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Incerteza sobre Previdência aumenta procura por aposentadoria antecipada

Aposentadorias concedidas aumentaram quase 12% entre janeiro e junho
Aposentadorias concedidas aumentaram quase 12% entre janeiro e junho

O medo de que a reforma da Previdência prolongue o tempo para poder se aposentar tem feito trabalhadores mudarem os planos para o futuro. Quem esperava completar a pontuação da fórmula 85/95 para obter o benefício integral já cogita antecipar o pedido e receber um valor menor que o previsto, com receio de que as regras mudem novamente.

Uma das possíveis mudanças da reforma é a criação de uma idade mínima para pedir o benefício. Hoje, a idade média da aposentadoria por tempo de contribuição no Brasil – atendendo à regra antiga – é de 54 anos, uma das mais baixas do mundo.

A professora do ensino particular Denise Bergamo, de 49 anos, poderia ter se aposentado em agosto do ano passado pelo fator previdenciário, mas preferiu esperar mais dois anos para receber 100% do benefício pela regra que passou a valer no ano passado.

Com receio de precisar trabalhar por mais tempo para se aposentar caso as regras mudem ainda este ano, ela estuda pedir a aposentadoria antecipada e receber cerca de metade do teto ao qual teria direito – por volta de R$ 2,5 mil. Hoje, o teto da aposentadoria é de R$ 5.189,82.

“Não vou esperar mais anos para conseguir receber pelo que sempre paguei. Assim que o anúncio sair, vou pedir a aposentadoria antecipada [pelo fator previdenciário]”, desabafa Denise.

O fator previdenciário é uma fórmula matemática que permite aposentar-se mais cedo, mas com o benefício reduzido. Ele foi criado justamente para desestimular os pedidos de aposentadoria precoce, mas o brasileiro gostou da ideia.

“O mecanismo não teve o efeito que o governo pretendia, que era fazer com que os segurados retardassem a aposentadoria. O segurado é muito imediatista”, explica o especialista em Previdência, Newton Conde.

Benefício 40% menor
Ana Luíza Conicelli, também professora, planejava pedir a aposentadoria integral em agosto deste ano, quando completa 55 anos de idade. Mas uma eventual reforma pode adiar seus planos e reduzir o valor do benefício em 40%. “Minha vida está suspensa até definirem as mudanças na Previdência. Isso me apavora”, conta.

Pela regra atual, ela teria direito a receber o teto do INSS já em agosto. Caso as regras mudem, porém, ela só poderia se aposentar até lá, pelo fator previdenciário, com um benefício de R$ 3.200. “Já saí do colégio onde eu trabalhava, mas com esse valor de aposentadoria vou precisar continuar trabalhando”, conta.

Os professores estão entre os profissionais que, antes, podiamse aposentar com 25 anos de contribuição – tempo até 10 anos menor que outras categorias de trabalhadores, devido ao fator de risco e desgaste que envolve a função.

Mais benefícios concedidos
Entre janeiro e junho deste ano, o número de aposentadorias concedidas pelo INSS por idade e por tempo de contribuição saltou 11,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados fornecidos pelo órgão via Lei de Acesso à Informação.

Foram 446.794 benefícios concedidos no acumulado deste ano, contra 399.910 em igual período de 2015. Nos anos anteriores, a concessão das aposentadorias cresceu abaixo de 7% ao ano.
Em março, o G1 noticiou que o valor médio das aposentadorias por tempo de contribuição havia subido para R$ 2.792,29 com incidência da fórmula 85/95, que estimulou mais pedidos de 100% do benefício. Este valor é 57% superior à média das aposentadorias com aplicação do chamado “fator previdenciário” (R$ 1.779,88).

Menos de 1% recebem o teto
Cerca de 180 mil pessoas – ou menos de 1% dos aposentados no Brasil – recebem o teto da Previdência, segundo o INSS. A maior parte – 66,8% dos beneficiários, ou 17 milhões de pessoas – recebe o piso, que é equiparado a um salário mínimo de R$ 880 em 2016. Outros 30,24% estão na faixa intermediária, com valores entre dois e cinco salários mínimos.

Segundo a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Jane Berwanger, o interesse pela aposentadoria antecipada aumentou cerca de 30% em seu escritório desde que o governo anunciou a intenção de reformar a Previdência este ano.

Ela acredita, contudo, que não há motivo para preocupação em muitos casos, principalmente entre as pessoas que já poderiam ter se aposentado com o benefício integral pela fórmula 85/95, mas que ainda não pediram o benefício.

Já quem preferiu esperar para atingir a pontuação da fórmula 85/95 e se aposentar com 100% do benefício corre o risco de ter que esperar mais anos para ter esse direito ou ser obrigado a pedir a aposentadoria antecipada, com um benefício menor.

A advogada previdenciária e vice-presidente do IBDP, Adriane Bramante, conta que clientes que não planejavam se aposentar agora têm pressa em agendar o pedido de aposentadoria. “As pessoas estao assustadas porque não sabem até que ponto seus direitos adquiridos vão ser respeitados”, afirma.

Estimativa de rombo
Segundo o Ministério do Planejamento, a previsão mais recente para o rombo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) neste ano subiu de R$ 136 bilhões, em março, para R$ 146 bilhões em maio deste ano.

Na comparação com o ano passado, quando somou R$ 85,81 bilhões, a previsão é de um crescimento de 70% em 2016 – ou de R$ 60,55 bilhões. As estimativas constam no relatório de receitas e despesas do orçamento federal de 2016, relativo ao segundo bimestre.

A nova previsão é de que o pagamento dos benefícios do INSS atinjam a marca inédita dos R$ 500 bilhões em 2016 – contra R$ 436 bilhões no ano passado. Ao mesmo tempo, a arrecadação líquida do INSS deverá totalizar R$ 356 bilhões neste ano, em comparação com 350 bilhões no ano passado.

Do G1

MPF recomenda que 21 prefeituras remanejem verbas de obstetrícia

O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) recomendou que 21 prefeituras que atualmente enviam recursos federais de obstetrícia, encaminhados pelo Ministério da Saúde para municípios que já não prestam este tipo de serviço, remanejem as verbas para municípios executores que tenham condições de prestar os serviços, com a estrutura adequada, de acordo com levantamento de produção hospitalar em obstetrícia feito pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) – por determinação do MPF/PB. Atualmente os recursos estão sendo repassados para municípios que não estão realizando os atendimentos ou não vêm executando procedimentos nos valores e quantitativos pactuados.

Segundo o Ministério Público, as prefeituras de Pitimbu, Serraria, Casserengue, Borborema, Sobrado, Riachão do Poço, Mari, Caldas de Brandão, São Miguel de Taipu, Damião, Juripiranga, Riachão, Tacima (Campo de Santana), Caiçara, Pirpirituba, Sertãozinho, Baia da Traição, Itatuba, Juarez Távora, Mogeiro e Riachão do Bacamarte terão de encaminhar os recursos federais e os pacientes de obstetrícia para os novos municípios executores. O MPF sugeriu que os municípios que devem receber as verbas dos municípios encaminhadores para realização dos atendimentos sejam: João Pessoa (para receber de Pitimbu), Santa Rita (de Caldas Brandão, Mari, Riachão do Poço, Sobrado e São Miguel de Itaipu), Guarabira (de Damião, Riachão, Tacima, Caiçara, Pirpirituba e Sertãozinho), Itabaiana (Itatuba, Juarez Távora, Mogeiro, Riachão do Bacamarte e Juripiranga), além de Mamanguape (de Baía da Traição) e Solânea (de Borborema, Serraria e Casserengue).

“A recomendação objetiva o encaminhamento dos recursos e pacientes para os municípios que têm reais condições de prestar os serviços, buscando evitar a superlotação de alguns serviços, especialmente dos que atendem pacientes de alto risco”, frisou o procurador da República, José Godoy Bezerra de Souza.

O MPF deu ciência da expedição das recomendações ao Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/PB), ao Conselho Estadual de Saúde e à Comissão Intergestores Bipartite do Estado da Paraíba. O Ministério Público Federal considera seus destinatários como pessoalmente cientes da situação ora exposta e, nesses termos, passíveis de responsabilização por quaisquer eventos futuros imputáveis a sua omissão. As recomendações não esgotam a atuação do MPF/PB sobre o tema, não excluindo futuras recomendações ou outras iniciativas com relação aos agentes supramencionados ou outros, bem como com relação aos entes públicos com responsabilidade e competência no objeto. Fica concedido às autoridades destinatárias o prazo de 30 dias (a partir da data do envio) para informarem o acatamento da presente recomendação e as medidas adotadas para seu cumprimento.

Do PBVale, com Ascom/MPF

PT apresenta pré-candidatos e proíbe alianças com defensores do impeachment

Petistas participaram de encontro regional do Sertão paraibano
Petistas participaram de encontro regional do Sertão paraibano
Petistas participaram de encontro regional do Sertão paraibano

O PT realizou no sábado um encontro regional para apresentação das pré-candidaturas a prefeito e vereadores da região das Espinharas. Entre os anunciados está Lenildo Morais, pré-candidato a prefeito de Patos.

No encontro, foi decidido que serão priorizadas candidaturas que resgatem a história de luta e de conquistas sociais, marca do PT. Além disso, serão proibidas alianças com partidos que apoiam o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

Possíveis alianças com o PMDB, no entanto, serão analisadas isoladamente.

De acordo com a presidente estadual do PT, Giucélia Figueiredo, o processo eleitoral deste ano será disputado pelos petistas de cabeça erguida. “Vamos reunificar o conjunto partidário e botar a nossa militância em ação para que possamos sair de todo esse processo de crise fortalecidos”, ressaltou.

A prefeita de Pombal, Pollyana Dutra, disse que, no município que administra, 60 % da população avaliam positivamente o governo da presidente Dilma Rousseff. “A população de Pombal está blindada  a todo esse bombardeamento feito pela grande mídia para impor o golpe”. Na opinião da prefeita petista, que está no segundo mandato, o município tem aprovado o modo petista de governar, com  ações voltadas principalmente à melhoria do atendimento à saúde e educação.

Alianças

A decisão de não aceitar alianças com partidos favoráveis ao impeachmente foi tomada pelos diretórios Estadual e Nacional do PT, através de resolução,  e foi repassada aos pré-candidatos durante o encontro regional em Patos.

Estão proibidas alianças com o PSDB, DEM, PPS e Solidariedade. Com isso, nenhum com candidatos da majoritária do PT poderão subir em palanques  desses partidos. Em relação ao PMDB, as alianças precisarão passar pela análise da direção estadual do PT para poder ser aceita.

A determinação é formar a ‘Frente Brasil Popular’, com partidos que tenham afinidade com os conteúdos programáticos idealizados e praticados pelo Partido dos Trabalhadores aqui na Paraíba, como PSB, PC do B e PDT.

Com MaisPB

Filha de Tony Tornado é encontrada após seis dias desaparecida

Aretha Pearl sofre de depressão e já passou por diversas clínicas psiquiátricas
Aretha Pearl sofre de depressão e já passou por diversas clínicas psiquiátricas

A filha do ator e músico Tony Tornado foi encontrada no fim da tarde deste sábado (2), após ficar desaparecida por seis dias. Aretha Pearl, que é chef de cozinha, sofre de depressão e já passou por diversas clínicas psiquiátricas. A mãe da moça, Maritza Cavalcanti, conversou com o Extra na manhã deste domingo (3) e falou sobre o caso.

“Ela foi encontrada ontem (sábado) de tardinha. Foi uma semana desgastante, estou bastante cansada. Mas com o coração mais leve, o pesadelo acabou. Não é fácil ficar sem notícias de um filho. Estava muito angustiada. Agora, posso respirar”, comentou a Maritza.

A filha de Tornado desapareceu no dia 26 de junho, em São Paulo, onde ela e a família vive. O último contato da moça com a mãe foi feito para saber se ela estava bem.

Do Notícias ao Minuto

Alimentos terão alerta mais visível para alergia

Para quem tem alergia alimentar, saber quais são os ingredientes presentes em determinado produto não é uma questão de acesso à informação, mas de segurança. Os alérgicos, porém, começam hoje uma nova etapa: após um prazo de um ano para adequação, bebidas e alimentos industrializados terão de chegar às gôndolas contendo dados sobre a presença de alergênicos, como castanhas, crustáceos e leite, por determinação de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Durante anos, famílias lutaram para evitar reações alérgicas, principalmente em crianças. A leitura dos rótulos e a tentativa de decifrar as pequenas letras e os termos técnicos foram por muito tempo um desafio para a administradora Helena Colonelli, de 38 anos.

O filho João Pedro, de 6 anos, é alérgico a leite desde que nasceu, mas ela só teve o diagnóstico quando iniciou o processo de desmame, quando ele tinha 7 meses. “Ele teve uma reação de pele e achei que ele iria morrer, porque estava todo deformado. No hospital, me ensinaram a identificar que era só uma reação. Fizemos exames de sangue, e ele era alérgico a leite.” Helena diz que, no início, as reações surgiam apenas na pele, mas passaram a ser respiratórias. E não só os alimentos traziam risco. “Ele já teve alergia a um produto de higiene pessoal que tinha leite na fórmula.”

A administradora conta que, mesmo antes do começo da vigência da resolução, tem notado mudanças quando vai ao supermercado. “Percebo uma mudança muito forte, uma melhora na informação. O que antes vinha em letras pequenas e termos técnicos está vindo de forma mais clara. Até em produtos óbvios, como uma caixa de leite que informa: ‘Alérgicos, contém leite’. As indústrias estão se adequando.”

A publicitária Daisy de Castro Alves, de 45 anos, também já encontrou dificuldades ao comprar produtos para o filho Pedro, de 4. Ela só descobriu em janeiro do ano passado que ele tem alergia a leite. O diagnóstico foi obtido depois que a criança teve quatro episódios de pneumonia. “A reação dele se acumula e se transforma em uma pneumonia. Tiramos o leite da vida dele e nunca mais o Pedro teve alergia.”

Daisy diz que, antes de a campanha para que os rótulos se tornassem mais claros ter início, fazer compras era uma longa missão. “Ficava muito mais tempo no supermercado. Minha nutricionista me ajudou muito, porque eu fotografava o rótulo e mandava para ela. Também ligava para o SAC das empresas. Informação é tudo na vida e, quando você tem segurança do que está comprando, fica feliz.”

Um dos movimentos mais atuantes para o estabelecimento da nova regra foi o Põe no Rótulo, que reúne familiares de alérgicos. Mãe de Rafael, de 4 anos, a advogada Cecilia Cury, de 36, uma das coordenadoras do projeto, diz que muitas famílias serão poupadas de agressivos processos alérgicos com a mudança.

“A gente já tem percebido mudança. Já me emocionei no mercado ao ver produtos que foram causadores de reação no meu filho. Se tivesse informação há três ou quatro anos, não teria passado por dramas sem necessidade.” Cecília alerta os pais para terem cuidado durante o período em que produtos fabricados antes e depois da resolução serão vendidos juntos.

Pela resolução, 17 tipos de alimentos devem ser citados nos rótulos caso estejam presentes nos produtos. Segundo a Anvisa, estima-se que, no País, de 6% a 8% das crianças com menos de 6 anos de idade tenham alguma tipo de alergia e que a alternativa contra reações é evitar certos alimentos. Com informações do Estadão Conteúdo.

Do Estadão

Fortes chuvas na Índia deixam 18 pessoas mortas

As fortes chuvas que castigam desde a sexta-feira (1º) o estado de Uttarakhand, no norte da Índia, já deixaram pelo menos 18 pessoas mortas e outras 18 seguem desaparecidas. A região ainda segue em estado de alerta meteorológico, informaram autoridades neste domingo (3).

De acordo com informações do portal G1, os deslizamentos de terra por causa das intensas precipitações provocaram, além disso, 13 feridos nos distritos de Pittoragarh e Chamoli. “Já não está chovendo e o céu está limpo. A situação está sob controle”, afirmou o porta-voz do Centro de Combate e Gestão de Desastres na região, Puran Singh.

A Força Nacional de Resposta a Desastres regatou 45 pessoas que tinham ficado isoladas pelos deslizamentos e inundações.

Do Notícias ao Minuto 

Tempo de bola rolando cresce em partidas do Brasileirão

A bola está rolando mais no Campeonato Brasileiro. Desde 2014, o tempo médio efetivo das partidas aumentou pouco mais de 4 minutos. É o que mostra o estudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com base nas 10 primeiras rodadas das duas competições anteriores e da atual. E a tendência é de crescimento.

Em 2014, as 100 primeiras partidas apresentaram média de 52 minutos e 27 segundos de tempo efetivamente jogado. Em 2015, a média subiu para 54min05s e este ano atingiu 56min32s. São números melhores, por exemplo, que os definitivos das Copas do Mundo de 2010 (54min04s) e de 2014 (55min14s). A Fifa considera ideal que um jogo tenha no mínimo 60 minutos de bola rolando.

Curiosamente, essa evolução é consequência de uma medida que tem como objetivo combater as atitudes agressivas de jogadores e treinadores contra árbitros e auxiliares. Em 2015, a comissão de arbitragem da CBF lançou a campanha do respeito e determinou aos juízes que fossem mais rigorosos contra as constantes reclamações.

“A gente observou uma série de situações negativas contra os árbitros. Era árbitro sendo empurrado, jogadores partindo sistematicamente contra a arbitragem… Aí, instituímos a cruzada pelo respeito”, disse o presidente da comissão de arbitragem, Sérgio Correa.

A determinação foi para os juízes não tolerarem chiadeira exagerada e coações. A partir dela, aumentou o número de cartões e expulsões. A consequência foi que, com o tempo, as reclamações diminuíram em quantidade e intensidade e o jogo passou a fluir melhor.

“Esse (o aumento do tempo de bola rolando) não era o objetivo da CBF quando lançou a campanha do respeito, mas acabou acontecendo naturalmente”, considerou o ex-árbitro gaúcho Leonardo Gaciba, que tabula os dados para a CBF. “O objetivo era a diminuição do número de faltas, que realmente estava alto. Aí parou aquele negócio de jogador fazer bolo em volta do árbitro, que paralisa muito o jogo”.

Para Gaciba, no entanto, não é só isso. Ele vê outro fator importante para o crescimento do tempo de bola rolando. “Esse é um dos legados da Copa do Mundo. Os caras começam a ver o jogo mais intenso, mais jogado e começa a praticar. Estou falando de árbitro, jogador e treinador”.

O número de faltas também foi reduzido. Mas é o “ganho colateral” que chama mais atenção. A melhora é sensível. Considerando-se apenas as 10 primeiras rodadas, jogos com mais de 60 minutos ocorreram 6 vezes em 2014, 18 em 2015 e 34 neste Brasileirão, ou seja em 34% das partidas. Nos 100 primeiros confrontos de 2016, 5 tiveram mais de 70 minutos de jogo efetivo – Santa Cruz e Flamengo teve 73min17.

NADA DE META – Embora comemore, Sérgio Correa diz que a CBF não persegue um índice específico. “Não estabelecemos meta e sim o conceito. Se a tendência se confirmar, vamos ultrapassar os 100 jogos (com ais de 60 minutos, ao fim do campeonato). Mas não estamos preocupados com isso”, garantiu o dirigente, enfatizando que 4 minutos a mais em um jogo representa 1 quilômetro a mais percorrido pelo jogador.

Essa intensidade preocupa jogadores e treinadores, por causa do desgaste maior. “Os jogos são muito intensos e, para piorar, o desgaste dos atletas não são unicamente pelos 90 minutos. Temos que somar as viagens, o pouco tempo de descanso e para recuperação”, lamentou o técnico do São Paulo, o argentino Edgardo Bauza. Com informações do Estadão Conteúdo. 

Do Estadão 

Cinco mil obras públicas estão paradas no Brasil

Pelo menos cinco mil obras públicas estão paralisadas no Brasil e sem perspectiva de serem retomadas. Esse número é resultado de um levantamento feito pelo Estadão. O total de investimento desses empreendimentos passa a casa dos R$ 15 bilhões, com projetos de diferentes segmentos, como restauração e pavimentação de rodovias, expansão de ferrovias, escolas, construção de prédios públicos e saneamento básico.

O estudo foi feito em cima de informações dos tribunais de contas do Estados. A reportagem também ressalta que, embora o resultado seja preocupante, também podem ser considerado conservador, pois de todos os TCEs consultados, dez tinham acompanhamento dos projetos.

Especialistas dizem que os prejuízos causados pelas paralisações são incalculáveis. A população perde por não poder contar com o benefício da obra e os cofres públicos perdem ainda mais com os custos de uma retomada.

Mas a crise econômica não é o principal fator que causa a paralisação nas obras públicas Brasil afora. Pode-se listar também os projetos malfeitos, burocracia, entraves ambientais e falta de planejamento. Isso tudo acarreta.

Do Notícias ao Minuto 

Colisão entre carro e moto deixa uma pessoa morta em Pedro Régis

Policiais da 2ª CIPM registraram na última sexta sexta-feira (1), um acidente com vítima fatal na Zona Rural de Pedro Régis, na região do Vale do Mamanguape. As vítimas estavam em uma motocicleta que colidiu com um veículo Fiat Pálio.

O agricultor Roseno Faustino de Oliveira, de 31 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Uma segunda pessoa foi socorrida por populares.

O boletim de ocorrências não explica o que teria provocado a batida. O caso será investigado pela DPC local.

Da Redação, PBVale

Universitária Amanda Lima se filia ao PSB e anuncia pré-candidatura a vereadora em Rio Tinto

Amanda Lima é pré-candidata pelo PSB
Amanda Lima é pré-candidata pelo PSB
Amanda Lima é pré-candidata pelo PSB

A jovem universitária do curso de Nutrição, Amanda Lima, da cidade fabril de Rio Tinto, anunciou recentemente que estará concorrendo a uma das vagas ao poder legislativo municipal, nas eleições deste ano. Amanda Lima é filiada ao (PSB) do governador Ricardo Coutinho, e pré-candidata a uma das 11 vagas para a Câmara de Vereadores.

Amanda que é da comunidade rural de Boa Vista, afirmou ter ‘capacidade e vontade política para contribuir para o crescimento da cidade, na geração de empregos atraindo empresas privadas para o município, além de projetos de políticas públicas para a educação, cultura, esportes, turismo, saúde, assistência social e agricultura familiar’.

A pré-candidata ao legislativo apoia o socialista Fernando Naia como pré-candidato a prefeito, e disse acreditar na mudança e renovação do poder executivo. Segundo Amanda, ‘o povo não merece ser enganado todo tempo com os tradicionais grupos políticos que há cerca de 20 anos estão à frente da Prefeitura’.

A universitária tem forte atuação social nos bairros, Vila Regina, distrito de Salema, Aldeia de Jaraguá e comunidades rurais de: Boa Vista, Rio do Banco, Areia Branca, Taberaba, Cravaçu, Tavares, Praia de Campina, Tanques.

Com assessoria

 

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