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Parque da Lagoa tem shows, brinquedos e esquema de trânsito no Dia da Criança em JP

'Dia de Brincar e Ser Feliz' em JP

O Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa, tem uma programação especial para o Dia da Criança, nesta quarta-feira (12), a partir das 6h.

'Dia de Brincar e Ser Feliz' em JP
‘Dia de Brincar e Ser Feliz’ em JP

Veja abaixo. O trânsito também tem esquema especial, com reforço na frota de ônibus e 200 vagas de estacionamento no entorno do parque e nas vias adjacentes. A informação é da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP).

Segundo o superintendente da Semob-JP, Carlos Batinga, os condutores devem ficar atentos às sinalizações, observando as placas que permitem estacionamento na faixa da direita do anel do Parque da Lagoa. “Estacionar nestas áreas é permitido no período noturno, todos os dias da semana. A medida se estende aos demais turnos nos finais de semana e feriados”, ressalta o superintendente.

Além do entono do Parque da Lagoa, outras áreas também devem ser utilizadas e são sugeridas pela Semob-JP para estacionamentos. São as seguintes: Rua Rodrigues Carvalho, Rua Treze de Maio, Rua Arthur Aquiles, Rua Barão do Abiaí, Rua Elizeu César, Rua Santo Elias, Rua Santos Dulmont, Rua José R. Velho e Avenida Princesa Isabel.

Ônibus

Para reforçar a frota de 282 ônibus que geralmente circulam em dias de feriado, a Semob-JP ampliou as linhas com mais 76 carros, ou seja, 358 ônibus estarão atendendo aos passageiros.

Educação de trânsito

Educadores de trânsito da Semob-JP também estarão realizando ações durante o evento através de dinâmicas e jogos promovidos juntos às crianças. Entre eles, os jogos de tabuleiro “Aprendendo sobre trânsito” e “Soletrando”, e ainda, contação de histórias, pintura de gravuras relacionadas ao tema trânsito e pintura facial nas crianças com desenhos que retratam sinalizações de trânsito.

Agentes de mobilidade

Agentes de mobilidade urbana foram escalados para trabalhar na orientação e fiscalização do trânsito durante o Dia de Brincar e Ser Feliz. Oito deles estarão circulando todo o entorno do Parque da Lagoa, garantindo a segurança das travessias nas faixas de pedestre, bem como, trabalhando pela manutenção de um tráfego moderado, sem retenções ou acidentes.

Confira programação completa para o Dia da Criança no Parque da Lagoa.

6h às 22h – Brinquedos fixos de madeira
14h às 18h – Brinquedos infláveis gratuitos
14h às 18h – Dança, música e recreação infantil
14h – Maquiagem artística
15h – Trupe de palhaços, malabares e atração circense
16h – Personagens infantis
17h – Show de Mágica
18h – Musical Infantil
19h – Cinema com exibição de Carrossel 

Da Assessoria 

Governo aceita repassar parcela maior de receita da repatriação a Estados

O Palácio do Planalto montou uma engenharia financeira para oferecer ajuda extra a Estados em dificuldades econômicas. Aceitou repassar uma parcela maior das receitas da repatriação/legalização de recursos de brasileiros no exterior depois que a arrecadação global atingir R$ 50 bilhões.

Hoje, os cálculos do Ministério da Fazenda e da Receita Federal indicam que dificilmente as receitas com impostos e multas sobre a repatriação chegarão a R$ 50 bilhões. Caso essa cifra não seja atingida, a medida que está programada para ser votada nesta 3ª feira (11.out.2016) ou nos próximos dias na Câmara será inócua para os Estados em dificuldade.

Leia aqui a íntegra do projeto que deve ser apreciado pelos deputados e que teve a relatoria de Alexandre Baldy (PTN-GO).

Para entender como vai funcionar a eventual ajuda aos Estados é necessário saber primeiro como é a regra hoje, segundo a lei 13.254, que criou a repatriação.

Quem entra no programa de repatriação paga 15% de imposto e mais 15% de multa sobre o ativo legalizado. Ou seja, um total de 30%. Isso não vai mudar. O que será alterada é a divisão desse dinheiro arrecadado pelo Fisco.

Se a regra em vigor fosse mantida, o que entrar de receita com multas vai integralmente para o caixa da União. Já os impostos precisam ser divididos, segundo determina o artigo 159 da Constituição: 51% ficam com a União e 49% vão para Estados e municípios.

Num exemplo hipotético de um contribuinte que repatriar o equivalente a R$ 100 milhões, a taxação total seria de 30%. Ou seja, R$ 30 milhões, cujo destino seria o seguinte:

R$ 15 milhões de receitas de multas para o governo federal
R$ 7,650 milhões de impostos para o governo federal
R$ 7,350 milhões de impostos para Estados e municípios

Pela nova proposta que está para ser votada, depois que a arrecadação global atingir R$ 50 bilhões, a regra a ser usada para impostos e multas será a mesma na hora da divisão do dinheiro. Ou seja, no exemplo acima, os R$ 30 milhões teriam o seguinte destino:

R$ 7,650 milhões de receitas de multas para o governo federal
R$ 7,350 milhões de receitas de multas para Estados e municípios
R$ 7,650 milhões de impostos para o governo federal
R$ 7,350 milhões de impostos para Estados e municípios

Quando se olha dessa forma, parece um bom negócio. Afinal, os Estados e as cidades dobram as fatias que recebem desse bolo.

Qual é o problema? A cifra de R$ 50 bilhões precisa ser atingida.

Hoje, o ministro Henrique Meirelles soltou a seguinte nota oficial: ”Não abrimos mão do que prevemos arrecadar com a repatriação. O que tínhamos até agora é uma previsão de até R$ 50 bilhões. Estamos revisando essa projeção para saber se mantemos isso ou se vamos aumentar. Qualquer mudança de critério será para valores eventualmente arrecadados acima de nossa previsão”.

Ou seja, nos planos da Fazenda estão R$ 50 bilhões de receitas. Até recentemente, a arrecadação nesse programa estava muito baixa (menos de R$ 7 bilhões).

Nesta 2ª feira, a equipe econômica tentou fazer um “seguro” para uma eventual explosão de adesões ao programa de repatriação. Na negociação com a área política do governo, a Fazenda e a Receita Federal sugeriram elevar de R$ 50 bilhões para R$ 70 bilhões o valor mínimo a ser atingido antes de oferecer mais receita aos Estados e cidades. Não colou, pois o Planalto rejeitou a proposta –uma cifra tão alta poderia inviabilizar o acordo costurado entre deputados governistas e de oposição para votar as alterações na repatriação.

O consenso geral a respeito dessa mudança, segundo apurou o Blog, é que na hipótese (hoje remota) de a arrecadação passar de R$ 50 bilhões, sobrarão recursos para todos e o Planalto não enxerga prejuízo em conceder uma parcela maior para os Estados em situação de penúria financeira.

O que se pretendeu foi oferecer uma miragem para Estados endividados se animarem com a ideia. Ao mesmo tempo, produzir um amálgama entre oposição e governistas na Câmara, para facilitar a aprovação do projeto –deputados de todos os partidos querem tentar ajudar os governadores de seus Estados.

O próprio ministro da Fazenda preferiu ajudar passando a impressão de derrota no debate, para tornar mais crível a hipótese de benefício dos Estados.

O mais importante, na avaliação da área política, é flexibilizar um pouco as regras gerais da repatriação para atrair mais interessados em entrar no programa.

MUDANÇAS NA LEI
Além da eventual parcela maior de receitas a ser entregue a Estados e cidades, a regra que está para ser votada introduz 4 mudanças relevantes na repatriação, programa cujo nome oficial é Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT).

1) nova data para considerar o saldo no exterior: passa a ser 31.dez.2014. No momento, segundo advogados tributaristas e financeiros, há uma ambiguidade na regra que permitiria a tributação sobre o valor total movimentado ao longo de vários anos anteriores a 2014 –o que produziria um pagamento de imposto e multa inclusive sobre recursos já despendidos pelos brasileiros que desejassem entrar no programa.

2) anistia criminal: ficam eliminadas as ambiguidades a respeito. Com a nova regra, caso ainda não tenha sido dada uma “decisão criminal condenatória”, o cumprimento do que determina o programa de repatriação “extinguirá, em relação às condutas praticadas até a data de adesão, e nos anos anteriores, desde que relacionadas aos ativos regularizados, a punibilidade do declarante” em relação a uma lista de crimes.

3) devolução de parte da multa para quem trouxer dinheiro para o Brasil: os contribuintes que de fato trouxerem o dinheiro de volta para o Brasil (o programa também permite a regularização e manutenção do ativo no exterior, legalizado) poderão receber a “devolução de 25% do valor nominal pago a título de multa”. Para ter o benefício, o contribuinte deverá manter o valor repatriado no país por 3 anos, no mínimo, e aplicado em títulos do mercado financeiro no Brasil.

4) prazo para adesão: pula de 31.out para 16.nov.2016. Até porque, depois de eventualmente ser aprovado na Câmara, o projeto ainda precisa ser chancelado pelo Senado.

O QUE AINDA PODE SER ALTERADO
Deve ser apresentada uma emenda ao projeto de repatriação para permitir a adesão de políticos, servidores públicos e seus parentes.

Caso fracasse essa emenda, há uma ação no STF questionando essa proibição introduzida pela lei 13.254.

Do UOL

Homem suspeito de estuprar duas jovens no Vale é preso pela PRF em Pernambuco

Suspeito foi preso pela PRF
Suspeito foi preso pela PRF
Suspeito foi preso pela PRF

Um homem de 37 anos foi preso nessa segunda-feira (10) suspeito de estuprar duas jovens de 15 e 18 anos, nas cidades paraibanas de Itapororoca e Cuité de Mamanguape, ambas situadas na região do Litoral Norte do estado. Ele foi preso na BR 423, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após a Polícia Civil da Paraíba repassar detalhes do veículo em que estaria o homem, os agentes da PRF montaram um bloqueio no quilômetro 92 da rodovia federal e conseguiram abordar o veículo suspeito. O homem havia pego carona em um caminhão que tinha saído do interior da Paraíba.

O homem recebeu voz de prisão. Conforme divulgado pela PRF, ele também é suspeito de estuprar a própria filha quando morava no Rio de Janeiro. O homem foi detido e encaminhado à sede da Polícia Civil em Mamanguape, que investiga os casos.

Por Hyldo Pereira

Alunos da Escola Técnica de Mamanguape desenvolve projeto para reaproveitar água

Alunos da escola técnica realizam projeto para reaproveitamento da água
Alunos da escola técnica realizam projeto para reaproveitamento da água

“Projeto foi criado por professores e estudantes da Escola Técnica Estadual João da Matta Cavalcanti de Albuquerque, em Mamanguape. Mecanismo encaminha a água dos ar-condicionados para serem utilizadas na limpeza do ambiente e para uma horta”.

A culminância do projeto água potável, líquido em extinção, projeto de intervenção pedagógica onde os protagonistas foram os jovens estudantes da Escola Técnica Estadual de Mamanguape, trabalharam a solução de problemas em relação à escassez de água dentro da unidade e também na comunidade.

Entre as atividades desenvolvidas, tiveram a realização de palestras envolvendo os componentes curriculares da base comum, onde todos os professores trabalharam de forma interdisciplinar a problemática da água.

“A metodologia para a execução do projeto teve início com o planejamento, trabalhado de forma interdisciplinar e depois foi distribuídos por equipe, tendo como base comum a problemática da água”, informou a professora Rosa de história e coordenador de Ciências Humanas da Escola.

“Esperamos que os nossos jovens protagonistas possam disseminar a ideia de uso correto da água, não só dentro da escola, mas também em toda comunidade. Como também trazer propostas de atividades que possa fazer o reaproveitamento da água, como houve aqui na nossa escola, com a capitação da água do ar-condicionado para limpeza da escola e para uso de uma horta que está sendo elaborada”, destacou a professora.

Ela lembrou que o projeto contou com as parcerias da direção da Escola, através da diretora Gerlane Pereira, da equipe pedagógica e da 14ª Gerência Regional de Ensino de Mamanguape.

Atualmente a Escola João da Mata conta com cerca de 250 alunos matriculados, divididos em dois cursos: agronegócios e informática em horário integral.  

Da redação

 

Polícia Militar detém 36 suspeitos e apreende 15 armas de fogo no fim de semana

A Polícia Militar apresentou nas delegacias, nesse fim de semana, 36 suspeitos de vários crimes como roubo, furto, tentativa de homicídio, porte ou posse ilegal de arma de fogo, ou por tráfico de drogas, registrando ainda a apreensão de 15 armas de fogo e a recuperação de 10 veículos com queixa de roubo ou furto.

O balanço é resultado das ações realizadas pela corporação entre às 18h da última sexta-feira (7) e 23h59 desse domingo (9). No período, onde foram atendidas 1.681 ocorrências via chamados no Centro Integrado de Operações Policiais – CIOP, foram desencadeadas várias ações preventivas como blitzen, abordagens e incursões em locais de maior incidência de crimes.

As rondas e abordagens foram responsáveis pela apreensão de 15 armas de fogo, sendo nove revólveres e seis espingardas de diversos calibres. As apreensões de armas aconteceram nas cidades de Paulista, Riacho dos Cavalos, São José de Piranhas, São João do Rio do Peixe, Santa Rita, Esperança, Salgado de São Felix, Manaíra, Uiraúna, Monteiro, João Pessoa e Santa Teresinha.

Detalhamento das prisões – Dos 36 suspeitos detidos,10 foram por porte ilegal de arma de fogo, 10 por roubo, cinco por furto, seis com drogas, três por força de mandado de prisão e dois por homicídio.

Veículos recuperados – Foram recuperados, no período, 10 veículos que haviam sido roubados ou furtados, sendo oito motos e dois carros. Os veículos foram conduzidos às delegacias responsáveis pelos municípios onde foram localizados e devolvidos aos proprietários.

Do PBVale, com PMPB

FPM injeta R$ 84,7 milhões nos cofres das prefeituras da PB

A seca e os baixos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) registrados esse ano afetaram as finanças nas administrações municipais, principalmente das menores prefeituras.

As prefeituras da Paraíba terão um incremento de R$ 84.760.816,73 em seus cofres referentes ao primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de outubro. O valor é R$ 3.584.829,42 inferior ao mesmo período do ano passado, quando o repasse foi de R$ 88.345.646,16.

De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 137 municípios tiveram depositados em suas contas o montante de R$ 226.033,21; 25 tiveram um incremento de R$ 452.066,41 em suas receitas; e um recebeu R$ 2.744.762,16.

A CNM relata constantes queixas dos gestores municipais, que apontam a expressiva redução do valor do Fundo. Por se tratar ano final de mandato, a CNM recomenda atenção, mais planejamento e reestruturação dos compromissos financeiros das Prefeituras, para que seja possível o fechamento das contas sem que haja ônus para os gestores municipais.

Os economistas da Confederação esclarecem que, em termos nominais, o somatório dos repasses reduziu 0,29%, e isso significa menos recursos no valor efetivamente transferido.

Do PBVale, com CNM

Brasileiras são indicadas a prêmio de melhores velejadoras de 2016

Comemoração da dupla ao vencer disputa olímpica
Comemoração da dupla ao vencer disputa olímpica
Comemoração da dupla ao vencer disputa olímpica

As velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze foram indicadas pela Federação Internacional de Vela (World Sailing) ao Prêmio de Melhores Velejadoras em 2016. Elas foram campeãs olímpicas na classe 49erFX nos Jogos Rio 2016. Esta é a segunda vez que as brasileiras concorrem ao troféu. Em 2014, ano em que se sagraram campeãs mundiais, elas venceram a disputa.

O anúncio dos vencedores nas categorias masculino e feminino será no dia 8 de novembro, em Barcelona, na Espanha, sede da Conferência Anual da World Sailing. Os ganhadores serão decididos pelos integrantes da federação, além do voto popular. Esta será a primeira vez que o público poderá ajudar na escolha. A votação dos fãs começa no dia 4 de novembro e irá durar 72 horas.

Segundo Martine Grael, a dupla se sentiu honrada pela indicação após as emoções do título olímpico. “Estou muito satisfeita com os resultados da temporada e deter sempre mantido o nível mesmo com a lesão que a Kahena teve. Estamos muito gratas pela indicação”. Kahena Kunze também festeja o ciclo olímpico. “Ainda estou comemorando a medalha e tudo que alcançamos ao longo desses quatro anos. Quando recebi a carta da ISAF comunicando a indicação fiquei muito feliz”.

As brasileiras terão como adversárias a holandesa Marit Bouwmeester, campeã olímpica na Rio 2016 na Laser Radial; a argentina Cecilia Carranza Saroli, medalha de ouro na Olimpíada na classe Nacra 17 ao lado de Santiago Lange; as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark, campeãs olímpicas na 470 feminina nos Jogos Rio 2016; e a francesa Charline Picon, medalha de ouro na Olimpíada na classe RS:X feminina.

No masculino, concorrem ao prêmio os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke, da classe 49er; os croatas Sime Fantela e Igor Marenic, da 470 masculina; o argentino Santiago Lange, da Nacra 17; o britânico Giles Scott, da Finn; e o francês Damien Seguin, da classe paralímpica 2.4mR. No masculino o Brasil já ganhou três vezes o prêmio, duas com Robert Scheidt em 2001 e 2004 e outra com Torben Grael, pai de Martine, em 2009.

O Prêmio de Melhor Velejador do Ano é um dos troféus de maior prestígio no mundo da vela. Criado em 1994 pela Federação Internacional, ele conta com grandes nomes da modalidade na sua lista de vencedores. Além de Martine e Kahena, já ganharam o troféu Torben Grael, em 2009, e Robert Scheidt, em 2001 e 2004.

Da EBC

Justiça Eleitoral manda bloquear Facebook por 24 horas em todo o Brasil

A Justiça Eleitoral mandou bloquear a rede social Facebook em todo o país por 24 horas por descumprimento de uma liminar que determinava a suspensão da página “Hudo Caduco”, que satiriza um candidato à prefeitura e foi publicada por um perfil anônimo.

A ordem do juiz eleitoral de Joinville (SC), Renato Roberge, foi tomada no dia 5 e inclui também a identificação do IP da pessoa que fez as postagens, multa de R$ 30 mil por dia de descumprimento da retirada da página do ar, multa de R$ 30 mil pela transgressão e direito de resposta ao candidato ofendido que fez a representação, Udo Döhler (PMDB), que concorre ao segundo turno da prefeitura de Joinville (SC).

O Facebook informou que não chegou a ficar fora do ar em nenhum momento, já que “tem profundo respeito pelas decisões da Justiça brasileira e cumpriu a ordem judicial dentro do prazo estabelecido”.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), a empresa retirou a referida página do ar e apresentou nesta segunda-feira (10) petição questionando as outras sanções. Como a ordem de bloquear a rede social só precisa ser cumprida quando o caso estiver transitado em julgado, ainda não foi expedida ordem para a Anatel suspender o Facebook. A petição pode ser julgada pelo Tribunal na quinta-feira (13).

Em agosto de 2012, o juiz da 13ª Zona Eleitoral de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch, havia dado a mesma ordem por causa da página “Reage Praia Mole” . Na ocasião, o próprio juiz suspendeu a ordem no dia seguinte, por entender que o Facebook se mostrou “dispostos em colaborar com a Justiça Eleitoral”.

Desproporcional

Para a coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, a ordem de suspender redes sociais em todo o país por causa de um processo específico é desproporcional e equivocado. Ela cita também as ocasiões em que o WhatsApp foi bloqueado por ordem judicial.

“Essas decisões judiciais de bloqueio de aplicativos realmente são injustificáveis, porque essas decisões não estão levando em conta que cada um tem a sua privacidade, que não pode haver um bloqueio de uma grande coletividade por causa de casos pontuais. Essas decisões têm uma repercussão enorme, um prejuízo enorme, as pessoas utilizam as redes inclusive para negócios, então quando houve bloqueio de outras vezes, o prejuízo é imensurável. Nós não queremos que as redes sociais se calem”.

De acordo com Maria Inês, medidas assim vão contra o Marco Civil da Internet e suspendem um direito básico à comunicação pessoal de toda a coletividade. “Nós entendemos que essas decisões retiram direitos de milhões de usuários que utilizam as redes sociais. Além disso, a gente tem o Marco Civil da Internet, ele tem que ser levado em consideração, porque ele é uma garantia do direito à privacidade e liberdade, isso não aconteceu também nesse processo”.

Nas eleições 2016, 99 veículos da mídia enfrentam processos na Justiça movida por partidos ou por políticos. Segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), o número é superior ao registrado em todas as eleições desde 2002. Do total de 311 processos de 2016, 45% são referentes a informações publicadas no Facebook ou no Google.

Da Agência Brasil

Marinha abre seleção com 450 vagas de nível superior e remunerações de R$ 8 mil

A Marinha do Brasil lançou processo seletivo para Oficiais Temporários de 2ª Classe da Reserva da Marinha (RM2), para ambos os sexos, totalizando 450 vagas de ensino superior em diversas áreas, tais como Saúde, Humanas e Exatas. As inscrições estarão abertas entre os dias 13 de outubro e 11 de novembro. Os interessados devem ter mais de 18 anos e menos de 45 em 2017. As remunerações iniciais para os aprovados são de R$ 8 mil. Confira os editais e se inscreva neste link.

As oportunidades estão distribuídas pelos nove Distritos Navais, sendo a maior parte para o 1º Distrito Naval, com 273 vagas, abrangendo Rio de Janeiro, Espírito Santo e parte de Minas Gerais. Os oficiais temporários vão servir em um dos estados englobados pelo Distrito Naval escolhido e o contrato é renovado a cada ano, podendo chegar até oito anos.

É cobrada uma taxa de inscrição de R$55. Os candidatos farão uma prova com 50 questões objetivas divididas em língua portuguesa (25) e formação militar-naval (25). Para os médicos, serão 25 questões de português e 25 de conhecimentos profissionais. A prova para todos os candidatos está prevista para 8 de janeiro. A bibliografia está indicada no aviso de convocação. Após essa etapa, ainda haverá verificação de dados biográficos, inspeção de saúde, prova de títulos, verificação documental, designação à incorporação e incorporação.

Do Portal Correio

Câmara aprova em 1º turno congelamento de gastos federais por 20 anos

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Deputados ainda analisarão sugestões de emendas para concluir votação.

A Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno nesta segunda-feira (10) a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do teto nos gastos públicos. Foram 366 votos favoráveis, 111 contrários e mais duas abstenções.

A proposta é apresentada pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) como a principal medida para ajustar as contas do governo e combater a crise econômica, mas é criticada pela oposição porque poderia reduzir o valor investido em educação e saúde na comparação com as regras atuais.

Por ser uma PEC, o projeto ainda terá que passar por mais uma votação na Câmara antes de seguir para o Senado, onde também é votado duas vezes.

Entenda a PEC

A PEC propõe limitar o crescimento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos ao percentual da inflação nos 12 meses anteriores. Na prática, a medida congela os gastos do governo, já que a reposição da inflação apenas mantém o mesmo poder de compra do Orçamento.

O principal objetivo da proposta é conter o avanço da dívida pública. A ideia é que ao arrecadar, com impostos, mais do que gasta, o governo consiga reduzir o total da dívida.

A equipe econômica do governo também aposta na provação da medida como uma forma de reconquistar a credibilidade do mercado, o que atrairia investimentos e favoreceria o crescimento da economia.

“Não é uma medida que pertence ao governo, não é um projeto partidário, é uma medida de salvação nacional”, disse o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).

O principal questionamento à medida é a mudança nas regras dos gastos com saúde e educação. Hoje, essas áreas recebem um percentual mínimo calculado com base nas receitas do governo. Ou seja, se a economia cresce, aumentam os investimentos nas duas áreas.

Apesar de a PEC não limitar explicitamente quanto pode ir para os dois setores, há a expectativa de que os orçamentos da saúde e educação sigam o aumento apenas pela inflação do ano anterior.

“Essa PEC será a desgraça do Brasil, essa PEC significa que as escolas técnicas, as universidades, os hospitais terão menos dinheiro”, afirmou o deputado da oposição Zé Geraldo (PT-PA). 

Debate tenso

A votação foi marcada por debates acalorados entre deputados governistas e da oposição. Em determinado momento, deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) chegou a gritar, por diversas vezes, para seus colegas de parlamento que calassem a boca. “Cala a boca! Vocês vão ter que me ouvir!”. Sá é contrário à PEC.

A segunda votação na Câmara deve ocorrer num prazo de ao menos cinco sessões, o que deve ser alcançado apenas na próxima semana. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que irá respeitar esse prazo.

No Senado, se for alterado, o projeto retorna à Câmara, onde passa por nova tramitação em dois turnos.

Manobras aceleram votação

Nesta segunda-feira, a base do governo Temer usou de manobras previstas no Regimento Interno da Câmara para acelerar a votação do texto.

Primeiro, conseguiu aprovar a dispensa do prazo de duas sessões após a aprovação da PEC na comissão especial, o que ocorreu na última quinta-feira (6). Isso permitiu a votação nesta segunda-feira, antecipando o prazo em um dia.

Em seguida, a base do governo apresentou um pedido para retirar o projeto de pauta, mas apenas para poder votar contra e derrubar o mesmo pedido apresentado pelos próprios governistas. Na prática, isso evitou que fossem colocados em votação uma série de pedidos da oposição sobre a tramitação da PEC, o que poderia atrasar a votação.

Em derrotas sucessivas da oposição, o plenário da Câmara requerimentos para a retirada de pauta da votação da PEC.

Inconstitucional, diz Procuradoria

Em nota técnica enviada à Câmara, a Procuradoria-Geral a República afirma que a PEC é inconstitucional pois desrespeita a separação de poderes, por reduzir a capacidade do Congresso Nacional e de órgãos do Judiciário de definir o Orçamento.

A nota da PGR foi assinada pela Secretaria de Relações Institucionais do órgão e não equivale a uma manifestação judicial da Procuradoria, o que deve acontecer em breve em ações que contestam a PEC no STF (Supremo Tribunal Federal).

Do UOL, em Brasília e São Paulo

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