24.1 C
Mamanguape
quinta-feira, 15 outubro 2026
Bayeux
Início Site Página 2432

Acidente de carro provoca segunda morte em um mês, na BR-101 em Mamanguape

Moradores reclamam de escuridão no local.
Moradores reclamam de escuridão no local.
Moradores reclamam de escuridão no local.

Um acidente de carro tirou a vida da aposentada Maria das Dores Alexandria Paiva, 72 anos, em uma das paralelas da BR-101, no perímetro urbano da cidade de Mamanguape, na noite do último domingo (5). Este é o segundo acidente com vítima fatal em menos de um mês, na região.

Leia mais: Criança morre após ser atropelada na BR-101, em Mamanguape

No último dia 8 de maio, Um menino de 11 anos morreu após ser atropelado por um veículo não identificado também em uma das marginais da BR.

Ele morava no Conjunto Nossa Senhora da Penha, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. “Lucas dos Santos Silva vinha da igreja com familiares, quando foi atingido por um veículo ainda não identificado, próximo a um motel. O local é escuro e chovia na hora do acidente”, relatou a ocorrência policial.

No caso da aposentada, a Polícia Militar informou que ela teria sido atingida por um veículo L.200 Triton.

“A vitima desembarcou de um veículo, quando o mesmo percebeu ela já estava na frente do carro, não deu tempo de evitar o atropelamento, o local foi isolado, o Delegado de plantão foi comunicado, o condutor e o veículo foram conduzidos  a DPC de Mamanguape, para as providências cabíveis”, disse o sargento Fernando.

De acordo com relatos de populares de comunidades próximas as ocorrências de acidentes, a escuridão nas vias laterias à BR-101, tem dificultado a visibilidade dos condutores que trafegam na área.

Da redação

PBVale

Polícia detém suspeito de assalto à agência dos Correios em Lagoa Seca

Dinheiro recuperado
Dinheiro recuperado
Dinheiro recuperado

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na tarde desta segunda feira (6), um suspeito do assalto ocorrido à agência dos Correios, na cidade de Lagoa Seca pela manhã, quando dois homens roubaram uma quantia em dinheiro e a arma do segurança.

Após receberem informações do assalto, por meio do Centro Integrado de Operações, policiais militares do 2º Batalhão edas Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas – Rotam iniciaram diligências em busca dos suspeitos montando um cerco para evitar a fuga.

Uma das equipes policiais que realizavam o cerco deparou-se com os suspeitos no bairro da Palmeira, iniciando a perseguição. Um dos suspeitos conseguiu fugir, mas o outro, de 22 anos, foi capturado.

Com ele, foi apreendida a motocicleta utilizada no roubo, dois revólveres calibre 38, sendo um deles o que havia sido roubado do vigilante da agência dos Correios, e ainda todo o dinheiro subtraído na ação criminosa.

O detido e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal da cidade de Campina Grande, onde foi autuado.

Janot pede prisão de Renan, Sarney e Jucá por tentarem barrar Lava-Jato

BRASÍLIA — O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). A informação é de um interlocutor de ministros do STF. Renan, Sarney e Jucá foram flagrados tramando contra a Operação Lava-Jato em conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Os pedidos de prisão já estão com o ministro Teori Zavascki, do STF, há pelo menos uma semana.

Janot também pediu o afastamento de Renan da presidência do Senado, usando argumentos similares aos empregados no pedido de destituição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal, o que acabou sendo atendido pelo STF.  

Os indícios de conspiração, captados nas gravações e reforçados pelas delações de Sérgio Machado e de seu filho Expedito Machado, são considerados por investigadores mais graves que as provas que levaram Delcídio Amaral à prisão, em novembro do ano passado, e à perda do mandato, em maio. De acordo com a fonte, Delcídio tentou manipular uma delação, a do ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, enquanto Renan, Sarney e Jucá planejavam derrubar toda a Lava-Jato.

A INFLUÊNCIA DE SARNEY

Para essa pessoa com acesso às investigações, não há dúvida de que, se a trama não fosse documentada pelas gravações de Sérgio Machado, a legislação seria modificada de acordo com o interesse dos investigados. Renan, Jucá e Sarney estão entre os políticos mais influentes do Congresso. Sarney, mesmo sem mandato, controla bancadas na Câmara e no Senado. Ele teria tido, inclusive, papel decisivo no processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Jucá, logo depois que Michel Temer assumiu interinamente a presidência da República, foi alçado ao cargo de ministro do Planejamento, mas caiu após a divulgação das escutas.

Numa série de depoimentos que prestou, após firmar acordo de delação premiada, Machado disse que distribuiu R$ 70 milhões em propina para Renan, Sarney e Jucá, entre outros políticos do PMDB durante os 12 anos que esteve à frente da Transpetro, como revelou O GLOBO na sexta-feira. Nas conversas gravadas por Machado, Renan, Jucá e Sarney aparecem discutindo medidas para interferir na Lava-Jato.

Padrinho político de Machado e alvo central da delação do ex-presidente da Transpetro, Renan sugere mudar a lei para inibir a delação premiada. A delação tem sido usada em quase todos os inquéritos abertos na Lava-Jato, inclusive os instaurados contra o presidente do Senado. Mais ousado, Jucá descreve uma articulação política dele e de outros líderes para derrubar a presidente Dilma e, a partir daí, “estancar a sangria da Lava-Jato”.

Sarney sugere a escalação de dois advogados — Cesar Asfor Rocha, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e Eduardo Ferrão — para uma conversa com Teori Zavascki, relator da Operação Lava-Jato no STF. Para a Procuradoria-Geral da República, está claro que a ação de Renan, Jucá e Sarney tinha como objetivo obstruir as investigações sobre a organização especializada em desviar dinheiro de contratos entre grandes empresas e a Petrobras.

A divulgação de parte das conversas de Machado já resultaram na demissão de Jucá do Planejamento e do consultor Fabiano Silveira, do Ministério da Transparência, em menos de um mês de governo Temer. Agora, caberá ao STF deliberar sobre o pedido de Janot. O pedido foi encaminhado a Teori, mas depende de decisão do plenário do tribunal. Nos últimos dias, Teori sondou colegas de tribunal sobre o assunto.

Esta é a primeira vez que um procurador-geral da República pede o afastamento e a prisão de um presidente do Senado. O pedido de afastamento de Renan foi noticiado pelo jornal “Valor Econômico” na semana passada. Caberá aos ministros decidirem se Renan, alvo de 12 inquéritos no STF, ainda preenche os requisitos para permanecer na presidência do Senado e na linha sucessória da presidência da República. Uma das bases para a futura decisão pode ser o caso Eduardo Cunha.

Cunha foi destituído da presidência da Câmara e do mandato de deputado por tentar atrapalhar a Lava-Jato e por ser portador de uma longa ficha de acusações de corrupção. Cunha foi citado como destinatário de propina por pelo menos sete delatores. Em razão das acusações, já responde a um processo e pelo menos quatro inquéritos no âmbito da Lava-Jato.

PROPINA DE R$ 70 MILHÕES

Nos depoimentos da delação premiada, Machado disse que arrecadou mais de R$ 70 milhões para Renan, Sarney e Jucá, entre outros líderes do PMDB que davam sustentação à permanência dele na presidência da Transpetro. Responsável pela indicação de Machado à presidência, ainda em 2003, Renan foi, segundo o ex-presidente, destinatário de R$ 30 milhões. Jucá e Sarney teriam recebido R$ 20 milhões cada um. Machado disse ainda que arrecadou dinheiro para o senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, e para o senador Jader Barbalho (PMDB-PA).

Depois de confessar crimes cometidos em nome dele e dos padrinhos políticos, Machado se comprometeu com os investigadores da Lava-Jato a devolver aproximadamente R$ 100 milhões. Parte do dinheiro era administrado por Expedito, um dos quatro filhos dele, que vivia em Londres. As contas com o dinheiro ilegal estão num banco na Suíça. Outros dois filhos de Machado também fizeram delação.

Na sexta-feira passada, procurado pelo GLOBO para falar sobre a acusação de receber dinheiro de Machado, Renan disse que apenas mantinha relação institucional com o ex-presidente da Transpetro. Dias antes, quando as primeiras gravações vieram à tona, o senador disse que, na conversa com Machado, apenas expressou um ponto de vista sobre a Lava-Jato.

Também na semana passada, Jucá negou que tenha recebido qualquer dinheiro ou autorizado alguém a receber recursos em nome dele. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, responsável pela defesa de Sarney, disse, também semana passada, após o noticiário sobre as gravações, que não poderia responder sobre fragmentos da delação. Antes de dar entrevista, ele quer ter acesso completos ao autos.

O Globo

 

 

Violência contra a Mulher, um atentado a VIDA!

Treze mulheres são assassinadas por dia no Brasil, segundo o Sistema de Informação de Mortalidade. Além disso, filhas, mães e avós continuam sendo alvo de distintas formas de violência física e psicológica, refletindo uma importante causa de incapacidade e limitação no nosso país.

Observamos nos últimos dias, um verdadeiro atentado à mulher brasileira, que sem sombra de dúvida, é o alicerce da família e nunca deve ser culpada ou intimidada após crimes contra a dignidade da pessoa humana (como é o caso do estupro), independente do contexto no qual ela esteja incluída.

Este tipo de delito representa um grave problema de SAÚDE pública, onde o risco de infecção por doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada e agravos psicológicos, as vezes irreversíveis a mente humana, estão inseridos nessas situações. Sendo de responsabilidade das instituições pública de saúde, acolher e prover uma assistência adequada, respeitando a diversidade e permitindo um ambiente amistoso a esta mulher.

A problemática cabe discussão ampla de todos os cidadãos paraibanos e mamanguapenses, acerca do que vem sendo feito para inibir este tipo de crime, nos restando lutar para que os governantes atentem e dividam a responsabilidade, permitindo o fortalecimento na garantia das liberdades individuais da MULHER brasileira.

Janot pede ao STF para aprofundar apuração sobre Renan, Jucá e Sarney

PGR também quer investigar os senadores Jader Barbalho e Edison Lobão. Integrantes da cúpula do PMDB foram citados na delação de Sérgio Machado.

A Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para aprofundar as investigações na Lava Jato envolvendo os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Edison Lobão (PMDB-MA) e o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP). Os cinco integrantes da cúpula do PMDB foram citados na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Os pedidos de Janot já está sobre a mesa do ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no STF.

O objetivo do chefe do Ministério Público é rastrear o caminho do dinheiro desviado de contratos da Transpetro, que foi comandada por Sérgio Machado durante doze anos, entre 2003 a 2014. Janot também pretende descobrir se a propina movimentada pelo esquema de corrupção que atuava na subsidiária da Petrobras está no Brasil ou no exterior.

Machado fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. Nas negociações com o Ministério Público, ele entregou gravações que fez, em várias ocasiões, com Renan, Jucá e Sarney. Nas gravações, eles discutem formas de barrar o avanço da Operação Lava Jato.

Três filhos do ex-presidente da Transpetro também assinaram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e estão colaborando com as investigações.

Machado contou aos procuradores da República que, para permanecer no comando da subsidiária da Petrobras, negociava contribuições de campanha oficiais e não oficiais para o PMDB com grandes empresas que tinham contratos com a Transpetro.

De acordo com o jornal “O Globo”, Sérgio Machado disse que o dinheiro repassado à cúpula do PMDB também servia para pagar despesas pessoais dos caciques peemedebistas. Ainda segundo a publicação, o delator disse que repassou R$ 70 milhões para Renan, Jucá e Sarney.

Deste valor, informou o jornal, Renan teria ficado com R$ 30 milhões, Juca com aproximadamente R$ 20 milhões e Sarney com outros R$ 20 milhões. A TV Globo também confirmou as informações.

O que disseram os envolvidos

Em nota, Sarney afirmou que protesta, desmente e repudia a afirmação de Sérgio Machado de que ele recebeu R$ 20 milhões. E ressalta a total falta de caráter de quem foi amigo por mais de 20 anos, frequentando com assiduidade a casa dele, almoçando e jantando com ele, e fazendo visitas frequentes.

No comunicado, o ex-presidente da República ressalta que Machado teve a “vilania” de gravar as conversas, até mesmo em hospital, o que revela “o monstro moral que Sérgio Machado é”. Sarney disse ainda que vai processar o ex-presidente da Transpetro por “denunciação caluniosa”, pois, segundo ele, não existe qualquer envolvimento dele nos fatos investigados pela Operação Lava Jato ou em qualquer outro ilícito.

O presidente do Senado voltou a dizer  que nunca recebeu vantagens indevidas nem indicou qualquer pessoa para a Petrobras ou para o setor elétrico. Renan disse também que sempre teve uma relação respeitosa e de estado com Sérgio Machado.

A defesa de Romero Jucá afirmou que não teve acesso ao conteúdo da delação de Sérgio Machado e ressaltou que o senador do PMDB sempre negou qualquer irregularidade.

Os advogados de Sérgio Machado disseram que o acordo de delação premiada permite a adesão de familiares, mas que não pode comentar o conteúdo das informações por conta do sigilo do processo.

G1

Turismo: Ministro de Temer recebeu recurso do petrolão, diz Janot

Ministro do Turismo Henrique Alves (Foto: Agência Cãmara)
Ministro do Turismo Henrique Alves (Foto: Agência Cãmara)
Ministro do Turismo Henrique Alves (Foto: Agência Cãmara)

O procurador-geral da República Rodrigo Janot disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves recebeu recursos desviados da Petrobras. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O dinheiro recebido no esquema investigado na Operação Lava Jato teria sido usado para financiar a campanha de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014. Na disputa, Alves acabou derrotado.

Ainda segundo a publicação, a negociação envolveria o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. No despacho, Janot aponta que Cunha e Alves atuaram para beneficiar empreiteiras no Congresso, em troca de doações para campanha.

“Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS”, escreveu Janot.

“Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato”, completou.

Correio 24 horas

Temer nomeia como secretária suspeita de ‘articulação criminosa’

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/06/1777879-temer-nomeia-ex-deputada-acusada-de-integrar-articulacao-criminosa.shtml?cmpid=tw-uolnot ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.
Suspeita de desvio de dinheiro, Fátima Pelaes foi nomeada por Temer para a Secretaria das Mulheres Foto: Efe
Suspeita de desvio de dinheiro, Fátima Pelaes foi nomeada por Temer para a Secretaria das Mulheres Foto: Efe

Brasília – Nomeada ontem para chefiar a Secretaria de Políticas para as Mulheres, vinculada ao Ministério da Justiça, a ex-deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP) foi apontada pelo MinistérioPúblico Federal como integrante de uma “articulação criminosa” para desviar R$ 4 milhões de suas emendas parlamentares.

Fátima é presidente do PMDB Mulher e seu nome foi sugerido ao presidente em exercício, Michel Temer, pela bancada feminina na Câmara dos Deputados.O envolvimento da ex-deputada na Operação Voucher em 2011 foi revelado ontem pelo jornal ‘Folha de S. Paulo’.

Relatório da Procuradoria-Geral da República cita o nome de Fátima em escândalo ligado a uma ONG fantasma que havia celebrado convênio com o Ministério do Turismo em 2011. O inquérito aberto em 2013 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) está na Justiça Federal do Amapá e os sigilos fiscal, bancário e telefônico de Pelaes foram quebrados.

Segundo a investigação, Fátima indicou uma ONG fantasma chamada Ibrasi para receber R$ 4 milhões de suas emendas para promover o turismo no Amapá. Na época, quatro depoimentos a apontaram como beneficiária de parte do dinheiro. À ‘Folha’, Fátima disse que “confia no trabalho da polícia e da Justiça e está tranquila de que tudo será esclarecido”.

Com a polêmica, assessores presidenciais defendem que a peemedebista seja exonerada da pasta e, em seu lugar, seja nomeada Solange Jurema, presidente da secretariada nacional da mulheres do PSDB.

A nomeação de Fátima para chefiar a secretaria gerou críticas de setores favoráveis à descriminalização do aborto já que ela se manifestou publicamente contra o assunto.

Quando estava na Câmara em que era deputada, Fátima se manifestou contra o aborto numa sessão que discutia proposta que visava concessão de uma bolsa a mulheres que engravidam após estupro. Na ocasião, em 2010, Fátima fez um relato na Câmara, quando revelou que é fruto de um ato de estupro. A mãe, que estava presa, engravidou após ser vítima de violência sexual, mas não optou pelo aborto.

Ao ser anunciada para a Secretária das Mulheres, ela disse que, apesar de ser contra o aborto mesmo em caso de estupro por causa da religião e história de vida, o governo não vai interferir nas atuais regras do país para a prática.

IG

Em Mamanguape: Polícia prende trio acusado de assaltos e associação criminosa em Pitanga

Arma encontrada com o trio, tinha cinco balas intactas e uma deflagrada
Arma encontrada com o trio, tinha cinco balas intactas e uma deflagrada

A Polícia Civil, através da equipe de investigação da 7ª Seccional de Mamanguape, deflagraram na última sexta-feira (3), uma operação no Distrito de Camaratuba e Pitanga da Estrada, ambos em Mamanguape, resultando na prisão de três pessoas, acusadas de assaltos e associação criminosa.

A PC conseguindo efetuar a prisão de Wandmberg Melo da Silva, Ricardo Jerônimo de Oliveira e Raianderson Tavares Monteiro da Silva. Com eles foi apreendido um revólver calibre 38 com uma munição deflagrada e cinco intactas.

“Esses três integram uma associação criminosa com ramificações em Camaratuba e que viam agindo em toda aquela região. Inclusive promovendo arrastões no comércio de Pitanga da Estrada, quando ontem roubaram dois mercadinhos e só não roubaram outros estabelecimentos comerciais por que os proprietários fecharam imediatamente” revelou Walter Brandão, delegado da 7ª seccional de Mamanguape.

Moto foi encontrada dentro de canavial
Moto foi encontrada dentro de canavial

Com o trio também foi encontrado uma moto Honda Fan, de cor preta, roubada em Carnaúba dos Dantas, no Rio Grande do Norte. O delegado informou que a moto estava sendo usada na prática de assaltos.

“Eles confessaram os crimes. Todos foram autuados pelo delegado Jaime por assaltos e associação criminosa”, lembrou Walter Brandão.

Da redação

PBVale

 

 

 

 

 

Tocha se despede da Paraíba com última apresentação em Mamanguape [veja fotos]

Prefeitura de Mamanguape realizou programação especial para receber a tocha
Prefeitura de Mamanguape realizou programação especial para receber a tocha
Prefeitura de Mamanguape realizou programação especial para receber a tocha

“Sétima cidade paraibana recebeu a chama olímpica com animação e irreverência. Revezamento terminou mais cedo do que o previsto na manhã deste sábado”.

A chama olímpica reuniu mais pessoas nas ruas de Mamanguape no terceiro e último dia do revezamento da tocha em solo paraibano. Após o fim do percurso de cerca de três quilômetros e 15 condutores, o comboio pegou a estrada rumo à cidade de São José de Mipibu, no estado do Rio Grande do Norte.

Escritor mamanguapense, Neyvile Lucas foi um dos carregadores da tocha
Escritor mamanguapense, Neyvile Lucas foi um dos carregadores da tocha. Foto: Jefthe Collins

Em Mamanguape, o revezamento começou bem cedo, por volta das 8h e levou às ruas da cidade localizada no litoral norte da Paraíba e que fica próxima à divisa do estado com o Rio Grande do Norte. A animação de quem acompanhava a passagem da chama simbólica pelas ruas da cidade era contagiante.

“Passamos por uma seleção, apresentamos um pré-projetos e graças a Deus, um momento que jamais sairá da história da cidade de Mamanguape, e ficará marcado nos anais históricos da cidade, onde se perpetuará para o resto da vida”, avaliou o prefeito do município Eduardo Carneiro.

Apesar de cheias, as ruas da última parada da tocha olímpica na Paraíba tiveram espaço também para muita irreverência. O mecânico Anderson Lima não foi selecionado para o revezamento, mas arrumou um jeito de acender uma tocha e acompanhar o comboio do Tour da Tocha pelas ruas.

Tocha em Mamanguape (Foto: Edgley Lemos/GloboEsporte.com/pb)
Tocha em Mamanguape (Foto: Edgley Lemos/GloboEsporte.com/pb)

–  Hoje eu aproveitei a passagem da tocha e preparei a minha para acompanhar o pessoal que está correndo. Ela só não ficou muito ecológica, mas o importante é brincar – afirmou Anderson.

O percurso teve início já na entrada da cidade e entrou pelas principais ruas, passando pelas mãos de 14 condutores até chegar ao último, Braulio Lindolfo, que é funcionário público e foi escolhido pelos Correios para participar do revezamento da tocha.

–  É uma emoção muito grande, uma situação tão maravilhosa que eu não sei nem descrever. O símbolo olímpico passou por nossa cidade e hoje deixa o nosso estado. Espero que os nossos atletas façam uma excelente participação na Olimpíada – comentou o último condutor da tocha na Paraíba.

A tocha olímpica passou por sete cidades paraibanas. Na quinta-feira, o revezamento começou por Pedras de Fogo, Itabaiana e Campina Grande. Na sexta, prosseguiu por Guarabira, Sapé e João Pessoa, até terminar neste sábado por Mamanguape.

Após o fim do revezamento, por volta das 9h, o comboio com a chama olímpica seguiu a BR 101 em direção à cidade de São José de Mipibu, a primeira a receber o revezamento da tocha no estado do Rio Grande do Norte.

Com informações de Edgley Lemos do G1PB

PBVale

 

Raimundo Lira participa de eventos e ações na Paraíba e destaca importância da vinda de dois ministros ao estado

Senador Raimundo Lira (PMDB-PB)
Senador Raimundo Lira (PMDB-PB)

O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) participa neste final de semana de uma extensa agenda na Paraíba. Mesmo com o trabalho intenso em Brasília, sobretudo na atuação como presidente da Comissão Especial do Impeachment, Lira fez um esforço para dedicar este final de semana ao seu estado, participando de importantes eventos e ações em Campina Grande e em João Pessoa.

Lira chegou a Campina Grande na manhã do sábado, desembarcando no aeroporto João Suassuna, na companhia dos ministros Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e Bruno Araújo (Cidades), e outros parlamentares, onde concedeu entrevistas à imprensa. Depois, a comitiva seguiu para o Complexo Aluísio Campos.

Ele participou de almoços no Palácio das Nações e na Sede da Federação das Indústrias da Paraíba – FIEP, junto com a comitiva, onde também concedeu entrevistas. Na parte da tarde, Lira esteve na Câmara Municipal de Campina Grande, prestigiando a solenidade de entrega do título de Cidadania Campinense ao ministro Gilberto Kassab.

Em todos os locais onde esteve, o senador foi cumprimentado por autoridades e pessoas diversas. Ele recebeu congratulações por sua atuação na Comissão Especial do Impeachment, parabenizando-o pela postura na condução dos trabalhos, de forma isenta, imparcial e proporcionando espaços igualitários para os favoráveis e os contrários ao impeachment da presidente, como sempre faz questão de frisar.

Nas entrevistas que concedeu, Lira destacou a vinda dos ministros à Paraíba. “Campina Grande é uma cidade que tem uma enorme importância, não só na Paraíba, mas em todo o Nordeste. Portanto, a visita de dois ministros à cidade, não apenas para participar do São João, mas também para cumprir uma agenda extensa, é fundamental”.

Neste sábado (04) o Senador Raimundo Lira participa de evento político na sede do PMDB, em João Pessoa, promovido pelo pré-candidato a prefeito do partido na capital, deputado federal Manoel Júnior.

Da Assessoria de Imprensa

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Prefeito Camaf Douglas se prepara para receber a Rota Cultural Raízes do Brejo 2026...

Lagoa de Dentro realiza, de 14 a 18 de outubro, a Rota Cultural Raízes do Brejo 2026, com uma programação voltada à valorização da cultura nordestina. O evento contará com atrações culturais, gastronomia, artesanato e shows musicais, fortalecendo o turismo e as tradições do município.

Lucas reúne mais de 100 prefeitos e lideranças políticas em Campina Grande pela reeleição...

O governador reeleito Lucas Ribeiro reuniu mais de 100 prefeitos e lideranças políticas, em Campina Grande, para reforçar a campanha de Lula no segundo turno. Durante o encontro, ele destacou a parceria entre os governos estadual e federal, defendeu a continuidade de investimentos na Paraíba e convocou as lideranças a intensificarem a mobilização nos municípios.

Hervázio diz que crise jurídica de Cícero Lucena prejudicou desempenho do MDB nas eleições

O deputado estadual reeleito Hervázio Bezerra afirmou que a crise jurídica envolvendo a candidatura de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba desmotivou aliados e comprometeu a campanha do MDB nas eleições de 2026. Segundo ele, a insegurança causada pelo processo afetou a mobilização política e o desempenho do partido no primeiro turno.