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Governo vai judicializar processo de rebaixamento da PB no ranking nacional

Tárcio Pessoa
Tárcio Pessoa
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O secretário de Estado de Planejamento, Gestão e Finanças, Tárcio Pessoa, confirmou nesta quinta-feira (27) que o governo vai judicializar o rebaixamento da Paraíba no ranking do Tesouro Nacional. Além de questionar os indicadores utilizados pelo Tesouro na Justiça, o estado também pedirá revisão de cálculo, considerando os dados de 2016.

Segundo Tárcio, o pedido de revisão deverá ocorrer em janeiro, depois que o governo finalizar os relatórios fiscais do ano de 2016. “Virou o ano, de posse dos relatórios fiscais do estado, nós vamos entrar com um pedido de revisão”, ressaltou. Para o secretário, o Tesouro não poderia ter feito uma revisão de índices com dados de 2015, já tento praticamente dez meses de execução fiscal deste ano.

O governo do estado não concorda com o método utilizado pelo Tesouro Nacional, que utiliza indicadores que não são da capacidade de gerenciamento dos estados – a exemplo do Fundo de Participação dos Estados (FPE) – para classificar a situação fiscal. O governador Ricardo Coutinha justifica o rebaixamento da Paraíba justamente com a diminuição dos repasses do FPE, que vem caindo sistematicamente nos últimos meses. A redução destes recursos teria provocado o aumento no percentual dos gastos do estado com a folha de pessoal – o que provocou o rebaixamento de B- para C+, pelo Ministério da Fazenda. Com essa nota, o estado deixa de apresentar “boa situação fiscal”, condição exigida pela União para referendar operações de crédito.

Segundo Tárcio, a judicialização do processo acontecerá independente da audiência solicitada pelo governador ao presidente Michel Temer. ” A ação judicial ocorrerá para restabelecermos a verdade de imediato. Não é possível que nós baixemos a cabeça para algumas ações que são tomadas. É necessário que se escute o grito da Paraíba e dos estados do nordeste”, disse Tárcio.

O secretário acusa o governo federal de usar o rebaixamento para inviabilizar o pedido de empréstimo do governo da Paraíba no valor de R$ 140 milhões, cujo processo precisa do aval da União. “O processo inteiro transitou com a nota B, ou seja, com o risco fiscal B. Quando não tinha mais argumento para não realizar a assinatura, se puxa uma revisão de indicadores, sabendo que com uma revisão de indicadores, todos os estados cairiam porque todos perderam receita”, criticou o secretário.

O secretário lembrou que mais de R$ 302 milhões deixou de entrar no tesouro estadual por conta da queda do FPE. “A nossa critica é porque como é possível efetuar uma avaliação e rebaixamento de nota utilizando critérios que não são da nossa capacidade de gestão. Não é mais honesto a União dizer: ‘nós não temos mais interesse em realizar uma operação de crédito para o povo da Paraíba’”, endureceu.

Por Larissa Claro 

Ricardo Barbosa e Efraim vão ao MEC pedir por Mamanguape e Itapororoca

Ricardo, Efraim e as prefeitas solicitaram ao ministro a liberação de códigos vagas para viabilizar a criação de dois novos cursos
Ricardo, Efraim e as prefeitas, Eunice e Elissandra, solicitaram ao ministro a liberação de dois novos cursos

O secretário do Governo Estadual em Brasília, deputado Ricardo Barbosa, intermediou em Brasília junto ao ministro Mendonça Filho, da Educação, pleitos de duas prefeitas eleitas nas áreas de transporte escolar, construção de escolas e creches, além de outras demandas específicas de cada município. Ele foi acompanhado do deputado federal Efraim Filho e das prefeitas eleitas de Mamanguape, Eunice Pessoa, e de Itapororoca, Elissandra Brito.

Ricardo, Efraim e as prefeitas solicitaram ao ministro a liberação de códigos vagas para viabilizar a criação de dois novos cursos – Administração e Licenciatura em Filosofia – no Campus IV da Universidade Federal da Paraíba em Mamanguape/Rio Tinto. Segundo Barbosa, esse pedido que já havido sido feito pela diretora do Centro ao seu gabinete parlamentar e o ofício foi entregue a Mendonça Filho com assinatura do deputado e da prefeita Eunice.

Para Itapororoca, o pedido feito foi referente à implantação de um campus do IFPB. Após o encontro com o ministro, o grupo teve mais duas audiências com o corpo técnico do MEC para a viabilização das demandas. “É o começo da batalha para que as duas prefeitas tenham, no futuro próximo, ações concretas por parte do Ministério da Educação nessa importante área da gestão. Ressalte-se, por fim, a sempre prestimosa e diligente atuação do deputado Efraim Filho que tem se colocado, sempre que solicitado, em defesa dos interesses do Vale do Mamanguape”, comentou Ricardo Barbosa.

Do PBVale, com assessoria 

Diplomação dos eleitos na 7ª Zona Eleitoral tem data marcada

A juíza titular da 7ª Zona Eleitoral, Elza Bezerra da Silva Pedrosa, marcou para às 17h, dos dias 21, 22, 23, 24 de novembro a data da diplomação dos eleitos, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e suplentes das cidades de: Capim, Cuité de Mamanguape, Itapororoca e Mamanguape. Já a cidade litorânea de Mataraca, a Justiça Eleitoral definiu a solenidade para o dia 2 de dezembro de 2016.

Serão diplomados, o prefeito Tiago Lisboa (PSDB) e vice, Erivelton da Silva Ferreira (PV), os nove vereadores e suplentes de cada coligação. O evento acontecerá no ginásio poliesportivo da Escola João Fernandes de Lima, segunda-feira (21).

Os eleitos de Cuité de Mamanguape, prefeito Jair da Farmácia (PSC) e vice, Genilson Dutra (PP), vereadores e suplentes recebem os diplomas na terça-feira (22), no ginásio da Escola Estadual Renato Fonseca.

A prefeita de Itapororoca, Elissandra Brito (DEM) e seu vice, Walisson Dionísio (PTB), os 11 vereadores e suplentes serão diplomados pela Justiça Eleitoral, na quarta-feira (23), no ginásio da Escola Severino Félix de Brito.

Mamanguape é a sede da 7ª Zona Eleitoral. A prefeita Maria Eunice (PSB) e sua vice, Baby Helenita (PRTB), os 13 vereadores e suplentes participam da solenidade de diplomação na quinta-feira (24), na quadra do Colégio Instituto Moderno. O evento contará com representantes do Ministério Público Eleitoral, o governador Ricardo Coutinho (PSB), o deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB), além de lideranças políticas e familiares dos eleitos.

Em Mataraca, a diplomação ficou marcada para o dia 2 de dezembro, no auditório da Creche Municipal. Serão diplomados, o prefeito Egberto Madruga (PTB) e a vice, Emília Brandão (PSB), nove vereadores e suplentes.

Por Chico Soares

Teori suspende operação da PF que prendeu policiais do Senado

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki - André Coelho / 10-02-2015 / Agencia O Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, determinou nesta quinta-feira (27), por meio de uma liminar (decisão provisória), a suspensão da Operação Métis, deflagrada pela Polícia Federal. O ministro também determinou que todo o processo relacionado à operação que está na 10ª Vara da Justiça Federal, no Distrito Federal, seja transferido para o STF.

A operação prendeu na sexta-feira (21) o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo de Carvalho junto com outros três policiais legislativos, suspeitos de prestar serviço de contrainteligência para ajudar senadores investigados na Operação Lava Jato e em outros casos envolvendo políticos. Todos já foram soltos.

Teori concedeu a liminar após analisar o pedido de um dos policiais presos, Antônio Tavares dos Santos Neto. A defesa do policial argumentou que houve usurpação da competência do STF na ação que autorizou a busca e apreensão nas dependências do Senado, além de envolver investigação que pode atingir parlamentares.

“Diante da relevância dos fundamentos da reclamação, é de se deferir medida liminar para que esta Suprema Corte, tendo à sua disposição o inteiro teor das investigações promovidas, possa, no exercício do mandamento constitucional, decidir acerca da usurpação ou não de sua competência, bem como sobre a legitimidade ou não dos atos até agora praticados”, diz Teori em sua decisão.

O ministro do STF também afirmou na liminar que ficou demonstrada a intenção da Operação Métis de investigar parlamentares que têm foro privilegiado e só podem ser investigados com autorização do Supremo.

“Nessa linha, o exame dos autos na origem revela, em cognição sumária, que, embora a decisão judicial ora questionada não faça referência explícita sobre possível participação de parlamentar nos fatos apurados no juízo de primeiro grau, volta-se claramente a essa realidade. Aliás, os documentos trazidos pelo reclamante reforçam o que a própria representação da autoridade policial denuncia para justificar as medidas cautelares deferidas, ou seja, ordens ou solicitações que partiram de senadores”, escreveu Teori.

Crise entre poderes

A Operação Métis deflagrou uma crise entre os Poderes. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou a decisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, no Distrito Federal, que autorizou a operação no Senado e ordenou a suspensão das atividades funcionais dos acusados.

Para o presidente do Senado, a decisão de realizar uma operação nas dependências da Casa não seria da competência de um juiz de primeira instância e deveria passar pelo Supremo.

O peemedebista também criticou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Após a operação, Moraes disse que os policiais do Senado “extrapolaram o que seria de sua competência” e “realizaram uma série de atividades direcionadas à obstrução da Justiça”.

Em entrevista coletiva na segunda-feira (24), Renan Calheiros disse que Moraes não tem se portado como ministro de Estado, “no máximo” como um “chefete de polícia” e chamou Vallisney de “juizeco”.

As declarações de Renan foram rebatidas pela presidente do STF, Cármen Lúcia, que chegou a dizer que se um juiz é agredido ela também se sente agredida e que o Judiciário deve exigir respeito.

ADPF

Ontem (26), o Senado protocolou uma arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) no Supremo, que visa a anular os atos da Operação Métis e pediu uma medida liminar para a devolução imediata de todos os equipamentos e documentos que tenham sido apreendidos pela Polícia Federal nas dependências do Senado.

Os advogados da Casa argumentaram que a operação constitui intimidação e constrangimento ao trabalho do Poder Legislativo e fere o princípio de separação dos Poderes, uma vez que a PF é órgão do Poder Executivo.

Em anúncio aos senadores no plenário da Casa, Renan Calheiros também comunicou que vai entrar com uma representação contra o juiz Vallisney de Souza Oliveira, que autorizou a Operação Métis, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo Renan, o juiz deverá explicar o que motivou sua decisão. O CNJ ainda não recebeu a representação contra Vallisney.

Segurança pública

O presidente Michel Temer confirmou que vai se reunir nesta sexta-feira (28) com os presidentes do Senado, Renan Calheiros, da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do STF, Cármen Lúcia, para discutir segurança pública. O encontro poderia não ocorrer após o clima de mal-estar entre Renan e Cármen Lúcia, criado depois que ambos fizeram críticas públicas e discordaram sobre a atuação da Justiça ao determinar a prisão de policiais legislativos durante operação da Polícia Federal no Senado. A reunião ocorrerá no Palácio Itamaraty, em Brasília.

Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Príncipe Mikasa, membro da família imperial japonesa, morre aos 100 anos

Mikasa era o membro mais velho da família imperial japonesa (Foto: Kyodo/Reuters)
Mikasa era o membro mais velho da família imperial japonesa (Foto: Kyodo/Reuters)
Mikasa era o membro mais velho da família imperial japonesa (Foto: Kyodo/Reuters)

O príncipe Mikasa, tio do imperador japonês Akihito, morreu nesta quinta-feira (27), aos 100 anos, deixando somente quatro herdeiros para o Trono Crisântemo, informou a Agência da Casa Imperial.

A morte de Mikasa coincide com a atenção renovada referente ao futuro da idosa e minguante família imperial e com o debate sobre a permissão para que mulheres herdem o trono, o que romperia uma tradição de sucessão exclusivamente masculina que conservadores dizem ser crucial para um costume imperial que remonta há 2.600 anos.

Mikasa era o irmão caçula de Hirohito, pai do atual imperador, por quem o Japão lutou na Segunda Guerra Mundial.

O príncipe, um estudioso de história oriental antiga, lecionou em universidades e serviu como presidente honorário do Centro de Cultura do Oriente Médio do Japão e da Sociedade Japão-Turquia.

Em agosto, o imperador Akihito, de 82 anos, deu a entender que deseja abdicar — um gesto inédito no Japão moderno e impossível pela lei atual. Entre os quatro herdeiros homens remanescentes está o príncipe Hisahito, de 10 anos, o único neto do imperador.

Os outros três são o irmão de 80 anos de Akihito e seus dois filhos de meia idade, incluindo o príncipe herdeiro Naruhito.

Da Reuters

Última etapa do Paraibano de Surfe 2016 acontece neste fim de semana

Os campeões paraibanos de surfe vão ser conhecidos neste fim de semana. É que vai acontecer, a partir deste sábado, a segunda e última etapa do Campeonato Paraibano de Surfe, no Mar do Macaco, em Intermares. A competição vai contar com 10 categorias e a organização espera a participação de 120 atletas.

Os inscritos na competição vão disputar títulos nas categorias Sub-12, iniciante (até 14 anos), mirim (até 16 anos), júnior (até 18 anos), open, master (acima de 35), gran master (acima de 40), longboard, SUP wave (stand up paddle) e free surf, que é uma categoria especial para atletas que querem apenas se divertir durante a prova.

“Como o Nordestino de Surfe aconteceu aqui no meio do ano, aproveitamos e os pontos valeram também para as disputas do estadual. Agora vai acontecer a segunda etapa para encerrar a temporada. Mas em 2017, nós pretendemos fazer o Paraibano em quatro etapas”, afirmou Carlos Gilberto, novo presidente da Federação Paraibana de Surfe.

Os primeiros atletas vão cair no mar às 8h do sábado e as baterias vão até o fim do dia. A competição acaba no domingo.

via Globoesporte

Cidades da PB recebem R$ 12,91 mi a mais em repasse do FPM

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Após meses de espera, gestores municipais recebem, nesta sexta-feira (28), recursos da repatriação. Com a verba extra, o terceiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de outubro será de R$ 82,48 milhões na Paraíba, já com o abatimento do montante destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), em comparação com o mesmo repasse de 2015, o acréscimo é de mais de R$ 12,91 milhões.

O crescimento, segundo o CNM, é um reflexo do adicional da arrecadação de Imposto de Renda (IR) prevista na Lei de Repatriação. O valor da repatriação foi divulgado pela Receita Federal, por meio de comunicado.

“É importante frisar que no montante acumulado no ano não estão incluídos os valores do 0,5% de 2015 e o 0,75% de 2016, decorrente da Emenda Constitucional 84/2014, que foi uma conquista da Confederação Nacional de Municípios (CNM)”, destaca o levantamento divulgado pela entidade nesta quinta-feira (27).

Dados nacionais

Em todo o país, o repasse do FPM chega a R$ 2.042.577.444,00. Sem essa retenção, a cifra ser distribuída com todas as Prefeituras do país, valores brutos, chega a R$ 2.553.221.805,00. 

Mesmo com o repasse desses recursos, segundo a entidade municipalista, quando se considera os efeitos da inflação, o decêndio apresenta crescimento bem menor, de 18,5% em termos reais. Ao somar os três repasses do mês, o Fundo será de R$ 6,256 bilhões, o que mostra crescimento de 13%, em relação a outubro do ano passado, quando os Municípios receberam R$ 5,533 bilhões.

Do início do ano pra cá, o FPM soma nominalmente R$ 68,942 bilhões. Nesse mesmo período de 2015, haviam sido repassados R$ 66,929 bilhões as Prefeituras. Um crescimento de 3,01%, conforme indica dados da CNM. No entanto, quando se considerado o impacto inflacionário, o acumulado do Fundo em 2016 apresenta redução de 5,83%, de acordo com o mesmo período do ano anterior. As informações são do Jornal da Paraíba.

Polícia prende suspeito de estelionato procurado em dois estados

Suspeito de 43 anos foi preso em flagrante quando trocava cheque falso (Foto: Divulgação)
Suspeito de 43 anos foi preso em flagrante quando trocava cheque falso (Foto: Divulgação)
Suspeito de 43 anos foi preso em flagrante quando trocava cheque falso (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil prendeu em flagrante, na manhã desta quarta-feira (26), o pernambucano Josinaldo Vieira da Silva, 43 anos. Ele era investigado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa por estelionato e, de acordo com os levantamentos policiais, praticou vários golpes nos estados da Paraíba e Pernambuco. Ele já teria desviado mais de R$ 850 mil negociando de forma fraudulenta imóveis, emitindo cheques bancários roubados e contratando empréstimos.

“O suspeito adquiriu uma fazenda, situada no município de Sapé, no Brejo paraibano, pelo valor de R$ 700 mil, e como pagamento ele repassou dois cheques bancários em nome de terceiros. Sem levantar suspeitas, Josinaldo convenceu a vítima a entrar na posse da fazenda, antes que os cheques fossem compensados e negociou 30 bois da raça Nelore, avaliados em R$ 70 mil e outros bens avaliados em mais de R$ 30 mil. Depois disso, ele desapareceu deixando o dono do imóvel com o prejuízo”, disse o delegado Lucas Sá.

Desconfiando que podia ter caído em um golpe, a vítima procurou informações sobre o suspeito e descobriu que os cheques repassados por Josinaldo foram furtados de uma empresa do estado de Pernambuco e que ele já  responde a processos por estelionato. A partir daí, o dono do imóvel foi até a polícia e registrou a ocorrência. Os agentes de investigações da Delegacia de Defraudações e Falsificações realizaram um levantamento e começaram a monitorar o suspeito.

Sem desconfiar que a fraude praticada por ele tinha sido descoberta, na manhã desta quarta-feira, Josinaldo foi até a rua Maciel Pinheiro, no centro da Capital, e  tentou trocar outro cheque bancário falso no valor de R$ 11 mil. A equipe da DDF ficou observando de longe a transação. Na hora que o suspeito estava concluindo a troca do cheque por dinheiro, foi abordado e preso em flagrante pelos crimes de receptação qualificada por emissão de cheques bancários roubados e estelionato. As penas pelos dois crimes podem chegar a mais de 13 anos de reclusão.

Vereador eleito em Jacaraú tem registro de candidatura impugnado pelo TSE

Vereador eleito em Jacarau teve registro deferido com recurso pelo TRE-PB em setembro
Vereador eleito em Jacarau teve registro deferido com recurso pelo TRE-PB em setembro
Vereador eleito em Jacarau teve registro deferido com recurso pelo TRE-PB em setembro

O registro de candidatura do vereador eleito em Jacaraú, João Fernandes (PMDB), foi indeferido nesta segunda-feira (24), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em decisão monocrática, proferida pelo ministro Herman Benjamin. João Fernandes obteve 430 votos na eleição do último dia 2, e no dia 19 de setembro teve o registro de candidatura ‘deferido com recurso’, pelo TRE da Paraíba, o que lhe assegurou o direito de concorrer.

A decisão se baseia na não prestação de contas de campanha ainda referente as eleições de 2012.

Em um dos trechos da decisão o ministro ressalta que, “a entrega das contas de campanha de 2012 somente após trânsito em julgado da sentença em que se verificou a falta não confere quitação eleitoral para disputa do pleito em curso”, de acordo com os artigos 51, § 2º, e 53, I, da resolução -TSE 23.376/2012.

Nos termos da Súmula 42/TSE, “a decisão que julga não prestadas as contas de campanha impede o candidato de obter a certidão de quitação eleitoral durante o curso do mandato ao qual concorreu, persistindo esses efeitos, após esse período, até a efetiva apresentação das contas”, consta.

Com essa decisão o vereador não pode assumir o cargo e tem os votos zerados, e quem assume é a primeira suplente da coligação, Graçinha de Olho D´Agua. 

Da redação

PBVale

 

 

Na Venezuela, oposição vai às ruas para exigir referendo

Manifestantes foram às ruas nesta quarta-feira (26) na Venezuela para exigir a realização de um referendo sobre a deposição do presidente Nicolás Maduro.

A oposição convocou os protestos, chamados de “Tomada da Venezuela”, após o CNE (Conselho Nacional Eleitoral) suspender o processo de coleta de assinaturas para a convocação de um referendo sobre o mandato de Maduro.

Em Caracas, o ato seguia pacífico , ainda que a polícia tenha bloqueado uma avenida que os manifestantes pretendiam percorrer. A manifestação deve acabar na rodovia Francisco Fajardo com discursos de líderes da oposição.

Em Cumaná, capital do Estado de Sucre, policiais lançaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar o protesto.

Apoiadores do governo de maduro também convocaram protestos pelo país para esta quarta. Em caracas, os manifestantes se reuniram em frente ao Palácio de Miraflores, sede da Presidência.

CRISE POLÍTICA

A crise política na Venezuela se aprofundou desde que as autoridades eleitorais suspenderam temporariamente o processo para a convocação de um “referendo revogatório” sobre o mandato de Maduro. O CNE disse ter encontrado fraudes em assinaturas coletadas pela oposição.

Previsto na Constituição venezuelana, o referendo revogatório permite que a população seja consultada para aprovar ou rejeitar a continuidade do mandato de um governante democraticamente eleito.

A oposição quer que a consulta pública seja realizada antes de 10 de janeiro de 2017, quando termina o prazo para ocorrerem novas eleições. A partir desta data, que marca dois terços do mandato presidencial (quatro de seis anos), o vice assume em caso de destituição, como prevê a Constituição.

A decisão da Justiça venezuelana deve retardar a realização do referendo, de modo a favorecer a manutenção do chavismo no poder pelo menos até 2019, quando se prevê o fim do mandato de Maduro.

Nesta terça-feira (25), a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, aprovou o início de um processo contra Maduro para avaliar sua responsabilidade na crise política e o abandono de suas funções na Presidência.

É improvável que o processo iniciado no Legislativo leve à deposição do líder chavista. Mesmo que tenha sequência, a acusação deve ser submetida ao Conselho Moral Republicano -formado pelo procurador-geral, o controlador-geral e o defensor do povo, todos cargos ligados ao chavismo- e depois ao TSJ (Tribunal Supremo de Justiça) -também controlada pelo governo-, que decide se aceita a destituição ou não.

Opositores acusam o as autoridades eleitorais de ter realizado um golpe de Estado em favor do chavismo. Já o governo acusa seus opositores de orquestrar um golpe parlamentar para derrubar um presidente democraticamente eleito. Com informações da Folhapress.

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