26.8 C
Mamanguape
terça-feira, 20 outubro 2026
Bayeux
Início Site Página 2391

PM do Ceará lança concurso com 4.200 vagas e remunerações de R$ 3,1 mil

Sede do Comando Geral da PM no Ceará
Sede do Comando Geral da PM no Ceará
Sede do Comando Geral da PM no Ceará

Foi divulgado nesta quarta-feira (13) o edital para concurso público da Polícia Militar do Ceará. Ao todo, são ofertadas 4.200, no cargo de soldado. As inscrições começam no dia 22 deste mês e vão até 22 de agosto, no site da empresa organizadora. A taxa cobrada é de R$ 100. Conforme o edital, a remuneração inicial oferecida aos aprovados é R$ 3.134,58.

Acesse o edital e saiba todos os detalhes do certame.

Os aprovados serão convocados para o curso de formação em três turmas, sendo que 95% das vagas reservadas para cada uma delas contemplará apenas candidatos do sexo masculino. Ou seja, para cada 1.330 homens convocados, no máximo 70 mulheres serão chamadas para a mesma turma.

Podem participar do processo seletivo candidatos com ensino médio ou curso técnico equivalente completo. Os candidatos serão submetidos a três etapas de avaliação. A primeira delas será prova objetiva, com questões de Língua Portuguesa, Atualidades, Matemática, Raciocínio Lógico, Informática e Conhecimentos Específicos, cuja aplicação deve ocorrer no dia 25 de setembro.

Depois, os candidatos classificados passarão por inspeção de saúde (exame médico, exame biométrico, exame odontológico e exame toxicológico) e curso de formação profissional (avaliação psicológica, avaliação de capacidade física, investigação social, avaliação do curso de formação profissional).

Todas as etapas e fases do concurso serão realizadas em Fortaleza.

O edital para o concurso da Polícia Militar do Ceará tem validade de 2 anos, podendo ser prorrogado por igual período. 

Do PBVale, com Portal Correio 

Estudo afirma que vírus Zika pode acabar em três anos na América Latina

O vírus Zika vai provavelmente acabar em dois ou três anos na América Latina, preveem investigadores britânicos em estudo publicado nesta quinta-feira (14) nos Estados Unidos.

Segundo a projeção matemática, a próxima grande pandemia de Zika não deve ocorrer até daqui a dez anos, mas é possível que haja pequenos focos a doença.

A atual epidemia no continente latino-americano – sobretudo no Brasil, com mais de 1,5 milhões de pessoas infectadas – não pode ser contida pelos meios de controle existentes, concluíram os cientistas do Imperial College em Londres, cujo trabalho foram pulbicados na revista americana Science.

“As nossas análises sugerem que a propagação da infecção pelo Zika não pode ser contida e que a epidemia vai acabar por ela mesma daqui a dois ou três anos”, explicou o professor Neil Ferguson, da faculdade de Saúde Pública do Imperial College, o principal autor do estudo.

Não existe neste momento vacina nem antibiótico contra o vírus transmitido principalmente pelo mosquito ‘Aedes aegypti’ e por via sexual.

Como o vírus não pode infectar a mesma pessoa duas vezes devido ao sistema imunológico que produz anticorpos, a epidemia atingiu uma fase em que há muito poucas pessoas que ainda não foram infectadas para que a transmissão continue, afirmam os investigadores.

“Este estudo explora todos os dados disponíveis para compreender como é que esta epidemia vai evoluir, o que permite avaliar a ameaça no futuro”, concluiu o investigador.

Do Notícias ao Minuto 

Déficit primário do Governo Central deve ser de R$ 155,5 bilhões, diz pesquisa

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda projetam déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) de R$ 155,5 bilhões para este ano. O número está acima do déficit de R$ 134,178 bilhões previsto anteriormente. A expectativa de déficit para 2017 também subiu para R$ 129,279 bilhões. A estimativa anterior estava em R$ 104,843 bilhões.

As previsões estão no relatório Prisma Fiscal, divulgado hoje (14) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. O documento considera dados coletados em junho.

A projeção oficial do governo para as contas públicas em 2016 é de déficit de R$ 170,5 bilhões. Para 2017, está estimado um déficit de R$ 139 bilhões.

A meta fiscal para 2017, no entanto, depende da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o crescimento real das despesas a zero em relação a 2016. O governo conta ainda com R$ 55 bilhões em receitas extras com vendas de ativos, outorgas e ofertas públicas de ações. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não descarta a elevação de impostos.

Arrecadação

A projeção para a arrecadação federal este ano subiu de R$ 1,273 trilhão para R$ 1,275 trilhão. Para 2017, a estimativa caiu de R$ 1,374 trilhão para R$ 1,372 trilhão.

Para a receita líquida do Governo Central, a estimativa passou de R$ 1,086 trilhão para R$ 1,085 trilhão este ano. Para 2017, diminuiu de R$ 1,175 trilhão para R$ 1,174 trilhão. No caso das despesas, a expectativa do mercado aumentou de R$ 1,225 trilhão para R$ 1,228 trilhão. As instituições financeiras esperam gastos maiores do governo também em 2017. Elas elevaram a projeção de R$ 1,283 trilhão para R$ 1,301 trilhão.

A pesquisa apresenta, ainda, a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, ficará em 73,55% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano. Antes, a expectativa era de 74,35% do PIB. Para 2017, a projeção é que a dívida alcance 78,5% do PIB ante 79% no relatório anterior. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país.

Po Mariana Branco

PIB acumula queda de 4,7% em 12 meses, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, acumula queda de 4,7% em 12 meses, segundo o Monitor do PIB de maio da Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa é a 17ª queda consecutiva do indicador, que registrou recuo ligeiramente inferior ao observado em abril (-4,8%).

Dez dos 12 setores produtivos pesquisados têm queda no acumulado de 12 meses, com destaque para a indústria da transformação (-9,9%), comércio (-9,9%), transporte (-7,4%) e construção (-5,7%). Outros setores com redução no acumulado de 12 meses são outros serviços (-3,7%), serviços de informação (-3,3%), indústria extrativa mineral (-3%), agropecuária (-2%), intermediação financeira (-0,6%) e administração pública (-0,2%).

Apenas dois itens acumulam alta nesse período, segundo o Monitor do PIB de maio: serviços imobiliários (0,2%) e eletricidade (2,5%).

Sob a ótica da demanda, apenas o setor externo é favorável para o PIB, com exportações crescendo 9,6% e as importações recuando 17,3%. A demanda interna é negativa nos três segmentos analisados: formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (-15,8%), consumo das famílias (-5,4%) e consumo do governo (-1,2%).

Ainda de acordo com o Monitor do PIB, o Produto Interno Bruto apresentou quedas de 0,41% na passagem de abril para maio, de 0,46% no trimestre encerrado em maio na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro e 4% na comparação com maio de 2015.

Po Vitor Abdala

Senador Cássio distribui chocolate “Golpe” a colegas

Kátia Abreu publicou uma foto ao lado do senador Cássio Cunha Lima
Kátia Abreu publicou uma foto ao lado do senador Cássio Cunha Lima

O senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, distribuiu, na sessão desta quarta-feira (13), barras do chocolate peruano ‘Golpe’.

A revista Época conta que o doce foi entregue a alguns senadores da comissão do impeachment.

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) foi uma das que recebeu um chocolate. Ela publicou em seu perfil no Twitter uma foto ao lado de Cunha Lima.

A publicação explica que o chocolate ‘Golpe’ é vendido em países vizinhos cujo slogan é “Com apenas um Golpe, mata a fome”.

Do Notícias ao Minuto 

Caso Neymar pode ser reaberto na Espanha

Jogador Neymar passou por cima do regulamento de transferências da Fifa.
Jogador Neymar passou por cima do regulamento de transferências da Fifa.
Jogador Neymar passou por cima do regulamento de transferências da Fifa

O promotor José Perals entrou com um recurso contra a decisão do juiz José de la Mata Amaya de arquivar o processo movido pelo grupo DIS, sobre a transferência de Neymar do Santos para o Barcelona.

Segundo informações do Globo Esporte, Perals alega que a negociação teve corrupção por causa do pagamento de 40 milhões de euros ao craque pelo clube espanhol.

O promotor conclui que se o valor real de Neymar foi os 17 milhões de euros pagos pelo Barça, bem abaixo que os 36 milhões de euros oferecidos pelo Real, tanto o grupo DIS foi prejudicado quando o Santos: “Incompreensivelmente para eles, Neymar insistia que só aceitava ser transferido para o Barcelona e mais nenhum outro, pois não sabiam que Neymar já havia recebido 40 milhões de euros do clube”, defende.

De la Mata conclui que a transação envolvendo todas as empresas do caso e o jogador Neymar passou por cima do regulamento de transferências da Fifa. Para Perals, o adiantamento é “um ato típico de corrupção nos negócios” e não poderia ser considerado pelo juiz apenas como “descumprimento ético ou moral”, defende. 

Do PBVale, com Notícias ao Minuto 

Ivete Sangalo fala sobre os casos de homofobia no Brasil: ‘Que vergonha!’

A cantora criticou os terríveis casos de homofobia no Brasil
A cantora criticou os terríveis casos de homofobia no Brasil

A cantora Ivete Sangalo surpreendeu seus seguidores no Snapchat e publicou um vídeo onde faz um desabafo. Tratava-se de uma crítica aos terríveis casos de homofobia no Brasil, os quais ela se posiciona totalmente contrária.

”O que as escolhas, orientações, pode mudar na vida do outro? É um grande absurdo essa agressão gratuita, por conta de orientação sexual”, disparou a cantora indignada.

E continuou em outro vídeo: “É difícil de compreender a homofobia. O que a vida de alguém, as escolhas ou as orientações podem mudar na vida do outro? (…) Eu fico bastante chateada, triste e comovida com a história de tanta gente que sofre e teme ir para a rua hoje em dia”.

“Essas pessoas precisam ser presas, punidas! Que vergonha! Lamentável pessoas assim!”, completa ela, uma semana depois de diversos casos de ataque contra LGBTs no bairro Rio Vermelho, em Salvador.

Do Notícias ao Minuto 

Comissão de Orçamento aprova texto-base da LDO de 2017

A Comissão Mista do Orçamento aprovou hoje (14) o relatório final do senador Wellington Fagundes (PR-MT) ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017. Conforme acordo entre os parlamentares, os destaques apresentados serão apreciados no dia 2 de agosto. A LDO terá de passar ainda por votação em plenário, em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

O relator da LDO, Wellington Fagundes, acolheu em seu parecer, entregue à comissão no último dia 10, a sugestão enviada pelo Executivo que estabelece um déficit primário de R$ 139 bilhões como meta fiscal do governo federal para o ano que vem. Também foi incorporado o mecanismo que limita o crescimento dos gastos à inflação do ano anterior.

O texto anterior da LDO, apresentado pela equipe econômica da presidenta afastada Dilma Rousseff, previa a possibilidade de um déficit de R$ 65 bilhões para a União em 2017.

Fagundes disse que, ao incluir no relatório a vedação de incorporar no orçamento de 2017 receitas vindas de tributos que ainda não foram aprovados pelo Legislativo, fica excluída a possibilidade de uso da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), no caso de recriação do tributo. “Isso deixa claro que o governo não poderá, ao enviar ao relator a peça orçamentária, usar de nenhum imposto que não tenha sido aprovado pelo Congresso. Está extirpada, para o Orçamento do ano que vem, a possibilidade de CPMF”, disse o senador.

A LDO define, a cada ano, a meta fiscal do setor público. Na avaliação de Wellington Fagundes, o texto aprovado hoje evita que a lei orçamentária represente uma “peça de ficção”. “Nos últimos anos, mal aprovada a LDO, este Congresso já recebia projetos para sua alteração, em especial no que se refere à meta fiscal. Tal cenário só contribuía, cada vez mais, para uma visão de orçamento público apenas como peça de ficção, calcado em projeções irrealistas de receitas e despesas”, disse o relator, Wellington Fagundes.

Por Yara Aquino

Família com criança com microcefalia terá prioridade no Minha Casa, Minha Vida

Josemary segura seu filho Gilberto, com microcefalia, na cidade de Algodão de Jandaira, Paraíba (Foto: Reuters/Ricardo Moraes)

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (14) mudança no programa Minha Casa, Minha Vida. É para dar prioridade a famílias com crianças nascidas com microcefalia dispensando-as do sorteio para serem incluídas no projeto. O anúncio foi feito pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo, em solenidade no Palácio do Planalto.

“É com satisfação, atendendo orientação do presidente da República, neste momento em que o país e, de modo especial, a Região Nordeste, sofrem com a Zika e o surto de microcefalia, que o Ministério das Cidades, dentro das prioridades de atendimento da população brasileira de acesso a esse programa na faixa 1, passa a estabelecer a prioridade máxima às famílias que tenham tido filhos portadores da microcefalia”, disse o ministro. A faixa 1 é destinada a quem tem renda familiar de até R$ 1,8 mil por mês.

Araújo informou que o Brasil tem hoje 8.451 casos suspeitos de microcefalia notificados, 3.142 casos suspeitos que ainda estão sendo investigados, 1.687 confirmados e 3,6 mil descartados.

200 mil casas

“Dentro desse princípio de ter atenção especial para este momento de grave situação, o Programa Minha Casa, Minha Vida passa as 200 mil unidades ainda não entregues para o atendimento dessa orientação”, acrescentou o ministro.

O presidente Michel Temer afirmou que o número de casos de microcefalia é “preocupante”. “A grande maioria é de mães usufrutuárias do Bolsa Família, ou seja, pessoas ainda pobres. É um plano não só para o presente, mas também para o futuro. Não é improvável, embora a epidemia tenha passado no tocante ao mosquito, mas a microcefalia é resultante de outras causas. Pode acontecer que, em outros momentos, surja a mesma questão. Para tanto, é que essa instrução foi assinada”, disse Temer, durante a cerimônia.

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

CCJ rejeita recurso de Cunha sobre cassação e processo vai para plenário

Juiz decretou indisponibilidade de bens de Eduardo Cunha (Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo)
Juiz decretou indisponibilidade de bens de Eduardo Cunha  (Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo)
Parecer rejeitado recomendava volta do processo para o Conselho de Ética. (Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) rejeitou nesta quinta-feira (14) o parecer do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) sobre recurso de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O texto recomendava a anulação da votação do Conselho de Ética, que foi favorável à cassação do mandato do deputado afastado. Como os deputados recusaram refazer a votação no conselho, o processo de cassação de Cunha agora vai para plenário da Casa, e deve ser analisado após a volta do recesso parlamentar, em agosto.

O placar na CCJ foi de 48 deputados que rejeitaram o parecer, ou seja, votaram contra Cunha, e 12 que votaram a favor do parecer.

Após a decisão, Cunha disse a jornalistas que pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) já que, em sua opinião, “as ilegalidades são evidentes”.

No texto, Fonseca defendia que fosse anulada a votação do relatório final no Conselho de Ética por entender que deveria ter sido usado o painel eletrônico para o registro dos votos, o que não aconteceu. Na ocasião, os parlamentares foram chamados ao microfone um a um para votar. Para a defesa, esse sistema influenciou o voto de alguns deputados.

O relatório foi apresentado por Fonseca na semana passada, mas só foi votado nesta quinta, após o esforço dos aliados de Cunha para adiar o processo.

Como o parecer de Ronaldo Fonseca foi rejeitado, a CCJ precisou produzir um novo relatório – chamado de parecer do vencedor – para que o processo seja encaminhado ao plenário principal da Câmara.

Parecer do vencedor
O deputado Max Filho (PSDB-ES) foi designado pelo presidente da comissão, Osmar Serraglio (PMDB-PR), para apresentar um novo relatório, o chamado parecer do vencedor. O novo parecer, aprovado por 40 votos favoráveis e 11 contrários, diz que não houve irregularidade no processo de cassação de Cunha no Conselho de Ética e que o caso pode prosseguir ao plenário da Câmara.

O documento já estava pronto, porque Max Filho decidiu usar como base um voto alternativo apresentado por outro deputado, José Carlos Aleluia (DEM-BA), e foi lido em seguida.

Cunha se defende
O ex-presidente da Câmara teve 20 minutos no início da sessão para apresentar suas considerações finais sobre o parecer de Ronaldo Fonseca na sessão desta quinta. 

Com a rejeição desse relatório e a apresentação de um novo parecer, Cunha pôde falar novamente e atacou o novo relator, Max Filho, por apresentar um relatório de outro deputado. “É uma peça que não é da sua lavra. Lamento profundamente que a gente termina com essa falta de respeito apenas por querer fazer um justiçamento rápido”, disse.

Mais cedo, antes da votação, Cunha diatacou adversários políticos e disse que os opositores agem em retaliação as suas posições enquanto presidente da Câmara.

“Eu peço que aqui [na CCJ] vossas excelências analisem juridicamente a peça e o juízo político façam no plenário na hora de votar. Aqueles que desejam tanto me punir, aqueles que eu derrotei na eleição de presidente da Câmara e não se conformam, aqueles que querem uma retaliação porque eu abri o processo de impeachment e buscam uma cabeça para desvalorizar todo o processo de impeachment, aqueles que acham que a minha retirada da vida pública é uma forma de compensar os seus fracassos […] aqui nós temos que prezar pelo respeito às leis e à Constituição do nosso país”, afirmou Cunha.

Histórico
Na reunião desta terça, o relator, que já tinha lido o parecer na semana passada, teve mais alguns minutos para ler um complemento – em resposta a um pedido de Cunha para que o seu processo voltasse ao Conselho de Ética após a sua renúncia à presidência da Câmara.

Em seguida, foi dada a palavra à defesa. Em duas horas e meia, mesmo tempo usado pelo relator para apresentar o seu voto, o advogado Marcelo Nobre e depois o próprio Cunha pediram aos parlamentares da CCJ “isenção” no seu julgamento.

Cunha também explicou ponto a ponto os seus recursos e, em tom de alerta, disse que, se não fossem acolhidos, os parlamentares estariam aceitando “ilegalidades” cometidas contra o regimento da Câmara, o que, segundo ele, abriria um “precedente perigoso”. Ele ponderou, mais de uma vez, que os colegas investigados na Justiça poderiam vir a passar, no futuro, pelo que ele está passando neste momento.

“Hoje, sou eu. É o efeito Orloff: Vocês, amanhã”, disse em referência ao slogan de uma propaganda de vodka na década de 1980, que dizia: “Efeito Orloff: Eu sou vocês amanhã”.

Sem fazer menção direta à Operação Lava Jato, Cunha afirmou que os parlamentares alvos de inquérito ou de ação penal não “sobreviverão” e serão cassados se a palavra da acusação for considerada como sentença. De acordo com ele, atualmente 117 deputados e 30 senadores respondem a inquéritos.

Por Gustavo Garcia e Fernanda Calgaro

Últimas Notícias

BlogsOPINIÃO
Objetividade e clareza

WhatsappEnvie
Mande sua sugestão de pauta ou denúncia: (83) 9 8140-8425

Mais Lidas

Estudantes universitários se unem a trabalhadores em manifestação de apoio a Lula em Rio...

Mobilização reuniu estudantes da UFPB e trabalhadores do município, com participação de representantes do movimento estudantil.

Lucas Ribeiro reforça apoio a Lula em caminhada que reúne multidão no bairro de...

O governador reeleito Lucas Ribeiro participou de uma grande caminhada em apoio à reeleição do presidente Lula, neste domingo (18), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. O ato reuniu uma multidão, lideranças políticas e apoiadores da campanha petista na Paraíba.

Pesquisa Nexus aponta empate técnico: Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula aparece com 49,7%...

Pesquisa Nexus mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno. Nos votos válidos, Flávio aparece com 50,3% e Lula com 49,7%, diferença de apenas 0,6 ponto percentual dentro da margem de erro.