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terça-feira, 13 outubro 2026
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Bombeira resiste à tentativa de estupro e briga com tarado na PB

Uma  bombeira  militar paraibana sofreu tentativa de estupro, na tarde desta terça-feira (13), após ter sua casa invadida por um homem, na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa. Houve luta corporal e, ferida, a mulher foi socorrida para um dos hospitais da Capital paraibana.

De acordo com  a primeiras informações, o homem, aparentando está sob efeito de drogas,  teria pulado do muro da residência e tentado seduzir a mulher. Como houve resistência, ele a agarrou a força.

Por está em desvantagem física com o acusado, a bombeira  gritou por socorro. Neste momento,  o homem saiu da casa pulando o muro, mas logo foi alcançado espancado por populares e quase linchado.

Policias militares que estavam em uma viatura numa distância de trezentos  metros  do local do crime entraram em ação  e prenderam o suspeito em flagrante. Ele foi identificado pelo pré-nome de Carlos, vulgo ‘Sabão’, que já teria passagem pela policia.

A mulher sofreu arranhões no rosto e no pescoço. Ainda não se sabe o seu quadro clínico geral.

Com informações do MaisPB

Nesta quarta: Contas da Câmara de Curral de Cima e mais 10 prefeituras estão na pauta do TCE

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) julgará, na sessão desta quarta-feira (14), contas oriundas de 10 Prefeituras e três Câmaras Municipais.

Ainda serão examinadas, na ocasião, as contas anuais do Tribunal de Justiça (exercício de 2014), da Defensoria Pública (2013), da Fundação Espaço Cultural (2014) e das Secretarias de Estado de Comunicação Institucional (2013) e da Educação e Cultura (2009).

Terão as contas de 2013 verificadas pelo TCE os prefeitos de Nova Floresta (João Elias da Silveira Neto Azevedo), Pedra Branca (Allain Feliphe Bastos de Sousa), Junco do Seridó (Cosmo Simões de Medeiros) e Remígio (Melchior Naelson Batista da Silva).

Também, atinentes ao exercício de 2014, os prefeitos de São José da Lagoa Tapada (Evilásio Formiga Lucena Neto), Juripiranga (Paulo Dália Teixeira) e Caldas Brandão (Neuma Rodrigues de Moura Soares). Da mesma pauta constam, ainda, as contas de 2012 da prefeita de Monteiro (Ednacê Alves Silvestre Henrique) e dos ex-prefeitos de Marizópolis (José Vieira da Silva) e de Santo André (Fenelon Medeiros Filho).

As Câmaras de Vereadores com prestações de contas anuais na pauta do TCE são as de São Mamede (2014), Pilões (2015) e Curral de Cima (2014 e 2015).

Presidido pelo conselheiro Arthur Cunha Lima, o Tribunal de Contas da Paraíba reúne-se, ordinariamente, às quartas-feiras, a partir das 9 horas, com acesso permitido ao público e transmissões ao vivo pela internet (portal.tce.pb.gov.br). Os processos integrantes da presente pauta indicam movimentação de recursos públicos superiores a R$ 1,8 bilhão.

Léo Pinheiro presta depoimento a Moro e cita ex-senador paraibano Vital do Rêgo

O ex-presidente da empreiteira OAS, José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, investigado na Operação Lava Jato, disse hoje (13) que está disposto falar “tudo o que sabe”. Pinheiro voltou a prestar depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Na primeira vez, ele permaneceu em silêncio diante de Moro.

No depoimento, Pinheiro confirmou que participou de uma reunião com o ex-senador Gim Argello para discutir como barrar as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, encerrada em 2009. Na época, a comissão apurava suspeitas de desvios de recursos na estatal e buscava a convocação de empreiteiros ligados à estatal.

Segundo ele, na reunião, estavam presentes o ex-ministro Ricardo Berzoini e o ex-senador Vital do Rêgo, então presidente da CPI. Na época, Argello ocupava cargo de vice-presidente, e foram solicitados R$ 5 milhões, segundo o empreiteiro. No depoimento, Pinheiro disse que a quantia não foi paga porque “fugia ao padrão de doações eleitorais da OAS”.

No primeiro depoimento, prestado no dia 24 de agosto, o empreiteiro permaneceu em silêncio durante audiência com Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na Justiça Federal. Dois dias antes do depoimento, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia suspendido a negociação do acordo de delação premiada de Léo Pinheiro, após a divulgação pela revista Veja de vazamentos do acordo.

Pinheiro foi preso pela segunda vez na Lava Jato no dia 5 de setembro. Ao decretar novamente a prisão de Pinheiro, Moro disse que a prisão não tem relação com a suspensão das negociações do acordo de delação premiada. No despacho, Moro também explicou que o pedido de prisão de Léo Pinheiro foi feito em março e que demorou para tomar a decisão para aguardar o andamento das investigações.

Na Lava Jato, o empreiteiro também responde pela suposta participação no esquema de cartel de empreiteiras na Petrobras e por, supostamente, beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos casos do tríplex em Guarujá e do sítio em Atibaia.

Governadores de 14 estados ameaçam decretar calamidade financeira

Governadores de pelo menos 14 estados do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste ameaçaram decretar situação de calamidade financeira, caso o governo federal não conceda a ajuda de R$ 7 bilhões para repor as perdas com os repasses federais. Por cerca de duas horas e meia, eles se reuniram com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e pressionaram pela concessão de um auxílio para compensar a queda de receitas.

De acordo com os governadores, o objetivo é que os 14 estados soltem uma nota conjunta na próxima semana para alertar o governo federal. Caso a ajuda não seja concedida, eles pretendem decretar o estado de calamidade financeira, como o Rio de Janeiro fez em junho. Do Nordeste, apenas Ceará e Maranhão não tomariam a medida.

Pela proposta apresentada hoje, os governadores pediram a antecipação de R$ 7 bilhões de recursos da repatriação (pagamento de tributos sobre recursos mantidos no exterior) que entrarão nos cofres federais até o fim de outubro. Originalmente, os estados propunham que a ajuda fosse equivalente à queda total de R$ 14 bilhões nos repasses da União ao Fundo de Participação dos Estados em 2016 em relação ao ano passado.

Além dos governadores do Norte e do Nordeste, governadores do Centro-Oeste e do Paraná pediram o pagamento de R$ 1,9 bilhão que o governo federal deve ao fundo que garante a reposição das perdas tributárias da Lei Kandir, que isenta as exportações de produtos agropecuários de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Todos os anos, os estados precisam negociar com a União o pagamento da compensação.

O encontro reuniu governadores do Distrito Federal e de 16 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins. Segundo o governador do Piauí, Wellington Dias, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, compareceu à reunião em solidariedade aos estados do Norte e do Nordeste. Em junho, o estado recebeu ajuda financeira de R$ 2,9 bilhões da União após decretar estado de calamidade financeira.

De acordo com Dias, o governo federal está em débito com os governos do Norte e do Nordeste, que, mesmo com baixo nível de endividamento, entraram no acordo para renegociar a dívida dos estados com a União. “A economia do meu estado está crescendo. A receita com ICMS [do Piauí] está aumentando, o que está caindo são as transferências do Fundo de Participação dos Estados [repasses da União]. O dinheiro que falta ameaça a saúde pública, a manutenção das cadeias. A ajuda federal precisa ser imediata”, disse.

Segundo o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, Meirelles informou que, no momento, a União não tem condições de conceder o auxílio aos estados. De acordo com ele, o ministro informou que a equipe econômica precisa conhecer o montante que entrará com a repatriação para ver se conseguirá cumprir a meta de déficit primário – resultado negativo sem considerar os juros da dívida pública – de R$ 170,5 bilhões para 2016.

“O problema todo é que, neste país, quem fez o dever de casa, se endividou menos, cortou gastos, diante de uma crise de três anos em que o PIB [Produto Interno Bruto] caiu 7%, a maior depressão econômica que esse país já viu, se vê hoje na condição de que todo trabalho feito corre o risco de ser perdido por falta de um auxílio que se faz necessário”, advertiu Coutinho.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Polícia Militar desarticula fábrica clandestina de armas e apreende arsenal em Itabaiana

Armas apreendidas
Armas apreendidas
Armas apreendidas

A Polícia Militar desarticulou, na segunda-feira (12), uma fábrica clandestina de armas de fogo que funcionava na cidade de Itabaiana, distante 90 km de João Pessoa. No local, foram apreendidas 11 espingardas de quatro calibres diferentes. Um homem de 63 anos, que seria responsável pela fábrica, foi preso em flagrante.

De acordo com o comandante do 8º Batalhão da PM, major Oscar Beutenmuller, no local eram fabricadas armas e também consertadas. “Não temos informações de quem buscava esse serviço no local, mas a desarticulação da fábrica foi fundamental para tirar esse arsenal de circulação e coibir essa prática, que tem crime previsto no próprio estatuto do desarmamento”, disse.

A fábrica foi fechada depois que policiais do Núcleo de Inteligência do 8º Batalhão receberam informações sobre o local e indicaram para os policiais da Rádio Patrulha. As armas e o suspeito foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, em Itabaiana.

Polícia apreende drogas com trio suspeito de tráfico na cidade de Lucena

Policiais do 7º Batalhão apreenderam 300 trouxas de maconha e 197 pedras de crack durante uma ação, na tarde de segunda-feira (12), na cidade de Lucena, Litoral Norte da Paraíba. A apreensão aconteceu depois que a PM recebeu uma denúncia anônima informando de que um grupo estava em uma casa, no bairro 13, comercializando drogas.

Na residência, os policiais prenderam dois homens de 19 anos cada e outro de 20 anos – todos eles moradores do bairro onde foram flagrados com as drogas. O entorpecente estava embalado pronto para a venda e a PM ainda apreendeu dinheiro trocado no local.

O trio foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil, em Lucena.

Helicóptero Acauã atua em 450 ocorrências de combate ao crime e resgate de vítimas na Paraíba

Grupo Tático Aéreo - GTA
Grupo Tático Aéreo – GTA

Em operação desde outubro de 2014, o helicóptero Acauã, adquirido pelo Governo da Paraíba, reforça as ações de segurança pública do Estado. Em menos de dois anos de atividades, o Grupo Tático Aéreo (GTA) registra, neste mês de setembro, um total de 450 ocorrências e cerca de 1.000 horas de voo.

De acordo com o comandante de Operações Aéreas do GTA, capitão PM Rodrigo Cavalcanti da Silva, até agora já foram realizadas 410 ocorrências de apoio policial; 40 resgates e transportes médicos; com destaque para apreensão de armas de fogo, drogas e veículos roubados. “Houve ainda salvamento no mar e localização de embarcação naufragada. Atualmente, a equipe do Grupo Tático Aéreo tem 33 componentes entre oficiais e praças”, destaca o capitão Rodrigo.

O helicóptero Acauã, o primeiro adquirido em toda a história da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social da Paraíba, auxilia na busca de criminosos, realiza resgates de vítimas, faz patrulhamento. “Sua missão principal é dar apoio às operações da Polícia Militar, Polícia Civil e ao Corpo de Bombeiros. A aeronave tem capacidade de transportar sete pessoas e carga externa de até uma tonelada”, completou o capitão.

Ascom

Temer anuncia concessões de aeroportos, rodovias, ferrovias e campos de petróleo

Brasília - O presidente Michel Temer preside reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no Palácio do Planalto. Participam do encontro ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e o secretário-executivo do Conselho, Moreira FrancoAntonio Cruz/ Agência Brasil
Brasília - O presidente Michel Temer preside reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no Palácio do Planalto. Participam do encontro ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e o secretário-executivo do Conselho, Moreira FrancoAntonio Cruz/ Agência Brasil
Brasília – O presidente Michel Temer preside reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no Palácio do Planalto. Participam do encontro ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e o secretário-executivo do Conselho, Moreira FrancoAntonio Cruz/ Agência Brasil

O governo federal divulgou hoje (13) a lista dos primeiros projetos que serão concedidos à iniciativa privada, por meio do programa Crescer. Os integrantes do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) estão reunidos neste momento, no Palácio do Planalto, para definir as prioridades de concessões na área de infraestrutura, mudanças regulatórias e venda de ativos.

Os primeiros projetos a sair do papel deverão ser as concessões dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza, que terão edital publicado no quarto trimestre deste ano e leilão no primeiro trimestre do ano que vem. Também está previsto para este ano o edital para a concessão dos terminais de combustíveis de Santarém (PA) e do terminal de trigo do Rio de Janeiro.

Já para o ano que vem, devem ser lançados os editais de cinco trechos rodoviários, entre eles as BRs 364 e 365, entre Goiás e Minas Gerais; as BRs-101, 116, 290 e 386, no Rio Grande do Sul. Também estão na lista de concessões para o ano que vem a ferrovia Norte-Sul, que passará por São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Tocantins, a chamada Ferrogrão, que integrará o Mato Grosso e o Pará e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Baia.

Ainda neste ano deve ser lançado o edital da quarta rodada de licitações de campos marginais de petróleo e gás natural, sob o regime de concessão. No ano que vem está prevista a 14ª rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás natural sob o regime de concessão e a segunda rodada de licitações sob o regime de partilha de produção, todos para o ano que vem.

Na área de energia, também está prevista a venda de ativos da Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais, e a privatização da Amazonas Distribuidora de Energia, da Boa Vista Energia, da Companhia de Eletricidade do Acre, da Companhia Energética de Alagoas, da Companhia Energética do Piauí e das Centrais. Elétricas de Rondônia.

Projeto Crescer

O governo estabeleceu algumas mudanças para a concessão de projetos à iniciativa privada. A partir de agora, os editais de concessão só serão lançados depois de passar pelo debate público e obter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU).

Outra mudança é que os editais serão publicados em português e inglês, para atrair investidores estrangeiros. O prazo mínimo do edital vai aumentar para cem dias, para permitir que um número maior de investidores se prepare para participar das concessões.

Segundo o governo, o projeto Crescer tem como objetivo oferecer à iniciativa privada projetos técnica e economicamente factíveis, elaborados para melhorar a qualidade do serviço prestado. Também é objetivo do programa a geração de empregos e a retomada do crescimento econômico.

O Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos é composto pelo presidente Michel Temer; pelo secretário-executivo do PPI, Moreira Franco; pelos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha; do Planejamento, Dyogo Oliveira; da Fazenda, Henrique Meirelles; dos Transportes, Maurício Quintela; de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho; do Meio Ambiente, José Sarney Filho; e pelos presidentes da Caixa, Gilberto Occhi; do Banco do Brasil, Paulo Cafarelli; e do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques.

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

Ministério da Justiça autoriza atuação da Força Nacional no Rio Grande do Norte

Força Nacional. Arquivo/Agência Brasil
Força Nacional. Arquivo/Agência Brasil
Força Nacional. Arquivo/Agência Brasil

Portaria do Ministério da Justiça autoriza o emprego da Força Nacional pelo prazo de 60 dias em ações de segurança no Rio Grande do Norte, com o objetivo de combater a onda de violência que tem sido registrada no estado. Em uma primeira etapa, mais de 100 policiais estarão à disposição das autoridades locais. Parte deles chegou ontem (12) a Natal e o restante chegará ainda hoje.

A autorização para o emprego da Força Nacional foi dada atendendo a pedido do governador do estado, Robinson de Faria. Por meio dela, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte terá o apoio da Força Nacional para implementar ações de policiamento ostensivas. Está prevista, inclusive, a permissão de acesso aos sistemas de informação, inteligência, disque denúncia e ocorrências.

Desde o final de julho uma série de ataques a ônibus e prédios públicos ocorreram em cidades do interior e na região metropolitana de Natal. Esses ataques começaram após a instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária Estadual de Parnamirim.

Wellington Roberto (PR) é o único deputado da Paraíba a votar a favor de Cunha

Wellington Roberto foi o único deputado paraibano a favor de Cunha
Wellington Roberto foi o único deputado paraibano a favor de Cunha
Wellington Roberto foi o único deputado paraibano a favor de Cunha

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) contou com apenas dez votos ao seu favor na sessão que julgou seu mandato na noite desta segunda-feira (13). Entre os seus pouco apoiadores, um paraibano: Wellington Roberto (PR). Cunha era acusado de quebra de decoro parlamentar ao mentir durante depoimento espontâneo à CPI da Petrobrás. O parlamentar foi cassado por 450 votos.

A bancada paraibana votou praticamente fechada pela cassação, incluindo o deputado Manoel Júnior (PMDB), que contrariou as expectativas em torno de sua posição. Hugo Motta (PMDB) foi o único a não comparecer.

Wellington Roberto ainda tentou manobra no Supremo Tribunal Federal para salvar os direitos políticos de Cunha. Ele pediu autorização ao STF para que os deputados pudessem apresentar emendas a um projeto de resolução. Esse artifício possibilitaria a hipótese de preservação dos direitos políticos, tal qual ocorreu no Senado com a presidente afastada Dilma Rousseff.

A sessão que cassou Eduardo Cunha começou por volta das 19h. Houve intenso debate entre parlamentares. Carlos Marum (PMDB) fez várias intervenções na tentativa de defender Cunha. Sem sucesso.

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