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quarta-feira, 14 outubro 2026
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Faculdades lançam edital de seleção para professores na Paraíba

As faculdades Facisa e de Ciências Médicas em Campina Grande estão com inscrições abertas para processo seletivo de professores. As inscrições acontecem na segunda (18) e terça-feira (19). Acesse o edital. 

Há vagas para profissionais das áreas de Administração, Biomedicina, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Farmácia, Biomedicina e Fisioterapia. 

Os interessados devem procurar a coordenação pedagógica do Centro de Ensino Superior e Desenvolvimento (Cesed) Av. Senador Argemiro de Figueiredo, no bairro Itararé, portando currículo. 

Conheça os 10 cargos mais bem pagos para profissionais sem ensino superior

Técnico de petróleo tem salário superior a R$ 5 mil
Técnico de petróleo tem salário superior a R$ 5 mil

Neste momento de dificuldade econômica que atravessa o Brasil, encontrar um emprego que pague um bom salário é um privilégio. Para facilitar a vida de quem está em busca de uma nova colocação no mercado, a recrutadora Catho listou os 10 cargos mais bem remunerados e que não exigem formação superior e chegam a pagar R$ 5.000 mensais.

Com a décima melhor média salarial do ranking elaborado pela recrutadora aparece o cargo de projetista mecânico, que paga cerca de R$ 3.810 mensais. A função de técnico de planejamento é o único cargo relacionado na área de administração e oferece remuneração média de R$ 3.813.

Há ainda oportunidades para atuar como ferramenteiro de moldes plásticos e receber, em média, R$ 3.886. Já para o cargo de ferramenteiro de manutenção, o salário médio oferecido aos profissionais figura na casa de R$ 3.892.

È possível trabalhar também na área de engenharia sem ter ingressado no ensino superior. A função de técnico em obras paga, em média, R$ 3.940. A quinta colocação do ranking, com remuneração média de R$ 3.979, aparece listado o cargo de inspetor de qualidade de instrumentos.

Na área de assistência técnica, a função de técnico em inspeção de equipamentos paga, em média, R$ 4.127 mensais. Com remuneração média mensal de R$ 4.273, o cargo de técnico sucroalcooleiro figura com o terceiro melhor salário para quem não tem faculdade.

Já para a função de funileiro de corte e repuxo, o salário oferecido é de, em média, R$ 4.662 mensais. Com o mais alto salário médio mensal, de R$ 5.406, aparece o cargo de técnico de petróleo.

via R7

“O Brasil é doutor em corrupção”, diz professor da UFPB

Professor Milton Marques júnior (Foto: Rafael Passos/ Correio Online)
Professor Milton Marques júnior (Foto: Rafael Passos/ Correio Online)
Professor Milton Marques júnior (Foto: Rafael Passos/ Correio Online)

O exercício político no Brasil hoje é um espetáculo onde o importante é dominar a cena, construindo um discurso, que, apesar de vazio, convença. Para o professor da UFPB Milton Marques Júnior, especialista no pensamento grego, o Brasil surpreende “porque nesse campo inventamos mais que os gregos”. Nessa conversa com o Correio, Milton Júnior explica a concepção do que é política, democracia e Justiça para os gregos, onde elas foram desvirtuadas e o que é necessário fazer para mudar de rumo, que ele reduz a uma única palavra: educação. Mas educação não nos moldes do que está sendo feito, onde não há compromissos com as novas gerações. Ele defende escolas integrais estruturadas para promover uma revolução na formação dos alunos.

– Dá para avaliar o momento político, especialmente, o brasileiro, a partir do legado que os gregos deixaram?

– Pode fazer. Não só pode fazer, porque nesse campo nós inventamos mais do que os gregos. Em se tratando de corrupção, inventamos muito mais. A corrupção é impossível de ser extinta. É como chuva, seca, neve, fenômenos da natureza que nunca serão extintos.

– Por quê?

– Porque é um fenômeno humano. Pode ser combatido duramente e, obviamente, minimizado. Na Grécia antiga havia corrupção. A Grécia inventou a democracia, exatamente, por conta de arbitrariedades de governantes, que se mantinham no poder por uma questão de hereditariedade, de nobreza. E um governo plenipotenciário faz o que bem entende porque não tem que prestar contas.É irresponsável e, inclusive, forja genealogias para dizer que é o tal.

-Dá para ilustrar essa afirmação?

– Por exemplo, um dos últimos tiranos gregos chamava-se Pisistratus, que forjou uma genealogia com um mito chamado Nestor de Pilos – herói mítico grego – que participou da guerra de Tróia como um dos mais velhos combatentes, mas na condição de mentor dos dois grandes generais Agamenon e Menelau. Como um dos filhos de Nestor de Pilos se chamava Pisistratus, o rei forjou a genealogia dizendo que descendia de Nestor de Pilos para poder se fazer um grande herói.

– Deixou um mau exemplo para a História…

– Mas ele fez algo bom: se achando um descendente de Nestor de Pilos ele mandou que um grupo de poetas passasse para o papel o que só existia na oralidade: a Ilíada e a Odisseia só para manter a narrativa de sua História. Então, a corrupção sempre existiu e sempre via existir.

– E em todas as civilizações?

– Na Grécia antiga, na Roma antiga. Por isso, na Grécia se instituiu a democracia no século V antes de Cristo. Mas a democracia não está infensa à corrupção e a limitações. Tanto é que quando se instituiu a democracia se viu que determinada pessoa que exercia a função pública estava sendo muito admirado pelo povo e muito seduzido por essa admiração.

– O que os gregos fizeram para combater, digamos, essa vaidade?

– Convocavam um assembleia de votação, na Ágora grega para decidir se aquela pessoa que estava com muita fama e caindo nas graças do povo não deveria ser exilada por algum tempo. Foi quando se instituiu o ostracismo: dez anos exilado exatamente para que perca essa lembrança de sedução do povo por ele e dele pelo povo.

– Algum outro exemplo da corrupção entre os gregos?

– Falam que Péricles, por exemplo, corrompeu e foi corrompido para a construção do Parthenon dando a preferência a Fídias para a construção desse templo que é um dos mais perfeitos do mundo antigo, que teria envolvido mais dinheiro público do que o necessário. Não só a corrupção, mais o aumento na verba, o sobre preço ou superfaturamento.

– Por que no Brasil as próprias instituições que deveriam fiscalizar e controlar acabam se corrompendo?

– Todos devem ter acompanhado há uma semana que um dos conselheiros do Carf – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – foi preso pedindo propina. Um órgão, que deveria fiscalizar, cometendo corrupção. Cometendo o crime que deveria combater.

– Fica até complicado explicar…

– Por que isso acontece? Porque não temos perseverança no que fazemos: o brasileiro é campeão mundial de falta de perseverança, é imbatível nesse ponto. Começa algo com muita diligência e muito entusiasmo, isso dura uma semana e vai embora. Veja o combate à zika, que teve até autorização para entrarem nas casas atrás do mosquito transmissor, forças armadas e depois de uma semana… Para o Brasil, uma semana para fazer espuma, fumaça é o necessário, porque tudo é eleitoreiro, é politiqueiro.

– Diante desse quadro, fazer o quê?

– É preciso consistência, um combate diário à corrupção. Mas também não podemos pensar que a corrupção vai acabar simplesmente por causa do combate diário. A corrupção acabará quando nós, simples mortais, anônimos, também não compactuarmos com ela.

– No entanto, ela está presente na rotina…

– No dia a dia. Se renunciarmos à corrupção e passarmos a combatê-la individualmente, junto com as instituições, pode ser que dê certo. Porém, é preciso que haja não só leis para combatê-la, mas que essas leis sejam exeqüíveis, eficazes, porque lei sem punição não resolve absolutamente nada.

– Na verdade, falar é fácil, difícil é cada um fazer sua parte…

– A nossa questão é entendermos qual é a competência de cada um e qual é a obrigação de cada um. Nós estamos sempre procurando a Justiça fora da gente, quando a Justiça está dentro de cada um.

– O brasileiro acostumou-se a recorrer ao Estado para que ele arbitre sobre qualquer desavença…

– Exatamente, que o Estado faça algo que é da nossa competência. O Supremo Tribunal Federal teve que decidir um dia desses se o consumidor poderia levar comida de fora para dentro do cinema. Você não pode levar sua pipoca de casa, porque teria que comprar a do cinema? Foi parar no Supremo. Isso é ridículo, mas no Brasil tudo se judicializa e termina no Supremo, até roubo de galinha, quando o Supremo deveria decidir sobre coisas restritas à Constituição.

– Por que a política no Brasil ganhou dimensões completamente diferentes do que os gregos pensaram?

– Política na sua essência é uma coisa. O que se faz no mundo – com raríssimas exceções em países de alto desenvolvimento humano e político, como os escandinavos – inclusive no Brasil é politicagem.

– O que era a política para os gregos?

– O grande legado que os gregos nos deixaram foi a política e a reboque da política a democracia. O que é a política para os gregos? Os gregos instituíram a polis, que é a cidade, lugar onde se resolvem todas as questões importantes para o seu desenvolvimento e dos cidadãos. O cidadão é o polites , aquele que habita a polis. E a ação que esse cidadão desenvolve para o bem comum se chama política. É todo ato do cidadão em prol do bem comum.

– O bem coletivo é mais importante?

-Isso significa que ele abre mão de privilégios. Ele pode, inclusive, estar fazendo algo contra ele individualmente, mas que vai beneficiar a todos e como vai beneficiar a todos, aquele benefício vai voltar para ele em determinado momento.

– E a democracia?

– A democracia se reúne em torno dessa política porque vai ser o poder dado ao povo, que governava com as decisões, evidentemente, que havia o mandatário escolhido pelo povo, em eleição livre, que ia realizar as decisões.

– Qual a comparação com hoje em dia?

– Não se faz mais política no sentido de visar o bem comum e sim o bem pessoal. Não há nenhum partido no Brasil que pense no bem comum. A política tornou-se uma profissão para, não lhe dar um sustento digno, mas para alguém enricar e se perpetuar no poder fazendo falcatruas. E se perpetua gerações após gerações. O nepotismo é uma cadeia que não se quebrou no Brasil. A política passa a ser hereditária.

– Interessante é que muita gente acredita que tudo é só uma questão de lei…

– Não é só uma questão de lei. A lei tem que existir porque não há sociedade sem leis. A democracia lhe dá direitos, porém os deveres e os encargos que ela traz para sustentar os seus direitos são muito maiores. Para ter um direito básico há deveres 24 horas por dia.

– É um problema de educação?

– Por que não vamos para frente? Porque não há nenhum partido político que realmente faça e realize um projeto nacional de educação. Existe conversa fiada, mas não se faz educação falando de educação, com slogan. Se faz com oito horas por dia durante um mínimo de oito anos de escola pública obrigatória. Com professores bem pagos e sendo cobrados pelo que fazem, qualificados. Com bibliotecas e laboratórios e com garantia de alimentação digna e assistência médica aos alunos, além de recreação.

– A escola com essas características não deixaria praticamente tempo livre para as crianças…

– A escola integraria todos como um lugar agradável, de tal maneira que se ocupa a criança e o adolescente nesses oito anos que ele vai chegar em casa para dormir. Não vai chegar em casa com a mente vazia e nem será cooptado para fazer outras coisas. Então, a primeira coisa que nos falta é uma política séria para educação.

– Falta conteúdo?

– O importante hoje é o discurso. Antes, quando alguém se propunha a fazer as decisões vinham do povo. Então, era a reunião do povo na praça pública que decidia como é que a coisa ia ser feita. O comandante só poderia tomar decisões sem consultar o povo se fosse uma guerra iminente. Evidentemente que uma cidade-estado como Atenas, com 50 mil habitantes não era um País com 200 milhões de pessoas. Não dá para botar todo mundo na rua para discutir, embora haja planos e projetos que veem da população, mas ela não é ouvida.

– A representatividade frustrou?

– Frustrou, porque, na realidade, não temos representatividade, que é só aparente. Ela existiria se houvesse o voto distrital, onde o deputado é cobrado pela comunidade, pelo projeto que ele apresentou e pelo que prometeu à região. Aqui não existe isso. Absolutamente. O candidato faz uma campanha difusa e quando chega no Congresso acabou: ele não presta contas a ninguém.

– O senhor vê alguma saída?

– A convocação de uma Constituinte sem nenhum desses parlamentares que estão no Congresso atualmente. Botar gente nova que ainda não está comprometida, não está viciada nesse processo político. E evitar a reeleição indefinida, que é um grande mal, porque faz com que essa representatividade seja sempre nula e que o discurso, a encenação valham mais do que qualquer realização.

– Que exemplo o senhor usaria?

– Vou dar um bem prático. Os discursos são os seguintes: Lula construiu 50 escolas técnicas, quando foi presidente da República; Dilma expandiu a universidade. Construir é fácil, expandir em termos de espaço físico é muito fácil, há dinheiro e muito. Quero ver é equipar com bibliotecas, com laboratórios, contratar professores suficientes – porque na cabeça do político, professor não faz nada, só dá aula. Embora esse professor possa dar conta de 50 assuntos diferentes cuidando de 60 pessoas numa sala de aula. O que interessa é a estatística e não a essência, o conteúdo.

– É só jogo de cena?

– Estamos vivendo o momento da “espetacularização”, em que o discurso vale mais do que qualquer raciocínio. Até porque raciocinar é difícil, muito custoso. Se as pessoas raciocinassem não votariam em nenhum desses políticos que estão aí. Mas uns votam porque não raciocinam outros porque precisam , outros por laços de amizade.

– A Justiça não tem culpa pela lentidão para tomar decisões, pela execução das penas, enfim pela impunidade?

– O livro mais importantes do Ocidente – deixemos a Bíblia de lado – é A República de Platão. É um longo diálogo para explicar o que é Justiça, que é fazer o bem comum. É tão importante, que é melhor você sofrer uma injustiça do que praticá-la. É tão importante que ela nunca está fora de mim. Então, tenho que descobrir a Justiça dentro de mim, praticando-a todos os dias para que possa descobri-la fora de mim. Outra coisa que Platão disse e ninguém aprendeu: nós somos responsáveis pelos nossos próprios atos. Nós costumamos culpar os outros ou transferir a responsabilidade.

– Talvez seja o mais genuíno de nossa essência?

– Exatamente: nossos atos. Se nos responsabilizáramos por eles, iremos para frente. Isso significa saber escolher e, sobretudo, reivindicar.

via Correio da Paraíba Online

Eleições 2018: Lula tem 22%, Marina 17% e Aécio 14%

Nova pesquisa Datafolha sobre intenção de voto indica que o ex-presidente Lula lidera o primeiro turno da disputa para presidente nas eleições de 2018.

Num cenário onde a disputa fica entre Lula, Marina (Rede) e o senador Aécio Neves (PSDB), o petista lidera com 22%, Marina fica em segundo com 17% e o tucano teria 14%.

Nesse caso, Jair Bolsonaro (PSC) teria 7%, Ciro Gomes (PDT) 5%, Michel Temer (PMDB) 5%, Luciana Genro (PSOL) 2% e Ronaldo Caiado (DEM) e Eduardo Jorge (PV) teriam 1% cada um. 

De acordo com o Datafolha, o ex-presidente Lula não conseguiria vencer num possível segundo turno a ex-senadora Marina Silva (Rede) ou o ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Veja os resultados da pesquisa Datafolha sobre intenção de voto para presidente em 2018:

Presidência 2018 1º Turno
Cenário 1 – com Aécio

Disputam: Lula, Marina, Aécio, Bolsonaro, Ciro
– Lula 22%
– Marina 17%
– Aécio 14%
– Bolsonaro 7%
– Ciro 5%
– Brancos e nulos 18%
– Não opinaram  7%

Cenário 2 – com Alckmin
Disputam: Lula, Marina, Alckmin, Bolsonaro e Ciro
– Lula: 23%
– Marina: 18%
– Alckmin: 8%
– Bolsonaro: 8%
– Ciro: 6%
– Brancos e nulos: 20%
– Não opinaram: 7%

Cenário 3 – com Serra
Disputam: Lula, Marina, Serra, Bolsonaro e Ciro
– Lula: 23%
– Marina: 17%
– Serra: 11%
– Bolsonaro: 7%
– Ciro: 6%
– Brancos e nulos: 19%
– Não opinaram: 7%

Cenário 4: com Aécio, Serra e Alckmin e Sérgio Moro
Disputam: Lula, Marina, Aécio, Serra, Alckmin, Bolsonaro e Ciro
– Lula: 22%
– Marina: 14%
– Aécio: 10%
– Moro: 10%
– Bolsonaro: 5%
– Brancos e nulos: 14%
– Não opinaram: 6%

Rejeição em %
– Lula (PT) 46
– Aécio (PSDB) 29
– Temer (PMDB) 29
– Serra (PSDB) 19
– Jair Bolsonaro (PSC) 19
– Marina (Rede) 17
– Geraldo Alckmin (PSDB) 16
– Ciro (PDT) 13
– Luciana Genro (PSOL) 12
– Eduardo Jorge (PV)  10
– Ronaldo Caiado (DEM) 10
– Sergio Moro (sem partido) 9

2º Turno Marina X Lula
– Marina 44%
– Lula 32%

2º Turno: Serra X Lula
– Serra 40%
– Lula 35%

2º Turno Aécio x Lula
– Aécio 38%
– Lula 36%

2º Turno alckmin X Lula
– Alckmin 38%
– Lula 36%

2º turno: Marina X Aécio
– Marina 46%
– Aécio 28%

2º Turno Marina x Alckmin
– Marina 47%
– Alckmin 27%

2º turno Marina x Serra
– Marina 46%
– Serra 30%

 

via G1

Diretor médico da Rio 2016 quer mais voluntários médicos para a Paralimpíada

O diretor médico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, ortopedista João Grangeiro, pediu que as associações e sociedades médicas incentivem seus membros a participar como voluntários da Paralimpíada. Enquanto a Olimpíada utiliza cerca de 1,5 mil médicos voluntários, os Jogos Paralímpicos necessitam entre 400 e 500 médicos voluntários.

Embora entenda que um profissional não tem disponibilidade para atuar como voluntário nos dois eventos, Grangeiro reforçou o pedido para que sejam feitas novas inscrições para a Paralimpíada, no e-mail adriano.valadao@rio2016.com.

Os profissionais voluntários da Olimpíada e Paralimpíada trabalham em emergência médica. “O profissional tem que estar capacitado para atender emergência médica pré-hospitalar”, disse Grangeiro. O atendimento começa no campo de jogo, onde a disputa está ocorrendo.

Alguns voluntários vão trabalhar também em postos médicos, enquanto outros darão expediente na policlínica montada dentro da Vila dos Atletas. “Os profissionais estão todos distribuídos na estrutura médica que montada para os jogos”, explica o diretor médico do comitê organizador.

O esquema se repete nas cidades onde ocorrerão partidas de futebol olímpico (São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Manaus). Cada cidade tem seu ponto focal organizador e o trabalho segue o mesmo conceito tendo, preferencialmente, como voluntários, médicos que residem naqueles locais, para evitar problemas de deslocamento e outros.

Se um atleta ou outro membro de delegação se acidentar ou passar mal, será imediatamente atendido no local de competição. “Caso seja uma lesão ou queixa médica simples” – explica Granjeiro – “ela é resolvida ali mesmo, no estádio. Caso seja uma coisa de maior complexidade, o paciente é transferido por uma ambulância para a nossa policlínica, na Vila dos Atletas, ou para um hospital de referência”. O trabalho do médico voluntário se estende, nesse caso, até a transferência do atleta ou membro da delegação para o hospital. A partir dali, a equipe médica da unidade hospitalar assume o caso.

De acordo com o Comitê Rio 2016, os hospitais de referência para atendimento durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos são o Hospital Municipal Souza Aguiar e a Coordenação de Emergência Regional (CER) do centro, para atendimentos na região central da cidade, que engloba o estádio do Maracanã e o Sambódromo; o Hospital Municipal Salgado Filho e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Engenho de Dentro, na região do Méier, na zona norte, para casos nos estádios do Engenhão e Maracanã; o Hospital Municipal Albert Schweitzer, na região de Deodoro, zona oeste; o Hospital Municipal Lourenço Jorge e a CER Barra, na região da Barra da Tijuca, também na zona oeste do Rio de Janeiro; e o Hospital Municipal Miguel Couto e a CER Leblon, na zona sul.

No total, considerando os profissionais ligados à área de saúde, como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, entre outros, vão atuar na Olimpíada e Paralimpíada 4,5 mil pessoas, sendo três mil na Olimpíada e 1,5 mil na Paralimpíada.

Esta é a décima olimpíada da qual João Grangeiro participa como médico do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e a primeira efetuada na América do Sul e no país. O médico representou também o Brasil como jogador de vôlei na Olimpíada de 1980, em Moscou, quando a seleção brasileira terminou em quinto lugar.

Agência Brasil

Paraíba registra 56 ataques a bancos no 1º semestre de 2016, diz sindicato

Explosões preocupam mais porque causam danos maiores, diz Secretário (Foto: Anne Costa/TV Paraíba)
Explosões preocupam mais porque causam danos maiores, diz Secretário (Foto: Anne Costa/TV Paraíba)

A Paraíba registrou 56 ocorrências de violência contra bancos no primeiro semestre de 2016, segundo balanço realizado pelo Sindicato dos Bancários da Paraíba. Entre os casos, houve 32 explosões, 16 arrombamentos, três assaltos, três tentativas e duas saidinhas de banco.

De acordo com o Secretário de Estado de Segurança e Defesa Social (Seds), Cláudio Lima, a maior preocupação do governo é com as explosões, tendo em vista que causam danos maiores para as agências e para a população. No entanto, ele contesta o investimento em segurança de alguns bancos. “A situação é grave, reconhecemos, mas é necessário uma operação de inteligência da polícia e dos bancos”, ressalta o secretário, citando a implantação de um monitoramento das câmeras de segurança das agências.

Ainda conforme Cláudio Lima, é preciso conversar individualmente com os bancos e Ministério Público para depois dar uma resposta mais clara para a população sobre a situação. Além disso, o secretário explicou que a Seds está em parceria com o estado de Alagoas e a cidade de Natal, para unir reforços em combate às ocorrências.

O secretário geral do Sindicato dos Bancários, Paulo Sérgio, avaliou os números de maneira negativa e também alerta para a falta de uma segurança mais rígida nas agências bancárias e nos caixas eletrônicos do estado. “Os números mostram que está acontecendo cada vez mais ousadia na prática dos crimes. Falta investimento por parte dos bancos, que mesmo em época de crise têm uma lucratividade muito alta”, comentou.

O que o Sindicato dos Bancários tem feito, de acordo com Paulo Sérgio, é denunciar às autoridades a falta de segurança dentro das agências. Além disso, ressalta que falta investimento por parte do setor público nessa mesma área. “Nós temos cobrado, temos feito as audiências públicas e solicitado mudanças junto às superintendências dos bancos. É isso que está ao nosso alcance”, frisou.

Cláudio Lima concorda que os anos de 2015 e 2016 registraram números preocupantes, mas diz que o Estado sozinho não pode resolver. “Se for feita uma análise bem meticulosa, os bancos estão cada vez mais expandidos, com extensão para a agência dos Correios, por exemplo. Isso inclui preocupação patrimonial”, ressaltou.

Bancos devem ter um plano de segurança de acordo com lei federal prevê (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Bancos devem ter um plano de segurança de acordo com lei federal prevê (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Segurança nos bancos é Lei Federal
Os bancos devem seguir a Lei Federal nº 7.102/83 e sua regulamentação. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Frebraban), nos termos dessa legislação, todos os estabelecimentos bancários, incluindo agências e postos de atendimento, são obrigados a submeter à Polícia Federal um plano de segurança para que possam funcionar. No entanto, para o secretário geral do Sindicato dos Bancários, Paulo Sérgio, não é isso que está acontecendo. “O bancário trabalha com medo e a população também está assutada”, frisou.

A Frebraban informa que tem acompanhado todos os ataques a caixas eletrônicos com extrema preocupação. A entidade destaca que os danos das explosões forçam as instituições financeiras a reformarem o local e a repor os equipamentos danificados, sem reaproveitamento de peças ou maquinário. Esse prejuízo não é somente da rede bancária, mas de toda a população. Ainda de acordo com a Frebraban o investimento na segurança dos bancos é na ordem de R$ 9 bilhões.

Para a entidade, é necessário combater as causas desses crimes impedindo que os bandidos tenham acesso fácil a explosivos; desorganizando as quadrilhas, o que se faz com ações de inteligência; e dificultando o acesso dos bandidos ao produto do crime.

Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários, essas ações, que remetem a uma falta de segurança, “prejudica a economia da cidade, já que em alguns municípios as pessoas precisam se deslocar para agências de cidades vizinhas”. 

Estatística anteriores
Os ataques a bancos têm sido frequentes desde 2012, inicialmente com um número mais expressivo de explosões. Em relação ao primeiro semestre, em 2013 foram 85 casos e em 2014 baixou para 65. No ano de 2015, os números aumentaram novamente para 77 ocorrências. E voltou a diminuir em 2016, com 56 casos.

Do G1PB

Unesco reconhece a Pampulha como Patrimônio Mundial da Humanidade

Igreja de São Francisco de Assis, que compõe o Conjunto Moderno da Pampulha (Foto: Acácio Pinheiro/Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura)
Igreja de São Francisco de Assis, que compõe o Conjunto Moderno da Pampulha (Foto: Acácio Pinheiro/Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura)
Igreja de São Francisco de Assis, que compõe o Conjunto Moderno da Pampulha (Foto: Acácio Pinheiro/Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura)

O Conjunto Moderno da Pampulha conquistou, na madrugada deste domingo (17), o título de Patrimônio Mundial da Humanidade. A decisão foi tomada durante a 40ª sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), realizada entre os dias 15 e 17 de julho, no Centro de Convenções de Istambul, na Turquia. A indicação da Pampulha foi ratificada pelos 21 países integrantes do comitê, por consenso, informou o Ministério da Cultura. Com essa decisão, o Conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, passa a ser o 20º bem brasileiro inscrito na Lista do Patrimônio Mundial.

Encomendado pelo então prefeito de Belo Horizonte Juscelino Kubitschek ao arquiteto Oscar Niemeyer, o conjunto modernista também contou com Roberto Burle Marx, que assina o paisagismo, e Candido Portinari, autor do painel externo de azulejos da Igreja de São Francisco de Assis, que é um dos principais cartões-postais de Minas Gerais, lembra o ministério.

Também participaram do projeto original o engenheiro Joaquim Cardozo e os artistas Paulo Werneck, Alfredo Ceschiatti, August Zamoyski e José Pedrosa. Construído nos primeiros anos da década de 40, o conjunto antecipa conceitos arquitetônicos que viriam a ser aplicados anos mais tarde na construção de Brasília.

O valor dos edifícios é reconhecido por suas inovações. “O Conjunto Moderno da Pampulha é uma referência na arquitetura mundial pela utilização do concreto armado, que ainda não havia sido utilizado em construções semelhantes. Causou assim um impacto no mundo inteiro”, acrescenta Leonardo Castriota, professor de arquitetura da UFMG e presidente do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios no Brasil (Icomos), órgão que assessora e dá pareceres à Unesco.

Compõem o Conjunto Moderno da Pampulha a paisagem que se forma com a integração entre a Lagoa da Pampulha e sua orla, os jardins de Burle Marx, a Igreja de São Francisco de Assis, o antigo Cassino (atual Museu de Arte da Pampulha), a Casa do Baile (atualmente Centro de Referência em Urbanismo, Arquitetura e Design de Belo Horizonte), o Iate Golfe Clube (atual Iate Tênis Clube) e a Praça Dalva Simão (antiga Santa Rosa).

Museu de Arte da Pampulha (Foto: Acácio Pinheiro/Asseria de Comunicação do Ministério da Cultura)
Museu de Arte da Pampulha (Foto: Acácio Pinheiro/Asseria de Comunicação do Ministério da Cultura)

O Conjunto já era tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e também pelos poderes estadual e municipal. Com o título internacional, ganha mais força o potencial turístico do Conjunto, que já é hoje uma das principais atrações para quem visita a capital mineira.

A candidatura vinha sendo representada pela arquiteta e urbanista Luciana Feres, diretora do Conjunto Moderno da Pampulha, que é vinculado à Fundação Municipal de Cultura (FMC). Era o único representante brasileiro na disputa. Além das obras de Niemeyer, a paisagem do Conjunto também é composta por jardins projetados por Roberto Burle Marx, painéis em azulejos do pintor Cândido Portinari e esculturas de artistas reconhecidos, entre eles Alfredo Ceschiatti e José Alves Pedrosa.

O presidente da FMC, Leônidas Oliveira, comemorou por meio das redes sociais. “É muita emoção, é um sentimento de agradecimento, porque foram anos de trabalho, como um atleta para uma Olimpíada: treinamos, treinamos, treinamos e depois ganhamos”, postou.

O Ministério da Cultura lembrou que o reconhecimento da Pampulha traz também o compromisso dos governos federal, estadual e municipal de valorizar, conservar e divulgar o patrimônio da humanidade. Em nota oficial, os ministérios das Relações Exteriores e o da Cultura destacam que o comitê recomenda que o Brasil restaure elementos do complexo, amplie o plano de gestão para incorporar os compromissos assumidos no processo de avaliação da candidatura, estabeleça uma estratégia de turismo para a área e adote medidas para melhorar a qualidade da água da lagoa. “Essas providências exigirão a ação conjunta dos governos federal, estadual e municipal, em harmonia com a comunidade local”, disse os ministérios, em nota.

“A Unesco, ao reconhecer o valor universal excepcional da Pampulha, considerou o conjunto como símbolo de uma arquitetura moderna distante da rigidez do construtivismo e adaptada de forma orgânica às tradições locais e às condicionantes ambientais brasileiras. Essa abordagem pioneira, fruto da colaboração entre Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx e Candido Portinari, entre outros grandes artistas, criou uma nova linguagem arquitetônica fluida e integrada às artes plásticas, ao design e à paisagem”, acrescentaram os ministérios.

Intervenções

A conquista do título traz também responsabilidades. Um acordo com a Unesco prevê a despoluição da Lagoa da Pampulha e a demolição de um estacionamento anexo ao Iate Tênis Clube, restaurando assim o projeto original de Niemeyer. A Prefeitura de Belo Horizonte também anunciou que pretende fazer uma licitação para implantar uma linha de barcos que circulem entre os edifícios do conjunto.

Outra proposta já cogitada pelo poder público é a criação de um barco-táxi, que utilizaria antigos píeres existentes na orla. Seria uma alternativa para o deslocamento entre pontos distintos da Lagoa da Pampulha, reduzindo impactos no trânsito. A orla da lagoa possui 18 quilômetros.

Tentativa de golpe

A decisão sobre a Pampulha estava prevista para ocorrer ontem (16). No entanto, uma tentativa de golpe militar na Turquia atrasou a pauta. A Unesco chegou a anunciar que o encontro estava suspenso. A delegação brasileira, composta por representantes da FMC, do Iphan e pelo ministro da Cultura Marcelo Calero ficaram confinados no hotel, seguindo instruções de segurança do Palácio do Itamaraty.

Com o abrandamento da tensão, a Unesco decidiu retomar nesta manhã o encontro. No entanto, foram apreciadas somente candidaturas que já possuíam parecer favorável, como era o caso do Conjunto Moderno da Pampulha.

Por Leo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil

Brasil vai exportar mais para a União Europeia

O Brasil poderá exportar R$ 250 milhões a mais por ano para a União Europeia (UE). Um acordo assinado na Organização Mundial do Comércio (OMC) na semana passada permite a ampliação das vendas de alguns produtos agrícolas e animais para o bloco econômico.

As negociações duraram três anos e foram iniciadas após a entrada da Croácia na UE, em julho de 2013. O acordo estabelece o aumento das quotas de importação de açúcar e de carnes de frango e de peru que entram no bloco econômico com tarifa reduzida.

No caso do setor sucroalcooleiro, além de elevar a quota de importação com tarifa reduzida em 114 mil toneladas de açúcar por ano, o Brasil poderá exportar o produto com tarifas mais baixas que as atuais por sete anos. O acordo será incorporado às listas de compromissos da União Europeia na OMC e não poderá ser alterado sem nova negociação.

De acordo com o Itamaraty, as novas cotas de importação com tarifa reduzida foram negociadas com base nas exportações do Brasil para a Croácia antes de o país ingressar na União Europeia. Com a adesão do país, que se tornou o 28º membro da UE, as tarifas de importação foram elevadas para se ajustarem às aplicadas no restante do bloco, o que prejudica as vendas brasileiras para o exterior.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil confia que as novas condições acordadas serão implementadas o mais rápido possível. De acordo com o comunicado, a intenção do governo é que os exportadores brasileiros se beneficiem do acordo comercial ainda no início do segundo semestre.

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Brasileiro de Kart chega ao fim da primeira fase; conheça os vencedores

Vencedores do Campeonato
Vencedores do Campeonato

Terminou nesse sábado (16), a primeira fase do 51º Campeonato Brasileiro de Kart no Circuito Internacional Paladino, no município de Conde, Litoral Sul estado. A Paraíba nunca viu tantas emoções na sua história de automobilismo. O Estado estava há quase 10 anos sem kartódromo e o Paladino trouxe de volta a adrenalina do kart ao Estado, com uma competição nacional, o prêmio FIA Americas e uma classificatória para a FIA/Nacam-Codasur.

Os resultados seguiram as tendências da semana. O dia começou com a final da categoria Júnior Menor, com Kiko Porto chegando ao pódio com muita emoção da sua torcida. O pernambucano manteve-se na ponta durante toda a corrida e já perto do fim sofreu ainda mais pressão de Ricardo Filho (SP) que ficou em 2º. Em terceiro no pódio foi o sergipano Guilherme Figueiredo, seguido de Matheus Morgatto (MA) e Nicolas Fabris (SP).

Na Júnior, muitas punições por atitude antidesportiva e uma bandeira vermelha (que interrompe a prova devido a acidente na pista). Após a pausa, Vinícius Ponce (PE) tirou a diferença de Diego Ramos (SP) que estava na frente com folga até então e conseguiu o pódio, seguido de Gianluca Petecof (SP). Na sequência, Diego Ramos, Lucas Carvalho (RJ) e Ricardo Medeiros (DF).

“Foi bem disputado, desde a primeira volta. Com a bandeira vermelha, consegui melhorar minha distância de Diego Ramos e chegar na frente”, comenta Ponce. Victor Schoma foi desclassificado da prova e Thiago Lopez e Enzo Elias, que vinham bem nas classificatórias, ficaram em 10º e 14º respectivamente. Com o título da Júnior, Ponce garantiu lugar no pódio da FIA/Nacam-Codasur. A categoria foi uma classificatória para a competição que acontece no fim de 2016 no México com pilotos das Américas.

A classe Cadete trouxe disputas técnicas para os pilotos e Gabriel Gomez (SC) conquistou a vitória. O piloto galgou seu lugar no topo do pódio deixando para trás João Victor Camargo (SP), Lucas Staico (MG), Mayke Naderer (SC) e José Siqueira (RJ). Naderer, mesmo penalizado e perdendo colocações, conseguiu se recuperar e garantir um troféu.

Fabrício Filho (PE) deixou sua grande torcida de coração na mão na categoria Mirim. Depois de perder posições no início, dominou toda a prova. Nas últimas voltas, a disputa ficou acirrada com Felipe Falk que ultrapassou Fabrício. Foi nos últimos segundos que o pernambucano se recuperou trazendo um dos momentos mais emocionantes do dia com a conquista do pódio. Falk ficou em segundo, Enzo Bedani (SP) em terceiro, Gabriel Moura (SC) em quarto e Waldir Neto (MT) em quinto.

A categoria mais rápida do dia foi também a mais complexa. Marcel Della Coletta garantiu a ponta na Sudam e saiu mantendo a posição, mas com quatro voltas foi ultrapassado por Olin Galli (RJ). Coletta recuperou, mas foi penalizado com 10 segundos por atitude antidesportiva. Apesar de comemorar a vitória e até fazer a volta de comemoração, Coletta perdeu a vitória para Pedro Goulart (RS), que havia terminado em 2º, pois não recuperou os 10 segundos de punição, terminando em nono na colocação final. Com Goulart em primeiro, Eduardo Oliveira (SP) conquistou o segundo lugar, seguido de Murilo Della Coletta (SP) Bruno Bertoncello (GO) e Sérgio Crispim Filho (PB). O piloto paladino, depois de uma semana de problemas no kart, conseguiu se recuperar e chegou ao pódio com as mudanças finais. Pedro Goulart agora vai disputar uma temporada da F-3 gratuitamente, como prêmio especial da categoria Sudam.

Na F4 Graduados confirmou-se o favoritismo de Marcus Borges (CE), que garantiu a vitória. Ele garantiu a pole de ponta a ponta, com a disputa intensa ficando entre Gabriel Cabral (BA) e Roberto Wuthstrach (SC), segundo e terceiro lugares respectivamente. Rodrigo Tavares ficou em quarto e Pedro Lima em quinto.

Abel Reigada (SP) conquistou o bicampeonato brasileiro na F4 Sênior, seguido de Luciano Silva (PR), Rodrigo Ferreira (SC), Luciano Yukio (PR) e Breno Lima (MG). “A pista mudou demais, pegou todo mundo de surpresa, agarrando mais do que a gente imaginava. Mas, mesmo assim, a gente foi no sangue e conseguimos manter a diferença para o segundo pelotão”, comentou Reigada.

Na categoria F4 Super Sênior, que correu junto da Sênior, o vencedor foi Luiz Pinheiro (MG), com Valdemiro Oliveira (BA), Valdeci Dias (DF), Julio Cesar (BA) e João Pinheiro (DF).

Para o presidente da CBA, Cleyton Pinteiro, a avaliação final da primeira fase do brasileiro foi extremamente positiva. “O automobilismo brasileiro ganhou um presente com esse kartódromo. Estou muito feliz de ter trazido o campeonato pra cá. Valeu a pena”, comentou ao final dos pódios.

O 51º Campeonato Brasileiro de Kart continua a partir da próxima terça no Circuito Paladino e vai até o dia 23. Nesta segunda fase, correm as classes Novato (Pilotos que começam no kart com 14 anos ou mais), Graduado (Promovidos da Júnior ou Novato), Sênior “B” (Pilotos que começam no kart com 25 anos ou mais); Sênior “A” (Promovidos da Sênior “B”); Super Sênior (Pilotos com 40 anos ou mais) e Shifter (Karts com Marcha – Aberta a pilotos com 14 anos ou mais).

Do Portal Correio, via Assessoria 

Mais de 35 mil venezuelanos cruzaram a fronteira da Colômbia por comida

Pessoas são vistas carregando sacolas e pacotes sobre a ponte internacional Simón Bolívar, depois de fazer compras, em San Antonio del Táchira , Venezuela (Foto: REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez)
Pessoas são vistas carregando sacolas e pacotes sobre a ponte internacional Simón Bolívar, depois de fazer compras, em San Antonio del Táchira , Venezuela (Foto: REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez)

O governo da Colômbia estima que mais de 35 mil venezuelanos cruzaram a fronteira no sábado (16) para comprar mantimentos e remédios após a abertura por cerca de 12 horas de uma passagem na fronteira entre os dois países.

A chegada dessas pessoas pela passagem que liga a cidade de Cúcuta, na Colômbia, com San Antonio do Táchira, na Venezuela, ocorreu de “maneira ordenada e sob condições de ordem e segurança”, indicou o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia em nota.

A Chancelaria colombiana indicou a passagem foi aberta por volta das 7h30 locais (9h30 em Brasília). A entrada dos venezuelanos foi permitida até 15h30 locais (17h30 em Brasília) e o retorno autorizado até 20h locais (22h em Brasília).

Inicialmente, a previsão é que a fronteira fosse aberta no domingo. No entanto, centenas de venezuelanos se reuniram no início do dia perto da passagem, e as autoridades decidiram permitir que elas cruzassem a divisa entre os dois países.

Pessoas fazem fila para atravessar a ponte internacional Simón Bolívar para a Colômbia para aproveitar a abertura da fronteira temporária em San Antonio del Táchira , Venezuela (Foto: REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez)
Pessoas fazem fila para atravessar a ponte internacional Simón Bolívar para a Colômbia para aproveitar a abertura da fronteira temporária em San Antonio del Táchira , Venezuela (Foto: REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez)

As passagens entre o estado venezuelano de Táchira e o departamento colombiano de Norte de Santander, cuja capital é Cúcuta, foram fechadas em 19 de agosto do ano passado, após ordem do presidente Nicolás Maduro, como parte de uma campanha contra o contrabando e supostas organizações paramilitares.

A medida se estendeu posteriormente para todos os 2.219 quilômetros de fronteira entre os dois países.

A Venezuela voltará a permitir que cidadãos do país cruzem a fronteira com a Colômbia neste domingo. O Exército e a Polícia Nacional da Colômbia reforçarão o controle na fronteira para evitar “alterações da ordem pública”.

“Nosso objetivo é apoiar de forma solidária a população que pede a entrada transitória ao território colombiano, cooperar em assuntos que incidam positivamente na região da fronteira e avançar rumo uma abertura segura e sustentável da mesma”, disse o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia em comunicado.

Uma jovem carrega papel higiénico quando ela cruza a fronteira colombiana -venezuelana sobre a ponte internacional Simón Bolívar depois de fazer compras , enquanto um policial colombiano olha. (Foto: REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez)
Uma jovem carrega papel higiénico quando ela cruza a fronteira colombiana -venezuelana sobre a ponte internacional Simón Bolívar depois de fazer compras , enquanto um policial colombiano olha. (Foto: REUTERS/Carlos Eduardo Ramirez)

Da Agência EFE

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