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STF discute hoje se Estado deve garantir remédios de alto custo

Análise de pensões vitalícias para ex-governadores é retomada no STF

Pacientes com doenças graves e raras fizeram uma vigília em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, na noite desta terça-feira (27) para pedir que a Suprema Corte obrigue o Estado a fornecer medicações de alto custo gratuitamente não previstos na política de assistência do Sistema Único de Saúde. A análise ocorre nesta quarta. Dos dez medicamentos mais usados por pessoas nesta situação, seis não na lista do SUS.

Os manifestantes vestiam camisetas pretas e gritavam que as “vidas [deles] não têm preço”. Eles acenderam velas e penduraram faixas e um mural na grade que limita o acesso ao prédio da Suprema Corte. Duas macas foram colocadas no espaço, e participantes se deitaram sobre o equipamento para simular a longa espera pela decisão.

“Nós só queremos viver e pedimos a cada ministro que olhe por nós e que se coloque no lugar de cada um de nós aqui, das famílias dos pacientes. E que votem a favor das pessoas com doenças raras e graves, a favor das pessoas que necessitam do medicamento para viver. Nós só queremos isso”, afirma o estudante Patrick Teixeira Dornelles Pires, de 19 anos.

Até agosto, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal investiu R$ 4 milhões para custear os remédios obtidos por meio de decisões judiciais. A Associação de Familiares e Amigos de Portadores de Doenças Graves estima que existam 13 milhões de pacientes com doenças raras no Brasil.

“Muitos medicamentos ainda não contam com registro na Anvisa, porque é muito burocrático. E são trâmites que levam anos, muitas vezes, e os pacientes não podem esperar, sob pena muitas vezes de ter que pagar com a própria vida”, diz a presidente da entidade, Maria Cecília Oliveira.

Até julho deste ano, o Ministério da Saúde já cumpriu 16,3 mil ações que tratam do fornecimento de medicamentos. De 2010 a 2015, houve aumento de 727% nos gastos referentes à judicialização dos medicamentos. Segundo o ministro Ricardo Barros, decisões judiciais em saúde custam R$ 7 bilhões para o Brasil.

No dia 15 de setembro, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, votou favoravelmente ao fornecimento, pelo poder público, de medicamentos não previstos na política de assistência do SUS. No entanto, ele votou contra o fornecimento de remédios ainda não registrados na Anvisa.

Em todo o país, grupos de pacientes e apoiadores da causa fizeram manifestações no último domingo (25). Na internet, mensagens de protesto foram reunidas na hashtag “#STFMinhaVidaNãoTemPreço”.

Sessão no STF

A sessão no supremo discute a responsabilidade dos 26 estados e do Distrito Federal de prestar assistência no fornecimento de medicamentos de alto custo para pacientes de doenças raras e graves. O recurso extraordinário que deu origem à discussão no Supremo foi interposto pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

O tribunal do estado nordestino determinou o fornecimento de medicamento de alto custo e o “financiamento solidário” de 50% do valor pela União para uma paciente potiguar que tinha hipertensão pulmonar e dependia de um remédio que não estava na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS.

O Estado alega ao STF os recursos do estado seriam o limite para a concessão de medicamentos; que o direito à saúde se mostraria como direito social, que deve ser apartado dos direitos fundamentais por depender de concessão particularizada do legislador infraconstitucional, dependendo de reserva orçamentária; e que no caso do medicamento requerido não estar previsto na relação do Programa de Dispensação de Medicamentos em Caráter Excepcional, o ônus recairia unicamente sobre o ente da federação demandado, entre outros argumentos.

Do G1

Governo do Estado entrega posto de polícia com academia solidária na cidade de Mamanguape

O Governo do Estado entregou à população de Mamanguape um posto de polícia para reforçar a segurança na entrada da cidade, com circuito de câmeras de vídeo monitoramento que vão acompanhar e gravar toda a movimentação de veículos e pessoas que passam pelo local com destino às cidades de Mamanguape, Itapororoca e do Estado do Rio Grande do Norte para a Paraíba (ida e volta). A solenidade de entrega aconteceu na tarde da última segunda-feira (26) e contou com a participação dos moradores das cidades da região.

O espaço, além de segurança, oferece também à população uma academia solidária com equipamentos para a prática de atividades físicas e uma área de convivência, transformando o local em um posto policial cidadão, que terá diariamente um PM formado em educação física para auxiliar nos exercícios físicos, principalmente para os idosos.

O Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, disse que o equipamento é fundamental para gerar mais proximidade com o cidadão. “Aqui é uma construção feita com várias mãos e dedicada a cada morador desta região, que terá esse espaço para desenvolver a proximidade e a relação de confiança com a nossa Polícia Militar, o que é fundamental”, disse.

Para o Secretário de Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, o posto policial é um reforço estratégico da segurança para a região. “Aqui é uma inovação que traz mais segurança e o Estado ocupa um ponto estratégico na cidade, pois a população reclamava muito da escuridão e presença de usuários de drogas neste local, então agora, com a presença maior da polícia, os estudantes e trabalhadores terão mais segurança na ida e volta aos seus destinos”, comentou.

TRE-PB disponibilizará 112 pontos de transmissão dos resultados

Para as Eleições 2016, o TRE da Paraíba instalará 112 pontos de transmissão dos arquivos de resultados das urnas eletrônicas em aproximadamente 99 municípios, observando logística desenvolvida pela Secretaria de Tecnologia da Informação, que considerou os locais de difícil acesso.

A instalação dos pontos será feita em sua maioria nos fóruns das comarcas da Justiça Comum, concretizando a parceria firmada entre o TRE-PB e o TJ-PB. A transmissão se dará via internet.

Para a implantação dos pontos de transmissão são necessários os mesmos procedimentos de segurança dos cartórios eleitorais, com a montagem de uma estrutura computacional parecida – que inclui, entre outros itens, equipamentos com sistemas de segurança da Justiça Eleitoral.

Confira a lista de locais em que serão instalados os pontos de transmissão remota, acessando o endereço: http://migre.me/v5Pc5

Portaria da Justiça Eleitoral proíbe cores de partidos e limita acesso aos locais de votação

A Justiça Eleitoral publicou hoje (28) uma Portaria para disciplinar a conduta dos candidatos das Eleições 2016, majoritária e proporcional, visando manter a tranquilidade e evitar o desrespeito às regras eleitorais. O texto prevê, entre outras coisas, que o uso de cores por parte das equipes de campanha nos locais de votação está proibido, assim como mais de cinco pessoas por candidato na hora do voto.

A Portaria é assinada pelos juízes eleitorais da 01ª, 64ª, 70ª, 76ª e 77ª Zonas Eleitorais, em João Pessoa, e destaca o respeito ao livre exercício do voto e da cidadania, garantindo a participação do eleitor no processo de escolha dos seus representantes nos cargos eletivos, evitando tumulto na hora do pleito.

Segundo o documento, cada partido político ou coligação poderá nomear dois delegados para cada município e dois fiscais para cada mesa receptora de votos, atuando um de cada vez, mantendo-se a ordem no local de votação. Além do candidato votante, fiscais e delegados de partidos ou coligações, apenas poderão entrar no recinto da mesa receptora de votos os candidatos e detentores de cargos eletivos, sendo o número máximo de cinco por vez, com a finalidade de resguardar e preservar a ordem no local onde a eleição está sendo realizada.

Em outro trecho da Portaria, os juízes ressaltam que os fiscais apenas poderão usar o nome e a sigla do partido ou coligação a que sirvam nos crachás, sendo vedada a padronização do vestuário e outros acessórios nas cores das legendas. O mesmo se aplica as pastas, cordão dos crachás, bonés, botons e outros objetos ou vestimentas que venham identificar o grupo político do qual o fiscal faz parte.

Por Thais Cirino, do Blog do Gordinho 

Mudanças na ‘Liberta’ faz CBF repensar formato da Copa do Brasil

© Reuters / Paulo Whitaker
© Reuters / Paulo Whitaker
© Reuters / Paulo Whitaker

A Copa do Brasil pode passar por mudanças caso a Conmbeol aprove as mudanças propostas para a Libertadores de 2017. A Confederação Brasileira de Futebol cogita reduzir o número de datas da competição nacional devido ao possível inchaço da Liberta.

De acordo com a Folha de S.Paulo, a Conmbeol quer “potencializar a qualidade do futebol sul-americano e impulsionar o desempenho esportivo”. E pensando nessa linha, sugeriu a competição continental acontecendo entre fevereiro e novembro, com a participação de 42 equipes. Hoje são 38 times que disputam.

Essas e outras mudanças no calendário sul-americano devem ser aprovadas pelo Conselho da Conmebol, o que deve acontecer em outubro.

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, garantiu que o calendário do Brasil não será afetado. “Amigos do Brasil: Novo calendário da Libertadores e da Sul-Americana é compatível com o do futebol brasileiro”, disse ele através do Twitter.

Leia também: Libertadores será disputada de fevereiro a novembro

Belo vende 8 mil ingressos em dois dias e Almeidão deve lotar na sexta

Torcida vem lotando pontos de venda de ingressos
Torcida vem lotando pontos de venda de ingressos
Torcida vem lotando pontos de venda de ingressos

Em pouco menos de dois dias de venda de ingressos para o jogo entre Botafogo-PB x Boa Esporte-MG, cerca de 8 mil ingressos já foram vendidos. Os números foram divulgados na noite desta terça-feira (27) na página oficial do Botafogo-PB no Facebook. A expectativa é de Almeidão lotado com mais de 20 mil botafoguenses na primeira partida das quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro.

Os ingressos estão sendo comercializados aos preços de R$ 15, arquibancada sol; R$ 30, arquibancada sombra; e R$ 80 nas cadeiras. As vendas estão acontecendo nas lojas oficiais do clube, nos bairros de Tambaú e Mangabeira.

Ainda segundo a página oficial do Belo no Facebook, a partir das 13h desta quarta-feira (28), um novo ponto de venda de ingressos vai ser aberto na Federação Paraibana de Futebol (FPF), que fica na Rua Deputado Odon Bezerra, no bairro de Tambiá, área central da Capital.

Do Portal Correio

Greve dos bancários já dura 23 dias, a maior desde 2004

© Brayan Martins/ PMPA
©  Brayan Martins/ PMPA
© Brayan Martins/ PMPA

A greve dos bancários, que entrou hoje (28) em seu 23º dia, já é a terceira mais longa desde 2004, quando a paralisação chegou a 30 dias. Em 2013, a segunda maior do período, a greve teve 24 dias. Ontem, após reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), o Comando Nacional dos Bancários disse que os representantes dos bancos sinalizaram com um novo modelo de acordo, que passará a ter validade de dois anos, em vez de um, como ocorreu nos últimos anos.

“O acordo de dois anos pode ser uma boa alternativa, desde que traga ganho para os bancários”, disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. Em nota, a Fenaban disse que a negociação continuará hoje. Segundo os bancários, uma reunião está marcada para as 15h.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários acrescidos de R$ 8.317,90; piso no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24), e vales alimentação, refeição, e auxílio-creche no valor do salário mínimo nacional (R$ 880). Também é pedido décimo quarto salário, fim das metas abusivas e do assédio moral.

Atualmente, os bancários recebem um piso de R$ 1.976,10 (R$ 2.669,45 no caso dos funcionários que trabalham no caixa ou tesouraria). A regra básica da participação nos lucros e resultados é 90% do salário acrescido de R$ 2.021,79 e parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido linearmente entre os trabalhadores, podendo chegar a até R$ 4. 043,58. O auxílio-refeição é de R$ 29,64 por dia.

A proposta dos bancos, apresentada no último dia 9, foi de um reajuste de 7% para os salários e benefícios, somado a um abono de R$ 3.300 a ser pago em até dez dias após a assinatura do acordo. O reajuste seria aplicado também no PLR.

“A proposta apresentada traduz o esforço dos bancos por uma negociação rápida e equilibrada, capaz de atender às demandas por correção salarial e outros itens da Convenção Coletiva, com um modelo ajustado à atual conjuntura econômica”, disse em nota, na noite de ontem, a Fenaban.

Um balanço feito no fim do dia de ontem pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região informa que 913 locais de trabalho, sendo dez centros administrativos e 903 agências fecharam nesta terça-feira (27) na base do sindicato, com mais de 32 mil trabalhadores aderindo à greve.

Com informações do Agência Brasil

Passageiros têm mal-estar em trem e são levados para hospital em Tóquio

Polícia investiga o caso, mas não divulgou detalhes
Polícia investiga o caso, mas não divulgou detalhes
Polícia investiga o caso, mas não divulgou detalhes

Seis passageiros sofreram um mal-estar provocado por um odor similar ao de um solvente em um trem nas proximidades dos subúrbios de Tóquio e foram hospitalizadas nesta quarta-feira (28). A polícia investiga o caso.

A polícia confirmou à AFP que um incidente foi registrado na estação Takadanobaba, mas não revelou detalhes. Imagens exibidas por canais de televisão mostraram policiais, equipes de emergência e ambulâncias no local.

O incidente aconteceu no fim da tarde e provocou temores na cidade, marcada pelo ataque letal com gás sarin de 1995. O atentado matou 13 pessoas e provocou diversos tipos de doenças, algumas irreversíveis, em 6.300 vítimas. 

Da France Presse

Idosa é queimada viva por bruxaria no Peru

Habitantes de uma vila indígena no Perú queimaram viva uma senhora idosa por acusação de bruxaria, informou na terça-feira (27) a procuradoria peruana.

De acordo com o portal El Nuevo Dia, um dos habitantes da vila gravou o momento do assassinato em vídeo num celular. As imagens, analisadas pelas autoridades, mostram como a senhora de mãos atadas é colocada sobre um monte de galhos, molhada com gasolina e incendiada com um fósforo.

O crime bárbaro foi cometido numa localidade de difícil acesso, sem conexão telefônica, ficando a cerca 10 horas de viagem do povoado médio mais próximo. Isso explica que o crime, cometido em 20 de setembro, tenha vindo a público somente agora.

Com isso, a polícia só pôde chegar ao vilarejo dias após o assassinato. Os restos mortais da senhora foram identificados no local. Os agentes acreditam, no entanto, que o corpo da mulher continuou sendo queimado ao longo de três de dias, mesmo após a sua morte.

O crime foi cometido por suspeitas de que a senhora de 73 anos de idade estaria jogando praga de doença em seus vizinhos. Antes ser assassinada, ela teria sido julgada por um tribunal popular formado por cerca de 40 habitantes da vila, o crime chegou a ser registrado numa publicação do vilarejo (Sputnik Brasil).

Reforma educacional pode aumentar divisão entre ricos e pobres

© Pixabay
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A proposta de reforma do ensino médio continua gerando uma grande polêmica desde que foi anunciada pelo governo na última quinta-feira, 21. Pouco mais de 24 horas depois que o Senado colocou o tema em consulta pública na internet, foram mais de 42 mil pessoas se posicionando, 40.198 contrários à mudança e apenas 1.784 favoráveis.

Um dos pontos mais discutidos da proposta é a retirada de educação física, artes, sociologia e filosofia da grade de ensino obrigatória. A medida provisória propõe flexibilização do  currículo, com 50% da carga horária — que vai ser aumentada para sete horas com adoção facultativa por parte das escolas — dedicada ao conteúdo determinado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ainda em discussão no ministério. Nos outros 50% do tempo, o aluno poderá escolher entre outros “itinerários formativos” com ênfase em cinco áreas de conhecimento: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

Para garantir que escolas aceitem aderir à carga diária de sete horas, o governo vai oferecer financiamento de R$ 1,5 bilhão para que os governos estaduais ampliando o número de alunos estudando em suas redes em tempo integral. A meta é alcançar 500 mil estudantes em dois anos, tendo 25% do ensino médio em tempo integral até 2024.  As propostas, contudo, têm sido duramente criticadas por educadores. A coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro, Marta Moraes, afirma que os profissionais de educação no Estado do Rio e no Brasil inteiro estão insatisfeitos e indignados com essa reforma.  

“Primeiro pela maneira como está sendo feita, e o resultado do Senado mostra a impopularidade dessa medida, porque não ouviu os principais interessados: os profissionais de educação e a comunidade escolar. Parece que é tirar da cartola algo novo, mas que é um retrocesso. O governo fala em aumentar a carga horária para sete horas, num momento em que os estado estão falidos por malversação de verbas ou por qual razão for. É o tipo de medida que não se diz como vai ser feita, de onde virá o dinheiro.”  

Uma das principais críticas da coordenadora é a forma pela qual as mudanças estão sendo formuladas, e também a retirada de matérias que ela considera vitais para a formação do aluno. 

 

Primeiro eles falaram na extinção dessas disciplinas, mas como a reação foi muito grande aí o discurso já mudou. Queremos ver esse documento e, mais que tudo, queremos ter acesso a essa discussão. Defendemos uma formação geral para nossos alunos, uma verdadeira formação que garanta o saber e não uma formação para mercado, para aqueles que têm condições financeiras e para aqueles que não têm, uma formação que divida pobres e ricos.”  

Segundo Marta, a reforma vai aprofundar divisões nas classes sociais. “Uma coisa que a gente pergunta nesse tipo de medida: na escola em que o filho do ministro estuda, na escola em que o filho do presidente estuda essa formação é assim separada? É essa formação preparando para o mercado. Uma formação que não amplia o horizonte desse aluno? Queremos fazer essa debate com a sociedade e dizer não a essa medida provisória, que é mais uma medida impopular desse governo. Os profissionais de educação não vão aceitar”, diz a coordenadora (Sputnik Brasil) 

LEIA TAMBÉM: TSE permite candidatura sem teste de alfabetização

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