possam se alimentar ou fazer outras tarefas. “Guardamos os dois intervalos para preservar esse bloco [de senadores] que já passa dos 60 anos”, brincou Renan.

Até o início da noite desta terça-feira havia mais de 50 oradores inscritos. Antes de encerrar a discussão da sessão de amanhã, o plenário terá as falas do relator do processo na Comissão Especial do Impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

Não haverá orientação de bancada e nem a participação dos autores do pedido. “A votação será feita pelo processo eletrônico de votação”, disse Renan.

Por Luciano Nascimento

[Áudio] Braga confirma pré-candidatura a prefeito de Rio Tinto: “Quero servir mais”

Ex-prefeito José de Almeida (Dr. Braga/PSD)
Ex-prefeito José de Almeida (Dr. Braga/PSD)

O PSD já definiu o nome do pré-candidato a prefeito no município de Rio Tinto (PB). O ex-prefeito da cidade, o médico José de Almeida Braga (Dr. Braga), irá disputar as eleições municipais de outubro. Além da candidatura à Prefeitura, a sigla informou que pretende apresentar bons nomes para a Câmara de Vereadores.

“Nosso nome, mais uma vez, parte do anseio popular, confirmando nossa pré-candidatura a prefeito de Rio Tinto. Quero servir mais aos nossos munícipes”, argumentou Braga.

Ele revelou que já se reuniu com vários amigos e correligionários, além de manter encontros com lideranças para agregar os que queiram somar ao seu projeto. O pré-candidato evitou falar sobre a composição do vice, mas deixou escapar que sua ‘preferência é um nome que surja do centro da cidade’.

Braga frisou a importância da “união” nas oposições. “Luto por essa pacificação, essa união de todos os candidatos representantes da oposição. Para que tenhamos uma chapa mais fortalecida e chegar à vitória”, salientou. No entanto, ele defende consulta popular (pesquisa) para a escolha do melhor nome.

Com exclusividade, o PBVale entrevistou o ex-prefeito, abordando a atual conjuntura política riotintense e esclarecendo detalhes sobre sua candidatura.

Confira o áudio:

Da Redação, PBVale 

Botafogo-PB chega ao Piauí, e Warley pede “toda a precaução possível”

Warley fortalece Botafogo-PB, mas pede respeito ao River-PI (Foto: Pablo Silva)
Desembarque do Botafogo-PB (Foto: Pablo Silva)
Desembarque do Botafogo-PB (Foto: Pablo Silva)

Com um histórico nada favorável em confrontos diretos com o River-PI, o Botafogo-PB desembarcou no início da madrugada desta terça-feira (10), no aeroporto Petrônio Portela, em Teresina, onde enfrenta a partir das 20h30 de quarta (11), no estádio Albertão, o Galo Carijó pela segunda fase da Copa do Brasil.

O Belo vem com um único objetivo: vencer a partida e quebrar um tabu recente. A equipe da Paraíba enfrentou o Galo Carijó outras quatro vezes e carrega em sua bagagem três derrotas e um empate. Remodelado, o time garantiu vaga na final do Campeonato Paraibano e está focado na Copa do Brasil. Além disso está com o calendário 2017 recheado com o Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Apesar dos desfalques importantes, o clube chegou com confiança e acreditando na força do elenco. Velho conhecido da torcida tricolor, Warley, atacante alvinegro, destacou a força do rival, com quem trabalhou há dois anos.

Warley fortalece Botafogo-PB, mas pede respeito ao River-PI (Foto: Pablo Silva)
Warley fortalece Botafogo-PB, mas pede respeito ao River-PI (Foto: Pablo Silva)

“Eu particularmente conheço (o elenco do River-PI) porque tive a felicidade de jogar nesse clube. É um elenco que já vem há dois anos junto e bastante motivado. Então, a gente tem que ter toda a precaução possível para sair daqui com um bom resultado”, destacou o atacante.

Após sofrer pancada no joelho, o volante Val, foi vetado e nem viajou com a equipe. Outro possível desfalque é do zagueiro Plínio, que ainda segue como dúvida para a partida e será avaliado no dia do jogo. Mas para Itamar Schülle, comandante do Belo, o time vem de uma boa campanha e em busca de uma vitória fora de casa. Caso vença por mais de dois gols de diferença, o time da Paraíba pode evitar o jogo de volta em João Pessoa.

“São jogadores titulares que fazem falta, mas também aqueles que vão entrar a gente acredita que vão fazer um grande jogo. Que a gente possa sair daqui com o resultado positivo frente a excelente equipe do River-PI. O Botafogo-PB também vem fazendo um trabalho de recuperação. Uma equipe nova, foi formada em janeiro, e alcançou alguns de seus objetivos. Chegou à final do Campeonato Paraibano e está na Copa do Brasil e Copa do Nordeste do próximo ano. Então, acho que está em uma campanha boa até o presente momento e, agora, temos dois jogos difíceis diante do River-PI. A gente pretende buscar forças para fazer um grande jogo e consequentemente a vitória”, avaliou Schülle.

De acordo com a programação divulgada pelo Belo, o elenco alvinegro faz treino de reconhecimento do gramado do estádio Albertão às 15h30 desta terça e, logo após, segue para a concentração. O árbitro maranhense Mayron dos Reis Novais apita o jogo auxiliado por Cícero Romão Batista Silva e Ivanildo Gonçalves da Silva. As informações são do Globoesporte.com.

Prefeito de Curral de Cima agradece população que participou da festa de Emancipação

Prefeito Nadir Fernandes (DEM)
Prefeito Nadir Fernandes (DEM)
Prefeito Nadir Fernandes (DEM)

O prefeito Nadir Fernandes (DEM) agradeceu a toda população de Curral de Cima pelo apoio e participação na festa em comemoração aos 22 anos de Emancipação Política do município, realizada na última sexta-feira (06), em praça pública.

Bastante prestigiada, a festa contou com a participação de várias lideranças políticas, deputados, vereadores, secretários e populares. Na programação do evento a Banda Bem Bolado, o cantor Rodrigo Leal, além de João Lima, que fechou a noite.

Em seu último ano de mandato, o prefeito Nadir fez questão de lembrar o apoio recebido na realização da festa e também a confiança nas duas gestões. “Com muita alegria que quero agradecer a cada cidadão, população de Curral de Cima por me dá a oportunidade para governar por oito anos este município”, agradeceu.

O prefeito disse acreditar na sua contribuição para o desenvolvimento do município apesar de todos os problemas financeiros provocados pela crise. “Estamos trabalhando para um final de mandato equilibrado, buscando ao final fazer com que nosso sucessor tenha ampla oportunidade de fazer por Curral de Cima”, acrescentou.

Por Alex Figueiredo

Ministério da Cultura lança campanha contra intolerância religiosa

Brasília - O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lança a campanha Filhos do Brasil, contra a intolerância religiosa (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lança a campanha Filhos do Brasil, contra a intolerância religiosa (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
Brasília – O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lança a campanha Filhos do Brasil, contra a intolerância religiosa (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

O Ministério da Cultura lançou nesta terça-feira (10) a campanha Filhos do Brasil. É contra a intolerância religiosa e será divulgada por meio de peças publicitárias a serem veiculadas na televisão e na Internet. A ação é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) e da Fundação Cultural Palmares.

Segundo o MinC, Filhos do Brasil, cujo embaixador é o cantor e compositor Arlindo Cruz, é uma campanha que tem como meta valorizar a diversidade religiosa e o respeito ao próximo.

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lembrou os atos de violência contra terreiros de candomblé e casas de umbanda: “Violência física, inclusive. A religião é um caminho para as pessoas se realizarem, terem contato com o divino. O direito à religião ou à falta de religião está previsto na Constituição. As pessoas que praticam a intolerância praticam um ato que não é permitido e é nocivo para a sociedade. É preciso estimular o respeito e coibir essa prática de intolerância.”

Agressividade

De acordo com ministro, a intolerância tem sido mais observada contra religiões de matriz africana. “É muito comum alguns líderes religiosos terem postura agressiva contra o candomblé e a umbanda. O Brasil é um país plural, com uma diversidade cultural enorme. Temos representação de praticamente todas as culturas do mundo. Com essas pessoas chegam suas culturas e religiões e a gente tem que criar um ambiente favorável de convivência pacifica e de respeito”, disse Juca.

Um dos casos que ganhou destaque no ano passado foi o da menina Kailane Campos, de 11 anos, apedrejada na saída de um culto de candomblé em junho, no Rio de Janeiro. Em novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado no Núcleo Rural Córrego do Tamanduá, no Paranoá, Distrito Federal. O fogo começou por volta das 5h30 e destruiu o barracão da casa. Cinco pessoas dormiam na casa, mas ninguém ficou ferido.

No mês passado, a imagem do orixá Oxalá, instalada na Praça dos Orixás, foi incendiada de madrugada. Na praça, que fica na área conhecida como “Prainha”, no Lago Sul, em Brasília, há mais 15 esculturas que representam orixás do candomblé, que não foram atingidas.

Segundo o ministério, a campanha conta com um hotsite e a população poderá enviar seus próprios vídeos em defesa da liberdade de crença e pela garantia dos direitos previstos na Constituição.

Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Plenária reúne mais de 2 mil pessoas em João Pessoa e unifica forças para...

Realizada pelo PT da Paraíba com o governador Lucas, em parceria com diversos partidos aliados, a plenária contou com a presença do governador Lucas Ribeiro, do senador eleito João Azevêdo, da presidente estadual do PT e deputada estadual reeleita Cida Ramos, além de deputados e deputadas eleitos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diferentes regiões do estado.

HospitalMed abre novas oportunidades para o mercado médico e hospitalar da Paraíba

A HospitalMed 2026 será realizada de 21 a 23 de outubro, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, reunindo mais de 300 expositores, 400 marcas e expectativa de 29 mil visitantes. O evento apresenta soluções em tecnologia, gestão, equipamentos e inovação, consolidando-se como uma oportunidade estratégica para médicos, clínicas, hospitais e empresas da saúde que buscam crescimento e novos negócios.
Foto: Reprodução

O conhecimento que vai fortalecer quem já transforma a Paraíba: conheça os nomes confirmados...

O CONTERSE-PB reunirá, nos dias 30 e 31 de outubro, em João Pessoa, especialistas de referência para debater gestão, governança, comunicação, transparência e inovação no Terceiro Setor. A convenção será voltada a líderes de institutos, fundações e associações, promovendo capacitação, troca de experiências e fortalecimento das organizações sociais na Paraíba.