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quarta-feira, 14 outubro 2026
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Estados preveem dificuldades para pagar 13º salário de servidores

Pelo menos sete Estados brasileiros preveem dificuldades para pagar o 13º e o restante dos salários de servidores públicos até o fim do ano, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo publicadas neste domingo (9).

De acordo com a publicação, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima reconhecem que não há definição de como e quando o 13.º será depositado na conta de 2 milhões de servidores.

Alguns deles não conseguirão fazer o pagamento mesmo com a ajuda esperada do governo federal. Além do socorro do Tesouro, eles contam com a recuperação, mesmo que mínima, da economia – o que contribuiria para o aumento da arrecadação.

Pai e filho são assassinados a tiros em Sapé

Crime aconteceu na noite dessa sábado
Crime aconteceu na noite dessa sábado
Crime aconteceu na noite dessa sábado

Dois homens foram assassinados a tiros, na noite desse sábado (8), em um bairro do município de Sapé, Zona da Mata paraibana, a 65 km de João Pessoa. As vítimas eram pai e filho e estavam dentro de um carro no momento do crime.

De acordo com a Polícia Militar, o crime foi cometido por dois homens armados em uma moto, que estacionaram o veículo ao lado do carro onde as vítimas estavam e mandaram pai e filho descerem.

Ainda segundo a PM, o pai teria pedido para que o filho não fosse morto, mas um dos bandidos efetuou diversos disparos de pistola, que atingiram as vítimas. Ferido, o filho morreu no local. A outra vítima chegou a ser socorrida com vida, mas morreu ao dar entrada em um hospital da região.

A PM informou que os bandidos conseguiram fugir e as motivações do crime eram desconhecidas.

Do Portal Correio 

PEC do teto de gastos pode inibir aumento real do salário mínimo

A proposta de emenda constitucional (PEC) do teto de gastos públicos prevê que o salário mínimo – que serve de referência para mais de 48 milhões de pessoas no Brasil – deixará de ter aumento real, ou seja, acima da inflação, se o limite de despesas fixado pelo governo for superado.

Esse possibilidade consta do parecer do relator da PEC, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), já aprovado na comissão especial sobre o assunto.

Esse veto ao aumento real (acima da inflação) permaneceria até que as despesas retornassem aos limites previstos “não se restringindo apenas ao ano subsequente ao descumprimento do teto”, segundo o texto.

Para entrar em vigor, a proposta ainda precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado Federal, em duas votações em cada casa.

Se aprovado, o teto de gastos valerá por 20 anos, ou seja, até 2036. Com isso, o aumento real do salário mínimo só poderá ocorrer nesse período se o limite de despesas do governo não for superado.

Projeto da equipe econômica da ex-presidente Dilma Rousseff também previa que o reajuste real do mínimo poderia ser vetado no futuro, mas somente em último caso. Antes disso, de acordo com a proposta, uma série de gatilhos seria acionada, e o veto ao aumento do mínimo acima da inflação seria o último passo para tentar trazer as despesas de volta ao limite anual.

Formato atual de correção

Pelo formato atual, que vale até 2019, o salário mínimo tem seu reajuste atrelado à variação da inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

No início deste ano, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) avaliou que essa “política de valorização do salário mínimo”, que teve início em 2007, é reconhecida como um dos fatores mais importantes para o “aumento da renda da população mais pobre e marca o sucesso de uma luta que promoveu um grande acordo salarial na história do país”.

“A política estabelece, ao mesmo tempo, uma regra permanente e previsível, promovendo a recuperação gradativa e diferida no tempo, com referência, para os aumentos reais, no crescimento da economia. Ou seja, condiciona a valorização do salário mínimo à ‘produtividade social'”, informou.

Queda do PIB tem freado alta real

Por esse formato, o governo não é obrigado a dar um reajuste real, ou seja, acima da inflação, se o PIB de dois anos antes registrar contração.

Neste ano, houve uma alta real muito pequena (+0,36%) do salário mínimo porque o crescimento da economia de 2014 – que serviu de base para a correção de 2016 – foi marginal, de 0,1%.

Em 2017, o governo não precisará dar aumento acima da inflação para o mínimo, uma vez que o PIB de 2015 registrou a maior contração em 25 anos, de 3,8%.

Para o próximo ano, o governo já enviou sua proposta para que o salário mínimo cubra somente a inflação, sendo corrigido dos atuais R$ 880 para R$ 945,80 a partir de janeiro de 2017, com pagamento em fevereiro do próximo ano.

Em 2018, pelo formato atual de correção, o salário mínimo também não precisará ter aumento acima da inflação, uma vez que, para esse ano, a estimativa do mercado financeiro, do Banco Central e do governo é de que a economia tenha um novo tombo, desta vez superior a 3%.

Aumento acima da inflação só em 2019

Em 2019, último ano do atual formato de correção – pois a lei vale somente até esse ano – a regra exigiria que o salário mínimo voltasse a ter um aumento real, isto é, acima da inflação.

Isso porque, para o ano que vem, tanto o governo federal quanto o mercado financeiro estimam crescimento da economia. O governo vê uma alta de 1,6% no Produto Interno Bruto do ano que vem, e o mercado estima um crescimento ao redor de 1,3%.

A atual equipe econômica ainda não informou se pretende manter o atual formato de correção do salário mínimo para o ano de 2020 em diante. Como a regra em vigor vale até 2019, o governo tem até 2018 para decidir o que fará sobre o assunto.

Nesse caso, se a PEC do teto de gastos passar no Congresso, a alta do salário mínimo acima da inflação em 2019 acontecerá somente se as despesas estiverem dentro do limite proposto pelo governo.

O teto, se implementado, vale até 2036, podendo o limite de correção das despesas ser alterado de 2025 em diante pelo presidente da República que estiver no poder nesse período.

Histórico do salário mínimo

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese), desde 1998 os reajustes autorizados vêm garantindo aumento real no salário mínimo.

A última vez que a correção ficou abaixo do INPC foi em 1997, quando foi registrada perda real de 0,98%, segundo o Dieese. Estudo do Dieese mostra que, de 2002 a 2016, o salário mínimo aumentou 77,18% acima da inflação, passando de R$ 200 para R$ 880.

Ainda segundo cálculos do Dieese, o salário mínimo necessário para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 4.013,08 em setembro deste ano.

Concursos

A PEC também estabelece que não poderão ser realizados concursos para contratação de servidores públicos, salvo exceções, se o limite de despesas for superado.

Além disso, o texto também proíbe que sejam concedidos reajustes salariais para servidores na mesma hipótese.

Se o teto de gastos for descumprido, diz o texto do projeto do governo, relatado pelo deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) que será “vedada a concessão, a qualquer título, de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração” de integrantes de Poder ou órgão (valendo não somente para o Poder Executivo) e de servidores públicos “exceto os derivados de sentença judicial transitada em julgado ou de determinação legal decorrente de atos anteriores à entrada em vigor da Emenda Constitucional que instituiu o Novo Regime Fiscal”.

Em relação aos concursos públicos, se o limite de gastos for extrapolado, o projeto prevê que serão vetados: criação de cargos, empregos ou funções que impliquem aumento de despesa; alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa; admissão ou à contratação de pessoal, a qualquer título.

No trecho que trata da admissão e contratação de pessoal, o texto da PEC permite reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos e a realização de concurso público.

Além disso, também ficam estabelecidas outras restrições para o Poder Executivo. A despesa nominal com subsídios e subvenções econômicas, por exemplo, não poderá superar aquela realizada no exercício anterior; e o incentivo ou benefício tributário do qual decorra renúncia fiscal (com a qual o governo perca arrecadação) não poderá ser concedido ou ampliado.

Por Alexandro Martello, do G1, em Brasília

Forças de Bangladesh matam 11 suspeitos de ataque a restaurante

© REUTERS/Adnan Abidi
© REUTERS/Adnan Abidi
© REUTERS/Adnan Abidi

Forças de segurança de Bangladesh mataram ao menos 11 membros de um grupo islâmico, neste sábado (8), suspeitos de envolvimento com o ataque a um restaurante em Dacca que causou a morte de 22 pessoas, em julho, a maioria estrangeiros.

Os 11 militantes, que acredita-se serem membros do Jamaat-ul-Mujahideen Bangladesh, foram mortos em três ataques a esconderijos na periferia da capital.

Sete deles foram mortos no ataque a um esconderijo depois que a polícia foi informada de que o chefe do grupo estava lá. “Pedimos para eles se renderem, mas eles abriram fogo contra os oficiais, o que os levou à retaliação”, disse o ministro Asaduzzaman Khan.

O ataque de primeiro de julho, reivindicado pelo Estado Islâmico, ocorreu em uma área diplomática de Dacca e foi um dos mais graves de Bangladesh, que tem sido local de vários assassinatos no último ano. O governo tem culpado militâncias locais, mas autoridades em segurança dizem que a escala e sofisticação do ataque de julho sugerem relação com um grupo islâmico transnacional.

A polícia já matou dezenas de militantes suspeitos pelo ataque em Dacca. Nove italianos, sete japoneses, um americano e um indiano estavam entre os mortos no restaurante.

Com informações da Folhapress

Líderes e lanternas se enfrentam em rodada do Brasileirão

Equipe do Palmeiras tenta manter vantagem na ponta
Equipe do Palmeiras tenta manter vantagem na ponta
Equipe do Palmeiras tenta manter vantagem na ponta

Neste sábado (8) e no domingo (9), a 29ª rodada do Campeonato Brasileiro é concluída com quatro partidas. Dentre estas, destacam-se os confrontos do domingo, quando o líder Palmeiras e o vice-líder Flamengo entram em campo para encarar, respectivamente, o lanterna América-MG e o vice-lanterna Santa Cruz.

Ainda neste sábado, o Cruzeiro, que luta contra a permanência na zona de rebaixamento e vem de vitória, recebe a Ponte Preta, que faz campanha razoável, mas vem de duas derrotas. 

No domingo, junto aos confrontos pelo topo e fim da tabela de classificação, também se enfrentam Figueirense e Botafogo. O Figueira também luta para sair da zona da degola, enquanto o Bota tenta se aproximar da turma que tenta vaga na Libertadores.

Do Portal Correio 

Projeto fixa em 15 dias prazo de pagamento do salário-maternidade

Senadores votaram projeto sobre corrupção nesta quarta-feira

Aguarda designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) proposta que determina o pagamento do salário-maternidade em no máximo 15 dias após o requerimento administrativo. O projeto de lei (PLS 296/2016) é do senador Telmário Mota (PDT-RR).

O parlamentar disse que a definição de um prazo é importante, pois a finalidade do benefício é substituir a renda que a contribuinte receberia se permanecesse no trabalho, durante o período da licença-maternidade. “A morosidade na concessão de benefícios previdenciários é histórica, caracterizando grave problema social, na medida em que a natureza alimentar da prestação previdenciária não admite o deferimento tardio do benefício”, argumenta o senador.

Atualmente o benefício é pago, de acordo com o Ministério da Previdência Social, até 28 dias antes do parto para a gestante que tem emprego ou outros tipos de seguros. Já para as gestantes desempregadas o salário maternidade é pago a partir do dia do parto.

O projeto será votado em caráter terminativo na CAS. Se aprovado e não houver recurso para votação do texto pelo Plenário, poderá seguir direto para a Câmara dos Deputados.

Da Agência Senado 

Fim de semana será de calor e temperaturas de até 36°C na PB

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) prevê sol com variação de nuvens para as regiões do Litoral, Agreste e Brejo, durante este sábado (8) e domingo (9), na Paraíba. As temperaturas devem ficar entre 19°C e 36°C.

Na faixa litorânea, a temperatura máxima deverá ficar em torno dos 30°C e a mínima, dos 25°C.

Para a região do Cariri-Curimataú, o tempo deve ser de predomínio de sol. O Alto Sertão e Sertão deve registrar sol com variação de nuvens.

Confira a temperatura para as demais regiões:

Agreste – máxima de 30° C e mínima de 20º C;
Brejo – máxima de 28º C e mínima de 19º C;
Cariri-Curimataú – máxima de 34º C e mínima de 19º C;
Alto Sertão – máxima de 36º C e mínima de 22º C;
Sertão – máxima de 36º C e mínima de 22º C.

Da Secom-PB

Agências da Caixa abrirão uma hora mais cedo segunda e terça-feira

Os clientes e correntistas da Caixa prejudicados pela greve de 31 dias dos bancários ganharão tempo extra para acertar as contas com o banco. As agências da instituição financeira nas cidades onde foi encerrada a greve abrirão uma hora mais cedo na segunda (10) e na terça-feira (11) para agilizar o atendimento.

Nas cidades onde os bancos abrem às 10h, os clientes serão atendidos a partir das 9h e, onde o atendimento começa às 11h, a abertura será às 10h.

Na manhã dessa sexta (7), bancários de todo o país retornaram ao trabalho, depois de mais de um mês parados. Em assembleia realizada nessa quinta (6), os trabalhadores da instituições privadas e do Banco do Brasil aceitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e encerraram a greve, que durou 31 dias.

O acordo, válido por dois anos, inédito, prevê 8% de reajuste no salário em 2016, mais abono de R$ 3,5 mil. No vale-alimentação o reajuste proposto é maior, de 15%. O vale-refeição e o auxílio-creche/babá serão reajustados em 10%. Para 2017, haverá a correção integral da inflação acumulada, mais 1% de aumento real nos salários e em todos os benefícios.

Os bancários também conseguiram o abono dos dias parados e o aumento da licença-paternidade de cinco para 20 dias. A licença, entretanto, vale a partir da definição do benefício fiscal pelo governo.

Apesar do acordo, bancários da Caixa Econômica Federal em capitais de sete estados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá e Bahia, e em algumas cidades mantiveram a paralisação nesta sexta até a realização de assembleias.

Da Agência Brasil 

Temer vai esvaziar atuação do MST em reforma agrária

© Reuters
© Reuters
© Reuters

O presidente Michel Temer prepara o lançamento de um programa de reforma agrária que vai interromper a distribuição de terras no País e esvaziar a atuação de movimentos sociais ligados ao PT na política fundiária. A proposta consiste em acelerar a emissão de títulos de domínio das propriedades e transferir às prefeituras a função de identificar assentados aptos a recebê-los.

A medida limita o poder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A organização seleciona as famílias a serem beneficiadas com lotes em novos assentamentos e também aponta aquelas que serão contempladas com o título de domínio. De posse do documento, assentados podem ter acesso a recursos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) ou vender a propriedade.

O programa deve ser lançado no dia 22 deste mês, em Mato Grosso, logo após o presidente voltar de viagem internacional pela Ásia. A meta de Temer é entregar 753.933 títulos até 2018. Segundo levantamento do atual governo, na gestão Fernando Henrique Cardoso foram expedidos 62.196 documentos entre 2000 e 2002. Em 13 anos de administrações petistas (Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff), foram 22.729 títulos entregues a assentados.

A estratégia do governo Temer é imprimir uma nova marca no programa de reforma agrária, diferentemente do que fez com o Bolsa Família, em que manteve o modelo criado pelo ex-presidente Lula.

Em meio ao ajuste fiscal, o Planalto, ao interromper a criação de novos assentamentos, justifica que a distribuição de terra realizada até agora precisa ser reorganizada e regularizada. Com isso, o governo pretende corrigir distorções apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que identificou até casos de servidores públicos beneficiados com lotes.

Reações

O modelo, porém, já provoca reação contrária de movimentos sociais. Militantes alegam que a concessão dos títulos de domínio das propriedades pode provocar uma nova concentração de terras, o que enfraqueceria os assentamentos já existentes. A reforma agrária dos governos anteriores tinha como principal objetivo distribuir terras, não priorizando a concessão dos títulos.

Para Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, o governo Temer segue uma pauta de privatização das terras. “Isso não é plano de reforma agrária, é plano de retrocesso à reforma agrária”, disse. Ele também afirmou não ver problema no método como o cadastro das famílias para a distribuição de terras foi realizado até hoje. “O problema é não querer fazer novas desapropriações.”

Patrus Ananias, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário de Dilma, diz que Temer está fazendo uma “operação de desmonte”, para atingir políticas sociais implementadas pelo PT. Apesar do argumento do ex-ministro, Dilma foi duramente criticada pelos movimentos sociais por ter diminuído o ritmo da reforma agrária no País. No ano passado, dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) mostraram que o ritmo de famílias assentadas pela ex-presidente foi o pior em 20 anos.

A pesquisadora Mirian Cláudia Simonetti destaca que o MST cumpre um papel importante dentro do Incra. “O MST organiza os assentamentos, as ocupações. Esse diálogo deve ser preservado”, disse a professora do Centro de Pesquisa de e Estudos Agrários e Ambientais da Unesp, em Marília (SP), ressaltando que há mais de 100 grupos de interesse em política agrária, não somente o MST, atuantes na defesa do direito à terra.

Mudança

O programa é a segunda mudança de impacto no setor agrário a ser promovida por Temer. Em maio, ele extinguiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário e transferiu a administração de cinco setores responsáveis pelas políticas de reforma agrária do governo federal para a Casa Civil, comandada pelo ministro Eliseu Padilha.

Do ESTADÃO Conteúdo

Marcelinho Paraíba negocia retorno ao Campinense

Marcelinho Paraíba
Marcelinho Paraíba
Marcelinho Paraíba

Revelado pelo clube e torcedor declarado do Rubro-Negro, o experiente meia Marcelinho Paraíba, 41 anos, esteve reunido com o presidente William Simões no início desta semana, no Renatão. Ambos estão negociando acerto para a temporada que vem, quando a Raposa tem calendário completo: Nordestão, Paraibano, Copa do Brasil e Série D.

Segundo o site Voz da Torcida, um pequeno ajuste entre a proposta do clube e a pedida salarial do jogador impede a concretização do acerto.

História

Filho de Pedrinho Cangula, autor do primeiro gol do Amigão, tetracampeão estadual e um dos maiores artilheiros da Raposa, Marcelinho iniciou sua carreira em 1991, quando subiu da “Raposinha” para o time principal. Ele fez parte dos elencos campeões dos Paraibanos de 1991 e 1993.

Depois que saiu da Paraíba, o meia passou por mais de 20 agremiações e chegou até a Seleção Brasileira, pela qual foi titular em seis partidas e marcou um gol, contra o Paraguai, nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002.

Dentre os destaques na carreira estão as passagens por São Paulo, Grêmio, Sport, Flamengo e Coritiba, no cenário nacional, além e Herta Berlim e Wolfsburg, da Alemanha, país em que foi ídolo por quase uma década.

Nos últimos anos, já com o mercado da elite nacional “desconfiado” sobre seu futebol, Marcelinho vestiu camisas de times das Séries B, C e até D do Campeonato Brasileiro, o que aumentou a possibilidade de acerto com o Campinense, clube apontado pelo próprio como a possível casa da sua aposentadoria.

Com 41 anos, o meia marcou sua carreira pela potência na perna canhota, a bola parada e a capacidade de marcar gols, bem como o vigor físico, sendo considerado um jogador que pouco se encontra lesionado.

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