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MP-Procon recomenda suspensão da venda de 49 medicamentos

O MP-Procon recomendou, nesta terça-feira (30), que alguns medicamentos sejam retirados do mercado. De acordo com órgão, a solicitação é baseada em orientações feitas pela Anvisa desde o início do ano. 

As motivações para suspensão variam de acordo com cada produto.  Falsificação, medicamentos sem registro, mudança na fórmula e desvio de qualidade são algumas das causas apontadas pela Anvisa. 

A recomendação foi expedida ao Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos e ao Sindicato do Comércio Atacadista de Drogas e Medicamentos, em encontro na Capital com representantes dos Conselhos Regionais de Farmácia e Medicina; das Vigilâncias Sanitárias do Estado e de João Pessoa; da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-PB; e dos Procons de João Pessoa e Cabedelo. As informações são do Portal Correio. 

Cidade é sitiada em ação com ataque a banco, uma pessoa morta e outra ferida, na PB

Bando que atacou banco estava fortemente armado
Bando que atacou banco estava fortemente armado
Bando que atacou banco estava fortemente armado

Um homem morreu e outro ficou ferido na madrugada desta terça-feira (30) em confronto entre policiais militares e um bando de criminosos que havia acabado de atacar uma agência bancária em Queimadas, no Agreste paraibano, a 133 km de João Pessoa.

Segundo a Polícia Civil, o tiroteio aconteceu durante a fuga dos assaltantes. Equipes da cidade de Boqueirão, que tinham sido informadas sobre a ação no banco, montaram campana na estrada para tentar impedir que os bandidos escapassem. Houve intensa troca de tiros e um suspeito foi morto. Os cúmplices abandonaram o corpo do suspeito e um dos carros usados na fuga. Um fuzil calibre ponto 50 e dezenas de munições também foram deixadas no veículo. Os outros integrantes da quadrilha seguiram a rota e ainda não foram presos. A Polícia Militar acredita que pelo menos dois deles tenham sido feridos. 

Um homem que passava pela área no momento do confronto acabou sendo atingido por um tiro. A vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande e, segundo informações repassadas à Polícia Civil, não corre risco de morte. Nenhum policial ficou ferido no tiroteio.

Ao Portal Correio, um agente de investigação da Polícia Civil disse que pelo menos 16 homens teriam participado do ataque ao banco. Eles estavam fortemente armados.

“Os bandidos sitiaram toda a cidade, distribuídos em pontos estratégicos. Eles cercaram inclusive a delegacia e a sede da Polícia Militar. Efetuaram vários disparos, mas ninguém se feriu. Algumas viaturas foram metralhadas”, contou o policial, que preferiu não ser identificado na reportagem.

Houve explosões no banco e o objetivo principal do bando seria roubar o cofre principal da agência, porém a gerência estima que pouco dinheiro foi roubado.

“Os bandidos explodiram dois caixas, um deles só tinha documentos e o outro moedas e notas trocadas. Segundo o gerente, o cofre onde estava o montante maior tem tecnologia que ao sentir o impacto queima todas as notas que estão dentro e, mesmo assim, não chegou a ser explodido”,  informou a capitão Luciana Firme. 

A Polícia Militar divulgou que toda região de Queimadas está cercada para buscas por suspeitos. A atividade conta com reforço de equipes de outras cidades. 

Desemprego sobe para 11,6% e atinge 11,8 milhões de pessoas

05-06-2014 - São Paulo - O MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) entrou com ação civil pública pedindo que todos os selecionados para o programa de trabalho voluntário da Fifa para a Copa do Mundo sejam contratados com carteira de trabalho assinada. Foto Rafael Neddermeyer/ Fotos Publicas

Em todo o país, a taxa de desemprego fechou o trimestre encerrado em julho último em 11,6%, subindo 0,4 ponto percentual em relação ao percentual do trimestre imediatamente anterior – de fevereiro a abril – que foi de 11,2%.

A informação consta da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad Contínua), divulgada nesta terça (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a maior taxa de desemprego da série histórica iniciada em 2012.

Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa foi estimada em 8,6%, o desemprego já acumula alta de 3 pontos percentuais. Os dados do IBGE indicam que a população desocupada, de 11,8 milhões de pessoas, cresceu 3,8% na comparação com o trimestre fevereiro-abril (11,4 milhões), um acréscimo de 436 mil pessoas.

Com o resultado do trimestre de maio, junho e julho, a população desocupada fechou com crescimento de 37,4%, quando comparada a igual trimestre do ano passado, um aumento de 3,2 milhões de pessoas desocupadas.

Brasil tem 90,5 milhões de pessoas empregadas

Os dados indicam que a população empregada no trimestre encerrado em julho era de 90,5 milhões de pessoas, ficando estável quando comparada com o trimestre imediatamente anterior (de fevereiro a abril deste ano), uma vez que os 146 mil postos de trabalho fechados entre um período e outro “não foram estatisticamente significativos”.

Em comparação com igual trimestre do ano passado, quando o total de ocupados era de 92,2 milhões de pessoas, foi acusado declínio de 1,8% no número de trabalhadores, aproximadamente, menos 1,7 milhão de pessoas no contingente de ocupados.

Da Agência Brasil

Crise no casamento de Fátima e Bonner já existia quando ela deixou o ‘JN’

© Divulgação / Globo
© Divulgação / Globo
© Divulgação / Globo

Quando Fátima Bernardes deixou a bancada do “JN” em 2011, da qual dividiu por longos anos com William Bonner, poucos sabiam, mas outras cosias estavam em jogo. Além de atender a uma vontade da apresentadora que queria mudar radicalmente de ares, a Globo sabia que uma crise no casamento dos âncoras do “Jornal Nacional” havia se instaurado e decidiram mudar a situação.

Segundo o site ‘TVFoco’, na época, boatos que os jornalistas começavam ali um processo de desligamento da imagem do casal perfeito ganharam força, mas a assessoria de ambos fez questão de desmentir. O fato é que eles conseguiram manter as aparências até aqui. Fátima consegui se desvencilhar de William, seguir seus próprios passos e hoje tem um programa com seu nome na Globo.

Fonte seguras, afirmam que o casal já não se relacionava há algum tempo, mas resolveu anunciar o fim do casamento de 26 anos só agora para não tirar as atenções dos telespectadores dos Jogos Olímpicos.

Leia Também: Funcionários da Record reclamam de Anitta nos bastidores de programas

Brasil tem mais de 206 milhões de habitantes, estima IBGE

O Diário Oficial da União (DOU) traz nesta terça-feira, 30, as mais novas estimativas sobre a população brasileira feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelos novos números, o País já conta com mais de 206 milhões de habitantes, número superior aos 204 milhões registrados ano passado.

Entre outros objetivos, as estimativas são usadas para o cálculo das cotas do Fundo de Participação de Estados e municípios. Os dados têm data de referência em 1º de julho e estão organizados por Estados, Distrito Federal e municípios. Clique aqui e veja a íntegra do documento.

Com informações do Estadão Conteúdo

Raimundo Lira diz que presença de Dilma no Senado legitima todo o processo de impeachment

Senador Raimundo Lira (PMDB-PB)
Senador Raimundo Lira (PMDB-PB)

O senador Raimundo Lira (PMDB) declarou, em entrevista à Rádio Senado, que a vinda da presidente afastada Dilma Rousseff ao Senado comprova a legitimidade de todo o processo de impeachment e que não há golpe no país. Segundo ele, o fato de a presidente fazer sua própria defesa no Senado mostra que o processo transcorreu dentro da legalidade.

“A vinda da presidente afastada ao plenário do Senado Federal tem duas importâncias que devem ser destacadas. Primeiro, porque ela está exercendo um direito democrático de participar e o processo é realmente democrático; e o segundo, ela está mostrando, comprovando e reafirmando que não houve golpe no país”, afirmou o parlamentar.

Indagado pelo repórter da Rádio Senado se a vinda dela reafirma a legitimidade de todo o processo, Lira aproveitou a pergunta para lembrar do trabalho realizado pela Comissão Especial do Impeachment, por ele presidida, que ao longo de 100 dias ouviu diversas autoridades, sempre num clima de muita democracia e com amplo direito de defesa.

“Ela está legitimando, de uma forma concreta, objetiva, com a sua própria presença, o processo, que foi um esforço muito grande, com todo mundo trabalhando, com muito diálogo, com muito entendimento, apesar de posições antagônicas, mas sempre num clima de muita democracia, de muita liberdade, de muito diálogo e com amplo direito de defesa”, afirmou Raimundo Lira.

Da Assessoria de Imprensa

Cássio refuta a ideia de golpe em relação ao processo de impeachment

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Assim que chegou sua vez de apresentar perguntas à presidente afastada, Dilma Rousseff, em Plenário, nesta segunda-feira (29), o líder do PSDB, senador Cássio Cunha Lima (PB), questionou a afirmação habitual dos defensores da presidente afastada de que o processo de impeachment é um “golpe”. A situação de normalidade institucional poderia ser confirmada, segundo ele, pela presença dos chefes de cada um dos três poderes na mesa da sessão em que Dilma fazia sua defesa.

Ao lado de Dilma, estavam o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, presidindo os trabalhos, como determina a Constituição; e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A cada um ele se dirigiu usando o tratamento formal de “excelência”.

– Faço questão de tratá-los de maneira absolutamente formal para mostrar, na inauguração da minha palavra, que não pode haver golpe com uma mesa composta com os chefes três poderes da República – disse.

Depois, Cássio afirmou que Dilma, optou, mais uma vez, por um discurso político. A seu ver, ela perdeu “a derradeira oportunidade de se defender contra os graves crimes que lhe são imputados”.

De acordo com o senador, a presidente Dilma “esquece” que o impeachment não nasceu no Congresso Nacional, mas sim nas ruas do país, onde esteve o povo para manifestar sua indignação contra os erros que ela e seu governo cometeram.

– Golpe é vencer uma eleição mentindo a um país; golpe é quebrar uma empresa como a Petrobras; golpe é fazer terrorismo contra os mais pobres, como em todas as eleições fez o partido de Vossa Excelência – disse.

Nas palavras do líder tucano, Dilma afirma que respeita o Senado Federal, “desde que seja absolvida”; e que respeita o devido processo legal, igualmente “desde que seja absolvida”.

O que estava ocorrendo até ali, como disse, era um “espetáculo político”, e não uma defesa, já que a presidente não estava respondendo às perguntas, mas se seguindo um “script pronto”, seja quando solicitada a explicar as pedalada fiscal ou os decretos de abertura de crédito.

– E creia que justificativas e desculpas em torno de crises internacionais que foram chamadas, inclusive, no passado, de marolinhas, não funcionam como defesa – declarou.

Para o senador, não há duvidas sobre os crimes de responsabilidade cometidos, como abertura de crédito suplementar sem autorização legislativa. A seu ver, a pena de perda de mandato guarda proporcionalidade com os atos, devidos aos efeitos que causaram ao país.

– A pena é severa demais? Não. Severo é haver 12 milhões de desempregados. Duro é viver em um país que está há três anos em recessão: indústrias fechando, comércio encerrando suas atividades, um povo sem esperança, desiludido. Isso, sim, é grave – disse.

Mesmo considerando que a presidente fugia das perguntas, ele indagou de quantas reuniões ela teria participado para discutir, elaborar, criar o Plano Safra. Também perguntou que tratamento dispensava, na sua rotina de trabalho, ao Relatório Resumido da Execução Orçamentária.

Reação

Na resposta, Dilma confirmou que o que já havia dito: que haverá um “golpe parlamenta”r, se votarem a favor do impeachment e contra sua absolvição, “sem que haja crime de responsabilidade”. Também afirmou que não perdeu a oportunidade de se defender, e que estava ali debatendo e afirmando que nem os três decretos e nem as operações de subsídio dos agricultores, do Plano Safra, caracterizavam crimes de responsabilidade.

Depois, disse ao senador que o processo de impeachment não veio das ruas de “forma espontânea”. Segundo ela, ninguém ali seria “ingênuo” a ponto de desconhecer quem era o responsável pela aceitação desse processo de impeachment, papel que atribuiu ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara.

– Então, eu vou lembrar ao senhor o que foi amplamente noticiado pela mídia e que até o próprio acusador, um dos acusadores aqui presentes, declarou à imprensa: que a aceitação do meu pedido de impeachment tratava-se de uma chantagem explícita do Sr. Eduardo Cunha com a qual infelizmente vocês se aliaram – acusou.

Quanto ao Plano Safra, observou que não foi criado por seu governo, e que se trata, possivelmente, da única autorização de subvenção sem divergência a respeito de sua aplicação e importância para a economia brasileira. Além disso, ressaltou a resistência dos acusadores em reconhecer que o país enfrentou no seu governo séria crise econômica, amplamente influencia por fatores adversos na economia internacional.

– Então, é muito difícil começar-se a discussão dizendo que a culpa da crise são três decretos e a operação do Plano Safra. Já disse que a operação do Plano Safra, baseada nos seus subsídios, tem efeito positivo sobre a demanda, e não um efeito restritivo – declarou.

Agência Senado

Dilma: ‘impeachment resultará na eleição indireta de um governo usurpador’

— Não é legitimo afastar o chefe de Estado e de governo por não concordarem com o conjunto da obra, afirmou Dilma
— Não é legitimo afastar o chefe de Estado e de governo por não concordarem com o conjunto da obra, afirmou Dilma
— Não é legitimo afastar o chefe de Estado e de governo por não concordarem com o conjunto da obra, afirmou Dilma

Em seu discurso de defesa aos senadores na manhã desta segunda-feira (29), a presidente afastada Dilma Rousseff  negou que tenha cometido qualquer crime de responsabilidade. Para ela, sua eleição feriu interesses da elite econômica e política que, junto com a imprensa e embasados por uma frágil retórica jurídica, pretendem promover uma ruptura democrática e afastá-la do poder injustamente.

— Receio que a democracia seja condenada junto comigo — disse.

Dilma afirmou que um futuro governo de Michel Temer será usurpador, já que, no presidencialismo, não basta a perda de maioria parlamentar para afastar um presidente, mas sim a ocorrência de crime de responsabilidade grave e comprovado.

— Não é legitimo afastar o chefe de Estado e de governo por não concordarem com o conjunto da obra, é o povo, só o povo, nas eleições. E nas eleições o programa de governo vencedor não foi esse — observou.

Para a presidente afastada, o governo interino, caso seja efetivado, atacará as conquistas obtidos nos últimos anos. Modificações e retiradas de direitos da Previdência Social, a revisão de garantias previstas na Consolidação das Leis do Trabalhos (CLT), avanços importantes para os negros, as mulheres e a comunidade LGBT estarão todos comprometidos pela submissão a princípios ultraconservadores, observou.

Eduardo Cunha

Dilma Rousseff afirmou que o deputado afastado Eduardo Cunha foi um dos artífices para se alcançar o clima político necessário para a desconstituição do resultado eleitoral de 2014, permitindo a abertura do processo de impeachment. A presidente afirmou não ter cedido à “chantagem explícita” para impedir o início do processo de cassação do mandato do deputado.

— Se eu tivesse me acumpliciado com a improbidade e com o que há de pior na política brasileira, eu não correria o risco de ser condenada injustamente. Quem se acumplicia ao imoral e ao ilícito, não tem respeitabilidade para governar o Brasil — alegou.

Antes disso, disse Dilma, os derrotados nas eleições tudo fizeram para desestabilizar o governo eleito, numa afirmação do “quanto pior, melhor”, com um ativismo político que se tornou elemento central para a retração do investimento e para o aprofundamento da crise econômica. Eduardo Cunha foi fundamental para dificultar a aprovação de projetos importantes para o reequilíbrio das contas públicas e para permitir que “pautas bombas” passassem pelo crivo do Parlamento.

— Sem essas ações, o Brasil certamente estaria hoje em outra situação política, econômica e fiscal — opinou.

A força dos que queriam evitar a continuidade da “sangria” de setores da classe política, investigados por corrupção e desvio de dinheiro público também foi essencial para desestabilizar a sua gestão, disse Dilma Rousseff. Segundo a presidente afastada, esse é o preço que ela pagou por permitir, sem qualquer tipo de interferência, o trabalho livre do Ministério Público e da Polícia Federal.

Processo legal

Para Dilma, o processo de impeachment está marcado por desvio de poder. Apesar de respeitar a ritos e prazos, a denúncia não se baseia em uma acusação justa, o que fere a democracia. Não há respeito ao devido processo legal quando a opinião de grande parte dos julgadores é divulgada antes do exercício final do direito de defesa. Nem quando dizem que a condenação não passa de uma questão de tempo, observou.

— Cassar em definitivo meu mandato é como me submeter a uma pena de morte política — disse.

Ela disse se sentir submetida a mais um julgamento em que a democracia tem assento, junto com ela, no banco dos réus: na primeira vez, foi condenada por um tribunal de exceção. Agora, está sendo condenada por juízes que foram eleitos, como ela, e que colocam a democracia em risco.

— Por duas vezes vi de perto a face da morte: quando fui torturada por dias seguidos, submetida a sevícias que nos fazem duvidar da humanidade e do próprio sentido da vida, e quando uma doença grave e dolorosa poderia ter abreviado minha existência. Hoje, eu só temo pela morte da democracia, pela qual, muitos de nós lutamos com o melhor dos nossos esforços — disse, emocionada.

Agência Senado

Carro cai em açude e deixa uma criança e três adultos mortos no Litoral Norte paraibano

Motorista do veículo perdeu o controle e caiu dentro de açude (Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)
Motorista do veículo perdeu o controle e caiu dentro de açude (Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)
Motorista do veículo perdeu o controle e caiu dentro de açude (Foto: Volney Andrade/TV Cabo Branco)

“Carro caiu dentro de açude próximo a estrada que liga Pirpirituba a Jacaraú. Polícia não sabe a causa do acidente, mas suspeita de falha mecânica”.

Quatro pessoas morreram no início da tarde desta segunda-feira (29) após o motorista de um carro perder o controle da direção e cair dentro de um açude, na estrada que liga a cidade de Pirpirituba e Jacaraú, Litoral Norte da Paraíba. O acidente aconteceu no sítio Sapucaia, numa estrada da Zona Rural de Jacaraú, e matou uma criança de sete anos, uma idosa de 89 anos, uma mulher de 47 e um homem, que dirigia o veículo, de 61 anos de idade.

De acordo com a Polícia Militar, não houve testemunhas para explicar o que aconteceu, mas existe a suspeita de falha mecânica ou um simples cochilo do condutor. A polícia ainda informou que o acidente não deixou marcas na pista, descartando a possibilidade de desvio de algum objeto ou veículo.

A família mora na cidade de Pirpirituba e, de acordo com familiares, seguia em direção a Jacaraú. Um parente informou que o motorista do veículo não tinha costume de ingerir bebida alcoólica, o que também eliminaria a possibilidade de embriaguez ao volante.

O velório da família vai acontecer nesta terça-feira (30) no sítio Mica, no município de Pirpirituba e o enterro das quatro vítimas acontece no cemitério da cidade, mas ainda não há horário confirmado.

Da redação

Com G1PB

Moderna Unidade Básica de Saúde é inaugurada em Rio Tinto

Posto atenderá à cerca de 350 famílias
Posto atenderá à cerca de 350 famílias

A Prefeitura da cidade de Rio Tinto entregou na última sexta-feira (26), a sede própria da Unidade de Saúde Básica da Família (UBSF) – da comunidade de Praia de Campina, que recebeu o nome do saudoso Antônio Pulquério. A importante obra foi viabilizada em parceria entre o Governo Federal e o Município.

A prefeita Severina Alves, a popular Dudu de Brizola (PTB), em sua fala disse: “a moderna unidade facilitará bastante o acesso da população aos serviços básicos de saúde. Mais de 350 famílias será beneficiada, a UBSF conta com oito salas e uma equipe qualificada para atender a população com saúde preventiva, curativa com a metodologia humanizada, médico, dentista, enfermeiro, fisioterapeuta, técnico de enfermagem, atendente e auxiliares”, disse a gestora.

Foto: Jhordan Paes / Ascom PMRT
Foto: Jhordan Paes / Ascom PMRT

Faltando 120 dias para a conclusão do mandato, a prefeita Dudu de Brizola declarou que até o dia 31 de dezembro entregará mais obras na área de saúde, e vem “trabalhando muito” para entregar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A secretária da Saúde de Rio Tinto, psicóloga Gerlânia Pereira, ressaltou que a nova UBSF vai proporcionar aos moradores de Praia de Campina e outras comunidades da área de abrangência, consultas e procedimentos perto de casa e, quando não for possível, o paciente será encaminhado para a Casa Municipal Saúde Francisco Porto, Hospital Geral de Mamanguape e hospitais de João Pessoa. “Tudo isso, é fruto do trabalho da gestão da prefeita Dudu de Brizola, que não mede esforços para investimentos na área saúde e social”, lembrou.

“Era uma reivindicação antiga dos moradores”, disse o ex-vereador José Pulquério.
“Era uma reivindicação antiga dos moradores”, disse o ex-vereador José Pulquério.

O líder comunitário e ex-vereador, José Pulquério agradeceu a prefeita Dudu de Brizola e aos 11 vereadores pela homenagem justa na aprovação do nome do seu pai, Antônio Pulquério. “Era uma reivindicação antiga dos moradores, hoje se torna realidade, a população pode se orgulhar da prefeita da cidade e, da sua equipe de saúde” declarou.

Já o popular Josival Oliveira, conhecido por Valdo de Praia de Campina, parabenizou a Prefeitura e a Secretaria da Saúde pelo importante equipamento. Ele afirmou que a prefeita “Dudu de Brizola ficará na história política e administrativa de Rio Tinto como uma grande gestora e, essa unidade básica de saúde da família de Praia de Campina será de todas as gerações, chegou na hora certa”, afirmou.

Por Chico Soares

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