Um agricultor de 38 anos foi preso, na manhã de segunda-feira (16), acusado de estuprar uma adolescente de 14 anos, residente na Aldeia Silva da Estrada, zona rural de Marcação, Litoral Norte paraibano.
O COPOM da 2ª CIPPM em Mamanguape recebeu uma ligação da mãe da vitima, informando que o acusado de ter estuprado sua filha no último domingo (15), se tratava do cunhado da vítima.
O acusado teria chamado a vitima e colocado uma faca peixeira no seu pescoço, levando-a para um matagal. Depois do crime, o agressor escondeu-se na casa de familiares na cidade de Marcação.
A Polícia Militar foi acionada, conseguiu localizar o acusado. Ele foi preso e conduzido juntamente com a vitima e sua genitora a Delegacia de Polícia Civil de Rio Tinto, de onde será dado as providências.
Um agricultor de 31 anos foi vítima de uma tentativa de homicídio na noite de segunda-feira (16), no Centro de Mamanguape, Litoral Norte paraibano.
A ocorrência aconteceu por volta das 22h, quando a vítima saía de moto de sua residência. Sendo surpreendida por quatro individuo, um deles armado, que começou a disparar em sua direção e após os disparos saiu em alta velocidade, não sendo possível identificá-los.
A Guarnição da PM foi acionada, fez várias diligências sem êxito. A vitima foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Mamanguape para registrar um boletim de ocorrência.
A nova equipe econômica do governo Temer: Henrique Meirelles (Fazenda), Ilan Goldfajn (BC) e Romero Jucá (Planejamento) (Foto: Wilson Dias/Valter Campanato/Agência Brasil/Reprodução TV Cultura)
Para tentar tirar o Brasil da recessão, vários são os desafios do novo governo. Mas o maior deles é tentar reequilibrar as contas públicas, que têm registrado rombos bilionários, em meio a um Congresso Nacional ainda tenso e relativamente fragmentado.
Veja os números da economia brasileira que Temer irá enfrentar
Essa é a opinião de economistas ouvidos pelo G1 sobre a missão da nova equipe econômica do presidente Michel Temer, capitaneada pelo ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciado como novo ministro da Fazenda, além de Romero Jucá (Planejamento) e de Ilan Goldfajn – presidente indicado do Banco Central.
Diante dos fracos resultados das contas públicas neste ano, Jucá já avaliou que um dos primeiros desafios a ser enfrentado no Legislativo pelo novo governo deve ser a aprovação de um projeto que altera a meta fiscal para este ano.
A nova equipe econômica do governo Temer: Henrique Meirelles (Fazenda), Ilan Goldfajn (BC) e Romero Jucá (Planejamento) (Foto: Wilson Dias/Valter Campanato/Agência Brasil/Reprodução TV Cultura)
Atuação restrita De acordo com o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, porém, o novo governo terá um limite restrito de atuação, uma vez que as prováveis medidas para as contas públicas – como a Desvinculação de Receitas da União (DRU), que dá mais liberdade para gastar recursos do orçamento, além de eventuais aumentos de impostos ou uma reforma da Previdência Social – precisarão de grande consenso na Câmara dos Deputados, que, em sua visão, enfrenta uma “bagunça”.
“O desafio é empenhar um ajuste fiscal no médio e longo prazo e conseguir criar uma trajetória da dívida mais comportada. Vejo limites para fazer isso agora. O [Henrique] Meirelles é um coringa. Vai ser difícil aprovar medidas pesadas no meio de uma crise econômica, politica e próximo de uma eleição municipal”, avaliou Perfeito.
Para ele, é possível ter um superávit fiscal “pequeno” em 2018 – no último ano da gestão Temer. O economista aponta que o próximo governo precisa apontar qual a dinâmica daqui para frente.
“Quem cria o futuro é a classe política, o Congresso e o Planalto. A esperança é que o Michel Temer consiga pacificar a política e dar um horizonte de planejamento para o país”, concluiu.
Sinais concretos Na visão do ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman, a nova equipe econômica precisará dar “sinais concretos” sobre a dinâmica de gastos públicos e alterar as vinculações de receitas – aprovando a DRU –, além de tentar avançar na instituição de uma idade mínima de aposentadoria e mexer nas aposentadorias especiais.
Para Schwartsman, o ajuste fiscal (que pode ser implementado por meio de cortes de gastos ou aumento de impostos) necessário para que a trajetória dívida/PIB se estabilize a pare de subir é da ordem de R$ 220 bilhões a R$ 240 bilhões em “condições adversas” – a carga tributária já está alta, o Congresso está fragmentado e “hostil” e a situação das contas dos estados é ruim.
“Ninguém acredita que o governo Temer tenha condições de fazer um ajuste fiscal da dimensão necessária. Precisa de sinais concretos. Para o curto e médio prazo, dar mais flexibilidade ao orçamento, desvinculando gastos. Precisa alterar a dinâmica de crescimento dos gastos públicos, ganhar espaço para que o orçamento passe a refletir as prioridades do momento, e não de 10, 15, 20 anos atrás”, avaliou ele.
Segundo o ecomomista, é possível o Produto Interno Bruto (PIB) voltar a crescer em 2017, mas com uma reação do índice de emprego somente no ano seguinte, em 2018.
“Uma taxa positiva de variação do PIB, você consegue. Certamente, em algum momento, vai crescer positivamente. E o emprego começa a reagir um pouco. Agora, um resultado primário equilibrado [com superávit, economia para pagar juros da dívida] vai ficar para depois de 2018 mesmo”, avaliou ele.
Medidas duras Para o economista Sidnei Moura Nehme, da NGO Corretora, o novo chefe da economia terá de ser duro para reverter o rombo nas contas do governo.
“Seria ilusório imaginar que a grave crise econômica, centrada numa retumbante crise fiscal, tem solução fácil, embora venha sendo até certo ponto subestimada e imune à absoluta necessidade de medidas duras de ajuste. Se o novo governo ‘pegar leve’, certamente não reverterá a deteriorada política fiscal praticamente irreversível no curto prazo”, avaliou ele.
Segundo ele, a adoção de “medidas duras” na economia provocará “inevitável desapontamento na população, principalmente nos integrantes das classes menos favorecidas”.
“O quadro atual na economia em que se gasta mais do que se arrecada e se tem a atividade amplamente desestimulada será um enorme desafio para o novo governo”, acrescentou Nehme.
Primeiras declarações Logo depois de assumir, na última semana, a nova equipe econômica anunciou o corte de cargos comissionados e também emitiu sinais sobre o que pretende levar adiante na administração do presidente em exercício, Michel Temer.
O ministro do Planejamento, Romero Jucá, informou que o governo quer cortar até 4 mil cargos de confiança e funções gratificadas, o que representa 18,4% do total. O governo federal tem hoje 21,7 mil cargos comissionados, sendo 16.085 ocupados por servidores de carreira e 5.615 por não concursados.
Já o titular do Ministério da Fazenda e comandante da equipe econômica, Henrique Meirelles, informou que o reequilíbrio das contas públicas é importante para a retomada da confiança na economia brasileira e para estimular investimentos, de modo que o país volte a crescer e a gerar empregos.
Ele admitiu que o rombo nas contas do governo pode ficar acima dos R$ 96,6 bilhões neste ano, valor proposto ao Congresso Nacional pela equipe econômica da presidente afastada Dilma Rousseff, e não descartou aumento de impostos, mas disse que, se essa medida for tomada, será “temporária.”
Meirelles também defendeu que se estabeleça uma idade mínima para aposentadoria pelo INSS. Em sua visão, a medida é fundamental para garantir o financiamento da Previdência. E afirmou ainda que o governo manterá o atual formato de correção do salário mínimo, que prevê a atualização dos valores pela inflação do ano anterior e pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
O novo ministro da Fazenda indicou ainda que o governo do presidente em exercício Michel Temer poderá rever subsídios (incentivos dados a diversos setores). Entretanto, disse que serão considerados “direitos adquiridos”.
Henrique Meirelles também declarou que o impasse sobre a dívida dos estados com a União precisa ser equacionada. O governo anterior, da presidente Dilma Rousseff, propôs a renegociação das dívidas estaduais estendendo seu prazo por mais 20 anos, além da mudança do indexador dos contratos e um desconto adicional nas parcelas mensais por até dois anos.
Ponte para o futuro Em documento lançado em outubro do ano passado, intitulado “Uma Ponte para o Futuro”, o PMDB diz que o Brasil encontra-se em uma situação de grave risco, com uma “profunda recessão” e “severa” crise nas contas públicas. Diz ainda que reformas estruturais são importantes para conter o crescimento da despesa e avalia que é “imperativo” recuperar a capacidade de o PIB per capita crescer a uma taxa próxima do nível histórico do século 20 – de 2,5% ao ano per capita, ou a uma taxa média de, no mínimo, 3,5% a 4% ao ano para o Produto Interno Bruto (PIB).
“No Brasil de hoje, a crise fiscal, traduzida em déficits elevados, e a tendência do endividamento do Estado tornaram-se o mais importante obstáculo para a retomada do crescimento econômico. O desequilíbrio fiscal significa ao mesmo tempo aumento da inflação, juros muito altos, incerteza sobre a evolução da economia, impostos elevados, pressão cambial e retração do investimento privado. Tudo isto somado significa estagnação ou retração econômica”, avaliou o PMDB, no documento.
No texto, o partido diz que “qualquer ajuste de longo prazo deveria, em princípio, evitar aumento de impostos, salvo em situação de extrema emergência e com amplo consentimento social”. O documento acrescenta que a Previdência Social apresenta um “desequilíbrio crônico e crescente” e diz que a “maior parte das despesas públicas tornou-se obrigatória, quer haja recursos ou não” (a chamada vinculação dos gastos).
Para melhorar a economia, o PMDB elenca uma série de medidas. Entre elas, diz que é preciso acabar com vinculações constitucionais estabelecidas, como no caso dos gastos com saúde e com educação; colocar um fim em “todas as indexações, seja para salários, benefícios previdenciários e tudo o mais”; introduzir uma idade mínima que não seja inferior a 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres.
Além disso, também diz que é preciso uma abertura dos mercados externos, “buscando com sinceridade o maior número possível de alianças ou parcerias regionais, que incluam, além da redução de tarifas”; estabelecer um limite para as despesas de custeio inferior ao crescimento do PIB, através de lei; alcançar em no máximo 3 anos a estabilidade da relação Dívida/PIB e uma taxa de inflação no centro da meta de 4,5%; permitir que as convenções coletivas prevaleçam sobre as normas legais, salvo quanto aos direitos básicos; e reduzir o número de impostos e unificar a legislação do ICMS (tributo estadual).
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou na segunda-feira (16), durante visita à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que, caso o resultado dos estudos sobre os efeitos da fosfoetanolamina, conhecida como pílula do câncer, não comprovarem sua eficácia, a droga não será incluída na Relação Nacional de Medicamentos (Rename) e não será distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo estando liberada por projeto de lei.
“A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está fazendo os estudos. Pedi agilidade à Anvisa não só nesse caso, mas em vários outros nos quais precisamos rapidamente aprovar medicamentos novos e princípios ativos. A Anvisa precisa nos garantir mais agilidade, com segurança e proteção ao consumidor”.
O secretário estadual de Saúde, David Uip, informou que, assim que o laboratório responsável por produzir a fosfoetanolamina entregar o material, o governo paulista encapsulará rapidamente a droga e em prazo de seis meses já haverá resultados.
“É a primeira pesquisa que há e daqui a pouquíssimo tempo teremos os resultados definitivos”. Uip declarou ainda que deve ter reuniões com o ministro quarta (18) e quinta-feira (19).
Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil
A educadora Maria Inês Fini será a nova presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O nome foi confirmado nessa segunda-feira (16) pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Ela ainda não tomou posse oficialmente.
Maria Inês, entre 1996 e 2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso atuou no Inep como diretora de Avaliação para Certificação de Competências, sendo responsável pela criação e implementação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 2009, na gestão do petista Fernando Haddad na Educação é que o exame foi modificado e tomou as dimensões que tem hoje, sendo porta de entrada para o ensino técnico, o ensino superior, além de certificação do ensino médio.
A educadora foi fundadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde atuou de 1972 a 1996. Doutora em ciências – educação, pedagoga, professora e pesquisadora em psicologia da educação, psicologia do desenvolvimento, social e do trabalho, especialista em currículo e avaliação, com experiência em gestão educacional na educação básica e superior.
Maria Inês também é responsável pela criação e implementação do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) e foi diretora do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) no Brasil.
Ligado ao MEC, o Inep promove estudos, pesquisas e avaliações do sistema educacional brasileiro. Além do Enem, cuida de avaliações como a Prova Brasil. Também produz os censos Escolar e da Educação Superior.
A educadora é a segunda confirmação da pasta. A Secretaria Executiva será ocupada por Maria Helena Guimarães de Castro. Maria Helena foi secretária de Educação do Estado de São Paulo e presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) entre 1995 e 2001, no governo de FHC.
Nas eleições presidenciais de 2014, Maria Helena fez parte da equipe que formulou o programa de governo do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, sendo responsável pelas políticas na área de educação.
A ausência de mulheres no primeiro escalão do governo interino de Michel Temer foi alvo de críticas por movimentos nacional e órgãos como o escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres no Brasil. As informações são da Agência Brasil.
Um ‘Futebol Solidário’ vai reunir atletas, políticos e artistas, nesta sexta-feira (20), em João Pessoa, para arrecadar recursos para comunidades carentes, instituições de caridade e hospitais. Entre as participações confirmadas estão o cantor Wesley Safadão, o deputado federal e humorista Tiririca (PR-SP), o senador e ex-jogador da Seleção Brasileira, Romário (PSB-RJ) e o pugilista Acelino Popó Freitas.
A partida de futebol está marcada para as 19h, no estádio Almeidão, e é organizada pelo deputado federal Wilson Filho (PTB). Para adquirir o ingresso, basta doar dois quilos de alimentos não perecíveis em locais de troca que deverão ser definidos nos próximos dias.
Os donativos arrecadados serão doados para instituições da cidade como Hospital Napoleão Laureano, Instituto dos Cegos da Paraíba, APAE, Casa da Paz, Hospital Padre Zé, entre outros. Com informações do Portalcorreio.
Foram registrados 122 assaltos nos 120 primeiros dias de 2016 (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco)
Mais de um assalto a ônibus de transporte público ocorre por dia em João Pessoa. Conforme levantamento feito pela Polícia Militar com base nas notificações formais dos casos, nos primeiros 120 dias do ano foram registros 122 assaltos em veículos coletivos da rede de transporte público da capital paraibana. Apesar do número alarmante, houve uma queda de cerca de 22% em relação ao mesmo período de 2015, quando a PM atendeu a 156 ocorrências desse tipo.
Um passageiro diz ter sido assaltado nove vezes dentro de ônibus, em entrevista à TV Cabo Branco, comentou que em quase todas elas os assaltantes agiram do mesmo jeito. “Quando o ônibus param, eles entram, pulam a catraca, assaltam o cobrador e vêm com a faca em cima da gente. A gente trabalha, paga caro pelos produtos da gente, compra celular caro e geralmente eles levam. Celular, carteira, documento”, lamentou.
O último caso de destaque ocorreu na noite de domingo (15) em Cabedelo. Um homem armado rendeu um motorista de transporte público e tomou o ônibus na praia do Poço, localizada na região da Grande João Pessoa. Segundo informações da Polícia Militar, com base em relato das vítimas, o assaltante levou o veículo e chegou circular com o transporte coletivo pelos bairros de Poço e Intermares, em Cabedelo. Pouco tempo depois do registro do assalto, o ônibus foi encontrado abandonado em uma rua da praia do Poço.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, um usuário do transporte público, que estava em um ponto de ônibus, pediu parada sem saber que o veículo tinha sido roubado e por pouco não foi atropelado. Conforme o tenente Raoni, da Polícia Militar, as vítimas relataram que o assaltante apresentava sinais de embriaguez.
A Polícia Militar informou que realiza abordagens a ônibus todos os dias, isso já seria suficiente para diminuir o número de assaltos. A TV Cabo Branco entrou em contato com o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de João Pessoa (Sintur-JP), mas foi informada que o presidente do sindicato, Mário Tourinho, está viajando e não há resposta sobre o problema. As informações são do G1.
Chuvas foram mais predominantes nos últimos 10 dias do mês (Foto: Maísa Oliveira/G1)
Jacaraú, no Litoral Norte da Paraíba, foi a cidade que registrou o maior volume de chuvas no estado no mês de maio até esta segunda-feira (16). Segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), a precipitação no município foi de 217,6 mm nesse período, já superando a média histórica de 168,4 mm.
Outras cidades que registraram volumes altos de chuva foram Alhandra (210,9mm), Rio Tinto (191,8mm), Cabedelo (186.2mm), Bayeux (185,4mm), Mamanguape (179,6mm) e João Pessoa (177,7mm). De acordo com a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, a capital ainda não atingiu o volume de chuva esperado no mês, de 282mm.
As chuvas do mês de maio se concentraram mais no Litoral, Brejo e Agreste do estado, segundo Carmem Becker. A tendência, conforme ela explicou, é que as chuvas se tornem mais frequentes até o fim do mês.
“Historicamente, os meses de junho e julho têm maior frequência de chuvas do Litoral ao Agreste. Elas deram uma parada agora, mas a expectativa é que, até o final do mês, as chuvas retornem e que a frequência de dias chuvosos seja maior”, disse.
No Sertão, no entanto, as chuvas foram poucas e a tendência é diminuir ainda mais. “Vai haver um decréscimo grande no Sertão, Alto Sertão, Cariri e Curimataú, apenas com chuvas pontuais. Nessa região, o período de chuvas já está encerrando”, explicou a meteorologista.
Pedro Ferreira Neto foi assassinado na PB-323, diz UEPB (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco)
Pedro Ferreira Neto foi assassinado na PB-323, diz UEPB (Foto: Reprodução/ TV Cabo Branco)
O professor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Pedro Ferreira Neto foi morto a tiros no início da noite desta segunda-feira (16) em Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba. Segundo informações da própria UEPB, dois homens em uma moto atiraram contra ele quando ele trafegava em uma motocicleta pela rodovia estadual PB-323.
O reitor Rangel Junior decretou luto oficial por três dias na instituição e ressaltou o sentimento de tristeza que toma conta da UEPB com a morte do professor. “É a vida de um ser humano fantástico que se perde e deixa uma lacuna imensa. Professor Pedro era dos mais dedicados docentes da universidade e deixa um legado de profundo amor pelo que fazia. Toda a UEPB está muito abalada com o que aconteceu”, frisa Rangel.
O professor Pedro trabalhava há 34 anos na Escola Agrotécnica do Cajueiro, no Campus de Catolé do Rocha. “Era conhecido por sua paixão pela educação, sempre se empenhando a transmitir para seus alunos o conhecimento que poderia lhes garantir um futuro promissor. Cada aluno seu era para ele um filho, do qual se orgulhava por cada aprendizado e conquista”, diz uma nota divulgada pela UEPB.
Pedro Ferreira Neto foi o primeiro diretor eleito da Escola Agrotécnica do Cajueiro, onde atuou como gestor por vários mandatos, tendo o último mandato sido encerrado no mês de março deste ano, quando foi substituído pela professora Kelina Bernardo Silva, eleita para o cargo. As informações são do G1.
Nenhum suspeito das explosões foi preso (Foto: Reprodução/ WhatsApp)
Em menos de 40 minutos, dois caixas eletrônicos bancários foram explodidos em duas cidades da Paraíba na madrugada desta terça-feira (17). Os ataques ocorreram nas cidades de Ingá, no Agreste, e em Soledade, no Curimataú. Nos dois casos, os grupos fugiram espalhando grampos pelas rodovias que cercam os municípios.
Segundo o Centro Integrado de Operações da Polícia Militar (Ciop), o primeiro ataque ocorreu por volta de 2h20 na cidade de Ingá, quando homens armados chegaram no centro em uma caminhoneta e arrombaram a porta da agência do Banco do Brasil. O grupo explodiu o caixa eletrônico e depois de pegar o dinheiro, fugiu na caminhoneta.
Já na cidade de Soledade, a explosão aconteceu por volta das 3h. Segundo a Polícia Militar, um grupo não identificado invadiu a sede da prefeitura municipal e explodiu um terminal de autoatendimento da Caixa Econômica. A Polícia não tem informações de como os homens chegaram e fugiram da cidade. Nos dois casos, a Polícia Militar iniciou buscas pelos suspeitos, mas até 7h20 ninguém foi preso.
De acordo com um levantamento feito pelo Sindicato dos Bancários da Paraíba, somente este ano, já ocorreram 41 ataques contra estabelecimentos bancários no Estado. Até a manhã desta terça-feira (17) foram registradas 21 explosões, três assaltos, 13 arrombamentos, duas tentativas e dois golpes do tipo “saidinha de banco”, quando a vítima é roubada após realizar saques bancários. As informações são do G1.
Realizada pelo PT da Paraíba com o governador Lucas, em parceria com diversos partidos aliados, a plenária contou com a presença do governador Lucas Ribeiro, do senador eleito João Azevêdo, da presidente estadual do PT e deputada estadual reeleita Cida Ramos, além de deputados e deputadas eleitos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diferentes regiões do estado.
A HospitalMed 2026 será realizada de 21 a 23 de outubro, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, reunindo mais de 300 expositores, 400 marcas e expectativa de 29 mil visitantes. O evento apresenta soluções em tecnologia, gestão, equipamentos e inovação, consolidando-se como uma oportunidade estratégica para médicos, clínicas, hospitais e empresas da saúde que buscam crescimento e novos negócios.
Hervázio Bezerra agradeceu a votação recebida em Tavares, onde foi o quarto deputado estadual mais votado com 317 votos. O parlamentar destacou o apoio dos eleitores e de lideranças políticas durante a campanha.