Prestes a encerrar a última temporada de seu talk show na Globo, Jô Soares recebeu a proposta de comandar um quadro no “Jornal da Globo” a partir de 2017. O apresentador, no entanto, encara a possibilidade de maneira negativa e adiantou que não toparia a vaga.
“Não vou aceitar jamais andar para trás. Eu fiz o ‘Jornal da Globo’ há milênios [nos anos 1980]. Eu não tenho o menor interesse em fazer. Não preciso fazer. Não quero e não vou [fazer]“, afirmou ele.
Recentemente, durante uma reunião, alguns executivos da Globo discutiram a possibilidade de Jô participar semanalmente do telejornal comandado por William Waack.
“Provavelmente é uma proposta que vão me fazer e eu vou dizer ‘não, obrigado’. Se eu fizer o ‘Jornal da Globo’, daqui a pouco vou ter que fazer a ‘Família Trapo’”, ironizou o apresentador, que foi um dos criadores do humorístico, sucesso da Record na década de 1960.
Nos planos de Jô está de comandar na TV paga um programa ao estilo do “Meninas do Jô”, como é chamada a edição das quartas-feiras, na qual o apresentador recebe jornalistas para comentar assuntos ligados a política e economia. “O ‘Meninas do Jô’ é algo que me diverte, e eu só faço o que tenho vontade”, concluiu.
O brasileiro Daniel Dias confirmou o status de estrela dos Jogos Paralímpicos e conquistou uma medalha de ouro logo no primeiro dia de competições. A vitória veio com sobras na prova dos 200m livre classe S5, com o tempo de 2min27s88. A medalha de prata ficou com o americano Roy Perkins, que registrou 2min38s56. O bronze foi para Andrew Muller, da Grã-Bretanha, com 2min40s65.
Dia de recordes
Os primeiros recordes do dia foram quebrados ainda nas provas classificatórias. E o ritmo dos nadadores não diminuiu nas finais, com ainda mais recordes.
Nos 100m costas S6, o chinês Zheng Tao deu o troco no compatriota Hongguang Jia, que no começo do dia tinha batido o recorde mundial com 1min12s27. Na final, Zheng ficou à frente e baixou bastante o tempo anterior: 1min10s84. O ucraniano Iaroslav Semenenko foi bronze.
A prova feminina dos 100m costas S6 foi quase um repetco da masculina, também com China e Ucrânia no pódio e recorde mundial. A chinesa Lingling Song baixou em mais de 3 segundos seu tempo anterior, registrado na classificatória, e levou o ouro com 1min21s43. A prata ficou com a também chinesa Dong Lu, e o bronze foi para a ucraniana Oksana Khrul.
A terceira prova da noite só foi diferente das anteriores pela nacionalidade dos competidores. O vencedor e recordista mundial Oliver Hynd, da Grã-Bretanha, fechou a prova dos 400m livre S8 em 4min21s89, baixando seu próprio recorde mundial. Os nadadores chineses mostraram força novamente e completaram o pódio: Haijao Xu ganhou a prata, e Yinan Wang levou o bronze.
O quarto recorde da noite foi da australiana Lakeisha Patterson, nos 400m feminino S8. Ela fechou a prova em 4min40s33 e superou a americana Jessica Long, recordista anterior e tricampeã Paralímpica em Atenas 2004, Pequim 2008 e Londres 2012.
Nos 100m livre feminino S3, a medalha de ouro ficou com Zulfiya Gabidullina, do Cazaquistão, nadadora de 50 anos de idade. Ela fechou a prova em 1min30s07, com a chinesa Qiuping Peng em segundo e a ucraniana Olga Sviderska em terceiro.
O coreano In Kook Lee bateu o recorde Paralímpico dos 100m costas S14, com o tempo de 59s82. Na prova feminina da mesma categoria, a recodista e medalhista de ouro é a britânica Bethany Firth, que na final registrou 1min04s05.
Os 100m borboleta S13 também tiveram recordes no maculino e no feminino. Entre os homens, a vitória foi de Ihar Boki, de Belarus, com o tempo de 53s85. Entre as mulheres, quem brilhou foi Rebecca Myers, que nadou a prova em 1min03s25.
Faltando 23 dias para as eleições municipais 2016, a Paraíba tem 322 candidatos a prefeito, vice-prefeitos e vereadores inaptos a postular as vagas em todo o estado da Paraíba. Os dados são do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que foram divulgados até esta quinta-feira (8).
Segundo o levantamento do TSE, os casos de inaptos envolvem 197 indeferimentos de registros de candidaturas e 125 renúncias.
Os dados foram atualizadas até 13h27 desta quinta-feira e incluem 13 candidatos a prefeito, 13 candidatos a vice-prefeito e 298 candidatos a vereador que estão inaptos, em várias cidades de Paraíba.
Ainda segundo o TSE, até este prazo, a Paraíba tem 1.957 candidatos cadastrados e aguardando julgamento, 9.522 aptos e com registros já deferidos, 59 candidatos aptos por estarem indeferidos com recurso, 59 aptos por estarem deferidos com recurso e um candidato apto por estar pendente de julgamento.
Ronaldo Nogueira afirmou ainda que convenção coletiva irá definir jornada.
Ronaldo Nogueira afirmou ainda que convenção coletiva irá definir jornada
O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou nesta quinta-feira (8), durante encontro com sindicalistas em Brasília, que a proposta de reforma trabalhista que será encaminhada pelo governo Michel Temer ao Congresso Nacional até o fim deste ano vai oficializar a carga horária diária de até 12 horas, desde que o trabalhador não exceda o limite de 48 horas semanais.
A mudança nas regras trabalhistas elaborada pelo governo Temer, informou o ministro, manterá a jornada de trabalho de 44 horas semanais, mas irá prever a possibilidade de quatro horas extras, chegando, portanto, a 48 horas na semana.
Nogueira revelou ainda que o projeto contemplará a possibilidade de contrato de trabalho por horas trabalhadas e por produtividade.
Ainda de acordo com o titular do Trabalho, a proposta deve prever que trabalhadores e empregadores possam negociar, em convenção coletiva, como essa jornada semanal será feita. Com isso, o governo esperar conferir segurança jurídica para esses acordos.
“Nós vamos ter dois outros tipos de contrato. Por jornada [modelo atual], por hora trabalhada e por produtividade”, disse Ronaldo Nogueira durante a reunião da executiva nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros, em Brasília.
O ministro destacou que, no caso do contrato por horas trabalhadas, haverá pagamento proporcional do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias e décimo terceiro salário.
Para justificar as propostas, ele apontou que há pessoas que não conseguem trabalhar oito horas por dia, ou seja, no formato atual. “Por que o Estado vai por um jugo em todo cidadão brasileiro, que todos têm de ter um único regime? Tem de ser formalizado para fornecer atividade com garantias de ocupação com renda e que seja feliz. De repente a minha felicidade não é a felicidade do outro”, enfatizou.
Nogueira afirmou que o Ministério do Trabalho vai fornecer o modelo do contrato no regime por hora tabalhada. “Com esse modelo, vamos tirar o intermediário da relação do contrato de trabalho. Vamos conseguir estabelecer um modelo onde traga segurança jurídica para o tomador direto com o cidadão”, acrescentou.
O contrato por produtividade, informou o ministro, poderá valer, por exemplo, para médicos, que seriam pagos por “procedimentos”.
“Não vai tirar direitos. Você acredita que um médico, que tem um contrato com um hospital, de uma jornada diária de oito horas, ele trabalha essas oito horas em um único hospital?”, questionou.
Ronaldo Nogueira voltou a dizer que não há “nenhuma hipótese” de o governo propor mudanças no FGTS, no pagamento do décimo terceiro e nas férias.
12 horas de trabalho por dia O ministro do Trabalho informou que a proposta de reforma trabalhista dará à convenção coletiva poder para tratar a forma como a jornada semanal de 44 horas será cumprida.
Ele destacou ainda que o projeto que será encaminhado ao Congresso vai regulamentar a jornada exercida atualmente por algumas categorias profissionais, que preferem trabalhar 12 horas seguidas para descansar 36 horas.
“Tem trabalhador que prefere trabalhar um tempo a mais, uns minutos a mais diariamente, e folgar no sábado. […] O freio será de 12 horas [de trabalho por dia], inclusive, com horas extras. Não estou falando de aumentar a jornada diária para 12 horas. A convenção coletiva vai tratar como as 44 horas semanais serão feitas”, explicou Nogueira.
Para o ministro, se um acordo coletivo autorizar a pessoa a trabalhar um pouco mais nos cinco dias da semana, de modo a não ter que completar a jornada nos sábados, uma decisão de um juiz trabalhista, com as leis atuais, pode tornar “sem efeito” esse acordo coletivo.
“Essa cláusula acordada não poderá depois ser tornada nula por uma decisão do juiz”, observou o ministro do Trabalho.
Segundo ele, o governo vai “colocar freios sobre a jornada e sobre o limite do intervalo”. “Vai ter uma janela flexível com freio para o mínimo e para o máximo. É nesses pontos que a convenção coletiva vai ter força de lei. Horas extras serão sobre a jornada semanal.”
Segurança jurídica Outro eixo da reforma trabalhista, que será proposta pelo governo, é a segurança jurídica, afirmou o ministro.
“Quando falo em segurança jurídica, a tese do acordado sobre o legislado não prospera. Se for estabelecer o acordado sobre o legislado de uma forma ampla, trará insegurança jurídica porque os juízes são legalistas. Ele julga por aquilo que está explícito na lei. Temos a CLT, a Constituição, normas, portarias, súmulas”, declarou.
Ronaldo Nogueira disse que, quando o governo diz que quer prestigiar a negociação coletiva, o objetivo é dar uma legitimidade para a representação sindical.
“Acordo não pode ser individual. Tem de ter o referendo da categoria. Em que pontos a negociação coletiva vai ter força de lei? Para tratar sobre a jornada de trabalho. Não para reduzir jornada ou aumentar”, acrescentou ele.
Os anos finais do ensino fundamental e o ensino médio das escolas da Paraíba não atingiram as metas estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC) em 2015. Os dados são do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015, que foi apresentado pela pasta nesta quinta-feira (8).
Segundo a avaliação nacional, realizada pelo Governo Federal, todas as séries apresentaram evolução, entre 2013 e 2015, no estado. Apesar disso, o ensino fundamental 2, que compreende do sexto ao nono ano, e o ensino médio ficaram abaixo do índice estipulado.
Considerando todas as escolas, o Ideb do ensino fundamental 2 cresceu de 3,5 para 3,8, mas ficou abaixo da meta projetada de 4,0 para o ano. O ensino médio evoluiu de 3,3 para 3,4. No entanto, não chegou à meta de 3,9.
Por outro lado, o ensino fundamental 1, que compreende do primeiro ao quinto ano, superou a meta de 4,4, com um Ideb de 4,9. Em 2013, o índice verificado foi de 4,5.
Paraíba – todas as redes
Série
Ideb 2013
Ideb 2015
Meta projetada
Ensino fundamental 1
4,5
4,9
4,4
Ensino fundamental 2
3,5
3,8
4
Ensino médio regular
3,3
3,4
3,9
Rede privada não atinge metas As escolas privadas da Paraíba não conseguiram atingir a meta do Ideb para a categoria em nenhuma série. Além de não alcançar o patamar esperado pelo MEC, a rede privada ainda reduziu o índice do ensino médio, de 5,1 em 2013 para 4,9 em 2015. A meta para o ano era 5,8.
O índice do ensino fundamental 1 cresceu de 6 para 6,5, mas ficou abaixo da meta de 6,6. O ensino fundamental 2 evoluiu do índice 5,5 para 5,7, mas não atingiu a meta de 6,2.
Rede privada
Série
Ideb 2013
Ideb 2015
Meta projetada
Ensino fundamental 1
6
6,5
6,6
Ensino fundamental 2
5,5
5,7
6,2
Ensino médio regular
Rede pública alcança metas no ensino fundamental 1 A rede pública no geral (educação municipal, estadual e federal) atingiram a meta do Ideb para os primeiros anos do ensino fundamental. O índice das escolas estaduais subiu de 4,2 em 2013 para 4,4 em 2015, que era a meta projetada pelo MEC. A rede pública ao todo teve uma evolução de 4,2 para 4,5, superando a meta de 4,1.
O ensino fundamental 2 teve evolução na rede pública, mas não alcançou a meta de 3,7. O ensino médio regular também cresceu, na rede estadual, de um índice de 3 para 3,1. Porém, não chegou ao patamar esperado pelo MEC, de 3,5.
Rede pública
Rede estadual
Série
Ideb 2013
Ideb 2015
Meta projetada
Ideb 2013
Ideb 2015
Meta projetada
Ensino fundamental 1
4,2
4,5
4,1
4,2
4,4
4,4
Ensino fundamental 2
3,2
3,5
3,7
3
3,3
3,7
Ensino médio regular
não há resultado
João Pessoa e Campina Grande As redes públicas de João Pessoa e Campina Grande tiveram evolução nos índices dos primeiros anos do ensino fundamental, ambos superando a meta de 4,5 do MEC. Para o ensino fundamental 2, no entanto, houve aumento no Ideb, mas as cidades não conseguiram atingir o nível desejado.
Cidades com melhor desempenho Os municípios de Boa Vista e Olivedos, ambos no Agreste paraibano, apresentaram os melhores índices do estado para o ensino fundamental público em 2015.Para o ensino fundamental 1, a rede pública de Boa Vista teve o melhor desempenho, com índice de 6,6. Apesar da boa nota, o município não apresentou evolução e ficou estagnado em relação a 2013.
A rede pública de Olivedos se saiu melhor no ensino fundamental 2. O índice evoluiu de 5,0 em 2013 para 5,4 em 2015, ficando acima do patamar estipulado para o ano pelo Ministério da Educação (MEC), de 4,5.
O que é o Ideb O Ideb é um indicador geral da educação nas redes privada e pública, uma espécie de nota. Para chegar ao índice, o MEC calcula a relação entre rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e desempenho no Saeb/Prova Brasil aplicada para crianças do 5º e 9º ano do fundamental e do 3º ano do ensino médio.
O índice é divulgado a cada dois anos e tem metas projetadas até 2021, quando a expectativa para os anos iniciais da rede estadual é de uma nota 6,0. Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente as aulas.
O ‘Mapa da Violência 2016 – Homicídios por Armas de Fogo no Brasil’, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), aponta que as cidades paraibanas Santa Rita e Conde, na Grande João Pessoa, aparecem entre as 25 cidades mais violentas no Brasil. Os dados se referem ao ano de 2014.
De acordo com o ‘Mapa da Violência’, Santa Rita é a 16ª cidade com a maior taxa de homicídios com arma de fogo por habitante: 80.
Já o Conde seria a quarta cidade onde mais se matou pessoas com uma taxa de 94,4.
O empresário paraibano, José Gonzaga Sobrinho, Deca do Atacadão, tomou posse, nesta quinta-feira (8), no Senado Federal.
Primeiro suplente do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), Deca assume mandato pela primeira vez após licença de 121 dias do tucano para tratamento de saúde.
Após o juramento, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), declarou empossado o mais novo parlamentar.
Em seu primeiro discurso, Deca do Atacadão defendeu a união do país, o setor produtivo e chamou a atenção para a Paraíba.
“Venho de muito longe. Percorri uma distancia que não se mede não se contabiliza por qualquer quilometragem. Venho de uma parte que tem fome e tem sede”, disse Deca.
Para o paraibano, essa é segunda melhor conquista de sua vida.
“Eu sou o improvável que deu certo, não por milagre, mas pelo labor. O trabalho é o milagre que o Brasil necessita nesse instante republicano. Chego ao Senado em um momento histórico e delicado e de momentos temados. Eu faço aqui o apelo, o Brasil precisa de união. É necessário adição e não subtração pois temos uma economia abatida e carente de cuidados intensivos”, destacou Deca do Atacadão.
Deca falou ainda do seu estado de origem e disse que a localização da Paraíba no Nordeste pode contribuir com o desenvolvimento econômico do Brasil.
“A Paraíba é estratégica com sua localização e logística. Se há um coração na região, é exatamente nele que estamos assentados. Estamos pronto para colaborar na construção de um Brasil forte e generoso. Temos toda as condições para chegar onde queremos”, afirmou.
Cássio passará por exames em São Paulo para verificar a presença de pólipos no intestino. O ex-governador poderá se submeter a procedimentos cirúrgicos.
Com a licença no Senado, Cássio delegou a liderança do PSDB na Casa ao senador Paulo Bauer (PSDB-SC).
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a convocar nesta semana, por carta, os primeiros 75 mil beneficiários de auxílio-doença que passarão pela perícia médica de revisão do benefício. São pessoas que têm até 39 anos de idade e que estão há mais de dois anos sem passar por exame pericial.
Após o recebimento da carta, o beneficiário terá cinco dias úteis para agendar a perícia pela central de atendimento, no telefone 135. Quem não fizer o agendamento dentro do prazo terá o benefício suspenso e só será reativado após o agendamento de uma nova perícia.
O INSS reforça que os beneficiários não precisam comparecer às agências de atendimento antes da convocação. Segundo o instituto, para evitar sobrecarga e filas desnecessárias, os beneficiários serão convocados em lotes com critérios pré-definidos.
A revisão pericial será feita em 530 mil beneficiários de auxílio-doença que receberam o benefício por meio de decisão judicial e não realizaram nenhuma atualização nos últimos dois anos. Em seguida, o governo vai revisar 1,2 milhão de aposentadorias por invalidez, de pessoas com idade inferior a 60 anos.
O beneficiário que não concordar com o resultado da perícia poderá recorrer da decisão e solicitar nova avaliação.
Segundo o INSS, a medida dará “segurança” a esses trabalhadores já que a previsão é que muitos beneficiários migrem para o regime de aposentadoria por invalidez. Com esse pente-fino, a expectativa do governo é que entre 15% a 20% dos convocados deixem de receber a quantia média de R$ 1.193,73 por mês. Caso esse número se confirme, a economia pode chegar a R$ 126 milhões por mês para os cofres públicos.
Essas revisões devem durar dois anos e não prejudicarão os atendimentos regulares. Cada perito médico poderá realizar até quatro perícias de revisão por dia, além da agenda de atendimento, e receberá R$ 60 por cada uma.
Os beneficiários devem manter seus endereços atualizados junto ao INSS. A atualização cadastral pode ser feita pelo telefone 135 ou pela internet, na página www.previdencia.gov.br. Nos casos de pessoas com domicílio indefinido ou em localidades não atendidas pelos Correios, a convocação será feita por edital publicado em imprensa oficial. Para reforçar a convocação, também serão emitidos, a partir de novembro, avisos por meio dos caixas eletrônicos das agências bancárias.
Grupo teria provocado prejuízo de R$ 1 mi com ataques a bancos
Grupo teria provocado prejuízo de R$ 1 mi com ataques a bancos
Um grupo suspeito de promover ataques a banco na Paraíba e em mais quatro estados foi desarticulado nesta quinta-feira (8) pela polícia de Goiás. Segundo as autoridades, eles teriam provocado um prejuízo superior a R$ 1 milhão com os crimes na Paraíba, em Goiás, no Distrito Federal e em Mato Grosso.
A operação, denominada Phantom, foi desencadeada na sexta feira (2) e culminou com o cumprimento de três mandados de prisão nos estados de São Paulo e Santa Catarina.
Em Campinas (SP), os polícias prenderam um homem de 35 anos e outro de 30, quando desembarcaram no aeroporto, logo após terem praticado outro furto a uma agência bancária na cidade de João Pessoa (PB). Com os dois foram apreendidos R$ 52 mil.
Horas depois, as equipes do Grupo Antirroubo a Bancos (GAB) cumpriram outro mandado de prisão, desta vez na cidade de Joinville (SC), tendo como alvo um home de 29 anos. Na casa dos alvos, foram apreendidas uma furadeira eletromagnética e diversos outros objetos destinados ao arrombamento de caixas eletrônicos.
Além dos três, duas mulheres foram presas temporariamente, interrogadas e postas em liberdade.
Segundo a polícia, os presos deverão responder pelos crimes de furto qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Entrou em vigor na Paraíba a Lei nº 14.736/2026, de autoria do deputado estadual Wilson Filho, que cria o Estatuto do Estudante-Paciente Oncológico. A norma assegura direitos como manutenção da matrícula, justificativa de faltas por tratamento, acompanhamento pedagógico individualizado e apoio psicológico e social para estudantes com câncer matriculados em escolas públicas e privadas.