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Feriado da padroeira do Brasil altera horário de serviços em JP

Estação Cabo Branco estará aberta ao público durante o feriado (Foto: Krystine Carneiro/G1/Arquivo)

O feriado nacional do Dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado nesta quarta-feira (12), altera o funcionamento dos shoppings em João Pessoa e Campina Grande, suspende o serviço de trens da Região Metropolitana da capital paraibana e fecha os serviços públicos não essenciais nos municípios e na gestão administrativa do estado. Por outro lado, o Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, e a Estação Cabo branco, em João Pessoa, ficam abertos para atender o público.

Poder público

Os serviços administrativos que não são essenciais da Prefeitura de João Pessoa ficam fechados, sendo preservados o funcionamento dos essenciais. Da mesma forma, funcionam os órgãos do governo estadual. O feriado é nacional e, por isso, somente os serviços essenciais disponibilizados em órgãos e em algumas secretarias estarão funcionando.

Os atendimentos realizados pelas equipes do Serviço Móvel de Urgência (Samu), Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), além da coleta de lixo feita pelos agentes da Autarquia Municipal Especial de Limpeza (Emlur) acontecem normalmente nesta quarta-feira (12).

Bancos

O Sindicato dos Bancários da Paraíba informou que não haverá atendimento nas agências bancárias nesta quarta-feira (12). A população pode utilizar os canais alternativos de atendimento bancário, como os caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking e banco por telefone para fazer transações financeiras.

Os carnês e contas de consumo (água, energia, telefone, etc) vencidos no dia 12 poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia 13. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados (federais, estaduais e municipais).

Shoppings

Os shoppings de João Pessoa funcionam em horário especial, embora alguns mantenham os horários sem alteração. Confira o horário em que abre e fecha cada um deles:

Manaíra Shopping – funcionamento em horário normal, 10h às 22h, exceto loterias, bancos e Fesp.
Mangabeira Shopping – funcionamento em horário normal, 10h às 22h, exceto Unicred e loterias. Academia estará aberta das 8h às 12h.
MAG Shopping – funcionamento em horário normal, 10h às 22h.
Shopping Tambiá – funcionamento a partir das 12h até as 20h, exceto a praça de alimentação que ficará aberta até às 21h.
Shopping Sebrae – funcionamento a partir das 12h até as 20h.
Shopping Sul – funcionamento das lojas a partir das 13h até às 20h e praça de alimentação a partir das 11h às 21h.
Shopping Cidade – o shopping estará fechado durante o feriado.

Correios

As agências e as Unidades de Distribuição (CDDs para correspondências e CEEs para encomendas) não funcionarão nesta quarta-feira (12), retomando as atividades normalmente na quinta-feira (13).

Comércio

Conforme a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), não há recomendação para fechamento das lojas do comércio, ficando a critério dos comerciantes. No entanto, se os comércios abrirem, será preciso pagar uma ajuda de custo no valor de R$ 50 reais para cada trabalhador no fim do expediente. Além disso, os lojistas devem oferecer uma folga dentro do prazo de quinze dias.

Trens

De acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), os trens não vão funcionar durante o feriado desta quarta-feira (12). Na quinta-feira (13), os trens voltam a funcionar a partir das 4h25 às 19h41.

Lazer

O Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) funciona normalmente durante o feriado. Abrindo às 8h e fechando às 16h30, com a entrada custando R$ 2. Crianças de até sete anos e idosos não pagam. A Estação Cabo Branco também terá atividades para criança, abrindo às 10h e fechando às 19h.

Do G1PB

Veja as mudanças com a PEC dos Gastos Públicos

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Deputados ainda analisarão sugestões de emendas para concluir votação.

A proposta de emenda à Constituição que impõe um teto aos gastos públicos (PEC 241) passou por sua primeira votação na Câmara dos Deputados na segunda-feira (10). O texto-base foi aprovado em primeiro turno de votação, mas para começar a valer precisará ser aprovada em segundo turno e depois ser submetida ao Senado. O objetivo da proposta, segundo governo, é o reequilíbrio das contas públicas.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta terça-feira (11) que a previsão para a votação em segundo turno da PEC do Teto dos Gastos Públicos é 24 ou 25 de outubro.

Entenda a proposta:

O que propõe a PEC 241?

A PEC do teto de gastos, proposta pelo governo federal, tem o objetivo de limitar o crescimento das despesas do governo. Considerado pelo governo Michel Temer como o primeiro passo para superar a crise econômica e financeira do país, a medida fixa para os três Poderes, Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União um limite anual de despesas.

Por que o governo quer limitar os gastos?

A equipe econômica para tentar reequilibrar as contas públicas nos próximos anos e impedir que a dívida do setor público, que atingiu 70% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto, aumente ainda mais.

Para quem vale a limitação do teto dos gastos públicos?

A regra vale tanto para gastos do Executivo quanto para despesas do Senado, Câmara, Tribunal de Contas da União, Ministério Público da União (MPU), Conselho do MPU, Defensoria Pública, Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Conselho Nacional de Justiça e justiças do Trabalho, Federal, Militar, Eleitoral e do Distrito Federal e Territórios.

Como é calculado esse limite de gastos?

Segundo a medida, o governo, assim como as outras esferas, poderão gastar o mesmo valor que foi gasto no ano anterior, corrigido pela inflação. Ou seja, tirando a inflação, o limite será o mesmo valor do ano que passou. A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é a desvalorização do dinheiro, quanto ele perde de poder de compra num determinado período. Apenas para 2017 o limite orçamentário das despesas primárias – aquelas que excluem o pagamento de juros da dívida – será o total gasto em 2016 corrigido por 7,2%. De 2018 em diante, o limite será o do ano anterior corrigido pela variação do IPCA de 12 meses do período encerrado em junho do ano anterior. No caso de 2018, por exemplo, a inflação usada será a colhida entre julho de 2016 e junho de 2017.

Qual será a duração da medida?

O texto limita por 20 anos os gastos federais ao orçamento do ano anterior corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Ela poderá sofrer alterações?

A partir do décimo ano de vigência do novo regime fiscal, o presidente da República pode propor um projeto de lei complementar para alterar o método de correção dos limites de cada grupo de órgão ou poder. O texto permite apenas uma alteração do método de correção por mandato presidencial.

Quais serão as consequências caso o limite não seja cumprido?

Caso o limite de crescimento de gastos seja descumprido, Poderes ou órgãos a eles vinculados ficarão impedidos no exercício seguinte de: reajustar salários, contratar pessoal, fazer concursos públicos (exceto para reposição de vacância) e criar novas despesas até que os gastos retornem ao limite previsto pela PEC.

No caso do Poder Executivo, a extrapolação de seu limite global provocará a proibição adicional de criar ou expandir programas e linhas de financiamento ou o perdão, renegociação ou refinanciamento de dívidas que causem ampliação de despesas com subsídios e subvenções.

Além disso, o governo também não poderá conceder ou ampliar incentivo ou benefício de natureza tributária.

A medida se aplica para todos os tipos de gastos do governo? O que fica de fora?

Ficarão fora dos limites, entre outros casos, as transferências constitucionais a estados e municípios, os créditos extraordinários para calamidade pública, as despesas para realização de eleições e os gastos com aumento de capital das chamadas empresas estatais não dependentes.

Outra possibilidade de exclusão do teto é o uso de recursos excedentes ao resultado primário de cada ano no pagamento de restos a pagar registrados até 31 de dezembro de 2015.

Assim, mesmo com a previsão de um deficit, como o projetado para 2017, de cerca de R$ 139 bilhões, se ele for menor, a diferença poderá ser usada para quitar esses restos a pagar sem entrar no limite do regime fiscal.

Como ficam os gastos com saúde e educação?

Diferentemente de outras áreas, saúde e educação tiveram o limite traçado pelo mínimo a ser gasto e não o máximo das despesas. Em 2017, haverá exceção para as áreas de saúde e educação, que somente passarão a obedecer ao limite a partir de 2018, segundo o governo. Pelo texto, o piso para os dois setores passa a obedecer ao limite de despesas ligado à inflação a partir de 2018. Atualmente, a Constituição especifica um percentual mínimo da arrecadação da União que deve ser destinado para esses setores.

Em 2017, o parecer prevê, no caso da saúde, percentual de 15% da receita líquida, que, segundo a Emenda Constitucional 86, só valeria em 2020. No caso da educação, o piso constitucional foi mantido em 18% da arrecadação de impostos. De 2018 em diante, o valor executado no ano anterior será corrigido pelo IPCA até 2036.

Qual o impacto da medida sobre o salário-mínimo?

No relatório apresentado à comissão especial que analisou a PEC na Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou em seu parecer que a proposta prevê que o salário-mínimo, referência para mais de 48 milhões de pessoas, deixará de ter aumento real, aquele acima da inflação se o governo ultrapassar o limite de despesas, ou seja, gastar mais do que o fixado na lei.

Como ficam os concursos públicos?

Ricardo Volpe disse que, pela PEC, Judiciário e Legislativo têm “gordura para queimar” e estão em situação confortável, inclusive para promoverem novas contratações por concurso público. A exceção seriam os “mais gastadores”, como a Justiça do Trabalho. Já o Executivo ficaria dependendo de outras medidas de ajuste fiscal para se manter com a atual estrutura.

O que diz quem apoia o projeto?

Diretor da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara, Ricardo Volpe diz que o único ponto em que todo o impasse é sobre a visão do papel do Estado. “Hoje estamos com o maior histórico de despesa publica, com 20% do PIB. A gente quer que continue crescendo ou quer que diminua ou estabilize?”, questionou. Ricardo Volpe, que ajudou a elaborar a proposta, assegura que o ajuste fiscal é inevitável, mas é uma escolha da sociedade.

Deputados da base aliada saíram em defesa da proposta do Planalto, no dia da votação, argumentando que a medida é parte da solução para resolver a crise fiscal deixada pelos governos petistas. “Esta PEC é apenas o começo das reformas”, discursou Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR).

O líder do PMDB, deputado Baleia Rossi (SP), argumentou que a aprovação da PEC é necessária para a reação da economia. “Esse novo regime fiscal vai devolver credibilidade ao país, o que será muito importante para os próximos desafios, para a geração de novos empregos, para garantir trabalho e renda para a população”, disse.

O que diz quem é contra o projeto?

Contrários à PEC, deputados de partidos de oposição, como PT, PSOL, Rede, PCdoB e PDT, afirmaram que a medida congelará os investimentos sociais em áreas como saúde e educação. Líder da Rede na Câmara, o deputado Alessandro Molon (RJ) classificou a PEC de injusta com o país. Os protestos contra a PEC 241 não vieram apenas da oposição. Integrante do PTB – partido da base aliada de Temer –, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) subiu à tribuna para criticar duramente a proposta do governo federal.

A líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse que esse é o segundo momento mais grave da democracia brasileira, depois do impeachment. “É o desmonte do Estado e do sistema de proteção social do brasileiro. Teremos mais contração, mais recessão e mais desemprego”, disse.

Da Agência Brasil 

Assalto a carro-forte termina com tiroteio em trecho de rodovia na PB

Veículo foi atingido por disparos
Veículo foi atingido por disparos
Veículo foi atingido por disparos

Um grupo de bandidos armados trocou tiros com vigilantes e assaltou um carro-forte, na tarde desta terça-feira (11), em um trecho da rodovia BR-427, no município de Paulista, no Sertão paraibano, a 396 km de João Pessoa. O cofre do veículo foi levado, mas a quantia roubada não foi informada.

De acordo com o capitão Cunha Lima, comandante da Polícia Militar em São Bento, os vigilantes do carro-forte relataram que estavam sendo seguidos pelos bandidos desde a saída de Paulista. O grupo criminoso teria efetuado disparos contra o carro-forte, para que os vigilantes o parassem.

“Os vigilantes responderam aos disparos e houve troca de tiros. Em um primeiro momento, tivemos a informação que nada havia sido roubado, mas depois constatamos que o cofre do veículo foi levado. Localizamos o veículo usado na fuga e estamos concentrando buscas para tentar encontrar os criminosos”, afirmou o capitão.

Ainda segundo o capitão, essa é a segunda vez em menos de um ano que um grupo criminoso tenta assaltar um carro-forte na região. O crime seria premeditado, já que o horário do recolhimento do dinheiro em Paulista estaria sob monitoramento dos bandidos.

“Os vigilantes recolhem o dinheiro em Paulista e São Bento e usam sempre os mesmos horários, o que facilita um possível monitoramento dessa ação por parte dos bandidos”, concluiu o capitão.

Do Portal Correio

Parque da Lagoa tem shows, brinquedos e esquema de trânsito no Dia da Criança em JP

'Dia de Brincar e Ser Feliz' em JP

O Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa, tem uma programação especial para o Dia da Criança, nesta quarta-feira (12), a partir das 6h.

'Dia de Brincar e Ser Feliz' em JP
‘Dia de Brincar e Ser Feliz’ em JP

Veja abaixo. O trânsito também tem esquema especial, com reforço na frota de ônibus e 200 vagas de estacionamento no entorno do parque e nas vias adjacentes. A informação é da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP).

Segundo o superintendente da Semob-JP, Carlos Batinga, os condutores devem ficar atentos às sinalizações, observando as placas que permitem estacionamento na faixa da direita do anel do Parque da Lagoa. “Estacionar nestas áreas é permitido no período noturno, todos os dias da semana. A medida se estende aos demais turnos nos finais de semana e feriados”, ressalta o superintendente.

Além do entono do Parque da Lagoa, outras áreas também devem ser utilizadas e são sugeridas pela Semob-JP para estacionamentos. São as seguintes: Rua Rodrigues Carvalho, Rua Treze de Maio, Rua Arthur Aquiles, Rua Barão do Abiaí, Rua Elizeu César, Rua Santo Elias, Rua Santos Dulmont, Rua José R. Velho e Avenida Princesa Isabel.

Ônibus

Para reforçar a frota de 282 ônibus que geralmente circulam em dias de feriado, a Semob-JP ampliou as linhas com mais 76 carros, ou seja, 358 ônibus estarão atendendo aos passageiros.

Educação de trânsito

Educadores de trânsito da Semob-JP também estarão realizando ações durante o evento através de dinâmicas e jogos promovidos juntos às crianças. Entre eles, os jogos de tabuleiro “Aprendendo sobre trânsito” e “Soletrando”, e ainda, contação de histórias, pintura de gravuras relacionadas ao tema trânsito e pintura facial nas crianças com desenhos que retratam sinalizações de trânsito.

Agentes de mobilidade

Agentes de mobilidade urbana foram escalados para trabalhar na orientação e fiscalização do trânsito durante o Dia de Brincar e Ser Feliz. Oito deles estarão circulando todo o entorno do Parque da Lagoa, garantindo a segurança das travessias nas faixas de pedestre, bem como, trabalhando pela manutenção de um tráfego moderado, sem retenções ou acidentes.

Confira programação completa para o Dia da Criança no Parque da Lagoa.

6h às 22h – Brinquedos fixos de madeira
14h às 18h – Brinquedos infláveis gratuitos
14h às 18h – Dança, música e recreação infantil
14h – Maquiagem artística
15h – Trupe de palhaços, malabares e atração circense
16h – Personagens infantis
17h – Show de Mágica
18h – Musical Infantil
19h – Cinema com exibição de Carrossel 

Da Assessoria 

Governo aceita repassar parcela maior de receita da repatriação a Estados

O Palácio do Planalto montou uma engenharia financeira para oferecer ajuda extra a Estados em dificuldades econômicas. Aceitou repassar uma parcela maior das receitas da repatriação/legalização de recursos de brasileiros no exterior depois que a arrecadação global atingir R$ 50 bilhões.

Hoje, os cálculos do Ministério da Fazenda e da Receita Federal indicam que dificilmente as receitas com impostos e multas sobre a repatriação chegarão a R$ 50 bilhões. Caso essa cifra não seja atingida, a medida que está programada para ser votada nesta 3ª feira (11.out.2016) ou nos próximos dias na Câmara será inócua para os Estados em dificuldade.

Leia aqui a íntegra do projeto que deve ser apreciado pelos deputados e que teve a relatoria de Alexandre Baldy (PTN-GO).

Para entender como vai funcionar a eventual ajuda aos Estados é necessário saber primeiro como é a regra hoje, segundo a lei 13.254, que criou a repatriação.

Quem entra no programa de repatriação paga 15% de imposto e mais 15% de multa sobre o ativo legalizado. Ou seja, um total de 30%. Isso não vai mudar. O que será alterada é a divisão desse dinheiro arrecadado pelo Fisco.

Se a regra em vigor fosse mantida, o que entrar de receita com multas vai integralmente para o caixa da União. Já os impostos precisam ser divididos, segundo determina o artigo 159 da Constituição: 51% ficam com a União e 49% vão para Estados e municípios.

Num exemplo hipotético de um contribuinte que repatriar o equivalente a R$ 100 milhões, a taxação total seria de 30%. Ou seja, R$ 30 milhões, cujo destino seria o seguinte:

R$ 15 milhões de receitas de multas para o governo federal
R$ 7,650 milhões de impostos para o governo federal
R$ 7,350 milhões de impostos para Estados e municípios

Pela nova proposta que está para ser votada, depois que a arrecadação global atingir R$ 50 bilhões, a regra a ser usada para impostos e multas será a mesma na hora da divisão do dinheiro. Ou seja, no exemplo acima, os R$ 30 milhões teriam o seguinte destino:

R$ 7,650 milhões de receitas de multas para o governo federal
R$ 7,350 milhões de receitas de multas para Estados e municípios
R$ 7,650 milhões de impostos para o governo federal
R$ 7,350 milhões de impostos para Estados e municípios

Quando se olha dessa forma, parece um bom negócio. Afinal, os Estados e as cidades dobram as fatias que recebem desse bolo.

Qual é o problema? A cifra de R$ 50 bilhões precisa ser atingida.

Hoje, o ministro Henrique Meirelles soltou a seguinte nota oficial: ”Não abrimos mão do que prevemos arrecadar com a repatriação. O que tínhamos até agora é uma previsão de até R$ 50 bilhões. Estamos revisando essa projeção para saber se mantemos isso ou se vamos aumentar. Qualquer mudança de critério será para valores eventualmente arrecadados acima de nossa previsão”.

Ou seja, nos planos da Fazenda estão R$ 50 bilhões de receitas. Até recentemente, a arrecadação nesse programa estava muito baixa (menos de R$ 7 bilhões).

Nesta 2ª feira, a equipe econômica tentou fazer um “seguro” para uma eventual explosão de adesões ao programa de repatriação. Na negociação com a área política do governo, a Fazenda e a Receita Federal sugeriram elevar de R$ 50 bilhões para R$ 70 bilhões o valor mínimo a ser atingido antes de oferecer mais receita aos Estados e cidades. Não colou, pois o Planalto rejeitou a proposta –uma cifra tão alta poderia inviabilizar o acordo costurado entre deputados governistas e de oposição para votar as alterações na repatriação.

O consenso geral a respeito dessa mudança, segundo apurou o Blog, é que na hipótese (hoje remota) de a arrecadação passar de R$ 50 bilhões, sobrarão recursos para todos e o Planalto não enxerga prejuízo em conceder uma parcela maior para os Estados em situação de penúria financeira.

O que se pretendeu foi oferecer uma miragem para Estados endividados se animarem com a ideia. Ao mesmo tempo, produzir um amálgama entre oposição e governistas na Câmara, para facilitar a aprovação do projeto –deputados de todos os partidos querem tentar ajudar os governadores de seus Estados.

O próprio ministro da Fazenda preferiu ajudar passando a impressão de derrota no debate, para tornar mais crível a hipótese de benefício dos Estados.

O mais importante, na avaliação da área política, é flexibilizar um pouco as regras gerais da repatriação para atrair mais interessados em entrar no programa.

MUDANÇAS NA LEI
Além da eventual parcela maior de receitas a ser entregue a Estados e cidades, a regra que está para ser votada introduz 4 mudanças relevantes na repatriação, programa cujo nome oficial é Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT).

1) nova data para considerar o saldo no exterior: passa a ser 31.dez.2014. No momento, segundo advogados tributaristas e financeiros, há uma ambiguidade na regra que permitiria a tributação sobre o valor total movimentado ao longo de vários anos anteriores a 2014 –o que produziria um pagamento de imposto e multa inclusive sobre recursos já despendidos pelos brasileiros que desejassem entrar no programa.

2) anistia criminal: ficam eliminadas as ambiguidades a respeito. Com a nova regra, caso ainda não tenha sido dada uma “decisão criminal condenatória”, o cumprimento do que determina o programa de repatriação “extinguirá, em relação às condutas praticadas até a data de adesão, e nos anos anteriores, desde que relacionadas aos ativos regularizados, a punibilidade do declarante” em relação a uma lista de crimes.

3) devolução de parte da multa para quem trouxer dinheiro para o Brasil: os contribuintes que de fato trouxerem o dinheiro de volta para o Brasil (o programa também permite a regularização e manutenção do ativo no exterior, legalizado) poderão receber a “devolução de 25% do valor nominal pago a título de multa”. Para ter o benefício, o contribuinte deverá manter o valor repatriado no país por 3 anos, no mínimo, e aplicado em títulos do mercado financeiro no Brasil.

4) prazo para adesão: pula de 31.out para 16.nov.2016. Até porque, depois de eventualmente ser aprovado na Câmara, o projeto ainda precisa ser chancelado pelo Senado.

O QUE AINDA PODE SER ALTERADO
Deve ser apresentada uma emenda ao projeto de repatriação para permitir a adesão de políticos, servidores públicos e seus parentes.

Caso fracasse essa emenda, há uma ação no STF questionando essa proibição introduzida pela lei 13.254.

Do UOL

Homem suspeito de estuprar duas jovens no Vale é preso pela PRF em Pernambuco

Suspeito foi preso pela PRF
Suspeito foi preso pela PRF
Suspeito foi preso pela PRF

Um homem de 37 anos foi preso nessa segunda-feira (10) suspeito de estuprar duas jovens de 15 e 18 anos, nas cidades paraibanas de Itapororoca e Cuité de Mamanguape, ambas situadas na região do Litoral Norte do estado. Ele foi preso na BR 423, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após a Polícia Civil da Paraíba repassar detalhes do veículo em que estaria o homem, os agentes da PRF montaram um bloqueio no quilômetro 92 da rodovia federal e conseguiram abordar o veículo suspeito. O homem havia pego carona em um caminhão que tinha saído do interior da Paraíba.

O homem recebeu voz de prisão. Conforme divulgado pela PRF, ele também é suspeito de estuprar a própria filha quando morava no Rio de Janeiro. O homem foi detido e encaminhado à sede da Polícia Civil em Mamanguape, que investiga os casos.

Por Hyldo Pereira

Alunos da Escola Técnica de Mamanguape desenvolve projeto para reaproveitar água

Alunos da escola técnica realizam projeto para reaproveitamento da água
Alunos da escola técnica realizam projeto para reaproveitamento da água

“Projeto foi criado por professores e estudantes da Escola Técnica Estadual João da Matta Cavalcanti de Albuquerque, em Mamanguape. Mecanismo encaminha a água dos ar-condicionados para serem utilizadas na limpeza do ambiente e para uma horta”.

A culminância do projeto água potável, líquido em extinção, projeto de intervenção pedagógica onde os protagonistas foram os jovens estudantes da Escola Técnica Estadual de Mamanguape, trabalharam a solução de problemas em relação à escassez de água dentro da unidade e também na comunidade.

Entre as atividades desenvolvidas, tiveram a realização de palestras envolvendo os componentes curriculares da base comum, onde todos os professores trabalharam de forma interdisciplinar a problemática da água.

“A metodologia para a execução do projeto teve início com o planejamento, trabalhado de forma interdisciplinar e depois foi distribuídos por equipe, tendo como base comum a problemática da água”, informou a professora Rosa de história e coordenador de Ciências Humanas da Escola.

“Esperamos que os nossos jovens protagonistas possam disseminar a ideia de uso correto da água, não só dentro da escola, mas também em toda comunidade. Como também trazer propostas de atividades que possa fazer o reaproveitamento da água, como houve aqui na nossa escola, com a capitação da água do ar-condicionado para limpeza da escola e para uso de uma horta que está sendo elaborada”, destacou a professora.

Ela lembrou que o projeto contou com as parcerias da direção da Escola, através da diretora Gerlane Pereira, da equipe pedagógica e da 14ª Gerência Regional de Ensino de Mamanguape.

Atualmente a Escola João da Mata conta com cerca de 250 alunos matriculados, divididos em dois cursos: agronegócios e informática em horário integral.  

Da redação

 

Polícia Militar detém 36 suspeitos e apreende 15 armas de fogo no fim de semana

A Polícia Militar apresentou nas delegacias, nesse fim de semana, 36 suspeitos de vários crimes como roubo, furto, tentativa de homicídio, porte ou posse ilegal de arma de fogo, ou por tráfico de drogas, registrando ainda a apreensão de 15 armas de fogo e a recuperação de 10 veículos com queixa de roubo ou furto.

O balanço é resultado das ações realizadas pela corporação entre às 18h da última sexta-feira (7) e 23h59 desse domingo (9). No período, onde foram atendidas 1.681 ocorrências via chamados no Centro Integrado de Operações Policiais – CIOP, foram desencadeadas várias ações preventivas como blitzen, abordagens e incursões em locais de maior incidência de crimes.

As rondas e abordagens foram responsáveis pela apreensão de 15 armas de fogo, sendo nove revólveres e seis espingardas de diversos calibres. As apreensões de armas aconteceram nas cidades de Paulista, Riacho dos Cavalos, São José de Piranhas, São João do Rio do Peixe, Santa Rita, Esperança, Salgado de São Felix, Manaíra, Uiraúna, Monteiro, João Pessoa e Santa Teresinha.

Detalhamento das prisões – Dos 36 suspeitos detidos,10 foram por porte ilegal de arma de fogo, 10 por roubo, cinco por furto, seis com drogas, três por força de mandado de prisão e dois por homicídio.

Veículos recuperados – Foram recuperados, no período, 10 veículos que haviam sido roubados ou furtados, sendo oito motos e dois carros. Os veículos foram conduzidos às delegacias responsáveis pelos municípios onde foram localizados e devolvidos aos proprietários.

Do PBVale, com PMPB

FPM injeta R$ 84,7 milhões nos cofres das prefeituras da PB

A seca e os baixos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) registrados esse ano afetaram as finanças nas administrações municipais, principalmente das menores prefeituras.

As prefeituras da Paraíba terão um incremento de R$ 84.760.816,73 em seus cofres referentes ao primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de outubro. O valor é R$ 3.584.829,42 inferior ao mesmo período do ano passado, quando o repasse foi de R$ 88.345.646,16.

De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 137 municípios tiveram depositados em suas contas o montante de R$ 226.033,21; 25 tiveram um incremento de R$ 452.066,41 em suas receitas; e um recebeu R$ 2.744.762,16.

A CNM relata constantes queixas dos gestores municipais, que apontam a expressiva redução do valor do Fundo. Por se tratar ano final de mandato, a CNM recomenda atenção, mais planejamento e reestruturação dos compromissos financeiros das Prefeituras, para que seja possível o fechamento das contas sem que haja ônus para os gestores municipais.

Os economistas da Confederação esclarecem que, em termos nominais, o somatório dos repasses reduziu 0,29%, e isso significa menos recursos no valor efetivamente transferido.

Do PBVale, com CNM

Brasileiras são indicadas a prêmio de melhores velejadoras de 2016

Comemoração da dupla ao vencer disputa olímpica
Comemoração da dupla ao vencer disputa olímpica
Comemoração da dupla ao vencer disputa olímpica

As velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze foram indicadas pela Federação Internacional de Vela (World Sailing) ao Prêmio de Melhores Velejadoras em 2016. Elas foram campeãs olímpicas na classe 49erFX nos Jogos Rio 2016. Esta é a segunda vez que as brasileiras concorrem ao troféu. Em 2014, ano em que se sagraram campeãs mundiais, elas venceram a disputa.

O anúncio dos vencedores nas categorias masculino e feminino será no dia 8 de novembro, em Barcelona, na Espanha, sede da Conferência Anual da World Sailing. Os ganhadores serão decididos pelos integrantes da federação, além do voto popular. Esta será a primeira vez que o público poderá ajudar na escolha. A votação dos fãs começa no dia 4 de novembro e irá durar 72 horas.

Segundo Martine Grael, a dupla se sentiu honrada pela indicação após as emoções do título olímpico. “Estou muito satisfeita com os resultados da temporada e deter sempre mantido o nível mesmo com a lesão que a Kahena teve. Estamos muito gratas pela indicação”. Kahena Kunze também festeja o ciclo olímpico. “Ainda estou comemorando a medalha e tudo que alcançamos ao longo desses quatro anos. Quando recebi a carta da ISAF comunicando a indicação fiquei muito feliz”.

As brasileiras terão como adversárias a holandesa Marit Bouwmeester, campeã olímpica na Rio 2016 na Laser Radial; a argentina Cecilia Carranza Saroli, medalha de ouro na Olimpíada na classe Nacra 17 ao lado de Santiago Lange; as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark, campeãs olímpicas na 470 feminina nos Jogos Rio 2016; e a francesa Charline Picon, medalha de ouro na Olimpíada na classe RS:X feminina.

No masculino, concorrem ao prêmio os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke, da classe 49er; os croatas Sime Fantela e Igor Marenic, da 470 masculina; o argentino Santiago Lange, da Nacra 17; o britânico Giles Scott, da Finn; e o francês Damien Seguin, da classe paralímpica 2.4mR. No masculino o Brasil já ganhou três vezes o prêmio, duas com Robert Scheidt em 2001 e 2004 e outra com Torben Grael, pai de Martine, em 2009.

O Prêmio de Melhor Velejador do Ano é um dos troféus de maior prestígio no mundo da vela. Criado em 1994 pela Federação Internacional, ele conta com grandes nomes da modalidade na sua lista de vencedores. Além de Martine e Kahena, já ganharam o troféu Torben Grael, em 2009, e Robert Scheidt, em 2001 e 2004.

Da EBC

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