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Lote de restituição do IR vai pagar mais de R$ 33 milhões na Paraíba

A Receita Federal vai liberar, a partir das 9h da quarta-feira (8), a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2016 (ano-calendário 2015) e ao novo lote multiexercício de restituição, que contempla as restituições residuais referentes aos exercícios de 2011 a 2015 (anos-calendários 2010 a 2014). No total, deverão ser pagos R$ 33.788.060,28 para 18.849 contribuintes da Paraíba. O valor vai estar disponível a partir do dia 15 de junho.

A maior parcela de restituição a ser paga neste lote será destinada a declarações do exercício 2016 (R$ 33,2 milhões). Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possivel acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências e então fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. As informações são do G1.

Paraíba é 2º do NE em vacinação contra H1N1 em grupo prioritário

A Paraíba foi o segundo estado do Nordeste que percentualmente mais aplicou doses da vacina contra a gripe H1N1 nas pessoas que se encaixam na grupo prioritário durante a campanha promovida em todo o Brasil. Conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde (MS), 89,2% dos 853.196 paraibanos que formam a população foram vacinados entre 30 de abril e 20 de maio.

Ainda de acordo com levantamento de dados da Agência Saúde do MS, o público-alvo da vacinação na Paraíba é de pouco mais de 946 mil pessoas e para campanha foram enviadas mais de 1 milhão de doses. Apenas o estado de Alagoas, com 90,1%, apresentou um percentual de vacinação no grupo prioritário melhor que o paraibano.

Em todo Brasil, mais de 47,6 milhões de pessoas já se vacinaram contra a influenza neste ano, o que representa uma cobertura de 95,5% do público-alvo da campanha, composto de 49,8 milhões de pessoas. O Ministério da Saúde disponibilizou 54 milhões de doses da vacina, uma reserva técnica de 4,2 milhões de doses acima do quantitativo de pessoas que integram o público prioritário.  

O público-alvo é formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis. As pessoas deste último grupo são mais vulneráveis a desenvolver a forma grave da doença.

Até o momento, a região Sudeste apresentou o melhor desempenho em relação à cobertura vacinal contra a influenza, com 93,9% de imunização, seguida pelas regiões Sul (92,3%); Centro-Oeste (90,9%); Nordeste (87,2%) e Norte (86,3%).

Neste ano, até 30 de maio, foram registrados 4.704 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 3.978 foram por influenza A (H1N1), sendo 764 óbitos, com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país). Os dados constam no Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde. Na Paraíba, segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 18 casos de influenza A H1N1 e nove mortes foram confirmadas. As informações são do G1.

UPA de João Pessoa inscreve para processo seletivo com 301 vagas

Começaram nessa segunda-feira (6) as inscrições para o processo seletivo simplificado para o preenchimento de 301 vagas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Cruz das Armas, em João Pessoa. Há vagas para os níveis médio, técnico e superior. Do total de vagas, 14 são reservadas para pessoas com necessidades especiais. O edital pode ser conferido no Semanário Oficial.

As inscrições podem ser feitas até quinta-feira (9) no setor de Protocolo, na sede da Secretaria Municipal de Saúde, localizada na Avenida Júlia Freire. O atendimento só acontece das 8h às 14h. Além dos documentos exigidos no edital, o candidato deve levar a ficha de inscrição devidamente preenchida. O processo não cobra taxa de inscrição.

Os cargos oferecidos na área assistencial são assistente social, enfermeira diarista, enfermeira plantonista, farmacêutico bioquímico, farmacêutico, médico clínico, médico clínico ferista, médico pediatra, maqueiro, técnico em enfermagem, técnico em laboratório de análise clínica e técnico em radiologia.

Para a área administrativa, os cargos são supervisor administrativo diarista, almoxarife, agente administrativo, auxiliar de farmácia, faturista, auxiliar de serviços gerais, condutor socorrista, manutenção, recepcionista, técnico de informática e vigilante.

Os salários variam de R$ 880 a R$ 1.756. O edital prevê, ainda profissionais que vão trabalhar em regime de plantão. A remuneração por plantão varia de R$ 88 a R$ 750.

A seleção vai ser feita em duas fases de caráter eliminatório e classificatório. A primeira é composta por análise curricular. Na segunda fase, o candidato deve passar por uma entrevista individual específica para cada cargo pretendido.

A divulgação das inscrições validadas está prevista pra 10 de junho. A primeira fase deve acontecer de 11 a 14 de junho, enquanto que a segunda tem previsão para os dias 20 e 21 de junho. O edital prevê que o resultado final vai ser divulgado em 28 de junho.

Em cinco meses mais de 40 mil são incluídos no SPC

Mais de 40 mil pessoas tiveram seus nomes incluídos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) de janeiro a maio de 2016, em João Pessoa. Segundo o diretor do SPC da capital paraibana, Lindenbergh Vieira, o número de inclusões chegou a 41.707 nesses cinco primeiros meses do ano, 20,48% a mais que em 2015, quando foram incluídos 34.616 nomes.

O número de exclusões, por sua vez, teve uma queda de 0,39%: passou de 26.282 de janeiro a maio de 2015 para 26.178 no mesmo período deste ano.

Para Vieira, esse quadro não é uma surpresa, diante do desemprego que afeta os brasileiros e dos altos juros do país. Além disso, ele informou que os empréstimos no nome de terceiros subiram de 20% em 2015 para cerca de 23% neste ano.

“O irmão empresta para o outro, o marido à mulher ou vice versa, o amigo a outro amigo. E a pessoa que está inadimplente muitas vezes não respeita o empréstimo e continua não pagando. Aquela pessoa que emprestou ou avalizou é quem vai pagar”, explicou.

Vieira também recomenda que os consumidores não façam compras com muitas parcelas. “As pessoas precisam entender que não devem comprar com prazos longos. Isso encarece a mercadoria porque ninguém faz nada de graça. Quanto mais longo o prazo, mais juros. E eles pensam que estão fazendo um bom negócio”, disse.

Maio
O mês de maio individualmente teve 9.187 inclusões em 2016. Em 2015, o total foi de 9.192. A queda foi de 0,05%, segundo o SPC. As exclusões, foram 7.371 em 2016, contra 6.207 no ano passado. O aumento foi de 18,75%. As informações são do G1.

Acidente de carro provoca segunda morte em um mês, na BR-101 em Mamanguape

Moradores reclamam de escuridão no local.
Moradores reclamam de escuridão no local.
Moradores reclamam de escuridão no local.

Um acidente de carro tirou a vida da aposentada Maria das Dores Alexandria Paiva, 72 anos, em uma das paralelas da BR-101, no perímetro urbano da cidade de Mamanguape, na noite do último domingo (5). Este é o segundo acidente com vítima fatal em menos de um mês, na região.

Leia mais: Criança morre após ser atropelada na BR-101, em Mamanguape

No último dia 8 de maio, Um menino de 11 anos morreu após ser atropelado por um veículo não identificado também em uma das marginais da BR.

Ele morava no Conjunto Nossa Senhora da Penha, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. “Lucas dos Santos Silva vinha da igreja com familiares, quando foi atingido por um veículo ainda não identificado, próximo a um motel. O local é escuro e chovia na hora do acidente”, relatou a ocorrência policial.

No caso da aposentada, a Polícia Militar informou que ela teria sido atingida por um veículo L.200 Triton.

“A vitima desembarcou de um veículo, quando o mesmo percebeu ela já estava na frente do carro, não deu tempo de evitar o atropelamento, o local foi isolado, o Delegado de plantão foi comunicado, o condutor e o veículo foram conduzidos  a DPC de Mamanguape, para as providências cabíveis”, disse o sargento Fernando.

De acordo com relatos de populares de comunidades próximas as ocorrências de acidentes, a escuridão nas vias laterias à BR-101, tem dificultado a visibilidade dos condutores que trafegam na área.

Da redação

PBVale

Polícia detém suspeito de assalto à agência dos Correios em Lagoa Seca

Dinheiro recuperado
Dinheiro recuperado
Dinheiro recuperado

A Polícia Militar prendeu em flagrante, na tarde desta segunda feira (6), um suspeito do assalto ocorrido à agência dos Correios, na cidade de Lagoa Seca pela manhã, quando dois homens roubaram uma quantia em dinheiro e a arma do segurança.

Após receberem informações do assalto, por meio do Centro Integrado de Operações, policiais militares do 2º Batalhão edas Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas – Rotam iniciaram diligências em busca dos suspeitos montando um cerco para evitar a fuga.

Uma das equipes policiais que realizavam o cerco deparou-se com os suspeitos no bairro da Palmeira, iniciando a perseguição. Um dos suspeitos conseguiu fugir, mas o outro, de 22 anos, foi capturado.

Com ele, foi apreendida a motocicleta utilizada no roubo, dois revólveres calibre 38, sendo um deles o que havia sido roubado do vigilante da agência dos Correios, e ainda todo o dinheiro subtraído na ação criminosa.

O detido e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal da cidade de Campina Grande, onde foi autuado.

Janot pede prisão de Renan, Sarney e Jucá por tentarem barrar Lava-Jato

BRASÍLIA — O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) e do senador Romero Jucá (PMDB-RR). A informação é de um interlocutor de ministros do STF. Renan, Sarney e Jucá foram flagrados tramando contra a Operação Lava-Jato em conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Os pedidos de prisão já estão com o ministro Teori Zavascki, do STF, há pelo menos uma semana.

Janot também pediu o afastamento de Renan da presidência do Senado, usando argumentos similares aos empregados no pedido de destituição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara e do mandato de deputado federal, o que acabou sendo atendido pelo STF.  

Os indícios de conspiração, captados nas gravações e reforçados pelas delações de Sérgio Machado e de seu filho Expedito Machado, são considerados por investigadores mais graves que as provas que levaram Delcídio Amaral à prisão, em novembro do ano passado, e à perda do mandato, em maio. De acordo com a fonte, Delcídio tentou manipular uma delação, a do ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, enquanto Renan, Sarney e Jucá planejavam derrubar toda a Lava-Jato.

A INFLUÊNCIA DE SARNEY

Para essa pessoa com acesso às investigações, não há dúvida de que, se a trama não fosse documentada pelas gravações de Sérgio Machado, a legislação seria modificada de acordo com o interesse dos investigados. Renan, Jucá e Sarney estão entre os políticos mais influentes do Congresso. Sarney, mesmo sem mandato, controla bancadas na Câmara e no Senado. Ele teria tido, inclusive, papel decisivo no processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Jucá, logo depois que Michel Temer assumiu interinamente a presidência da República, foi alçado ao cargo de ministro do Planejamento, mas caiu após a divulgação das escutas.

Numa série de depoimentos que prestou, após firmar acordo de delação premiada, Machado disse que distribuiu R$ 70 milhões em propina para Renan, Sarney e Jucá, entre outros políticos do PMDB durante os 12 anos que esteve à frente da Transpetro, como revelou O GLOBO na sexta-feira. Nas conversas gravadas por Machado, Renan, Jucá e Sarney aparecem discutindo medidas para interferir na Lava-Jato.

Padrinho político de Machado e alvo central da delação do ex-presidente da Transpetro, Renan sugere mudar a lei para inibir a delação premiada. A delação tem sido usada em quase todos os inquéritos abertos na Lava-Jato, inclusive os instaurados contra o presidente do Senado. Mais ousado, Jucá descreve uma articulação política dele e de outros líderes para derrubar a presidente Dilma e, a partir daí, “estancar a sangria da Lava-Jato”.

Sarney sugere a escalação de dois advogados — Cesar Asfor Rocha, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e Eduardo Ferrão — para uma conversa com Teori Zavascki, relator da Operação Lava-Jato no STF. Para a Procuradoria-Geral da República, está claro que a ação de Renan, Jucá e Sarney tinha como objetivo obstruir as investigações sobre a organização especializada em desviar dinheiro de contratos entre grandes empresas e a Petrobras.

A divulgação de parte das conversas de Machado já resultaram na demissão de Jucá do Planejamento e do consultor Fabiano Silveira, do Ministério da Transparência, em menos de um mês de governo Temer. Agora, caberá ao STF deliberar sobre o pedido de Janot. O pedido foi encaminhado a Teori, mas depende de decisão do plenário do tribunal. Nos últimos dias, Teori sondou colegas de tribunal sobre o assunto.

Esta é a primeira vez que um procurador-geral da República pede o afastamento e a prisão de um presidente do Senado. O pedido de afastamento de Renan foi noticiado pelo jornal “Valor Econômico” na semana passada. Caberá aos ministros decidirem se Renan, alvo de 12 inquéritos no STF, ainda preenche os requisitos para permanecer na presidência do Senado e na linha sucessória da presidência da República. Uma das bases para a futura decisão pode ser o caso Eduardo Cunha.

Cunha foi destituído da presidência da Câmara e do mandato de deputado por tentar atrapalhar a Lava-Jato e por ser portador de uma longa ficha de acusações de corrupção. Cunha foi citado como destinatário de propina por pelo menos sete delatores. Em razão das acusações, já responde a um processo e pelo menos quatro inquéritos no âmbito da Lava-Jato.

PROPINA DE R$ 70 MILHÕES

Nos depoimentos da delação premiada, Machado disse que arrecadou mais de R$ 70 milhões para Renan, Sarney e Jucá, entre outros líderes do PMDB que davam sustentação à permanência dele na presidência da Transpetro. Responsável pela indicação de Machado à presidência, ainda em 2003, Renan foi, segundo o ex-presidente, destinatário de R$ 30 milhões. Jucá e Sarney teriam recebido R$ 20 milhões cada um. Machado disse ainda que arrecadou dinheiro para o senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia, e para o senador Jader Barbalho (PMDB-PA).

Depois de confessar crimes cometidos em nome dele e dos padrinhos políticos, Machado se comprometeu com os investigadores da Lava-Jato a devolver aproximadamente R$ 100 milhões. Parte do dinheiro era administrado por Expedito, um dos quatro filhos dele, que vivia em Londres. As contas com o dinheiro ilegal estão num banco na Suíça. Outros dois filhos de Machado também fizeram delação.

Na sexta-feira passada, procurado pelo GLOBO para falar sobre a acusação de receber dinheiro de Machado, Renan disse que apenas mantinha relação institucional com o ex-presidente da Transpetro. Dias antes, quando as primeiras gravações vieram à tona, o senador disse que, na conversa com Machado, apenas expressou um ponto de vista sobre a Lava-Jato.

Também na semana passada, Jucá negou que tenha recebido qualquer dinheiro ou autorizado alguém a receber recursos em nome dele. O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, responsável pela defesa de Sarney, disse, também semana passada, após o noticiário sobre as gravações, que não poderia responder sobre fragmentos da delação. Antes de dar entrevista, ele quer ter acesso completos ao autos.

O Globo

 

 

Violência contra a Mulher, um atentado a VIDA!

Treze mulheres são assassinadas por dia no Brasil, segundo o Sistema de Informação de Mortalidade. Além disso, filhas, mães e avós continuam sendo alvo de distintas formas de violência física e psicológica, refletindo uma importante causa de incapacidade e limitação no nosso país.

Observamos nos últimos dias, um verdadeiro atentado à mulher brasileira, que sem sombra de dúvida, é o alicerce da família e nunca deve ser culpada ou intimidada após crimes contra a dignidade da pessoa humana (como é o caso do estupro), independente do contexto no qual ela esteja incluída.

Este tipo de delito representa um grave problema de SAÚDE pública, onde o risco de infecção por doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada e agravos psicológicos, as vezes irreversíveis a mente humana, estão inseridos nessas situações. Sendo de responsabilidade das instituições pública de saúde, acolher e prover uma assistência adequada, respeitando a diversidade e permitindo um ambiente amistoso a esta mulher.

A problemática cabe discussão ampla de todos os cidadãos paraibanos e mamanguapenses, acerca do que vem sendo feito para inibir este tipo de crime, nos restando lutar para que os governantes atentem e dividam a responsabilidade, permitindo o fortalecimento na garantia das liberdades individuais da MULHER brasileira.

Janot pede ao STF para aprofundar apuração sobre Renan, Jucá e Sarney

PGR também quer investigar os senadores Jader Barbalho e Edison Lobão. Integrantes da cúpula do PMDB foram citados na delação de Sérgio Machado.

A Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para aprofundar as investigações na Lava Jato envolvendo os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Edison Lobão (PMDB-MA) e o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP). Os cinco integrantes da cúpula do PMDB foram citados na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Os pedidos de Janot já está sobre a mesa do ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no STF.

O objetivo do chefe do Ministério Público é rastrear o caminho do dinheiro desviado de contratos da Transpetro, que foi comandada por Sérgio Machado durante doze anos, entre 2003 a 2014. Janot também pretende descobrir se a propina movimentada pelo esquema de corrupção que atuava na subsidiária da Petrobras está no Brasil ou no exterior.

Machado fechou acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. Nas negociações com o Ministério Público, ele entregou gravações que fez, em várias ocasiões, com Renan, Jucá e Sarney. Nas gravações, eles discutem formas de barrar o avanço da Operação Lava Jato.

Três filhos do ex-presidente da Transpetro também assinaram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal e estão colaborando com as investigações.

Machado contou aos procuradores da República que, para permanecer no comando da subsidiária da Petrobras, negociava contribuições de campanha oficiais e não oficiais para o PMDB com grandes empresas que tinham contratos com a Transpetro.

De acordo com o jornal “O Globo”, Sérgio Machado disse que o dinheiro repassado à cúpula do PMDB também servia para pagar despesas pessoais dos caciques peemedebistas. Ainda segundo a publicação, o delator disse que repassou R$ 70 milhões para Renan, Jucá e Sarney.

Deste valor, informou o jornal, Renan teria ficado com R$ 30 milhões, Juca com aproximadamente R$ 20 milhões e Sarney com outros R$ 20 milhões. A TV Globo também confirmou as informações.

O que disseram os envolvidos

Em nota, Sarney afirmou que protesta, desmente e repudia a afirmação de Sérgio Machado de que ele recebeu R$ 20 milhões. E ressalta a total falta de caráter de quem foi amigo por mais de 20 anos, frequentando com assiduidade a casa dele, almoçando e jantando com ele, e fazendo visitas frequentes.

No comunicado, o ex-presidente da República ressalta que Machado teve a “vilania” de gravar as conversas, até mesmo em hospital, o que revela “o monstro moral que Sérgio Machado é”. Sarney disse ainda que vai processar o ex-presidente da Transpetro por “denunciação caluniosa”, pois, segundo ele, não existe qualquer envolvimento dele nos fatos investigados pela Operação Lava Jato ou em qualquer outro ilícito.

O presidente do Senado voltou a dizer  que nunca recebeu vantagens indevidas nem indicou qualquer pessoa para a Petrobras ou para o setor elétrico. Renan disse também que sempre teve uma relação respeitosa e de estado com Sérgio Machado.

A defesa de Romero Jucá afirmou que não teve acesso ao conteúdo da delação de Sérgio Machado e ressaltou que o senador do PMDB sempre negou qualquer irregularidade.

Os advogados de Sérgio Machado disseram que o acordo de delação premiada permite a adesão de familiares, mas que não pode comentar o conteúdo das informações por conta do sigilo do processo.

G1

Turismo: Ministro de Temer recebeu recurso do petrolão, diz Janot

Ministro do Turismo Henrique Alves (Foto: Agência Cãmara)
Ministro do Turismo Henrique Alves (Foto: Agência Cãmara)
Ministro do Turismo Henrique Alves (Foto: Agência Cãmara)

O procurador-geral da República Rodrigo Janot disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves recebeu recursos desviados da Petrobras. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O dinheiro recebido no esquema investigado na Operação Lava Jato teria sido usado para financiar a campanha de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014. Na disputa, Alves acabou derrotado.

Ainda segundo a publicação, a negociação envolveria o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. No despacho, Janot aponta que Cunha e Alves atuaram para beneficiar empreiteiras no Congresso, em troca de doações para campanha.

“Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS”, escreveu Janot.

“Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato”, completou.

Correio 24 horas

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